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Rio Ave FC 2-1 Vitória SC: Alterações trouxeram vida ao ataque vila-condense

Com quatro alterações face àquele que foi o onze apresentado por Daniel Ramos em Alvalade, o Rio Ave FC, foi capaz de mostrar qualidade ofensiva para derrubar o conjunto de Guimarães, num jogo com um ambiente digno da primeira liga.

Rio Ave FC e Vitória SC encontraram-se, no domingo, para um dos encontros grandes da jornada 29 da Liga NOS. A equipa da casa conseguiu vencer por 2-1, num jogo que se antecipava complicado.

Os dez primeiros minutos de jogo ficaram marcados pela cautela com que ambas as equipas optaram por abordar este encontro. Os dois conjuntos preferiram não arriscar e o conjunto da casa foi quem deteve a bola na maior parte do tempo. O conjunto vimaranense tentou sair em transições ofensivas, mas sempre sem sucesso.

O ambiente no estádio esteve animado e o foco dos jogadores desviou-se para fora das quatro linhas ao verem adeptos do Vitória SC invadirem uma zona, inicialmente interdita, pela polícia. Os adeptos da casa manifestaram o seu descontentamento pela falta de capacidade da polícia controlar este fenómeno.

Já com o ambiente mais calmo e controlado os jogadores conseguiram finalmente concentrar-se no que se passava dentro das quatro linhas. Foi então que o Rio Ave FC, por intermédio de Felipe Augusto, conseguiu o primeiro remate perigoso, à baliza defendida por Miguel Silva.

O conjunto de Daniel Ramos conseguiu adiantar-se no marcador na conversão de uma grande penalidade que nasceu de uma jogada bem desenhada pelo ataque vila-condense. Filipe Augusto converteu o castigo máximo e deixou os adeptos rio-avistas mais animados.

Já em vantagem no marcador o Rio Ave FC continuou por cima do encontro. Nuno Santos colocou Miguel Silva à prova com um remate potentíssimo, depois de ter ganho bem a posição em corrida, na primeira transição ofensiva que os vila-condenses fizeram.

A primeira metade do jogo acabou sem que o Vitória SC conseguisse ter uma chance de verdadeiro perigo. O Rio Ave FC conseguiu sempre controlar a posse de bola e não teve problemas em tomar conta do encontro.

Tarantini disputa a bola com Wakaso
Fonte: Liga Portugal

No reatamento da partida a equipa da casa consegue aumentar a vantagem. Boa jogada de insistência na direita com Diego Lopes a deixar a bola para Nuno Santos que no coração da grande área rematou sem hipóteses de defesa para Miguel Silva.

Em resposta ao segundo golo dos vila-condenses o conjunto de Luís Castro conseguiu rematar por duas vezes com perigo à baliza. A primeira foi num cruzamento de Rochinha que sofreu um desvio de Guedes e a segunda foi um remate cruzado de Guedes para uma defesa de Leo Jardim. Os vimaranenses, finalmente, mostravam querer reagir à desvantagem.

Descontente com o resultado que o marcador mostrava, Luís Castro decidiu fazer as duas primeiras substituições no encontro. Entraram Joseph e Welthon para os lugares de Rochinha e de Guedes. Foi, claramente, uma busca pela rapidez de processos, por parte do treinador do Vitória SC.

Já Daniel Ramos preferiu manter o seu sistemática ao lançar Bruno Moreira para a posição de Gelson Dala, refrescando a setor atacante vila-condense. Nesta altura, Luís Ramos esgotava as suas alterações ao introduzir Ola John em jogo em detrimento de Rafa Soares.

A formação entrou nos dez últimos minutos do tempo regulamentar a procurar o golo e a tentar sair de Vila do Conde com pontos. No entanto, o Rio Ave FC, consistente, não o permitiu. As entradas de Welthon e de Joseph não surtiram o efeito desejado e o Vitória SC continuou com dificuldades em construir jogadas.

Foi então, ao minuto 88, que o árbitro da partida, Manuel Oliveira, decide recorrer ao VAR para averiguar uma alegada mão na grande área vila-condense. O árbitro português confirma e assinala grande penalidade que Tozé converteu, diminuindo a desvantagem do Vtória SC.

O resultado manteve-se até ao apito final. O Vitória SC foi incapaz de voltar a rematar à baliza de Leo Jardim algo que sublinhou a consistência defensiva da equipa da casa. De assinalar ainda, a expulsão de Fábio Coentrão no último minuto da partida por acumulação de amarelos.

Com este resultado o Rio Ave FC mantém o seu nono posto na tabela classificativa enquanto que o Vitória SC ocupa o sexto posto. Na próxima jornada os vila-condenses terão que ir visitar a Belenenses SAD e o Vitória SC vai receber o CD Aves.

Onzes Iniciais e Substituições:

Rio Ave FC: Leo Jardim, R. Semedo, Borevkovic, Tarantini, Diego (Jambor 90+3’), Nuno Santos, Junio Rocha, F. Coentrão, F. Augusto, Gabrielzinho (Galeno 79’), Gelson Dala (B. Moreira 75’)

Vitória SC: Miguel Silva, P. Henrique, Rafa Soares (Ola John 75’), Guedes (Welthon 57’), M. Oliveira, F. Sacko, Tozé, Osório, Wakaso, Rochinha (Joseph 60’), Davidson

Faltando pouco para o Mundial, a seleção brasileira padece

A seleção brasileira feminina está em preparação para o Mundial da França. A equipa comandada pelo técnico Vadão está no Grupo C, junto com Itália, Austrália e Jamaica. Esta competição será histórica. Pela primeira vez, uma emissora de televisão aberta transmitirá todos os jogos da seleção num Mundial. Isso é um grande marco que não pode ser ignorado. A televisão tem um papel importante na divulgação do desporto feminino. Assim, o público poderá ter mais interesse e, inclusive, conhecer as jogadoras que representam o seu país. Com a exceção de Marta, a maior parte do elenco da seleção brasileira é desconhecido pelo público brasileiro.

Contudo, nem tudo é alegria. Logo no Mundial que será televisionado, a seleção feminina anda de mal a pior. As meninas vêm de uma incrível série de nove derrotas consecutivas e as perspectivas são as piores possíveis para a Taça do Mundo. O trabalho do treinador Vadão é bem questionável. Além das derrotas, a equipa não apresenta quase nada em campo, e, na verdade, o que é apresentado é uma grande desorganização. A seleção parece não evoluir em nenhum setor, com o treinador. Porém, para o coordenador do Futebol feminino, Marco Aurélio Cunha, a seleção está mostrando um bom futebol, apesar das derrotas, e defende a permanência de Vadão. “A confiança que possa melhorar e o trabalho que faz, a proximidade da Copa e tudo que já observou aliado à sua experiência como treinador. Não considero o desempenho tão ruim, e sim os resultados. Vários jogos que perdemos jogamos bem”, disse o coordenador numa entrevista ao blog As Dibradoras.

Marta continua a ser a grande estrela                                                                                              Fonte: CBF

A seleção feminina do Brasil é um reflexo da (des)valorização que as jogadoras brasileiras possuem no país. Os campeonatos nacionais organizados pela CBF costumam ser curtos e sem grandes atrativos. A maior parte das atletas que atuam no Brasil precisam de outra ocupação para completar a renda e as suas perspectivas de ter um sucesso na carreira vão diminuindo, ao mesmo tempo que crescem as suas desilusões. O processo de valorização do Futebol feminino será demorado, mas, com um bom projeto, poderá ser viável. Cabe a nós, amantes do Futebol, estarmos juntos nessa empreitada. Dirigentes, jornalistas e adeptos precisam de estar empenhados nesta causa, pois cada um tem uma função importante no crescimento do Futebol feminino brasileiro e mundial.

Foto de capa: CBF

E-Prix de Roma: Primeira vitória suada para Mitch Evans

A Formula E regressou ao continente europeu com o E-Prix de Roma, nas ruas da capital italiana. Para manter a tradição, vimos mais uma vitória de um piloto e equipa diferente. Desta vez, essa honra pertenceu a Mitch Evans e à equipa da Panasonic Jaguar Racing, que, após uma batalha épica com o Ds Techeetah de André Lotterer, foi o 7º vencedor de sete corridas nesta época.

Como já é hábito na Formula E, as primeiras voltas ofereceram caos e destruição, desta vez potenciado pelo piso molhado das ruas de Roma, onde tinha chovido pouco antes da corrida. Vários carros estiveram envolvidos num acidente em cadeia, que bloqueou a pista, dando origem a uma bandeira vermelha, que parou a corrida durante vários minutos.

No recomeço, Lotterer, que partiu na pole position, seguia na frente e era perseguido por Evans, que passou metade da corrida nessa posição. Os dois pilotos acabaram por se separar dos restantes e batalharam pela primeira posição até ao fim, sendo a estratégia do uso do Attack Mode essencial para o resultado final.

O piloto da Jaguar foi o primeiro a apostar no Attack Mode, porque, apesar de parecer mais rápido, Lotterer defendia a posição com tudo o que tinha e não abria nem um espaço para a ultrapassagem de Evans. A aposta acabou por dar frutos, pois, após muitas tentativas, um espaço mínimo abriu-se, e Evans, numa manobra que deixaria Senna feliz, atacou com tudo, obrigando Lotterer a ceder e a abrir passagem ao piloto da Jaguar.

A batalha entre Evans e Lotterer durou toda a corrida
Fonte: ABB Formula E

Lotterer ainda se viu pressionado por Vandoorne, o ex-piloto da Mclaren, a aproveitar a batalha entre os líderes para se aproximar, mas acabou por não ter a velocidade suficiente para lutar por mais do que o último lugar do pódio.

GP China: Corrida 1000, entusiasmo 10

Milésima corrida da história da Fórmula 1 ou, melhor dizendo, milésima corrida a contar para o campeonato, e que grande corrida foi. Depois de o Bahrain ter sido uma das melhores corridas dos últimos anos, o Grande Prémio da China deixou muito a desejar, sendo a ordem de chegada no fim da corrida quase igual à ordem do final da primeira volta.

Após uma excelente pole position na qualificação, Valteri Bottas saiu mal e caiu para o segundo lugar, atrás de Hamilton, que desapareceu no horizonte para nunca mais ser apanhado e ter uma corrida tranquila. Leclerc também se colocou à frente de Vettel, mas a equipa pediu para este sair da frente para deixar o alemão subir ao terceiro lugar, apesar de Leclerc estar mais rápido, mas não foi a única vez que complicaram a vida ao monegasco durante a corrida…

Mais atrás, Kvyat conseguiu chocar contra os dois Mclaren ao mesmo tempo, arruinando a sua corrida e a de Sainz e Norris. Hulkenberg começou bem, mas acabou por se retirar, mais uma vez com problemas mecânicos.

Kvyat a “limpar” os dois Mclaren
Fonte: Formula 1

Se na linha da frente as coisas estavam bastante paradas, ao menos no meio campo continuava a haver as lutas fantásticas do costume, certo? Não, excetuando algumas lutas bastante agradáveis de Raikkonen com os carros da Haas, e a recuperação fenomenal de Albon, também não houve nada de grande destaque. 

Ricciardo manteve a 7ª posição com segurança, Sergio Perez teve um arranque fantástico e seguia o australiano, mas a alguma distância, e Kimi também entrou nos pontos com uma boa corrida.

Com a preocupação focada principalmente na poupança de pneus, os pilotos da frente não arriscavam muito. A Red Bull foi a primeira a agir e, quando viu os Ferrari a lutar com a  aderência, mandou Verstappen aos pits para tentar ganhar posições e, de seguida, a equipa manda Vettel às boxes, apesar de o piloto em risco de ser ultrapassado por Max ser Leclerc. A Ferrari mantém o monegasco na pista por mais três voltas, com ele claramente a lutar por aderência, e só depois troca os pneus, arruinando qualquer hipótese que ele tinha de manter a quarta posição.

CD Aves 1-3 Sporting CP: Prevaleceu a lei do mais forte

O CD Aves perdeu por 1-3 frente ao Sporting CP, em partida a contar para a jornada 29 do campeonato. Renan ameaçou facilitar o jogo para os avenses, mas prevaleceu a lei do mais forte numa partida em que, com menos um, os leões acabaram por conseguir uma vantagem confortável.

Três pontos acima da linha de água, com a ressalva de o CD Nacional apenas jogar amanhã, o CD Aves partiu para este encontro com o objetivo de pontuar e conseguir respirar melhor numa luta de aflitos que, a cada jornada, pode fazer os cenários mudarem. Sem Baldé entre as opções disponíveis, por ser emprestado pela formação de Alvalade, Inácio foi obrigado a mudar o onze inicial, abdicando assim daquele que tem sido a principal referência da equipa. Vítor Costa, lateral esquerdo, foi expulso no encontro da última jornada e ficou também de fora, tendo assumido a titularidade para os seus lugares Derley e Matos Milos.

Já o Sporting CP veio à Vila das Aves para tentar manter a permanência no pódio do campeonato e Keizer fez, por isso, duas alterações em relação aquele que foi o onze titular da semana passada, com a receção ao Rio Ave FC. Borja e Diaby deram lugar a Jovane e Raphinha, tendo o técnico recuado Acuña para defesa esquerdo. Jovane voltou assim a ser titular nos leões, algo que não se verificava desde 23 de dezembro, aquando da derrota na deslocação ao Vitória SC.

E se a lei do mais forte costuma prevalecer, foi mesmo o Sporting CP que entrou melhor no encontro, com grande pressão junto à baliza adversária. No entanto, Renan escreveu o seu nome na história do jogo, ao ser expulso à passagem do minuto 3. Depois de se deixar ultrapassar por Luquinhas, o guarda-redes leonino fez falta e acabou por ver vermelho direto e deixar os leões reduzidos a dez unidades. Os avenses ainda pediram grande penalidade, mas depois da intervenção do VAR, Artur Soares Dias deu livre, que acabou por não incomodar o recém entrado Salin.

A expulsão obrigou Keizer a alterar a equipa, com Jovane a ser o sacrificado e a ceder o seu lugar a Salin, mas acabou por não parecer afetar a formação de Alvalade que, aos 12 minutos, Bruno Fernandes ameaçou com um remate forte à entrada da área, a obrigar Beunardeau a defender para canto. E se o primeiro aviso não passou disso mesmo, ao minuto 24 Luiz Phellype abriu mesmo o marcador. O cruzamento foi de Acuña e o avançado leonino não desperdiçou.

Apesar de estar em vantagem numérica, Augusto Inácio não alterou o esquema tático que planeou para o encontro, continuando a apostar numa linha de cinco defesas. No entanto, cerca de seis minutos depois de sofrer, o CD Aves restabeleceu a igualdade, novamente beneficiando de um erro do guarda-redes do Sporting CP. Luqinhas voltou a ganhar em velocidade à defesa dos leões e Salin apenas o conseguiu travar em falta, com Artur Soares Dias a assinalar de pronto grande penalidade. Falcão foi chamado a converter e fez o um igual no marcador.

Quando parecia certo que o intervalo ia chegar com o 1-1, Mathieu voltou a dar a vantagem aos visitantes. Ao minuto 44 Bruno Fernandes converteu um livre e aproveitou a colocação da defensiva do CD Aves, com defesas em cima da linha de golo e a colocar todos os adversários em jogo, para cruzar em vez de rematar direto. Wendel falhou uma primeira abordagem, mas o central acabou mesmo por bater Beunardeau pela segunda vez na noite.

Foi uma boa casa a que preencheu esta noite as bancadas do CD Aves
Fonte: CD Aves

O segundo tempo trouxe mexidas nos avenses, com Inácio a aproveitar a superioridade numérica no encontro para abdicar de um dos centrais. Ponck saiu e deu lugar a Varela, que começou a época na equipa de sub-23, e o CD Aves passou a jogar com uma linha de quatro defesas.

Ainda assim, voltou a ser o Sporting CP a primeira equipa a criar perigo, com um remate forte de Acuña a obrigar Beunardeau a uma boa defesa logo ao minuto 49. O CD Aves respondeu aos 55, com Falcão a rematar para uma defesa fácil de Salin. A primeira grande oportunidade da segunda parte saiu dos pés de Raphinha que, apenas com o guarda-redes pela frente, permitiu a mancha e falhou o dilatar da vantagem, que daria maior tranquilidade aos leões.

Luqinhas foi sempre um dos mais ativos na frente de ataque dos avenses e um dos que por mais vezes desequilibrou a defensiva leonina, ainda que sem verdadeiro perigo. Augusto Inácio mexeu a pouco mais de um quarto de hora no final e lançou Diallo, mais uma peça para o ataque à igualdade, que mesmo com mais um, nunca esteve facilitada.

E a verdade é que acabou mesmo por ser o Sporting CP a fazer o golo e colocar um ponto final na história do encontro, ao minuto 84. Bruno Fernandes voltou a ser homem-golo nesta formação leonina e, desta vez, foi de cabeça que fez o 1-3, após cruzamento de Ristovski. 16.º golo para o médio português nesta edição do campeonato. Derley ainda marcou, já à entrada para compensação, mas o golo acabou por ser anulado por falta do avançado sobre Coates.

O CD Aves fica assim a aguardar a prestação do CD Nacional, CD Tondela, Boavista FC e CS Marítimo, que entram em campo amanhã, para perceber se é ou não ultrapassado na tabela, depois de permanecer com os mesmos 30 pontos com que entrou para este encontro. Já o Sporting CP mantém firme o seu terceiro lugar, agora com 64 pontos.

Onzes iniciais e substituições

CD Aves – Beunardeau, Ponck (Varela, 46′), Galo, Jorge Fellipe, Rodrigo, Vítor Gomes (Diallo, 73′), Falcao, Fariña (Rúben Oliveira, 85′), Mato Milos, Luquinhas e Derley

Sporting CP – Renan, Ristovski, Coates, Mathieu, Acuña, Bruno Fernandes, Gudelj (Doumbia, 71′), Wendel, Raphinha, Luiz Phellype (Diaby, 78′) e Jovane (Salin, 6′)

CD Santa Clara 1-1 Moreirense FC: Um empate agridoce

Mais um dia de espetáculo de futebol no estádio de S. Miguel. Apesar do tempo meteorológico não ter sido o mais propício a uma boa partida, juntaram-se cerca de mil adeptos apaixonados que vieram apoiar a sua equipa. O CD Santa Cara vinha dum jogo fora em que arrecadara um ponto frente ao Belenense SAD, enquanto o Moreirense FC na sua última partida vencera o Braga.

A primeira parte ficou marcada com um golo madrugador da equipa do Moreirense que, através dum passe de Arsénio, faz com que Pedro Nunes coloque a bola no fundo das redes de Marco Pereira. A equipa da casa ainda tenta reagir logo após o golo através de Bruno Lamas, no entanto sem efeito.

O Moreirense ao longo desta primeira parte, continua a alertar os vermelhos e brancos da sua vontade de conquistar os 3 pontos e manter a sua ronda de vitórias, por aproveitar as falhas da defesa da equipa contrária. Essa falha defensiva poderia ter dado origem ao 2º golo da partida, no entanto o guardião das redes não deixou que isso acontecesse.

Numa situação de ataque, Francisco Ramos faz entrada dura no guarda redes do Moreirense acabando por acumular o quinto cartão amarelo ficando, assim, de fora no próximo jogo frente ao FC Porto.

Pouco tempo depois, aos 28 minutos, Trigueira defende um lance do Santa Clara no entanto, este não consegue afastar a bola o suficiente o que fez com que Guilherme tentasse chegar à bola através dum carrinho. Trigueira, como forma de se defender, coloca os pés em frente batendo, assim, com estes no pescoço de Guilherme deixando-o no chão e vendo um cartão vermelho seguido da sua expulsão.

Já para além do tempo regulamentar, João Lucas tenta igualar o marcador fazendo a bola passar muito perto da baliza e deixando os adeptos com o coração nas mãos. Essa sensação manteve-se até ao último minuto e acalmou através dum passe de Patrick para Guilherme que fez o primeiro golo da equipa da casa igualando o marcador antes o intervalo e deixando os adeptos em êxtase.

Apesar das várias tentativas de alcançar a superioridade no marcador, as equipas apenas conseguiram arrecadar um ponto
Fonte: Bola na Rede

Os primeiros minutos da segunda parte começando com ambas equipas a tentar arriscar em arrecadar o segundo golo, no entanto não passou de tentativa. Depois desse momento de tensão, por breves instantes, o jogo centrou-se a meio campo dando um pouco mais de calma aos jogadores.

Fica na retina um passe combinado entre Zé Manuel que fez passar a bola pelas costas para Pablo fazendo este a passar para Santana que estava e posição de golo. Apesar deste momento brilhante de futebol, a sorte não estava do lado de Santana que rematou ao lado da baliza de Macedo.

A partir daí, a equipa da casa continuou a tentar a sua sorte junto à baliza do Moreirense que se viu obrigado a defender mais. O Moreirense viu-se obrigado a baixar as suas linhas de forma a evitar sofrer mais golos nesta segunda parte.

Apesar das mais variadas tentativas de golo, nenhuma das equipas conseguiu alcançar a superioridade no marcador deixando, assim, um empate agridoce para ambos o técnicos.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

CD Santa Clara: Marco; J. Lucas; F. Cardoso; César M.; Patrick (66’ Pablo Lima); B. Lamas (63’Lucas Marques); O. Rashid; Francisco Ramos (46’ Thiago Santana); Ukra; Zé Manuel; G. Schettine

Moreirense FC: Trigueira(31’ Macedo); Iago dos Santos; F. Pacheco; Ibrahima; Chiquinho; Halliche; Pedro Nuno (Alan); Heri (71’ Bilel) ; Arsénio; D’ Alberto; Neto

Primeiro ataque ao mercado: os setores que são precisos reforçar

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O fim da temporada aproxima-se e com ele vem o período de transferências, uma das alturas mais entusiasmantes do calendário. Como é natural nesta fase, as equipas aproveitam para reforçar os seus planteis, com base no que precisam para o período de competição seguinte.

É precisamente esse exercício que pretendo fazer. O objetivo passa por traçar um diagnóstico dos principais setores a reforçar, de acordo com o plantel que fez esta época. Uma vez identificada a problemática, espera-se que as escolhas do clube colmatem as necessidades do grupo de alguma forma.

Sem mais demoras, identifico fragilidades em praticamente todos os setores, à exceção da baliza, que está bem entregue a Vlachodimos. Faria uma alteração ou outra – saída de Svilar – e apostava em Zlobin como alternativa de valor, algo que não está a ser feito, por se tratar ainda da época de estreia na equipa principal.

Passando às grandes debilidades, é necessário um central com experiência. Contando com a saída de Conti e as permanências dos restantes (Ferro, Rúben Dias e Jardel), um quarto central seria a cereja no topo do bolo. Mas não é um central qualquer! As qualidades contam muito, e vejo nelas a liderança, o controlo com e sem bola e a visão de jogo, à semelhança do que Ferro está a fazer e da carreira histórica de Luisão, para se ter um exemplo.

Depois, uma alternativa urgente para as laterais. André Almeida e Grimaldo não são de ferro e uma das razões para serem totalistas deve-se à falta de uma segunda referência. Na direita, Corchia pode desempenhar esse papel, mas o mais provável é voltar ao Sevilha. Na esquerda, a aposta tem de ser mais firme. Yuri Ribeiro não se compara ao que Grimaldo consegue fazer e isso tem se visto nos poucos jogos que tem feito.

É na posição de lateral que reside uma das principais lacunas do plantel
Fonte: SL Benfica

No setor intermédio, se o plantel ficar como está, o que não acredito muito, a equipa está bem servida, mas é sempre útil compensar uma possível saída com uma entrada de valor. Nesse sentido, apostaria num construtor de jogo, semelhante a Pizzi.

Num outro ponto de análise, é necessário um ponta de lança puro. Seferovic é o único no plantel com essas qualidades, tendo em conta que Jonas se assemelha mais a um avançado móvel e que liga o jogo entre setores. A principal lacuna passa, assim, por substituir o suíço quando estiver de fora, como já aconteceu esta época. Assim, diria que é a posição mais urgente de reforçar, a par com a de central e lateral direito e esquerdo.

Ao falar de possíveis reforços, é mais que apropriado referir o trabalho da formação, que na maior parte das vezes fornece ao clube principal a qualidade de que necessita. É uma alternativa lógica a contratações noutros mercados e que não deve ser descurada. Baseado nos setores mais débeis, deixo os nomes de Frimpong, Alex Pinto, Kalaica ou Willock, entre muitos outros. Vale sempre mais a pena apostar num atleta da formação a despontar do que num outro jogador que pouco ou nenhum conhecimento tem da liga e do clube para onde vai jogar.

Com isto dito, fica a minha leitura sobre os setores que julgo necessários reforçar para 2019/2020. Acima de tudo, o que pretendo passar é que podem ser várias as opções, mas tudo parte de um bom diagnóstico do que é preciso, evitando escolhas à toa, como inclusive aconteceu este ano.

Foto de Capa: SL Benfica

Portimonense SC 0-3 FC Porto: Dragões derrubam o “tomba-gigantes”

O Portimonense SC, verdadeiro “tomba-gigantes” da Liga NOS 2018/2019, recebeu o candidato ao título FC Porto que precisava de ganhar para se manter na corrida pelo campeonato. A manutenção da equipa do Algarve ainda não está assegurada, mesmo estando na 10ª posição e somar pontos neste jogo era crucial para que pudessem estar na Primeira Liga na próxima época. Não aconteceu, pois a dupla africana Brahimi e Marega estava nos seus dias e Herrera soube aparecer no sítio certo à hora certa.

Jogo de grande intensidade nos primeiros 45 minutos da partida. Com milhares de adeptos na bancada a apoiar a equipa azul e branca, o FC Porto entrou ao ataque procurando fazer rapidamente o golo e ficar por cima no marcador. Até a equipa de Sérgio Conceição fazer o 1-0, houve tempo para uma substituição por parte da equipa algarvia – Rúben Fernandes saiu com queixas musculares após disputar uma bola que seguia pelo ar, entrando assim Henrique – e houve tempo também para um lance polémico dentro de área – a bola bate em Jadson após remate de Marega e os jogadores do FC Porto ficam a pedir mão na bola.

Ao primeiro quarto de hora de jogo deu-se então o golo do Porto e foi Brahimi quem foi feliz. Grande passe em profundidade de Corona que isolou Marega e o maliano, já dentro de área, envia a bola para a entrada da área, aparecendo Brahimi e rematando para o fundo da baliza do Portimonense SC.

A equipa de Portimão quis responder ao golo do FC Porto e dois minutos depois Lucas Fernandes, após um grande passe de Aylton Boa Morte, aparece na cara do golo, mas Casillas diz “presente”. Lucas fez sofrer bastante a equipa azul e branca após o primeiro golo da partida, não só por esta oportunidade, mas por todas as outras que se seguiram. Aos 18 minutos ameaçou de livre direto, mas Casillas safou mais uma vez. Aos 19 minutos foi Lucas Fernandes a bater o canto e Soares, com a intenção de cortar, envia a bola ao poste.

O Portimonense SC voltou a ameaçar com muito perigo à meia hora de jogo por Aylton que fez um remate cruzado perigoso do lado esquerdo do ataque algarvio. Até ao intervalo a última ameaça foi mesmo pela equipa de casa e o responsável foi Tabata. Após receber a bola no lado direito, segue para o interior da área e remata cruzado, contudo, Casillas estava atento. A primeira parte espelhou uma exibição muito difícil para o FC Porto que teria de ser cauteloso caso quisesse ganhar o jogo.

Héctor Herrera esteve em grande neste jogo e coroou a exibição com um golo
Fonte: FC Porto

Iniciada a segunda parte, a equipa nortenha foi quem esteve mais perto do golo. Soares ganhou a bola de cabeça no meio-campo e isolou o maliano que ainda fora da grande área remata para a excelente defesa de Ricardo Ferreira, a primeira do guardião algarvio neste jogo. Num curto espaço de tempo, Corona e Manafá caem no relvado com queixas musculares e aos 58 minutos, um pouco depois de Soares enviar a bola por cima da baliza do Portimonense SC, dá-se a primeira substituição do jogo – sai Corona e entra Otávio. Seis minutos depois, Sérgio Conceição mexe novamente e é a vez de Fernando Andrade ir a jogo na vez de Tiquinho Soares. Do lado do Portimonense, saía Lucas Fernandes, jogador mais perigoso do Portimonense SC na primeira parte, para dar lugar a Wellington Carvalho.

Aos 73 minutos de jogo, numa altura em que não haviam lances de perigo e o jogo estava mais “chato”, Alex Telles vê Marega em boa posição para o passe em profundidade e o número 11 do FC Porto envia a bola calmamente para o fundo da baliza, fazendo assim o 2-0.

António Folha manda de imediato para o jogo Ruster Santos e tira Bruno Tabata da partida. O efeito Ruster foi sentido, mas não o suficiente. A nove minutos do fim do jogo, o brasileiro recebe a bola e de primeira remata com força para a baliza do FC Porto, mas a bola sai um pouco por cima.

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A poucos minutos do fim, houve ainda espaço para Marega marcar, mas o golo foi invalidado por posição irregular do maliano. Mesmo ao cair do pano, canto marcado por Bruno Costa, que entrara na vez de Brahimi, Militão a cabecear para a defesa de Ricardo Ferreira e, na recarga, golo de Herrera. Estava assim decidido o jogo, o FC Porto conquista a liderança à condição, passando num teste difícil fora de casa.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES

Portimonense SC: Ricardo Ferreira, Lucas, Jadson, Dener, Jackson Martínez, Tabata (Ruster Santos), Pedro Sá, Lucas Fernandes (Wellington Machado 69’), Ruben (Henrique 12’), Vítor Tormena e Aylton Boa Morte.

FC Porto:  Casillas, Manafá, Pepe, Éder Militão, Alex Telles, Corona (Otávio 58’), Herrera, Danilo, Brahimi (Bruno Costa 81’), Soares (Fernando Andrade 64’) e Marega.

Manchester United FC 2-1 West Ham United FC: Pogba resolve

Manchester United e West Ham chegaram a este jogo contando, cada um, com duas derrotas nos últimos dois jogos que disputaram. A equipa de Solskjaer veio de uma derrota a meio da semana com o Barcelona FC, em partida referente à Liga dos Campeões, tendo no jogo anterior sucumbido aos pés do Wolverhampton Wanderers FC. Já o West Ham foi derrotado por Chelsea FC e Everton FC, ambas as vezes por 2-0, a contar para a Premier League.

A equipa da casa assumiu a iniciativa de jogo desde o início da partida, tendo em Pogba e Mata os maestros condutores do seu ritmo. O West Ham, contudo, não se limitou a defender, aproveitando a rapidez de “Chicharito”, Lanzini e Felipe Anderson para pôr em sentido a defensiva do United.

Após algumas iniciativas tímidas de parte a parte, o Manchester chegou à vantagem, através de uma grande penalidade. O árbitro Graham Scott não teve dúvidas em assinalar castigo máximo após uma entrada incauta de Snodgrass sobre Juan Mata. Chamado a converter, Pogba mostrou frieza e fez o 1-0, quando o relógio apontava 19 minutos de jogo.

Pogba abriu o marcador, de penálti
Fonte: Premier League

O golo de Pogba trouxe tranquilidade aos Red Devils, que mesmo assim não tiraram o pé do acelerador. Os homens de Solskjaer foram controlando as operações durante o resto da primeira parte, mas o West Ham foi tentando reagir, explorando principalmente os flancos e os lances de bola parada. Já perto do intervalo, Felipe Anderson esteve perto de marcar, por duas vezes, em dois pontapés de canto cobrados ao primeiro poste, mas a pontaria não estava afinada.

A segunda parte começou praticamente com o golo do West Ham. À passagem dos 49 minutos, De Gea errou na reposição de bola, Pogba não segurou e Lanzini aproveitou para recolher a bola e fazer um centro teleguiado para a área. Felipe Anderson apareceu bem ao segundo poste, encostando para o 1-1.

Felipe Anderson fez o empate
Fonte: Premier League

O golo do West Ham deu moral aos londrinos, que, cinco minutos mais tarde, estiveram perto de marcar, mas o remate de fora da área de Zabaleta esbarrou nas mãos de De Gea. Na resposta, o recém-entrado Rashford recebeu dentro da área e disparou cruzado para uma grande defesa de Fabianski.

Estava melhor no jogo o West Ham, e o Manchester United acusou o golo sofrido, mostrando alguma intranquilidade e cometendo alguns erros. Aos 76’, Antonio fez tremer Old Trafford, com um potente remate que embateu com estrondo na barra da baliza de De Gea. Dois minutos mais tarde, o mesmo Antonio voltou a estar em evidência com um cabeceamento picado, ao qual De Gea respondeu com uma defesa do outro mundo.

Mas como se diz no Futebol: quem não marca, sofre. Aos 80’, o United chegou mesmo ao golo da vitória. Falta claríssima na área do West Ham, com Fredricks a atropelar Martial. Pogba assumiu novamente a marcação da grande penalidade, rematando colocado para o 2-1 final.

Pogba bisou de grande penalidade
Fonte: Premier League

Com esta vitória, o Manchester United mantém a perseguição a Tottenham Hotspur FC e Chelsea, ao passo que o West Ham mantém-se no topo da segunda metade da tabela.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Manchester United FC: David de Gea, Diogo Dalot, Smalling, Phil Jones, Marcos Rojo (Andreas Pereira, 75’), Fred, Pogba, Juan Mata (Rashford, 56’), Lingard, Martial e Lukaku (Greenwood, 75’).

West Ham United FC: Fabianski, Zabaleta (Fredericks, 76’), Balbuena, Ogbonna, Masuaku, Rice, Noble, Snodgrass, Lanzini (Diangana, 62’), Felipe Anderson e Chicharito (Antonio, 73’).

SPAL 2-1 Juventus FC: A festa do título fica adiada para Turim.

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O campeonato italiano ainda não ficou decidido. A 32ª jornada começou hoje e, quando faltam oito jogos para o final, a Juventus FC desperdiçou uma oportunidade para conquistar o oitavo título consecutivo. Num jogo fora de portas, a Vecchia Signora deslocou-se ao campo da SPAL, a 16ª classificada, com muitas ausências. Cristiano Ronaldo, Emre Can, Chiellini e Mandzukic ficaram de fora da convocatória. Já Alex Sandro, Bernardeschi, Bonucci, Khedira e Szczesny começaram a partida no banco de suplentes. Do lado da casa, o antigo guarda-redes do Sporting CP, Viviano, tem sido a grande estrela e manteve-se no onze titular desta tarde.

Com duas estreias no onze, o defesa-central Paolo Gozzi, de apenas 17 anos e o médio ofensivo Grigoris Kastanos, de 21 anos, a Juventus entrou muito mais pressionante, mas sem criar grandes ocasiões de golo. A SPAL, pelo contrário, ia chegando a espaços à área da Juve. A equipa da casa mostrou sinais de querer levar algo de positivo deste jogo e aproveitar a rotação feita na equipa de Massimiliano Allegri. A primeira e única oportunidade de perigo da primeira parte surgiu à meia hora. E resultou logo em golo. João Cancelo rematou de fora de área depois de uma boa combinação e, por sorte, a bola ressaltou em Moise Kean, entrando na baliza defendida por Viviano. Um lance de sorte que abriu o marcador no Stadio Paolo Mazza.

Fonte: Juventus

Apesar da vantagem no resultado, a Juventus esteve muito abaixo da média, também muito devido ao elevado número de alterações feitas na equipa de Turim. Já a SPAL mostrou-se muito atrevida e sempre em busca do golo que lhes permitisse pontuar em casa.

A segunda parte começou com a equipa da casa a tentar chegar ao golo do empate. Sempre muito atrevida e a tentar causar calafrios à Vecchia Signora, sem medos e com mais vontade do que a Juve, ao minuto 49, Bonifazi fez o golo do empate. Depois de um canto batido para o primeiro poste, o defesa-central igualou a partida com um grande cabeceamento. Oito minutos depois, foi novamente a SPAL a criar perigo. Murgia apareceu em boa posição, mas o cabeceamento foi defendido com classe por Mattia Perin.

A primeira oportunidade da Juventus na segunda parte surgiu com um remate forte do jovem recém-entrado Hans Nicolussi. O remate foi defendido por Viviano, que se mostrou atento. Aos 72 minutos, Paulo Dybala desperdiçou uma grande oportunidade. À entrada da área, o argentino rematou rasteiro, mas, uma vez mais, Viviano estava no caminho da bola. A resposta da SPAL surgiu dois minutos depois, e com golo. O veterano Flocari apareceu sozinho na área e rematou para dentro das redes. A equipa da casa surpreendeu tudo e todos.

Até ao final da partida, a SPAL baixou as linhas e jogou mais com o coração, na tentativa de garantir os preciosos três pontos. Já a Juventus tentou ir para a frente e chegar ao golo mais importante da época. O golo que garantia já o oitavo título consecutivo para os comandados de Allegri. No entanto, o golo não apareceu e no último lance da partida, De Sciglio esteve muito perto de marcar. A festa foi dos da casa, que estão muito perto de garantir a manutenção. Os festejos do título fica assim adiado para a próxima jornada, em Turim.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES

SPAL- V iviano; Bonifazi; Cionek; Vicari; Fares; Lazzari; Missiroli; Schiattarella (70’ Valdifiori); Murgia; Floccari (90’ Regini); Petagna (89´Antenucci)

Juventus FC- Perin; De Sciglio; Barzagli (81’ Bernardeschi); Paolo Gozzi; Spinazzola; Juan Cuadrado; Bentancur; Kastanos (61’ Nicolussi); João Cancelo; Dybala; Moise Kean (69’ Mavididi)