Marcada por 70 anos de existência, e como um pouco de competição nunca pode vir só, muitas foram as rivalidades que marcaram a Fórmula 1, e que continuarão a marcar.
No entanto, estas rivalidades que falaremos hoje, tem uma caraterística distinta de muitas das que conhecemos: apenas falaremos sobre os choques entre colegas de equipa, que, por si só, acabam por dar muitas dores de cabeças às próprias equipas.
É de salientar que os critérios de escolha não foram só as disputas dentro da pista, como colisões e despiques, mas também polémicas fora dela, que acabam por afetar o ambiente que se vive na equipa.
O futebol é um jogo de contacto, no entanto nem tudo é permitido e há que perceber os limites do razoável. Para isso existem os árbitros, “figurantes” deste jogo mas que por vezes têm de ser atores principais quando os jogadores (ou até mesmo os treinadores) atuam à margem da lei. Utilizando o seu adereço principal, o apito, têm de controlar o jogo, admoestando os jogadores com os cartões que fazem parte do seu figurino.
Hoje vamos falar disso mesmo. De cartões, mais concretamente do vermelho, que expulsa do campo um dos protagonistas, qual vilão dos tempos modernos, por algum ato de indisciplina mais agressivo que o normal.
Se de um lado temos jogadores como Raúl González, Iniesta e Philipp Lahm, que nunca foram expulsos nas suas longas carreiras, do outro temos os jogadores que fazem parte deste top, que são, com grande margem, os mais indisciplinados da história do futebol – e os únicos com mais de 20 cartões vermelhos nas suas carreiras.
Frederico Varandas, nas mais recentes entrevistas, tem vindo a reforçar o investimento e o foco na formação para as próximas temporadas. Os jovens leões vão ser aposta, com objetivo de potenciar e voltar a mostrar que em Alvalade se formam os melhores dos melhores. Qual é o peso da formação nos títulos? Da última vez que o Sporting CP foi campeão, em 2001/2002, quantos elementos da formação somaram minutos e festejaram o título?
Faziam parte do plantel trinta e cinco jogadores. Desses trinta e cinco, onze fizeram formação no clube, pelo menos um ano. Dos onze, cinco somaram minutos no campeonato.
Hoje falo-vos de revelações da Liga. Futurologia tem tanto de arriscado como de exatidão, umas vezes ao lado, outras em cheio. Mas, afinal, o que seria de um bom português sem poder deixar os seus “bitaites”, mais ou menos fundamentados? Ainda assim, vale muito a pena guardar estes nomes.
Neste top arrisquei apontar alguns nomes de jovens que à data apresentam qualidades e competências para mais tarde se assumirem as revelações da Liga Portuguesa. A tendência aponta para que cada vez mais jovens formados em Portugal cheguem aos plantéis principais, isto se os gigantes europeus não se anteciparem, como fizeram nos casos de João Félix ou Trincão, que mal tiveram tempo de completar uma época na nossa Liga.
A formação escolhida para este 11 foi um 3-4-3, de forma a libertar mais uma posição para o meio campo e manter as três opções para a frente, já que são as zonas do terreno com maior oferta e talento. Naturalmente, a incidência será maior sobre os “três grandes”, porque pescam cada vez mais cedo e melhor, numa área cada vez maior, mas não são os únicos presentes neste 11 que será de luxo, estejam eles em Portugal ou além fronteiras.
Cada vez mais damos passos largos em direção ao verão e a esta estação, no mundo futebolístico, associamos sempre o mercado de transferências. É uma altura em que há de tudo, ou seja, rumores mais fiáveis do que outros, mudanças esperadas e inesperadas, “novelas” que duram um verão, momentos de ansiedade e outros de revolta. Significa isto que é um período vivido muito intensamente por todos os adeptos e classe diretiva de cada clube. Desta forma, o FC Porto não foge à regra e a verdade é que agora vou enunciar um top de 5 jogadores que mais desiludiram na última década.
Ao longo da história do Futebol Americano, a NFL tem enfrentado vários escândalos raciais envolvendo presidentes, equipas, treinadores, dirigentes e jogadores. Na última década não existe tema mais polémico do que o caso Kaepernick.
Colin Kaepernick era o quarterback afro-americano – ponto importante para a forma como a sua história se desenvolveu – dos San Francisco 49ers. Em 2016, começou a ajoelhar-se durante o hino americano antes de cada jogo como protesto contra a desigualdade e brutalidade racial.
Esta sua decisão não só acabou por impactar a sua carreira, que praticamente terminou no final dessa época, mas também sua vida pessoal. Desde então muito se fala da relutância que os donos das organizações têm mostrado em contratá-lo, dada a atenção que traria, sendo vários os analistas que afirmam que a única razão para Kaepernick não estar na liga é o facto de ser afro-americano e ter tomado uma posição.
O caso de Colin Kaepernick teve proporções inimagináveis e tem inspirado a vários outros movimentos
Nas últimas semanas, emergiu uma proposta por parte da NFL que também tem dado muito que falar, mas também por maus motivos. Foi anunciada uma proposta que iria oferecer incentivos, incluindo melhores escolhas no Draft, a equipas que escolhessem treinadores ou General Managers – os comuns diretores desportivos – pertencentes a minorias.
Este plano vem na sequência de uma regra implementada em 2003, denominada “Rooney’s Rule”, que obriga as equipas a entrevistarem pelo menos um candidato pertencente a uma minoria para cada vaga que procurem preencher.
Todas estas tentativas por parte da liga têm sido tentativas de tornar o campeonato o mais justo, oferecendo oportunidades iguais a todos os profissionais. Contudo, estas propostas têm tido o efeito contrário e até piorado a situação.
São vários os jogadores e dirigentes que têm vindo a público mostrar-se contra esta decisão – que ainda não foi aprovada nem se espera que seja. Muitos afirmam que tal proposta iria colocar em causa as capacidades dos treinadores e general managers, uma vez que não seriam contratados com base no seu trabalho, mas sim graças aos benefícios que trariam às suas equipas.
Até que seja tomada uma decisão, dificilmente este assunto se resolverá, e mesmo depois serão vários os comentários e protestos a favor e contra o resultado. A verdade é que, ano após ano, a NFL lida com casos e problemas raciais, e este é mais um capítulo numa história que não parece estar perto de terminar.
O futebol espanhol tem marcado este século com as conquistas internacionais dos seus clubes e seleções nacionais. O bom futebol praticado é promovido pelas “canteras” dos gigantes espanhóis, que todos os anos lançam os seus pupilos às feras com elevado grau de sucesso.
A geração campeã da Europa e do Mundo entre 2008 e 2012 foi o apogeu de uma era de domínio espanhol no velho continente. Após uma quebra de rendimento da “La Roja”, incluindo a retirada dos pilares do seu futebol, surge uma nova fornada de grandes talentos que prometem deixar o seu nome na história do “desporto rei”. No ano transato, a seleção espanhola de sub-21 venceu o Campeonato europeu da categoria, e deixou a sensação que estará muito mais para vir. Apenas dois dos elementos desta lista não pertencem ao plantel campeão de Europa.
Esta é a minha escolha de cinco jogadores espanhóis com 23 anos ou menos, que prometem singrar no mundo do futebol.
O Schalke 04 pode não se equiparar ao Borussia Dortmund e ao FC Bayern Munique a nível de sucesso, até porque neste século contam apenas com uma Taça e uma Supertaça da Alemanha, no entanto, a formar jogadores consegue competir com os melhores.
Vários jogadores da formação brilharam na equipa principal, embora grande parte deles tivesse passagem curta e obtivesse sucesso em outros palcos.
A academia Knappenschmiede produziu inúmeros talentos ao longo dos anos e várias estrelas do futebol mundial, e esse sucesso não surgiu do nada, como explica Peter Knabel. Para o diretor desportivo, o que torna o clube e a formação tão especiais deriva da 2ª Guerra Mundial, quando uma mistura de culturas e padrões distintos trabalhava nas minas da Renânia da Norte-Vestfália, desde polacos, a italianos, a turcos, entre outros. Esse fator trouxe benefícios, pois os filhos e netos dessas pessoas cresceram com uma mentalidade trabalhadora e com a dedicação certa para evoluírem rapidamente.
“Não queremos treinadores a dar muitas instruções táticas a crianças com menos de 14 anos. O importante aqui é o tempo, e queremos que eles pensem ‘Quando?’, ‘O quê?’, por isso o 4-4-2 e o 3-5-2 não importam até essa idade. Se um treinador de sub-9 lhes disser que ganhar não é importante, deviam ver a cara deles. Ficam irritados quando perdem, mas o treinador nunca pode ficar mais do que os miúdos.”, explica Peter Knabel.
O Bola na Rede fez um onze de diamantes, cujo talento encantou pela primeira vez com as cores do orgulho de Gelsenkirchen.
Já 72 portugueses tiveram o privilégio de pisar o relvado da mais bem cotada liga do mundo. Contudo, e apesar de quase todas estas histórias terem conseguido um desfecho feliz, alguns dos nossos compatriotas viveram os piores anos da sua carreira em Inglaterra.
É mais fácil relembrar os casos de maior sucesso, mas esta é uma lista dos 5 maiores flops portugueses na Primeira Liga inglesa. Muito mais cruel do que falar dos cinco melhores jogadores, e, por isso mesmo, bastante mais desafiante. Antes de avançarmos, convém explicar algum do critério utilizado para fazer este top 5.
Esta não é uma listagem dos cinco piores jogadores portugueses que já jogaram na Liga inglesa, mas sim daqueles que tinham já algum prestígio e de quem se esperava muito mais do que efetivamente conseguiram provar.
O Bola na Rede quer, portanto, relembrar nomes sonantes do futebol nacional que, por uma razão ou por outra, não conseguiram vingar em Inglaterra.
Sem mais introduções, foram estes os casos que, verdadeiramente, ficarão na memória do futebol britânico. E não pelos melhores motivos.
No mundo das duas rodas, e em particular no mundial de motociclismo, só existem dois tipos de vitórias: aquelas em que o piloto vencedor domina toda a prova e onde nenhum rival consegue sequer tocar-lhe ou aproximar-se; e aquelas em que só conhecemos o vencedor na última volta ou segundos antes da bandeirada de xadrez.
É destas de que vos falo hoje. As mais emocionantes; as que nos deixam com os nervos à flor da pele. De todas as corridas mais apertadas que vi até hoje, escolhi três. Acreditem, estas são mesmo de cortar a respiração. Ora leiam.