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Agora que ainda estamos nesta pausa das competições nacionais e a equipa leonina atravessa uma fase menos boa, é inevitável não falar das escolhas de José Peseiro. E atenção, estas decisões não se confinam às listas de convocados ou às substituições feitas “sobre a marcha”. O técnico leonino já teve que tomar decisões (e muitas) durante o período de pré-época e é sobre algumas dessas opções que me irei debruçar neste texto, mais concretamente, sobre a política de empréstimos do Sporting CP durante a atribulada pré-época deste ano.

Será que os jogadores emprestados estão a ter o tempo de jogo que desejavam? Será que foram emprestados a equipas que podem possibilitar-lhes um bom desenvolvimento? Qual o jogador em melhor plano? E será que alguns desses jogadores preteridos, não poderiam estar a dias de hoje no plantel do Sporting CP? Ao longo destas linhas iremos constatar o rendimento de alguns desses jogadores que andam a rodar noutras latitudes e desta forma tentar obter algumas respostas.

Numa altura em que o Sporting CP se vê com poucas soluções válidas para o imediato, para poder fazer frente a algumas ausências ou até para simplesmente poder mostrar algo de novo sobre o relvado, a formação de Alvalade encontra um “fundo de armário” vazio. É inevitável fazer este exercício de reflexão e pensar nos jogadores que se encontram cedidos a outros clubes quando o plantel de José Peseiro parece não oferecer as garantias necessárias para poder lutar, de igual para igual, com os seus rivais pelo título. Será que algumas dessas lacunas poderiam ser colmatadas com o regresso de alguns desses jogadores já em Janeiro? E quais deles?

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