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GP de São Paulo: Lewis Hamilton ativou o God Mode

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A CORRIDA: VELOCIDADE DE SPRINT EM CORRIDA DE OBSTÁCULOS

 

Como diria Maximus Decimus Meridius “are you not entertained?!”, pois quem não adorar o que aconteceu esta tarde em São Paulo, no GP de Interlagos, não gosta de Fórmula 1.

Lewis Hamilton, qual Gladiador, venceu o Grande Prémio de São Paulo após começar da 10.ª posição, seguido pelo homem que liderou grande parte da prova, Max Verstappen, com Valtteri Bottas a fechar o pódio.

O mais simples é mesmo começar pelo início, pelo estupendo arranque de Lewis Hamilton, que ia num ritmo tal, que em apenas cinco voltas chegou aos lugares do pódio. O britânico não tinha tempo a perder, e utilizou toda a pujança do motor Mercedes novinho em folha, para se colocar imediatamente na perseguição a Max Verstappen.

O holandês teve um excelente arranque, passando para a liderança na primeira curva, e ao mesmo tempo a fazer jogo de equipa, ao obrigar Bottas a ficar mal posicionado para a “Reta Oposta” onde Sergio Perez aproveitou para completar uma dobradinha da Red Bull.

Nesta fase inicial da prova em São Paulo, tirando o facto de já ter um Lewis Hamilton rapidíssimo nos calcanhares, as coisas pareciam correr bem à Red Bull.

Tudo mudou nas primeiras paragens, onde uma execução perfeita da Mercedes durante um período de Virtual Safety Car, permitiu que Bottas saltasse para a frente de Perez, de onde não saiu.

Já Max Verstappen não era tão fácil de apanhar, e então Lewis Hamilton apenas se mantinha por perto, sem arriscar demasiado. São Paulo

A batalha a sério começou a partir da segunda paragem, onde os pneus mais frescos de Hamilton lhe permitiram atirar com tudo para cima de Verstappen. O neerlandês defendeu-se como pôde, contudo, o ritmo de Lewis Hamilton era óbvio, e não havia hipótese para Verstappen o segurar na prova de São Paulo.

Mais para trás, do lado do pelotão, foi um fim-de-semana de reforço do terceiro lugar do campeonato para a Ferrari em São Paulo. Carlos Sainz e Charles Leclerc executaram mais uma excelente corrida, onde a consistência da Scuderia contrasta com o que acontece para os lados de Woking, onde tudo correu mal aos rivais diretos, Mclaren, com Lando Norris a ficar com um furo logo na primeira volta da prova de São Paulo e a resgatar só o último ponto em 10.º, e Ricciardo a ser obrigado a retirar-se. São Paulo

A vantagem da Ferrari no terceiro lugar, disparou assim para 31.5 pontos, que a três corridas do fim, serão extremamente difíceis de recuperar.

Já após acalmar a tempestade da batalha dos homens da frente, foi Pierre Gasly quem proporcionou a maioria dos grandes momentos das últimas voltas, com uma incrível sequência de ultrapassagens aos homens da Alpine, que o colocaram na sétima posição.

Já Esteban Ocon e Fernando Alonso da equipa gaulesa, conseguiram um bom resultado na luta pelo quinto lugar do campeonato. Neste momento, Alpha Tauri e Alpine estão empatadas.

O circuito de Interlagos proporciona quase sempre as melhores corridas da temporada, hoje não foi exceção. Vimos uma das melhores performances da carreira de Lewis Hamilton durante todo o fim-de-semana, e isso é dizer imenso.

Se Max vencia, a três corridas do fim, tirava um pouco de emoção ao campeonato, assim, Lewis Hamilton volta a aproximar-se em São Paulo.

São 14 pontos que os separam a três corridas do fim, se Hamilton vence as duas próximas corridas e Max faz segundo, chegam a Abu Dhabi em igualdade pontual. Volto a repetir, “Are you not entertained?!” São Paulo

PILOTO DO DIA EM SÃO PAULO:

 

Lewis Hamilton – Mas há dúvidas? Isto foi uma das melhores performances da carreira de um dos melhores da história. Eu já nem olho só para a corrida de São Paulo, foi tudo, qualificação, Sprint, agora na corrida.

Este é o Hamilton no God Mode a que muito raramente temos acesso. E mesmo atrás de Verstappen por 14 pontos, eu se fosse o neerlandês, não relaxava um segundo.

 

DESILUSÃO DO DIA:

Mclaren – Durante as duas últimas temporadas e em particular 2021, se há coisa que tenho feito é elogiar a Mclaren pela consistência que tem demonstrado em termos de resultados, seja através de estratégias, pura velocidade ou aproveitar toda a sorte do mundo.

No pelotão, não havia quem os batesse nesse parâmetro, contudo, quem é que agora o está a fazer constantemente? Aquela que era gozada por ser uma das equipas mais inconsistentes em termos estratégicos.

A Ferrari está a terminar a época em grande e a colocar a Mclaren no bolso, o terceiro lugar está praticamente entregue. Há dois meses atrás não era bem assim.

Abre os olhos, Everton | SL Benfica

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Abre os olhos e vê o que te rodeia, moleque…

Foi de forma caricata que Everton revolucionou a sua estadia na Europa. Depois de ser multado por incumprir com o regulamento interno dos encarnados, assinou ao jogo 68 de águia ao peito a sua melhor exibição. Abre os olhos

Poucos entenderam a chamada de Jorge Jesus ao jogo e sobretudo ao onze, sendo que ninguém teria imaginado tão surpreendente volte-face numa situação que parecia augurar o definitivo declínio do jogador na Luz.

Ganha nova vida, uma lufada de ar fresco ironicamente conquistada pela irresponsabilidade. Tendo ou não consequência direta, fica a impressão de que o tempo limará – Everton só começou a fazer render os 20 milhões gastos na sua contratação quando levou um abanão dos responsáveis diretivos por mau comportamento.

Ao microfone do podcast Tudo em Off, o brasileiro demonstrou uma certa ingenuidade que denunciou um desleixo pelas normas europeias. Abriu o jogo, confessou que precisou de tradutor nos primeiros tempos de SL Benfica por “se falar muito rápido em Portugal” ou que ficava até às três da manhã a ver o seu Grémio de Porto Alegre. Abre os olhos

Abre os olhos, Everton
Everton esteve em destaque frente ao SC Braga
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Contou ainda o cómico caso da mensagem ao engano no Whatsapp do plantel, no qual chamou “maluco” ao técnico Jorge Jesus – sinceridade fora dos limites impostos pela etiqueta europeia mas que, paradoxalmente, poderia aproximar jogador e adepto, permitindo um contacto mais aproximado entre a vida pessoal de atleta e a curiosidade dos fãs. Abre os olhos

Se não entrou em picardias ou aproveitou o momento para deixar mensagens tóxicas para fora, pecou pela desfaçatez em vangloriar-se da própria indisciplina e em encarar a oportunidade como conversa de café – obviamente caindo mal no seio da massa adepta.

Pedia-se ao craque brasileiro, jogador feito e internacional, uma maior contenção nas palavras e um filtro muito mais restrito (não vamos optar por observações de mau gosto como aquelas que abordaram a sua inteligência), além de uma postura muito mais defensiva. Abre os olhos

Deveria estar avisado Everton, até porque não é norma qualquer jogador encarnado entrar em aventuras do género, sobretudo com a evolução exponencial das redes sociais do clube e da plataforma BPlay a monopolizarem todo o conteúdo gerado pelos seus ativos.

ATP Next Gen Finals: Respeitinho ao mais novo

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Depois de um ano de ausência devido à pandemia, este ano regressou a versão kids das ATP Finals, prova que serve para reunir os oito melhores jogadores sub-21 do circuito mundial, ao mesmo tempo que testa algumas possíveis variações das regras do ténis. Nesta semana os encontros disputaram-se à melhor de cinco short sets (até quatro jogos com tie-break aos 3-3) e ponto de ouro no 40-40, numa tentativa clara de tentar uma versão mais “rápida” do ténis.

O maior destaque à partida para este torneio vai para Carlos Alcaraz que, sendo o jogador mais novo a marcar presença, com apenas 18 anos e meio, é também o jogador com o melhor ranking, começou a semana na posição número 32 do mundo. Era, por esta razão, a principal figura a ter em conta para esta competição.

Os oito convocados para este desafio foram divididos em dois grupos. No primeiro grupo a classificação final foi: Carlos Alcaraz, Brandon Nakashima, Holger Rune e Juan Cerundolo. O segundo grupo terminou da seguinte forma: Sebastian Korda, Sebastian Baez, Lorenzo Musetti e Hugo Gastón.

Nesta fase de grupos, de onde se apuraram os dois primeiros de cada grupo para as meias-finais, o maior destaque vai para a capacidade dos dois primeiros cabeças-de-série, Alcaraz no primeiro grupo e Korda no segundo, corresponderem às expectativas e terem demonstrado um altíssimo nível de ténis, dominando os seus grupos com três vitórias e perdendo apenas um e dois sets respetivamente.

Nas meias-finais, tivemos duas narrativas bastante diferentes. No primeiro encontro do dia, que opôs dois jogadores americanos, Korda e Nakashima, existiu um grande equilíbrio entre os dois jogadores e a partida acabou por ser decidida apenas na quinta e última partida com os parciais de 4-3 2-4 1-4 4-2 4-2 a favor de Korda que, como se percebe, teve algumas dificuldades em comprovar o favoritismo.

No outro encontro, que mediu forças entre Alcaraz e Baez, Carlos Alcaraz poderia pedir ao argentino para lhe pagar a aula, tal foi o domínio de um jogador que parece estar claramente num patamar acima do resto da concorrência e que, em pouco tempo, estará na piscina dos grandes. Os parciais finais foram 4-2 4-1 4-2, num encontro em que o espanhol, sobretudo nos seus jogos de serviço, nunca deu a mínima hipótese, tendo ganho 32 em 37 pontos disputados no seu serviço.

No encontro final, entre os dois cabeças-de-série, Carlos Alcaraz voltou a mostrar que os elogios que lhe são dedicados são inteiramente justos e que vai ser um fenómeno geracional, talvez a par de Jannik Sinner que, aos 19 anos, é já o primeiro alternate das ATP Finals. O espanhol foi dominador e venceu Korda sem deixar fugir nenhum set, que é algo ainda mais assinalável quando se trata de sets tão curtos que estão ainda mais sujeitos a flutuações de performance ou, até mesmo, sorte. Os parciais finais foram 4-3 4-2 4-2.

Com este resultado, Carlos Alcaraz conseguiu fechar o ano de 2021 com chave de ouro, mas aponta baterias já a um objetivo bem mais ambicioso. “Ganhar isto não significa nada se não continuar a trabalhar muito duro. Quero ser o número um do mundo! Esse continua a ser o meu objetivo”, disse no final da partida. No final da partida, também Korda se rendeu ao nível do espanhol e disse que Carlos Alcaraz “está a jogar muitíssimo melhor do que o seu ranking”, o que é particularmente significativo quando falamos de um jogador que é já o 32.º classificado do ranking mundial aos 18 anos.

Foto de Capa: ATP Tour

GP Valência: Grazie, Val4ntin6 Rossi!

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A CORRIDA: PÓDIO SÓ DE DUCATI MARCA FINAL DE CARREIRA DE ROSSI

Chegado o último Grande Prémio da temporada de MotoGP, em Valência, todas as atenções encontravam-se viradas para a lenda do motociclismo Valentino Rossi, o icónico 46.

Um pouco à imagem do que tinha acontecido nos GPs anteriores o arranque da corrida contou com a dupla campeã de construtores, Pecco Bagnaia e Jack Miller, sendo que o piloto que arrancou de primeiro foi o rookie espanhol Jorge Martin da Pramac Racing, como já não acontecia há algum tempo.

O “Falcão” da Charneca conseguiu um arranque fortíssimo e em pouco tempo escalou cinco posições, passando de vigésimo para décimo quinto.

Ao passar pela curva número seis no segundo setor, o nipónico Takaaki Nakagami perdeu a frente da sua moto, o que levou à sua queda e consequente abandono com a habitual sinalização de bandeiras amarelas.

O mesmo aconteceu com Alex Rins que vinha a rodar em alta velocidade no terceiro lugar para manter contacto com as duas Ducati e acabou por cair, desta feita na curva seis do mesmo setor.

Mudança na frente a doze voltas do término da corrida na entrada para a reta da meta, quando Pecco Bagnaia efetua uma ultrapassagem por dentro com sucesso, deixando Jorge Martin para trás e logo de seguida estabeleceu um recorde de volta em pista duns magníficos 1:31:42.

A corrida foi se mantendo a um ritmo constante sem mudanças de posição, com todos os pilotos a manter o ritmo de rodagem e a corrida terminou com um pódio total de motos da Ducati, que se mantiveram fugidas das restantes.

O prémio de rookie do ano foi entregue como já era de esperar ao espanhol Jorge Martin, que ao longo da temporada conquistou algumas poles e venceu o GP da Estíria.

O doutor Valentino Rossi terminou o seu último GP da carreira na décima posição e no final começaram as várias celebrações planeadas para celebrar a ocasião.

Em nome de todos os amantes de MotoGP, GRAZIE, VALE!

Foto de Capa: MotoGP

Portugal x Sérvia: A verdadeira final rumo ao Qatar

ANTEVISÃO: O JOGO DE TODAS AS DECISÕES

Este domingo realiza-se a verdadeira “final” do grupo A de qualificação para o Mundial 2022. O empate serve os interesses de Portugal de se apurar diretamente. O primeiro critério de desempate é a diferença entre golos marcados e sofridos. Portugal e Sérvia marcaram o mesmo número de golos (16). Contudo, a equipa dos Balcãs consentiu mais golos aos adversários (8 golos sofridos, contra 4 de Portugal).

É O JOGO DE TODAS AS DECISÕES PARA A EQUIPA DAS QUINAS. SERÁ QUE PORTUGAL VAI CARIMBAR O PASSAPORTE PARA O QATAR? APOSTA JÁ NA BWIN.PT!

O confronto direto não vai, por isso, decidir nada em caso de empate. As duas formações seguem nos dois lugares cimeiros do grupo com 17 pontos. Cada uma venceu cinco partidas e empatou duas. Na primeira volta, Portugal esteve em vantagem em Belgrado por 2-0, com um bis de Diogo Jota, mas na segunda parte a equipa visitada conseguiu chegar à igualdade (2-2). O outro empate de Portugal foi nesta recente deslocação a Dublin, que redundou num nulo perante a República da Irlanda.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Em 12 confrontos entre as duas seleções, Portugal leva a melhor, com seis triunfos, contra apenas dois da Sérvia. Registaram-se quatro empates.
  2. Quem ficar em segundo lugar terá de disputar os play-offs de apuramento para o Mundial.
  3. Neste grupo, Luxemburgo (nove pontos), República da Irlanda (seis) e Azerbaijão (um) já estão matematicamente afastados da corrida à fase final.
  4. Bernardo Silva, que não esteve presente no jogo em Dublin devido a problemas físicos, já é opção para este domingo.
  5. Pepe tornou-se o jogador mais velho de sempre a representar a Seleção, no jogo com a Irlanda, mas foi expulso e falha este desafio com a Sérvia.
  6. Apesar de estar impedido de participar neste duelo, Pepe continuou integrado no grupo de trabalho às ordens de Fernando Santos, para dar apoio moral aos companheiros.
  7. Para o lugar de Pepe, há José Fonte e a hipótese de recuar Danilo Pereira para defesa central.
  8. O encontro tem arbitragem do italiano Daniele Orsato.
  9. Os bilhetes para o jogo, a decorrer no Estádio da Luz, esgotaram.
  10. O presidente da Sérvia prometeu oferecer um milhão de euros à seleção se a formação balcânica derrotar Portugal e assim se apurar diretamente para o Mundial 2022.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bernardo Silva – O seu regresso pode ser decisivo para a manobra coletiva portuguesa. A variabilidade de funções que é capaz de exercer e a inteligência que emprega em cada ação são diferenciadoras. Joga na posição que Fernando Santos quiser.

 

Dusan Vlahovic – A cotação do jovem ponta de lança da ACF Fiorentina no mercado tem vindo a disparar. Tem tudo aquilo que um ponta de lança deve ter: mobilidade, força e sentido de baliza. É um perigo constante.

 

XI’S PROVÁVEIS

Portugal: Rui Patrício, Nelson Semedo, Danilo Pereira, Rúben Dias, João Cancelo, João Palhinha, Renato Sanches, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, João Félix, Cristiano Ronaldo.

Treinador: Fernando Santos

«A Sérvia aposta sempre no jogo para ganhar. Joga numa linha de três com os laterais projetados em termos ofensivos, com dois médios e três jogadores na frente. Tem jogadores com qualidade e gosta de ter bola no pé. Já os conhecemos bem e eles também nos conhecem bem. São duas equipas que jogam para ganhar».

 

Sérvia: Rajkovic, Milenkovic, Veljkovic, Pavlovic, Radonjic, Milinkovic-Savic, Gudelj, Kostic, Tadic, Jovic, Vlahovic.

Treinador: Dragan Stojkovic

«Uma equipa como Portugal, jogando em casa, não vai procurar apenas o empate. Vai jogar para ganhar e tem o mesmo objetivo da Sérvia».

 

PREVISÃO DE RESULTADO: PORTUGAL 1-1 SÉRVIA

 

Antevisão da opinião de Miguel Bravo Morais.

Antevisão GP São Paulo: Nem tudo é mau, Mercedes

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A ANTEVISÃO: BOTTAS COM A POLE, HAMILTON PASSA DE ÚLTIMO PARA QUINTO E VAI SAIR DE DÉCIMO

Já ia longo este Grande Prémio de São Paulo mesmo antes de chegarmos ao sprint. Lewis Hamilton (Mercedes) tinha vencido confortavelmente a qualificação de sexta-feira, até ter sido detetada uma irregularidade na sua asa traseira que lhe valeu a desqualificação da sessão. Hamilton teria assim de começar o sprint no Brasil do último lugar, sabendo que ainda iria ser penalizado em cinco lugares para a corrida, devido à troca do motor de combustão interna.

Max Verstappen (Red Bull) começava assim o sprint em São Paulo no primeiro lugar, mas a decisão de começar de pneus médios rapidamente lhe custou posição para o outro Mercedes de Valtteri Bottas, que começou de macios.

Verstappen depois perdeu posição na Descida do Lago, saindo para fora de pista perante a ultrapassagem do Ferrari de Carlos Sainz, também de macios, que tinha começado de quinto. Verstappen rapidamente recuperou a segunda posição e depois foi reduzindo a diferença para Bottas, que nunca vacilou e, mesmo com pneus macios, aguentou as várias vezes em que Verstappen teve DRS para atacar, ganhando por 1,2 segundos.

Quanto a Hamilton, tinha 24 voltas para recuperar o máximo número de lugares possível. Mas o britânico subiu prontamente para o 14.º lugar e já estava no top-10 com metade do sprint feito.

Ao contrário de outras corridas, em que o campeão sentiu dificuldades perante carros mais competitivos, desta vez Hamilton foi tirando toda a gente do caminho.

Assim que ultrapassou Pierre Gasly (AlphaTauri), rapidamente eliminou a distância de três segundos que o afastava dos carros que lutavam pelo terceiro lugar.

Charles Leclerc (Ferrari que já tinha tido uma excelente batalha com o McLaren de Lando Norris) também não teve grandes hipóteses contra Hamilton, que depois teve em Norris o seu obstáculo mais duro. Mas uma excelente ultrapassagem por dentro no S de Senna no início da última volta completou a recuperação do britânico do último para o quinto lugar em apenas 24 voltas (com os cinco lugares de penalização, começará a corrida em décimo).

Sainz conseguiu mesmo manter o segundo Red Bull de Sergio Pérez atrás de si, arrancando para a corrida em São Paulo de terceiro. Atrás de Norris e Leclerc, Gasly, Esteban Ocon (Alpine) e Sebastian Vettel (Aston Martin) completaram o top-10, que perdeu Daniel Ricciardo (McLaren) e Fernando Alonso (Alpine) em relação à qualificação de sexta-feira. O australiano arrancará de 11.º e o espanhol de 12.º.

E como o sprint de São Paulo nunca acaba sem deixar pelo menos uma vítima, desta vez foi Kimi Räikkönen. O piloto da Alfa Romeo teve contacto com o colega de equipa Antonio Giovinazzi no S de Senna, numa altura em que os dois pilotos estavam à frente de Alonso, contacto esse que enviou o finlandês lá para atrás. Kimi só conseguiu recuperar até ao 18.º lugar.


Posto isto, quem achava que a Mercedes tinha o fim de semana em São Paulo completamente perdido depois da desqualificação, terá de pensar duas vezes.

O facto de Bottas poder ser um tampão para Max Verstappen no início, juntamente com o facto de Hamilton ter ultrapassado 15 carros em 24 voltas, mostra que a Mercedes, mesmo perante as adversidades, não vai dar nada de mão beijada à Red Bull.

EQUIPA A TER EM CONTA


Mercedes – No seguimento do que foi escrito anteriormente, a Mercedes é, sem dúvida, a equipa que veio mais pressionada para o fim de semana em São Paulo, sobretudo no que toca ao campeonato de pilotos (e mais pressionada ficou com os incidentes pós-qualificação). Assim sendo, os sinais deixados quer por Bottas, quer por Hamilton, são encorajadores para o construtor alemão (e também para aqueles que querem uma luta pelo campeonato que se prolongue o máximo possível).

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER


Lewis Hamilton – Quem recupera 15 lugares (todos em pista) em 24 voltas deixa água na boca para o que pode vir a fazer na corrida, começando dez lugares à frente da posição em que começou no sprint. Hamilton sabe que os principais pontos só são atribuídos no domingo (e sabe também que perdeu mais dois pontos para Verstappen depois do sprint), mas o britânico respondeu exemplarmente hoje e vai querer fazer o mesmo amanhã.

Mourinhos vs. Guardiolas T2/EP1: A Crise da AS Roma e o projetos de Xavi e Conte

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Lei do mercado, PODCAST do bola na rede

MOURINHOS VS. GUARDIOLAS, O TEU PODCAST DE ANÁLISE DOS TEMAS MARCANTES DA ATUALIDADE!

O “Mourinhos vs. Guardiolas” está de volta e o regresso é mesmo em podcast! Nesta semana, fazemos a análise dos problemas da AS Roma de José Mourinho e analisamos os novos projetos de Xavi (no FC Barcelona) e de Antonio Conte (no Tottenham).

Fica com a primeira edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

Para veres todos os podcasts do Bola na Rede, clicar aqui.

1.º EPISÓDIO – MOURINHOS VS. GUARDIOLAS

SL Benfica 27-30 Sporting CP: Venceu quem jogou os 60 minutos

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A CRÓNICA: UMA AULA DE (MÁ) GESTÃO

O Sporting CP foi ao outro lado da Segunda Circular bater o SL Benfica, num dérbi bem disputado – sobretudo na segunda parte – e com muitos golos – de novo, sobretudo na segunda parte.

Com este triunfo, os de Alvalade seguem na liderança (com ou sem a companhia do FC Porto) e infligem aos da Luz a primeira derrota no campeonato. Como foi o jogo? Ora leiam. SL Benfica

A partida apresentou-se a quem a assistia de uma forma muito tímida, com o marcador a ser inaugurado já com cinco minutos e meio decorridos – Ole Rahmel foi o autor – e com os leões em inferioridade numérica, por exclusão.

O primeiro golo sportinguista tardou ainda mais uns momentos, surgindo já dentro do nono minuto do encontro e com o SL Benfica a liderar por 2-0.

Dez minutos de jogo e 3-1 no placar. A primeira igualdade pós-nulo surgiria aos 12 minutos, neste caso a três golos.

Foi necessário transpor a barreira dos 17 minutos para encontrar a primeira vantagem leonina no resultado – através de um livre de sete metros, Francisco Tavares fez o 4-5 (e viria um minuto mais tarde a fazer o 5-6, de novo da marca de sete metros).

SL Benfica x Sporting CP Andebol
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Vinte minutos de jogo e 5-7 no placar. Nos momentos que se seguiram, a capacidade defensiva do Sporting CP veio ao de cima, com os verde-e-brancos a roubarem a bola aos encarnados várias vezes e a lançarem quase em “jogo direto” Mamadou Gassama, que por mais de uma vez se viu cara a cara com Sergey Hernández, levando o”19” dos forasteiros sempre a melhor ante o guardião das águias neste duelo espanhol.

A vantagem leonina ia granjeando dilatação a um ritmo assustador para a equipa da casa. O susto despertou a turma encarnada, que nos dez minutos finais do primeiro tempo recuperaram terreno.

Para tal, muito contribuíram um menor acerto ofensivo do Sporting CP, uma maior capacidade das águias para ferirem em transição e um bom momento no jogo dos pontas benfiquistas.

Nova igualdade na partida só aos 10-10, resultado que antecedeu o 11-10 favorável ao conjunto da casa, que o guardou até ao apito final da primeira metade da partida. Trinta minutos de jogo e 11-10 no placar. O início do segundo tempo contrastou (e de que maneira) com o início dos primeiros 30 minutos.

Neste retomar da partida, o golo – ingrediente que é a essência da culinária desportiva – apareceu com uma frequência assinalável e muito bem-vinda.

As águias foram as primeiras a marcar, o que provou ser um gatilho para a manutenção da liderança encarnada do marcador nos minutos seguintes. Cruzado o equador da primeira dezena de minutos da segunda metade, as águias já haviam cavado um fosso de três golos para o grande rival.

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Quarenta minutos de jogo e 17-15 no placar. As águias viriam a estagnar e os leões alcançariam uma vantagem de três golos (17-20). A 62 segundos da entrada na última dezena de minutos e com o Sporting CP em vantagem por 19-21, o alemão Schongarth viu o cartão vermelho após ter atingido com as mãos a face de Bélone Moreira.

Cinquenta minutos de jogo e 20-21 no placar. Os leões dispararam no marcador nos momentos seguintes, alcançando uma vantagem confortável e constante de quatro/cinco golos.

A réplica encarnada foi tardia – demasiado tardia. O Sporting CP haveria mesmo de segurar a vantagem, triunfando por 30-27 no reduto do grande rival, que “morreu para o jogo” aos 40 minutos.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Manuel Gaspar: o guardião português do Sporting CP foi decisivo nos momentos mais decisivos da partida, com excelentes defesas (algumas delas em livres de sete metros e outras em situações de um para um), com segurança, com confiança e com golos – apontou dois. Foi, individualmente, quem mais contribuiu para a boa vitória dos leões. SL Benfica

 

O FORA DE JOGO

Últimos vinte minutos do SL Benfica: As águias chegaram aos quarenta minutos em vantagem, por 17-15, mas daí em diante não conseguiram nem gerir a vantagem, nem recuperar da desvantagem.

Permitiram que os leões (que têm todo o mérito que lhes compete) disparassem no marcador e quando uma réplica encarnada parecia estar a nascer era já tarde demais. Má gestão do resultado da parte dos encarnados. SL Benfica

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A turma de Chema Rodríguez defendia em 6×0, com maior agressividade nos momentos iniciais. No ataque, as águias optavam por lances mais prolongados, ficando por várias vezes “em cima” da infração de jogo passivo. Era, sobretudo, pelos pontas (em particular, Kallman na esquerda e Rahmel na direita) que os encarnados criavam perigo nas suas finalizações.

Algumas perdas de bola comprometedoras limitaram alguns ataques do SL Benfica e colocaram em cheque a vertente defensiva da equipa anfitriã, que em vários momentos não se soube prevenir de forma a fazer face às transições ofensivas adversárias.

 

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Sergey Hernandez (7)

Lazar Kukic (6)

Petar Djordjic (5)

Jonas Kallman (7)

Demis Grigoras (8)

Ole Rahmel (8)

Alexis Borges (5)

 

SUBS UTILIZADOS

Gustavo Capdeville (6)

Bélone Moreira (6)

Francisco “Kiko” Pereira (5)

Carlos Martins (-)

Paulo Moreno (-)

Rogério Moraes (6)

Arnau García (5)

Luciano Silva (-)

Tadej Kljun (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

O conjunto de Ricardo Costa defendia em 6×0, mas sentiu algumas dificuldades em controlar as bolas que chegavam aos pontas adversários. Os ataques leoninos eram menos prolongados do que os ataques benfiquistas, mas gozavam de eficácia idêntica.

Mais do que os encarnados, os verde-e-brancos apostaram (com sucesso) em transições ofensivas mais velozes e pungentes, beneficiando de uma capacidade de roubo de bola que se fez sentir de forma mais presente a partir do segundo terço da primeira parte.

Consistentes defensivamente e rápidos na execução ofensivamente (ainda que pouco letais, sobretudo no primeiro tempo): assim foram os leões na visita ao Pavilhão Nº 2 da Luz. SL Benfica

 

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Manuel Gaspar (9)

Natán Suárez (7)

Josep Folqués (7)

Salvador Salvador (6)

Jonas Tidemand (6)

Jens Schongarth (5)

Francisco Tavares (8)

 

SUBS UTILIZADOS

Matevz Skok (5)

André José (-)

Carlos Ruesga (5)

Mamadou Gassama (8)

Duarte Seixas (5)

Erekle Arsenashvili (6)

Edmilson Araújo (7)

Francisco “Kiko” Costa (7)

Martim Costa (7)

SL Benfica

Foto de capa: SL Benfica

FC Porto | Concentração, Confiança e Rigor: A receita do sucesso

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Passado quase dois meses, o campeonato volta a parar para dar lugar aos compromissos das seleções, numa altura em que se respira alegria e confiança no grupo do FC Porto.

Desta forma, os dragões terminam esta fase em 1.º lugar do campeonato, juntamente com o Sporting CP, no 2.º lugar do seu grupo na Liga dos Campeões, com hipóteses de passar ainda em aberto, na Taça de Portugal, sendo que a eliminação da Taça da Liga confirma-se como o aspeto mais negativo desta caminhada.

Mas fora esse percalço, os portistas parecem que encontraram uma paz de espírito que há muito não se via nas mãos de Sérgio Conceição, porque os resultados têm aparecido, as boas exibições também e individualmente há jogadores num nível superlativo e a começarem a corresponder ao que se espera deles.

Igual sentimento também se pode considerar fora dos relvados, pois não tem existido qualquer polémica, que fizesse sobressaltar as hostes azuis e brancas.

E é isso que se espera que seja a época de um clube competitivo, isto é, focado nos seus objetivos e não desviando as suas atenções do que é realmente importante, os títulos. Claro que há sempre coisa a melhorar e que nem tudo está bem ou que a qualquer momento tudo pode mudar, mas estes dois meses foram particularmente agradáveis de fazer acompanhar o FC Porto.

Ou seja, há algum tempo que já não sentia tanta confiança sobre os resultados da equipa, principalmente fora do Estádio do Dragão, o que nos dias de hoje essa desconfiança parece ter desaparecido.

A verdade é que desde o empate em Alvalade, que os pupilos de Sérgio Conceição só sabem ganhar para a liga portuguesa e essas vitórias em catadupa, aliada a uma boa liga de campeões até ao momento, faz-se sentir em campo, que por sua vez passa para a massa adepta.

Ora, se muitas vezes se critica Sérgio Conceição, pelo seu comportamento excessivo, ou, por vezes, pela sua teimosia. Não deixa de ser mentira que é um dos principais obreiros deste momento e que mais uma vez confirma que a sua renovação foi a escolha mais acertada.

Não tenho problemas nenhuns em afirmar, que até me provem em contrário, é o homem certo no lugar certo e que fez e continua a fazer um FC Porto competitivo, tanto a nível interno e externo e que o número de títulos que alcançou até agora pelo emblema da invicta acaba por ser nefasto, pois já fez por merecer mais.

Se há alturas que as paragens não vêm nada a contar, esta é uma delas, porque realmente, salvo uma ou outra partida, os dragões têm cumprido com a sua missão e assim espera-se que continuem.

Porém, na vida não há certezas e tudo pode mudar de um momento para o outro, mas que se continue nesta boa premissa, porque, se assim for, as sensações no final de maio só poderão ser boas. Que esta paz traga os títulos que todos nós desejamos.

Os 10 melhores golos nas “Big 5” até agora

Há 20 anos atrás, era eu uma cachopa e já sabia muito bem o que mais gostava de fazer. Tudo graças aos intensos duelos protagonizados por, geralmente, quatro “macacos”. Golo

A bola era pequena, a vontade era enorme. Portanto, ouvir a campainha e correr desalmadamente para a rua era parte fundamental daquela bonita rotina escolar.

Como bem devem saber, claro que nem tudo era um mar de rosas. Todo o aparato implicava lutar corajosamente contra os “gigantes” pela conquista da posse dos míticos “bancos da escola”.

Chegando lá, e mais do que marcar golos, o que realmente me deixava de coração cheio era o “simples” ato de passar a “redondinha” e oferecer o golo ao parceiro daquele intervalo.

Apesar disso, achei por bem destacar alguns dos melhores golos que tenho visto nas principais ligas europeias, esperando que, tal como eu, não deixem nunca de reparar nas assistências que também os tornam possíveis.

 

10. Aquele de pé cheio

Youri Tielemans (Leicester City FC) – Nem só de criatividade se faz o belga mais precioso das “Raposas” inglesas.

Por ter rematado de primeira ou não, o balanço e a execução parecem-me motivos suficientes para que seja aqui destacado.

E afinal, quem é que não gosta de golos de pé cheio?

 

9. Rodou, marcou

Ignacio Pussetto (Udinese Calcio) – Primeiro dos três marcados durante a partida, podemos facilmente concordar que este não é dos golos mais vistosos, sim.

Contudo, o passe para o sítio certo, com a força certa, aliados à receção e ao movimento, não me permitiram deixar de incluir este golo na lista.

O próprio gesto técnico na hora do remate deixou-me suficientemente deslumbrada. Obrigada, Ignacio!

 

8. Requinte em Lyon

Moussa Dembélé (Olympique Lyonnais) – O primeiro golo da vitória caseira do Lyon seria, indubitavelmente, o mais bonito.

Que o diga Anthony Lopes, que ficou aos saltos na baliza contrária.

O passe meticulosamente desenhado por Bruno Guimarães transportou tanta beleza pelo ar que Dembélé só poderia ter finalizado com aquela mesmíssima classe.

 

7. No ângulo, como a gente gosta

Gaëtan Laborde (Montpellier Hérault SC) – É verdade que os sulistas andam pelo meio da tabela, mas em nada podem culpar o autor deste golo.

Laborde, agora cedido ao Stade Rennes FC, terminou a época passada com 16 golos e oito assistências e está evidentemente focado em continuar a aumentar os números.

Está óbvio que irá lá chegar se conseguir manter o “pé quente”.

 

6. Se até o guarda-redes se ri…

Franck Honorat (Stade Brestois 29) – A magia do Futebol daria, no mínimo, para várias teses de doutoramento.

O que mais gostamos é de ver uma boa partida. Se a isso pudermos juntar os acontecimentos completamente imprevisíveis, melhor ainda.

Alguém estava à espera que ele rematasse dali assim?

 

5. Hummels, o “smooth operator”

Mats Hummels (Borussia Dortmund) – Falemos sobre o Dortmund.

Não querendo pressionar ninguém, Marco Rose tem nas mãos um dos conjuntos com mais potencial em toda a Alemanha.

Porque não só de potencial se faz o desporto-rei, o técnico tem a sorte de ter ao seu dispor atletas experientes, como é o caso do autor desta obra de arte.

E quem disse que os defesas não sabem marcar golos bonitos?

 

4. Vira o jogo e marca o mesmo

Cristiano Ronaldo (Manchester United FC) – E agora digam-me: quem mais?

A nossa estrela favorita voltou ao lar e está a dar tudo o que tem para levar a equipa a bom porto. Como, aliás, seria de esperar.

Depois de todos estes anos na ribalta, nenhum de nós consegue sequer imaginar o dia em que Ronaldo irá parar de jogar. Até lá, aproveitemos bem todos os momentos que só ele nos consegue proporcionar.

 

3. “Em câmara lenta como na TV”

Gerson Rodrigues (ESTAC Troyes) – Protagonista deste belo golo, Gerson Rodrigues é uma cara deixou de nos ser totalmente estranha.

O número dez da seleção luxemburguesa já passou pela Moldávia, Turquia, Ucrânia e Japão, tendo chegado em agosto ao ESTAC Troyes a título de empréstimo, cortesia do Dínamo Kiev.

Sejam quais forem os próximos destinos, sou capaz de apostar que o menino que cresceu no Monte da Caparica dificilmente esqueceu o que é ter o Tejo como espectador das suas “brincadeiras” com a bola.

Entretanto, em terras gaulesas, esperemos que nos continue a brindar com golos destes. Que salto foi aquele?!

 

2. Moreno, o “Karaté Kid” do futebol?

Gerard Moreno (FC Villarreal) – Bem vindos àquele que foi considerado o melhor golo da nona jornada da liga espanhola.

O ponta de lança do “Submarino Amarelo” não tem andado particularmente inspirado, pelo que nem sequer é de estranhar que seja este o único golo apontado na liga até ao momento.

O facto de o achar parecido ao ator Ralph Macchio talvez seja da minha cabeça, mas só lhe posso agradecer por ter marcado um golo que me fez regressar à infância.

 

1. “Viver é como andar de bicicleta”

Danny Ings (Aston Villa Football Club) – Tirando o golo de Ronnie Whelan em 1988, não me lembro de ver muitos destes.

O pontapé de bicicleta costuma dar origem aos golos que mais gostamos de ver, mas não se pode dizer que seja comum surgir após um lançamento lateral.

Qual será a sensação de marcar um golo assim?

Golo