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Universo Paralelo: FC Porto resiste ao Manchester United e está a um passo da final

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Época 2008/2009. Jesualdo Ferreira e o FC Porto em mais uma demonstração de força numa época que ameaça terminar em glória.

Depois de uma fase de grupos de alto nível e de se ter classificado em 1º lugar num grupo que contava com Arsenal, Dynamo Kyiv e Fenerbahçe, quis o sorteio que os espanhóis do Atlético de Madrid fossem o adversário nos oitavos de final. Imperou a regra dos golos fora e após um empate a duas bolas em Madrid e um outro a zero na cidade invicta, os comandados do professor Jesualdo Ferreira seguiram para os quartos de final onde iriam defrontar o todo poderoso e detentor do troféu, o Manchester United de Sir Alex Ferguson e Cristiano Ronaldo.

O primeiro jogo realizou-se em Old Trafford, o teatro dos sonhos. E foi mesmo uma noite de sonho para o FC Porto. O FC Porto impressionou a Europa do futebol e logrou uma portentosa exibição num dos estádios mais difíceis do mundo. O resultado final, 2-2, acaba por ser enganador tal a supremacia do campeão nacional. Cristián Rodríguez inaugurou o marcador logo aos 4 minutos. Contra a lógica do jogo, o Manchester United, apesar de uma exibição cinzenta, conseguiu a reviravolta. Rooney aproveitou um erro de Bruno Alves aos 15 minutos para fazer o empate e Carlos Tévez, no seguimento de um lançamento de linha lateral, confirmou a cambalhota no marcador quando faltavam 5 minutos para o final do jogo. Os adeptos ingleses já festejavam uma sofrida vitória quando o improvável Mariano Gonzalez empurrou a bola para o fundo da baliza de Van der Saar e colocou o FC Porto em vantagem na eliminatória.

Apesar do golo de Cristiano Ronaldo, o Manchester United caiu aos pés de um heróico FC Porto
Fonte: Ronaldo.com

O jogo da segunda mão não podia ter começado pior para o FC Porto. Logo aos 6 minutos, Cristiano Ronaldo, após uma recuperação de bola de Anderson no meio campo portista, marca um dos golos do ano e deixa Hélton pregado ao relvado num remata a 40 metros da baliza. A vantagem que o FC Porto arduamente conquistara em Inglaterra esfumava-se e havia que voltar a subir a montanha. À passagem da meia hora, Lucho González é assistido no relvado a uma lesão e o fantasma de uma substituição forçada pairava no Dragão. Foram largos minutos de suspense, mas El Comandante acabou por voltar ao terreno de jogo, ainda que com algumas queixas. Em boa hora o fez porque perto do intervalo foi mesmo Lucho quem marcou o golo do empate, num remate seco à entrada da área após uma combinação na ala direita entre Hulk e Lisandro López. O 1-1 com que se chegou ao intervalo foi o mesmo resultado que se verificou no final da partida. O Manchester United forçou durante todo o segundo tempo, no entanto, um punhado de grandes defesas de Hélton e uma exibição imperial de Bruno Alves permitiram ao FC Porto resistir ao ímpeto das estrelas do United e, uma vez mais por via da regra dos golos marcados fora de casa, carimbar o regresso do FC Porto às maias finais da mais importante prova de clubes da UEFA.

A última vez que tal havia sucedido, em 2004 (5 anos antes), o FC Porto havia sido coroado rei da Europa. O emparelhamento das meias-finais ditou jogos entre FC Barcelona e Chelsea e entre FC Porto e Arsenal. Curiosamente, FC Porto e Arsenal haviam estado presentes no mesmo grupo. Os ingleses superiorizaram-se em Inglaterra, numa vitória gorda por 4 golos sem resposta, mas o FC Porto foi mais forte no Dragão, tendo vencido por 2-0 e terminado essa fase à frente do Arsenal.

Posto isto, e numa época com campeonato e taça bem encaminhados, Jesualdo Ferreira poderá apostar as fichas todas na prova europeia e procurar voltar a colocar o FC Porto no patamar mais alto do futebol europeu. Yes We Can!

Foto de capa: Sportsmole.co.uk

Revisto por: Jorge Neves

NFL – Semana 12

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Foi uma semana em que os líderes venceram – com maior ou menor dificuldade – e as equipas do fundo da tabela surpreenderam. Excepto os Bengals, que parecem ter garantido a escolha número um do Draft.

Colts 17-20 Texans: Líderes da AFC Sul

Ao longo da temporada, a defesa de Houston tem sido o seu ponto fraco. Com Deshaun Watson a ter uma excelente época que, em momentos, o colocou na corrida pelo prémio de MVP, a defesa dos Texans era vista como o ponto fraco que os iria impedir de chegar longe na época.

Contudo, frente aos Colts, essa mesma defesa assumiu o destaque e foi o alicerce para uma vitória que colocou Houston no topo da AFC Sul. Ao limitarem o ataque de Jacoby Brissett a 129 jardas de passe e zero touchdowns, a equipa da casa colocou-se numa boa posição para vencer mas apenas conseguiu assumir a liderança no final do terceiro quarto.

DeAndre Hopkins esteve em destaque ao marcar dois touchdowns, incluindo o da vitória, e Will Fuller ficou em branco, mas recebeu para 140 jardas, o que foi importante para Houston avançar em campo.

Broncos 3-20 Bills: Buffalo continua na luta

Com cada jornada que passa os Bills ficam cada vez mais próximos dos playoffs. Desta vez derrotaram os Denver Broncos de forma convincente e conseguiram a sua oitava vitória na época, o que os deixa numa posição excelente para atacar a reta final.

Muitas vezes postos de parte por terem um calendário relativamente fácil, a verdade é que Buffalo tem cumprido e isso só por si só já é suficiente.

Apoiados numa defesa muito coesa e consistente, o ataque tem conseguido acompanhar o que foi chave para esta vitória.

Quanto a Denver, o seu ataque simplesmente foi inexistente. Tanto em corrida como em passe, Brandon Allen não conseguiu criar perigo e terminou a noite com 10 passes em 25 tentativas para 82 jardas, zero touchdowns e uma interceção.

Giants 14-19 Bears: Apesar de lesionado, Trubisky vence

Depois de ter sido substituído no final no jogo da jornada 11, eram muitas as dúvidas que envolviam o quarterback Mitchell Trubisky. No entanto, e apesar de debilitado, Trubisky foi titular e conseguiu ter um jogo aceitável que culminou com a vitória sobre os Giants.

Depois das dificuldades iniciais que têm sido características dos Bears, foram os Giants que tomaram a dianteira no primeiro quarto fazendo o 7-0 e Chicago bem pode agradecer ao kicker adversário por ter falhado dois field goals que teriam aumentado a sua desvantagem para 13-0.

Depois de terem reduzido ainda antes do intervalo, Chicago conseguiu colocar pontos no marcador nas três primeiras jogadas da segunda parte e colocou-se em vantagem por 7-19, conseguindo assim a sua segunda vitória nos últimos sete jogos.

Steelers 16-10 Bengals: Mão e meia na primeira escolha do Draft

Com os resultados desta semana, os Bengals parecem ter garantido a primeira escolha do Draft 2020 ao perderem frente aos Steelers.

Apesar de uma exibição bastante fraca por parte do seu quarterback Mason Rudolph, que acabou por ser substituído ainda no decorrer do encontro, Pittsburgh conseguiu uma vitória difícil que os coloca na disputa pelos playoffs.

Cincinnati conseguiu manter a partida equilibrada até ao início do terceiro quarto, mas dois field goals de Boswell no último período acabaram por fazer a diferença. Ryan Finley teve uma exibição aceitável ao terminar com 12 passes para 192 jardas e um touchdown mas não foi suficiente para a vitória.

Os Bengals continuam assim o caminho para a pior época da sua história mas que pode ter consequências positivas no final da época.

Dolphins 24-41 Browns: Nova demonstração de força

Na sua terceira vitória consecutiva, os Browns bateram os Dolphins e entram agora numa improvável corrida pelos playoffs.

Com Baker Mayfield a ter uma das suas melhores exibições do ano – 24 passes em 34 tentativas para 327 jardas, três touchdowns e uma interceção – o quarterback conseguiu envolver todas as suas armas no ataque e colheu os frutos. Nick Chubb e Kareem Hunt tiveram um touchdown cada um, Jarvis Lanndry vingou-se da sua antiga equipa com dez receções para 148 jardas e dois touchdowns e, por fim, Odell Beckham Jr também teve direito a marcar.

Quando já pouco se esperava da equipa de Freddie Kitchens, os Browns venceram três jogos seguidos e voltaram a ter uma palavra na luta pelo acesso ao wild card dos playoffs, o que acrescenta bastante significado ao seu jogo no próximo fim de semana frente aos Steelers.

Foi uma noite onde tudo correu bem aos Browns
Fonte: Cleveland Browns

Juventus FC 1-0 Club Atlético de Madrid: Show D(y) Bala

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Já começa a tornar-se um hábito este duelo. Só nos últimos cinco anos, Juventus e Atlético defrontaram-se mais vezes do que em toda a História que está para trás. A equipa da casa venceu com algum sofrimento, graças a um fantástico golo de Dybala na cobrança de um livre direto, confirmando o primeiro lugar do grupo.

Foi uma primeira parte sem grande chama… De um lado, a posse e a construção italiana. Do outro, linhas espanholas mais baixas à procura do erro e na tentativa de jogar em contra-ataque.

A primeira ocasião de perigo apareceu fruto de uma boa combinação entre Ramsey e Dybala, com o argentino a rematar à figura de Oblak. A resposta dos colchoneros tardou, mas chegou em dose dupla, com duas tentativas de Saúl Ñíguez: primeiro num cabeceamento livre de marcação e a seguir obrigando Szczesny a uma defesa a dois tempos.

Ora, quando nada o fazia prever, eis que surge uma bola parada para a Juventus à beira do intervalo, junto à linha de fundo. E imagine-se, meus senhores, Paulo Dybala arranjou um ângulo inesperado e disparou para o primeiro e único golo da partida. Que golpe de magia a fechar o primeiro tempo!

Ramsey e Bentancur a discutir uma bola com Vitolo
Fonte: Juventus FC

No segundo tempo, a formação de Simeone entrou ligeiramente melhor que o adversário, ao ponto de Saúl Ñíguez ter voltado a dispor de uma nova oportunidade para marcar. João Félix foi a jogo e até se pode dizer que a partir daí o ritmo monótono da partida deu lugar a uma espécie de “bola cá, bola lá”. Ronaldo de um lado, Félix do outro.

Sucederam-se os contra-ataques da equipa de Madrid, graças à pressão ofensiva e à facilidade de recuperar a bola sempre que a formação de Sarri tentava construir o seu jogo. Sentia-se que podiam haver mexidas no marcador e Simeone esgotou as três substituições em dez minutos, na tentativa de aproveitar as facilidades concedidas.

É certo que o Atlético era a equipa com mais iniciativa em contrariar o rumo dos acontecimentos, mas a oportunidade mais flagrante do segundo tempo surgiu dos pés do recém-entrado Bernadeschi, com um remate à entrada da área a ser travado pelo poste.

Até ao final, o conjunto forasteiro foi tentando, na medida do possível, ameaçar a baliza de Szczesny (obrigando a Vecchia Signora a apostar no contra-ataque), mas sem qualquer resultado prático. A Juventus confirmou, assim, o primeiro lugar do grupo, ao passo que o Atlético – sem vencer fora de casa há seis jogos – necessitará de jogar a última jornada para carimbar a passagem aos oitavos da competição.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Juventus FC: Szczesny, De Sciglio, Bonucci, De Ligt, Danilo, Pjanic, Bentancur (Khedira, 86’), Matuidi, Ramsey (Bernadeschi, 63’), Dybala (Higuain, 76’) e Cristiano Ronaldo.

Club Atlético de Madrid: Oblak, Lodi (Lemar, 64’), Felipe, Hermoso, Trippier, Saúl Ñíguez, Herrera (Correa, 60’), Thomas, Koke, Vitolo (João Félix, 54’) e Morata.

Omã 1-3 Portugal: Sem brilho carimba-se a passagem aos Quartos de Final

Depois da derrota com o Brasil, Portugal estava obrigado a vencer se queria passar aos quartos de final do Campeonato do Mundo. Pela frente tinha a seleção de Omã, que entrava, à partida para esta jornada, no terceiro lugar do Grupo D e que também sonhava passar à fase a eliminar desta competição. Um jogo muito decisivo para as ambições portuguesas neste Mundial do Paraguai.

PERÍODO DAS BOLAS AO POSTE E DO DESPERDÍCIO

O capitão de Omã, Khalid Al Oraimi, fez uma falta muito agressiva sobre Rui Coimbra e foi marcado livre muito perigoso para Portugal, a 8.01 de terminar o primeiro período. Na conversão da falta, que mais parecia um penalti, o número dois português não perdeu a oportunidade de inaugurar o marcador. Num pontapé que não tinha qualquer hipótese de defesa marcou o primeiro golo da partida (0-1).

A faltar 3.35 para o final do período, houve o empate na partida. Um erro defensivo gravíssimo da defesa portuguesa e o canto foi batido rapidamente por um jogador de Omã e foi golo. Jalal Al Sanani estava no sítio certo para conseguir encostar a bola e mandar um balde de água bem gelada à seleção portuguesa. Tanto desperdiçou Portugal que foi lá Omã numa das primeiras oportunidades e fez o empate…

Os postes estavam a ser amigos de Omã e inimigos dos portugueses. Foram no mínimo cinco bolas aos postes com remates vindos de jogadores lusitanos, mas também não podemos dizer que foi apenas isto que correu mau neste período. Havia muita lentidão na construção de jogo neste primeiro período e faltava então a rapidez para conseguir mais perigo junto da baliza de Younis Al Owaisi.

COM POUCO BRILHO E O GÉNIO DE BÊ MARTINS

No início do segundo período, Portugal continuava com a pontaria afinada, mas para acertar nos ferros da baliza do adversário. Se não eram os postes era Younis Al Owaisi que brilhava nas suas defesas. O guarda-redes de Omã estava muito bem a defender os remates que vinham enquadrados com a sua baliza e as que não defendia eram os postes os seus anjos da guarda.

A 3.33 de terminar o segundo período, finalmente não houve nada a impedir o golo português, nem o guarda-redes nem os postes. Bê Martins desequilibrou o jogador de Omã e depois chutou com muita força sem hipóteses para Younis Al Owaisi, que pouco podia fazer nesta situação. Foi um grande remate do jogador português e a bola só parou no ângulo superior esquerdo da baliza de Omã. Era o 1-2 a favor de Portugal e voltava a estar na frente do marcador.

O QUE VALE É O RESULTADO E OS TRÊS PONTOS? ESPERO QUE NÃO SEJA SÓ O QUE INTERESSA…

Logo no início do terceiro período, Leo Martins sofreu uma falta numa posição frontal à baliza de Omã, mas o número 11 português não conseguiu concretizar por mais uma vez (adivinhem só) defesa de Younis Al Owaisi. Continuava a brilhar na partida o guarda-redes de Omã e que até agora ainda estava a segurar a sua nação ao jogo.

Se não marcou ao bocado, foi pouco tempo depois que a bola acabou inevitavelmente por entrar. Numa jogada entre familiares, foi Bê Martins que começou por construiu a jogada toda pelo lado esquerdo, cruzando para o outro lado. Depois estava ao segundo poste, completamente isolado, Leo Martins para encostar a bola para dentro da baliza de Omã (1-3). Estava aumentada a vantagem portuguesa e havia agora tempo para respirar um pouco melhor.

Sem mais oportunidades de perigo, o jogo chegou mesmo ao fim e Portugal acabou mesmo por vencer Omã, garantindo assim um lugar nos Quartos de Final. Resta saber agora qual é a posição que a seleção nacional vai ocupar no Grupo D e também descobrir qual será o adversário na próxima fase deste mundial, que se joga no Paraguai. Não foi um jogo excelente de Portugal, mas deu para conseguir os três pontos e assegurar o objetivo principal, que era a passagem à fase a eliminar.

CINCO INICIAL:

Omã – Younis Al Owaisi (GR), Jalal Al Sanani, Eid Al Farsi, Mushel Al Araimi e Khalid Al Oraimi

Portugal – Elinton Andrade (GR), Rui Coimbra, Jordan Santos, Bê Martins e Leo Martins

WWE Survivor Series: NXT é a melhor marca da WWE

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O Survivor Series deste ano foi um evento muito mediano, que teve, no entanto, dois combates fantásticos. Para além disso, não ultrapassou nenhuma expectativa e ofereceu pouco ou nada de novo.

Ainda assim, como disse, valeu a pena de ser visto devido aos combates pelo NXT Championship e entre os campeões de midcard.

Nota do evento: 7/10

Taça de Portugal | Nos quartos com todos os escalões

Foram hoje conhecidos os jogos dos oitavos de final da Taça de Portugal. Como é habitual, o sorteio decorreu na Cidade do Futebol e reuniu as 16 equipas ainda em prova. O caminho para a final vai ficando mais curto e o desejo é o mesmo de sempre: chegar à grande final do Jamor.

De notar que a esta ronda chegam sete conjuntos da Primeira Liga, quatro da Segunda Liga e cinco do Campeonato de Portugal, numa demonstração de equilíbrio entre escalões. As partidas realizam-se entre 17 e 19 de dezembro e o jogo de maior cartaz é o confronto entre SL Benfica e SC Braga. Os dois candidatos a chegar ao Jamor defrontam-se no Estádio da Luz e um deles ficará pelo caminho. Ambos já conquistaram esta prova e o SL Benfica, clube com mais troféus, tentará fazer prevalecer desta vez o fator casa, visto que na última ronda frente ao FC Vizela, a tarefa foi bastante complicada.

Por seu lado, o FC Porto defronta o CD Santa Clara, noutra partida entre formações da Primeira Liga. Os açorianos, noutra deslocação ao Norte depois de afastarem o Leixões SC, jogam no Estádio do Dragão, naquela que será a terceira visita a este recinto nesta época. Os dois resultados anteriores foram favoráveis aos dragões, que pretendem ultrapassar uma nova etapa e assim encurtar o caminho para chegarem a uma nova final, depois de terem perdido a da época passada.

Haverá também um encontro entre formações da Segunda Liga e outro entre equipas do Campeonato de Portugal. Quer isto dizer que a próxima eliminatória contará sempre com emblemas de todas as divisões ainda em prova, nesta que é a magia da Taça. O CD Mafra e o GD Chaves, que eliminaram clubes do primeiro escalão anteriormente, visitam os terrenos de FC Famalicão e Académico Viseu FC, respetivamente, e o Sertanense FC, que eliminou o atual líder da Segunda Liga, recebe o CF Canelas 2010. Destaque ainda para o AC Marinhense e o SC Espinho que irão ter pela frente embates frente a primodivisionários.

Se nos quartos de final todos os escalões irão continuar em prova, a questão que se pode colocar para esta eliminatória é a do costume: irão existir novas surpresas?

O CD Mafra foi uma das surpresas da última ronda ao bater um dos primodivisionários
Fonte: Liga Portugal

Calendário de jogos dos oitavos de final da Taça de Portugal:

 

AC Marinhense – Rio Ave FC

FC Paços Ferreira – SC Espinho

Académico Viseu FC – GD Chaves

FC Porto – CD Santa Clara

FC Famalicão – CD Mafra

Sertanense FC – CF Canelas 2010

Varzim SC – Anadia FC

SL Benfica – SC Braga

 

 

Foto de Capa: SL Benfica

Revisto por: Jorge Neves

O Passado Também Chuta: Johan Cruyff

Johan Cruyff foi um dos melhores jogadores de sempre do futebol mundial, venceu três Ballon d´Or – 1971, 1973 e 1974. Cruyff fez parte da revolução do futebol, sendo um dos jogadores da seleção holandesa da década de 70, denominada “Laranja Mecânica”.

O génio Cruyff era filho de uma funcionária do Ajax, nascido em Amesterdão em 1947. A sua mãe convenceu os responsáveis do clube holandês, a permitirem que Johan fizesse testes. Acabaria por surgir um dos maiores talentos do futebol mundial, lançado pelo mítico treinador Rinus Michels.

Cruyff estreou-se com a camisola do Ajax, decorria a temporada 1964/65, com apenas 18 anos. Vestiu a camisola do Ajax durante dez épocas, conquistando vários títulos – três Ligas dos Campeões, uma Taça Intercontinental, uma Supertaça Europeia, seis campeonatos e quatro Taças da Holanda.

Recordar este período de títulos e vitórias de Cruyff com a camisola do Ajax, lava-nos ao dia 31 de maio de 1972. Neste dia, o Ajax defrontava o Inter de Milão, na sua segunda final da Liga dos Campeões consecutiva. Os holandeses viriam a sagrar-se campeões europeus, com uma vitória por 2-0, com dois golos de Cruyff e uma exibição de sonho.

Na época 1973/74 depois de conquistar três Ligas dos Campeões transferiu-se para a Catalunha, para vestir a camisola do Barcelona. Ao serviço dos “blaugrana” esteve cinco temporadas, contabilizando 184 jogos e 61 golos. Tornou-se um ídolo em Barcelona, o jogador mais influente da equipa, vencendo uma Liga Espanhola e a Taça do Rei.

Em 1979 rumou aos Estados Unidos da América, vestiu a camisola dos LA Aztecs e dos Washington Diplomats. Regressaria à Europa dois anos depois, com passagens por Levante e AC Milan. No entanto, aos 35 anos regressaria ao Ajax, onde esteve ainda duas temporadas, voltando a conquistar títulos, mais dois campeonatos e uma Taça da Holanda.

Cruyff na sua segunda passagem pelo Ajax, ficou marcada pelo desentendimento relativamente ao final da sua carreira. Na época 1983/84 rumou ao rival Feyenoord, enquanto treinador-jogador, despedindo-se dos relvados com a “Dobradinha”, somando mais um campeonato e uma Taça da Holanda, contribuindo com 13 golos em 44 partidas.

Johan Cruyff somou pela “Laranja Mecânica” 48 internacionalizações e 33 golos
Fonte: KNVB

Johan Cruyff ficou também na história da seleção holandesa, com 48 jogos e 33 golos apontados. A seleção que ficou conhecida por “Laranja Mecânica”, orientada por Rinus Michels, tinha como principal referência o seu capitão, Johan.

A Holanda capitaneada por Cruyff, em 1974 no Mundial disputado na Alemanha, esteve próxima de conquistar a glória. Os holandeses foram finalistas vencidos, tendo sido derrotados, por 1-2, pela Alemanha Ocidental, onde brilhavam Franz Beckenbauer, Gerd Müller, entre outros. Para chegar à final disputada em Munique, a Holanda deixou pelo caminho seleções como a Argentina, o Brasil, o Uruguai, entre outras. Um campeonato do mundo, onde a magia do futebol total viria a ser derrotada pelo pragmatismo dos alemães.

Johan Cruyff marcou também a história do futebol enquanto treinador, liderando o Ajax e o Barcelona. A sua carreira enquanto técnico foi uma vez mais, uma história de sucesso, de títulos e de vitórias. Cruyff estrou-se no banco do seu Ajax, na temporada 1985/86, conquistando dois campeonatos e uma Taça das Taças, durante três anos.

No verão de 88/89, voltou a Barcelona, desta vez, enquanto treinador. Liderou uma equipa com estrelas como Gary Lineker, Michael Laudrup, Romário ou Hristo Stoichkov, ao longo de oito épocas. O treinador holandês preconizava um modelo de jogo, ofensivo, com base no futebol total. Uma história de sucesso que escreveu em Barcelona, conquistando uma Liga dos Campeões, uma Taça das Taças, uma Supertaça Europeia, quatro campeonatos, uma Taça do Rei e três Supertaças de Espanha.

Cruyff é uma das figuras mais marcantes do futebol mundial, quer enquanto jogador, quer treinador. No futebol conquistou a glória de dezenas de títulos, vencendo a Liga dos Campeões enquanto jogador e treinador. Ficará na memória dos adeptos de futebol, os seus passes milimétricos, a forma como conduzia a bola, a frieza com que finalizava com os dois pés, o eterno 14. Mas também, o futebol que as suas equipas praticavam, conduzindo enquanto técnico, com a ajuda dos seus jogadores, os clubes que liderou até à glória dos títulos.

Foto de Capa: FIFA

Revisto por: Jorge Neves

As equipas supreendentes e os candidatos a MVP após o primeiro mês de competição na NBA

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O arranque da temporada de 2019/2020 da NBA já leva um mês de calendário, contando com surpresas de equipas com mais vitórias do que o esperado, suspeitos do costume candidatos ao título e também um sabor nostálgico na competição.

Umas das principais surpresas é o arranque de temporada que a equipa de Phoenix, Arizona está a fazer. Liderada pelo jovem extremo-base Devin Booker, que está a jogar tão bem quanto o têm feito até a data na sua carreira, Phoenix têm capitalizado na coluna das vitórias. Com Booker a ter médias de 25.6 pontos por jogo e 6.2 assistências por jogo, os Phoenix Suns encontram-se na sétima posição da dura conferência Oeste, com um recorde de 8-7. Apesar da expressivade ofensiva de Booker, o sucesso da equipa deve-se também à contratação de peças chave no seu plantel, como o veterano espanhol Ricky Rubio, que conta com mais de 10 anos de carreira profissional e também do poste Aron Baynes, que têm tido uma temporada de topo de carreira com 14.5 pontos por jogo a combinar com 5.6 ressaltos (no entanto o que é mesmo de destacar é a melhoria do seu tiro exterior, contanto com 1.6 triplos por jogo de média!).

Phoenix têm vivido também da grande época de Kelly Oubre Jr, jovem extremo que tem ajudado muito a equipa a nível ofensivo, levando uma média de 17.3 pontos por jogo. Os Suns de Devin Booker, assim, encontram-se numa posição que nunca tinham estado com a jovem estrela ao comando, a meio da tabela classificativa e com um futuro promissor para os playoffs. Resta averiguar se o seu estilo de jogo é sustentável e se conseguem continuar a ganhar a boas equipas e não perder jogos com erros devido à falta de experiência.

Surpresa, mas pela negativa, é também a equipa de Portland, os Trail Blazers de Damian Lillard. Apesar de um tremendo arranque de temporada por parte de Lillard, com 28.6 ponto por jogo e 7.1 assistências, os Trail Blazers encontram-se numa má posição para começar a temporada e, devido aos seus problemas em concretização, mas maioritariamente a lesões, encontram-se no fim da tabela classificativa da conferência Oeste. No 14.º posto e com um recorde de 5-12, para uma equipa que na época anterior chegou a uma final de conferência, este é, no mínimo, um arranque muito desapontante.

Mesmo com Lillard a ter jogos exímios, como por exemplo no seu melhor jogo ofensivo esta época que contou com 60 pontos frente aos Brooklyn Nets (jogo esse que também perderam), os Blazers não têm conseguido grande expressividade ofensiva. Lillard sofre, no momento, uma lesão ligeira nas costas (espasmos), fazendo com que se mantenha fora das 4 linhas durante alguns jogos, outro azar para os Blazers. Outras baixas também relevantes na equipa é a do poste Nurkic, ainda a recuperar de lesão da época anterior, e também do veterano Pau Gasol, que inclusive foi esta passada semana “liberto” (o termo simpático para dispensado) da equipa, depois do diagnóstico da sua lesão revelar ser de seis a doze meses o tempo de recuperação.

Apesar da boa prestação individual de Lillard, os Portland não têm tido sucesso no começar da época
Fonte: Portland Trail Blazers

Com poucas opções no ataque e a sua segunda opção, o extremo CJ McCollum, a ter uma época mediocre, os Blazers viram-se assim forçados a alterar algo, que passou pela contratação de um dos melhores marcadores da história da NBA, Carmelo Anthony. O único senão é que Anthony encontrava-se sem jogar já há praticamente um ano civil.

No entanto, apesar dos seus 35 anos, Anthony pode ainda ser um fator chave no ataque dos Blazers. Com Lillard a base, e McCollum a extremo-base, Anthony insere-se perfeitamente na posição de extremo ou até extremo-poste. Com menos produção ofensiva do que no seu auge, como será de esperar, e até menos minutos/lançamentos, Anthony pode ainda ser uma contribuição valiosa para uma equipa da NBA, e nada melhor do que uma equipa que necessita mesmo de ajuda ofensiva. Nos três jogos já jogados, Anthony conta com 13.0 pontos por jogo e 4.3 ressaltos. Apesar da eficácia ainda não estar no seu melhor, Anthony pode ainda ser uma contribuição valiosa para os Blazers.

Por fim, mas não menos importante, os Boston Celtics! A equipa de Massachussets encontra-se com um recorde de 11-4 e no segundo posto da conferência Este. Uma equipa bastante jovem e sem um líder ofensivo em particular, têm feito um tremendo arranque de temporada, incluindo dez jogos consecutivos a ganhar. Depois de uma pré temporada em que “perderam” a sua super estrela em Kyrie Irving, que preencheram a lacuna com o base vindo de Charlotte Kemba Walker, os Celtics encontram-se com mais fluidez no seu ataque, mais ferocidade na defesa e, consequentemente, já atingiram o melhor recorde de vitórias consecutivas desde 2008!

No ataque, contam com a preciosa ajuda de Jayson Tatum. Com um melhor de carreira no momento de 20.5 pontos por jogo e 7.0 ressaltos, Tatum têm sido aquilo que todos esperavam: uma força ofensiva com um arsenal muito completo. Também Jaylen Brown, conta com 18.8 pontos por jogo e 7.4 ressaltos mas inclui também 1.1 roubo de bola por jogo.

Entre estes, Kemba Walker tem conseguido também preencher a grande vaga que lhe foi atribuída! Com 21.1 pontos por jogo e 4.7 assistências, Walker tem sido um enorme factor no sucesso da equipa de Boston. Vindo de uma equipa que nunca teve tanto sucesso como estão a ter os Celtics, Walker tem conseguido dar a fluidez ao ataque de que os Celtics vinham a precisar combinada com a liderança necessária em certos momentos do jogo.

A nível defensivo, a equipa encontra-se no top dez do defensive rating da liga e também, tendo conseguido manter o base Marcus Smart, uma força defensiva necessária a partir do banco, que se encontra com uma média 12.3 pontos, 1.3 roubos de bola e 1 bloco por jogo. No entanto, Smart é o tipo de jogador que o seu verdadeiro impacto não aparece na ficha de jogo. A sua intensidade defensiva e concentração nas ajudas defensivas é do mais alto nível e tem-se demonstrado muito valioso para a equipa.

Os Boston Celtics encontram-se assim a ganhar jogos “calmamente” na conferência Este e demonstram-se um forte candidato ao título neste início de temporada.

A nova Espanha para o Euro 2020

A seleção espanhola tem vivido episódios conturbados nos últimos dias, devido à mudança de selecionador. Luis Enrique volta ao comando técnico da “La Roja” depois de a ter abandonado em março, para se concentrar na família, devido a um grave problema de saúde da filha. Xana, de nove anos, viria a falecer no mês de agosto e não se esperava que Luis Enrique voltasse tão cedo. O mundo do futebol uniu-se todo em prol do técnico, para lhe dar apoio nesse momento doloroso.

O presidente da Federação Espanhola confirmou no dia 19 de junho que o treinador oficial seria Robert Moreno (interino desde março), no entanto, Luis Enrique teria sempre o lugar à disposição, quando assim o entendesse.

Robert Moreno orientou então a seleção em nove partidas de qualificação e a Espanha terminou o grupo em primeiro lugar com 26 pontos, oito vitórias e dois empates, com 31 golos marcados e cinco sofridos.

No dia 19 de novembro, Luis Enrique voltou ao comando da seleção. O ex-treinador do Barcelona comunicou a vontade de regressar e o presidente da Federação confirmou o regresso pelo facto de ter sempre as portas abertas quando o quisesse.

Robert Moreno ficou desolado com esta informação, quando a recebeu depois do último jogo de qualificação da Espanha para o Euro 2020, e desatou a chorar. Ao que tudo indica, terá chegado ao balneário a gritar: “Tiraram-me daqui para fora” e muitos jogadores reagiram surpresos, sendo que um deles referiu: “Não me f… que Robert não continua”.

Fonte:Selección Española de Fútboll

De seguida, dirigiu-se para a estação de metro mais próxima e desatou a chorar desalmadamente, antes de ir para Barcelona, local onde reside, sem se preocupar com o material e a roupa que tinha deixado no centro de estágios da La Roja.

Ao que tudo indica, a relação entre os treinadores já não era melhor, quando Luis Enrique ligou a Moreno, indicando que no caso de voltar a treinar a Espanha, não o iria querer como adjunto. Com este desfecho, Robert Moreno terá reagido mal, mesmo depois de saber que podia abandonar a seleção a qualquer momento. Assim o fez e Luis Enrique tem agora o objetivo de fazer boa figura no Euro 2020.

Análise Equipa

A seleção espanhola está repleta de qualidade. Não é comparável ao plantel dos anos de ouro, em que venceram o Mundial 2010 e os Euro 2008 e 2012, com Casillas, Piqué, Xavi, Iniesta, David Silva, Xavi, Torres, David Villa, Fàbregas, entre outros. Todos estes já não fazem parte da seleção, embora alguns ainda joguem pelos respetivos clubes. Atualmente, a seleção renovou-se, apresenta outra estrutura, e é consideravelmente mais jovem do que a dos outros anos. Além disso, qualidade não falta e têm inúmeras opções para cada posição.

Para a baliza contam com David de Gea, Pau López e Kepa Arrizabalaga. Ainda há dúvidas sobre quem vai ser o dono do lugar, apesar de que Kepa tem sido mais vezes opção do que De Gea. O jovem espanhol é muito seguro na baliza do Chelsea e promete cumprir com a La Roja para a competição que aí vem. O guardião do Manchester United é dos melhores do mundo há vários anos seguidos, no entanto, tem aqui um “rival” à altura.

Para defesas centrais à partida serão chamados Iñigo Martínez, Mario Hermoso e Raúl Albiol, sendo que qualquer um destes poderá jogar ao lado de Sérgio Ramos, capitão de equipa, patrão da defesa e jogador com mais internacionalizações. Relembre-se que Gerard Piqué renunciou à seleção espanhola para representar a Catalunha.

Na lateral-esquerda em condições normais o dono do lugar é Jordi Alba. Se por ventura não estiver disponível, o titular será naturalmente José Gayá. O “problema” é que existem ainda Marcos Alonso, Juan Bernat ou até mesmo Jonny Otto.

Fonte: Selección Española de Fútboll

Na lateral-direita, Carvajal é o dono do lugar, embora sofra regularmente lesões, portanto há-que contar com um substituto, que pode ser Sergi Roberto. A dúvida é se Nacho será opção, ele que é polivalente e pode fazer qualquer posição do setor defensivo.

Para o meio-campo não faltam jogadores de qualidade e Luis Enrique terá aqui uma grande dor de cabeça. Surgem nomes como Sergio Busquets, Rodri, Thiago Alcantara, Koke, Fabián Ruiz, Dani Ceballos, Dani Parejo, Saúl Ñíguez e até o próprio Sergi Roberto pela polivalência ou os jovens Pablo Fornals e Dani Olmo. Pensa que já leu todos? Aparece Isco! Francisco Alarcón é um craque com qualidade para jogar de caras nesta equipa, embora não tenha sido opção regular na qualificação, possivelmente por também não ser titular no Real Madrid. É complicado gerir este meio-campo.

Para a frente, a Espanha não tem as escolhas definidas, ainda para mais com a chegada de um treinador que apenas orientou um jogo da qualificação. Luis Enrique pode contar com Álvaro Morata, Paco Álcacer, Gerard Moreno, Suso, Mikel Oyarzabal, Rodrigo, Diego Costa, Santi Cazorla, Pablo Sarabia, Jesús Navas e Iago Aspas. Além desses, há ainda Jaime Mata e Suso, que embora tenham qualidade, dificilmente estarão entre os 23 escolhidos. Asensio está lesionado… Resta saber se regressa a tempo de mostrar que merece a convocatória, porque em condições normais estaria lá.

Foto de Capa: Selección Española de Fútboll

Revisto por: Jorge Neves

Os 10 melhores camisola 10 que passaram pelo SL Benfica

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A camisola número 10. Uma camisola com uma mística e uma história particulares. A camisola do maestro da equipa, a camisola do mágico, a camisola dos craques, a camisola das lendas. Muitas foram os ícones da história do futebol que vestiram a camisola 10. De Pelé a Maradona, de Zidane a Messi. Parafraseando António Simões, sem o 10 este jogo não tem piada nenhuma, sem o 10 não existe futebol.

O SL Benfica não passou ao lado da história do 10, tendo visto grandes jogadores envergarem o manto sagrado com o número mítico nas costas. Decidi, então, fazer o melhor esforço possível para elaborar um top dos melhores jogadores que usaram a camisola 10 ao longo da história do Benfica.

Admito, desde já, que foi extremamente difícil, dada a qualidade e o caráter mítico de muitos destes jogadores. Haverá atletas que cuja posição neste top gerará sempre controvérsia, mas isto é um excelente indicativo dos nomes que estão à nossa frente.

Nota: Os números das camisolas só se tornaram fixos, em Portugal, a partir de 1995. Todos os jogadores anteriores a esta data jogaram e notabilizaram-se com diferentes números. O critério de elegibilidade para este top foi ter usado a camisola 10 durante um período considerável e não ser incrivelmente conhecido por ter usado outro número (CR7, por exemplo).