Publicidade

Estrelas da Formação: Diogo Brás

Guilherme Anastácio · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

18 anos de idade. 1,69 metros. Médio ofensivo/extremo. Assim se define Diogo Daniel Pires Brás.

O jovem natural de Chaves atingiu a maioridade apenas este mês, mas já há muito que dá provas do seu talento. Titular, de há muitos anos para cá, nas equipas do Sporting, o jovem estrou-se esta época na convocatória da equipa B no embate frente ao Penafiel e é também presença assíduas nas convocatórias das camadas jovens da Seleção Nacional.

Diogo Brás é já (mais) uma pérola fabricada em Alcochete, é visto como uma aposta de futuro do emblema de Alvalade e da seleção campeã europeia. Tem tudo para singrar no nosso futebol e muito se espera dele.

Diogo Brás já dá cartas na seleção
Fonte: Diogo Brás

Chegou há seis anos a Alcochete, vindo do norte do país. E bem do Norte- Chaves. É já agenciado pela mais do que conhecida Gestifute (liderada por Jorge Mendes), tem um pé direito magnifico e é um dos melhores da sua idade em termos táticos. O “menino” tem tudo para ir longe.

O jovem flaviense é ainda dono de dotes técnicos, que invejariam muitos dos jogadores já profissionais. Tem faro de golo e percebe todos os movimentos e todo o jogo da equipa- com bola, sem bola, a atacar e a defender.

Para concluir, Diogo Brás foi uma das peças fundamentais para a conquista do campeonato de juvenis no ano passado. Foi o MVP da equipa e em muito ajudou o Sporting Clube de Portugal a conquistar mais um título na formação.

Boa sorte, Diogo!

Foto de Capa: Getty Images/ Juventus FC

Guilherme Anastácio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.