No sexto episódio do Podcast Bola na Rede, o tema foi um onze combinado entre jogadores de Portugal, Espanha e França.
Com os comentários de André Conde, Afonso Santos e Diogo Soares Loureiro e a moderação de Carolina Neto, este programa teve muita diversão e o resultado foram equipas extremamente luxuosas.
Se queres saber quem foram os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.
Depois de uma época atípica e que ficará para sempre marcada na história do basquetebol norte-americano, os LA Lakers sagraram-se campeões pela 17ª vez, igualando assim os Boston Celtics na hierarquia das equipas com mais títulos.
Com a morte do astro Kobe Bryant a 26 de Janeiro de 2020, a equipa dos Lakers entrou numa missão com um único objetivo. Vencer o título para dedicar este campeonato a uma das suas principais figuras – e também à sua filha, Gigi.
Neste programa focado na final da maior competição de basquetebol norte-americano, o comentador convidado, Miguel Minhava, juntou-se a Leonardo Costa Bordonhos, Diogo Silva e Martim Almeida, para discutir os principais temas em torno destas finais entre LA Lakers e Miami Heat, desde o impacto que esta vitória terá no impacto de jogadores como LeBron James, Rajon Rondo e Dwight Howard, até à desilusão que foram os Los Angeles Clippers, uma equipa que prometia bastante, mas que acabou eliminada de forma precoce, e também a surpresa positiva que foi a chegada dos Miami Heat à final.
Ao longo do programa, Miguel Minhava reforçou que desde cedo achou que a equipa dos Lakers tinha o plantel mais bem construído da liga, um fator que acabou por ser decisivo, e que a experiência de certos jogadores foi determinante para o resultado final da competição, algo que todo o painel concordou.
Passando pelo tema da free-agency e do que se pode esperar da NBA na próxima época, todos os comentadores confirmaram que os Golden State Warriors de Steph Curry e Klay Thompson serão uma ameaça na Conferência Oeste, e ainda houve tempo para Miguel Minhava abordar a mentalidade americana no que diz respeito às comparações entre jogadores em momentos diferentes de carreira.
Já na parte final, o comentador convidado também deu a sua opinião referente ao lugar desta época nos livros de história da liga, dizendo que a forma como a organização conseguiu lidar com os vários contratempos que foram surgindo tem que ser louvada visto que toda a competição decorreu sem um único caso positivo de COVID-19.
Darwin Núñez chegou ao SL Benfica no último mercado de transferências como a contratação mais cara de sempre a ser realizada por um clube português – foram 24 milhões de euros -, apesar de grande parte dos benfiquistas nunca ter sequer ouvido falar do nome do jovem ponta de lança uruguaio.
Seguiu-se um breve período de adaptação às dinâmicas de Jorge Jesus e, aos 65 minutos da partida frente ao PAOK, o jovem é lançado às feras, com o peso de ter nos ombros a esperança de milhares de benfiquistas que acreditavam ser ainda possível o acesso à Liga dos Campeões.
Tal não aconteceu, sendo que esses 40 milhões da fase de grupos, que agora não entrariam nos cofres da Luz, significavam que o Benfica, devido aos mais de 96,5 milhões de euros investidos no mercado, teria de vender alguns dos seus principais ativos de modo a equilibrar as contas. Apenas vendeu Rúben Dias, por 68 milhões de euros, sendo que para o seu lugar contratou Nicolás Otamendi, por 15 milhões.
De qualquer das formas, esqueçamos o descalabro europeu – que não é o tema deste artigo – e voltemos ao que realmente importa discutir: Darwin Núñez. Um jovem de 21 anos, natural de Artigas, que, no espaço de um ano, afirma-se no plantel principal do CA Peñarol, é contratado pelos espanhóis do Almería por sete milhões e meio de euros, onde joga meia época, sendo que, no mercado de transferências seguinte, e em plena pandemia, é contratado pelo Benfica por uns impressionantes 24 milhões de euros.
No total, foram 20 golos e quatro assistências no espaço de um ano – quatro golos e uma assistência pelo CA Peñarol, 16 golos e três assistências pelo UD Almería -, levando, ironicamente, a que o uruguaio tenha custado aos cofres encarnados cerca de um milhão de euros por cada participação em golo.
No entanto, e apesar de ainda não ter marcado pelas “águias”, é visível que Darwin é sinónimo de golo. O uruguaio soma já quatro assistências em três jogos na Primeira Liga, tendo o mesmo já ameaçado, também, as redes adversárias por diversas ocasiões.
Móvel, combativo, pressionante e com um bom entendimento técnico-tático do jogo, o uruguaio encaixa que nem uma luva no modelo de Jorge Jesus, daí já se ter afirmado como a primeira opção para o lugar.
Apesar de ainda não se ter estreado na lista de marcadores das “águias”, Darwin acrescenta muito ao jogo dos encarnados, merecendo, por parte dos adeptos, algum tempo e paciência.
Não é um avançado vistoso e chegou por um preço bastante inflacionado, mas penso que não há duvidas de que Darwin é sinónimo de raça, crer e ambição.
Darwin é também sinónimo de Benfica e de certeza que ainda dará muitas alegrias aos benfiquistas e, porventura, também um grande encaixe financeiro no futuro.
Mário Quintana, poeta e tradutor brasileiro, uma vez escreveu – “se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho”. A nostalgia é cruel. É um sentimento que permite não olvidar a nossa grandeza, mas que ao mesmo tempo nos recorda de momentos que parecem irrepetíveis e é exatamente isso que acontece com estes gigantes adormecidos. Os fatores para a perda de consistência são variados: questões sociais, financeiras ou políticas.
Decidi esta semana fazer, então, uma visita ao passado e recordar cinco clubes que já deliciaram o mundo do futebol, já estiveram no olimpo, os tais chamados gigantes adormecidos, mas que hoje, por uma razão ou outra, acumulam épocas atrás de épocas de desilusão e de sonhos de adeptos despedaçados. Visto que tive de escolher apenas cinco, o principal critério foi a escassez de títulos.
Os portugueses João Almeida e Ruben Guerreiro estão, na Volta a Itália, a proporcionar uma das jornadas mais fantásticas do ciclismo português. João lidera a prova, enquanto que Ruben venceu a etapa nove, numa tirada muito complicada, passando a liderar a classificação da montanha.
Podia ser mais um rescaldo normal sobre a primeira semana de uma Grande Volta, no entanto, teve algo de diferente e especial, com o ciclismo português em destaque um pouco por todo o mundo.
Esta edição começou no dia 3 de outubro, com um contrarrelógio individual a abrir, num percurso a ligar Monreale a Palermo, numa extensão de 15,1 quilómetros. Filippo Ganna, recentemente campeão do mundo da especialidade, entrou em grande, ao vencer no esforço individual. A grande surpresa, para a maioria, foi o segundo lugar do caldense João Almeida, a 22 segundos do tempo do italiano, batendo grandes nomes como Geraint Thomas, Mikkel Bjerg, Jos Van Emden, Rohan Dennis, por aí fora… João ficou com o melhor tempo referência durante um largo período. Dia marcado pela desistência de Miguel Ángel López da Astana, que teve uma queda feia, arredando o colombiano para fora da competição.
Um segundo dia foi marcado pelo regresso de Diego Ulissi (UAE Team Emirates) às vitórias no Giro. O seu último triunfo na competição tinha sido no Giro de 2016. A chegada a Agrigento era claramente feita à sua medida, com uma pequena colina no final. João Almeida chegou com o mesmo tempo do líder Ganna, terminando na sexta posição da etapa. Ao segundo dia de prova, a Astana viu-se privada de mais uma das suas estrelas, talvez a principal para esta prova, o russo Aleksandr Vlasov, que não se sentiu bem durante o decorrer da etapa.
No terceiro dia de competição houve espaço para um vencedor a partir da fuga. No alto do monte Etna, Jonathan Caicedo (EF Pro Cycling) foi o mais forte, sobrepondo-se a Giovanni Visconti (Vini Zabù-KTM) e a Harm Vanhoucke (Lotto Soudal). Mas o destaque do dia foi para a conquista da camisola de liderança por parte de João Almeida (Deceuninck-Quick Step). Houve muitas dúvidas de quem era o novo líder, mesmo depois de Almeida ter terminado a etapa, mas as décimas de segundo do contrarrelógio foram decisivos, tornando o português o novo camisola rosa da competição, empatado com Caicedo.
Foram precisos 31 anos para voltarmos a ver um atleta luso a liderar uma Grande Volta. Acácio da Silva tinha sido o último a conseguir tal feito, visto que em 1989 liderou no Giro e no Tour, conquistando curiosamente a camisola rosa no Monte Etna. Geraint Thomas caiu durante a etapa, e ressentiu-se muito, acabando por perder muito tempo, quase 12 minutos para os favoritos. Simon Yates também teve uma quebra física, perdendo quase quatro minutos para o grupo dos mais fortes.
Ladies and gentlemen, the new Maglia Rosa: @JooAlmeida98!
O mais recente mercado de transferências foi mais contido do que os dos últimos anos, mas ainda assim não tanto como se esperava, face aos efeitos provocados pela pandemia que o mundo atualmente atravessa. No que diz respeito à Liga Inglesa, muitos foram os reforços que entraram nas equipas do principal escalão e que chegaram a Terras de Sua Majestade. Contudo, existiram negócios que estavam praticamente fechados… Mas não se concretizaram. Ora, são os cinco principais negócios falhados que figuram na seguinte lista.
O mundo tem-se habituado ao uso de máscaras devido à pandemia da Covid-19, mas apesar de quase ninguém gostar de o fazer, existem certas pessoas que não só se habituaram, como ganharam grande parte da sua fama a esconderem a sua cara.
Esta é uma lista com algumas das melhores máscaras de sempre da história do wrestling.
A Austrália viajou até ao outro lado do Mar da Tasmânia para dominar a Nova Zelândia, num jogo que acabou com um empate a 16 pontos. Este encontro não só marcou o regresso do Rugby internacional, como também foi o início de uma nova era para estas duas potências do hemisfério sul.
Em primeiro lugar, gostaria de realçar a mudança de paradigma pelo qual o Rugby australiano parece estar a passar. Dave Rennie trouxe um jogo muito mais dinâmico e organizado, comparando com os últimos tempos de Michael Cheika enquanto selecionador. Além do mais, conseguiu montar uma defesa pressionante e veloz, capaz de retirar espaço à linha atrasada da Nova Zelândia (Richie Mo’unga passou completamente ao lado do jogo). É verdade que foram evidentes as dificuldades dos avançados no breakdown, sobretudo no pós-placagem, e no alinhamento, mas, mesmo assim, os Wallabies dominaram os neozelandeses nos capítulos da posse e do território.
Apesar das condições atmosféricas, ambas as equipas apostaram fortemente no jogo ao pé. De um lado, os All Blacks aproveitaram, principalmente na primeira parte, diversas falhas de cobertura do eixo mais profundo do terreno para ganhar metros e colocar sob pressão o adversário. Do outro lado, Nic White, que, nos primeiros quarenta minutos não esteve bem neste domínio da partida, soube tirar partido do facto de ter o vento a seu favor na segunda metade para pressionar o trio defensivo adversário. Esta estratégia revelou-se profícua, visto que o três de trás da Nova Zelândia mostrou muitas dificuldades na captação de bolas altas.
Ainda para mais, seria de esperar a pouca utilização da profundidade, uma vez que a bola estava molhada, mas a verdade é que das escassas ocasiões em que a largura do terreno foi explorada, surgiram dois dos quatro ensaios do jogo.
Já os visitados, à semelhança dos australianos, apresentaram uma defesa agressiva, mas conseguiram superiorizar-se na leitura e na velocidade de ataque à bola no chão. Os turnovers de Damian McKenzie e Sam Cane foram essenciais, pois puseram termo a diversas oportunidades de que a Austrália dispôs. Ainda assim, os homens de Ian Foster pecaram no ataque, ao desperdiçar algumas ocasiões de ensaio, nomeadamente aquela em que Rieko Ioane perdeu o controlo da oval já para lá da linha de meta australiana.
Contudo, a maior oportunidade desperdiçada foi aquela seguida do pontapé de Reece Hodge ao poste, já com o relógio para lá dos oitenta minutos. Os australianos estiveram praticamente debaixo dos postes, tal comos os neozelandeses uns minutos mais tarde, mas nenhum dos conjuntos arriscou o drop da vitória.
A meu ver, Sam Cane foi o homem do jogo, na medida em que foi o líder de uma defesa forte, ao realizar vente seis placagens e ao recuperar duas bolas no breakdown. Já do lado australiano são diversos os nomes que se destacam, entre os quais Filipo Daugunu, Nic White e Matt Philip, mas, na minha opinião, Hunter Paisami realizou uma estreia sublime em termos táticos, além de ter oferecido fisicalidade à sua linha de três quartos.
A disputa da Blesdisloe Cup continua, desta feita no Eden Park, onde os australianos não vencem desde 1986. Será Dave Rennie capaz de vencer na fortaleza dos All Blacks? Teremos a reposta a partir das 4:30 da manhã portuguesas de domingo.
Em pleno mês de outubro e em vésperas de um Sporting CP vs FC Porto, deu-se a primeira pausa no campeonato para jogos das seleções. O lado positivo é o prestígio internacional que os portistas têm ao verem tantos internacionais pelas suas seleções e a possibilidade de Sérgio Conceição trabalhar novos reforços e jogadores que ambicionam ter um papel mais ativo na equipa. O lado negativo é o conhecido vírus FIFA e a ausência de elementos nucleares do FC Porto nos treinos até para entrosar os novos reforços.
Na totalidade, o FC Porto tem neste momento 12 jogadores a jogar pelas respetivas seleções, sendo que nem todos jogam na equipa principal. Neste artigo, vou analisar a prestação destes atletas quando envergam a bandeira do seu país. A análise prende-se com os jogos realizados nesta paragem das competições de clubes, sendo que ainda não foram realizados todos os jogos pelos internacionais portistas.
Começamos precisamente pelos portugueses. O FC Porto tem neste momento Pepe e Sérgio Oliveira a representar os dragões na seleção A portuguesa. Pepe continua a ser um dos melhores internacionais que o FC Porto tem e esteve em muito bom plano no empate de Portugal com a Espanha, em que entrou no top 5 dos jogadores mais internacionais de sempre por Portugal e passou a ser também o defesa mais internacional. No empate diante da França também mostrou uma enorme segurança no eixo defensivo. Já Sérgio Oliveira está longe de fazer parte das escolhas inicias de Fernando Santos. No jogo diante da Espanha não se encontrava no banco de suplentes e contra a França foi suplente não utilizado.
Nos Sub-21 de Portugal, existem quatro jovens dragões a marcar a sua posição. No jogo frente à seleção sub-21 da Noruega, Diogo Costa foi titular e assistiu a uma vitória confortável portuguesa, pese embora o golo sofrido. Diogo Leite foi outro dos titulares neste encontro ao contrário de Fábio Vieira que ainda não se conseguiu afirmar de forma absoluta nos comandados de Rui Jorge. Francisco Meixedo ainda não é uma presença assídua na equipa principal portista e na seleção também tem de lutar muito para subir na hierarquia.
Na seleção do Senegal, o FC Porto tem como máximo representante Mamadou Loum. Contudo, o médio-defensivo foi suplente não utilizado na derrota por três bolas a uma diante de Marrocos e pode espreitar uma oportunidade frente à Mauritânia.
Do Senegal viajamos para a Guiné-Bissau em que Nanú vai começando a mostrar serviço como internacional A. Foi titular na vitória da seleção guineense frente a Moçambique e pode ter mais uma oportunidade frente a Angola.
Por terras nigerianas também se vê um jogador portista. Zaidu foi titular na derrota da seleção da Nigéria frente à Argélia. Contudo, o lateral esquerdo portista foi muito elogiado pelo seu desempenho dentro das quatro linhas. Conseguiu neutralizar as ações de Riyad Mahrez e teve bons movimentos ofensivos, o que levou a que fosse considerado dos melhores em campo. A Tunísia pode ser mais um bom teste para Zaidu mostrar os seus pergaminhos.
Falta agora a análise ao desempenho de três internacionais que também estão nas suas seleções, longe da invicta.
Começamos com o melhor jogador portista da época transata. Tecatito Corona continua a brilhar pela seleção mexicana, sendo agora talvez a maior figura dos comandados de Gerardo Martino. O número 17 portista foi titular na vitória dos mexicanos diante da holanda e fez mais uma excelente exibição de deixar os defesas da laranja mecânica com os rins trocados. Desde sombreros a túneis, Tecatito até é visto pelo compatriota Miguel Layún como um jogador que já devia estar noutros palcos mundiais. Veremos se com estas exibições se mantém durante muito tempo como jogador de Sérgio Conceição. O próximo palco para Tecatito é contra a Argélia.
Mehdi Taremi é mais um nome que leva a bandeira portista para os palcos internacionais, neste caso no Irão. Foi o autor do segundo golo dos iranianos frente ao Uzbequistão. Mais uma vez foi visível aquilo que é uma imagem de marca deste avançado: inteligência nas movimentações e uma capacidade ímpar nas mudanças de velocidade com a bola nos pés. Assim conquistou mais uma grande penalidade e converteu-a com toda a tranquilidade. O Mali será mais um teste antes do regresso ao Dragão.
Terminamos com o mais recente reforço do FC Porto. Marko Grujic ainda não se juntou ao plantel, mas não tem sido opção na seleção da Sérvia. Veremos se o encontro diante da Turquia pode significar um volte face na vida do médio defensivo portista com as cores da seleção.
Foi este o desempenho dos 12 internacionais portistas nas suas seleções até ao momento, visto que ainda há jogos por realizar. Tendo em conta estes dados, o destaque nestes internacionais vai para Tecatito Corona, pela forma como demonstrou todo o seu talento frente à seleção holandesa, com uma menção honrosa à estreia de Zaidu que surpreendeu muito na seleção nigeriana.
Depois de uma revolução na abordagem ao mercado de transferências, o SL Benfica volta à aposta na qualidade diferenciada fora de portas, relegando a produtividade do Seixal para a simples exportação, depois de anos de aposta séria nos craques que a cada ano se destacam nos escalões mais jovens.
A chegada de Jorge Jesus foi a decisão final nesse sentido, conhecendo-se de antemão a aversão do técnico à qualidade local e a preferência pelo mercado externo como base de reforço da equipa. Foi, nestes pressupostos, o mercado mais mediático da última década na Luz, com a entrada de vários titulares nas cinco principais ligas europeias, especial incidência na Premier League – os membros da mais provável dupla titular no eixo da defesa eram, até à última época, titulares importantes em equipas de ataque ao título em Inglaterra.
Verthongen e Otamendi são os rostos mais vincados desse volte-face benfiquista na construção de plantéis, tendência que se iniciou na contratação de Julian Weigl em Janeiro último e que marca um regresso da aposta encarnada em grandes nomes – tal e qual há 12 anos, quando a chegada de Pablo Aimar e José António Reyes fizeram explodir os cabeçalhos da imprensa portuguesa e internacional. Nesse sentido, relembramos os melhores mercados deste século, os mais mediáticos e os que proporcionaram melhores resultados desportivos, a curto e longo prazo.