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Antevisão GP San Marino: Bem-vinda, M1!

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A ANTEVISÃO: YAMAHA NOS TREINOS, YAMAHA NA QUALIFICAÇÃO, YAMAHA NA CORRIDA?

O MotoGP está de volta com o Grande Prémio de San Marino, e parece que, durante esta pequena pausa, a Yamaha descobriu a pólvora.

No circuito de Misano, as Yamaha arrancaram e até agora ninguém consegue tocar nelas. Desde o primeiro treino livre que uma M1 tem estado na liderança, e na qualificação até o recorde de pista caiu. Agora, Maverick Vinales é o dono, com 1:31.411s. Na primeira fila, três Yamaha, Vinales, Franco Morbidelli em segundo, Fabio Quartararo em terceiro e Valentino Rossi na quarta posição e o primeiro da segunda fila da grelha. Resta agora saber o que acontece na corrida. Se tudo correr bem, não precisamos de muita previsão nem de ler nas entrelinhas.

Atrás das dominantes Yamaha, as Ducati da Pramac. Jack Miller foi o melhor dos outros e viu o seu companheiro de equipa regressar. Francesco ‘Pecco’ Bagnaia colocou a outra Ducati na sexta posição, a fechar a segunda fila. Após lesão, o italiano ficou a apenas 0.002s de Miller, o que me impressiona muito, mas em corridas as coisas são diferentes.

Já os homens de saída do fabricante italiano continuam num calvário. Andrea Dovizioso foi o melhor na nona posição, enquanto Danilo Petrucci foi apenas 15.º.

Nas Suzuki, as coisas até podiam ter corrido melhor. Alex Rins foi o melhor da marca japonesa, mas, se não fosse o erro de Joan Mir na tentativa final, o resultado poderia ser diferente. Tendo a moto que acho ser a mais equilibrado de todo o plantel, os homens da Suzuki vão fazer de tudo para subir na classificação.

Na KTM, a melhor da marca austríaca é Pol Espargaró na 11.º posição, enquanto Miguel Oliveira vai partir da 12.º posição. Não parece ser o melhor circuito para a RC16, mas sabemos que, pelo menos, Oliveira é um excelente piloto de domingo e pode colocar a sua moto em lugares mais altos.

Por fim, a Honda vê um dos seus pilotos de fora. Cal Crutchlow não participa neste Grande Prémio devido a lesão. O britânico fez a mesma operação do que Dani Pedrosa em 2015, mas a recuperação ainda não está completa. Para não arriscar, o homem da LCR vai esperar até ao Grande Prémio da Catalunha para volta a montar a RC213V. De resto, Alex Marquez e Stefan Bradl continuam na cauda do pelotão, enquanto Takaami Nakagami foi 14.º.

Foto de Capa: Yamaha Racing

Liverpool FC 4-3 Leeds United FC: Reds sorriem num clássico de loucos

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A CRÓNICA: CAMPEÃO SUA PARA VENCER UM LEEDS PROMISSOR

A antecipação era muita para o embate entre Liverpool FC e Leeds United FC, que jogaram hoje, em Anfield Road, um dos grandes clássicos do futebol britânico. Um jogo que já não acontecia na Premier League há 16 anos.

O início foi emocionante. Decorria o minuto 3 quando o defesa alemão Robin Koch colocou o braço à frente dum remate do Salah e o juíz Michael Oliver não perdoou. O egípcio encarregou-se de cobrar o penálti, e estava feito o 1-0.

Mais surpreendente foi a resposta do Leeds United, que tomou o controlo do jogo a partir daí. Aos 9 minutos, ia havendo golo português, de Hélder Costa, mas acaba anulado por existir fora-de-jogo. Apesar da infelicidade, o empate chega mesmo por intermédio de Jack Harrison que, depois dum passe monumental de Philips, fintou Alexander-Arnold e colocou a bola no canto inferior esquerdo da baliza defendida por Allison.

Embora o Leeds estivesse por cima da partida, o Liverpool conseguiu as melhores oportunidades enquanto o jogo estava empatado. Primeiro, um golo anulado a Sadio Mané, depois de Robertson ser encontrado em posição irregular. E finalmente o 2-1, que nasce de bola parada: canto de Robertson batido ao primeiro poste e respetiva cabeçada certeira de Virgil Van Dijk.

Aos 29 minutos, o Leeds torna a empatar o jogo depois dum erro tremendo de Van Dijk, que tenta aliviar uma bola fácil para Robertson, e acaba a oferecer o golo de bandeja ao avançado Patrick Bamford. Bastaram 3 minutos para ver o marcador a mexer de novo, com um golo fenomenal do rei egípcio, que coloca a bola no buraco da agulha que estava descoberto na baliza defendida pelo jovem francês, Meslier. Vale a pena ver.

Ao intervalo, conta-se a história dum jogo de loucos. 3-2 e uma vantagem merecida do Liverpool, que criou mais situações de perigo.

A segunda parte começa bem mais lenta do que a anterior e o primeiro lance de perigo é o terceiro golo anulado da partida, aos 57 minutos. Depois dum passe de Robin Koch para Jack Harrison, o inglês pica a bola por cima de Allison, mas a bandeirola estava levantada e o golo não contou. O Leeds estava novamente a ser a melhor equipa em campo e chegou, com justiça, pela terceira vez ao empate. Um bom cruzamento de Hélder Costa encontra Klich, que não deixa hipóteses a Alisson. O marcador ditava 3-3 aos 66 minutos.

Volvia o minuto 79 quando surge o quarto golo anulado da partida. Van Dijk surge completamente isolado depois dum pontapé de canto e mete a bola na baliza, mas Michael Oliver assinala falta de Curtis Jones sobre Robin Koch.

O Liverpool chega à liderança pela quarta vez no jogo aos 87 minutos, depois do ex-avançado do Valência, Rodrigo, ter feito uma entrada algo infantil sobre Fabinho dentro da grande área. Novo penálti para Salah, novo golo. O egípcio faz o hat-trick e devolve a liderança ao Liverpool.

O resultado final fixa-se nos 4-3, num jogo cheio de plot twists. Apesar de a vitória ser justa, o campeão ia deixando fugir pontos na 1.ª jornada e tem muito trabalho pela frente. Uma palavra de apreço para o Leeds United, que, apesar da derrota deixa uma grande réplica daquilo que ainda pode oferecer aos telespetadores nas próximas 37 jornadas.

A FIGURA

Mohamed Salah – O rei egípcio foi a grande figura do primeiro clássico entre Liverpool e Leeds nos últimos 16 anos. Sempre inconformado com a performance abaixo do esperado do campeão em título, precisou de marcar três golos para garantir um começo vitorioso dos Reds na defesa do título. Mo Salah teve um grande jogo e assume, desde já, a candidatura à Bota de Ouro. Para já, vai à frente. Já lá cantam três!

 O FORA DE JOGO

Trent Alexander-Arnold – Arranque em falso para o prodigioso lateral-direito. Com culpas diretas no primeiro e terceiro golos do Leeds, Alexander-Arnold parece não ter feito uma única ação positiva ao longo de todo o jogo. Fora, talvez, um lançamento em que desmarcou Salah na segunda parte. E isso é dizer suficiente sobre o dia não que teve hoje diante do Leeds. Um jogo para esquecer do inglês de 21 anos.

 

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

 O carismático Jürgen Klopp apresentou o seu já tradicional 4-3-3 para o início da defesa ao título de campeão da Premier League. Intensidade, velocidade e impiedade. O ritmo imposto pelos campeões até começou por ser completamente vertiginoso, mas foi-se desvanecendo ao longo da partida. Com o mau jogo de Alexander-Arnold, a sempre perigosa ala direita foi inofensiva. O meio-campo tinha Jordan Henderson a passo de caracol, devido a uma lesão de que ainda está a recuperar, e Naby Keita, que não esteve à altura de assumir o protagonismo que lhe era pedido. Até Van Dijk não esteve ao nível expectável, ainda que tenha marcado um golo. Taticamente, vimos o Liverpool do costume: futebol a dois toques, rápido e um contra-ataque sempre perigoso. Mas com um desempenho abaixo do habitual. Os Reds ganham o jogo pela qualidade individual dos jogadores, nomeadamente de Mo Salah.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

 Allison (6)

Alexander-Arnold (4)

Joe Gomez (5)

Virgil Van Dijk (6)

Andy Robertson (7)

Georginio Wijnaldum (7)

Jordan Henderson (6)

Naby Keita (5)

Mohamed Salah (9)

Sadio Mané (7)

Roberto Firmino (5) 

SUBS UTILIZADOS 

Curtis Jones (6)

Joel Matip (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – LEEDS UNITED FC

 O regresso do Leeds à Premier League não foi fácil, e ditou a sorte que a turma de Marcelo Bielsa fosse visitar a casa do campeão na jornada inaugural da Liga inglesa. Perante o desafio, o argentino de 65 anos montou um 4-1-4-1 com as linhas baixas para tentar assegurar alguma robusteza no meio-campo e limitar a transição rápida do Liverpool. O sensacional Leeds conseguiu anular o Liverpool numa grande e boa parte do jogo e quase conseguiu fugir com pelo menos um ponto para o Norte de Inglaterra. Ficam muito bons sinais, quer individualmente quer na abordagem coletiva da equipa e à sua capacidade de adaptação, não obstante o adversário que tem pela frente. Um futebol ofensivo, ponderado e cheio de ideias. Uma das equipas a acompanhar nesta época da Premier League.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

 Illan Meslier (7)

Luke Ayling (6)

Robin Koch (5)

Pascal Struijk (6)

Stuart Dallas (6)

Kalvin Philips (7)

Hélder Costa (7)

Pablo Hernández (6)

Mateusz Klich (7)

Jack Harrison (7)

Patrick Bamford (6)

SUBS UTILIZADOS

 Rodrigo (5)

Tyler Roberts (6)

Jamie Shackleton (-)

Artigo revisto

FC Vizela 2-1 UD Oliveirense: FC Vizela arranca época em grande velocidade

A CRÓNICA: O RECÉM SUBIDO MOSTRA O ADN DA CIDADE DE VIZELA

O primeiro minuto foi crucial para a formação de Miguel Pedro, em vantagem no marcador com um remate certeiro de Jorge Luiz para uma defesa impossível por parte do guarda-redes da formação vizelense, Coelho.
A desvantagem do FC Vizela parece que fez acordar o emblema da rainha, e uma raça astronómica tomou conta dos jogadores, gerando o golo. Um cruzamento (quase) perfeito para Diogo Ribeiro, que encheu o pé de força e encheu a baliza de Ivo. Dispensou festejar com os colegas de equipa. Ao invés, correu para os braços do técnico Álvaro Pacheco, de forma poética e emotiva.

Após inúmeras tentativas da equipa do FC Vizela de chegar à superioridade no marcador (dando especial destaque a Diogo Ribeiro), Dinis Gorjão assinala o final da primeira parte em Paços de Ferreira.
Uma segunda parte que começa com uma intensidade muito diferente daquela que foi demonstrado na primeira parte da partida no Estádio da Capital do Móvel.

As emoções estavam cada vez mais altas e o emblema da rainha acaba por arrancar uma grande penalidade nos últimos minutos da partida.
Entrou e marcou! Cassiano observa a posição do guarda-redes e o remate para o centro da baliza adversária coloca o FC Vizela em superioridade no marcador.

Os últimos momentos são intensos na área da equipa da casa, como tentativa do UD Oliveirense de chegar pelo menos ao empate. Infelizmente para uns, felizmente para outros, o árbitro termina a partida e o recém subido festeja a primeira vitória naquele que é a primeira grande prova da Segunda Liga Portuguesa.

 

A FIGURA

Diogo Ribeiro – Infeliz com o resultado desde o primeiro minuto da equipa da cidade de Vizela, conseguiu mostrar a qualidade técnica que possui e colocar a formação numa posição mais favorável. Após assinalar o seu primeiro golo da época continuou a persistir na equipa adversária, com inúmeras tentativas.

O FORA DE JOGO

Segundo tempo da partida – Comparativamente à primeira parte, a segunda lavou toda a qualidade técnica e a maioria das tentativas (que são poucas, diga-se de passagem) de golo ficam muito aquém das expetativas colocadas em ambas as equipas a disputar a equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC VIZELA

O técnico Álvaro Pacheco apostou num 4-3-3 para o primeiro jogo da época. A estreia de João Pais na equipa a assumir titularidade na sua primeira experiência na Segunda Liga Portuguesa. Zagbayou assume a responsabilidade de capitão neste primeiro jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ivo (7)

Kouao (6)

Aidara (8)

Mello Costa (7)

Ofori (8)

Zagbayou (9)

Gomes (6)

Samu (7)

Soares (6)

Ribeiro (10)

João Pais (7)

SUBS UTILIZADOS

Tavinho (5)

F. Cann (8)

Ericson (6)

Cassiano (8)

 

ANÁLISE TÁTICA – UD OLIVEIRENSE

Ao contrário do adversário, Miguel Pedro apostou numa equipa mais recuada, apresentando um 4-4-2. A saída de Mohammed Lamine nos primeiros minutos de jogo condicionou um pouco a equipa visitante. Oliveira como capitão e apostando em Luiz e Lima como os figurantes mais avançados.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Coelho (8)

Marques (7)

Machado (6)

Raniel (6)

Tavares (7)

Lamine (3)

Gonçalves (9)

Oliveira (5)

Costahende (7)

Lima (6)

J. Teixeira (6)

SUBS UTILIZADOS

Luisinho (6)

S. Davou (5)

Ono (7)

Bortoluzo (7)

António Gomes (5)

Artigo revisto

SL Benfica 26-22 AA Águas Santas: Benfica de Chema entra a vencer

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A CRÓNICA: VITÓRIA IMPORTANTE, MAS POUCO TRANQUILA

Passados vários meses, o Campeonato Andebol1 está de volta e logo com um grande jogo entre o novo Benfica e uma AA Águas Santas reforçada, a prometer colocar muitas dificuldades a todas as equipas. O Benfica, apesar de ter reforçado a equipa durante o verão, já falhou um dos seus principais objetivos desta temporada, tendo sido eliminada da EHF League.

Este jogo marca também o regresso de Pedro Seabra e Nuno Grilo à Luz, sendo que foi o primeiro a abrir o marcador. A equipa de José Silva entrou com um esquema tático defensivo de 6×0, mas que facilmente se transformava em 5×1 e 4×2 para dificultar a circulação ao Benfica.

As águias, que entraram com falhas ofensivamente, algo habitual nos dois jogos oficiais já realizados, tiveram nos primeiros três ataques três falhas técnicas. Para as dificuldades ofensivas da equipa de Chema Rodriguez também contribuiu a grande exibição do veterano António Campos. Do outro lado do campo, a Águas Santas apresentava um ataque mais fluído, mas o bom jogo do reforço Sergey Hernandez ia mantendo o clube da Luz no jogo. A meio da primeira parte o resultado era 3-5.

Desde a exclusão de Matic Suholeznik, os “encarnados” apresentaram uma defesa mais híbrida em contraste com o 6×0 com que iniciaram o jogo, melhorando, então, a prestação defensiva da equipa. O primeiro time-out surgiu aos 23 minutos, pedido por José Silva, numa altura que a equipa maiata só vencia por um golo. José Silva conseguiu com que a equipa reentrasse bem no jogo, recuperando a vantagem de 2/3 golos. O resultado ao intervalo era 9-11.

A paragem de jogo serviu para as duas equipas analisarem o jogo, e, no começo da segunda parte, a equipa da casa entrou melhor, recuperando a desvantagem e conseguindo o primeiro empate da partida aos 40 minutos (14-14), altura em que José Silva pediu para parar o jogo. A Águas Santas ainda conseguiu recuperar a vantagem mínima durante alguns minutos, mas, aos 47, o Benfica conseguiu a primeira vantagem na partida 17-16.

Para esta recuperação do Benfica foi decisiva a boa entrada do central Kukic na segunda parte. A partir deste momento, o Benfica conseguiu encontrar mais espaços na defensiva adversária, privilegiando a ligação com o pivot Paulo Moreno, e Sergey Hernandez fechou o caminho da baliza. Apesar de ter estado atrás do marcador a maioria do jogo, o Benfica entrou a vencer no campeonato com o resultado final a ser 26-22.

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Sergey Hernandez – Um dos reforços do defeso e um dos que está a ter mais impacto imediato. Vinha com a dura tarefa de substituir Borko, mas está a demonstrar ter capacidade para ser um dos preferidos dos adeptos. Hoje foi decisivo enquanto a equipa teve dificuldades no jogo, não permitindo que a desvantagem fosse maior do que três golos, e conseguiu que a equipa construísse uma vantagem tranquila a partir do momento que passou para a frente do marcador.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedro Cruz – O experiente lateral esquerdo, várias vezes melhor marcador do Campeonato, não esteve à altura do que nos habituou, não conseguindo contribuir para a grande exibição da sua equipa, que quase levou os três pontos de Lisboa.

 

ANÁLISE TÁTICA SL BENFICA

Numa equipa com treinador e jogadores novos há sempre problemas de adaptação, e o Benfica tem sofrido imenso em termos de organização ofensiva, tendo sido essa a principal diferença na primeira e segunda parte. Djordjic teve um jogo muito longe do que seria esperado, e, na primeira parte, não houve qualquer envolvência dos pivots e pontas no ataque. Na segunda parte, tudo mudou: Arnau assumiu a posição de lateral esquerdo, Kukic entrou em grande nível e Keita e Paulo Moreno foram decisivos na reviravolta.

Em termos defensivos, Sergey Hernandez deu conta do recado, mas, aos quatorze minutos, o Benfica passou de um 6×0 demasiado estático para uma defesa mais dinâmica, o que trouxe grandes dificuldades ao adversário.

SETE INICIAL + PONTUAÇÕES

Sergey Hernandez (8)

João Pais (6)

Carlos Martins (6)

Lazar Kukic (7)

Petar Djordjic (6)

Kevynn Nyokas (6)

Matic Suholeznik (6)

SUBS UTILIZADOS + PONTUAÇÕES

Paulo Moreno (7)

Arnau Garcia (6)

Belone Moreira (6)

Francisco Pereira (5)

Ole Rahmel (5)

Mahamadou Keita (7)

 

ANÁLISE TÁTICA AA ÁGUAS SANTAS

Defensivamente, o AA Águas Santas criou muitas dificuldades ao Benfica na primeira parte, pois apresentou uma defesa que começava num 6×0, mas que muito rapidamente se transformava num 5×1 e 4×2, o que condicionou imenso a circulação duma equipa que nos jogos anteriores demonstrou muita dificuldade nesse momento. Aliado a isto, António Campos fez uma exibição fenomenal. Na segunda parte, o Benfica conseguiu superar as suas dificuldades e foi muito mais eficaz.

Em termos ofensivos, Pedro Seabra fez um grande jogo a controlar a partida, mas os seus companheiros de primeira linha, Nuno Grilo e Pedro Cruz, não estiveram ao seu nível, impedindo assim que a equipa acompanhasse o Benfica nos momentos finais da segunda parte.

SETE INICIAL + PONTUAÇÕES

António Campos (8)

Pedro Seabra (8)

Nuno Grilo (6)

Pedro Cruz (5)

Carlos Santos (5)

Mário Lourenço (7)

Ricardo Mourão (5)

SUBS UTILIZADOS + PONTUAÇÕES

Francisco Fontes (7)

Vasco Santos (4)

João Gomes (5)

Fábio Teixeira (5)

Craig Mcclelland (-)

Miguel Neves (-)

Artigo revisto 

Os 3 melhores golos de Cristiano Ronaldo pela Seleção

Incomparável, fascinante, o melhor do mundo (ou um dos melhores do mundo para os mais sensíveis): estes são alguns dos muitos elogios que se pode fazer a Cristiano Ronaldo. É, inquestionavelmente, o melhor jogador português de todos os tempos – negá-lo é uma forma de cegueira fundada pela aversão à personaOs números não mentem, já lá vão 101 golos, em 165 internacionalizações. À vista parece estar mais um recorde: o de Ali Daei, que leva 109 golos pela seleção iraniana (o que o leva a ser, consequentemente, o melhor marcador de sempre a nível de seleções).

Pelo privilégio de assistir a esta fantástica caminhada de CR7 pela seleção das quinas e por todos os momentos históricos que já nos proporcionou, deixo aqui uma pequena homenagem com os seus melhores golos a serviço de Portugal. Na voz de Nuno Matos – Obrigado, Cristiano.

Antevisão GP Toscânia: Uma nova pista, mas nada de novo

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A ANTEVISÃO: ALGUMAS SURPRESAS… MAS NÃO NA FRENTE, PARA VARIAR

IT’S SATURDAY… QUALI DAY! Os primeiros treinos livres do GP da Toscânia, Itália, deram-nos vídeos extramemente engraçados e incríveis, mas alguns pequenos sustos. Começando por mais um “meme” de Lando Norris e também do embate que destruiu a frente da sua McLaren, acabando com uns quantos a ir parar à gravilha (Charles Leclerc e Nicholas Latifi).

O melhor – ou o pior – estava destinado a Sergio Pérez (Racing Point). O mexicano, ao sair do pit lane, tocou em Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), acabando por virar o finlandês. A “brincadeira” acabou por já oferecer um lugar de penalização por este incidente. Não começa nada bem o GP da Toscânia para Perez, que ainda há poucos dias recebeu a notícia de que não continuará na equipa.

O mesmo Kimi que está há 20 anos nestas andanças, pois, nessa mesma exata data um jovem finlandês fazia testes pela Sauber. De facto, um senhor! De destacar também a data redonda da Ferrari em Mugello, visto que este será o 1000.º Grande Prémio em que veremos um Ferrari a dar voltas aos circuitos.

A primeira e segunda sessões de treinos livres foram dominados pela Mercedes e por Valtteri Bottas, que foi primeiro em ambas. É preciso reforçar que um Ferrari esteve no pódio na primeira sessão (!). Não fosse a terceira sessão de treinos, e era três em três para a Mercedes. Max Verstappen deu conta do recado, mas foi seguido por Valtteri Botas e também Lewis Hamilton.

A Q1 deu a primeira surpresa da tarde em Mugello com Pierre Gasly, último vencedor de um GP, eliminado por muito pouco. Em declarações à comunicação social, disse que uma mudança no motor foi fatal para perder alguns segundos. Os restantes lugares não foram grande surpresa e, infelizmente, já nos habituámos até a ver Vettel nos lugares mais atrás no grid.

A Q2 deu-nos nova surpresa, pois Lando Norris ficou em 11.º lugar e acabou por aqui. Vettel não conseguiu fazer muito mais do seu Ferrari e não passou para a fase final da qualificação. Sem grandes surpresas, tivemos os mesmos de sempre na Q3. Todavia, Leclerc conseguiu atingir a fase que no anterior GP não tinha conseguido.

A Q3 deu-nos aquilo que esperávamos: Lewis Hamilton com mais uma pole position. O britânico foi seguido por Valtteri Bottas e depois por Max Verstappen. Porém, convém dizer que Bottas só não conseguiu melhorar o seu tempo devido à bandeira amarela por causa do peão de Esteban Ocon (Renault). De destacar, os Mercedes na frente (nada de novo) e os dois Red Bull logo a seguir.

Acredito que amanhã teremos uma partida agressiva e a saída daquela primeira curva vai ser importante para todos os pilotos. Ainda assim, se Lewis Hamilton sair com uma boa vantagem, a corrida é sua, a menos que haja algum sacrificado para uma bandeira vermelha (acredito que muitos estejam a torcer por isso, sem que ninguém se magoe). Tudo por uma corrida mais interessante na região da Toscânia.

Sergio Pérez (Racing Point), que já tinha uma penalização, partirá de sétimo, cedendo a posição superior para o seu colega de equipa, Lance Stroll.

EQUIPA A TER EM CONTA

Red Bull Racing Só para não ser básico e não dizer aquilo que vai ser mais do que previsível acontecer, tive de escolher a equipa de Verstappen e Albon. Na segunda linha do grid, uma boa estratégia pode até ser fundamental para ameaçar os dois primeiros lugares das Mercedes. Pode ser que nos dêem a emoção que precisamos.

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER

Max Verstappen – Meio que é o coração a falar mais alto, mas acredito que o holandês sem percalços pode vir até a vencer o GP da Toscânia. Um bom arranque e uma boa gestão de pneus pode dar uma vitória para Max Verstappen.

Foto de Capa: Mercedes-AMG F1

Artigo revisto

O possível 11 do FC Barcelona para a época 2020/21

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FC Barcelona assume-se como um dos favoritos a vencer qualquer prova em que participa, é o que apontam as Casas de apostas legais em Portugal. Apesar de se avizinhar uma temporada bastante difícil, muito por culpa da grande instabilidade interna no clube, os níveis de exigência dos adeptos estarão mais elevados do que nunca.

Depois do enorme fracasso na Liga dos Campeões, uma verdadeira revolução ficou à vista no plantel “culé. Contudo, as saídas previstas de nomes de peso ainda não se concretizaram e as contratações para entrarem diretamente na equipa titular são praticamente nulas.

A cerca de uma semana da estreia oficial, assumi o papel do novo treinador dos catalães, Ronald Koeman, e tentei montar aquele que será o onze base do seu Barcelona, disposto em 4-2-3-1 e com alguns jogadores que poderão ser reforços em zonas fulcrais.

CD Feirense x GD Chaves: Jogo cancelado e uma lição a tirar para o futebol português

O Bola na Rede esteve, esta noite, presente no Estádio Marcolino Castro, onde se assistiu a mais um episódio vergonhoso do futebol português.

Como é do conhecimento geral, a Covid-19 é, atualmente, o principal entrave ao normal funcionamento do futebol português. O maldito vírus que tem vitimado milhares de pessoas em todo o globo priva os adeptos de poderem entrar nos estádios e obriga a uma minuciosa inspeção de todos os intervenientes no desporto-rei. Infelizmente, neste momento, o vírus é mais forte do que qualquer boa vontade ou do que qualquer amor ao desporto, pelo que, segundo o ditado, “se não o podes vencer, junta-te a ele”, ou seja, faz de tudo para conseguires deliciar os adeptos, mas sem pôr nenhum agente do jogo em perigo.

Hoje, essa articulação para proporcionar um espetáculo digno falhou de maneira estrondosa. O GD Chaves comunicou, na manhã de hoje, quatro testes positivos à covid-19: os jogadores Raphael Guzzo e Samuel Silva, e os adjuntos Pedro Machado e Tiago Castro. Estes elementos foram afastados do plantel e entraram em isolamento obrigatório.

Ao que tudo indica, a Autoridade Regional de Saúde do Tâmega enviou um e-mail ao GD Chaves, dando conta da impossibilidade do clube se deslocar ao Marcolino Castro para disputar a primeira jornada da Segunda Liga. Os flavienses alegam não ter recebido qualquer comunicação da entidade regional, pelo que se deslocaram normalmente para o terreno de jogo.

O árbitro João Gonçalves mandou as equipas recolherem aos balneários após um longo impasse
Fonte: Pedro Diniz/Bola na Rede

Depois de os jogadores de ambos os conjuntos terem realizado o aquecimento no relvado do Marcolino Castro, e, inclusive, já com as três equipas no terreno de jogo prontas para o apito inicial, um delegado da Liga ordenou que o jogo não se iniciasse, dado que a entidade reguladora das competições profissionais em Portugal havia recebido um parecer oficial da Autoridade Regional de Saúde do Tâmega, que obrigava os atletas do GD Chaves a entrarem em quarentena coletiva, já que haviam estado em contacto com os infetados. Vejamos o que a Liga afirmou, em comunicado:

“Face à indicação recebida pela Liga Portugal através do médico Rui Capucho, da ACES do Alto Tâmega e Barroso, pouco antes das 20 horas, o organismo que superintende o Futebol Profissional decidiu, de forma pró-ativa, retardar o início do encontro entre o CD Feirense e o GD Chaves da 1.ª jornada da LigaPro, pedindo uma informação oficial do sucedido.

O relatório do Dr. Rui Capucho chegou, oficialmente e por escrito, à Liga Portugal às 20h24, dando indicação que as Autoridades de Saúde Regional e a Autoridade de Saúde Nacional decidiram que não estavam reunidas as condições para a realização do referido encontro”.

O regulamento para a retoma da prática competitiva de futebol, emitido pela Federação Portuguesa de Futebol, diz o seguinte:

“Artigo 12.º

A FPF adiará um jogo se mais de 50 por cento do número de jogadores habilitados para a prova não puder competir por motivo relacionado com COVID-19. O clube tem de fazer prova documental do impedimento de jogar através de Certificados de Incapacidade Temporária (em caso de COVID-19; emitidos pelo Médico Assistente) e/ou de
Declarações de Isolamento Profilático (em caso de contacto de alto risco de exposição;
emitidos pela Autoridade de Saúde), a entregar em momento a definir.

ARTIGO 13.º

1. Todos os casos positivos (sintomáticos ou não) de infeção por SARS-CoV-2 devem, de
imediato, ser comunicados à Autoridade de Saúde territorialmente competente e
notificados na plataforma SINAVE-Med nos termos da Lei n.º 81/2009 de 21 de agosto.
O caso positivo deve ser isolado, ficando impossibilitado de participar em treinos e
competições até à determinação de cura deliberada pela Autoridade de Saúde
territorialmente competente.
2. Os atletas e equipas técnicas da equipa na qual foi identificado um caso positivo podem ser considerados contactos de um caso confirmado. No entanto, a identificação de um caso positivo não torna, por si só, obrigatório o isolamento coletivo, das equipas. A determinação de isolamento de contactos (de praticantes e outros intervenientes), a título individual, é de estrita competência da Autoridade de Saúde territorialmente competente”.

À luz deste comunicado da FPF, vemos que seria possível o começo do jogo, não fosse a ordem dada pelo Dr. Rui Capucho, da Autoridade Regional de Saúde do Tâmega. Sendo assim, é bastante criticável a falta de comunicação entre as várias entidades envolvidas neste processo, e é condenável que não haja um fio condutor rígido a seguir neste tipo de situações.

Termino com uma demonstração de apreço ao Presidente da Liga Portugal, Pedro Proença, que, poucas horas depois do sucedido, convocou uma reunião de emergência com os clubes e suspendeu o jogo entre Académico de Viseu, que tinha três elementos infetados, e Académica de Coimbra, de forma a que casos como este, que mancham o futebol português, não se voltem a suceder.

É preciso haver a mesma qualidade fora de campo que há dentro das quatro linhas, de forma a que possamos ser um exemplo no futebol europeu e mundial.

Artigo revisto por Joana Mendes

SL Benfica | Pré-época completa, o que esperar a seguir?

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A vitória frente ao Rennes (2-0), no passado sábado, representou o culminar de uma pré-temporada bem sucedida para o SL Benfica, que contou por vitórias os sete jogos realizados, com saldo muito positivo de golos (23-4) e as boas indicações que todos esperavam, ainda que a equipa não apresente já os índices competitivos no auge, dada a qualidade do plantel e de quem o dirige.

Jorge Jesus chegou, à semelhança de 2009, a prometer multiplicações na qualidade de jogo – desta vez, o triplo –, mas a equipa, fruto das exigentes cargas físicas do técnico, não conseguiu ainda produzir o futebol entusiasmante que se espera, ainda que as melhoras a nível defensivo tenham sido observáveis desde o primeiro encontro de preparação.

A linha recuada absorveu de imediato as noções de organização do staff e a sincronização do primeiro quarteto foi visível na aplicação da armadilha de fora-de-jogo: o SC Braga foi a principal vítima, com os seus atacantes a serem apanhados inúmeras vezes em posição irregular de forma quase caricata.

Ainda que nem sempre os prováveis titulares estivessem disponíveis, os substitutos apresentavam altos índices de concentração e demonstraram competências válidas para lutar por um lugar.

Os reforços Gilberto e Verthongen tiveram sortes diferentes – à direita, o brasileiro não apresentou ainda motivos que façam destronar André Almeida da titularidade, enquanto que o experiente belga assegurou imediatamente lugar ao lado de Rúben Dias, aproveitando a lesão de Jardel e o eclipse de Ferro.

À esquerda, a lesão de Grimaldo foi propícia para a continuidade de Nuno Tavares, que intercalou bons pormenores e exibições com momentos de fragilidade, e para a aparição de Franco Cervi como solução na traseira esquerda, materializando opiniões de diversos quadrantes da massa adepta que viam na disponibilidade física do argentino justificação para um recuo no campo.

O meio-campo foi o sector com mais alterações forçadas, dada a quantidade de soluções de qualidade. Weigl encabeçou o núcleo de apostas totalitárias, cumpriu todas as titularidades e foi observando a dança de cadeiras à sua frente: Taarabt foi mais vezes aposta, mas Gabriel e Florentino surgiram largos minutos em campo e até Pizzi experimentou a posição ‘8’, ainda que sem resultados práticos que motivem repetição da aposta.

O português conseguiu os melhores números da carreira no lado direito e, após um 2019-2020 a grande nível, as pretensões de Jorge Jesus em colocá-lo no centro do terreno parecem concluir em opção única: o lugar de segundo-avançado, libertando Luís Miguel da exigência física e da preocupação defensiva. O que resultou, já que surgiu em grandíssimo plano no apoio ao último homem e relegou, para já, o alemão Waldschmidt para o banco de suplentes.

Morato, Gonçalo Ramos e João Ferreira vão crescendo na companhia dos mais velhos, depois da excelente caminhada na Youth League
Fonte: SL Benfica

Nas alas parece não existir grande dúvida: Everton Cebolinha e Rafa são craques de nível internacional e será questão de tempo até assegurarem totalmente lugar cativo no onze. Isto apesar dos jogos menos bem conseguidos por parte do português, que terminou a época transacta irreconhecível e que demora a voltar ao nível que atingiu com Bruno Lage, em 2018-19.

Pedrinho é um dos nomes à espreita dessa eventual quebra de rendimento, brasileiro que aterrou na Luz com selo Corinthians e que não tardou em mostrar pormenores técnicos de elevado gabarito: mas não é só essa a sua principal valência, há outros pressupostos com os quais exige minutos logo à partida, como a noção tática invulgar para um fantasista brasileiro e a disponibilidade para ocupar várias posições no último terço.

Jota, uma das grandes esperanças, parece cada vez mais relegado a posto solitário nas masmorras da inutilização, fala-se insistentemente em empréstimos para o estrangeiro: o Record noticiava esta semana a possibilidade de West Ham e Everton serem os clubes do português na próxima temporada, depois do fugaz interesse do Valência.

Lá na frente, Dyego Souza é carta fora do baralho, compreensivelmente. O brasileiro nunca demonstrou aptidões para ser solução válida às eventuais quebras de rendimento de Seferovic e Vinícius, e o cancelamento do seu empréstimo parece o mais provável desenrolar da sua situação.

Quanto aos outros dois, experienciaram minutos que baste para mostrar serviço – o suíço mostrou competências físicas para as funções que Jorge Jesus pede aos seus avançados, tanto na exploração da profundidade como na agressividade em momento de pressão –, mas a chegada de Darwin Nuñez parece remetê-los para papel secundário.

Carlos Vinícius foi figura, bisou frente ao SC Braga, mas a insistência da comunicação social na sua saída por valores avultados é fumo de um fogo que vai ardendo sem grandes desenvolvimentos, ainda que o encaixe financeiro que a transferência poderia representar seria apenas e só para libertar o clube dos limites do fair-play financeiro e encarar o mercado com renovada abordagem.

O jogo da próxima terça-feira, frente ao PAOK de Abel Ferreira, será o primeiro grande teste de uma equipa de quem se espera grandes feitos. Tudo o que não seja uma vitória no Toumba será visto como fracasso monumental.

Três dias depois joga-se a jornada inicial da Primeira Liga em Famalicão, e será fundamental encarar esse jogo com almofada emocional que só um sucesso na Grécia poderá disponibilizar, libertando um grupo de jogadores da pressão monumental que as peripécias e fracassos de 2019-2020 entregam.

Artigo revisto por Joana Mendes

O regresso da Liga Inglesa | Mais competição ou revalidação?

Está finalmente de regresso aquela que para mim é a melhor liga do mundo. E apesar de ainda não sabermos quando vamos poder contar com a presença dos adeptos nos estádios, este ano, como sempre, promete.

Pelo regresso de clubes históricos, pelo forte investimento de algumas equipas ou simplesmente pela forte presença portuguesa, a versão 20/21 da Liga inglesa tem todos os condimentos para mais um ano extremamente bem jogado e competitivo. Vamos então a uma pequena análise de cada um dos concorrentes:

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Liverpool FC: O campeão em título, a equipa em melhor forma e o grande favorito à conquista do título. Ainda assim, tendo em conta a forma como “passearam” na época passada, antevejo um ano com maiores dificuldades.

Manchester City: Uma grande incógnita. Normalmente, Guardiola não dá ponto sem nó, mas foi uma equipa que desiludiu na época passada e que até agora mexeu pouco no mercado. Ainda assim, é o plantel com maior valor de mercado e com um treinador que é sempre competitivo.

Manchester United FC: Bruno Fernandes + 10.

Chelsea FC: Os reis do mercado de transferências. Enorme expectativa para ver como esta equipa (que de repente ficou repleta de jovens craques) poderá alinhar sob a batuta de Frank Lampard. Com os fantásticos jogadores que contratou, exige-se um Chelsea colado aos lugares cimeiros e com um futebol atrativo.

Leicester City FC: Apesar de manter o núcleo duro da equipa, será difícil repetir o sucesso da última época. A qualificação para a Liga dos Campeões ficou a uma jornada de distância, numa equipa que teve ainda o melhor marcador da competição (Jamie Vardy…pois claro). Vamos ver se mostra capacidade para aguentar uma temporada dura com a Liga Europa pelo meio.

Tottenham Hotspur FC: Teste de fogo para José Mourinho. No ano passado os resultados nem sempre foram os melhores, mas o treinador português teve duas atenuantes – a quantidade de lesões em jogadores fundamentais e o facto de ter pegado na equipa já com a competição a meio. Este ano não há desculpas e o treinador até tem recebido reforços interessantes. Esperamos que seja o regresso do bom velho Mourinho.

Wolverhampton Wanderers FC: Heróis do mar… nobre povo…” a equipa mais portuguesa que muitas equipas da nossa primeira liga. Principalmente por este motivo, a expectativa é enorme para perceber se a armada lusa de Nuno Espírito Santo vai exibir o nível que tem apresentado desde a chegada do treinador português. Uma das equipas que mais se mexeu no mercado de transferências e que melhor futebol tem vindo a apresentar nas últimas épocas.

Arsenal FC: Sabemos que o Arsenal é quase sempre aquela desilusão crónica. Por regra, é aquela equipa que até tem um futebol positivo, que apresenta bons momentos, mas no momento da verdade falha sempre. Depois da chegada de Arteta, o clube parece ter sido capaz de fazer as pazes com os títulos (uma taça de Inglaterra e uma supertaça). Conseguirá o Arsenal voltar ao top 4?

Sheffield United FC: A equipa sensação da primeira volta do campeonato 19/20 vai procurar repetir a dose na edição 20/21. Temo que a perda do guarda redes Dean Anderson possa afetar bastante o rendimento da equipa, dada a sua preponderância na última edição da prova. Tem a palavra Chris Wilder.

Burnley FC: Um dos mais fortes candidatos à descida, apesar da experiência que o treinador Sean Dyche tem nestas andanças.

Southampton FC: Uma equipa que tem sido sempre de altos e baixos. Ora atravessa períodos com um futebol muito positivo e bons resultados, ora mergulha em crises e jogos consecutivos sem pontuar. Se segurarem o vice goleador da edição passada (Danny Ings), ficam mais perto de alcançar uma prestação tranquila e longe do espectro da despromoção.

Everton FC: Uma das grandes desilusões da época passada. Ancelotti, à semelhança de José Mourinho, teve algumas condicionantes que o “desculparam” de desaires comprometedores. Esta época, ainda para mais depois de receber reforços sonantes como Allan ou James Rodriguez, o treinador italiano vai ter de puxar dos galões e colocar o Everton na luta pelos lugares europeus.