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As 5 piores lutas no futebol

Bill Shankly, histórico treinador do Liverpool FC, disse que o futebol não era uma questão de vida ou morte, era muito mais do que isso. A verdade é que a paixão e a emoção que gravitam em torno do desporto rei levam a que muitas vezes se cometam excessos no calor do momento.

Neste artigo, elencamos as cinco piores lutas no futebol. São cinco momentos em que a razão deu lugar à emoção e se produziram dentro de campo espetáculos bem diferentes daqueles que deveriam ocorrer.

As 10 futuras estrelas do futebol mundial que nunca ouviste falar

Com o aparecimento da pandemia do Covid-19 e com as condicionantes que a mesma traz para os clubes, perspetiva-se que, de uma forma geral, exista um aumento da aposta na formação em detrimento das comuns contratações astronómicas dos últimos anos.

Olhando para o futebol atual, conseguimos identificar jovens com um potencial incrível que chegam às bocas de todo o mundo e que atraem atenções dos maiores clubes. Exemplos disso são Alphonso Davies, Kaio Jorge, Gabriel Véron, Bellingham, Gravenberch, Rayan Cherki, Tanguy Kouassi, Giovanni Reyna, Sandro Tonali, Kai Havertz… estes são apenas alguns nomes que têm tido a oportunidade de se estrear pela principal equipa dos seus clubes e de deslumbrar os adeptos do futebol.

Mais interessante do que falarmos de jogadores que o público geral conhece e que consegue perceber que serão futuros craques, é fazer uma espécie de futurologia e indicar nomes menos conhecidos também com grande talento que poderão ter relevo no panorama mundial a médio longo prazo.

Acompanhem-me e fiquem a conhecer alguns nomes que se poderão tornar verdadeiras estrelas do futebol!

Perdidos no tempo: Juan Quintero, o mágico indisciplinado

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Numa viagem ao passado com destino aos dias de hoje, Juan Quintero é o jogador que vai ser recordado nesta rubrica. O médio de 27 anos, que chegou ao FC Porto como uma grande promessa, é hoje o jogador dos “ses”. Podia fazer mais – e ainda pode -, mas ter uns bons pés não chega, se faltarem outras coisas.

Juan Quintero estreou-se como profissional em 2012, na Colômbia, quando representou o CD Atlético Nacional. Nessa época de estreia, o colombiano marcou dois golos em 22 jogos. Uma boa campanha que lhe deu passaporte até à Europa, mais precisamente Itália, onde jogou pelo Pescara, na época seguinte. Apesar de não ter feito uma época brilhante, as habilidades com os pés fizeram com que o FC Porto tivesse interesse no médio.

Em 2013, e depois de ter sido campeão e ter perdido jogadores-chave, o FC Porto precisava de encontrar soluções para as ausências. Nessa altura, Juan Quintero juntou-se ao plantel e era uma espécie de substituto do compatriota James Rodriguez. Ainda assim, desde logo começou a ficar aquém por ser acusado de gostar de sair à noite e de perder o foco daquilo que era realmente importante.

Quando chegou ao Dragão, Quintero começou pela equipa B, numa espécie de ambientação. No entanto, só realizou um jogo e foi imediatamente chamado por Paulo Fonseca para assumir as rédeas do meio-campo portista. E em boa verdade, a nível individual, a temporada 2013/2014 até foi positiva para o colombiano, que realizou 34 jogos e marcou quatro golos, mas talvez a má exibição coletiva e a falta de conquistas tenha custado um bocadinho a boa imagem que o jogador tentou deixar.

Na época seguinte, a situação foi muito idêntica. A chegada de Lopetegui ao comando técnico do clube obrigou necessariamente a mexidas na equipa, com muitas saídas e entradas, mas Quintero ainda se manteve, fazendo três golos em 30 jogos. No entanto, mais uma vez, o fator coletivo falou mais alto.

Podia fazer mais, e ainda pode , mas ter só bons pés não chega, se faltarem outras coisas. Juan Quintero FC Porto Perdidos no Tempo
Juan Quintero esteve ligado ao FC Porto entre 2013 e 2018
Fonte: FC Porto

Depois de duas épocas em que não conseguiu afirmar-se, e com Lopetegui ainda no comando técnico, Quintero foi emprestado pelos portistas ao Rennes FC, de França, na época de 2015/2016, mas a temporada também saiu aquém do expectável. E apesar de já ser Nuno Espírito Santo o treinador do FC Porto na época seguinte, o colombiano acabou novamente a ser emprestado, mas desta vez ao CD Independente Medellín, da Colômbia,  equipa na qual revelou ter uma veia goleadora, ao marcar 16 golos em 33 jogos: o melhor que fez até ao momento na carreira. E talvez tenham sido esses mesmos números a despertar o interesse do CA River Plate, que o chamou para representar a equipa nesse mesmo ano, ainda sob empréstimo do FC Porto.

Em 2018, e depois de ter feito uma boa campanha no Mundial pela Colômbia, o médio também foi decisivo pelo CA River Plate ao marcar o golo da conquista da Taça dos Libertadores. Essa ascensão na carreira permitiu a Quintero ser adquirido em definitivo pelo clube argentino, onde está neste momento, deixando assim de fazer parte do plantel portista.

Acusado de ter perdido o interesse pelo futebol na altura em que ainda era jogador do FC Porto, o médio parece estar a viver uma segunda oportunidade no mundo do futebol e a mostrar ter a qualidade que muitos acreditavam que tinha.

Quintero tem magia, tem um bom toque de bola, tem uma boa leitura de jogo e, apesar de ser médio ofensivo, também é bom a defender, conseguindo pôr o pé nos momentos certos, mas falta-lhe alguma velocidade. Nada que ainda não possa conseguir, se assim o quiser.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Quem vai ser o substituto de Marcano no imediato?

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O FC Porto, através do seu website, comunicou a lesão de Iván Marcano no treino dos azuis e brancos. O defesa central espanhol sofreu um traumatismo direto no joelho direito, resultando numa rotura de ligamentos cruzados, uma das piores lesões para atletas. O tempo estimado de recuperação de uma lesão destas é, no mínimo, de seis meses e, sendo assim, os dragões terão de arranjar um substituto para Marcano já para a próxima época.

Para já, certamente que o plano para os dez jogos que restam desta temporada é utilizar Pepe no eixo da defesa juntamente com Mbemba ou Diogo Leite. Tendo em conta os últimos onzes iniciais antes da paragem do campeonato, Chancel Mbemba será o homem escolhido por Sérgio Conceição para constituir a dupla de centrais. Ainda assim, colocando a hipótese que o plantel poderá exibir uma clara falta de ritmo de jogo, Diogo Leite pode assumir o papel.

O espanhol de 32 anos estava perto de igualar uma das melhores épocas da sua carreira (2017/2018), pois já levava na sua bagagem seis golos e podia ser considerado o senhor dos céus – ganhou 71% dos duelos aéreos defensivos, assim como era o central mais rematador da Primeira Liga (um remate de cabeça por 90 minutos). Sem dúvida que é uma perda difícil de reparar, mas analisemos as restantes opções.

O tempo estimado de recuperação de uma lesão destas é seis meses e os dragões terão de arranjar um substituto para Marcano já para a próxima época
Iván Marcano tem recebido imensas mensagens de força por parte dos seus colegas
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Mbemba está a ser uma das revelações desta temporada. O ex-Newcastle United FC está a fazer a valer a oportunidade que lhe foi dada, tendo sido uma boa resposta à lesão de Pepe. Conseguiu chegar ao registo de 1.4 desarmes por jogo e conta com um percentual de 87% de eficácia no passe. Para além disso, pode ser utilizado como defesa direito e médio defensivo. Um desejo para qualquer treinador, certamente.

Quanto a Diogo Leite, que já se falou estar de malas feitas para o Valência CF, deverá ser a terceira opção, como já acima afirmei. O internacional sub-21 soma apenas 11 jogos pela equipa principal e somente três foram em partidas a contar para a Primeira Liga. Apesar do pouco tempo de jogo, continua a ser uma opção viável para Sérgio Conceição e é um jogador com grande margem de progressão.

A quarta opção, caso seja necessária, pode passar por adaptar Danilo Pereira ou Loum para a posição de central. É expectável que a equipa técnica do plantel principal possa pescar um “reforço” na equipa B e o mais provável é que o escolhido seja Ferraresi, até para perceber se poderá ou não compensar acionar a sua opção de compra ao Manchester City FC.

A correr bem, Marcano só voltará bem perto do final de 2020 e, por isso, espera-se uma ida ao mercado de transferências para cautelar a sua saída. Diogo Queirós regressará de empréstimo e, quem sabe, pode ficar na equipa principal, mas mesmo assim é melhor prevenir do que remediar.

 

Os 5 melhores jogadores sub-20 do campeonato inglês

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Em Inglaterra, as seleções jovens, com destaque para os sub-20, têm protagonizado boas campanhas no Torneio das Seis Nações e nos mundiais.

No escalão acima referido, os ingleses conquistaram a maior competição europeia de seleções em oito ocasiões. Já o campeonato do mundo (World Rugby U20 Championship), foi ganho por três vezes. Os sub-18, por sua vez, contam com cinco vitórias no Torneio das Seis Nações.

Estas seleções têm proporcionado jogadores de grande futuro e qualidade às equipas da Premiership Rugby e à seleção principal. Estamos a falar de jogadores como Tom Curry, Joel Kpoku, Marcus Smith, Fraser Dingwall, Manu Vunipola, Cadan Murley, Alex Coles, entre muitos outros.

Como tal, decidi fazer uma lista de cinco jovens que atuam no campeonato inglês, que são elegíveis para os sub-20, ou seja, jogadores nascidos em 2000 ou depois.

5 regressos ao SL Benfica que podiam beneficiar jogador e clube

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Os momentos de cada jogador ao longo da carreira, a sua afirmação, maturidade e espaço potenciam o seu desenvolvimento e levam à ocorrência de inúmeras transferências. Muitas vezes ouvimos que não devemos voltar a uma casa onde já fomos felizes. Ora, aqui apresentamos cinco casos em que essa frase não se aplica, quer pela falta de oportunidades na equipa principal do SL Benfica, quer pelo desaproveitamento de algumas delas. Atualmente, achamos que estes regressos poderiam beneficiar ambas as partes.

Regresso a Casa: As minhas coisas favoritas

O Regresso a Casa é uma rubrica na qual os antigos redatores voltam a um lugar que bem conhecem e recordam os seus tempos antigos escrevendo sobre assuntos atuais.

Nunca vi o “Música no Coração”. Dizem que é giro, mas nunca fui grande fã de musicais. Mas a verdade é que quando tive a ideia para este texto, no regresso a esta casa, lembrei-me do quanto gosto dela e principalmente o quanto gosto de futebol.

E aí um refrão surgiu na cabeça, cantarolado a meias pela Julie Andrews e pela mãe do Barney de How I Met Your Mother, que me deu a conhecer a música. Se para Julie Andrews as coisas preferidas eram “bigodes de gato” ou “chaleiras de cobre”, para mim não havia dúvida: as minhas coisas favoritas são “bola”. Mas mais do que isso.

Fui rever a magnífica letra de “My Favourite Things” e franzi o sobrolho com as coisas preferidas de Julie Andrews: chaleiras? Pacotes de papel? Quem é que tem coisas destas como predileção? Não só pelo desinteresse dos objetos, como pela especificidade. Até que desacelerei e constatei algo: eu sou igual à Julie Andrews.

Porque as minhas coisas favoritas não são apenas “bola”. Como disse, são muito mais do que isso. As minhas coisas favoritas são, na verdade, a espuma da bola. E em tempos de pandemia, curiosamente, é disso que tenho sentido mais falta. Não da bola a entrar ou da finta magnífica. Também, mas essas ficam imortalizadas na Internet ou nas 6438 repetições de jogos antigos com que nos presentearam (e por isso agradeço).

Não, as minhas coisas favoritas, como as da Julie Andrews, são as mais pequenas, específicas e desinteressantes. Tenho saudades de passar horas a flutuar nos jogos amigáveis do PES 2020 a recriar as partidas reais da próxima semana; tenho saudades de ler os comentários das publicações de final do jogo nas redes sociais de um clube grande quando perde; tenho saudades dos programas de debate ocos, em que não se fala de fu… estou a brincar, disso não tenho saudades, que não voltem.

E principalmente esta semana tive saudades de duas outras coisas bastante específicas e pequenas, mas que para mim eram gigantes: dei por mim a perguntar ao meu irmão quando sairia a caderneta de cromos do Europeu. Não vai sair, André. Este ano não. Fazia a coleção desde 2004 e espero continuar a fazê-la no próximo ano. Mas não este ano, em conjunto com alguns amigos.

E com os amigos também não voltarei tão cedo ao campo do clube da terra, aquele do qual aprendi a gostar durante este ano, para deixar de ser apenas simpatia. E de que aprendi a gostar também por causa deles. Os domingos não são a mesma coisa sem os abraços desenfreados na bancada, com uma bifana na mão feita pelo Zé.

Esta semana voltei lá. Sentei-me no relvado e fiquei a observar o campo, com o sol e o vento a bater na cara. “Isto ainda é muita grande, pá”, disse a um amigo. Porque as coisas mais pequenas são normalmente as maiores em paixão. São estes os meus “bigodes de gato” e “chaleiras de cobre”. Coisas pequenas, mas importantes. E que quando a normalidade voltar, quem de direito não subestime as coisas pelo tamanho. As mais pequenas vão precisar de apoio. O nosso terão: são as nossas coisas preferidas.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão 

Regresso a Casa: Ou vai ou racha!

Os próximos dois meses podem definir o futuro do FC Porto na próxima década. Ser ou não campeão vai ser fulcral na estabilidade financeira e desportiva quer no curto, mas também, no médio e longo prazo. O FC Porto atravessa uma grave crise financeira e garantir já os milhões da Champions é vital. A segunda posição não é garantia de nada, como foi visível esta época, e a próxima época tem ainda a agravante de ser preparada com muito menos tempo devido à pandemia que nos afeta.

Os azuis e brancos precisam de vender e arrecadar mais-valias, mas isso nunca acontecerá antes do final de julho, e para “atacar” o mercado é preciso vender primeiro. É crucial que o apuramento já esteja assegurado porque se isso não acontecer os possíveis reforços podem chegar em cima ou já depois das eliminatórias e play-off da Champions.

Juntando a tudo isto, o FC Porto atravessa um período eleitoral com as eleições marcadas para os dias seis e sete de junho. Pela primeira vez em muitos anos, Pinto da Costa terá oposição através das candidaturas de José Fernando Rio e Nuno Lobo. Acredito na vitória de Pinto da Costa, mas José Fernando Rio poderá ter um resultado interessante e se as vitórias desportivas não aparecerem a contestação vai aumentar, até porque a situação financeira vai-se certamente agravar. Por isso, só existe uma solução: o FC Porto tem de conquistar o título nacional!

No plano desportivo, o FC Porto tem todas as condições para conquistar o título. Tem mais profundidade no plantel, melhor onze, um treinador mais experiente e parte com uma pequena vantagem para esta reta final. A lesão de Marcano foi o fator negativo deste regresso aos treinos. O espanhol tem sido uma peça basilar no onze de Sérgio Conceição e vai obrigar o treinador portista a fazer ajustamentos no seu setor defensivo. Acredito que Mbemba e Pepe vão iniciar como a dupla de centrais, mas a idade de Pepe e o tempo longo de paragem pode obrigar Diogo Leite a ser chamado com regularidade.

Acredito que alguns jovens da formação podem ter um papel importante nesta fase final. Vítor Ferreira e Romário Baró vão ser, na minha opinião, bastante utilizados e conquistar em definitivo um lugar de destaque na equipa azul e branca. Fábio Vieira e Rodrigo Valente estão também a treinar com a equipa principal do FC Porto e serão apostas na próxima época. Diogo Queirós voltou e também se juntou ao grupo preparando já a próxima época.

Foto da Capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Lendas do Universo Leonino | Ivan Nikčević

Ivan Nikčević foi uma das figuras marcantes da história recente do Andebol leonino. O internacional sérvio representou o Sporting Clube de Portugal nas últimas 4 temporadas, conquistando dois campeonatos e uma Taça Challenge. Aos 39 anos, Nikčević deixará de vestir de leão ao peito, mas deixa a sua marca nos adeptos leoninos.

O ponta sérvio iniciou a sua carreira no seu país ao serviço do Crvena Zvezda. Na temporada 2005/2006 rumou a Espanha, onde permaneceu sete anos, vestindo as camisolas do CB Altea, CP Almería, San Antonio, Granollers e Atlético Valladolid. Mais tarde, aventurou-se novamente para um novo país e para uma nova realidade e assinou pelos polacos do Wisla Plock, clube que representou durante quatro épocas antes de chegar a Alvalade.

Ivan Nikčević chegou ao Sporting na época 2016/17, sendo muito importante para a equipa. Nessa temporada, o Sporting CP sagrou-se campeão na última jornada derrotando o eterno rival, SL Benfica, por 25-23, no Multiusos de Odivelas. Os leões estavam desde 2000/2001 sem vencer o campeonato, mas este foi um ano histórico, ao qual se somou ainda um título europeu: a EHF Taça Challenge.

Na época seguinte, o Sporting CP estreou a sua nova casa das modalidades: Pavilhão João Rocha. Assim, no Andebol, o João Rocha foi sinónimo de vitórias e de mais um título nacional. O Sporting CP sagrava-se bicampeão nacional em 2017/2018, sendo ainda finalista da Taça de Portugal, pela segunda vez consecutiva.

No decorrer destas quatro épocas foi um dos atletas com maior ligação aos adeptos leoninos
Fonte: Velux Champions League

Em 2018/2019, Ivan Nikčević continuou a ser um jogador preponderante para Hugo Canela – o treinador que conduziu a equipa ao bicampeonato. Nesta terceira temporada, o Sporting CP falhou o objetivo de vencer novamente o campeonato. No entanto, ao nível europeu foi uma época histórica. Os leões atingiram os oitavos-de-final da EHF Champions League, sendo eliminados pelos finalistas, os húngaros do Veszprém. Com isto, o Sporting CP fez história, uma vez que foi a primeira vez no andebol português que uma equipa chegou tão longe na principal prova europeia da modalidade.

Nesta última temporada, as competições no andebol foram dadas por terminadas. Contudo, o Sporting CP estava a um ponto do líder FC Porto, faltando ainda disputar toda a fase final. Na Taça de Portugal, os leões, então orientados por Thierry Anti, iriam defrontar o AA Avanca nos oitavos-de-final.

Ivan Nikčević vestiu a camisola do Sporting CP em 176 jogos, nos quais contribuiu com 390 golos e levantou três títulos. Um leão que deu sempre Esforço Dedicação e Devoção para conquistar a Glória. Na despedida, Nik deixou uma mensagem aos sportinguistas: “Vou ter muitas saudades do apoio dos nossos adeptos e do Pavilhão João Rocha. Vou torcer sempre pelo Sporting CP!”

Obrigado, Ivan Nikčević!

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Os 10 melhores jogadores de sempre

O futebol é um mundo à parte pelo qual ganhamos uma grande paixão desde cedo, ainda que não saibamos bem a razão. Talvez porque é uma forma de viver que está já enraizada na sociedade e nos vem sendo transmitida pelos nossos antepassados.

Foi em meados do século XIX, na Inglaterra, que se formou o desporto que hoje move milhões. E tal como os anos que passaram desde a sua criação, também foram muitos os jogadores praticantes da modalidade. Como em tudo na vida, uns destacaram-se mais do que outros, fazendo carreiras absolutamente notáveis e que vamos sempre recordar.

É sobre esses que nos importa falar, e hoje tentamos fazer uma lista com os dez melhores jogadores de futebol de sempre, ainda que seja injusto destacar tão poucos num meio que contou com tanto talento e variedade.