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Sporting CP 2-1 SC Braga: Vitória sofrida da turma verde e branca

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A CRÓNICA: ENTRADA FORTE DOS LEÕES, MAS FIM (MUITO) SOFRIDO!

Este jogo, a contar para a sétima jornada da primeira divisão nacional, colocava frente-a-frente as equipas do Sporting CP e SC Braga, equipa minhota que contava com uma solução interina no banco de suplentes em virtude da demissão de Bruno Guimarães. Fala-se em Joel Rocha como possível sucessor, mas ainda nada é oficial, assumindo Luís Silva por enquanto.

O começo não foi, de todo, o melhor para os arsenalistas, com o emblema leonino a marcar no primeiro remate que realizou enquadrado com a baliza, através de um livre direto de Alex Merlim, com pouco mais de dois minutos jogados. Para uma equipa com níveis de confiança baixos, este é um dos piores golpes que a formação pode sofrer, mas a equipa bracarense estabilizou e aguentou as investidas do clube lisboeta, apesar do sinal mais da equipa caseira.

Como esperado, o Sporting CP mostrava-se mais dominante e rematador, parado por Vítor Hugo e pelos postes, quando o inspirado guardião não conseguia intervir. A primeira parte concluiu assim com a margem mínima, mantendo-se ainda o resultado completamente em aberto para os últimos 20 minutos.

A derradeira parte começou exatamente como a primeira, com a única diferença a residir no facto de que o tento de Alex Merlim ter acontecido ainda mais cedo, no decorrer do primeiro minuto, e ter sido em bola corrida desta feita. O que não mudou foi o marcador do golo, o italo-brasileiro que bisou na partida e dificultou ainda mais a já complicada tarefa dos bracarenses.

Os últimos minutos contaram com alguns motivos de interesse, mas já lá vamos. A segunda parte foi mais dividida, também por causa da maior contenção leonina devido ao maior número de faltas, atingindo as quatro nos primeiros cinco minutos, facto que viria a ser problemático à entrada dos cinco minutos finais, quando Tomás Paçó cometeu a sexta falta e permitiu um livre direto de dez metros, apontado por Rúben Santos.

Bernardo Paçó entrou para a baliza mas nem precisou de intervir, dado que o remate saiu por cima e gorou-se a oportunidade de ouro de poder reduzir o marcador.

Fonte: SCP Modalidades

Tiago Brito entrou para a função de guarda-redes avançado e certo é que tal alteração tática permitiu reduzir o marcador, num golo a meias entre Elisandro e Serginho, mas onde o remate do pivot internacional georgiano acabou mesmo por desviar no jogador português, adiando assim o primeiro golo do ex-jogador do SL Benfica e Inter Movistar FS no campeonato.

Nos segundos finais, Fábio Cecílio teve uma excelente ocasião de golo mas Guitta teve uma intervenção magnífica e agarrou os três pontos para os Leões.

Vitória justa mas muito sofrida do Sporting CP, muito por culpa da falta de eficácia leonina sobretudo na primeira parte.

A FIGURA

Fonte: SCP Modalidades

Alex Merlim (Sporting CP) – Mais uma grande exibição do jogador do Sporting CP, a marcar um golo, a contribuir de forma decisiva para o outro (é dele o remate que desvia em Tiago Brito e provoca o seu auto-golo) e portanto só poderia ser ele o destaque deste jogo, com claro destaque para as exibições de Guitta e Vítor Hugo.

O FORA DE JOGO

Fábio Cecílio (SC Braga) – Nada contra o jogador internacional, nem fez um jogo assim tão mau, mas é uma das caras deste projeto bracarense que tarda em fazer cumprir todo o entusiasmo que gerou junto da massa associativa. Duas vitórias em sete encontros não auguram uma época tão boa como se desejava, tal já provocou a queda do treinador principal e a equipa tem que mostrar muito mais, sob pena de esta época ser penosa.

ANÁLISE TÁTICA SPORTING CP

Nuno Dias montou uma equipa à sua imagem e sem grandes surpresas. Consistentes defensivamente e incisivos no ataque, pese embora a eficácia em ambos os setores tenha sido manifestamente insuficiente em alguns momentos mas a vitória não sofre contestação.

5 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Guitta (8)
Erick Mendonça (7)
João Matos (7)
Diego Cavinato (7)
Alex Merlim (9)

SUPLENTES

Bernardo Paçó (7)
Tomás Paçó (7)
Pauleta (7)
Caio Ruiz (7)
Miguel Ângelo (7)
Zicky Té (7)
Waltinho (7)

ANÁLISE TÁTICA SC BRAGA

Aposta, como habitual, num sistema com pivot mais fixo no ataque, embora a grande mudança relativamente às equipas montadas por Bruno Guimarães fosse a aposta mais regular no 4×0 dinâmico, sem o pivot em campo. Fez um jogo interessante e poderia perfeitamente ter saído com pontos do Pavilhão João Rocha.

5 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Vítor Hugo (8)
Pola (5)
Fábio Cecílio (5)
Tiago Brito (6)
Elisandro (6)

SUPLENTES

Ricardo Lopes (7)
Serginho (8)
Xandoca (7)
Tiago Correia (7)
Rúben Santos (6)
Allan Guilherme (7)

Foto de Capa: Bola na Rede

Belfius Mons-Hainaut 68-75 Sporting CP: Mais um passo em frente na Europa

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A CRÓNICA: CONSISTÊNCIA E PERSISTÊNCIA LEVAM À PASSAGEM

O Sporting CP deslocou-se à Mons Arena, na Bélgica, para defrontar o Belfius Mons-Hainaut, na esperança de conseguir ultrapassar a fase de grupos da FIBA Europe Cup.

Até entrarem no terreno de jogo, os leões ocupavam o segundo lugar tabela classificativa do grupo F, enquanto os belgas estavam no último lugar.

O grande objetivo para este encontro estava do lado dos comandados de Luís Magalhães onde, em caso de vitória, ultrapassavam a fase de grupos e alcançariam a próxima fase.

O encontro começou de forma aguerrida, com um bom basquetebol praticado por ambas as equipas. Jogou-se no erro adversário, com David Nichols e Diogo Ventura bastante inspirados parte a parte. O empate no final dos primeiros dez minutos era expectável e assi foi, com um pleno 16-16.

No segundo período, o Sporting CP superiorizou-se relativamente ao Belfius Mons-Hainaut em grande parte dos pontos.

Os leões conseguiram mesmo uma vantagem de oito pontos sobre os belgas, tirando partido da assertividade que faltava aos belgas. Os segundos que faltavam para chegar ao intervalo rapidamente se esgotaram e o Sporting CP levava de vencida no marcador por 32-38.

A superioridade e consistência do Sporting CP persistiu após o intervalo, com Joshua Patton a demonstrar o porquê de ser mais um elemento relevante no coletivo verde e branco.

Os leões foram escalando no marcador, com os belgas a retraírem cada vez mais. Como um jogo ofensivo pouco portentoso e à espera do erro, o Belfius Mons-Hainaut mostrava-se bastante ansioso e o Sporting CP só fez o que devia: aproveitar em seu benefício e entrar a vencer por 45-58 no último período.

Nos últimos dez minutos do encontro, o Sporting CP sobrepôs-se ao nervosismo e ao acusar de pressão do Belfius Mons-Hainaut no início do quarto, mas os papéis rapidamente se tentaram inverter. Os belgas queriam levar o jogo até final e lutar pelo resultado, o que levou a alguns erros dos leões.

No entanto, pouco mais poderiam fazer. No único período onde os belgas se superiorizaram no resultado frente ao Sporting CP, ficou sentenciada a derrota.

O Sporting CP demonstrou ser mais consistente ao longo do encontro, venceu por 68-75 e, desta forma, conseguiu a passagem à próxima fase da FIBA Europe Cup.

 

A FIGURA

Joshua Patton (Sporting CP) – Fundamental na construção do resultado dos leões, mas também na construção de jogo. Joshua Patton sai da Bélgica como um dos grandes arquitetos da vitória sportinguista.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: FIBA

Paolo Marinelli (Belfius Mons-Hainaut) – Esteve longe do potencial que demonstra. Marinelli tem por base um estilo de jogo bastante consistente, mas, frente ao Sporting CP, esteve bastante apagado.

 

ANÁLISE TÁTICA – BELFIUS MONS-HAINAUT

O Belfius Mons-Hainaut priorizou uma defesa à zona bastante pressionante ao portador da bola. No que concerne às transições ofensivas, a equipa belga optou por um ataque algo organizado, com bastantes jogadas estudadas. Sporting CP

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Igor Mintogo (6)

Zaccharie Mortant (6)

Emmanuel Nzekwesi (7)

Marcus Tyus (7)

Payton Henson (6)

 

SUBS UTILIZADOS

Giuliano Neri (5)

Ajdin Penava (6)

Matthew Hodge (5)

David Nichols (7)

Paolo Marinelli (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A equipa de Luís Magalhães continuou com uma defesa individual bastante cerrada, com ênfase no ataque rápido com o intuito de descoordenar a defensiva belga. Sporting CP

 

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Micah Downs (8)

Tanner Omlid (7)

Joshua Patton (8)

Diogo Ventura (7)

Travante Williams (7)

 

SUBS UTILIZADOS

Miguel Cardoso (6)

Mike Fofana (5)

António Monteiro (5)

Daniel Machado (5)

Daniel Relvão (5)

Josh Martin (6)

Foto de capa: FIBA

Fim do Cartão de Adepto: A grande vitória da união dos Adeptos

É unânime entre os adeptos de Futebol que o Cartão de Adepto foi uma medida fracassada e sem cabimento, que apenas estragou os ambientes nos estádios durante três meses.

Este cartão foi criado, segundo afirmam os organismos fundadores, para combater a violência e os comportamentos inapropriados e criminosos dentro dos estádios. No entanto não se consegue perceber o porquê de se assumir que estes comportamentos veem exclusivamente das áreas destinadas às claques e que se um adepto quiser ocupar um lugar específico no estádio tem de pagar 20 euros e registar-se para ter um cartão que dura três anos e nada mais é que um registo.

A luta contra estes comportamentos criminosos não é feita através de nenhum cartão, pois esse registo de nada vai servir para a identificação dos adeptos. Se assim fosse porque é que é apenas destinado a uma área específica das bancadas e não em todo o estádio, ou porque é que não se pede o registo gratuito de todos os adeptos antes da compra dos bilhetes?

Centremo-nos então nas claques ou nos grupos organizados de adeptos, como alguns lhe chamam. Umas são registadas e legalizadas, estando em sintonia com o que é pedido pelas forças de segurança, mas outras podem continuar a beneficiar dos mesmos privilégios sem que exista um registo. Aqui não interessam que clubes são, mas sim uma igualdade para todos. Se são as claques que, erradamente, são sempre acusadas dos maus comportamentos porque é que não se tornam todas legais e ligadas aos clubes para que a identificação seja mais fácil? Assim a responsabilidade era rapidamente assumida sem que fosse preciso um adepto pagar uma taxa extra para poder acompanhar o clube.

Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Todos conseguiram ver o quão triste é um estádio sem adeptos e a falta que estes fazem, no entanto são estes quem mais andam a sofrer, pois para além de serem os últimos a poder ter a liberdade de ir ver um jogo, são também eles que se veem obrigados a lutar contra uma lei que os quer impedir de apoiar o seu clube. Um adepto com o Cartão é obrigado a pagar por esse registo, pelo bilhete, pela quota de sócio e muitas vezes pela deslocação, isto não é viável para ninguém e parece ser apenas mais uma estratégia para se dizer que se está a fazer algo contra os comportamentos criminosos nos estádios e para o bem dos adeptos, quando depois vemos multas irrisórias e a continuidade da permissão de entrada nos estádios por parte dos infratores. Isto para nem falar dos horários inadmissíveis por parte da liga, que colocam jogos a horas tardias e que obrigam os adeptos a fazerem esforços desumanos para poderem acompanhar a sua equipa. Não tentem disfarçar esta decisão do Cartão com a proteção do adepto, pois é este quem mais está a sofrer com a decisão.

A maioria das áreas destinadas aos portadores do Cartão de Adepto estão vazias e isso deve-se à luta e persistência dos adeptos. Não é dos clubes que ficaram calados e nunca se rebelaram contra a decisão e muito menos da Liga Portugal que sempre se mostrou favorável à decisão e chegou até a pedir aos adeptos para aderir. Se houve coisa que esta decisão trouxe de bom foi a união dos adeptos de Futebol contra algo que os castigava a todos. Foram ouvidos cânticos, foram vistas tarjas, foram feitos sacrifícios monetários, tudo em prol da queda do Cartão de Adepto.

É triste chegar a um estádio e ver uma bancada toda despida porque os adeptos não foram tidos em conta nem ouvidos e ainda estão a ser castigados por atos de quem nunca deveria ser considerado adepto. Alguém que ama um clube não escolhe violentar os seus atletas, nem insultar desumanamente aqueles que jogam pelo emblema. Um adepto apoia tanto nas vitórias como nas derrotas e quem não o faz não merece dizer que ama um clube, quanto mais alguém que estraga a imagem deste e obriga a que pague multas e sofra consequências pelos atos criminosos.

Adeptos Sporting CP
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O racismo, a xenofobia, a violência, entre tantos outros atos criminosos têm de ser punidos severamente, e dentro de um recinto desportivo não é exceção, pois se queremos uma sociedade e um espetáculo melhor todas essas atitudes criminosas têm de ser extintas. No entanto não é com a punição de todos os adeptos e com o pagamento para um registo que essa situação muda. São necessárias mais ações de sensibilização, maiores multas, o impedimento de entrada nos recintos por parte dos infratores, entre muitas mais decisões que possam ser tidas através de diálogos entre todos os intervenientes, incluindo os adeptos. Mas mais importante que tudo isso, é necessário tratar esses atos pelo que são e a verdade é que são crimes puníveis por lei, mas que por alguma razão parecem ser sempre perdoados porque se passaram dentro de um estádio.

O Cartão de Adepto felizmente caiu por terra e parece que finalmente se percebeu o quão errada foi a decisão da sua criação. No entanto o término deste tormento não pode ser sinónimo do encerramento da luta pela qual, supostamente, foi criado que é o combate aos comportamentos criminosos.

É hora de voltar a encher os estádios e mostrar que é possível fazer espetáculo de apoio sem crimes. É hora de mostrar que uma claque não é um grupo de infratores e uma coisa a ter medo. A revogação da lei do Cartão de Adepto é uma vitória de todos os adeptos que lutaram e sofreram com a decisão, ninguém mais que eles merece esta sensação de vitória e de conquista por uma luta que enfrentaram, na maioria, juntos e com objetivo.

Haverá Jesus no Natal? | SL Benfica

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Haverá Jesus no Natal da Luz?

A continuidade de Jorge Jesus como técnico do Sport Lisboa e Benfica ganhou novo fôlego no passado domingo, com a sólida e dilatada vitória sobre o detentor da Taça de Portugal, o Sporting Clube de Braga. O treinador salvou assim, muito provavelmente, o primeiro match point da época. Haverá Jesus

O treinador (e a equipa) encara agora com renovado humor o que sobeja da época e, num primeiro momento, o que sobeja do ano civil de 2021. Até final do mês de dezembro, JJ terá que enfrentar novos momentos importantes de decisão.

E vai enfrentá-los certamente com o conhecimento (ou, pelo menos, a sensação) de que ceder precocemente na persecução dos objetivos traçados pode e deve significar a sua também precoce saída. Haverá Jesus

No mês e meio que 2021 ainda encerra, as águias decidem a continuidade na Taça de Portugal com o FC Paços de Ferreira (se passarem, ainda jogam uma outra eliminatória da prova-rainha este ano civil).

Haverá Jesus no Natal do SL Benfica?
A reta final de 2021 vai ser fulcral para a época 21/22 das águias
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Jogam também a presença nas rondas a eliminar das competições europeias (defrontando FC Barcelona e FK Dynamo Kiev), vão tentar garantir, ante o SC Covilhã, a presença na final-four da Taça da Liga e vão procurar manter-se na luta pelo campeonato nacional (o SL Benfica recebe o Sporting CP no primeiro jogo de dezembro e, no último, vai ao Estádio do Dragão).

Se porventura os encarnados começarem a claudicar e a deixar cair alguns destes objetivos e o ónus da culpa recair maioritariamente sobre os ombros de Jorge Jesus, esta segunda passagem do amadorense pela Luz pode muito bem ser encurtada, sobretudo se Rui Costa levar em linha de consideração não apenas a temporada corrente, mas também a época transata.

Por outro lado, uma subida de rendimento e a recuperação da linha vitoriosa que assistia a equipa nos primórdios da época pode salvaguardar o lugar de Jesus até ao final da época… que coincide com o final do seu contrato. Haverá Jesus

É mais do que plausível que já se estudem alternativas a Jorge Jesus, mas, por ora, parece que as alternativas em estudo terão que aguardar mais uns meses pelo contacto de Rui Costa. Haverá Jesus

Papo de Bola #4: Copa do Brasil, Grêmio e o Atlético Nacional

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Papo de bola no bola rede podcast

HORA DO QUARTO EPISÓDIO DO PODCAST “PAPO DE BOLA” SOBRE
A ATUALIDADE DO FUTEBOL SUL-AMERICANO!

Depois do quarto episódio do podcast “Lei do Mercado”, dedicado às últimas notícias, rumores e transferências, estreamos o quarto episódio, o teu espaço para ouvires as últimas novidades sobre o futebol sul-americano.

Nesta semana, o César Mayrinck recebe o treinador de futebol Fellipe Andrade e ambos fazem a antevisão da Copa do Brasil e da final da Taça Libertadores. Além deste tema, neste episódio passa-se também em revista a situação do Grêmio, analisando-se os clubes de maior dimensão que podem estar na Série B em 2022, e é destacada a sólida campanha do Atlético Nacional na Colômbia.

Fica com a quarta edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

4.º PROGRAMA – PAPO DE BOLA

Finalmente, Grujic! | FC Porto

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Relembremos um pouco a reta final da temporada passada: o até então emprestado, Grujic, teria agarrado o lugar, fazia as delícias dos adeptos portistas, entre recuperações de bola e preponderância física não havia, no plantel, alguém com as características do sérvio.

O lugar no onze era seu, ninguém se atreveria a colocar em causa a importância crescente que começara a ter para Sérgio Conceição.

Marko Grujic
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Findada a época o jogador foi obrigado a regressar ao clube que o cedeu, da cidade invicta, o FC Liverpool. Mas a história de azul e branco era para continuar, os clubes conseguiram chegar a um acordo e, para euforia dos adeptos, Marko regressaria ao FC Porto, como se esperaria, para agarrar a titularidade desde o início da temporada.

Foi o que aconteceu? Não.

O jogador viu-se a par com uma lesão muscular que condicionou o início da época e, consequentemente, a integração definitiva no plantel e no onze.

E como o treinador nos foi habituando, não há lugares cativos e joga quem corresponde às suas expectativas. O sérvio de 25 anos, até ao início do mês de novembro, contava com apenas 29 minutos de utilização para o campeonato português (curiosamente, na Liga dos Campeões contava com 136 minutos).

É este o momento para Grujic assumir o lugar no onze?

Novembro pode e deve ser o mês em que Grujic pontapeia a concorrência para o lugar no 11, vem de dois jogos em que foi evidência em campo e tornou o jogo do FC Porto mais fluído no momento de transição da defesa para o ataque.

Frente ao AC Milan, foi facilmente o motivo pelo qual a equipa massacrou os italianos durante a primeira parte, a pressão alta que efetuou quando estes tentavam avançar para o ataque de maneira organizada, permitiu-lhe muitos roubos de bola, tal como o fez no momento do golo de Luis Díaz, em que realizou a assistência.

Contra o Santa Clara para o campeonato, o jogador foi também destaque. É notória a melhoria técnica do jogador, está cada vez mais seguro com a bola e consegue realizar decisões cada vez mais acertadas, permitindo que o flow do jogo não pare quando tem a bola nos pés.

Marko Grujic é sinónimo de qualidade e agressividade quando está em campo. Um trinco de raiz que está a tornar-se um médio muito completo, sendo também uma boa opção para a posição de 8.

Aliás, a formação 4-4-2 não é a que mais o favorece, é clara a necessidade de adaptar o jogador ao sistema, visto que era normalmente utilizado num 4-3-3 em que seria um dos melhores trincos a atuar, em Portugal.

Veremos se esta paragem para as seleções irá prejudicar a sua crescente evolução e lhe custará, de novo, o lugar no 11, uma vez que Uribe (condicionado com uma lesão muscular), aquando do regresso da competição de clubes já estará disponível para jogar sem condicionantes.

Artigo revisto por Joana Mendes

CSM Oradea 67-58 FC Porto: Faltou concretizar para vencer

 

A CRÓNICA: O LIMIAR DA PASSAGEM DEITADO POR TERRA NA ROMÉNIA

O FC Porto deslocou-se à Roménia para defrontar o CSM Oradea, com a esperança de passar à próxima fase da Liga Europeia de basquetebol.

Ocupando, até à entrada no terreno de jogo, o segundo lugar da tabela classificativa do Grupo H, os dragões ao vencer frente aos romenos garantiam à passagem para as eliminatórias.

No primeiro quarto, o FC Porto entrou em jogo de forma bastante ofensiva, com Jonathan Arledge a ser um dos grandes potenciadores de jogo da equipa azul e branca.

O CSM Oradea assumiu o jogo de forma reticente, não estando a ser potencialmente perigoso para o cesto adversário, também por mérito da defesa portista. No marcador lia-se um resultado favorável aos comandados de Moncho López, por 17-25.

O CSM Oradea assumiu a sério o jogo na virada para o segundo quarto, com uma maior ofensiva potenciada pelo próprio coletivo. O nervosismo dos primeiros segundos começou a desparecer frente a um FC Porto bastante focado em campo.

O resultado começou a “apertar” e os romenos aproximaram-se bastante no marcador, tendo mesmo conseguido sobrepor-se. Para fechar o resultado ao intervalo, Kris Richard concretizou o 39-34 com um lançamento de três pontos ao soar da buzina.

Os dragões precisavam de um bounce back, dado ter conseguido apenas concretizar nove pontos em todo o período.

No entanto, o bounce back portista parecia tardar em chegar, enquanto os romenos se distanciavam no marcador, levando mesmo a vantagem a aumentar.

Durante largo tempo do terceiro quarto, o FC Porto não conseguiu ser ofensivamente assertivo, o que levou ao CSM Oradea a concretizar muito mais. Apesar da capacidade portista de vencer nos ressaltos, faltava vencer na percentagem de acerto. Nisto, o resultado chegava, aos últimos dez minutos, num 54-45 a favor da equipa da casa.

Era o último suspiro e a última esperança do FC Porto para vencer o encontro: o último período. A equipa nortenha teria de dar totalmente a volta ao que faltou ao longo do encontro: a assertividade ofensiva.

O nível de jogo começou a “cair” um pouco com o aproximar do final do encontro. O FC Porto apresentou algum nervosismo por ver o grande objetivo fugir aos poucos e o CSM Oradea enaltecia-se por estar a vencer o rival direto, dado que os romenos ocupavam, até então, o terceiro posto da tabela com apenas menos um ponto do que os dragões).

Os segundos corriam e pouco mais havia para o FC Porto fazer perante um Kris Richard inspirado. Só dependiam de si próprios para assegurar a passagem à próxima fase neste encontro, mas vão ter de vencer o próximo encontro frente ao Legia e esperar que o CSM Oradea não consiga pontuar para concretizar esse objetivo. Na Roménia, tudo terminou com a vitória da equipa caseira por 67-58 e um aperto na esperança dos dragões.

 

A FIGURA

Fonte: FI

Kris Richard (CSM Oradea) – O shooting guard dos romenos foi fulcral para a construção da vitória da equipa e que colocou os portistas num “limbo” entre a passagem e a eliminatória. Com mais de 20 pontos marcados e a capacidade de construção de jogo que implementou no encontro, Kris Richard foi o fator fundamental da vitória do CSM Oradea.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Assertividade ofensiva do FC Porto – O FC Porto entrou bem no jogo, mas foi-se perdendo ao longo do mesmo. Junto disso, perdeu-se alguma da eficácia e concentração ofensiva que os dragões precisavam num jogo tão importante como este, onde poderiam carimbar a passagem à próxima fase, dependendo apenas deles mesmos.

 

ANÁLISE TÁTICA – CSM ORADEA

A equipa do CSM Oradea organizou-se de forma a encaixar-se no jogo do FC Porto com uma defesa à zona mais cerrada, mas optou por transição rápida para o ataque, de forma a descoordenar a defensiva portista.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Dovis Bickauskis (7)

Alex Gavrilovic (6)

Garlon Green (7)

Stephen Holt (6)

Kris Richard (9) 

SUBS UTILIZADOS

Martynas Paliukenas (6)

Catalin Baciu (5)

Tudor Fometescu (5)

Nikola Markovic (7)

Bogdan Nicolescu (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto optou por abdicar da defesa à zona em prol da defesa homem a homem e montou um ataque mais organizado.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Jonathan Arledge (7)

Charlon Kloof (7)

Miguel Queiroz (7)

Brad Tinsley (6)

Rashfard Odomes (8) 

SUBS UTILIZADOS

Paul Jorgensen (6)

Daniel Purifoy (6)

Serigne Barro (6)

João Soares (6)

Vlad Voytso (5)

Foto de capa: FIBA

Artigo revisto por Joana Mendes

NBA | O melhor 5 da semana: Surpresas e lugares cativos

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NBA | O melhor 5 da semana, artigo do bola na rede sobre NBA

O 5 da semana é uma rubrica semanal do Bola na Rede que tem o objetivo de destacar os melhores cinco jogadores da NBA de cada semana. Desta forma, aqui estão cinco dos jogadores que mais se destacaram na semana de 2 a 8 de novembro.

Esta seleção será realizada todas as terças-feiras.

Foto de Capa: Brooklyn Nets

Pode o Sporting CP sonhar com os “oitavos”?

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Pode o Sporting sonhar com os oitavos de final da Champions? Artigo do bola na rede

Pode o Sporting

Uma luz ao fundo do túnel para o Sporting CP na Liga dos Campeões?

Após dois triunfos consecutivos sobre o Besiktas JK, reacendeu-se, ainda que com alguma timidez, a esperança do Sporting CP na UEFA Champions League. O início na competição não foi o mais prometedor, é certo, mas as últimas duas vitórias diante da formação turca poderão ter sido a tónica para o início de uma nova era no Reino do Leão, até pelo que representaria uma presença nos ‘oitavos’ da melhor competição de clubes do mundo, tanto a nível financeiro… Como histórico. Pode o Sporting

Escrevi aqui, há cerca de dois meses, que o tal “estofo” teria que ser ganho nas provas nacionais. E o jogo em Paços de Ferreira é um bom exemplo disso mesmo. Há alguns anos, quando o Sporting CP se via privado de um jogador fulcral (como é Pedro Porro), demonstrava sempre imensas dificuldades para manter o nível – e até acredito que fosse algo mais psicológico do que técnico. Atualmente, não nota uma grande diferença. E essa mudança de mentalidade acaba por se refletir, em alguns jogos, nas competições europeias.

Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ainda que frente a um Borussia Dortmund desfalcado de Mats Hummels e Erling Haaland, a tarefa não se adivinha nada fácil, dado que a qualificação para a próxima fase da prova milionária depende de uma vitória contra um adversário muito mais experiente por, pelo menos, dois golos de diferença. Mas a verdade é que a bola é redonda e tudo é possível…      Pode o Sporting

A estreia deste Sporting CP de Rúben Amorim na Liga dos Campeões não correu, de todo, da melhor forma. Uma goleada aos pés de um surpreendente Ajax, em pleno Estádio José Alvalade, sem Coates e Pedro Gonçalves em campo, colocou o universo sportinguista a pensar se os principais palcos do Futebol europeu não seriam, ainda, demasiado para uma equipa tão jovem e inexperiente. Uma análise que, diga-se, não era descabida.

Esse choque de realidade, no entanto, terá sido positivo para os jogadores, que assim puderam crescer num novo nível competitivo e aprender com os erros, tal como referiu o técnico leonino após o encontro. A derrota pesada diante dos holandeses foi isso mesmo: uma derrota pesada. Tudo o que tinha de correr mal, correu e felizmente para a equipa isso aconteceu logo no primeiro jogo. Faltava o “estofo”, que se vai notar daqui a alguns anos, nomeadamente com a regularidade que o Sporting CP tem conseguido nas provas nacionais e que deverá manter para que as boas prestações na Europa passem a ser realidade. Pode o Sporting Pode o Sporting

Após esse choque, seguiu-se o Borussia Dortmund, na teoria, a equipa mais forte do grupo, fora de casa. Na prática… Nem por isso, como tem mostrado o Ajax. Apesar da derrota na Alemanha, por uma bola a zero, já se verificaram alguns sinais positivos: muito mais critério e concentração do campeão nacional, e, dadas as circunstâncias, foi uma boa prestação. Pode o Sporting

⏹ FINAL DO JOGO:

𝙂𝙍𝘼𝙉𝘿𝙀 𝙉𝙊𝙄𝙏𝙀 𝙀𝙐𝙍𝙊𝙋𝙀𝙄𝘼 ✨

Vitória dos Leões por 4-0 frente ao @Besiktas, na 4.ª jornada do Grupo C da @ChampionsLeague 👏
@Pedro70Pereira (2), Paulinho e @Pablosarabia92#SCPBJK #DiaDeSporting #OndeVaiUmVãoTodos pic.twitter.com/lxtySvznAi

— Sporting Clube de Portugal 🏆 (@Sporting_CP) November 3, 2021

A dupla jornada frente ao Besiktas tomava, portanto, grande importância para as pretensões leoninas. Diante do oponente mais frágil, o Sporting CP teria de mostrar o seu valor e garantir a presença na Liga Europa, o mínimo exigível para um clube exigente – que este ano já nem isso conseguirá fazer, uma vez que ainda terá de disputar um play-off com um dos segundos classificados dos grupos dessa competição para chegar aos ‘oitavos’.

O duelo na Turquia, até por toda a envolvente, antevia-se complicado, mas a resposta da equipa verde e branca foi esclarecedora e até surpreendente. À boleia da veia goleadora de Sebastián Coates e da experiência de Pablo Sarabia, o Leão mostrou as suas garras em Istambul, frente a um Besiktas muitos furos abaixo do que já mostrou em anos anteriores.    Pode o Sporting Pode o Sporting

Os jogadores mais inexperientes, como Matheus Nunes, Gonçalo Inácio, Pedro Gonçalves, entre tantos outros, vão ganhando calo, seja a ganhar ou a perder. O baque inicial foi grande, até porque é muito diferente triunfar em Portugal e triunfar na Europa. Historicamente, o Sporting CP não tem facilidade em golear nas competições europeias, principalmente adversários do seu nível – basta ver que o triunfo frente ao Besiktas, por 4-0, é o maior desde há cerca de meio século… E o último havia sido frente ao Floriana, um modesto clube de Malta. Pode o Sporting

Uma vitória por dois golos (ou até mesmo só por um) frente ao Borussia Dortmund seria o culminar de todo o trabalho que tem vindo a ser feito e também o início da queda de alguns estigmas que, verdade seja dita, têm acabado com Rúben Amorim. Já com o 3º lugar do grupo garantido, o Sporting CP não terá nada a perder em tentar superar as expectativas. Pode o Sporting

Como sempre defendi, demorará algum tempo para que o clube tenha uma prestação igual à dos seus dois principais rivais na Europa do futebol. Diria que somos peixinhos num lago de tubarões, mas temos motivos para acreditar. E o futuro já está a bater à porta.

Artigo revisto por Joana Mendes

Pode o Sporting

As 6 principais movimentações no mercado de transferências | Ciclismo

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Com o mercado de transferências do pelotão internacional a aproximar-se a passos largos do seu final, são vários os rumores, confirmações e renovações que circulam pela imprensa dedicada às transações de ativos entre as principais estruturas do ciclismo mundial.

Ainda assim, interessa referenciar dados concretos e analisar as, talvez, seis transferências mais importantes para a nova época. Dividem-se, sobretudo, pelas diferentes fases das suas carreiras, assim como pelas expectativas depositadas em si. São, por isso, apostas com perspetivas diferentes e interessantes do ponto de vista do adepto.

Consulte as principais mexidas no mercado até ao momento, exaltando-se uma figura bem próxima do público português, dois dos atletas mais polémicos desta indústria e uma redefinição de objetivos coletiva que várias destas contratações representam para as suas respetivas equipas. mercado

Foto de Capa: Tour de France