Aproxima-se o primeiro clássico da época com o confronto entre Sporting CP e o FC Porto à quarta jornada do campeonato. Ambas equipas têm, neste momento, 6 pontos, apesar dos leões terem um jogo em atraso.
O FC Porto começou bastante bem a época, com duas vitórias contra equipas mais fortes (SC Braga e Boavista FC), mas depois tropeçou contra o adversário que, pelo menos no papel, tinha menos qualidade. O início de campeonato do Sporting CP tem sido difícil de avaliar. Apesar de ter ganho os dois jogos e de não ter sofrido qualquer golo, é bastante consensual que a equipa de Alvalade não tem propriamente convencido.
O grande problema do FC Porto, que já vem de algumas épocas atrás, tem sido quando defronta equipas que apenas se preocupam em defender. O jogo muito direto dos Dragões torna-se altamente previsível e mais fácil de defender. Contudo, quando o adversário tenta jogar, tenta ter bola e avança as suas linhas, a equipa de Sérgio Conceição raramente dá hipóteses.
Por outro lado, o Sporting CP de Rúben Amorim tem sentido bastantes dificuldades nos jogos contra os grandes. A construção a partir de trás, que o treinador privilegia, abana muito quando os adversários pressionam e, por consequência, a equipa tem sempre bastantes dificuldades em entrar no bloco adversário e ter bola nas zonas perigosas do campo.
Dessa forma, o Sporting irá sempre depender muito da qualidade individual dos seus melhores jogadores. Assim, apresento aqui os 5 jogadores que podem causar mais transtornos à defesa portista.
Magpies e Red Devils não vivem certamente os melhores anos das suas longas histórias no futebol. Ambos os antigos campeões ingleses partilharam passagens de jogadores de renome mundial, que marcaram gerações e se tornaram ídolos. Neste caso, olhamos para os goleadores.
Neste artigo, descobrimos, entre todos os plantéis de Newcastle United FC e Manchester United FC, os maiores goleadores. Com a mesma tendência do que nos títulos, os Red Devils colocam um maior número de matadores, mas os The Toon colocam um avançado nesta lista – e que avançado!
Esta semana, uma das notícias em destaque foi a renovação de João Palhinha. O médio de 25 anos esteve com um pé fora de Alvalade, mas um volte face nas últimas movimentações do mercado permitiu a sua continuidade de leão ao peito.
O seu vínculo ao clube já dura há quase oito anos, tendo chegado em janeiro de 2013, proveniente do Sacavenense. Desde que chegou ao plantel principal, nunca foi capaz de destacar-se. No seu percurso, conta com alguns empréstimos a clubes da Primeira Liga, o que lhe permitiu crescer e ganhar ritmo competitivo.
As últimas duas épocas foram determinantes na evolução de João Palhinha. Esteve emprestado ao SC Braga desde 2018 e foi no clube do minhoto que ganhou lugar de destaque. Na última temporada, o médio foi um dos jogadores mais importantes, quer na equipa de Sá Pinto, quer na equipa de Rúben Amorim. Em dois anos, fez um total de 76 jogos e apontou 6 golos.
Finalmente, João Palhinha renovou contrato com o Sporting CP até 2025 e vê a sua cláusula de rescisão ser aumentada para 60 milhões de euros. Pessoalmente, fico feliz que o jogador tenha esta oportunidade e considero que é merecida. Olhando para o plantel atual e as dificuldades no centro do terreno, era absurdo não aproveitar as qualidades do jogador.
Certamente, irá acrescentar mais qualidade no meio campo e imagino uma dupla com João Mário (com Pedro Gonçalves a jogar mais perto do avançado). A primeira qualidade que salta mais à vista é, seguramente, a sua estatura física e imponência. Nos últimos anos, desenvolveu muito a sua capacidade tática e isso será fulcral para equilibrar um meio campo tão instável como é o do Sporting CP de Rúben Amorim.
João Palhinha continua de Leão ao peito até 2️⃣0️⃣2️⃣5️⃣✍️ #MadeInSporting
Um dos fatores negativos que mais se destaca na equipa verde e branca é a inferioridade no meio campo, principalmente quando esta não tem bola. Não existem sistemas perfeitos, mas existem sistemas ajustados e melhorados.
O médio leonino tem, atualmente, 25 anos e este, ao que tudo indica, será o momento de afirmação. É agora ou nunca. Não quero ser injusto, mas não me conformo com o facto de Francisco Geraldes nunca se ter afirmado na equipa principal, por isso espero que não aconteça o mesmo com o João Palhinha.
Face às dificuldades financeiras, a atual Direção tentou vender o jogador. Sendo já uma tendência, a capacidade de conseguir um bom negócio para o clube não tem sido nada fácil e fico feliz que não se tenha chegado a um acordo para a venda de João Palhinha. Se Doumbia teve direito a várias oportunidades, não há razão para não apostar neste jogador.
O facto de se ter mantido o médio português poderá significar um dos melhores reforços do último mercado. Um dos erros que se tem cometido nos últimos anos é a contratação de jogadores com menos qualidade do que aqueles que já cá estão (aproveito para referenciar Gelson Dala que nunca teve uma oportunidade).
É importante não fazer de João Palhinha um salvador, mas, quando a qualidade aumenta, as expectativas seguem o mesmo caminho. Desejo toda a sorte nesta nova etapa do médio leonino e que a sua sorte seja a sorte dos adeptos e sócios do Sporting Clube de Portugal.
P.S. – Interessante a reação de Palhinha a abraçar Frederico Varandas.
Como explicar tão terrível semana para o universo benfiquista? Assim de rompante, num período de quatro dias, três figuras da história do SL Benfica despedem-se rumo ao Quarto Anel, provocando saudade eterna naqueles que com eles tiveram oportunidade única de conviver, ou naqueles que apenas apreciaram, a cada fim de semana, o seu talento de águia ao peito.
Vasiliy Kulkov, há mais de um ano a travar intensa batalha oncológica, viu-se inesperadamente diante de outro monstro chamado Covid-19. O homem que sempre demonstrou frieza ilimitada bateu-se corajosamente, mas a bagagem acumulada de uma vida recheada de prazeres foram peso insuportável.
Chegou a Lisboa em 1991, famoso para lá da cortina de ferro, à conta do destaque num Spartak europeu. Enquanto líbero, assumiu-se no gigante moscovita e ajudou-o a chegar às meias-finais da Liga dos Campões – numa edição onde só caíriam aos pés do futuro campeão, o Olympique de Marseille do inveterado Tapie, depois de eliminar o Real Madrid CF.
Eriksson apreciava as suas qualidades e fê-lo chegar ao Benfica, juntamente com o enfant terrible Sergey Yuran, craque do Dínamo de Kiev. Na Luz, seriam sempre figuras problemáticas, já que, habituados à rigidez soviética, viam no clima temperado português e na nossa lendária hospitalidade motivos para dispersar atenções além dos assuntos da bola.
Vasiliy, porém, marcou o seu nome na cultura encarnada com uma das suas melhores características – nunca se amendrontava e, como tal, era figura nos jogos grandes – o que lhe possibilitou marcar em Londres, no 3-1 ao Arsenal FC, ou no ainda mais memorável 4-4 de Leverkusen, onde fez dois golos de belo efeito.
Pêndulo que equilibrava a ânsia ofensiva de uma máquina futebolística composta por Rui Costa, Isaías, João Vieira Pinto e Vítor Paneira, o russo deixou muitas saudades na Luz – apesar de, após três temporadas, se ter mudado para a Invicta.
«Adorei jogar no SL Benfica e no FC Porto. São dois grandes clubes, não consigo dizer se um é melhor do que o outro. Fui bem tratado por toda a gente. Se calhar eu é que não tratei bem todos», dizia em 2011, por ocasião das meias-finais portuguesas da Liga Europa. Exposto fica o carinho que pelo nosso país teve e, sobretudo, a mea culpa por todos os casos de indisciplina fora de campo. Assuntos que, por agora, pouco interessam.
Pouco depois, abalou Ângelo Martins – um dos nossos imortais, bicampeão europeu de clubes, com 14 épocas como jogador profissional e muitas mais outras como elemento da staff técnico, onde se destacou como impressionante formador de talentos.
Das suas mãos saíram Humberto Coelho, João Alves, Jordão, Néne, Shéu, Vítor Martins ou Chalana: delapidador de diamantes de primeira categoria, o mais alto mandatário dos valores à Benfica de rectidão, frontalidade e competência, dele ficou famoso o feitio díficil. O mesmo feitio que lhe permitia, na mocidade, encarar os transeuntes junto ao estabelecimento do seu pai, na Travessa das Antas, que o desafiavam a envergar a camisola do FC Porto. «Sou do Benfica!», dizia então, orgulhosamente, com cara feia.
Esse desejo eterno cumpriu-se aos 20 anos, quando os responsáveis lisboetas conseguiram levá-lo para lá do Mondego depois de complicações burocráticas. Das suas conquistas e números muito se falou por estes dias e seria exercício fútil voltar a enumerar, ponto por ponto, a enormidade de pinceladas que deixou na nossa história.
É-me mais fácil eternizar a sua memória com uma das suas famosas rábulas – e a que melhor define o seu carácter valente, talvez. Amesterdão, 2 de Maio de 1962. O Benfica acaba de derrotar o Real Madrid de Di Stéfano por 5-3, e o estádio inunda-se com uma multidão em delírio à procura de Eusébio, Coluna e companhia.
Ângelo deixou-se apanhar já nas escadas para as cabines e empurrão para cá, para lá, e queda aparatosa com direito a perda dos sentidos. Grande sorte: à espreita estavam um par de agentes da autoridade prontos a socorrê-lo – embrulharam-no à pressa num cobertor e acharam uma cabine telefónica por perto, intepretando-a como melhor solução de refúgio até acalmar a histeria.
Não esperaram muito, não podiam nem deviam, decidiram abrir caminho à bastonada até à segurança do balneário, onde já se aliviavam os restantes parceiros de equipa. Lá chegado, recupera pouco depois os sentidos. O primeiro reflexo é verificar se perdera alguma parte do corpo. Estando tudo no sítio, cospe tirada que se tornou lendária: «O velhote Ângelo não morre tão cedo. Ainda hoje caíram 50 em cima dele e já está pronto para outra!», enquanto corre para abraçar a taça que tanto suor custou a ganhar. Foi com essa desfaçatez e sentido prático que comandou toda a sua vida profissional, encaminhada sempre pela paixão ardente a um emblema e a uma causa, ou Mística, que tão bem soube personificar.
Além da quantidade de troféus conquistados como jogador, os 14 (!) campeonatos nacionais como treinador da formação são nota de destaque Fonte: SL Benfica
Como se não bastasse, dois dias depois de nos despedirmos de uma personalidade desta estirpe, fomos obrigados a dizer adeus a outra presença vincada da vida do clube: Augusto Matine, atleta no final dos anos 60 e princípio dos 70, que chegou à Luz como o sucessor de Mário Coluna.
Missão para Sísifo, mas, em 1967, o menino Augusto chega disposto a lutar por um lugar ao sol da lenda encarnada, com a genica dos grandes e com Lourenço Marques às costas no apoio. Na terra natal, era o playmaker do Central, clube da segunda divisão, do qual envergava a camisola apenas para manter o emprego, bem prioritário naquele tempo.
Ângelo Oliveira, grande jornalista moçambicano e responsável por chamarem Moçambola ao campeonato do país, foi um dos impulsionadores da sua carreira, entregando-lhe o prémio de Melhor Médio da Capital no ano da sua despedida.
Por cá, vingou principalmente com a sempre honrosa camisola do Vitória sadino, onde desfilou as qualidades ímpares que lhe valeram nove internacionalizações A e a participação na Minicopa do Mundo de 1972 – à arte de bem desarmar juntava a subtileza dos grandes criativos, o saber ser ladrão e maestro, qualidades inatas a um dos grandes ‘8’ do seu tempo.
Tanto assim é que, depois de chegar a Setúbal como moeda de troca por Vítor Baptista, ainda volta a Lisboa para participar no campeonato invicto de Jimmy Hagan, em 1972-73. Como treinador, projectou remodelações no futebol do seu país, chegou a seleccionador nacional (2001-02) e constituiu-se como uma das principais vozes do progresso desportivo da terra que nunca esqueceu.
Augusto Matine era um homem simples e diferenciado Fonte: SL Benfica
Se à colossal importância histórica de Ângelo Martins juntarmos a estima que toda uma nação teve, tem e terá por uma figura como Augusto Matine – e onde o Benfica foi a bandeira de uma longa e prestigiada carreira – e as lembranças açucaradas que Vasiliy Kulkov deixou numa geração mais recente de benfiquistas fiéis e apaixonados, é impossível disassociar os últimos dias como momentos de enorme tristeza, onde não pode existir lugar a ingratidões ou ressentimentos mesquinhos. A um clube que honra os seus e que se assim se mantenha.
A CRÓNICA: JOGO DE ÁGUA AGRIDOCE PARA A EQUIPA DA PÓVOA DE VARZIM
O jogo começou equilibrado, esta sexta-feira à noite, no Estádio do Mar. Ambas as equipas entraram no encontro a querer levar os três pontos. O Leixões foi a jogo depois de vencer o Santa Marta por uns categóricos 5-1, a contra para a Taça de Portugal, e o Varzim já não sentia o relvado há duas semanas, depois do adiamento forçado do seu encontro para a Taça de Portugal contra o Rebordelo.
A primeira grande ocasião de golo veio da parte do Varzim, através de um remate potente do jovem defesa Luís Pinheiro, aos cinco minutos do encontro, que obrigou o já conhecido guarda-redes Beto a uma grande defesa. Em jeito de resposta, aos nove minutos, depois de uma jogada individual de Avto, o Leixões quase abria o marcador, mas a bola passou mesmo ao lado do poste da baliza defendida por Ricardo.
Aos 25 minutos, George recebeu bem a bola, depois do cruzamento de um colega de equipa, rematou “à queima” e Beto fez, novamente, uma defesa impensável para negar o golo dos varzinistas. O Varzim atacou novamente, dez minutos depois, no seguimento de um canto, onde Luís Pedro cabeceou fortemente para a trave da baliza de Beto.
A última oportunidade de golo da primeira parte do encontro veio do Leixões. Aos 45 minutos, o avançado da equipa leixonense, Rui Pedro teve nos pés a oportunidade de dar a vantagem à sua equipa, mas, por pouco, não foi feliz.
No retomar do encontro, após o intervalo, aos 52 minutos e após uma jogada individual brilhante de Lessinho e cruzamento de Irobiso, foi George a abrir o marcador e a colocar os varzinistas na frente do marcador por 1-0. Mas o Leixões não tardou em responder. Aos 56 minutos, após cruzamento de Tiago André, não houve desperdício pela parte de Rui Pedro que rematou para o fundo da baliza do Varzim. 1-1 no marcador.
O Leixões conseguiu dar a volta ao marcador e marcar o golo da vantagem. Após um canto marcado pela equipa leixonense, e ainda recém-entrado na partida, Jota Silva cabeceou para o primeiro poste da baliza de Ricardo, que não conseguiu alcançar a bola.
Aos 77 minutos, um momento enorme de sufoco para ambas as equipas. Após um cruzamento de Lessinho para o primeiro poste da baliza do Leixões, tanto os defesas da equipa de Matosinhos como os jogadores do Varzim perderam o controlo da bola e, quase que por milagre, não foi o golo do empate dos varzinistas.
Os últimos minutos do encontro foram de “cortar a respiração”. Ambas as equipas tiveram oportunidade de fazer mudanças no marcador. E, nesse mesmo último minuto, o árbitro Ricardo Baixinho apontou para a marca da grande penalidade a favor do Leixões, depois de uma falta de Michael Douglas dentro da grande área. Jota Silva não falhou da marca dos 11 metros e, assim, aos 94 minutos, o Leixões arrumou com o encontro e a equipa leixonense venceu por 3-1.
A FIGURA
O atacante Lessinho, ex-Serra, acertou com o Varzim, de Portugal, para a disputa da Segunda Liga portuguesa. O jogador de 24 anos estava no União da Ilha da Madeira-POR, onde marcou 7 gols. O atleta já teve passagens por ASA-AL, Campinense, Mogi Mirim, Fortaleza e Ipatinga. pic.twitter.com/WQBhh26XvM
— Richard Pinheiro (de 🏠) (@RichardPinheir0) August 11, 2020
Lessinho – Mesmo com a derrota do Varzim, Lessinho foi dos jogadores mais influentes e decisivos do encontro. Maior parte das oportunidades de golo do Varzim partiram de cruzamentos de Lessinho e, mesmo a nível defensivo, foi das peças mais importantes da equipa varzinista.
O FORA DE JOGO
Luís Pedro –Apesar de uma boa primeira parte, o defesa central e capitão do Varzim deixou um pouco a desejar nas jogadas decisivas do encontro, e mesmo nas transições ofensivas do Leixões. Não esteve na forma de outros encontros, mas acredita-se que tenha sido pontual.
ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC
Com apenas três alterações no onze inicial, comparando ao último jogo da equipa matosinhense, frente ao Santa Marta para a Taça de Portugal, o Leixões entrou em campo com um 4-4-2. Beto voltou a defender as redes da equipa da casa, João Pedro e Brendon seguraram a defesa central, com os apoios de Tiago André e Edu Machado. No meio-campo, Jota e Diogo Gomes encheram o meio-campo, com Avto e Encada a ocupar as alas. Nenê e Rui Pedro foram os atacantes de serviço.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Beto (7)
Tiago André (6)
Diogo Gomes (6)
Jota (6)
Rui Pedro (7)
Jefferson Encada (6)
Nenê (6)
Edu Machado (6)
Avto (6)
João Pedro (6)
Brendon (6)
SUBS UTILIZADOS
Joca Samuel (6)
Kiki (6)
Jota Silva (8)
Lucas Lopes (6)
Bruno Monteiro (6)
ANÁLISE TÁTICA – VARZIM SC
O Varzim foi a jogo num 4-3-3 e com apenas duas alterações relativamente ao onze utilizado no encontro frente a Académica. Na zona central da defesa, André Micael e Luís Pedro seguraram as rédeas com o apoio de Pinheiro e Cerveira. Tembeng foi peça chave no meio-campo dos varzinistas, com Fatai e Rui Moreira a complementar. Os homens-alvo da frente de ataque foram Lessinho, George e, principalmente, Irobiso.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ricardo (6)
André Micael (6)
Tembeng (6)
Lessinho (8)
Fatai (7)
Cerveira (6)
Rui Moreira (6)
George Ofosu (7)
Pinheiro (6)
Luís Pedro (5)
Irobiso (7)
SUBS UTILIZADOS
André Vieira (6)
Renteria (6)
Stanley (-)
Yusuf (-)
Michael Douglas (-)
BnR NA CONFERÊNCIA
Leixões SC
BnR – Fez entrar Jota Silva, que acabou por ser decisivo na vitória do Leixões. O que tem a dizer sobre a influência do jogador na equipa e tudo aquilo que o mesmo trouxe ao encontro?
João Eusébio – “Todos os jogadores são importantes e todos os jogadores têm qualidade e competência das suas características. Nós, enquanto treinadores, temos de entender e potenciar as características que os jogadores. Todos os jogadores que entraram deram o seu rendimento e mexeram pela positiva. Em relação a este jogador, tenho quatro ou cinco que têm uma potencialidade de evolução enorme e, no fundo, nós só temos de lhes dar as ferramentas para eles poderem evoluir.”
O Sporting CP irá defrontar no próximo dia 17 de outubro, o FC Porto, em Alvalade, num jogo a contar para a quarta jornada do campeonato português. Será o primeiro grande embate entre os grandes do futebol português na presente temporada. Os leões chegam na quarta posição com duas vitórias em dois jogos e claramente motivados, enquanto que o FC Porto em três jogos, conta com duas vitórias e uma derrota diante o CS Marítimo que irá querer agora certamente vingar, para não perder terreno na luta pelo título.
No Sporting CP, são para já baixas confirmadas Eduardo Quaresma e AndrazSporar enquanto que no lado do FC Porto, Iván Marcado estará igualmente de fora surgindo dúvidas em relação a Marchesín, Matheus Uribe e Luis Díaz. Este será também o primeiro jogo após a paragem das selecções e o fecho do mercado de transferências. Posto isto, é altura de perceber como irá decorrer o jogo e onde o Sporting CP terá de ter mais atenção.
O FC Porto perdeu duas peças chave no seu modelo de jogo: Danilo Pereira e Alex Telles. Com isto, creio que irá chegar aqui mais fraco, pois Alex Telles, para além de ser uma peça chave na manobra ofensiva, garantia muitos golos e assistências através das bolas paradas, parâmetro onde Danilo também dava o seu contributo com o seu jogo aéreo. O FC Porto, para além de ter muitos jogadores fora devido aos compromissos internacionais, não teve assim tanto tempo para preparar o encontro; fica ainda alguma dúvida a quem irá ocupar a posição deixada por Alex Telles e a forma como a equipa portista se irá apresentar face a isso mesmo, não tendo uma alternativa clara sem ser o lateral Zaidu ou a adaptação de Manafá, Mbemba ou Malang Sarr. Com isto, creio que o FC Porto se irá apresentar mais fragilizado e poderá ser um bom contexto para o Sporting CP conseguir pelo menos um empate neste encontro.
Outro ponto que creio ser fundamental e que poderá criar novamente dificuldades ao FC Porto é o facto da equipa leonina se apresentar no seu 3x4x3, que a defender se torna num 5x4x1, garantindo muito equilíbrio e segurança defensiva, acabando por retirar a profundidade no ataque ao FC Porto, arma que é muito utilizada por Sérgio Conceição e que garante muitos golos a Marega.
Com isto, vou destacar aqui três nomes que o Sporting CP deverá ter mais atenção, sobretudo pela capacidade que podem ter em lances chave e que por vezes definem os encontros – nos mínimos detalhes.
Jesús Corona tem sido de longe o melhor jogador do FC Porto. As suas exibições, quer a nível interno quer a nível da selecção, fazem do mexicano a principal arma e referência portista e é um jogador que irá requerer atenções extra por parte dos leões. É capaz de jogar em várias posições e de desempenhar as mesmas com enorme qualidade, podendo num lance de génio criar desequilíbrios para resolver o jogo.
Na última época, a par de Alex Telles, Jésus Corona foi o jogador mais influente dos dragões, contribuindo com muitos golos e assistências Fonte: Bola na Rede
Felipe Anderson é o nome que se segue. Chegou por empréstimo do West Ham e pode fazer aqui a sua estreia. É um jogador com muita experiência – passagens precisamente por West Ham e Lazio – e que acrescenta uma enorme qualidade individual aos dragões. Um jogador diferenciado e irreverente com potencial para ser um dos melhores jogadores do nosso campeonato. Capacidade para desequilibrar em progressão, com boa capacidade de passe e visão de jogo, poderá atuar na esquerda procurando terrenos mais interiores, mas garantindo sempre uma enorme flexibilidade e variabilidade no momento ofensivo – podendo aproveitar aqui a potencial ausência de Luis Díaz que se encontra em isolamento desde o passado dia um de outubro.
Por fim, vou destacar o central português Pepe. Apesar da sua idade, ainda se apresenta a um bom nível e que vai demonstrando o porquê de ser e de já ter sido um dos melhores centrais do mundo. Vai somando exibições constantes e demonstra ser um elemento confiável garantido qualidade nos vários momentos do jogo. No último jogo diante da Súecia, o defesa fez oito recuperações de bola, quatro interceções, seis alívios e sofreu cinco faltas. É a voz de comando na defesa tanto na seleção como na equipa portista, dando segurança defensiva, uma capacidade de empenho enorme, juntando à sua capacidade de liderança a enorme tranquilidade que transmite. Tem tudo para ser o novo capitão azul e branco e será também uma peça a ter em conta nos lances de bola parada ofensivos.
O Sporting CP x FC Porto terá lugar no estádio José de Alvalade, num jogo com início marcado para as 20h30m e com arbitragem de Luís Godinho.
O atual plantel da Juventus FC é de inegável qualidade. Jogadores como Cristiano Ronaldo ou Paulo Dybala conferem um alto nível ao ataque do atual campeão italiano, assim como Giorgio Chiellini e Leonardo Bonucci partilham a sua experiência no centro da defesa e ajudam no desenvolvimento dos jovens Matthijs de Ligt e Merih Demiral.
Contudo, como acontece em qualquer plantel, há sempre setores que podem ser melhorados. No caso da equipa campeã das últimas nove edições da Liga Italiana, é notório que o atual plantel é dos mais reduzidos e com menos brilho dos últimos anos. Assim, o top que se segue pretende elencar três posições que a formação comandada por Andrea Pirlo deve reforçar.
Depois de conquistar o prémio de MVP da SuperBowl LIV e de ter liderado os Kansas City Chiefs ao seu primeiro Trofeu Lombardi em 50 anos, Patrick Mahomes provou a todos os críticos que é o melhor quarterback que a NFL tem para oferecer e que será o melhor jogador dessa posição durante muito tempo.
Agora, há alguns que tentem argumentar o contrário, que o melhor quarterback é o futuro Hall of Famer Tom Brady de Tampa Bay ou Drew Brees de Nova Orleães. Outros argumentaram que é o talentoso Aaron Rodgers de Green Bay ou o MVP, Lamar Jackson de Baltimore.
Caso seja das pessoas que ainda precisa de ser convencida, aqui estão algumas características de Mahomes que o tornam no melhor QB e possivelmente o melhor jogador que a NFL tem para oferecer.
Depois de uma paragem, devido aos jogos das seleções, o campeonato está de regresso com um clássico: Sporting CP x FC Porto. O jogo entre estes eternos rivais, realiza-se no sábado, às 20h30. Apesar da falta de adeptos nas bancadas, espera-se uma partida de muitas emoções. O Sporting chega a este duelo com duas vitórias, depois de ter visto adiado o primeiro jogo do campeonato, devido à covid-19.
Já os dragões, entram em jogo vindos de uma derrota caseira, por 3-2 frente ao CS Marítimo, depois de ter vencido as duas primeiras jornadas. O campeonato ainda agora começou e este jogo não decide nada para já, mas vai ser um duro teste para as duas equipas.
Antes mesmo da bola rolar, decidimos fazer uma retrospetiva de alguns dos jogos entre as duas equipas e elegemos cinco dos melhores clássicos deste século, a contar para o campeonato nacional. Começamos por um dos mais recentes até um dos mais antigos.
No sétimo episódio, os comentadores BnR elaboraram um top dos cinco possíveis candidatos a vencer a Liga dos Campeões deste ano. Quem irá levantar a taça orelhuda?
Vem daí para este programa com a moderação de João Castro e com os comentários de Diogo Soares Loureiro, Mário Fernandes e Afonso Santos.
Se queres saber quem foram os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.