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Portugal 4-5 Espanha: Bicicleta de Llorenç garante vitória da Espanha na Nazaré

Na terceira e decisiva jornada da etapa a disputar-se na Nazaré, Portugal e Espanha entraram em campo a saber que apenas dependiam de si próprias para vencer a competição. Algo que se deveu ao facto da Ucrânia somente ter conseguido vencer a Turquia no prolongamento. O que a fez amealhar apenas mais dois pontos, aos quais se juntavam os três da vitória de ontem. Portugueses e espanhóis contabilizavam três e quatro pontos, respetivamente. Por isso, unicamente a vitória no tempo regulamentar ou prolongamento interessava. O encontro foi muito equilibrado, mas no tempo extra, Llorenç, com um grande pormenor pessoal, garantiu a vitória da Espanha por 5-4 e a conquista da etapa realizada na Nazaré.

A entrada de Portugal na partida não podia ter sido melhor, pois, logo nos segundos iniciais, através de uma interceção de Jordan que sobrou para Léo Martins, o número três da seleção nacional assistiu Coimbra que, ao ver Dona adiantado, fez um chapéu ao guardião espanhol, inaugurando o marcador.

Portugal não consentia espaços para a sua baliza e após um remate de meia distância de Dona, Andrade lançou um contra-ataque que, por muito pouco, não foi concluído por Jordan. Contudo, pouco depois, a Espanha chegou ao empate na sequência de um canto. Antonio foi o homem do golo. No pontapé de recomeço do jogo, Madjer esteve perto de voltar a colocar Portugal na frente, mas o poste foi amigo de Dona. Segundos depois, a seleção nacional quase que voltava a ser traída por um desvio na areia, mas Andrade conseguiu evitar o segundo golo da La Roja.

O encontro foi-se equilibrando e mesmo após alguns avisos dados pela Espanha, que estava a procurar muito o jogo de pivot para os pontapés de bicicleta de Eduard e Llorenç, Von conseguiu recuperar a bola depois de um mau lançamento de Dona e disparou um míssil para o fundo das redes espanholas, fazendo o 2-1 para Portugal. A nova vantagem não durou muito, pois, Antonio, na conversão de um livre de meia distância, beneficiou de um ressalto na areia que atraiçoou Andrade. Estava feito o 2-2.

Nos últimos segundos antes da pausa, através de um lance em que Jordan recuperou a bola perto da baliza espanhola, Bê Martins serviu o seu irmão para o terceiro da tarde, mas Léo acabou por rematar ao lado.

Terminado o primeiro período, Portugal e Espanha empatavam a 2-2, após doze minutos onde o equilíbrio foi um elemento bem presente, mas, mais uma vez, a sorte parecia continuar a não querer nada com a seleção portuguesa.

A seleção nacional voltou a entrar melhor e nos primeiros momentos da segunda parte, ainda conseguiu ter algumas chances para marcar, mas Dona parou as intenções portuguesas sem grandes dificuldades.

Jogados dois minutos, Torres, num livre da área portuguesa, ficou muito perto de marcar, mas Dona conseguiu responder ao desvio na areia. Pouco depois, Andrade quase entregou o “ouro ao bandido”, mas desta feita, a sorte bafejou Portugal e um ressalto na areia em cima da linha de golo, impediu a vantagem espanhola. Volvidos alguns instantes, Madjer pegou na bola e disparou de muito longe para o fundo das redes espanholas. Portugal voltava a estar na frente, agora por 3-2.

Os comandados de Joaquin Alonso carregaram na procura do empate, mas a seleção nacional serrou os caminhos para a sua baliza e impediu uma resposta rápida da Espanha.

O golo fez muito bem a Portugal, parecia uma seleção diferente em campo. Mais solta e confiante. Exemplo disso, foi uma situação em que Coimbra pressionou muito alto e onde Léo Martins ficou a milímetros do golo. Pouco depois, o próprio Léo Martins, num atraso para Andrade, quase fazia um autogolo devido a um ressalto na areia. Porém, o guarda-redes português demonstrou grandes reflexos e com um ligeiro toque com a luva direita, desviou a bola para canto.

A faltarem cerca de três minutos e meio para um novo intervalo, Antonio beneficiou de um livre em posição quase frontal, mas não conseguiu bater Andrade. Volvido um minuto, um enorme erro defensivo de Portugal fez com que Chiky ficasse completamente sozinho e após um excelente pontapé de bicicleta, restabeleceu a igualdade. Passado pouco tempo, Javi Torres quase passou a Espanha para a dianteira, mas acabou por cabecear por cima da baliza lusitana.

Finalizado o segundo período, que foi disputado a todo o gás, o marcador continuava a ditar um empate entre Portugal e Espanha, mas desta feita a 3-3. O nível de jogo subiu e a qualidade do futebol de praia também. Falta de sorte é algo do qual a seleção nacional não se pode queixar durante estes doze minutos, dos quais só não saiu em vantagem devido a um crasso erro na defesa.

Os pontapés de bicicleta foram uma das principais armadas da Espanha
Fonte: Nazare Beach Events

Portugal até foi a seleção que dispôs da primeira oportunidade de golo na derradeira parte do encontro, mas acabou por ser a Espanha a marcar. Javi Torres assistiu Chiky que, com um remate de primeira, fez o 4-3 para os espanhóis. No entanto, a vantagem durou pouco, pois, após um livre de Jordan defendido por Dona, Bê Martins, no respetivo canto, viu a entrada de Coimbra ao segundo poste e colocou a bola no número dois da seleção nacional que apontou o 4-4.

GP Grã-Bretanha: Ferrari duplamente coroada

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A qualificação tinha mostrado um grande equilíbrio entre Ferrari e Mercedes. Ou não fosse a diferença de Hamilton para Vettel de apenas 44 milésimos de segundo. Com Raikkonen a partir de 3º e Bottas em 4º na frente dos dois Red Bull.

Hamilton partia da Pole mas foi Vettel a realizar uma partida impecável e a colocar-se na frente da corrida logo na primeira curva. Com Bottas na segunda posição, Raikkonen a ser mais rápido acabou por embater na roda traseira esquerda do inglês, provocando um peão e a última posição para o Mercedes. Mais tarde o finlandês teria sido penalizado em 10 segundos.

O alemão da Ferrari fez uma partida sem espinhas e liderou praticamente até metade da corrida, deixando sempre Bottas a uma margem confortável dentro da casa dos 4 a 6 segundos. Hamilton teve de realizar uma prova de trás para a frente, com uma grande diferença entre construtores, no que diz respeito a desenvolvimento e ritmo dos monolugares.

A liderar a corrida de forma magnifica, Vettel teve de enfrentar a entrada do safety car, aquando da desistência do Sauber de Ericsson, ainda que não se justificasse a intervenção.
Os festejos eram bem audíveis dos ingleses, pois viam uma nova oportunidade para Hamilton recuperar.

Estiveram presente em Silverstone 340 mil espectadores
Fonte: Fórmula 1

Safety car entrou em pista e tanto Ferrari como Red Bull aproveitaram para realizar uma segunda paragem para mudança de pneus. A Mercedes optou por manter os seus pilotos em pista, apostando nos pneus médios, de risca branca, que detêm uma maior duração.

Bottas ficava na frente com Vettel, Hamilton, Verstappen e Raikkonen, respectivamente.
Era esperado um duelo bastante emocionante entre Ferrari e Mercedes, na luta pela vitória e pelo pódio, com a Red Bull à espreita. O safety car entrou mas regressou duas voltas depois, após o acidente entre Grosjean e Sainz. Ficavam a faltar pouco mais de 10 voltas para o final.

A faltar 10 voltas para o fim, Vettel arriscava tudo para vencer, enquanto que Raikkonen ultrapassava Verstappen e estava em cima de Hamilton. 2 Ferraris e 2 Mercedes, intercalados e a lutarem pela posições cimeiras, a fazer lembrar os anos de 2007 e 2008.

Sebastian Vettel arriscou e petiscou, ultrapassou Bottas de forma categórica, uma semana depois de também ter realizado uma grande ultrapassagem a Hamilton, na Áustria. Bottas de seguida deixou passar Hamilton e teve de impedir Raikkonen, mas sem sucesso. O finlandês da Ferrari está cada vez com um maior rendimento e ritmo e não teve problemas em obter o 3º posto na prova de sua majestade. Ricciardo acabou a prova em cima de Bottas e terminou no 5º posto, ao contrário de Verstappen que acabou por abandonar já na parte final.

Ferrari reagiu bem e a Mercedes não soube reagir. Os Italianos a darem mais uma lição de estratégia e de eficácia à concorrência. Vettel venceu na casa do rival e é cada vez mais líder do campeonato.

Foto de Capa: Formula 1

Calendário divulgado: A missão rumo ao bicampeonato começou

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fc porto cabeçalho

Na noite da última sexta-feira, 06.07, a Liga Portugal realizou o sorteio do calendário da Primeira Liga para a época 2018/19. O anúncio do calendário é sempre muito aguardado pelos adeptos portistas, afinal é quando se sabe o dia da estreia do FC Porto na competição e principalmente quais as datas dos clássicos. O anúncio também dá a sensação de que realmente uma nova época se iniciou e que agora o clube está voltado para a conquista do bicampeonato.

Um dia antes do sorteio, o FC Porto anunciou três condicionantes para a realização do mesmo:

– Não jogar em casa/fora simultaneamente com o Boavista FC;

– Evitar enfrentar uma equipa que tenha defrontado SL Benfica, Sporting CP, SC Braga ou Rio Ave FC na jornada anterior;

– Evitar duas deslocações seguidas às ilhas.

O sorteio ocorreu no Convento de São Francisco, em Coimbra, e a princípio o calendário divulgado teve que ser alterado devido a um erro, grotesco, da organização do evento que mostrou o número seis como se fosse o número nove. Esse detalhe fez com que a Liga tivesse que modificar o calendário já anunciado.

Depois de tudo normalizado, o FC Porto soube que o seu arranque rumo à conquista do campeonato será contra o Desportivo de Chaves, no Dragão, no dia 12 de agosto. A expectativa é que o estádio esteja com a ocupação máxima para recepcionar os atletas portistas. A saudade dos adeptos com a equipa é grande e a “fome” de novas conquistas é maior ainda.

Os adeptos estão ansiosos para voltarem ao Dragão e ambicionam a conquista do bicampeonato 
Fonte: FC Porto

O primeiro clássico será na sétima jornada contra o SL Benfica, em Lisboa, e depois recebe os encarnados na 24ª jornada (03 de março). Já o clássico contra o Sporting CP será numa jornada muito especial. O FC Porto visita a equipa verde e branca na 17ª jornada (17 de janeiro) e despede-se da competição justamente contra o rival de Alvalade, no estádio do Dragão. Sim, o sorteio colocou um rival na última jornada no Dragão. Rodada essa que pode ser a do bicampeonato do clube. O jogo será no dia 19 de maio.

A cerimônia também serviu para revelar os vencedores dos prêmios da época passada e o FC Porto dominou as premiações. Alex Telles, Felipe, Ricardo Pereira, Herrera e Marega entraram na seleção final da competição. O técnico Sérgio Conceição foi eleito o melhor treinador e o guarda-redes Iker Casillas venceu o prêmio fair-play. Foi realmente uma noite azul e branca em Coimbra.

Veja abaixo o calendário completo do FC Porto:

Jornada 1 (12/08/2018) e 18 (19/01/2019): FC Porto-Chaves
Jornada 2 (19/08/2018) e 19 (30/01/2019): Belenenses-FC Porto
Jornada 3 (26/08/2018) e 20 (3/2/2019): FC Porto-V.Guimarães
Jornada 4 (02/09/2018) e 21 (10/02/2019): FC Porto-Moreirense
Jornada 5 (23/09/2018) e 22 (17/02/2019): V.Setúbal-FC Porto
Jornada 6 (30/09/2018) e 23 (24/02/2019): FC Porto-Tondela
Jornada 7 (7/10/2018) e 24 (3/3/2019): Benfica-FC Porto
Jornada 8 (28/10/2018) e 25 (10/3/2019): FC Porto-Feirense
Jornada 9 (4/11/2018) e 26 (17/3/2019): Marítimo-FC Porto
Jornada 10 (11/11/2018) e 27 (31/3/2019): FC Porto-SC Braga
Jornada 11 (02/12/2018) e 28 (7/4/2019): Boavista-FC Porto
Jornada 12 (09/12/2018) e 29 (14/4/2019): FC Porto-Portimonense
Jornada 13 (16/12/2018) e 30 (20/4/2019): Santa Clara-FC Porto​
Jornada 14 (23/12/2018) e 31 (28/4/2019): FC Porto-Rio Ave
Jornada 15 (2/1/2019) e 32 (5/5/2019): Desp.Aves-FC Porto
Jornada 16 (6/1/2019) e 33 (12/5/2019): FC Porto-Nacional
Jornada 17 (17/01/2019) e 34 (19/5/2019):​ Sporting-FC Porto

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Divórcio entre CF ‘Os Belenenses’ e SAD e respetiva divisão de bens

De facto, o sucedido ontem no sorteio do calendário da Primeira Liga 2018/2019 é uma boa analogia ao futebol português neste momento. À semelhança do papel que foi mostrado ao contrário durante o sorteio, o nosso campeonato e as equipas que nele competem parecem estar, também elas, de pernas para o ar.

Os clubes não se entendem com as SADs, os interesses financeiros sobrepõem-se aos desportivos. E, mais uma vez, quem perde é a modalidade e os adeptos que tanto a amam.

No passado dia 29 de Julho, o Clube de Futebol “os Belenenses” e a sua respectiva SAD cessaram relações em definitivo. Estas já não eram propriamente as melhores há cerca de três anos, mas em Novembro do ano passado a situação agravou-se. Neste momento, já não existe reconciliação possível e o Belenenses e a SAD são, agora, realidades completamente opostas.

A SAD alega que o clube não estava a levar a melhor conduta no que diz respeito aos terrenos do Restelo. Em questão esteve a ocultação de uma penhora da Oitante que poderia vir a comprometer resultados da equipa e até uma eventual despromoção. O clube queria que as instalações fossem partilhadas por uma associação recreativa, ficando a equipa condicionada na rotina dos seus treinos e, pior ainda: teria de pagar mais de meio milhão de euros por época para o fazer.

A equipa do Belém vai jogar e treinar no estádio nacional durante toda a época de 2018/2019
Fonte: FPF

Posto isto, a decisão final foi o corte total de relações. SAD e clube de costas voltadas, mesmo de se chegar ao ponto de Patrick Morais de Carvalho não admitir que a equipa comandada pela SAD utilize o nome e o símbolo que representavam – o do CF ‘Os Belenenses’.

A minha pergunta é: e agora quem é que é suposto os sócios e adeptos apoiarem? A equipa que foi despejada do seu próprio estádio e se vai ver obrigada a treinar e a jogar no estádio nacional como se fosse a sua casa? Ou a equipa que, conforme já foi anunciado, vai jogar nas distritais num projecto que visa um recomeço impulsionado pelo clube? Claro que será aquela a quem o coração manda, mas decerto que não será uma escolha fácil.

Confesso que tudo isto me faz muita confusão. Talvez pelo facto de ser ainda uma adepta iludida que tem esperança de que a magia do futebol perdura acima de qualquer coisa. Infelizmente, já não o é. Cabe-nos a nós moldar-nos a esta dura realidade ou fazer de tudo para quebrá-la? Fica a questão.

Foto de Capa: Clube de Futebol ‘Os Belenenses’

Portugal 3-4 Ucrânia: Sorte e solidez defensiva fizeram a diferença

Na segunda jornada da etapa da Liga Europa que se disputa na Nazaré, Portugal defrontou a sempre complicada seleção da Ucrânia. Após uma partida em que a equipa das quinas ficou algo abaixo das expetativas, a união defensiva demonstrada pelo conjunto ucraniano, assim como alguma sorte, fizeram com que a Ucrânia fosse a primeira seleção a derrotar Portugal nesta temporada, tendo vencido por 4-3.

O jogo começou com a Ucrânia a criar perigo e, logo no pontapé de saída, Korniochuk enviou a bola ao poste da baliza de Andrade. Pouco depois, Bê Martins, através de uma recuperação de bola, quase oferecia o golo a Jordan, mas Borsuk impediu a inaugurar do marcador.

Portugal estava bem e disputados cerca de três minutos, o golo esteve quase a surgir. Primeiro, através de um remate de meia distância de Andrade, que ainda desviou na areia e, depois, por intermédio de Coimbra que, apesar de ter conseguido rodar para ficar de frente para a baliza, viu Sydorenko negar-lhe o tento primeiro da tarde. Volvidos alguns segundos, Andrade serviu Madjer que rematou de primeira. Contudo, o desvio na areia fez o esférico embater no travessão da baliza ucraniana. Pouco depois, Torres tentou uma bicicleta, mas Sydorenko defendeu. 

A seleção nacional carregava e detinha total controlo do jogo. Todavia, através de uma situação fortuita, Glutskyi quase que inaugurou o score a favor da Ucrânia. A cortar um remate de Andrade, que estava a ter muito espaço para jogar, fez a bola passar muito perto do poste direito da baliza portuguesa. Porém, pouco depois e após mais alguns avisos, a Ucrânia chegou ao golo por intermédio de Pachev.

Em desvantagem, Portugal tentava, mas não estava a conseguir encontrar os caminhos para a baliza de Sydorenko. No entanto, a faltarem dois minutos para a pausa, essa situação esteve quase a mudar, quando Coimbra descobriu Bê Martins que, por muito pouco, não restabeleceu o empate. Já dentro do último minuto, Andrade arriscou um pontapé de longe e Von, em cima da baliza ucraniana, desviou o esférico para o fundo das redes, fazendo 1-1. Porém, o empate durou pouco, pois, após um remate em que Andrade defendeu para a frente, Voitok voltou a colocar a Ucrânia na dianteira.

Finalizado o primeiro período, a Ucrânia batia Portugal por 2-1. Vantagem algo “mentirosa”, tendo em conta o que se havia jogado nos areais da Nazaré. É verdade que a seleção ucraniana terminou os doze minutos iniciais por cima, mas os comandados de Mário Narciso começaram melhor e dispuseram de várias chances para concretizar. 

A segunda parte começou de forma morna, com Portugal a tentar aproveitar o espaço que a Ucrânia concedia a Andrade para poder criar desequilíbrios na frente. Contudo, somente jogados três minutos, a seleção nacional dispôs de uma verdadeira oportunidade de golo, em virtude de uma falta sofrida por Jordan. Apesar do livre ainda ser bastante longe da baliza ucraniana, Jordan obrigou Sydorenko a defender o seu remate com a perna esquerda. Pouco depois, a areia fez das suas e Sydorenko, que tentava fazer um passe para um colega de equipa, viu um ressalto nos areais da Nazaré trair a defensiva lusa e avolumar a vantagem da Ucrânia para 3-1. Passados alguns minutos, Korniochuk, com um remate de primeira, aumentou a diferença para 4-1. Na resposta, Madjer esteve perto de reduzir o marcador, mas Sydorenko defendeu a bola para canto.

Portugal sentiu os golos e não estava a conseguir assentar o jogo e contruir oportunidades para marcar. A Ucrânia não mudava nada e procurava tentar aproveitar ao máximo os erros defensivos da seleção portuguesa. 

A faltarem quatro minutos para o intervalo, Coimbra serviu Léo Martins que, com um pontapé de bicicleta, reduziu a desvantagem para 4-2. 

A equipa das quinas estava a crescer e com cerca de um minuto para a pausa, Von tentou fazer uso do seu pontapé de bicicleta, mas Sydorenko conseguiu travar as intenções do mais jovem jogador da seleção nacional. 

Terminado o segundo período, a Ucrânia continuava na frente, mas desta feita por 4-2. A sorte não quis nada com Portugal e após ter sofrido um golo estranho, onde a areia foi a principal culpada, sofreu outro, quase de seguida, em virtude de um grande remate de Korniochuk. A Ucrânia estava confortável, mas nos últimos minutos foi sentido o conjunto lusitano a crescer, tendo mesmo conseguido marcar um golo. Contudo, era necessário haver uma melhoria substancial no desempenho da seleção portuguesa.

Bê Martins e Jordan foram os mais inconformados da seleção nacional
Fonte: Nazaré Beach Events

Portugal entrou nos derradeiros doze minutos determinado a alterar o rumo dos acontecimentos, mas apesar das chances de golo que ia dispondo, a bola não entrava na baliza ucraniana.

As oportunidades sucediam-se e com cerca de oito minutos para o final, Bê Martins sofreu uma falta de Shcherytsia em zona extremamente favorável. A dispor de uma enorme chance para reduzir a desvantagem, Bê Martins rematou à figura de Sydorenko. Segundos depois, na sequência de um canto, Von parecia que ia marcar, mas Sydorenko, com uma defesa do outro mundo, manteve a vantagem ucraniana. 

Os minutos passavam e Portugal continuava sem conseguir fazer mexer o marcador. A Ucrânia tentava aproveitar os espaços na defensiva da seleção portuguesa e não tivesse sido Tiago Petrony, que havia entrado há instantes para o lugar de Andrade, Glutskyi teria feito o quinto golo ucraniano. 

A três minutos do fim, Jordan “sacou” uma grande penalidade a Medved. A necessitar de marcar para Portugal reentrar na partida, Jordan atirou rasteiro e reduziu a desvantagem para a margem mínima. 

Até ao final, Portugal tentou carregar na procura do empate, mas nunca conseguiu criar verdadeiras oportunidades para marcar e forçar o respetivo prolongamento. 

Assim, Portugal sofreu a primeira derrota da época, perante uma Ucrânia que foi melhor, tendo sido bastante solidária a defender, contando com um Sydorenko em grande, mas, também, com alguma sorte à mistura. Tal como ocorreu no lance do terceiro golo. A seleção nacional teve alguns bons momentos de futebol de praia, mas faltou consistência ao jogo português. Está mais complicada, quase impossível, a reconquista da etapa da Liga Europeia que se realiza na Nazaré.

Portugal: 12-Elinton Andrade (GR), 2-Coimbra, 3-Léo Martins, 5-Jordan e 11-Bê Martins

Jogaram ainda: 1-Tiago Petrony, 4-Torres, 7-Madjer (CAP.), 13-Ricardinho e 15-Von

Ucrânia: 22-Sydorenko (GR), 7-Borsuk (CAP.), 8-Pachev, 10-Medved e 11-Korniochuk

Jogaram ainda: 3-Voitok, 4-Makeiv, 13-Glutskyi e 14-Shcherytsia

Quem falou em treino à porta aberta?

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Pois bem, para quem hoje esteve presente no Estádio da Luz para assistir ao treino do SL Benfica, sabe bem do que me refiro! Foram perto de vinte mil sócios, adeptos e simpatizantes que presenciaram de perto, nas bancadas da Luz, a versão 2018/2019 da equipa de futebol.

O clube lançou o convite e os adeptos encarnados aceitaram. Logo pelas 09h00, já nas imediações do estádio, as ruas estavam repletas de vermelho e branco. A procura foi de tal maneira, que ainda pelas 10h00, hora prevista do início da sessão de treino, estavam centenas de pessoas a entrar nas instalações do estádio. Os responsáveis do clube responderam ao apelo dos adeptos e abriram portas para o piso 1 mais os sectores laterais do piso 0.

Cachecóis ao pescoço, bandeiras ao alto, que mais parecia um dia de jogo em pleno agosto.
Com a nova época quase a começar, os níveis de ansiedade vão aumentado, e aquele frenesim que qualquer adepto do Benfica tem e que só ele sente, vai gerando novamente a maré vermelha que se espalha pelo pais e pós fronteiras, atrás do glorioso, a apoiar até ao fim e a celebrar vitória após vitória.

Os setores previstos pelo clube foram poucos para tanta adesão do público encarnado
Fonte: Bola na Rede

A entrada do plantel no relvado com a equipa técnica e todo o staff, foi acompanhada de uma enorme ovação, que mais parecia um festejo de um golo. As saudades eram grandes nos corações dos benfiquistas. Cantou-se, gritou-se bem alto, foi fantástico o apoio e carinho que os adeptos encarnados presentearam aos atletas e técnicos.

As atenções centraram-se sobretudo nos mais queridos do plantel e nas caras novas. Casos como Jonas, Pizzi, Luisão, Bruno Varela, Fesja, André Almeida, Cervi, foram dos mais aplaudidos. E no meio de tanto “sénior”, também houve espaço para desmonstração de afeto e coragem para os mais jovens como João Félix, Heriberto Tavares, Gedson Fernandes e Alex Pinto.

Rússia 2-2 Croácia (3-4 G.P.): Croatas mais fortes nos pontapés de penálti

Esta tarde, o Estádio Olímpico de Fish, Socchi, recebeu o último jogo dos quartos-de-final deste Mundial FIFA 2018. Frente-a-frente, estiveram os anfitriões  russos e a Croácia, tendo os croatas sido mais fortes, vencendo com recurso a pontapés de penálti.

Para esta partida dos quartos-de-final, o selecionador russo, Stanislav Cherchesov, operou várias alterações no seu onze em relação ao jogo frente à Espanha, inclusivamente abdicando do esquema de três defesas-centrais. Assim, a Rússia alinhou com, Igor Akinfeev, Mário Fernandes, Ilya Kutepov, Sergey Ignashevich, Fyodor Kudryashov, Daler Kuzyaev, Roman Zobnin, Aleksandr Golovin, Aleksandr Samedov, Artyom Dzyuba, Denis Cheryshev.

A Croácia apresentou o seu onze habitual, com o qual haveria eliminado a Dinamarca. Assim, Zlatko Dalic escolheu o seguinte onze titular: Danijel Subasic, Sime Vrsaljko, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Ivan Strinic, Ivan Rakitic, Luka Modric, Ante Rebic, Andrej Kramaric, Mario Mandzukic, Ivan Perisic.

Numa primeira parta marcada por muito equilíbrio, os russos viriam inauguraram o marcador por intermédio de Cheryshev, um grande pontapé do meio da rua, após passa de Dyuba, à passagem do minuto 31. A Croácia reagiu ao golo sofrido e foi em busca do empate, até que Mario Mandzukic trabalhou bem do lado esquerdo da área russa e serviu o seu compatriota Kramaric para o empate, aos 39 minutos de jogo.

A Croácia demorou oito minutos a chegar à igualdade, por Kramaric
Fonte: FIFA

No segundo tempo, os croatas entraram melhor, dispondo de várias situações de golo. O maior sinal de perigo, na segunda parte, surgiu dos pés de Perisic que ao minuto 60 enviou a bola ao poste esquerdo da baliza russa. Até ao fim do tempo regulamentar, os russos equilibraram mantiveram a sua consistência defensiva e conseguiram levar o jogo para prolongamento.

Após 90 minutos de futebol, ninguém queria ir para a lotaria dos pontapés de penálti. A Croácia voltou a entrar melhor no prolongamento e adiantou-se no marcador na sequência de uma bola parada. Ao minuto 101, Luka Modric bateu o canto do lado direito do ataque, com Vida a aparecer no coração da área adversária a bater Akinfeev, estava feito o 1-2. Os russos partiram em busca do empate, tendo conseguido por intermédio do brasileiro naturalizado russo, Mário Fernandes. A  Rússia empatou ao minuto 115, após um livre do lado direito da área croata, com Dzagoev a cruzar para a cabeçada de Mário Fernandes. A partida não teria mais oportunidades de golo e iria ser decidida nos pontapés de penálti.

Nos pontapés de penálti, a Croácia foi mais forte, tendo falhado apenas um, através de Kovacic. Os russos, que tinham eliminado a Espanha nos pontapés de penálti, não foram tão eficazes, com Smolov e Mario Fernandes a não conseguirem converter.

A Croácia segue em frente para as meias-finais, repetindo o feito do Mundial França 98, onde brilhou Davor Šuker. O resultado acabou por ser justo, sorrindo a vitória à equipa que melhor futebol pratica, mais esclarecida e que tentou vencer o jogo, dispondo de mais posse de bola e mais ocasiões de golo.

Estará na hora de passar o testemunho?

Terminou a aventura da equipa das quinas na Rússia e o que é facto é que a prestação da selecção campeã europeia foi bastante discreta, tanto em termos de resultados como em termos de futebol jogado em si.

Pessoalmente, eu acredito que o público português no geral defende que o seleccionador Fernando Santos merece uma segunda oportunidade e ainda tem algum crédito devido à conquista do europeu. No entanto, nos espaços informativos sobre futebol existentes na televisão, nos jornais e nas redes sociais, foram raros os comentários ou crónicas em que não havia críticas dirigidas ao Engenheiro.

E a verdade, é que os tempos mudam e o nosso futebol cresce, mas a selecção de todos nós teima em repetir erros cometidos em Mundiais anteriores e que acabam por ter papel influente no desenrolar da competição, nomeadamente, a célebre aposta na política de continuidade. E quanto a isso, o Senhor Engenheiro não pode ficar isento de responsabilidades.

José Fonte mostrou que já não tem andamento para este nível competitivo
Fonte: Selecções de Portugal

Começando a olhar para a convocatória, até se verificaram algumas melhorias em relação aos mundiais de 2002 e 2014, com a presença de seis jogadores com uma idade máxima de 23 anos. Por outro lado, persiste a aposta nalguns jogadores que mostraram que já não têm andamento para este nível competitivo, principalmente o caso de José Fonte, que joga no penúltimo classificado da Superliga chinesa. A aposta teimosa em Cedric Soares, quando temos um lateral-direito no campeão espanhol e outro que foi o melhor lateral direito da Seria A e acabou de se transferir para o hepta-campeão italiano, também é bastante questionável.

Depois, é particularmente importante que o treinador tenha um modelo moldável, que se ajuste às características dos jogadores que tem à disposição e foi aqui que a aposta na continuidade mais se notou. Fernando Santos repetiu o mesmo erro de Paulo Bento em 2014 ao tentar replicar ao máximo o modelo que o fez chegar ao céu em 2016: um modelo em que a equipa abdica da posse de bola e entrega a iniciativa de jogo ao adversário.

O problema aqui é que vários jogadores da equipa nesta época estiveram longe de ter o mesmo desempenho que tiveram há duas épocas atrás, tais como Adrien Silva, João Mário, José Fonte e Raphael Guerreiro. E a quebra de forma desses jogadores resultou numa significativa perda de eficiência desse mesmo modelo, situação que se verificou principalmente na defesa em que a mesma linha defensiva que há dois anos atrás defendia de forma exemplar, passou a cometer sucessivos erros defensivos que nos custaram a eliminação precoce da competição. No entanto, o mais preocupante nem é o que se viu nos jogadores campeões europeus na Rússia, mas sim naqueles que entraram recentemente na selecção, entre os quais Bernardo Silva, que falhou o Europeu devido a lesão.

Suécia 0-2 Inglaterra: Britânicos pilham uma vitória frente aos vikings e apuram-se para as meias

Na segunda metade da tabela destes quartos-de-final aparecem dois jogos muito interessantes, a Suécia contra a Inglaterra e a Rússia contra a Croácia. Em ambos os jogos há claramente um favorito à vitória e há uma seleção que tem surpreendido e alcançou esta avançada fase da competição. Este jogo pelo menos não desiludiu e mostrou o futebol que estávamos à espera de ambas as partes, com uma Inglaterra muito ofensiva, com lances de bola parada muito bem estudados e com um futebol rápido contra uma Suécia organizada e capaz de surpreender com lances coletivos.

A primeira parte começou frouxa com ambas as equipas a disputar a bola a meio-campo e sem querer comprometer ou arriscar. O jogo mudou quando aos 30 minutos, o defesa Maguire bate Olsen com uma cabeçada letal. Mais uma vez a Inglaterra a marcar através de um lance de bola parada. Este resultado obrigou a Suécia a ir atrás do prejuízo e a abrir o seu jogo. No entanto, quem quase viria a capitalizar com isso por diversas vezes foi Sterling. Com uma defesa muito avançada, a Suécia foi apanhada várias vezes desprevenida com lances a jogar nas costas dos seus jogadores o que deixava Sterling frente a frente com Olsen. O guarda-redes sueco tem estado em grande forma e tem negado uma maior vantagem por parte dos britânicos.

Augustinsson e Sterling em mais uma disputa de bola entre tantas que tiveram hoje
Fonte: FIFA

Iniciada a segunda parte a Inglaterra mostrou que não estava confortável com o resultado e foi à procura do segundo, que acabou mesmo por vir com mais um golo de cabeça, desta vez foi Dele Alli aos 58 minutos. A Suécia finalmente percebeu que tinha que se aproximar da baliza de Pickford e recuperar da desvantagem. No entanto o guarda redes inglês tinha outros planos em mente e conseguiu realizar duas defesas espetaculares, revelando assim que a Suécia ainda tinha uma palavra a dizer. Lentamente, Pickford começou a mostrar que estava a ser o melhor em campo e estava num nível de inspiração acima de qualquer um naquela partida com intervenções fantásticas mostrando assim uma quebra no rendimento inglês no ponto de vista ofensivo.

O jogo garantiu o apuramento para as meias finais do mundial, algo que a Inglaterra já não conseguia desde 1990. Os fãs rejubilaram e cada vez mais este país está melhor encaminhado para potencial campeão do mundo, à medida que outros grandes vão caindo.

Onzes Iniciais:

Suécia: Olsen; Krafth(Jansson 85’) ; Lindelof; Granqvist; Augustinsson; Forsberg(Olsson 65´); Ekdal; Larsson; Claesson; Berg e Toivonen(Guidetti 64’) .

Inglaterra: Pickford; Maguire; Stones; Walker; Henderson (Dier 84’) ; Trippier; Young; Lingard; Dele Alli; Sterling(Rashford 90+1’) e Kane.

Aboubakar de malas feitas para a Turquia?

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fc porto cabeçalho

A carreira de Vincent Aboubakar nos últimos anos tem sido uma verdadeira montanha russa, tanto a nível profissional como a nível emocional. Já esteve de costas voltadas com o FC Porto durante a sua passagem pelo Besiktas JK afirmando que não queria voltar ao dragão. Na época seguinte, Aboubakar fez as pazes com o FC Porto e regressou em grande forma. Esta semana a imprensa portuguesa abordou a possível saída, mais uma vez, para a Turquia. Estará o seu coração dividido entre dois países?

A sua afirmação no FC Porto não foi imediata. Chegou em 2014/2015, proveniente do FC Lorient, e era visto como um jogador promissor. No entanto, sabia das dificuldades que iria ter para ser titular na primeira época, pois havia um “super” Jackson Martínez no plantel. Ainda assim, conseguiu fazer 9 golos e 4 assistências em 22 jogos.

Em 2015/2016, “Cha Cha Cha” Martínez parte para o Atlético de Madrid e deixa uma vaga aberta no onze inicial dos dragões. O camaronês aproveitou e conseguiu a titularidade, fazendo balançar as redes da baliza adversária por 18 vezes. É certo e sabido por parte dos portistas que Aboubakar não conseguiu fazer esquecer a saída de Jackson Martínez por completo. Não marcou tantos golos, a regularidade e a consistência do camaronês deixavam a desejar e a equipa não conseguiu conquistar o tão desejado campeonato que Jackson já tinha conquistado e também a Taça de Portugal, na qual o SC Braga saiu vencedor. No entanto, o jogador mostrou ter o talento e o potencial necessário para ser uma estrela no FC Porto. Ainda assim, aconteceu algo inexplicável no arranque da época seguinte.

Na temporada de 2016/2017, Vincent Aboubakar, como é susposto, faz a pré-epoca ao serviço do FC Porto e acaba por ser emprestado ao Besiktas JK. A notícia cai mal aos adeptos portistas, que já tinham ganho algum carinho pelo jogador e viam-no com uma boa opção para a frente do ataque da equipa da cidade Invicta. André Silva e Diogo Jota foram os homens escolhidos por Nuno Espírito Santo para as posições mais adiantadas no terreno de jogo e em janeiro, Tiquinho Soares chega ao FC Porto e conquista a titularidade.

Porém, foi mais uma época em vão a nível de troféus para o clube. Quanto a Aboubakar, no Besiktas JK, realizou 38 jogos ao serviço das Águias Negras e acabou a temporada com 19 golos marcados e quatro assistências para golo. Nessa mesma época, marcou o único golo da final da CAN (Taça das Nações Africanas) frente ao Egito, oferecendo assim o título aos Camarões. Mas foram as declarações após um jogo frente ao Benfica para a Liga dos Campeões que mais marcaram a sua época para os portistas, causando polémica ao admitir nunca mais querer voltar ao FC Porto. As palavras de Aboubakar surpreenderam alguns aficionados, mas alguns meses depois o avançado esqueceu o passado e regressou para realizar a pré-época de 2017/2018.

Aboubakar a festejar o golo frente ao AS Mónaco num jogo da Liga dos Campeões
Fonte: FC Porto

Afirmou não querer voltar, porque na verdade nunca quis partir do FC Porto e prometeu emoções muito positivas. Assim foi, Aboubakar renovou o seu vínculo com os dragões e tornou-se campeão português ajudando a equipa portista a conquistar o título com 26 golos e sete assistências em 43 jogos. A dupla Marega e Aboubakar causou estragos na liga portuguesa e juntos conseguiram 49 golos dos 82 golos marcados na totalidade.

Nos últimos dias, tem sido noticiada a saída de Vincent Aboubakar para a Turquia, nomeadamente Galatasaray SK e Besiktas JK, para a China e é também plano B do Olímpico de Marselha. A imprensa turca afirma que, alegadamente, o FC Porto pode ceder o jogador por 25 milhões de euros, metade do valor da sua cláusula de rescisão. No entanto, a SAD portista fez um sério investimento na passada época ao adquirir a totalidade do passe do jogador e é mais um fator que poderá manter o avançado no clube. A transferência de Vincent Aboubakar poderá ser um bom encaixe para o FC Porto, mas o ponta de lança já mostrou ser capaz de brilhar de dragão ao peito e ajudar na conquista de títulos. Será Aboubakar imprescindível para o FC Porto?

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto Port: Ana Ferreira