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SL Benfica 90-79 Bakken Bears: Encarnados regressam às vitórias europeias

A CRÓNICA: BENFICA CONTROLA JOGO E VENCE DINAMARQUESES

O SL Benfica recebeu e venceu os dinamarqueses dos Bakken Bears, assumindo assim a liderança do grupo I da Fiba Europe Cup – Segundo nível. Após a derrota na Alemanha frente ao BBC Bayreuth, a equipa de Carlos Lisboa voltou às vitórias europeias, confirmando assim a boa campanha que está a realizar. A partida foi bastante equilibrada durante a primeira parte, com o Benfica a disparar no marcador nos últimos minutos do segundo período. Na segunda parte, os dinamarqueses correram sempre atrás do resultado, mas novamente um forte final do Benfica selou o destino do jogo e assegurou a segunda vitória em três jogos para a equipa portuguesa. A próxima partida do Benfica para esta competição será no dia 22 de janeiro, na visita ao Spirou Charleroi

A FIGURA

Fonte: FIBA Europe Cup

Betinho Gomes – O jogador português, veterano do Benfica, provou mais uma vez o porquê de ser das peças mais importantes da equipa encarnada. Com 21 pontos, nove ressaltos e quatro assistências, Betinho Gomes foi claramente o melhor em campo pelo Benfica.

O FORA DE JOGO 

Fonte: FIBA Europe Cup

Tylor Ongwae – O extremo dos Bakken Bears acertou apenas um lançamento de campo em oito tentados, com zero triplos em três tentados. Claramente, o jogador com sinal menos no jogo, em particular no aspeto ofensivo.

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Os encarnados aproximaram uma estrutura de 2x1x2, com dois bases (Rafael Lisboa e José Silva) a procurarem o jogo exterior, dois postes (Hallman e Coleman) a explorar o jogo interior e Betinho Gomes a estabelecer o equilíbrio entre esses dois setores.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

José Silva (5)

Rafael Lisboa (6)

Betinho Gomes (9)

Arnette Hallman (6)

Eric Coleman (8)

SUBS UTILIZADOS

Anthony Ireland (9)

Damian Hollis (7)

Anthony Hilliard (4)

Fábio Lima (5)

Gary McGhee (5)

ANÁLISE TÁTICA E PONTUAÇÕES – BAKKEN BEARS

Ao contrário do Benfica, os dinamarqueses procuraram atacar o jogo interior durante todo o jogo. Usando dois jogadores no exterior e três a procurar atacar a área pintada dos encarnados, os Bears tentaram tornar o jogo mais físico, o que os favoreceria.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Adama Darboe (6)

Darko Jukic (4)

Ryan Evans (7)

Tylor Ongwae (3)

Michel Diouf (5)

SUBS UTILIZADOS

Nimrod Andrew Hilliard IV (6)

Thomas Laerke (7)

Chris Ortiz (6)

Morten Sahlertz (2)

Jonathan Galloway (3)

Foto de Capa: FIBA Europe Cup

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Atletismo: Os melhores dos 2010s – Masculino

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Os puristas dirão que a década apenas termina no final de 2020 e que se iniciou em 2011. Nada contra, deixo o calendário gregoriano e as suas limitações para outras discussões. Quando falo de períodos temporais, gosto de falar dos melhores atletas, filmes ou livros dos anos 70, 80 ou 90. Não tenho por hábito falar da década que decorreu entre 1971-1980 ou da década entre 1991-2000. Por isso faz, para mim, todo o sentido analisar o Atletismo nos mesmos períodos temporais.

Na lista que hoje apresento, dou a conhecer os atletas que marcaram cada uma das disciplinas individuais de pista (as que constam do calendário dos maiores eventos globais) nos últimos dez anos. Atletas no masculino neste primeiro artigo, atletas no feminino em artigo a publicar brevemente.

É uma lista feita por apenas uma pessoa e como tal é subjetiva – assim o continuaria a ser caso fosse elaborada por mais do que uma pessoa, mas o grau de imparcialidade seria sempre maior. No entanto, tento explicar o critério para cada uma das escolhas e, em alguns casos, nem eu estou completamente certo de que a opção escolhida seja a mais justa. Em alguns casos, as escolhas são óbvias, noutros nem tanto, mas a verdade é que estes são aqueles que penso que mais merecem aqui serem mencionados, quando nos referirmos a este período.

Eventos globais ao ar livre no período: Mundiais de Daegu 2011; Jogos Olímpicos de Londres 2012; Mundiais de Moscovo 2013; Mundiais de Pequim 2015; Jogos Olímpicos do Rio 2016; Mundiais de Londres 2017 e Mundiais de 2019.

A estratégia sem estratégia

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O escritor/cronista ou qualquer profissional que dirija a sua atividade ao “simples” ortografar ressente-se quando está prestes a encetar determinada redação e a temática lhe aflige como de uma paragem cardiorrespiratória se tratasse. Invade-os a sensação de as palavras estarem aprisionadas numa porta que o cérebro vê trancada a sete chaves. Até a voz se emudece. Um momento no qual uma mãe fita a cria afogar-se, num mar agitado e ora o cercam ondas impetuosas, ora o agridem esquivos sôfregos tentados em vão. E, no fim, a submersão lenta do corpo, penetrando a densidade de água e caminhando em direção ao fundo (negro) marinho. Um exemplo ilustrativo, considero eu…

Raiva, situações de confronto pessoal e o chamado “diálogo com os botões” surgem. A calma que, momentos antes, estivera com o ponteiro no índice mais elevado é reposta, a todo o custo, sob influência de questões às quais o sujeito não sabe, decifra ou induz resposta, mas mesmo assim se inquire na esperança sempre frustrada de observar o acionar da lâmpada que surge nos programas ficcionais, e, de súbito, esta irromper e iluminar a sua cabeça. Neste tipo de cenário, nem a crença conseguiria fazer das suas, porque não existem espetros de religiosidade capazes de resolver um assunto recheado do grau zero da espiritualidade.

Num primeiro momento, prometo não trespassar a irracionalidade que me caracteriza para o lado do discurso do ponto de vista da lógica. Os burros possuem palas e veem o que lhes convém ver, os adeptos bradam pelas suas cores, mas estão capacitados e dotados do discernimento necessário no momento de qualquer comentário.

A contestação à direção encabeçada por Frederico Varandas não pára de crescer
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

O prólogo teve início nos anos 80, sobretudo na segunda metade da década. Fria, concisa e objetivamente, a instituição Sporting Clube de Portugal quebrou o ritmo medianamente voraz de conquista, olvidou a sua grandeza e não verificou a guarnição do respeito que outrora impunha ao adversário.

Desde João Rocha que a atmosfera, com o urgir do tempo, vê o seu ar mais espesso, mais pesado, mais tórrido. A combustão, em pés de veludo, pé ante pé sobre uma corda bamba e em situação de perigo iminente, caminha e vai descortinando um horizonte favorável à sua prática. E, polémicas e opiniões obsoletas à parte, o mais perto que o clube esteve de uma sensação gloriosa e verdadeiramente indicadora do que é fazer parte da savana onde habita o rei da selva foi sob a presidência de Bruno de Carvalho.

A atualidade desportiva é sinalizada da mesma maneira há, pelo menos, 30 anos. Daí para cá, que estratégias foram delineadas e que estruturas se construíram para ser efetuada a marcha rítmica juntamente de SL Benfica e FC Porto? Por que motivo se desprezou e abandonou a salvaguarda da formação que, em pleno 2020, é a principal fonte de alimento dos rivais crónicos? Qual o verdadeiro propósito de temporada sim, temporada sim, se recitar um discurso no qual é exposto, de forma ignorante e anedótica, que o Sporting é candidato a uma, duas ou três das competições em que se insere? O departamento de scouting, no momento das contratações ditas cirúrgicas, está de cara virada para o sol, com um cocktail na mão? Qual é a função específica de Hugo Viana e de Beto, o que é que eles acrescentam e que experiência têm esses dois “monstros” do futebol? E em questões financeiras, estivemos bem, estamos bem ou não estamos coisa nenhuma?

Primeiro, estou enervado porque doía menos ser burro e viver com palas nos olhos. Segundo, estou enervado porque ironizei com os nervosos de espírito, procedi da mesma forma e me questionei imensas vezes. Terceiro, estou enervado porque, se nem com fé se vai lá, imaginem sem ela…

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

Revisto por: Jorge Neves

Os 5 elementos fulcrais na vitória do FC Porto em Alvalade

Findo o clássico do fim-de-semana e quase terminada a primeira volta do campeonato ficam duas certezas: A luta pelo título ficará a cargo de SL Benfica e FC Porto, sendo que, pelo andar da carruagem, dificilmente o título fugirá às águias, e o Sporting CP terá que se contentar com uma inglória luta a quatro pelo último lugar do pódio.

Outro dado relevante que fica do jogo de Alvalade prende-se com o facto de o FC Porto ter conseguido, quase duas dezenas de anos depois, vencer nos estádios dos dois rivais da capital. Apesar de um futebol quase sempre insuficiente, a equipa não deixou de ser capaz de demonstrar a sua força (é certo que o resultado de domingo é algo injusto) no reduto dos seus principais rivais. É um feito que não ganha campeonatos, mas dá alguma esperança.

Assim sendo, no Top BnR desta semana elenco os principais agentes que contribuíram para a importante vitória frente ao Sporting CP.

Daniel Ramos: O novo treinador do Boavista FC

Depois de um início fulgurante de temporada, tendo estado mesmo nove jornadas sem conhecer o sabor da derrota na Primeira Liga Portuguesa, o Boavista FC teve uma queda brusca em termos exibicionais e, principalmente, de resultados. Fruto desta conjuntura, das críticas dos adeptos à forma como a equipa se comportava em campo e ainda dos tempos de “chicotada fácil” que se vivem no mundo do futebol, Lito Vidigal acabou por ser demitido.

Para o seu lugar chegou um dos treinadores que mais vinha sendo falado para os diversos clubes que iam ficando sem treinador no campeonato – CD Aves e Vitória FC, por exemplo –, Daniel Ramos. Por mais extemporâneo que me pareça o despedimento de Lito Vidigal, creio que a escolha do técnico vila-condense para o seu posto foi uma boa decisão da direção axadrezada.

Depois de ter feito dois excelentes trabalhos no CD Santa Clara e no CS Marítimo, as passagens por GD Chaves e Rio Ave FC que se seguiram não lhe correram tão bem, algo que pode ter prejudicado um pouco a boa imagem que deixou nas formações insulares. Ainda assim tem alguma facilidade em encontrar interessados no seu trabalho, principalmente, naqueles clubes que privilegiam a forma como gosta de atuar em campo.

Aliás, creio que o Boavista FC é fantástico para Daniel Ramos e creio que terá resultados positivos ao leme dos mesmos. Apesar na mais recente conferência de imprensa ter revelado uma grande vontade de assumir um futebol mais bonito e dominador, sou da opinião que o seu estilo de jogo não difere muito do de Lito Vidigal, assente numa forte coesão defensiva e ataques cirúrgicos, mas letais. Um treinador que prefere muito mais o 1-0 que o 3-2: defender bem para atacar ainda melhor. Também por isso, não estranho que no GD Chaves e no Rio Ave FC não tenha durado muito tempo, visto serem dois clubes mais habituados a ver muitos golos, nas duas balizas.

Adeptos a festejar no Bessa
Fonte: Boavista FC

Entretanto, Daniel Ramos já fez a sua estreia ao leme do Boavista FC, para a Primeira Liga Portuguesa, e apesar de não ter perdido, também não venceu. Aliás, esteve quase a conseguir o “tal” 1-0 – o que seria uma boa estreia –, mas o Portimonense SC, através de uma bola parada, empatou já no último minuto de jogo.

O jogo dos homens da casa não foi mal conseguido e creio que há muita margem para melhorar, sobretudo na finalização das transições rápidas para o ataque. Quando os jogadores começarem a absorver as suas ideias de uma forma mais concisa, Daniel Ramos tem tudo para manter os axadrezados não só na Primeira Liga Portuguesa, mas também na primeira metade da tabela classificativa, onde se encontram neste momento, com 19 pontos.

Foto de Capa: Rio Ave FC

Revisto por: Jorge Neves

 

 

 

Olheiro BnR: Ygor Nogueira, um patrão em construção

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Ygor Nogueira, defesa central brasileiro de 24 anos, está a realizar a sua primeira temporada em Portugal, ao serviço do Gil Vicente FC. Natural do Rio de Janeiro, foi no Fluminense FC que começou o seu caminho no futebol profissional e foi ao Fluminense que esteve vinculado (embora com alguns empréstimos pelo meio) até esta temporada onde se transferiu para os Gilistas a título definitivo.

Quando muitos adeptos do Gil Vicente viram a exibição de estreia de Ygor Nogueira em pleno Estádio da Luz, auguraram o pior dos destinos para o defesa central ao serviço do clube barcelense. Para recordar, nesse jogo Nogueira cometeu uma grande penalidade (que na altura até foi falhada por Pizzi) e marcou um autogolo muito perto do intervalo, quando o jogo estava empatado e o Gil a dar uma ótima réplica aos campeões nacionais. Desde essa estreia desastrosa até aos dias de hoje, onde se assumiu como titular indiscutível ao lado do capitão Rúben Fernandes no centro da defesa, muita coisa mudou.

Nogueira representa o rigor da defesa Gilista
Fonte: Gil Vicente FC

Para começar, quero realçar a categoria e competência de Vítor Oliveira, que face a uma má exibição, não perdeu a confiança no jogador e continuou a lançá-lo ininterruptamente. E a verdade é que desde então assisti a uma das maiores metamorfoses do atual campeonato português. De um jogador que tremia como varas verdes e que não sabia o que fazer com a bola nos pés passou para um central calmo, confiante e que expressa cada vez melhor as suas maiores qualidades e disfarça também cada vez mais os seus cada vez menores defeitos.

Nogueira é um central à moda antiga. Reconhece as suas limitações, mas não faz delas limites. É um jogador forte no jogo aéreo e que melhorou imenso seu sentido posicional, cada vez mais identificado na forma de jogar imposta por Vítor Oliveira que, sabemos, é muito rigoroso com as suas equipas no que aos posicionamentos defensivos e ofensivos dizem respeito.

A forma como consegue coordenar com toda a linha defensiva Gilista e como está quase sempre no caminho da bola quando os avançados adversários tentam finalizar é demonstrador da sua leitura de jogo, mas o que mais me chama a atenção é a forma assertiva como executa todas as suas ações, fundamentalmente sem bola. Mais do que interpretar o momento de salto ou os timing de desarme, Nogueira sabe fazê-lo de forma autoritária, o que transmite desde logo muita confiança a toda a equipa, porque sente que tem ali um porto seguro. De facto, Nogueira e Rúben Fernandes constituem neste momento uma das melhores e mais eficientes duplas de centrais da Primeira Liga.

Vitor Oliveira soube potenciar uma característica desde cedo percetível em Nogueira: o passe em profundidade. Com Nogueira e Rúben Fernandes, o Gil Vicente ganha variedade na saída de bola. Nogueira estica quase sempre na frente entre o central e lateral esquerdo adversário onde aparece constantemente o avançado Sandro Lima em movimentos de diagonal e principalmente do médio ofensivo Kraev nas costas dos defesas (Kraev é, na minha ótica, um dos melhores jogadores do campeonato a efetuar o movimento de ataque à profundidade).

Já Rúben Fernandes oferece uma saída mais curta, beneficiando da descida de Soares ou Claude para pegar no jogo e a partir daí construir o jogo ofensivo da equipa. Assim, podemos ver que o Gil soube aproveitar aquilo que à primeira vista parecia uma deficiência no jogo de Nogueira e transformá-la numa característica forte da equipa que é o ataque à profundidade e a verticalização do seu jogo.

Se Nogueira continuar a jogar e continuar a saber ouvir e aprender, tem tudo para não ficar pelo Gil Vicente. Com um treinador que o saiba entender e que saiba colocar as suas características em função da equipa, tem tudo para ser um central apetecível a clubes com objetivos e orçamentos diferentes do Gil Vicente.

Foto de Capa: Gil Vicente FC

Revisto por: Jorge Neves

 

Motores Virtuais

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Caro leitor, como fã de desporto motorizado sempre tive o sonho de poder pilotar os carros mais rápidos do planeta em cada disciplina. Da Fórmula 1 até ao Campeonato do Mundo de Ralis, passando pelo DTM, WTCR. Por enquanto fico-me pelos karts, já que não é fácil chegar a esse patamar.

Mas, posso dizer que já pilotei o McLaren de Ayrton Senna, o Ford Fiesta WRC que Sébastien Ogier venceu o WRC ou até o Audi RS5 com que René Rast dominou o DTM. Como? Através do virtual. E, hoje em dia, não são poucos os pilotos que utilizam esta vertente. Lando Norris e Max Verstappen são presenças assíduas em simuladores como o IRacing. Nicki Thiim também é outro piloto que utiliza muito os simuladores.

Mas, e se for como eu? Como podemos entrar neste mundo? Hoje em dia, é cada vez mais fácil. Uma das opções pode passar por adquirir uma PlayStation e um jogo de corridas. Hoje em dia, o que não faltam são ligas para competir. Cada vez mais crescem o eSports.

A expressão “eSports”, derivada do inglês “eletronic sports”, também conhecida como desportos eletrónicos, é o nome destinado às modalidades de competição profissional de jogos eletrónicos. Das duas às quatro rodas, o que não falta é divertimento. O MotoGP têm uma série de eSports, a Fórmula 1 também a tem. O WRC e o WTCR não ficam atrás e já têm a sua também.

Com muitas séries internacionais, fiz uma pequena pesquisa do que havia em Portugal e percebi que existem muitas séries, todas boas. Ou seja, não caberiam todas neste artigo, então escolhi as que me mais dizem, ou seja, aqui vão poder ler um pouco sobre Fórmula 1, MotoGP, Endurance, GTs e Turismo.

Primeiro, vamos ao pináculo do desporto motorizado: Fórmula 1. Já com três edições corridas, a série baseia-se no jogo anual do campeonato. Este ano, o F1 2019. Em Portugal, uma boa forma de começar é talvez juntar-se à Portugal Racing League. Aqui, existe muita competição, mais de 150 pilotos e muitas divisões. PlayStation e PC garante competitividade.

A PTRL surgiu em abril de 2019 e hoje conta com corridas de segunda a quinta, sempre às 22h. Também existem corridas ao domingo, a partir das 18h. Um bom ponto de partida para se competir com os carros mais avançados do planeta.

Da Fórmula 1, passamos agora a anunciar alguns dos simuladores/jogos com séries portuguesas. No Raceroom, que conta com o WTCR eSports oficial, podemos encontrar a RaceRoomers Portugal. Nesta liga o que mais chamou a atenção foi a versão Endurance Champ. Foram cinco rondas, com corridas de 1h30min de duração, onde entram protótipos e GTs. Para saber mais, vá aqui.

Europeu de Andebol 2020: A espera terminou

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O ano de 2020 ainda mal começou e já podemos contar com a primeira grande competição de Andebol. As melhores seleções europeias perfilam-se para demonstrar a sua qualidade nas quadras da Áustria, da Suécia e da Noruega. Numa organização a três, o Europeu deste ano tem início marcado para dia 9 deste mês de janeiro e terminará a 26 do mesmo mês. Curiosamente, este vai ser o primeiro europeu que vai contar com 24 seleções.

Depois de quatorze anos de ausência, Portugal volta a estar nos grandes palcos europeus da modalidade a nível sénior e está inserido no Grupo D. Resta saber aquilo que podemos esperar nos restantes grupos onde temos as velhas e habituais potências do Andebol que co-habitam com aquelas que tentam voltar a ser grandes e outras que experimentam as quadras da competição por poucas vezes e querem dar um ar de sua graça. Fica com a antevisão daquilo que podemos esperar nesta Fase de Grupos do Europeu de Andebol.

SL Benfica ativa o radar: 5 jogadores que podem chegar em janeiro

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O mês de janeiro é sinónimo de mexidas nos plantéis e o Sport Lisboa e Benfica não é exceção. Após confirmada a transferência de Julian Weigl, a troco de 20 milhões de euros, o clube encarnado tem agora novos alvos na sua mira.

Com o intuito de melhorar o plantel para o que falta da temporada, Bruno Lage tem, nesta janela de transferências, a oportunidade de tornar este plantel num ainda mais competitivo.

O principal objetivo das águias é a revalidação do título de campeão nacional, mas a promessa de um Benfica europeu não caiu no esquecimento, por parte dos adeptos, e é também nesse sentido que há a possibilidade de novos reforços chegarem a Lisboa.

Estes são, então, as cinco possíveis contratações dos encarnados neste defeso de inverno.

SSC Napoli 1-3 FC Internazionale Milano: Os erros pagam-se caro

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A CRÓNICA: AS FALHAS DE UNS E A EFICIÊNCIA DE OUTROS

No fecho da 18ª jornada da Serie A, o Inter de Milão conseguiu o que já não conseguia desde 1997: vencer no reduto do Nápoles em jogos a contar para o campeonato. “Bola cá, bola lá” talvez seja a melhor forma de caracterizar o primeiro tempo, com um ritmo sempre empolgante. A fechar o primeiro um quarto de hora, Lukaku fez jus à expressão “à terceira é de vez” e tratou de inaugurar o marcador numa transição rápida. O conjunto da casa tentou responder, mas a exposição ao adversário era tanta que isso permitiu que o Inter – sempre mais objetivo – aproveitasse para chegar ao segundo, novamente por intermédio do avançado belga. Apesar de todas as contrariedades, o Nápoles não baixou os braços e, depois de muito tentar, Milik reduziu a diferença no marcador pouco antes do intervalo. Esperava-se um segundo tempo em que a equipa de Gattuso fosse para cima do adversário na tentativa de chegar ao empate, contudo, o golo de Martínez revelou-se fatal nas aspirações dos azzurri. Contas feitas, Inter e Juventus iniciam 2020 como terminaram 2019: na liderança conjunta do campeonato italiano.

A FIGURA

Fonte: FC Internazionale

Romelu Lukaku – Oportunista, velocista e eficaz. Foi por ele que passaram todas as jogadas do Inter de Milão, nomeadamente no primeiro tempo, algo que lhe valeu dois golos em quatro tentativas. Embora mais apagado no segundo tempo, lutou por cada bola como se fosse a última e podia ainda ter contribuído para outro resultado. A sociedade Lukaku-Martínez na frente de ataque continua a dar frutos.

O FORA DE JOGO

Fonte: SSC Napoli

Setor defensivo napolitano – Três golos sofridos, três ofertas. Houve muito mérito da equipa de Conte, mas houve também um demérito considerável por parte da equipa derrotada. No primeiro golo, uma escorregadela fatal de Di Lorenzo. No segundo, Meret ficou muito mal na fotografia. No terceiro, Manolas pecou ao cortar uma bola, oferecendo o momento-chave ao adversário. E quando assim é…

ANÁLISE TÁTICA – SSC NAPOLI

Face à última jornada, marcada pela primeira vitória de Gattuso no comando técnico do Nápoles, a formação voltou a alinhar num 4-3-3 com mexidas no setor defensivo: Hysaj alinhou na ala esquerda e Di Lorenzo foi arrastado para o eixo central da defesa. Fiel à sua identidade, Gattuso colocou a equipa como gosta: a atacar, a pressionar e sempre com as linhas subidas. E foi exatamente toda essa exposição que facilitou (e de que maneira!) as transições rápidas do adversário, resultando em dois golos cruciais num espaço de vinte minutos. Os erros defensivos da sua equipa custaram-lhe bem caro.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alex Meret (4)

Mário Rui (5)

Di Lorenzo (4)

Manolas (4)

Hysaj (5)

Zielinski (7)

Fabián Ruiz (6)

Allan (6)

Lorenzo Insigne (7)

Callejón (6)

Milik (7)

SUBS UTILIZADOS

Lozano (5)

Llorente (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC INTERNAZIONALE MILANO

Como tem vindo a ser apanágio, a formação de Conte alinhou no já habitual 3-5-2 e, no reduto do Nápoles, fez o que tinha a fazer. Seguros a defender (com a ajuda dos médios nas laterais) e eficientes a atacar, aproveitando as fragilidades defensivas do adversário e também a velocidade da dupla Martínez-Lukaku. Além disso, o Inter de Milão soube como responder ao golo sofrido na reta final do primeiro tempo, nomeadamente com a entrada de Barella já no decorrer da segunda parte (cinco minutos antes do 1-3 final).

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Handanovic (6)

Skriniar (6)

Stefan de Vrij (6)

Bastoni (6)

Biraghi (7)

Gagliardini (5)

Brozovic (7)

Vecino (6)

Candreva (7)

Martínez (8)

Lukaku (9)

SUBS UTILIZADOS

Barella (6)

Sensi (5)

Valero (-)

Foto de Capa: SSC Napoli

Revisto por: Jorge Neves