Início Site Página 10781

Os 5 melhores da Primeira Liga: Guarda-Redes

0

Cabeçalho Futebol Nacional

Depois de um mercado de janeiro repleto de entradas e saídas, com a promessa de deixar os plantéis nacionais mais fortes e equilibrados, o campeonato está prestes a chegar à reta final onde todas as equipas vão definir a sua classificação.

Sendo certo que nem todas as equipas da Primeira Liga lutam pelos mesmos objetivos e, sobretudo, dispõem dos mesmos orçamentos, o Bola na Rede vai, ao longo das próximas semanas, elaborar um top 5 para cada posição, procurando destacar as figuras do nosso campeonato.

Para o efeito, foram consideradas as qualidades individuais de todos os jogadores da Primeira Liga, mas também o seu tempo de jogo e, sobretudo, o desempenho até ao momento e a forma como contribuíram para o sucesso das suas equipas.

Any given sunday

0

Cabeçalho modalidadesNo próximo domigo à noite (4 de fevereiro) irá realizar-se a 52ª edição do superbowl. Neste artigo vamos explicar 30 coisas que precisam de saber sobre o superbowl para poderem fazer sucesso com os vossos amigos.

1. O superbowl é realizado anualmente e representa o título de campeão da NFL (National Football League);
2. O superbowl surgiu após a fusão da antiga NFL com a AFL (American Football League), as duas ligas mais importantes a nível de futebol americano até aos anos 60;
3. O primeiro superbowl realizou-se a  15 de janeiro de 1967 entre os Green Bay Packers e os Kansas City Chiefs ,com vitória dos primeiros por 35-10;
4. O superbowl este ano realiza-se em Minneapolis, no estado de Minnesota. Será a segunda vez em 52 edições que a final se realiza nesta cidade;
5. O troféu de campeão chama-se Vince Lombardi em memória do mítico treinador dos Green Bay Packers que conquistou as primeiras duas edições do superbowl;
6. Em 1971 deixou de se considerar o superbowl um jogo entre duas ligas diferentes para passar a ser um jogo entre duas conferências: AFC e NFC;
7. O jogo tem quatro períodos de 15 minutos cada;
8. Enquanto jogo “AFL vs NFL” verificaram-se 2 vitórias para uma das ligas, desde a passagem a conferências a NFC ganhou 24 dos 47 jogos efetuados e a AFC ganhou 23;
9. Em caso de empate no final do tempo regulamentar haverá prolongamento. Se a primeira equipa marcar touchdown termina o jogo (como se fosse golo de ouro); se marcar num pontapé aos postes ou não conseguir marcar pontos a equipa adversária tem uma série para tentar empatar o jogo ou ganhar. Em caso de empate repete-se a lógica até que seja encontrado um vencedor;
10. Este superbowl será jogado entre os Philadelphia Eagles (NFC) e New England Patriots (AFC);
11. Os New England Patriots são a equipa com mais presenças em superbowls (esta será a 10ª participação), tendo ganho cinco e perdido quatro;
12. Atualmente a equipa com mais vitórias são os Pittsburgh Steelers com seis vitórias em oito presenças (quatro das seis vitórias ocorreram entre 1975 e 1980);
13. O intervalo do superbowl é também considerado um evento dentro do evento. Este ano o entretenimento estará a cargo de Justin Timberlake. Outros artistas que já tiveram esta honra incluem: Bruce Springsteen, Lady Gaga, Beyonce, Bon Jovi, Aerosmith, New Kids on the Block, Gloria Estefan, Michael Jackson ou U2;
14. Esta será o terceiro superbowl para os Philadelphia Eagles. Nas edições anteriores perderam com os Oakland Raiders e com os New England Patriots;
15. Em caso de vitória Bill Belichick somará a sua 8ª superbowl (6 como treinador principal dos Patriots e 2 como coordenador da defesa dos New York Giants);

AFC x NFC quem ganhará? Fonte: Wikipedia
AFC x NFC quem ganhará?
Fonte: Wikipedia

16. New England Patriots e Philadelphia Eagles foram os primeiros cabeças-de-série de cada uma das suas conferências no início dos playoffs. Esta será somente a 13ª edição onde chegam à final ambos os cabeças de série;
17. O superbowl é um evento altamente mediático. Estima-se que na final de 2017 terão visto o superbowl 111,3 milhões de espectadores;
18. Devido ao interesse no superbowl as transmissões televisivas são feitas em regime de rotação pelas cadeias principais (Fox, NBC e CBS). Este ano a transmissão estará a cargo da NBC;
19. O valor de cada uma das equipas em 2017 era de 3700 milhões de dólares: no caso dos Patriots (2ª posição), e 2650 milhões no caso dos Eagles (10ª posição);
20. A NFL, como já foi referido, está organizada em duas conferências e cada uma dessas conferências tem quatro divisões (Este, Oeste, Norte e Sul), mas mesmo essa distribuição pode parecer estranha (por exemplo Dallas pertence à NFC Este com os Eagles, Giants e Washington Redskins). O mapa da NFC foi escolhido ao acaso de entre as melhores cinco propostas submetidas de forma a minimizar os custos de deslocação;
21. As duas cidades com mais jogos de superbowl são Miami e Nova Orleães (10)
22. A edição anterior (51ª) foi a primeira a ir a prolongamento, com os Patriots a conseguirem recuperar da maior diferença pontual da história de superbowls (após terem estado a perder por 28-3 a meio do terceiro período);
23. Existem dois jogadores dos Eagles que podem repetir o título de campeão de superbowl depois de o terem conquistado no ano anterior ao serviço dos Patriots: Chris Long e LeGarrett Blount;
24. Por falar de Chris Long, tanto ele como o seu pai (Howie Long) são vencedores do superbowl enquanto jogadores;
25. Tom Brady, dos Patriots, é o quarterback com mais superbowls da história, contanto com cinco;
26. Será o primeiro superbowl enquanto treinador para Doug Pederson (Eagles). Como jogador Pederson ganhou um superbowl enquanto suplente de Brett Favre nos Green Bay Packers… contra os Patriots;
27. A época é longa e como tal alguns jogadores importantes acabam por falhar o grande jogo como é o caso de Carson Wentz, Jason Peters pelos Eagles e do lado dos Patriots Julian Edelman e Dont’a Hightower;
28. Estima-se que durante o domingo de superbowl se consuma mais de 3 milhões de quilos de guacamole;
29. O custo médio de um anúncio de 30 segundos no superbowl passou de 37500 dólares  (1ª edição) para 4,5 milhões de dólares em 2015,
30. Se quiser assistir a isto tudo ao vivo prepare-se para gastar entre 3626 dólares e 175790 dólares.

Uma nota de rodapé: Para os interessados em futebol americano decorrerá em Março, no Algarve, um evento do American Football Without borders.

Finalmente ficam os votos que o jogo de dia 4 seja, pelo menos, tão emocionante como o do ano passado.

Foto de Capa: CreativeCommons

Artigo revisto por: Vanda Madeira Pinto

Ténis masculino: chato ou melhor que nunca? Façamos um ponto de situação

0

Cabeçalho modalidadesO novo ano começou como os anos de 2004, 2006, 2007, 2010 e 2017 – com o sorriso aberto de Roger Federer perante dezenas de jornalistas enquanto segura o troféu Norman Brookes, em plena Rod Laver Arena, em Melbourne Park. O maestro suíço mostrou mais uma vez que é (muito) superior à concorrência que, independentemente da idade, do momento de forma ou de qualquer outro fator que pudesse abonar a seu favor, cai encontro após encontro frente ao maestro que já vai a caminho dos 37 anos de idade.

Até mesmo a única pessoa no mundo que se pode gabar de ter mais vitórias frente ao campeoníssimo suíço do que derrotas – Rafael Nadal, de 31 anos – tem vindo, ano após ano, duelo após duelo, a perder a magia que demonstrava frente ao helvético, e que o fez erguer o troféu de Wimbledon em 2008 ou o título na Austrália em 2009. Mas nem por isso o maiorquino deve ser alvo de críticas. Na realidade, Federer e a sua equipa técnica é que merecem (ainda mais) elogios devido à forma genial que descobriram, após aproximadamente 32 encontros disputados entre ambos, que permite ao suíço anular a potência e o topspin colocados em cada golpe de Rafa. É, por isso, preciso recuarmos até à meia-final do Australian Open de 2014 para encontrarmos a última vez que o espanhol derrotou o então 6º classificado no ranking Roger Federer. Desde então, o veterano helvético conta por vitórias todos os 5 duelos que foram disputados desde essa data.

Façamos rapidamente uma afirmação para melhor se entender o que vai ler daqui em diante: o que Roger Federer fez e faz não é natural. O suíço não é um bom exemplo. Com a sua idade ou mais velho, apenas Ken Rosewall (em 1972, com 37 anos) ousou vencer uma prova do Grand Slam – no seu caso, o Australian Open – fazendo dele, à data deste artigo, o atleta mais velho de sempre a conquistar um major. Resta apenas dizer que (também) este “recorde” irá acabar por parar às mãos de Roger Federer. Disso estou seguro. Mas será que tudo isto é bom para a modalidade, e para os seus praticantes?

É inegável que Roger Federer é o ídolo de uma (ou talvez duas) gerações. É por sua causa que muitas crianças pedem aos pais para lhes comprarem a sua primeira raquete, e é também a ele que muitos clubes de ténis espalhados por todo o mundo têm de agradecer o facto de ainda poderem abrir portas e ter alunos. E isso não tem preço, o contributo do suíço para a modalidade bem como a sua postura (mais recente, para quem conheceu o jovem “índio” Federer) dentro e fora do court ficarão para sempre recordados. Lá vai o tempo em que alguns “velhos do Restelo” defendiam que Pete Sampras, John McEnroe, Bjorn Borg ou Rod Laver eram, eles sim, o melhor de todos os tempos. Hoje, Roger Federer é aos olhos de todos uma espécie de Maradona do ténis – praticamente um Deus, intocável, sejamos nós fãs de Rafa, Djokovic, ou qualquer outro.

Rafa Nadal conseguiu intrometer-se na hegemonia de Federer aos 18 anos Fonte: Gannett
Rafa Nadal conseguiu intrometer-se na hegemonia de Federer aos 18 anos
Fonte: Gannett

No entanto não vejo a situação atual do ténis como um mar de rosas. O domínio avassalador do suíço – que teve um “breve” intervalo (se é que lhe podemos chamar assim) por volta de 2013 durando sensivelmente dois anos e meio – tem também um lado negro, a meu ver.

Esse lado mais escuro é o lado que revela a brutal distância de qualidade – avaliando largos períodos de tempo e não efémeros picos de forma – entre um grupo de 3 jogadores – Roger Federer, Rafael Nadal e, talvez, Novak Djokovic – para todos os restantes atletas. Não é, de todo, relevante o facto de Andy Murray ter alcançado o topo do ranking ATP, ou Wawrinka ter até conquistado o mesmo número de majors do que o escocês (3), quando comparados com o volume de títulos e, mais do que isso, com a consistência que estes três fora-de-série têm demonstrado ao longo das últimas 2 décadas.

É bom recordar que, com a idade de Dominic Thiem (24 anos) o sérvio já levava na bagagem 4 majors (conquistados durante a “era” Rafa-Roger), o suíço 6 e o espanhol 9. Se nos adiantarmos para a idade atual de Grigor Dimitrov (26) então os números passam a ser 6, 12 e 11 respetivamente. O que quero dizer com estes números é que a anormal duração do domínio protagonizado por tão poucos tenistas faz com que uma geração tenha sido praticamente apagada dos livros da história: a geração que tem atualmente entre 24 e 29 anos, e que abarca nomes como Del Potro (apesar de o argentino ser um caso especial, devido ao seu historial de lesões), Nishikori, Cilic, Raonic, Goffin, Dimitrov, Thiem ou Sock. Estes nomes eram as promessas quando os “três gigantes” estavam em boa altura de dominar o circuito. O normal e, a meu ver, saudável para a modalidade seria que a passagem de testemunho fosse feita do suíço para Rafa e Djokovic que, por volta de 2016, deveriam já ter alguma dificuldade em bater-se de igual para igual com Nishikori, Dimitrov e companhia, na flor da idade. O mundo do ténis perdeu assim a oportunidade de ver grandes duelos entre o nipónico e o búlgaro, ou mesmo duelos de gigante entre Raonic e Delpo. Culpa dos “machos-alfa” da alcateia? Não na totalidade, mas em grande parte existe uma responsabilidade a eles atribuída. Não que os esteja a criticar. Longe disso. Acho que o que têm feito é do melhor que se pode fazer principalmente a nível psicológico e físico (pois a nível técnico estes grandes atletas já pouco ou nada podem evoluir). Vejo apenas com alguma pena que alguns dos nomes que referi acima neste artigo não pudessem ter oportunidade de deslumbrar os adeptos como fizeram tantas vezes Rafa e Roger, Roger e Novak, Novak e Rafa.

Kyrgios parece ser a esperança de muitos que querem renovação na modalidade Fonte: ATP
Kyrgios parece ser a esperança de muitos que querem renovação na modalidade
Fonte: ATP

Será que Rafa e Novak seguirão os passos do suíço e eliminarão a geração de Kyrgios, Shapovalov, Chung, Kokkinakis e companhia dos livros da História? Neste momento, considero pouco provável – nem um nem outro têm mostrado capacidade física para aguentar mais cinco ou seis ou sete anos em domínio absoluto. Mas, sinceramente, assumo que pensei o mesmo há meia dúzia de anos relativamente ao maestro suíço… O relógio do tempo não pára, e passa por todos. Resta-nos a nós, amantes do ténis, desfrutar do que ele tem para nos oferecer e, no máximo, sonhar com aquilo que o futuro nos trará.

Foto de Capa: Zimbio

FC Porto 3-1 SC Braga: FC Porto de volta ao topo

fc porto cabeçalho

O embate entre FC Porto e SC Braga encabeçava a jornada 21 da Liga Portuguesa e esteve à altura das expectativas dos amantes do desporto-rei. Os números não favoreciam a equipa visitante já que a última vez que tinham vencido o FC Porto no Dragão teria sido em 2005. Sérgio Conceição promoveu duas substituições em relação ao último encontro, entrando para o onze Corona e Sérgio Oliveira, sendo que este último viria a ser o homem do encontro.

As duas equipas entraram em campo e logo de início procuraram discutir o jogo com ambas as partes a dispor de oportunidades nos primeiros 10 minutos do encontro. A primeira ocasião pertenceu ao FC Porto, por intermédio de Marega, que falha por pouco com o esférico a desviar na cara de Matheus. Logo de seguida foi Wilson Eduardo a desperdiçar, com um remate fraco, uma oportunidade depois de ser bem servido por Esgaio.

O FC Porto manteve o pé no acelerador e a carga ofensiva com que entrou no jogo rapidamente deu frutos em cima do minuto 14’. Primeiro por Aboubakar, que de cabeça permite a Matheus uma das defesas da noite. No seguimento da jogada, os dragões viriam mesmo a inaugurar o marcador: golo de Sérgio Oliveira, que recebe completamente sozinho um excelente cruzamento Alex Telles finalizando de cabeça e a acabar com o jejum de 270 minutos que o FC Porto esteve sem marcar. Primeiro golo no campeonato de Sérgio Oliveira que começou o jogo de início.

O SC Braga ressentiu o golo sofrido e os minutos seguintes foram marcados por algum desnorte da defensiva minhota. O FC Porto entrou com grande intensidade no encontro, algo que não acontecia há várias jornadas. A equipa azul e branca alinhou com Sérgio Oliveira e Herrera e a dupla do meio-campo jogou sempre subida e pressionou sempre alto, complicando a construção de jogo da equipa bracarense que sentiu muitas dificuldades em grande parte do primeiro tempo.

A primeira grande oportunidade do SC Braga nasce aos 24’, através de um livre tenso de Jefferson que encontra a cabeça de Paulinho, mas a bola acabou por sair ao lado da baliza de José Sá. Jogo muito intenso no Dragão, dentro e fora do campo, com o árbitro Hugo Miguel a intervir várias vezes tendo chegado, inclusivamente, a expulsar o preparador físico do FC Porto devido a protestos.

Ao minuto 31’, os “Gverreiros do Minho” voltaram a ameaçar através de bola parada e, desta feita, iriam mesmo marcar. Uma vez mais Jefferson, numa bola parada, a cobrar um canto que encontra o central goleador Raúl Silva que, aproveitando a falha de Reyes na marcação, empata o jogo no Dragão. Quatro golos no campeonato do antigo defesa do CS Marítimo, com a bola ainda a bater no poste, indefensável para José Sá.

A resposta do FC Porto demorou apensas oito minutos. A equipa de Sérgio Conceição voltaria a estar em vantagem no encontro também na sequência de um pontapé de canto. Alex Telles assinava a segunda assistência da noite, desta vez a servir Diego Reyes que marca um golo de cabeça fantástico e indefensável para Matheus, que ainda voou para a bola mas não impediu o golo.

Sérgio Oliveira foi o homem do encontro numa partida incansável e coroada com um golo Fonte: Notícias ao Minuto
Sérgio Oliveira foi o homem do encontro numa partida incansável e coroada com um golo
Fonte: Notícias ao Minuto

O intervalo chegava ao Estádio do Dragão numa partida aberta e com uma boa segunda parte em perspetiva. Jogo grande de duas grandes equipas com o encontro a ser decidido na zona central do meio-campo, com os dragões a ganharem a maior parte dos duelos e com Sérgio Oliveira a estar particularmente inspirado.

Sem alterações de ambos os lados, as equipas regressavam ao relvado para mais 45 minutos de bom futebol. O FC Porto novamente a entrar bem no jogo e, logo na primeira jogada do encontro, Marega recebe na área mas remata por cima. A equipa de Abel Ferreira respondeu de imediato e, ao minuto 48’, Danilo rematou forte, fora da área, mas a bola sairia ao lado da baliza adversária.

À imagem do primeiro tempo, também a segunda parte trouxe grande intensidade com “bola cá, bola lá”, com as duas equipas a dispor de oportunidades alternadamente e a proporcionar uma excelente partida aos adeptos do bom futebol. Primeiro o FC Porto, através de uma jogada individual de Ricardo Pereira, que acaba por disparar à figura de Matheus. Na resposta, o SC Braga cria uma situação de ataque de “três para três” e Alex Telles acabaria por ter um papel determinante ao fazer dois cortes sucessivos sobre Wilson Eduardo.

Ao minuto 61’, a turma de Abel cria um dos lances mais perigosos de toda partida através de um cabeceamento de Paulinho que proporcionou a José Sá a defesa da noite numa saída corajosa do guarda-redes portista. Em cima do minuto 73’ o FC Porto consegue o terceiro da noite e deixa a equipa mais confortável e com o destino do jogo na mão. Alex Telles, na terceira assistência da noite, recebe a bola depois de uma excelente jogada de Brahimi e cruza teleguiado para Aboubakar marcar de cabeça o terceiro golo dos azuis e brancos.

Apesar da vantagem de dois golos do FC Porto, a equipa bracarense não se acanhou e tentou reagir nos 10 minutos finais e, aos 85’, Danilo remata forte para mais uma boa intervenção de José Sá que defende para canto. Na sequência do pontapé de canto, Horta remata depois de alguma confusão da área portista e é Marega a conseguir, com um corte decisivo, tirar a bola em cima da linha de golo. Ainda antes do final do encontro, registo para o remate perigoso do reforço de inverno Waris, que remata à figura de Matheus.

O jogo terminava no Estádio do Dragão num grande espetáculo de futebol, com o FC Porto de volta ao seu melhor futebol e a bater um SC Braga guerreiro até ao último suspiro.

SL Benfica 11-2 Juventude de Viana: Benfica goleia Juventude de Viana desfalcada

0

Cabeçalho modalidadesNaquele que foi o segundo encontro da 15ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins, o Benfica recebeu e goleou a Juventude de Viana, que se apresentou desfalcada na Luz, não podendo contar com André Azevedo e Francisco Silva, por 11-2.

Antes do início da partida, Benfica e Juventude de Viana prestaram homenagem a André Azevedo que, devido a uma lesão grave sofrida na última jornada, o fará, com quase toda a certeza, perder o resto da temporada.

O Benfica poderia ter de forma excelente, pois, em cima do primeiro minuto do encontro, Diogo Rafael fez mexer as redes da baliza da Juventude, mas o golo acabou por ser anulado. Pouco depois, os encarnados beneficiaram de uma grande penalidade devido a falta de Tó Silva que, pouco antes, havia ficado perto de abrir o ativo. João Rodrigues, um dos principais homens golo das águias, não conseguiu marcar. Primeiro, permitiu a defesa de Jorge Correia e na repetição da bola parada acertou no poste e na recarga também não conseguiu concretizar. A pressão vermelha e branca continuou e após um belo gesto de Nicolia, o argentino serviu Diogo Rafael que, com uma bola enrolada, fez o 1-0.

Os encarnados não tiraram o pé do acelerador e assim que perdiam o esférico pressionavam alto, com o objetivo de recuperar a bola rapidamente. Não dando grandes chances a uma Juventude de Viana limitada para respirar.

Jordi Adroher "molhou a sopa" por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades
Jordi Adroher “molhou a sopa” por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo
Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades

Perto da marca dos dez minutos de jogo, Tó Silva fez falta para livre direto sobre Nicolia, mas o número cinco benfiquista não conseguiu superar Jorge Correia. Não muito depois e num lance algo estranho, o “astro” argentino aproveitou o mau posicionamento do guarda-redes visitante para fazer o 2-0. De seguida, João Rodrigues aumentou para 3-0. Pouco depois, João Rodrigues recuperou a bola a meio campo e completamente isolado não falhou, apontando o 4-0 no marcador. O Benfica estava com toda a pujança e logo a seguir, Adroher, também isolado, aumentou para 5-0.

Com menos de três minutos para a pausa, Miguel Rocha combinou com Adroher e colocou o marcador na meia dúzia.

Chegado o intervalo, o Benfica goleava por 6-0. Resultado sem qualquer tipo de contestação, que foi conseguido, na sua maior parte, durante os primeiros quinze minutos de jogo onde foi completamente superior. Ao qual se seguiram dez de gestão e com uma ou outra oportunidade de perigo para cada lado que “obrigaram” Pedro Henriques e Jorge Correia a brilhar.

Campeonato de Portugal: Os exemplos do Vitória FC e do Leixões SC

0

Cabeçalho Futebol NacionalNa página oficial de Facebook do Campeonato de Portugal (CP), podemos encontrar a seguinte descrição: “Campeonato das Oportunidades”. Não poderia estar mais de acordo. Cada vez mais, as equipas profissionais dão maior importância a este Campeonato e estendem as suas redes de observação ao largo de todo o território nacional. Talvez por fruto de uma menor capacidade de investimento, estas equipas acabam por apostar em jogadores de divisões inferiores. Mas será que isto significa que partem em desvantagem em relação às outras equipas que preferencialmente investem noutros mercados? Pegando em dois exemplos claros, destaco o Vitória Futebol Clube e o Leixões Sport Clube como dois dos clubes que mais apostam na observação de jogadores das ditas divisões inferiores.

Os sadinos serão, talvez, das equipas no principal campeonato que mais importância dão à contratação destes jogadores, colocando-os directamente no seu plantel principal, sem entrar no carrossel de empréstimos que é por vezes tão frequente nas equipas primodivisionárias. De há três épocas para cá, foram já vários os jogadores trazidos do CP: Ruca (ex-CD Mafra, actualmente no CD Tondela), Costinha (ex-Lusitano FCV), Vasco Costa (ex-Fafe, actualmente no FC Famalicão), João Amaral (ex-FC Pedras Rubras), Rafinha (ex-Amarante FC), Allef (ex-Real SC), Jacob Adebanjo (ex-AD Oliveirense) e Miguel Lázaro (ex-Sport Benfica e Castelo Branco).

Costinha é preponderante no meio-campo sadino Fonte: vfc.pt
Costinha é preponderante no meio-campo sadino
Fonte: vfc.pt

Esta aposta precisa e organizada culminou na excelente prestação que o Vitória FC teve esta temporada na Taça da Liga, acabando por sucumbir na Final, aos pés do Sporting CP, somente no desempate através da marcação de grandes penalidades. No entanto, já nas temporadas anteriores, a maior parte destes jogadores tinha tido um papel preponderante nas equipas vitorianas. À cabeça, destacam-se Costinha e João Amaral, autênticos dínamos do jogar da equipa comandada por José Couceiro. Estes dois elementos são fundamentais nos vários momentos de jogo dos sadinos; o primeiro pela capacidade de trabalho, critério e pulmão que oferece ao meio-campo e o segundo pela inteligência, classe e desequilíbrio no momento ofensivo.

Os restantes elementos podem ainda não ter tido uma participação muito activa na equipa, devido à quantidade de opções para os seus lugares, mas serão certamente jogadores a ter em conta, nomeadamente Rafinha (um médio-ofensivo inteligente, com uma visão de jogo e capacidade de passe extremamente apuradas) e Miguel Lázaro (um jovem guarda-redes de qualidade da formação do Vitória FC, que era na temporada passada o titular da baliza do Sport Benfica e Castelo Branco e que foi entretanto “repescado”).

Supernanny para o futebol português já!

Cabeçalho Futebol Nacional

Decidi trazer esta semana um tema que tanta polémica e tanto alvoroço tem feito na praça pública portuguesa e que levou mesmo à retirada, por parte da SIC, do programa “Supernanny”, por ordem judicial. Decisão essa que me levou à questão: Será possível alterar o formato do programa, mantendo sempre a sua essência educacional, sem que as autoridades portuguesas ou a opinião publica se manifeste de maneira tão “audível”?

Sim, se o programa for sobre futebol em vez de crianças. Reparem, a televisão portuguesa está cheia de programas, alegadamente desportivos, que são puro lixo, e não vejo ninguém, incluindo as autoridades competentes, muito importadas com isso. Temos programas que não passam de meros meios de propaganda de ódio e onde pessoas adultas fazem figuras como o de “bloquear” um colega de painel com fita da EMEL. Isto não seria problema nenhum se estivéssemos a falar de um sketch do Gato Fedorento, e até teria a sua graça, mas não meus senhores, estamos a falar de um programa onde alegadamente se fala de assuntos sérios relacionados com o futebol. Serão as crianças realmente o problema prioritário para a Supernanny?

Consigo encontrar trabalho suficiente para a Supernanny, que desse “pano para mangas”, para uns bons episódios. E quem sabe seja mesmo aquilo que o nosso futebol precise, uma Supernanny. Desde logo precisávamos que ensinasse os nossos dirigentes desportivos a saberem comportar-se. Numa semana em que vemos o nome de dirigentes benfiquistas ligados a processos judiciais, e tendo visto isso acontecer anteriormente também com nomes de dirigentes portistas (Apito Dourado) e sportinguistas (Pereira Cristóvão), não será altura de pedirmos ajuda à Supernanny para finalmente deixarmos o “chico-espertismo” e passarmos a tentar tornar o nosso futebol cada vez melhor e mais limpo?

As crianças, não poucas vezes, são um exemplo para os próprios adultos  Fonte: SL Benfica
As crianças, não poucas vezes, são um exemplo para os próprios adultos
Fonte: SL Benfica

A Supernanny teria que atuar também no comportamento dos adeptos portugueses. Cada vez mais temos adeptos que estão e usufruem do futebol para fins ilícitos e não propriamente para apoiar a sua equipa. Famílias com crianças que deixam de ir ao futebol ao fim de semana por causa do perigo que o futebol hoje em dia representa, muito por culpa das claques e da violência que estas acarretam. A Supernanny tem que lhes dar uma lição de como apoiar realmente uma equipa sem estarem necessariamente envolvidos em escaramuças. Será assim tão complicado?

Por último não posso deixar também de referir que a própria classe onde me pretendo inserir, a classe dos jornalistas, precisa de uma “mãozinha” da Supernanny. Poucas dúvidas há neste momento sobre o papel fundamental que os meios de comunicação têm também neste clima inflamado que cada vez mais se vive no futebol português. Talvez ela devesse relembrar aos jornalistas, especialmente aqueles que estão nos lugares de topo e quem decide as linhas editoriais, que o futebol jogado sempre foi e sempre será mais importante do que todas as polémicas que os meios de comunicação estão constantemente a tentar criar. O nosso futebol já é sujo o suficiente, não precisando que nós jornalistas contribuamos mais para o piorar. Supernanny, falemos mais de futebol e menos de escândalos, pode ser? Aquilo que nos levou a apaixonar-nos pelo futebol não foram as guerras de bastidores.  Estou a contar consigo para melhorar a imprensa desportiva em Portugal.

Aproveitemos o bom (não é minha intenção em nenhum momento legitimar o programa “Superanny” ou contestar a decisão judicial tomada) que este formato trouxe para Portugal, com vertente educacional, e juntemos isso ao futebol português. Seria importante pedir ajuda à Supernanny para o futebol português. Alguém que relembrasse os valores do futebol e do desportivismo aos dirigentes e adeptos, alguém que trouxesse alguma educação e respeito para o nosso futebol. Até porque muitos dos adultos que andam no nosso futebol comportam-se como crianças.

Foto de capa: Trend-chaser.com

Coentrão, o linguisticamente incorreto

0

sporting cp cabeçalho 2

Advertência inicial: Este texto não pretende ser uma justificação de nenhum ato linguístico ou não linguístico que tenha ofendido quem quer que seja. Pretende apenas lançar a reflexão sobre o papel dogmático e algo desmesurado da “linguagem correta” e do “bem falar” nas questões que dizem respeito ao estigma e ao preconceito, algo que, como todos deveríamos saber, vai muito além das palavras ditas.

Vivemos tempos em que o politicamente correto se converteu numa espécie de dogma que invade as nossas vidas a toda a hora e momento. E a mim, que sempre convivi mal com dogmas e verdades absolutas, pensar que há coisas sobre as quais não posso discutir dá-me azia e má-disposição. Uma das formas em que se exerce esse “politicamente correto” tem sido por via da linguagem, ou, melhor dito, pelo uso da palavra. À custa dessa ditadura do polimento das palavras que hoje vivemos, não podemos dizer palavrões nem jargões de qualquer espécie. Isso pode até dar jeito aos pais e educadores em relação às crianças. Acredito que aí tenha uma grande utilidade. Mas no que ao mundo adulto diz respeito, esse “polimento” pode esconder algo de mais profundo, como se sob a aparência ou o manto dessa linguagem limpinha, limpinha, limpinha sobre o que se diz sobre algo ou alguém, se escondesse a cólera e o ódio que se nutre nas nossas profundezas. Mas em vez de olharmos para esses sentimentos vis que se ocultam, ficamo-nos pela crosta: a linguagem, aquilo que dizemos e, por consequência, aquilo que ouvimos.

Querem exemplos do “politicamente correto” na linguagem? Hoje não podemos dizer “prostituta(o)” mas sim “trabalhador(a) do sexo” porque a palavra anterior era instigadora de estigma; não podemos dizer “toxicodependente” mas sim “pessoa utilizadora de drogas”, pois isso inflige uma ferida deveras profunda a quem tem problemas com drogas; não podemos dizer “doente mental” mas sim “pessoa portadora de doença mental” pela mesma ordem de razão. Se me querer alongar neste assunto – pois dava todo ele uma crónica, peça de investigação jornalística ou dissertação académica – também ouvi por aí uns zuns zuns acerca de criminalizar os “piropos”. A pureza da linguagem, a pretexto da “defesa da dignidade humana” vai a este ponto, vejam lá ao que chegámos.

Em todos estes exemplos mudamos a linguagem, mas será que operámos uma mudança na forma como sentimos e percecionamos o problema das prostitutas, dos toxicodependentes e dos doentes mentais? Como estão organizadas as respostas sociais para fazer face aos desafios dos toxicodependentes e dos doentes mentais? Mudam-se os nomes, ficam-se as vontades…

Depois do sucedido com o jogador Moussa Marega do FC do Porto nas Meias-Finais da Taça da Liga, Fábio Coentrão partilhou na sua conta oficial do Facebook uma fotografia abraçado ao “negro” William Carvalho Fonte: Facebook oficial de Fábio Coentrão
Depois do sucedido com Moussa Marega do FC Porto na Taça da Liga, Fábio Coentrão partilhou na sua conta oficial do Facebook uma fotografia abraçado ao “negro” William Carvalho
Fonte: Facebook oficial de Fábio Coentrão

Este relambório todo sobre a linguagem, bem como os seus efeitos e defeitos seria escusado se não estivesse em causa o facto do jogador do Sporting CP Fábio Coentrão ter chamado “Preto do Car****” ao jogador do FC Porto Moussa Marega no jogo das meias-finais da Taça da Liga em Braga. As câmaras apanharam o mover de lábios do caxineiro e pumba! – eis que caiu o Carmo e a Trindade nos jornais, rádios e televisões.

O FC do Porto deu logo um “ar da sua graça” ante tamanho insulto de Coentrão ao seu jogador maliano Moussa Marega. Escreveram assim na edição do passado dia 26 de janeiro de 2018 do Dragões Diário: “O tema é de 1993, mas Fábio Coentrão fez questão de o tornar atual enquanto se dirigia a Moussa Marega nestes termos (remetem para link), durante o Sporting-FC Porto de quarta-feira. Gabriel o Pensador sugere e interpreta “Lavagem Cerebral” (remetem para link), uma espécie de técnica psicológica em verso para mudar crenças e comportamentos, com a punchline “racismo é burrice” a dominar o refrão.”

Ora, estas declarações, vindas de um grande clube como é o FC Porto e para quem está tão preocupado com a linguagem usada pelo caxineiro, incorrem no mesmo registo (para eles tão difamatório) que o jogador do Sporting realizou quando chamou “Preto do Ca****” a Marega. Como? Dizem o seguinte mais à frente dessa edição do Dragões Diário: “Mas se o tratamento e a oxigenação for exterior, aplicados apenas por fora, como parece ser o caso, então aí a música é outra, apesar de igualmente célebre do mesmo rapper e compositor. Sim, é “Lôraburra” (remete para link)”.

Mas a questão parece ter ficado em saber se o Carmo e a Trindade caíram pela palavra “Preto” ou pelo jargão “Car****”. Mas, de uma maneira ou de outra, estamos perante uma encenação através da linguagem: o que ele disse é mais importante do que aquilo que ele fez ou faz. Culpamos o jogador do Sporting por dizer aquilo a Marega quando no Futebol só ouvimos – quer das bancadas, quer de todos os intervenientes do jogo – palavras esbeltas, espúrias e do mais fervoroso requinte linguístico que alguma vez se produziu à face da Terra. Os estádios são, não hajam dúvidas, os santuários plenos da palavra, anfiteatros da palavra bem-dita, dos bem-comportados e dos bem-falantes.

Estou certo que enquanto perdurar esta política do “bem-falante” nos estádios, no futebol, na política, na academia, nas escolas, estamos a ocultar os nossos sentimentos mais hostis e vis, sob o manto da aparência e da capa dos “bons costumes”, das “boas maneiras” e das “boas linguagens”. Um dia, se a moda pega, teremos música clássica nos estádios de futebol e seremos obrigados a ir de fato e gravata ver o “desfile dos cisnes” enquanto soltamos risadas tímidas e dizemos coisas como por exemplo “que esbelto movimento daquele atleta” , “estou entusiasmado com a performance daquele jogador” ou ainda “que pouca educação tem aquele atleta”.

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

artigo revisto por: Ana Ferreira

10 transferências que aqueceram o mercado de inverno

Cabeçalho Futebol Internacional

A tradição do mundo futebol mantém-se e após o mês de janeiro a questão é sempre a mesma: quais as contratações com mais impacto no mercado de inverno?

Nós damos-te a conhecer as transferências mais sonantes.

Cápsula Lusitana: O Mágico Quinas

0

recordar é viver

Antes de começar nesta apaixonante jornada sobre a vida de um dos técnicos mais marcantes do futebol português dos últimos anos, importa elucidar sobre o que trata esta “Cápsula Lusitana. A cápsula lusitana é uma rubrica em que se vão distinguir alguns treinadores e jogadores que estão afastados do mundo do futebol. Será aqui que vamos recordar momentos, feitos históricos destes nossos lusitanos, como que de uma cápsula de tempo se tratasse, uma cápsula capaz de eternizar momentos e figuras.

Quem é?

Quinito, como treinador do vitória SC Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt
Quinito, como treinador do vitória SC
Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt

Joaquim Lucas Duro de Jesus, Quinito, só para os amigos.

Nasceu a 6 de Novembro de 1948, na cidade de Setúbal. Com uma personalidade distinta, tornou-se um apaixonado pelo futebol. Durante a sua vida muitas eram as paixões deste grande homem. Desde a sua passagem como escuteiro, a sua paixão de querer ser toureiro ou pelo curso de medicina em Coimbra aos dezoito anos, acabou por seguir o que o seu coração queria e ingressar numa carreira no futebol. Quinito fez carreira como jogador de futebol, passando por diversos clubes: Belenenses, Braga, Académica e Racing de Santander. Apesar disso foi a partir do banco que o técnico de Setúbal se destacou. Excêntrico, ousado, pouco ortodoxo e pouco conservador mas acima de tudo vibrante e apaixonante, eis as linhas orientadoras do perfil de um dos mais importantes treinadores portugueses dos últimos anos. Foi responsável por ter colocado várias equipas do futebol português a jogar um futebol espetáculo, deixando a sua marca em cada uma delas. Porto, V.Guimarães, Sporting de Braga, Espinho, Rio Ave, Setúbal, Leiria, foram algumas das equipas por onde passou.

Equipa do SC Braga, que Quinito integrava, na época de 1979/80 Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt
Equipa do SC Braga, que Quinito integrava, na época de 1979/80
Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt