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NBA | Quem reinou a «free agency»?

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Com o início da temporada 2020/2021 a aproximar-se, os plantéis da maioria dos franchises da NBA começam a ver o seu desenho final. Entre todas as equipas, decidimos discernir os principais vencedores e quem merece destaque pelo trabalho executado nesta off-season.

A coroa mantém-se do lado do King

Após uma free agency muito positiva na época transata (obtenção de Anthony Davis), a equipa liderada por «King James», não se deitou na sombra da bananeira e investiu em procurar novo campeonato. Entre as principais contratações, de sublinhar a chegada do alemão Dennis Schröder e do “instigante” Montrezl Harrell. Para além disso, a contratação do experiente Marc Gasol e a manutenção de peças como Morris e KCP também será fulcral nas ambições da «turma» de LA. Para além dos nomes atirados em cima, importante ressalvar que todos acabam por ser substitutos de nível muito superior aos antecessores.

Todavia, a importância de Rondo nos playoffs, em Orlando, Dennis é um claro upgrade pela consistência e versatilidade ofensiva que impõe no seu jogo. Depois, Harrell vem colmatar a saída de Howard, que diga-se fez uma época regular, contudo não se compara ao que Harrell atualmente é capaz de executar. Para além disso, o ex-Clippers vem de uma época fantástica, transportando consigo um prémio de 6º homem na bagagem. Por fim, para além do facto de ser um autêntico roubo para o rival da cidade (Clippers), é um dos jogadores que faz falta a qualquer equipa, não só pelo aspeto físico como também mental, sendo um altruísta e um daqueles que faz tudo pelo coletivo.

Para concluir, Marc Gasol vem para o lugar de Javale McGee, sendo que aqui, sem desvalorizar o valor de Javale, não há qualquer dúvidas da proeminência do espanhol perante o norte americano.

Em paradoxo com os Lakers, os Clippers não conseguiram a melhor free agency. Todavia tenham conseguido contratar Sergi Ibaka, deixaram escapar Harrell para o concorrente direto e JaMychal Green para os Denver Nuggets.

Foto de capa: LA Lakers

ANTEVISÃO | 5 golos do Sporting CP frente ao Moreirense FC

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O Sporting CP recebe neste Sábado em Alvalade a formação do Moreirense FC em jogo a contar para a 8.ª jornada do campeonato.

Os Leões partem para este confronto após uma vitória categórica por 7-1 sobre a equipa do SG Sacavenense que carimbou o seu apuramento para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal. Na retoma do campeonato, a turma de Rúben Amorim pretende dar continuidade à senda de vitórias combinadas com grandes exibições recheadas de golos.

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De facto, o Sporting CP tem atravessado uma excelente forma como há muito não se via, tendo marcado um total de 15 golos nas últimas três partidas. A equipa leonina desconhece ainda o sabor da derrota no campeonato e Rúben Amorim já superou o melhor arranque na prova do anterior treinador do Sporting CP.

Com efeito, a formação leonina tem até ao momento não só o melhor ataque da liga (com 19 golos carimbados) mas também a melhor defesa (apenas quatro golos concedidos).

Em termos individuais, Pedro “Pote” Santos apresenta-se como o melhor marcador da equipa e da própria liga com sete golos marcados: marcou nos quatros últimos jogos, com dois “bis” nos dois últimos encontros. Por seu turno, Nuno Santos marcou e/ou assistiu nos quatro últimos jogos da prova (dois golos e cinco assistências).

No que concerne ao histórico de confrontos no campeonato entre Leões e Cónegos em Alvalade, os primeiros apresentam um saldo muito positivo: em dez jogos realizados, os Leões venceram nove, empataram um e marcaram 22 golos contra seis golos sofridos.

Na senda do que tem vindo a ser este Leão de Rúben amorim, indomável e com fome de golos, recordo cinco golos carimbados pelo Sporting CP frente ao Moreirense FC.

5.

Gelson Martins, Sporting CP 1-0 Moreirense FC (2017/2018) – Num jogo que manteve o nulo no marcador até ao minuto 90+2 foi Gelson Martins quem resolveu o jogo, assistido por Rafael Leão que foi até ao meio-campo fazer uma recuperação de bola. Um golo que ficou célebre não pelo bom remate de Gelson, mas pela célebre dedicatória a Rúben Semedo que lhe valeu um segundo amarelo.

Sporting CP 3-3 SL Benfica: Melhor derby do Mundo deu empate!

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A CRÓNICA: JOGO LOUCO ACABOU EMPATADO

 

Jogo grande pela liderança no pavilhão João Rocha, entre Sporting CP e SL Benfica – as melhores equipas portuguesas – naquele que é considerado o melhor derby do mundo em futsal, jogo no qual se prevê muito equilíbrio e intensidade, pese embora a ausência de público.

O Benfica entrou melhor, marcando num lance de bola parada em que o árbitro considerou que o guardião leonino Gonçalo Portugal defendeu tocou com a mão na bola fora dos limites da área, cabendo a Robinho a marcação do livre à entrada da área, sendo este marcado com total sucesso pelo internacional russo, quando o marcador registava pouco mais de um minuto decorrido.

A intensidade do encontro notava-se sobretudo pelo elevado número de faltas nos minutos iniciais, um total de cinco nos primeiros quatro minutos, três para o Sporting e duas para o Benfica.

O jogo estava um pouco “amarrado”, ou seja, como a equipa verde e branca não estava a conseguir impor a sua qualidade reconhecida nas bolas paradas e só um rasgo individual iria conseguir fazer a diferença neste encontro. Aí apareceu Taynan, marcando um golo de belo efeito a empatar o encontro, com dez minutos disputados. Aquele pé esquerdo maravilha, a não dar hipóteses de defesa a Diego Roncaglio.

Na sequência de uma reposição lateral, Arthur mostrou a sua enorme valia, disferindo um míssil que só parou no fundo das redes sportinguistas, mais um golo de belo efeito do reforço vindo do Barcelona e 1-2 no marcador.

O Benfica ficou “tapado” por faltas nos derradeiros minutos, não podendo cometer mais faltas sob pena de ser assinalado um livre de dez metros contra si.

A menos de dois minutos do intervalo, um “disparate” de Roncaglio acabou por custar bem caro aos encarnados, o guarda-redes brasileiro quis sair a jogar, num lance de contra-ataque e superioridade numérica mas não contava com um corte de bola brilhante e limpo de Pauleta, originando o contra golpe rápido e sem guardião na baliza das águias, levando a um toque no braço de Ivan Chishkala. Após consulta com o árbitro assistente, o árbitro principal decidiu punir o jogador russo com um cartão vermelho direto.

Sporting CP SL Benfica Futsal
Chishkala acabou expulso, num lance que começa com um erro de Diego Roncaglio.
Fonte: SL Benfica

Na sequência do livre, Cardinal acertou em cheio na trave e o resultado manteve-se até ao interregno, sendo que as águias ainda têm alguns segundos para cumprir em inferioridade numérica.

Os segundos iniciais ficaram marcados pela exímia qualidade do Benfica a defender, mesmo em inferioridade numérica. Pauleta também viu um remate seu embater no poste, após um contra-ataque rápido, muito menos comuns que o habitual, dado que Nuno Dias e Joel Rocha se conhecem bastante bem, já são muitos anos e muitos jogos entre os dois treinadores históricos.

A agressividade defensiva manteve-se, com quatro faltas para cada lado na primeira metade da segunda parte. A nove minutos do fim, o Sporting confirmou a sua grande qualidade nas bolas paradas, culminando num ótimo remate de João Matos a empatar novamente o marcador (2-2). Hossein Tayebi conseguiu novamente desequilibrar através de um remate potente com uma colocação cirúrgica no canto da baliza, mais um rasgo individual do internacional iraniano levando o Benfica à liderança pela terceira vez neste encontro, numa altura em que os leões já tinham cinco faltas.

Os últimos três minutos foram marcados pelo guarda-redes avançado do Sporting, tarefa que coube a Alex Merlim. Já no último minuto do encontro, a equipa do leão rampante conseguiu empatar, através de um desvio oportuno de João Matos após remate de Cavinato.

Empate a três bolas que se aceita, dada a enorme valia e o equilíbrio que se verificou no jogo, apesar de os encarnados terem estado em vantagem durante parte do encontro e de nunca terem estado em desvantagem ao longo do encontro.

Assim sendo, os dois grandes continuam empatados no cimo da tabela ao cabo de 11 jogos, com dez vitórias e este empate.

A FIGURA:
Sporting CP SL Benfica Futsal
Fonte: Sporting CP

Intensidade da partida – Mesmo num pavilhão deserto, as duas equipas não acusaram e deram tudo para poder ganhar. Este derby ficará para sempre recordado pelas bancadas totalmente desertas, mas o nível foi o mesmo de sempre e não desiludiu em nada.

 

O FORA-DE-JOGO:
Sporting CP SL Benfica Futsal
Fonte: SL Benfica

Diego Roncaglio – A sua exibição entre os postes foi muito positiva e não seria, por si só, suficiente para figurar aqui. Mas o jogador oscilou entre esses grandes momentos e erros clamorosos, perdas de bola infantis que originaram a expulsão e outros lances perigosos que poderiam ter desequilibrado o jogo a favor do Sporting.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES SPORTING CP
GONÇALO PORTUGAL^(6)
JOÃO MATOS (C) (8)
PAULETA (7)
ALEX MERLIM (7)
CARDINAL (6)

SUBS UTILIZADAS E PONTUAÇÕES

TOMÁS PAÇÓ (6)
ERICK MENDONÇA (6)
DIEGO CAVINATO (7)
PANY VARELA (6)
TAYNAN DA SILVA (8)
ROCHA (7)

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES SL BENFICA

BENFICA
DIEGO RONCAGLIO (6)
AFONSO JESUS (7)
IVAN CHISHKALA (4)
ROBINHO (C) (8)
HOSSEIN TAYEBI (8)

SUBS UTILIZADAS E PONTUAÇÕES

NÍLSON MIGUEL (6)
FÁBIO CECÍLIO (6)
TIAGO BRITO (6)
ARTHUR (7)
RAFAEL HENMI (6)
JACARÉ (7)

CD Santa Clara x FC Porto | 5 dados estatísticos do encontro

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De volta à Liga Portuguesa, depois dos triunfos na Taça e na Liga dos Campeões, o FC Porto faz a viagem até aos Açores para defrontar o Santa Clara à oitava jornada. Já com duas derrotas a contar para o campeonato, os Dragões não se podem dar ao luxo de perder mais pontos nesta fase tão embrionária da época.

Enquanto que a temporada dos açorianos não está a ser extraordinário, têm conseguido manter a consistência apresentada nas últimas épocas. Já com três vitórias em sete jogos, o Santa Clara está só a três pontos dos dragões.

OS DRAGÕES DESLOCAM-SE AOS AÇORES PARA UM JOGO SEMPRE COMPLICADO DIANTE DO CD SANTA CLARA. EM QUE RESULTADO ARRISCAS? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Ao fazer a antevisão de um jogo no estádio da ilha de São Miguel, é sempre preciso ter em conta o estado do relvado. É dos piores atualmente na Primeira Liga e traz sempre alguma vantagem à equipa do Santa Clara. Para melhor tentar perceber qual o possível rumo do encontro, apresento aqui 5 dados estatísticos em relação à partida.

Portugal 1-0 Escócia: O golo solitário e a vitória saborosa

A CRÓNICA: VITÓRIA EM BELÉM A PENSAR NO EMBARQUE PARA A INGLATERRA

Foi com vista privilegiada para o Rio Tejo e para Belém que a seleção feminina portuguesa gostaria de somar mais três marujos (pontos), para serem mais alguns a entrar no barquinho que quer seguir de Portugal rumo a Terras de Sua Majestade, já em 2022. O problema é que de lá tinham vindo escocesas, que para além de terem de fazer o caminho para casa, tinham a mesma intenção.

O Estádio do Restelo parece não ter sido propositado: vista para o Padrão dos Descobrimentos, a cruz de cristo na bancada – a mesma que ia nas nossas caravelas… Estava tudo preparado para começar nova aventura marítima. Ah, desculpa! Aventura futebolística. As portuguesas apresentaram-se cautelosas e as escocesas mandonas. Contudo, nem umas nem outras criavam o perigo que é preciso. Por isso, acabámos a ver um nulo na 1.ª parte.

A segunda parte parecia que ia tomar o mesmo rumo como a primeira. Bola lá, bola cá, e iam faltando os lances de perigo. Foi preciso esperar mais de uma hora de jogo e uns nove minuto para ver alegria em pleno Restelo. Tatiana Pinto fez uma grande assistência e Ana Borges, com intenção e com muita sorte à mistura, deu o toquezito importante para o 1-0.

Até ao fim, foi sofrer à bom português. Porque depois do golo pouco ou nada foi feito pela seleção das Quinas. Só as escocesas procuraram marcar para conseguir, pelo menos, um marujo (pontos), mas até esse parecia que queria ficar cá em Portugal.

Moral da história: ganha quem marca mais golos e aí as portuguesas fizeram o trabalho na perfeição. As portuguesas somam a quarta vitória nesta qualificação e continuam a sonhar com o apuramento. As escocesas somam a segunda derrota consecutiva e ficam com os mesmos nove pontos.

 

A FIGURA

Fátima Pinto – A jogadora do Sporting CP foi uma das jogadoras mais ativas durante todo o jogo e foi um dos grande elos de ligação entre a defesa e o ataque. Tinha definição no passe para as suas colegas e mostrava segurança na hora de se manter coesa com as restantes companheiras de meio campo, Tatiana Pinto e Dolores Silva. Acabou por ser substituída, contudo, foi uma peça importante.

O FORA DE JOGO

A eficácia escocesa – Se em Portugal acabaram por perder foi por culpa própria, pois oportunidades não faltaram e também tiveram sempre por cima, grande parte do jogo, a questão é a eficácia. Não se ganham jogos sem golos e também o problema foi o facto de as jogadores escocesas não conseguirem rematar à baliza. Já se sabe que assim fica complicado.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Portugal a apresentar-se num 4-3-3 com Dolores Silva a ser a terceira média mais recuada para que conseguisse também construir jogo. Estavam responsáveis pela frente de ataque Ana Borges, Diana Silva e Cláudia Neto e esta última ia funcionando como uma falsa nove, variando sempre a sua posição no momento defensivo visto que recuava muito para também ajudar na construção.

As comandadas de Francisco Neto a mostrar muita dificuldade em construir devido à intensa pressão alta que as escocesas iam fazendo. A solução passava por sair rápido na zona do meio campo, mas foi complicado ligar a primeira linha de três com as três mais da frente.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Patrícia Morais (6)

Mónica Mendes (5)

Sílvia Rebelo (5)

Carole Costa (5)

Joana Marchão (6)

Tatiana Pinto (7)

Dolores Silva (6)

Fátima Pinto (8)

Ana Borges (6)

Cláudia Neto (6)

Diana Silva (7)

SUBS UTILIZADAS

Andreia Faria (4)

Andreia Norton (5)

Vanessa Marques (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ESCÓCIA

As escocesas vieram com intenção de sair de Lisboa com os três pontos numa qualificação que está a ser complicada para as mesmas. Apresentaram-se num 4-2-3-1 em que começava a construir a partir da defesa e as laterais Rachael Boyle e Emma Mitchell acabavam por participar muito no processo ofensivo. No momento defensivo o destaque fica para a pressão alta e que não deixava que as portuguesas construíssem à vontade.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Lee Alexander (5)

Rachael Boyle (6)

Rachel Corsie (5)

Jennifer Beattie (5)

Emma Mitchell (6)

Caroline Weir (5)

Leanne Critchon (5)

Kim Little (5)

Lisa Evans (5)

Kirsty Hanson (5)

Erin Cuthbert (6)

SUBS UTILIZADAS

Nicola Docherty (5)

Martha Thomas (6)

Elizabeth Arnot (5)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Não foi possível fazer perguntas ao selecionador nacional, Francisco Neto.

Ana Borges: Melhores Declarações

«É um sentimento de alegria enorme e um trabalho de toda a equipa durante a semana toda».

«Sabíamos que a Escócia era uma equipa forte, mas o mais importante foi a entreajuda que a equipa teve ao longo do jogo e também a força que nos chegava de fora».

«Nós pensamos jogo a jogo. Entramos em qualquer jogo para ganhar e para ficar com os três pontos. No entanto, pensamos primeiro no próximo jogo que é contra a Albânia e que vai ser complicado».

Os 3 sucessores de Joachim Löw

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Os tempos da Alemanha goleadora e dominante de Löw parecem terminados. Na verdade, olhando para a seleção alemã desde a conquista do Campeonato do Mundo de 2014, a trajetória tem sido descendente, com uma quebra ainda maior desde o fracasso completo no Campeonato do Mundo de 2018.

Como em qualquer equipa ou seleção no mundo do desporto coletivo, quando os resultados não são satisfatórios, o primeiro culpado é sempre o treinador. Ora, neste caso não é diferente: há um par de anos, pelo menos, que a contestação a Joachim Löw subiu de tom, pedindo-se a saída do selecionador germânico do comando da Mannschaft.

Assim, apresentamos, na lista seguinte, três possíveis candidatos ao lugar de selecionador alemão de futebol.

Cláudio Ramos | A exceção à regra no meio dos jogadores utilizados

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O FC Porto entrou com o pé direito na edição 2020/2021 da Taça de Portugal. Para além da vitória frente ao GD Fabril, outro motivo de destaque foi que os jogadores do plantel portista que ainda não tinham minutos tiveram a sua estreia de azul e branco. Contudo, houve uma exceção. Cláudio Ramos é, neste momento, e a par de jogadores que estão a recuperar de lesão como Marcano, o único jogador que ainda não foi utilizado esta época. Como os jogadores lesionados não podem jogar seja de que forma for, Cláudio Ramos é, até agora, a exceção no meio dos utilizados, sendo que quando somar o primeiro minuto será também a estreia de azul e branco.

Se calhar muitos se questionam, mas creio que não é motivo de preocupação esta ausência de minutos de Cláudio Ramos. Em primeiro lugar porque se trata de um guarda-redes que é uma posição ocupada por um único jogador e tem sempre uma hierarquia bem definida para o campeonato e para as taças. Em segundo lugar existe um Marchesín que é intocável e aquele que é visto como o sucessor de Vítor Baía: Diogo Costa. O normal será o campeonato ficar para o guardião argentino e a Taça de Portugal para o jovem da formação portista. A preocupação apenas deverá surgir se Cláudio Ramos não for utilizado na Taça da Liga e isso leva-nos a questionar se a sua contratação foi mesmo a pensar num reforço ou em mais uma oportunidade de negócio a pensar numa mão cheia de nada…

 Cláudio Ramos não é um guarda-redes qualquer, é internacional A por Portugal e foi durante vários anos a principal figura do CD Tondela. Defendia tudo e mais alguma coisa e nos jogos contra os grandes do futebol nacional mostrava-se sempre em grande plano. Já era um jogador para outras andanças há muito tempo. Na conferência de antevisão do encontro entre o CD Tondela e o FC Paços de Ferreira da época passada, Natxo González, técnico da equipa beirã na altura, afirmou ao Bola na Rede que o Cláudio Ramos era o melhor guarda-redes da Liga. Uma mostra de confiança de alguém que trabalhava muito de perto com o atual número 14 dos dragões.

No momento atual e numa comparação direta com Diogo Costa, creio que Cláudio Ramos não fica atrás do internacional sub-21 português. Chega para ser titular? Não, porque há um internacional argentino com qualidade à frente, mas tem capacidade para somar muitos minutos ao longo da época. Se chegarmos ao fim da época e não virmos alguns jogos nas pernas de Cláudio Ramos (exceto por questões físicas), então é mais um fator preocupante para a gestão portista nos últimos anos. A Taça da Liga tem de ser, pelo menos, o palco para o guarda-redes de 29 anos.

Julian Weigl é alemão para “mal aproveitado”

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Foram 20 os milhões despendidos pelo SL Benfica para contratar Julian Weigl ao BVB Dortmund, no mercado de inverno de 2020. Foram 21 as presenças de Weigl em partidas pelos encarnados na meia temporada de estreia. Por outras palavras: chegou para ser opção. No entanto, a opção pela utilização de Weigl nunca foi totalmente pacífica – nem diga-se totalmente correspondida.

O médio alemão aterrou em Lisboa atravessavam as águias áureos tempos – mais ou menos, vá -, com o miolo do terreno geralmente entregue a Gabriel e Taarabt. A coisa dava-se. E dava-se bem. Mas chegou Weigl. E chegou por 20 milhões de euros. E chegou da Bundesliga. E chegou do Dortmund. E isso parece ter pesado. Não devia.

Para bem da equipa e do jogador. O entrosamento com os colegas era nulo, o conhecimento do treinador e das suas ideias era inexistente e a integração na nova realidade era embrionária quando Weigl agarrou uma titularidade que – então – não merecia e à qual não podia corresponder. Foi fácil pegar na máquina de fazer rótulos – sempre tão à mão – e aplicar o de “flop” ao internacional alemão.

Não o é. Weigl é um jogador de imensa classe e que equilibra com facilidade uma equipa. Não vai fazer crescer uma equipa que está de rastos – nenhum jogador o faz sozinho; mas quando a equipa está bem, estará sempre melhor com Weigl. Então, ´bora aproveitá-lo, ?

Julian Weigl já vestiu oficialmente o Manto Sagrado 31 vezes; nem todas a titular
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Depende. De Jesus. Depende do que o atual treinador do Benfica, que não foi quem ratificou a contratação do alemão, pretende para o seu meio-campo – se ele mesmo o já souber.

Não obstante a muita qualidade posicional e com bola de Weigl, o porte menos possante que comporta e a pouca capacidade de choque e recuperação da posse da bola que apresenta são passíveis de fazer JJ instigar com insistência a administração encarnada a avançar para a contratação de um médio mais “à medida” – e com as medidas – do treinador português.

Naturalmente, perante a parca utilização do médio, circulam já rumores de que a sua saída em definitivo pode ser o desfecho da relação que estabeleceu há menos de um ano com o clube da Luz. O preço estipulado, dizem, é de 25 milhões de euros. O preço estipulado, digo eu, é curto. A eventual saída, continuo, é um erro.

Weigl ainda pode dar muito ao SL Benfica. Mesmo com JJ. Mesmo com concorrência. Pode convergir em campo com vários jogadores do plantel – Florentino, se e quando regressado, seria talvez o parceiro ideal para formar uma dupla de muita, muita classe, tanto na destruição como na construção.

Embora partilhe a opinião vastamente disseminada de que é premente reforçar o meio-campo encarnado, discordo por completo da ideia de que uma remodelação do miolo tenha de envolver a saída de Julian Weigl.

Rangers FC 2-2 SL Benfica: Deixou-se o alarme tocar

A CRÓNICA: EMPATE FRENTE AOS ESCOCESES VOLTA A SURGIR NOS MINUTOS FINAIS

Assombrado, o SL Benfica entrava na partida com o Rangers FC com um historial horrendo nas visitas a Glasgow, e talvez se tenha notado isso na exibição de certos elementos.

Não que Gabriel ou Chiquinho estivessem conscientes desse facto – é provável que não -, mas o desempenho do meio-campo titular encarnado foi desse nível. Aliás, a equipa só acordou quando Pizzi deu o abanão técnico necessário a um onze cabisbaixo e sem a classe necessária para jogos deste calibre.

No último quarto de hora, a orquestra funcionou como nunca tinha funcionado esta época, houve aparição superlativa de Gonçalo Ramos e Diogo Gonçalves a cavalgar numa ala direita que se sente demasiado vazia quando lá mora Gilberto.

Comecemos pelo golo de Arfield aos sete minutos e em como esse momento marca todo o encontro: o golo fortuito dos escoceces vai, nessa altura, contra a corrente de um encontro dominado pelo Benfica, que tinha entrado determinado em ter bola e a controlar as operações.

Com 1-0, Gerrard ainda mais convicto ficou de que estava correcto na abordagem e manteve a equipa no seu próprio meio-campo, à espreita de oportunidades para exagerar no contra-golpe.

E fez bem, já que a teia tática impediu o Benfica de grandes aventuras ou travessuras, já que não havia meio-campo para suportar a criatividade dos da frente – Everton, por exemplo, teve na bipolaridade do seu jogo a definitiva prova do seu complicado processo de adaptação à Europa.

Conjugou decisões amadoras com as duas grandes oportunidades da equipa na primeira metade: foi dos seus pés que saiu a combinação com Grimaldo que resultou em remate por cima (12’) e, já perto do intervalo, descobriu Rafa entre as torres escocesas, mas o português hesitou e possibilitou corte in extremis.

Na segunda metade, a mesma toada e o mesmíssimo jogo. Waldschmidt, muito activo nas movimentações, mas inconsequente, ainda ameaçou McGregor aos 47’, mas esse falhanço deverá ter sido a gota de água para Jorge Jesus. Aos 55’ troca-o por Pizzi, tirando também Chiquinho para fazer entrar Diogo Gonçalves – e estavam lançadas as sementes para o grande final de jogo a que se ia assistir.

Porém, a equipa precisou do 2-0, marcado por Roofe após remate indefensável, para acordar. A partir dos 75’, como que por magia, Pizzi arregaçou as mangas e levou a equipa para a frente, com a grande ajuda do miúdo Gonçalo Ramos, que, ao fazer o 2-1 (com a ajuda de Tavernier), galvanizou ainda mais os restantes colegas.

Este balanceamento aliou-se ao défice físico do Rangers FC, o 2-2 aconteceu naturalmente e estavam reunidos os ingredientes certos para possibilitar a completa reviravolta dos encarnados, possibilitando a primeira vitória de sempre na Escócia.

Mas, estranhamente, e talvez seguindo a fórmula Trapattoni – Não percas um jogo que não podes ganhar – o Benfica desacelarou, pareceu satisfeito com o empate e a entrada de Ferro em troca de Seferovic, perto dos 90’, confirmou a ideia de que era o objectivo principal.

Se era possível ir em busca do terceiro? Sem dúvida.

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Pizzi – Entrou para revolucionar a sala de máquinas encarnada – demorou, mas quando finalmente tomou posse dos comandos, a equipa nunca mais foi a mesma. O golo é prémio merecido para um jogador que não se tem apresentado na plenitude das suas capacidades.

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Gabriel – A inadmissível passividade nos golos sofridos é um excelente resumo da exibição de Gabriel, que parece cada vez menos confortável na posição mais recuada da linha média. Teve pormenores interessantes, poucos, que se tornam insignificantes quando se observa o número de passes falhados e perdas de bola. Por agora, a titularidade parece excessiva.

ANÁLISE TÁTICA – RANGERS FC

Gerrard nada mudou da abordagem habitual. Em 4-3-3, Kamara esteve sempre mais preocupado com as missões defensivas, com Roofe e Kent a compensarem o posicionamento com a procura do espaço interior. Morelos foi presa fácil para Verthongen e Jardel, desacompanhado como esteve. Tavernier alugou a ala direita, em incrível demonstração de poderio físico.

ONZE INICIAL e PONTUAÇÕES

McGregor (5)

Tavernier (6)

Goldson (4)

Balogun (4)

Barisic (5)

Kamara (7)

Davis (5)

Arfield (6)

Roofe (6)

Kent (7)

Morelos (5)

ANALISE TÁTICA – SL BENFICA

O facto de Chiquinho e Gabriel se terem estreado enquanto dupla talvez justifique o fraco desempenho dos dois. A equipa, apesar de ter bola, ressentiu-se dessa falta de pulso naquela zona – Everton, Rafa e Waldschmidt tiveram que cobrir o dobro do terreno, desgastando-se para a produção ofensiva.

Grimaldo surgiu muito bem, próximo do seu melhor nível. Seferovic esforçou-se, tentou procurar uma profundidade que não existia, e cedo se percebeu que o jogo frente ao Rangers FC pedia outro tipo de avançado, como se provou na entrada de Gonçalo Ramos – o miúdo procurou entre linhas as associações que não tinha conseguido executar contra o USC Paredes, encontrando-as e possibilitando à equipa manter a bola mais tempo em zonas adiantadas.

ONZE INICIAL e PONTUAÇÕES

Helton Leite (4)

Gilberto (4)

Jardel (6)

Verthongen (6)

Grimaldo (6)

Gabriel (4)

Chiquinho (4)

Rafa (6)

Waldschmidt (5)

Everton (5)

Seferovic (3)

SUPLENTES UTILIZADOS

Pizzi (7)

Diogo Gonçalves (6)

Gonçalo Ramos (6)

Ferro (-)

SC Braga 3-3 Leicester City FC: O suspense para cumprir o destino ao cair do pano

A CRÓNICA: ORA AGORA MARCO EU, ORA AGORA MARCAS TU. FOI ASSIM ESTE SC BRAGA X LEICESTER CITY FC

Quinta-feira ao final de tarde, onde a noite (europeia) já caía e a bola rolou no Estádio Municipal de Braga, após o minuto de silêncio pelo falecimento de Diego Armando Maradona. E foi um jogo que não podia ter começado melhor para a formação de Carlos Carvalhal. No seguimento de uma jogada individual de Ricardo Esgaio, e duas tentativas falhadas a visar a baliza de Schmeichel, foi Al Musrati que, à lei da bomba e à entrada da grande área, rematou para o fundo das redes do Leicester e inaugurou o marcador após quatro minutos do apito inicial.

Falamos de noite europeia e não existe uma assim se não tiver emoção. Foram precisos apenas cinco minutos para Barnes igualar o marcador, com um remate que Matheus não conseguiu parar. Lia-se 1-1 no marcador a chegar aos dez minutos no encontro.

Após terem sido marcados os golos, o jogo virou outro. O Leicester, nos minutos seguintes ao golo de Barnes, manteve-se a posse sem criar oportunidades e, consequentemente, aconteceu o mesmo à turma do Minho. Com a pressão criada pelo SC Braga, a equipa inglesa viu-se obrigada a cometer algumas faltas, mas nem isso serviu para parar a posse de bola da equipa minhota. Foram precisos 13 minutos para sair deste “par ou ímpar”, ou seja, o número de minutos que Paulinho levou até marcar o golo que dava a vantagem para o Braga. O segundo golo da equipa de Carlos Carvalhal é o culminar de uma jogada coletiva fantástica que “trocou as voltas” à linha defensiva do Leicester, que não sabia para onde se virar, e sentou Kasper Schmeichel.  É o que se chama, na gíria, o “tu cá – tu lá” à moda do Braga.

E não tardou a tentativa de resposta da equipa inglesa. Apenas quatro minutos depois do golo bracarense, Cengiz Under apanhou a defesa adversária descompensada, na pequena área sentou Matheus, mas o guarda-redes fez os impossíveis e impediu o golo do empate dos visitantes.

A cinco minutos do recolher para os balneários, o SC Braga criou grandes oportunidades de aumentar a vantagem. Galeno cruzou para a pequena área, Ricardo Horta recebeu, mas o guarda-redes da equipa inglesa defendeu para fora da área. Ao tentar efetuar a recarga, Galeno não conseguiu completar o remate porque… o árbitro não deixou, literalmente falando, dado que se colocou à frente do jogador.

No minuto final da primeira parte, Sequeira tentou vingar o colega. Depois de receber o cruzamento, rematou à queima contra o corpo de Kasper Schmeichel que enviou a bola para fora das quatro linhas, oferecendo pontapé de canto para a equipa minhota. No seguimento da jogada, depois de batida a bola, Paulinho não bisou por centímetros. O avançado bem se esticou, mas não foi o suficiente para chegar à bola.

A segunda parte começou sem muita história, apenas um jogo bastante equilibrado sem muitas oportunidades e um tomar de posição algo agressivo por parte da equipa de Brendan Rodgers. Muitas foram as faltas e dois os cartões amarelos mostrados por Daniele Orsato logo nos primeiros minutos.

Com a falta de caráter ofensivo, Rodgers fez entrar Vardy aos 60 minutos da partida, na ânsia de inverter o resultado. Mas não parecia ter surtido grande efeito, dado que a única oportunidade que os foxes tiveram após a sua entrada foi um pontapé livre cobrado pelo recém-entrado no encontro Maddison, que acabou nas mãos de Matheus e o SC Braga continua a pressionar, da mesma forma apresentada na primeira parte.

Aos 67 minutos, depois de uma jogada coletiva quase feita com regra e esquadro, Paulinho rematou e, desta vez, foi a bola que esteve a centímetros de entrar na baliza de Schmeichel, mas tirou apenas tinta à trave.

O equilíbrio permaneceu no encontro e também acabou por surgir no marcador. Faltavam pouco mais de 10 minutos para o final da partida e Luke Thomas fez Matheus ir ao fundo da sua baliza para recolher a bola. Foi o golo do empate dos foxes ao 79 minutos da partida, depois de um remate no meio da confusão.

E jogo europeu não seria jogo europeu se não existisse emoção. Faltava apenas um minuto para o final do tempo regulamentar e fez-se cumprir Fransérgio. Foi o veterano dos minhotos que rematou para o fundo da baliza da equipa inglesa e, mesmo assim, não selou o resultado.

Já passavam cinco minutos para lá dos 90 regulamentares e, por intermédio de Jamie Vardy, o Leicester acabou, esse sim, por selar o resultado da partida. Viveu-se futebol e um 3 a 3 no Estádio Municipal de Braga.

 

A FIGURA

A ligação entre o meio-campo e o ataque do SC Braga – Foi claramente o ponto forte do jogo da equipa minhota. Carvalhal optou pelo melhor “set” de jogadores que tinha na sua posse e estes não desapontaram. Se os guerreiros foram a melhor equipa na partida, foi dado ao jogo e à ligação entre os jogadores que compunham ambos os setores do campo.

 

O FORA DE JOGO

Primeira parte do Leicester City – Apesar do golo marcado, os foxes pareceram não estar tão dentro do jogo, dado terem sido poucas as ocasiões de golo criadas pela equipa. O meio-campo fez sonhar a restante equipa, mas os primeiros 45 minutos deixaram bastante a desejar, no geral. O resultado e a exibição valeram pela segunda parte.

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

Carlos Carvalhal optou por um 4-4-2 nesta noite europeia, mas uma versão algo ofensiva. Enquanto as linhas da defesa e do meio-campo estavam bem coordenadas entre si, a prioridade foi sempre servir Paulinho.

As alas, ocupadas por Ricardo Esgaio e Sequeira, foram as peças importantes no jogo ofensivo da equipa, mas nada como a ligação entre o meio-campo de Al Musrati, Horta, Castro e Iuri Medeiros com o avançado português e Galeno.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Matheus (6)

Tormena (7)

Sequeira (6)

Al Musrati (8)

Paulinho (8)

Bruno Viana (6)

Ricardo Horta (7)

Iuri Medeiros (6)

Ricardo Esgaio (7)

Castro (7)

Galeno (8)

SUBS UTILIZADOS

Raul Silva (6)

Fransérgio (-)

André Horta (-)

Schettine (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – LEICESTER CITY FC

Brendan Rodgers continuou com o esquema tático que tens utilizado nos últimos jogos. O 3-4-2-1 de eleição do treinador surtiu efeito apenas entre os meio-campistas. Apenas Albrighton, Choudhury, Thomas e Barnes, que acabou por ser substituído, tiveram alguma influência no encontro e na forma como a equipa jogou, tanto ofensivamente como defensivamente.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Schmeichel (6)

Justin (7)

Evans (6)

Fuchs (5)

Albrighton (6)

Choudhury (6)

Praet (6)

Thomas (7)

Under (7)

Barnes (7)

Iheanacho (5)

SUBS UTILIZADOS

Tielemans (6)

Fofana (6)

Vardy (7)

Maddison (7)

Perez (6)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Leicester City FC

Não foram colocadas questões ao treinador do Leicester City FC, Brendan Rodgers

SC Braga

BnR: Como viu o jogo e como se sentem os jogadores depois deste resultado emotivo ao cair do pano?

Carlos Carvalhal: Foi um grande jogo de futebol, absolutamente fantástico. É difícil lidar com um resultado destes, mas é olhar para o próximo jogo. Tínhamos a intenção de vencer, mas o plantel deles é muito valioso. Conseguimos o 3-3 e este empate dá-nos boas perspetivas. Temos tudo em aberto para passar.