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Olheiro BnR | Henrique Pereira, um extremo para o futuro

Henrique Martins Pereira nasceu na cidade de Lisboa no dia 15 de fevereiro de 2002. Sendo natural da capital, faria todo o seu percurso formativo no Sport Lisboa e Benfica desde os oito anos, ainda no futebol de sete.

Henrique Pereira percorreu todos os escalões de formação até que, na época passada, sendo júnior de segundo ano, foi aposta regular na equipa de sub-23, realizando 26 jogos e marcando um golo, tendo ainda se estreado pelos “B’s”, equipa pela qual se encontra neste momento a fazer os trabalhos de pré-temporada.

O extremo português sagrou-se campeão nacional de iniciados na temporada 2016/2017 e campeão nacional de juvenis na temporada 2018/2019. É também internacional pelas seleções jovens, tendo participado no Campeonato da Europa de sub-17 em 2018 e 2019.

Henrique Pereira é um extremo destro que pode atuar nos dois lados do campo, embora atue preferencialmente pelo lado esquerdo. É um jogador com boa capacidade de drible, tirando proveito da mesma para fletir da ala esquerda para espaços interiores.

É também um jogador muito rápido, sendo muito forte a atacar a profundidade e a explorar o espaço nas costas da defesa. Também apresenta uma boa capacidade de finalização, somando bons registos a nível de golos por época.

Quanto ao futuro, o extremo está a fazer a pré-temporada sob as ordens de Nelson Veríssimo e é expectável que nesta nova época jogue tanto pela equipa principal como pela equipa de sub-23.

Henrique Pereira é um dos jogadores mais talentosos da geração de 2002, mas ainda é sénior de primeiro ano, tendo tempo para se preparar para a equipa principal.

O que esperar de Bruno Costa? | FC Porto

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A pergunta que se coloca é: o que esperar deste retorno de Bruno Costa à cidade invicta? Depois de meia época no Portimonense, e de na última temporada ter sido uma das figuras do surpreendente Paços de Ferreira que acabou em 5.º lugar no campeonato, o médio português, de 24 anos, regressa assim ao FC Porto. Com a contratação do extremo brasileiro Pepê, ex-Grémio, e do central Fábio Cardoso, ex-Santa Clara, Bruno Costa torna-se então o terceiro reforço oficializado pelos dragões.

A dúvida que surge não recai sobre qualidade inerente no jogador, mas sim na forma como se estabeleceu o negócio. Bruno Costa saiu na época 20/21, a custo zero, para o Paços de Ferreira e, logo na época seguinte, o FC Porto garante o seu regresso ao pagar 2,5 milhões de euros.

Mais uma vez, a meu ver, houve uma má gestão por parte da SAD portista – já que praticamente dispensaram inicialmente Bruno Costa. Se viam qualidade no médio português, que fez todo o percurso de formação nos dragões, deveriam ter renovado o seu contrato e emprestado ao FC Paços de Ferreira, assim como fizeram quando o emprestaram ao Portimonense SC.

A gestão feita pela SAD portista, no que toca às renovações de contrato com os seus atletas, tem de ser melhorada. O caso de Iván Marcano, por exemplo, retrata essa má gestão – saiu a custo zero para o AS Roma e uma época depois retorna ao Dragão num negócio avaliado em cerca de 3 milhões de euros. O retorno de Bruno Costa mostra, mais uma vez, esta má gestão, e também demonstra que o FC Porto deve valorizar (ainda mais) os “produtos da casa”, isto é, os jovens formados no clube.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

No entanto, voltemos à questão inicial: o que esperar do retorno de Bruno Costa? Veio para ser suplente ou para ser uma ameaça aos titulares? A sua vinda é prenúncio de saída de outro jogador da mesma posição? São perguntas cujas respostas, de momento, não sabemos responder, todavia, uma coisa é certa: é um jogador diferente (para melhor) daquele que saiu há uma época e meia do FC Porto.

Está muito mais maduro enquanto jogador. A sua passagem pelo Portimonense mas sobretudo a grande época que realizou no Paços de Ferreira, fez com que se afirmasse no panorama nacional, mostrando toda a sua qualidade e potencial.

Bruno Costa
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Fatores como a inteligência, o posicionamento e uma graúda visão de jogo tornam-no num jogador interessante para o plantel portista. Com isto, pretendo dizer que, independentemente das saídas que possam haver no meio-campo dos azuis e brancos, Bruno Costa chega como um jogador para render os titulares ao longo dos jogos ou para descansá-los em certos confrontos, face ao exigente calendário que o FC Porto vai ter.

Como se costuma dizer, é um bom jogador para “se ter no banco”. Havia melhores opções na respetiva posição a jogar no campeonato? Sim, por exemplo, Ryan Gauld, Ugarte ou até mesmo o próprio Al Musrati. Contudo, são jogadores que, de momento, significariam negócios financeiramente difíceis para os cofres dos azuis e brancos.

Sendo assim, para aumentar o leque de opções e competir com os titulares, não há melhor opção que Bruno Costa face ao período financeiro atravessado pelo FC Porto, um clube que precisa de vender para contratar.

Antevisão GP Grã-Bretanha F1: Novo formato… mesmo pole-sitter

A ANTEVISÃO: VERSTAPPEN ARRANCOU MELHOR E NUNCA MAIS OLHOU PARA TRÁS

O Grande Prémio da Grã-Bretanha trazia-nos um formato diferente ao que estávamos habituados nos últimos anos. Depois da tradicional sessão de qualificação ter decorrido na sexta-feira, os pilotos ainda iriam ter outra sessão que iria definir a grelha para domingo: uma corrida de 17 voltas no circuito de Silverstone.

Depois da sessão de sexta-feira, era Lewis Hamilton (Mercedes) que iria iniciar esta corrida sprint no primeiro lugar, com Max Verstappen e Valtteri Bottas nos lugares seguintes. Mas foi realmente o arranque que fez a diferença nesta corrida sprint: Verstappen, mesmo com chamas a saírem do seu pneu da frente do lado esquerdo antes do arranque, conseguiu ser incisivo desde o início, ultrapassando Hamilton e saltando para a primeira posição.

A partir daí, e apesar de uma tentativa audaz de ultrapassagem de Hamilton em Copse, Verstappen não teve mais problemas. A distância entre o Red Bull e o Mercedes no final foi de apenas 1,4 segundos, mas o holandês conseguiu gerir bem as 17 voltas (apesar de estar com bolhas visíveis nos seus pneus médios, tal como o seu mais direto rival).

Bottas, que começou de pneus macios numa tentativa de ultrapassar Verstappen logo no início e assegurar a primeira fila para a Mercedes, não o conseguiu fazer e vai partir de terceiro.

Atrás do top-4 (Charles Leclerc, da Ferrari, também teve uma prova sólida na corrida da Grã-Bretanha, mantendo o quarto lugar que tinha conseguido na sexta-feira), vieram as verdadeiras emoções desta prova. Fernando Alonso, da Alpine, teve um arranque-canhão, aproveitando os pneus macios para saltar de 11.º para o quinto lugar.

Em sentido inverso, Carlos Sainz desceu do nono para o 18.º posto depois de um choque na primeira volta com o Williams de George Russell (o britânico, que terminou o sprint em nono, está sob investigação).

Na quinta volta, enquanto Verstappen comandava com alguma tranquilidade, surgiu o desastre para o outro Red Bull. Sergio Pérez fez um enorme pião e, embora tenha conseguido evitar uma colisão com as barreiras, caiu para o 18.º lugar, apenas à frente dos dois Haas. Para acrescentar ao azar do mexicano, teve de abandonar antes do final da prova e por isso começará a corrida no último posto.

Alonso, apesar de ter saltado para quinto, não conseguiu manter os McLaren atrás de si, com Norris a terminar em quinto e Ricciardo em sexto, à frente do espanhol da Alpine. Seguem-se Sebastian Vettel, George Russell (caso não seja penalizado) e o outro Alpine de Esteban Ocon.

Fora do top-10, destaque para a boa recuperação de Carlos Sainz na Grã-Bretanha, que ainda conseguiu ir buscar o 11.º lugar depois do choque com Russell na primeira volta. Seguem-se Gasly, Raikkonen (que também fez uma boa prova, saltando de 17.º para 13.º), Stroll, Giovinazzi, Tsunoda, Latifi, Schumacher e Mazepin, com Pérez a ser o único abandono e a começar no pior lugar possível.

Mas depois do sprint, segue-se a maratona, e Verstappen vai novamente partir da frente, com os Mercedes junto a si e sem a ajuda do seu companheiro de equipa. Por outro lado, Hamilton terá certamente o apoio do público presente em Silverstone. Por isso, é justo dizer que isto ainda não está decidido.

Foto de Capa: Red Bull Racing

Jovane: La pelota siempre al diez | Sporting CP

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Na época passada, Jovane Cabral foi um dos jogadores mais decisivos do Sporting CP. Muito embora nunca tenha conseguido alcançar o estatuto de titular indiscutível, mostrou-se preponderante sempre que foi chamado a jogo por Rúben Amorim.

Chegou-se a falar na possibilidade de sair, tanto em janeiro como neste defeso, mas a atribuição da camisola 10 ao extremo cabo-verdiano poderá vir a colocar um ponto final nas especulações. Para além disso, a possível ida de Marcus Edwards para o Olympiacos CFP poderá fazer com que Jovane permaneça em Alvalade.

Recentemente, em entrevista ao Jornal Sporting, o extremo afirmou que desde pequeno que queria jogar com a camisola 10. Quando chegou à formação leonina, esse número já estava ocupado, assim como na subida à equipa principal – Alan Ruiz, Fredy Montero e Luciano Vietto usaram o número. No entanto, soube esperar pelo seu momento e garantiu que não irá sentir a pressão por carregar nas costas um número com tanta representatividade no futebol.

O número 10 é, normalmente, atribuído àquele que é o craque da equipa – falamos de um número eternizado por nomes como Pelé ou Maradona. Seria esperado que Daniel Bragança deixasse o genérico 68 e assumisse o número que já foi de Balakov, até pelas suas características mais condizentes com o histórico de craques que usaram o 10, mas este foi mesmo para Jovane.

Será interessante, noutra perspetiva, perceber se Jovane Cabral terá mais oportunidades do que teve na temporada transata – com a saída de João Mário para o SL Benfica, Pedro Gonçalves poderá começar a época a jogar mais recuado, ao lado de João Palhinha, o que possibilitaria, ainda que temporariamente, a entrada de Jovane para a frente de ataque titular.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Desde a sua estreia pelo Sporting CP na temporada 2017/18, ainda sob as ordens de Jorge Jesus, o cabo-verdiano já leva 80 jogos de leão ao peito, sendo titular em apenas 33 ocasiões, pelo que já leva 18 golos e 16 assistências – uma média de cerca de uma participação em golo a cada 98 minutos, ou seja, Jovane marca ou assiste praticamente sempre que entra em campo.

Apesar dos números muito interessantes, Jovane não tem as características nem a qualidade técnica refinadíssima de um 10, mas trata-se de um jogador explosivo, com uma ótima capacidade de finalização e acima de tudo com clutch – marcou golos decisivos – pelo que a sua permanência em Alvalade é importantíssima para as aspirações do clube na Liga dos Campeões. Resta saber se conseguirá finalmente ultrapassar o eterno estatuto de “arma secreta”…

O 11 de flops do Euro 2020

Expectativa – palavra que significa aquela situação de quem espera um acontecimento conhecido ou esperado, ou até mesmo uma certa esperança baseada em supostos direitos, probabilidades ou promessas. Pegamos este significado e transportamos diretamente para o mundo do Euro 2020, onde toda a emoção foi posta em campo para agraciar os apreciadores do desporto.

No entanto, nem sempre o que se espera acontece. Num torneio, no qual haverá somente um campeão, imensas quebras de expectativas podem se tornar realidade, em 90 minutos o sonho de toda uma nação pode acabar pelos pés daqueles jogadores em que mais se põe fé, e é essa quebra de expectativa que deixa o futebol emocionante.

Portanto, passadas as emoções e a adrenalina do campeonato de seleções da Europa, está na hora de pôr o cérebro a trabalhar e tirar o coração da frente da tela ao dizer quem poderia ser o melhor jogador deste Euro, mas acabou por ser uma decepção não correspondida em campo. Aqui estão os 11 maiores flops do Euro 2020.

SL Benfica | Os 3 jovens que devem integrar o plantel

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Todos os anos, na pré-época, os treinadores chamam jovens da formação para integrarem a comitiva e é nessa altura que decidem quem está preparado para fazer parte do plantel principal da equipa. O SL Benfica não é exceção.

Jorge Jesus convocou muitos jovens para os treinos e jogos da pré-época. É caso para dizer que os “meninos da formação” estão em peso na preparação da próxima temporada.

Cabe agora ao treinador decidir quem pode ser uma mais-valia para a equipa, tendo em conta as prestações dos atletas. Posto isto, decidi eleger o top 3 de jogadores “made in Seixal” que deviam integrar o plantel principal em definitivo.

Os 5 clubes internacionais que mais precisam de se reforçar

Entre gigantes que querem voltar aos títulos, clubes que têm desapontado nas últimas temporadas e projetos que almejam lutar por objetivos mais ambiciosos, são muitos os clubes europeus que precisam de algum investimento neste mercado de verão.

Nesta lista estão cinco desses casos, alguns a necessitar de mais soluções de qualidade e outros a pedir uma reestruturação quase completa do plantel.

A reinvenção dos Milwaukee Bucks relança as finais | NBA

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Depois arrancarem com duas vitórias consecutivas em casa, os Phoenix Suns não conseguiram manter a boa forma nas deslocações a Milwaukee.

Por isso, quase renascidos das cinzas, os Bucks empataram a série que, até ao momento, está empatada a duas partidas. No final do jogo dois, a euforia instalou-se em muitos adeptos dos Suns.

Após uma estreia avassaladora de CP3 numa final, com 32 pontos e nove assistências e a ajuda de Devin Booker no segundo jogo, nada parecia parar esta equipa.

Além da potência a nível ofensivo, DeAndre Ayton estava a encontrar todos os caminhos para defender as armas dos adversários.

A grande estrela dos Bucks – Giannis Antetokounmpo – sofreu uma lesão no joelho esquerdo no quarto jogo das finais de conferência, frente aos Atlanta Hawks.

Depois da contrariedade, ninguém ficaria chocado se o extremo-poste não jogasse qualquer partida das finais.

Contudo, a forma como apareceu deixou toda a gente de queixo caído porque, mesmo sem parecer estar na melhor forma, continua a atuar a um nível de MVP.

🔥 RELIVE THE GIANNIS BLOCK! 🔥

The live broadcast, all the angles, and our #PhantomCam look at @Giannis_An34‘s unbelievable block to help seal the @Bucks Game 4 win! #ThatsGame #NBAFinals presented by YouTube TV continues Saturday at 9 PM ET on ABC pic.twitter.com/oVIef1ZZ5i

— NBA (@NBA) July 15, 2021

Ao contrário do que foi habitual nas duas primeiras partidas, os Bucks encaixaram as rotinas defensivas.

Khris Middleton aproveitou o efeito “carraça” e conseguiu anular o poste dos Suns, DeAndre Ayton, que estava a ser preponderante nas ações da tabela ofensiva e nas ações dentro do “garrafão”.

Além disso, Devin Booker também já sentiu dificuldades, principalmente no jogo três – marcou apenas 10 pontos, com apenas 21% de lançamentos executados (3/14).

Para parar o jovem basquetebolista, o homem escolhido foi Jrue Holiday, que está a tratar do papel com muito empenho e qualidade.

Devin Booker makes history in his first postseason. #ThatsGame pic.twitter.com/WqVIpC0iv7

— NBA (@NBA) July 15, 2021

Assim, a equipa dos Bucks conseguiu libertar o poste Brook Lopez da pressão das primeiras partidas. Apesar da envergadura física superior ao backcourt adversário, não conseguiu conter as investidas com grande evolução técnica.

A troca de papéis e a forma como Mike Budenholzer reinventou e soube aprender com os erros trouxeram os Bucks de novo na luta pelo título.

Depois das mais recentes desilusões, Monty Williams também tem uma palavra a dizer no jogo dos bancos.

A quinta partida vai ser muito importante para as contas finais e esperam-se duas formações com abordagens diferentes, com maior conhecimento do plano de cada uma e muita incerteza no resultado.

Para quem pedia alguma emoção, as duas equipas trataram da questão.

Foto de Capa: NBA

A Era que criou heras já era: Vieira demitiu-se!

Salazar caiu por problemas com uma cadeira, Vieira caiu por problemas com um banco. Perdoem-me o paralelismo se o consideram demasiado forte ou até vil e desrespeitador, mas a verdade é que a liderança de Luís Filipe Vieira nos últimos anos tendia em crescendo para um regime ditatorial (ou, no mínimo, semelhante a um).

Já há largos anos Vieira tinha, de forma metafórica (e de forma literal), a mão na garganta dos sócios, abafando cada palavra e investindo na alienação da massa associada da vida administrativa e política do clube, com natural reflexo em todas as restantes esferas da vida do SL Benfica.

Igual perdão peço aos que considerem parco o motivo da queda de Vieira presente na primeira frase desta redação. Os problemas com o Novo Banco não são, de todo, o único fator que provocou o fim de 18 anos da “Era Vieira”. Nem será, para os benfiquistas, o principal agente de rutura da ligação entre o clube e o ex-dirigente.

A usurpação de dinheiros do clube será o maior osso na garganta dos sócios e adeptos do clube no meio do enredo desta Operação Cartão Vermelho. Aliada à usurpação dos valores democráticos que desde sempre constituíram o cerne do Sport Lisboa e Benfica, é motivo para que a grande e sensata maioria dos benfiquistas celebre com fulgor a demissão de Luís Filipe Vieira.

Demissão tardia, diga-se de passagem. Depois da quarta-feira santa de sete de julho de 2021 (para sempre marcada, sob a forma de uma enorme mancha, na história do clube da Luz como a data da detenção de um presidente do clube em funções), foi preciso aguardar até à quinta-feira de cinzas de 15 de julho do referido ano para se conhecer a única decisão com sentido que poderia ser tomada pelo até então Presidente do SL Benfica.

As cartas de demissão chegaram por fim. Aleluia, aleluia, por fim se desenha mais um traço visível que pode ajudar a clarificar a indefinida situação que assiste o clube. Por fim, algo mais de concreto se sabe. Isto porque a prorrogação da decisão de Vieira abriu espaço a um ambiente ainda mais obscuro no que respeita à vida política do clube.

Na ausência do Presidente eleito, assumiu as rédeas o vice-presidente Rui Costa. Contudo, pouco mais se sabia. “Assume de forma interina? Se sim, até quando? Haverá eleições? E se Vieira voltar?”. Nos últimos dias, fomos obtendo respostas a estas perguntas. Hoje, pudemos enfim responder à última das suprarreferidas: Vieira já não volta!

E eu sei que há quem, em sentido contrário, não estará a exultar neste momento com a queda de Vieira. Eu sei que há quem, ainda que poucos (quero crer!), considera ainda que Luís Filipe Vieira era o sol que alumiava o destino do clube. Eu sei que há quem tenha medo que agora se instale a escuridão. Para essas pessoas, uma mensagem.

Luís Filipe Vieira é um nome cada vez mais fraturante no SL Benfica
Aos quinze dias do mês de julho do ano de dois mil e vinte um, Luís Filipe Vieira apresentou a sua demissão
Fonte: SL Benfica

Vieira não era esse sol. Ninguém o será. O SL Benfica não precisa de um sol quando tem um céu cheio de estrelas ao seu alcance. Vieira, era sim, um Rei-Sol. Mas o Rei-Sol já se pôs. Caminhemos, pois, sem medo da escuridão, em direção às estrelas que a pontificam, em direção às estrelas que nos foram prometidas! Às estrelas que nos foram fadadas pelos deuses do futebol naquele domingo, 28 de fevereiro de 1904!

É nosso fado alcançar as estrelas. É nosso fado ser a Luz na escuridão. Cumpramo-lo, pois “Senhor, falta cumprir-se o Benfica”!

Quem se destacou nas seleções? | FC Porto

Ninguém se lembra de um verão com tanto futebol como este. Até à data fomos presenteados com três torneios: Europeu sub-21, Copa América e o Europeu 2020 (ainda vão acontecer os jogos Olímpicos Tokyo).

Findadas as competições supracitadas no parágrafo anterior, é momento de colocar as competições em perspetiva e perceber quais foram os jogadores do FC Porto que mais se destacaram e aproveitaram para mostrar ao treinador que estão no clube para lutar por um lugar no 11 principal em todos os jogos.

Sendo assim, irei apresentar um top dos jogadores que mais se destacaram ao serviço das respetivas seleções.