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SL Benfica 4-0 KKS Lech Poznan: Águia voa alto rumo à próxima fase da Liga Europa

A CRÓNICA: “CHAPA 4” AOS POLACOS MAIS UMA VEZ

Se, na primeira jornada, o SL Benfica despachou sem grande dificuldade o Lech Poznan no seu reduto, a partida desta quinta teve um remake glorioso para os comandados de Jorge Jesus: na Luz, as águias receberam e venceram confortavelmente a turma polaca por quatro golos sem resposta, o que permitiu desde já garantir a qualificação para a fase a eliminar da Liga Europa.

A entrada encarnada na partida foi decidida e com a clara intenção de marcar o quanto antes para estabilizar algum nervosismo, que parece ter tomado conta dos jogadores do Benfica nos últimos encontros devido às exibições menos bem conseguidas.

Apesar dessa boa vontade, os homens mais avançados não estavam a conseguir furar a muralha polaca que tinha prometido lutar pelo triunfo na Luz. Foi sem surpresa que o primeiro lance de perigo apenas surgiu aos 21 minutos: numa jogada bem trabalhada pelo ataque encarnado, Grimaldo cruzou para Darwin assistir Pizzi que dispara de pronto para uma boa defesa de Bednarek. Na recarga, o avançado uruguaio em excelente posição rematou por cima.

A procura pelo golo inaugural estava difícil de ser bem sucedida e foi preciso pedir ajuda aos homens lá de trás: minuto 36, canto cobrado do lado direito por Pizzi e Vertonghen subiu ao segundo andar para fazer o 1-0, naquele que foi o seu primeiro golo ao serviço do Benfica.

Ora, o golo sofrido já era uma má notícia, o treinador Dariusz Zuraw teve mais um duro revés com a lesão grave do avançado Kacharava, tendo sido chamado Ishak para ocupar o seu lugar. Esse foi o último apontamento de uma primeira parte sem grandes motivos de interesse, mas com o Benfica a ir para o descanso na frente de marcador e isso é o que mais importava.

Tal como no primeiro tempo, as águias entraram com vontade de dilatar a sua vantagem e Pizzi logo aos 49’ podia ter feito o 2-0, contudo o seu remate saiu desviado da baliza adversária. A primeira ocasião para os visitantes surgiu pelos pés de Awwad aos 55’ que atirou à figura de Vlachodimos.

Era importante o Benfica chegar o mais rápido possível ao segundo golo, e eis que dois minutos depois, aparece Núñez para marcar: numa boa combinação com Pizzi na entrada da área, o uruguaio voltou a marcar ao Lech Poznan, tal como havia acontecido na partida na Polónia. Nem deu tempo para acabar de escrever o lance do 2-0, e Pizzi já me estava a obrigar a retificar o marcador com o terceiro golo aos 58 minutos num remate colocado de pé esquerdo.

Com uma vantagem confortável no marcador e a qualificação já garantida, Jorge Jesus fez as cinco substituições e o grande destaque foi para a entrada de Weigl que também recuperou da Covid-19. As várias mudanças trouxeram menos interesse ao que faltava jogar desta partida, embora Seferovic tenha ficado perto de entrar na lista de marcadores ao minuto 84, mas sem o sucesso pretendido pelo suíço.

Quem marcou foi o regressado Weigl no penúltimo minuto do encontro com um remate forte à entrada da área e sem grande hipótese de defesa para o guardião Bednarek.

Poucos minutos depois, o árbitro dava por terminado a partida na Luz. Vitória sem contestação do Benfica, que permite às águias juntarem-se ao SC Braga na próxima fase da Liga Europa.

 

A FIGURA

Darwin SL Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Darwin Núñez – O avançado uruguaio é mesmo o reforço mais importante neste Benfica versão 20/21. Após recuperar da Covid-19, o número 9 foi titular e trouxe outra vida ao ataque encarnado: bastante móvel e sempre à procura de ter a bola nos seus pés, acabou por marcar outra vez ao Lech Poznan e vai ser certamente uma peça importante para o ciclo infernal de sete jogos neste mês de Dezembro.

O FORA DE JOGO

Fonte: Lech Poznan

Mohamad Awwad – O ponta de lança israelita poderia ter aproveitado alguma intranquilidade evidenciada por Otamendi no jogo dos Barreiros, mas o defesa argentino esteve à altura do desafio e conseguiu secar por completo Awwad. Sem conseguir criar espaços na frente de ataque dos polacos, o seu único lance de perigo foi num remate de longe aos 55’ que foi de fácil defesa para Vlachodimos. Acabou por ser rendido após o 3-0 e certamente quererá esquecer rapidamente esta má exibição.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica apresentou-se esta noite no seu habitual 4-4-2. O regresso do avançado Darwin Nuñez foi a grande novidade apresentada para mais uma jornada da Liga Europa, que, em caso de triunfo ou empate, garantia a passagem encarnada à próxima fase da competição europeia. Os comandados de Jorge Jesus entrou com vontade de resolver o jogo o mais cedo possível, mas foi apenas aos 36 minutos que inaugurou o marcador.

O segundo tempo trouxe um Benfica ainda mais determinado em marcar e isso aconteceu em dose dupla no espaço de um minuto, com Núñez e Pizzi a faturarem e garantir a passagem do Benfica à fase seguinte da prova. A partir daí, os encarnados limitaram-se a gerir o rumo dos acontecimentos e ainda conseguiram chegar ao quarto tento, através de Julian Weigl.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas Vlachodimos (6)

Gilberto (5)

Jan Vertonghen (6)

Nicolás Otamendi (6)

Álex Grimaldo (6)

Gabriel (6)

Pizzi (7)

Rafa (6)

Everton (5)

Chiquinho (6)

Darwin Núñez (8)

SUBS UTILIZADOS

Julian Weigl (6)

 Haris Seferovic (5)

Luca Waldschmidt (5)

Pedrinho (5)

Cervi (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – KKS LECH POZNAN

O conjunto polaco apresentou-se na Luz num 4-4-2, e pretendia vencer para ainda sonhar com a passagem à próxima fase da Liga Europa. Ciente da difícil tarefa, o treinador Dariusz Zuraw prometeu na antevisão à partida um Lech a jogar de forma ofensiva e com vontade de marcar a Vlachodimos.

Tendo entregado por completo o domínio de jogo ao Benfica, o conjunto polaco passou a maior parte da partida no seu meio-campo defensivo, e aí o esquema tático transfigurava-se para um 5-4-1 que se mostrava bastante compacto na hora de proteger a sua baliza.

O Lech tentou aproveitar algumas distrações do miolo encarnado para lançar contra-ataques venenosos que pudessem ferir as águias, mas a estratégia adotada durou até ao minuto 36, altura em que Vertonghen fez o golo inaugural. A partir desse momento, aliada à lesão grave de Kacharava, a formação visitante não conseguiu criar grande perigo e saiu de Lisboa com uma goleada.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Filip Bednarek (4)

Bogdan Butko (5)

Lubomír Satka (4)

Tomasz Dejewski (4)

Tymoteusz Puchacz (4)

Michal Skoras (4)

Karlo Muhar (4)

Filip Marchwinski (4)

Jan Sýkora (5)

Muhamad Awwad (3)

Nika Kacharava (-)

SUBS UTILIZADOS

Mikael Ishak (4)

Vasyl Kravets (4)

Alan Czerwinski (4)

Dani Ramírez (5)

Jakub Moder (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica

BnR: Julian Weigl regressou em grande à competição com um golo. Que importância poderá ter este golo na recuperação da confiança do médio alemão e que peso pode ter no ciclo de sete jogos que o Benfica irá ter até ao final do ano?

Jorge Jesus: Nos últimos três dias, começámos a trabalhar com o grupo todo. Os que estavam com Covid-19 e os que tinham problemas musculares. O ambiente ficou mais feliz, começaram todos a trabalhar juntos. Estes jogos, este deu para cinco substituições, são jogos que dão mais competitividade a quem não tem jogado tanto e põe toda a gente a competir com mais intensidade. Amanhã, nos próximos jogos, podemos modificar e não sentir que os jogadores não têm andamento necessário para esses jogos. O Julian não dava para muito mais tempo do que o que jogou. Ele teve Covid-19, como sabem, e alguns jogadores sentem mais dificuldades do que outros que não sentem quase nada, como foi o caso do Darwin. O Julian treinou quatro dias e já deu para jogar. A grande qualidade do Julian é ofensiva. É um jogador com uma qualidade de passe extraordinária, mas a posição em que ele joga, exige uma grade capacidade física. Hoje, como jogou mais para a frente, não se notou tanto. É um jogador daqueles que faz parte do plantel, está a lutar pela posição, a concorrência numa grande equipa é assim.

Outras declarações

«O objetivo foi obtido: a vitória garantia a passagem. Foi uma vitória tranquila, poderíamos ter feito mais golos e tivemos 93 minutos de alta qualidade. Quando as minhas equipas fazem este tipo de exibição, é sinal de que os jogadores vão tendo confiança para mostrar o seu potencial. Além disso, foi importante não sofrer golos».

«A Liga Europa não é tão fácil como em anos anteriores. As equipas que vierem da Liga dos Campeões vão trazer maiores dificuldades à competição. Temos a noção do nosso valor e queremos ir mais além».

«Deverei rodar a equipa na Bélgica por causa das outras competições, embora o facto de ficar em primeiro possa ter peso no futuro do Benfica na prova».

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

O melhor 11 da Segunda Liga

A Segunda Liga sempre foi sinónimo de qualidade e, acima de tudo, competitividade. E a edição 2020/21 não tem sido exceção. As 18 formações têm apostado em jogadores jovens talentosos, mas também em atletas que já contam com uma vasta experiência, o que é imprescindível para o crescimento individual e coletivo das equipas.

Com base naquilo que tem sido a prestação dos intervenientes nas primeiras jornadas do segundo escalão do futebol português, apresentamos um onze (disposto em 4-2-3-1) de jogadores que mais se têm destacado na competição.

Luis Díaz | A época de confirmação do talentoso colombiano

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Na época passada, após falhar a contratação de Bruma, o FC Porto virou “agulhas” para a Colômbia, país onde estava a desapontar um craque no CPD Junior Barranquilla, de seu nome Luis Díaz. Porém, apesar de vir de um campeonato menos competitivo e periférico, a sua aquisição não se adivinhou fácil, uma vez que os russos do FC Zenit também estavam dispostos a garantir os serviços do jovem extremo, pelo que os azuis e brancos tiveram de despender uma quantia próxima dos oito milhões de euros, assim como contar com a vontade do jogador em vestir a camisola dos campeões nacionais.

A primeira época, em Portugal, pode-se considerar positiva, visto que o jogador apontou 14 golos em todas as competições, o que não é fácil, dado que se aponta sempre para um período de adaptação. Porém, também ficou marcada pela sua irregularidade e algumas lesões, sendo que parece que o internacional “cafetero” deixou um pequeno aperitivo do que pode vir a tornar-se.

Nesta temporada, Luis Díaz tem vindo a impressionar com um arranque auspicioso tanto na Liga Portuguesa, como na Champions League. Desta forma, já leva quatro golos em 11 partidas, para as mais diversas provas em que disputou, contudo tem sido nos pés dele que o ataque do FC Porto tem ganho alguma magia.

Por um lado, o futebolista parece um dos poucos jogadores do onze portista com capacidade de trazer a equipa para a frente, através do seu forte drible e velocidade, que deixa qualquer defesa em sérias dificuldades, devido às suas arrancadas repentinas.

Exemplo disso é o seu golo em pleno Etihad Stadium, casa do Manchester City, onde não teve dificuldade em arrastar meia equipa de Guardiola atrás de si e acabar apenas na baliza. Além disso, tem aquelas caraterísticas que todos os adeptos gostam de ver, isto é, irreverência e imprevisibilidade, ao que todos associamos ao “futebol de rua” e que cada vez mais tem desaparecido do futebol atual.

Por outro lado, a tal irreverência que o carateriza, também pode ter o seu lado negativo, caso seja levada a um extremo e aqui está um ponto que o jogador terá de evoluir. Isto significa, que, por vezes, Luis Díaz agarra-se demasiado à bola, o que lhe faz perder o timing exato de soltar o esférico e desmarcar um colega seu, que em certos momentos pode significar uma oportunidade de golo perdida.

Depois, em tarefas defensivas, no auxílio ao lateral do seu lado, o futebolista tem tendência para sair sempre a jogar, tentando driblar opositores em “terrenos proibidos”, o que não deve deixar nada satisfeito Sérgio Conceição, porque como já dizia o “mestre das subidas”, o grande Vitor Oliveira, “a linha que separa a vitória da derrota é muito ténue” e essa diferença pode ser, sem dúvidas nenhumas, uma finta falhada perto da sua área.

Por fim, Luis Díaz é um dos ativos mais entusiasmantes que o FC Porto tem nos seus quadros e daqueles jogadores que fazem um adepto de futebol ir ao estádio, pelo seu brilhantismo, pela sua técnica, mas acima de tudo, pela sua audácia.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Rúben Amorim | O treinador “low profile” do Sporting CP

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Após a derrota do Sporting CP frente ao LASK Linz, critiquei veemente o discurso de Rúben Amorim. Com efeito, o técnico leonino havia afirmado que os adeptos do Sporting CP tinham desistido do seu clube e que o clube de Alvalade não tinha as mesmas armas dos rivais.

Todavia, a campanha dos Leões no campeonato tem mostrado precisamente o contrário e talvez esse facto tenha contribuído igualmente para melhorar o discurso de Rúben Amorim nas conferências de imprensa.

Neste momento, o Sporting CP é a equipa que melhor futebol pratica no campeonato português, o que é bem ilustrado pela posição que ocupa na tabela classificativa. Recordo que no início da época os nossos rivais afirmavam gratuitamente que esta equipa do Sporting CP estava “acabada”.

Chegados ao fim da oitava jornada, há que reconhecer que o jovem técnico está a realizar um excelente desempenho no comando dos leões, apesar dos muitos aspectos técnicos e tácticos a corrigir no plantel. Mas, a par da sua boa performance enquanto treinador, Rúben Amorim revelou-se um comunicador exímio, assertivo e competente.

As suas palavras sabem retirar pressão a um jovem plantel que se encontra no topo do campeonato e em simultâneo motivá-lo para fazer melhor.

Em contraposição a um ex-treinador do Sporting CP que voltou para a casa do rival, Rúben Amorim não é egocêntrico e não aproveita o facto de estar diante de microfones e objetivas para vangloriar-se. Pelo contrário, fala pouco de si e prefere realçar a qualidade, a ambição e a união do grupo de trabalho que lidera.

Rúben Amorim é o rosto de uma equipa confiante, focada nos objetivos e descontraída
Fonte: Bola na Rede

Nem os adeptos, nem jogadores precisam de grandes egos que preferem falar de si e exacerbar feitos que nos grandes palcos europeus pouco significado têm. É que durante três épocas (2016-2018), no universo sportinguista, foi obrigado a “gramar” um discurso gongórico e de bazófia, que fazia chorar a língua de Camões. Pior do que isso, era um discurso que apenas motivava os adversários do Sporting CP.

Aproveito para abrir aqui um parêntesis para sublinhar que não acredito na tese de que o título de campeão de 2015/2016 foi perdido devido à comunicação do então treinador, pois cada vez está mais claro como água como é que esse campeonato foi ganho por quem ganhou. No entanto, nunca deixei de reparar no facto de qualquer equipa portuguesa que defrontasse o Sporting CP de então, tinha uma satisfação acrescida caso conseguisse tirar pontos ou eliminar a equipa de Jorge Jesus, o auto-intitulado “cérebro”.

Hoje o Sporting CP tem um treinador que, para além de competente, mantém uma postura low-profile: não chama a atenção para si nem ostenta as suas qualidades. Muito dificilmente uma pessoa com esta característica dará “tiros nos pés”. Tanto assim é que os adversários do Sporting CP se deparam com a necessidade de vir atacar todos os dias o nosso clube com supostos jogos comprados numa época em que o Sporting CP nem foi campeão ou com benefícios do VAR no jogo frente ao Moreirense FC (aqui a falta de descaramento é notável).

Se o Sporting CP continuar em primeiro, o que mais virá a seguir? Felizmente, o nosso treinador consegue manter a sua equipa bem alheada a “vozes” exteriores, mantendo-se focada na competição. Na verdade, os cães ladram e a caravana passa… em primeiro lugar.

Cabe a nós, sportinguistas, independentemente das divisões existentes em torno da atual Direção, acreditar e apoiar este grupo de trabalho.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Campeonato Europeu de Ralis | Lukyanuk bicampeão europeu

O Campeonato da Europa de Ralis chegou ao fim e Alexey Lukyanuk tornou-se novamente campeão. Depois do título em 2018, o “foguete russo” tornou-se bicampeão europeu, sucedendo ao britânico Chris Ingram.

O Campeonato da Europa chegou ao fim com o Rali das Canárias. Numa temporada difícil e sem certezas de nada, o Eurosport Events conseguiu montar um campeonato interessante. Em Portugal, não tivemos o Rali dos Açores, mas não foi por isso que o Europeu deixou de vir a Portugal. O evento português foi o Rali Fafe Montelongo, vencido por Lukyanuk.

A ronda espanhola das Canárias, devido à pandemia da COVID-19, foi corrida no outono e isto foi algo que teve imensa influência. Lukyanuk e Solberg chegavam com 27 pontos de diferença. O sol deu lugar à chuva e a indecisão na escolha de pneus foi um dos “adoçantes” do Rali das Canárias.

Lukyanuk começou com os “jogos”, tendo sido apenas 27.º na qualificação, assim saindo muito atrasado em relação ao seu adversário pelo título europeu. E nem assim conseguiu ter grande vantagem, porque a chuva/sol foi sempre um grande fator.

No final do primeiro dia, Lukyanuk era oitavo classificado, com Solberg na sétima posição. Na liderança, os homens da casa, com o Hyundai i20 R5 de Ivan Ares e David Liste Vásquez. Pepe Lopez, vencedor em 2019, não conseguiu sequer terminar o primeiro dia, com as condições da estrada a estragarem o rali ao espanhol, que bateu forte e danificou a traseira do Citroen C3 R5 da equipa portuguesa Sports & You.

Pedro Almeida e Hugo Magalhães fizeram apenas um dia de Rali, com os comissários a não deixarem começar o segundo, devido a Peugeot 208 Rally4 não reunir as condições de segurança
Fonte: FIA ERC

No segundo dia, as incertezas da chuva, levaram a mudanças na liderança do rali. Depois de recuperar a liderança, Nil Solans teve dois furos na SS11 e com apenas um pneu de substituição, a hipótese de vencer nas Canárias esfumou-se, deixando assim o especialista em asfalto, e o piloto da M-Sport no Campeonato do Mundo de Ralis (FIA WRC), Adrien Fourmaux, na liderança. O francês aguentou-se até ao final e venceu pela primeira vez no Europeu de Ralis. Outro especialista em asfalto, Yann Bonato, levou o Citroen C3 R5 à segunda posição, com o pódio a ficar completo por Ivan Ares. Após a vitória, Fourmax afirmou que «estou contente porque foi um fim de semana duro para todos os pilotos. Acho que todos cometeram erros em algum ponto do rali. Nós fizemos no sábado, mas foi no fim de uma especial. É um grande resultado para a M-Sport e apenas posso agradecer à equipa, que foi perfeita».

José Paula e Valter Cardoso, apesar de começarem o segundo dia, abandonaram com problemas técnicos (na bomba de combustível) na SS11
Fonte: Pico Rallye Team

E os erros de que Fourmax falou bateram à porta de todos, mas no final, e mesmo sem uma exibição de encher o olho, Lukyanuk terminou na sétima posição e conquistou o título. Para o piloto russo, que no penúltimo rali nem sabia se iria conseguir participar nas Canárias «foi um título muito precioso. Claro que gostava de ter lutado nas especiais, mas sabíamos que não era preciso terminar na frente do Oliver, bastava ficar um pouco atrás. O WRC é algo que tenho em mente para o futuro, mas os recursos não são o nosso forte. As condições mundiais não são as melhores e não conseguimos prever nada. Não sei o que vem a seguir, mas vamos continuar a trabalhar».

Para Solberg, o título de Campeão Europeu absoluto não foi possível, mas o título no ERC1 Junior foi conquistado nas Canárias. O piloto, filho de Peter Solberg, disse no final: «Foi uma época incrível. O plano era obter experiência em asfalto, correndo tudo bem em Roma. Na Letónia ficámos a pensar em vencer o ERC1 Junior e o título absoluto. Em Portugal tivemos alguns problemas com turbo e também o acidente não ajudou. Mas, no geral, foi um ano fantástico e ganhei muita experiência».

Craig Breen e Paul Nagle regressaram ao Europeu com um Hyundai i20 R5 com o Team MRF Tyres. O objetivo da dupla irlandesa nunca foi lutar pelo título, mas dar à marca de pneus indiana rodagem e muitos dados, para uma possível introdução nos ralis da europa, terminando fora dos dez primeiros nas Canárias.. Andreas Mikkelson e Anders Jaeger foram outra dupla “refugiada” do mundial que regressou ao Europeu. Em 2020, os noruegueses são pilotos de teste da Pirelli e o regresso com o Skoda Fabia Rally2 Evo ao europeu deu frutos, com uma vitória no Rali da Hungria.

Finalizado mais um ano de Europeu de Ralis, já estamos “em pulgas” para 2021, com Portugal a receber duas provas: o Rali dos Açores e o Rali Serras de Fafe e Felgueiras.

Foto De Capa: FIA ERC

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

«Estava a treinar com um vazio enorme. Sentia que o Vitória não ia ficar na Primeira Liga» – Entrevista BnR com João Meira

João Meira. Um líder dentro de campo, aqui ou na América. Começou o rumo ao estrelato na casa onde agora se encontra, junto de uma geração de ouro. Seguiu-se a primeira passagem no Setúbal, onde se deu a mudança de médio para central. Mafra, Atlético, quase que podia ser em Antuérpia, mas foi em Belém que chorou e riu na sua melhor época. Lado a lado com Schweinsteiger, travou intensos duelos com estrelas do futebol mundial no Chicago Fire, Giovinco que o diga. No frio da Noruega, viu o calor que Haaland trazia ao campo e sugeriu que se tentasse trazer o Golden Boy para Portugal. Roménia e a salvação em Setúbal, onde esteve até ao abismo. De regresso a casa, enfrentou o avançado mais imprevisível, o vírus da Covid-19, e lidera uma equipa sem um “ponta de lança” especial. Quem quiser chutar esta Bola para a Rede que se cuide, João Meira está lá para cortar.

-A pandemia sem Piedade-

«Não tínhamos jogadores, nem para treinar»

Bola na Rede: A tua carreira já vai longa, mas gostaria de começar pelo presente. Estás no Cova da Piedade, parabéns pelo contrato e, então, gostava de saber como tem sido esta época atípica para ti.

João Meira: É mesmo como estás a dizer, é atípica, mas estou num clube que já conheço, sei com o que posso contar. Colegas novos que não conhecia, mas estou bem integrado no grupo e tive o privilégio de pertencer aos capitães de equipa. É uma daquelas boas-vindas que sonhamos, chegar e ser capitão de equipa. Felizmente, quando cheguei, tivemos duas vitórias, depois deu-se a situação da Covid, que é pública, e tivemos doze dias parados, tendo voltado agora a treinar quatro dias para um jogo complicadíssimo com o Estoril. Eles estavam muito acima de nós, quer a nível físico, quer a nível qualitativo, e perdemos bem. É uma situação muito estranha, não será quem tiver as melhores equipas que irá vencer, mas quem for mais regular na proteção dos jogadores…

Bola na Rede: Quem tiver a sorte de manter os jogadores todos.

João Meira: Exatamente, quem não tiver o azar de parar dez ou doze dias, porque isso é como se fosse uma pré-época nova. Quem tiver a sorte de conseguir manter o grupo ou aquela espinha dorsal sempre a jogar, acho que essas equipas estão muito mais perto do êxito.

Bola na Rede: Falaste da situação da Covid aí no Cova da Piedade. Tiveram 15 atletas infetados e o vosso treinador está infetado. Foste um dos atletas infetados?

João Meira: Fomos 17 infetados. Eram 15 mais dois inconclusivos, que era eu e outro colega, mas acabamos por testar positivo.

Bola na Rede: Portanto ficaram praticamente todos positivos.

João Meira: Sim, o grupo creio que são 25 atletas, com três lesionados, dois musculares e o Edinho com a perna partida, não tínhamos jogadores, nem para treinar.

Bola na Rede: E a nível físico, sentiste alguma dificuldade que prejudica a tua performance agora?

João Meira: Sim, prejudica muito. Já tive lesões, já estive doente e já voltei, por exemplo, o ano passado, quando no Vitória houve um surto, um vírus que nós apanhamos, mas em três/quatro dias, os que não tinham jogado no jogo com o Sporting já estavam a treinar. Custou um bocado, mas tive uma semana complicada, com febre e dores no corpo, e no jogo com o Estoril estava muito preso, o corpo pedia para ir, mas a cabeça mandava parar, tive dores nas costas, nas pernas, tudo muito estranho, não consigo explicar.

Bola na Rede: Como é que têm vivido esta situação do vosso treinador, como têm acompanhado a situação clínica dele?

João Meira: Ele é o nosso grande pilar. Quem conhece o Toni Pereira sabe que as coisas andam como ele quer e nós estávamos bastante adaptados ao que ele pede, aos ideais dele. Não tendo a imagem do nosso treinador, porque apesar de respeitarmos todos nunca é igual, tentamos fazer tudo da mesma forma para quando ele chegar. Temos estado a receber informações dele e esperamos tê-lo connosco o mais rápido possível, porque vai ser uma ajuda muito grande, é o nosso ponta de lança, a nossa arma secreta.

Bola na Rede: Achas que este problema do Toni Pereira criou mais união ou instabilidade na equipa?

João Meira: Creio que mais união, porque estamos a tentar fazer tudo igual como se o mister estivesse lá, para que, quando ele chegar, não existirem diferenças, esteja tudo minimamente como ele pediu. Instabilidade há se estivermos cinco/seis jogos a perder, mas vamos fazer de tudo para manter os resultados positivos.

Bola na Rede: Curiosamente têm estado mais fortes fora de casa do que em casa. Como explicas isto?

João Meira: Eu, felizmente, quando cheguei, foi quando começamos a ganhar fora ao Académico de Viseu e em casa ao Leixões. Esta situação com o Estoril foi um jogo de borla, como foi o primeiro jogo com o Mafra, em que perderam quatro a zero, porque tinham praticamente uma semana e meia de trabalho enquanto o Mafra tinha quase dois meses. Empataram depois com a Académica, que é um candidato à subida e perderam com o Arouca com dois erros que não se podem cometer. Perderam ainda em Chaves, que é mais um candidato. Os jogos foram todos contra adversários difíceis, ainda não há uma explicação plausível.

Bola na Rede: O que te trouxe novamente a casa e quais são os teus objetivos para a temporada?

João Meira: Eu volto ao Cova da Piedade porque é o meu clube de base, o meu clube do bairro, eu vivia aqui muito perto quando era pequenino, o meu irmão também jogava no Cova da Piedade, as pessoas gostavam muito de mim quando fui para o Vitória, e sempre fui muito acarinhado quando vinha ver os jogos do meu irmão dos seniores. Sempre pensei: “um dia vou voltar ao Piedade e isto vai estar bem”.

Bola na Rede: E agora foi mesmo o regresso.

João Meira: Com esta instabilidade do Vitória, tive três dias para decidir a minha vida, tudo o que eu tinha de propostas até à data era do estrangeiro, propostas boas até, mas eu tentei sempre ver se o Vitória ia ficar na Primeira Liga, porque era lá que me sentia bem. Não ficou e, estando na Segunda Liga no Norte ou aqui, preferi ficar perto da minha família e do mister Toni, com quem já tinha trabalhado no Atlético, e preferi voltar ao sítio onde me sinto bem e onde as pessoas gostam de mim. Quanto aos objetivos, é pensar jogo a jogo, mas focamo-nos na manutenção.

Bola na Rede: Vi numa outra entrevista que deste que o Cova da Piedade não era a tua primeira opção. Em condições ideais, qual seria a tua primeira opção?

João Meira: Era o estrangeiro. Gostava muito de experimentar a Ásia, acho que é o que me falta. Já fui à América, agora ou era Ásia ou Austrália, por aí. Na Europa, dificilmente irei para Inglaterra ou Espanha, com a idade que tenho e no nível em que estou a jogar, então prefiro esses mercados secundários com culturas e mentalidades diferentes, para experimentar.

Bola na Rede: Se tivesses que escolher entre competir no Brasil ou na Arábia, sendo que há muitos treinadores em ambos os campeonatos, qual escolherias?

João Meira: Dependeria do projeto, das pessoas que estariam à frente dos clubes. O Brasil é mais propício à troca de jogadores e treinadores, a Arábia acaba também por ser, mas já há maior estabilidade de vida, por haver a regra dos sete jogadores estrangeiros em vez de três. Quando eram três, se não estivesses a render, em três/quatro meses mandavam-te embora e iam buscar outro. No Brasil ainda é muito assim, vemos pela dança de treinadores que acontece, se não vencem três/quatro jogos, vão embora e entra outro, chega a haver seis treinadores…

Bola na Rede: Em Portugal também acontece, infelizmente. Só se mantiveram sete treinadores no ano passado.

João Meira: Mas creio que hoje em dia está um pouco melhor. Eu, por acaso, juntamente com alguns colegas do Vitória, começamos a fazer um exercício de adivinhar quem ficaria ou não no comando técnico dos seus clubes.

Manchester United FC 1-3 Paris Saint-Germain FC: Vitória parisiense deixa contas do apuramento “ao rubro”

A CRÓNICA – FRANCESES SORRIEM PERANTE ESFORÇO INGLÓRIO DOS INGLESES

O mítico estádio de Old Trafford, “Teatro dos Sonhos”, foi palco do confronto cabeça-de-cartaz de mais uma quarta-feira europeia. O Manchester United FC recebeu o Paris Saint-Germain FC com a certeza de que um empate ou uma vitória no encontro lhe daria a passagem à próxima fase. Já os parisienses, precisavam de vencer por, pelo menos, dois golos de diferença para poderem ganhar vantagem sobre os “Red Devils” no confronto direto.

O jogo começou bastante mexido, tal como se previa, e foi a equipa de Thomas Tuchel que tirou proveito disso. Logo aos seis minutos, Neymar apareceu sozinho perante David De Gea, depois de um primeiro remate de Mbappé ter sido desviado, e finalizou para abrir as contas do marcador.

Ao minuto 23, Fred poderia ter deixado o United em piores lençóis ainda, mas o encosto de cabeças com Paredes foi apenas penalizado com um cartão amarelo. Contudo, a partir deste momento e até ao intervalo, foi a equipa da casa que assumiu as rédeas da partida e colocou grande pressão no Paris Saint-Germain, tendo mesmo chegado ao empate. Depois de um remate inicial de Martial, foi a segunda tentativa, por intermédio de Rashford, que acabou por ser desviada pelo desafortunado Danilo, traindo Keylor Navas fazendo autogolo. Estava resposta a igualdade.

A abrir a segunda parte, Martial protagonizou a perdida da noite e Cavani, na sequência de um magnífico contra-ataque dos homens de Manchester, tentou o “chapéu” e enviou a bola à barra. O United estava mais perto de assumir a vantagem, mas o PSG pôs os ingleses em sentido com um cabeceamento de Marquinhos, que tocou ao de leve na trave.

Depois do aviso, Marquinhos chegou mesmo ao golo. Na sequência de um canto de Neymar, a bola andou de um lado para o outro dentro da área dos “Red Devils” e acabou por chegar ao capitão dos parisienses, que desviou subtilmente de De Gea e pôs a sua equipa de novo em vantagem. Para além da desvantagem, o minuto 70 viu o Manchester United reduzido a dez homens, face à expulsão de Fred. Desta feita, o brasileiro não escapou ao cartão vermelho.

Nos 20 minutos finais, dada a superioridade numérica, o ascendente no jogo pendeu, naturalmente, para o lado dos comandados de Thomas Tuchel. Assim, o “ponto final” foi colocado por Neymar já em período de descontos, fazendo o 1-3 após uma assistência do compatriota Rafinha.

Com este resultado, os parisienses mantêm vivas as esperanças de se qualificarem em primeiro lugar para os oitavos de final. Na última jornada, o Manchester United FC vai deslocar-se ao terreno do RB Leipzig, enquanto o Paris Saint-Germain FC irá receber o Istanbul Basaksehir FK, fechando assim as contas do grupo H da Liga dos Campeões.

 

A FIGURA


Neymar Jr. – O craque brasileiro não fez uma exibição ao nível do que já vimos, mas ainda assim marcou dois golos e esteve na jogada de outro, o que mostra bem a importância do avançado na equipa do Paris Saint-Germain. Com a participação em momentos decisivos, ajudou os parisienses a manterem vivas as hipóteses de se qualificarem no primeiro lugar do grupo.

 

O FORA DE JOGO


Kylian Mbappé – O jovem “astro” francês não brilhou no “Teatro dos Sonhos” como estamos habituados que faça. Muito apagado e fora do jogo, não foi capaz de impor o seu brilho no jogo, que através da sua técnica ou velocidade. Falhou ainda uma oportunidade clamorosa de golo, o que representa bem a exibição do avançado esta noite.

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

A equipa de Ole Gunnar Solskjaer apareceu disposta no habitual 4-2-3-1, mas teve pela primeira vez Cavani como principal “arma” titular apontada à baliza adversária. Acompanhado por Martial e Rashford, e com Bruno Fernandes nas suas costas, o quarteto ofensivo que muitos consideram como o mais forte que os “Red Devils” podem apresentar teve uma noite positiva. Mais para trás, a linha defensiva teve o suporte dos médios McTominay e Fred, mas passaram por muitas dificuldades quando tentaram conter o velocíssimo ataque parisiense.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

David De Gea (6)

Aaron Wan-Bissaka (6)

Victor Lindelof (6)

Harry Maguire (6)

Alex Telles (5)

Scott McTominay (6)

Fred (5)

Bruno Fernandes (6)

Marcus Rashford (6)

Anthony Martial (5)

Edinson Cavani (6)

SUBS UTILIZADOS

Paul Pogba (5)

Donny Van de Beek (5)

Mason Greenwood (5)

Odion Ighalo (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN FC

Se o grafismo da UEFA colocava os parisienses dispostos em 4-3-3, a verdade é que, sobretudo no momento de construção ofensiva, a equipa aparecia disposta em 3-4-3. O português Danilo Pereira juntava-se a Marquinhos e a Kimpembe no centro da defesa e projetavam-se Florenzi e Diallo nas laterais. No centro, os homens da “casa de máquinas” foram Verratti e Leandro Paredes, deixando o tridente ofensivo entregue aos habituais Mbappé e Neymar, com a companhia de Moise Kean.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Keylor Navas (6)

Alessandro Florenzi (6)

Marquinhos (6)

Presnel Kimpembe (6)

Abdou Diallo (6)

Danilo Pereira (6)

Marco Verratti (6)

Leandro Paredes (6)

Neymar Jr. (7)

Kylian Mbappé (5)

Moise Kean (5)

SUBS UTILIZADOS

Ander Herrera (5)

Mitchel Bakker (5)

Rafinha (6)

Thilo Kehrer (5)

Idrissa Gueye (-)

Os 5 melhores jogadores da década de 80

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Na década de 80 proliferaram alguns jogadores craques no mundo do futebol, alguns deles ainda hoje lembrados pela sua genialidade.  Diego Maradona, falecido recentemente, é provavelmente o nome mais sonante, mas muitos outros também conheceram o seu auge neste período.

O Bola na Rede reuniu os cinco melhores jogadores de futebol da década de 80:

SL Benfica x Lech Poznan | 5 dados da possível qualificação encarnada

O SL Benfica defronta esta quinta feira o Lech Poznan num jogo decisivo que pode ditar a passagem dos encarnados aos 16 avos de final da Liga Europa.

OS ENCARNADOS SÃO FAVORITOS E HÁ ODDS MUITO INTERESSANTES SOBRE ESTE JOGO NA BET.PT! APOSTAS?

O confronto com a equipa polaca não será fácil. Apesar do favoritismo dos encarnados, a equipa de Poznan pode, como vimos na primeira volta, causar algumas dificuldades ao SL Benfica. Ficam então cinco dados a ter em conta para esta partida.

A Revista BnR já está disponível

O tão aguardado momento chegou! No calendário marcava dia 1 de dezembro de 2020 e, claro está, estava na altura do lançamento da Revista BnR. Depois de já termos anunciado durante o nosso aniversário que haveria surpresas interessantes para o último mês do ano e também de termos revelado alguns protagonistas que compõe a revista, já podes ler tudo.

A Revista BnR conta com a última entrevista de Vítor Oliveira – antigo treinador que faleceu recentemente e em jeito de homenagem alterámos aquilo que era a capa inicialmente planeada -, com artigos de opinião de Bruno de Carvalho, Pedro Bragança, João Marecos, João Pedro Oca e Francisco Pinho Sousa. Além de tudo disto, contém ainda uma rubrica ligada aos eSports com Zé “Runrun” Soares.

Para teres acesso a todos os conteúdos exclusivos e ter a nossa revista na tua posse é simples, pois através de uma subscrição anual que vai estar 19,99€ durante uma semana. Depois haverá mais pacotes. Nesta revista tens acesso a tudo:

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Ainda se perdeste algo sobre o lançamento da Revista BnR no dia de ontem, podes rever tudo novamente no nosso programa que transmitimos tanto no Facebook e no YouTube do BnR TV.