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Os 3 veteranos a destacar no Campeonato de Portugal

Desde o clássico “velhos são os trapos” até “a idade é um posto”, várias são as expressões populares que defendem as pessoas de idade mais avançada. Alguns desses cidadãos seniores praticam futebol e é importante referir que o fazem de forma excelente. Talvez seja então interessante debruçarmo-nos sobre o terceiro escalão do futebol português, o Campeonato de Portugal, e analisar três veteranos que espalham magia nos relvados de norte a sul do país.

Neste ranking, os fatores que pesaram foram a idade, como já seria previsível, e o nível alcançado na carreira.

Os 5 verdadeiros dragões da segunda jornada europeia

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Em semana de jornada europeia, o FC Porto recebeu e bateu o Olympiacos CFP, no Estádio do Dragão, por 2-0, tendo Fábio Vieira e Sérgio Oliveira desequilibrado o marcador a favor dos dragões.

Desta forma, esta partida teve um sabor especial, pois a equipa de Sérgio Conceição está numa altura em que o calendário não deixa de apertar e porque este desafio coincidiu com o primeiro golo europeu do “miúdo” Fábio Vieira, o jogo 100 de Pepe na competição, a centésima vitória da equipa nortenha na Liga dos Campeões e, acima de tudo, com o regresso dos adeptos ao reduto azul e branco.

Num desafio complicado e equilibrado, os campeões nacionais acabaram por ser mais felizes e, se o foram, a muito se deve às exibições dos seguintes atletas.

Reviravoltas | As 10 histórias mais épicas de sempre

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No golfe há os hole-in-one, no basquetebol os buzzer beaters, no futebol americano os hail mary. No futebol, há reviravoltas. E algumas delas são verdadeiramente inesquecíveis.

Quando um dos lados sorri, o outro normalmente fica despedaçado, lavado em lágrimas. Mas não é essa, no fundo, a beleza do desporto que tanto gostamos? A facilidade com que joga com as emoções dos adeptos. Que tão rapidamente os torna tão felizes, e outras vezes tão miseráveis.

Esta semana, o Bola na Rede decidiu abrir o livro de história e juntar memórias de alguns dos mais arrepiantes momentos de superação no futebol mundial. Vitórias, contra todas as expetativas e, muitas vezes, contra qualquer conceito semelhante à lógica.

Ora, acompanha-nos nesta jornada por alguns dos mais memoráveis momentos do desporto-rei.

 

SL Benfica x Royal Standard de Liège | Os 5 melhores jogadores da equipa belga

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O SL Benfica defronta hoje o Royal Standard de Liège, num jogo a contar para a segunda jornada da fase de grupos da Liga Europa. A equipa belga vem de uma derrota no campeonato, frente ao Sint-Truidense Voetbalvereniging, e ainda não pontuou na Liga Europa.

OS ENCARNADOS QUEREM CONTINUAR O CAMINHO DAS VITÓRIAS E OS BELGAS VÊM A LISBOA TENTAR ROUBAR PONTOS. SABES QUEM GANHA? APOSTA EM BET.PT!

A equipa de Liège é qualitativamente inferior aos encarnados, mas ainda assim conta com alguns elementos de qualidade. Apesar da superioridade teórica, o jogo não será fácil para o Benfica.

A lista não está em nenhuma ordem especifica.

Luís Filipe Vieira reeleito presidente do SL Benfica

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Passavam 15 minutos das duas horas da manhã desta quinta-feira quando se soube que Luís Filipe Vieira foi o nome escolhido pelos sócios encarnados para presidir o SL Benfica no quadriénio 2020-2024. Vieira segue assim para o seu sexto mandato, e último, segundo afirma.

Os sócios afetos ao Sport Lisboa e Benfica, fizeram-se ouvir naquelas que foram as eleições mais concorridas de sempre, com 38102 sócios votantes a ditar a reeleição de Luís Filipe Vieira. Eram três as listas concorrentes à presidência dos encarnados. A Lista A, encabeçada por Luís Filipe Vieira, a Lista B, de João Noronha Lopes e a Lista D de Rui Gomes da Silva.

O candidato que obteve a menor parte dos votos foi mesmo Rui Gomes da Silva, que arrecadou 1,64% dos votos dos sócios. A segunda lista menos votada foi a Lista B (34,71%), presidida por João Noronha Lopes, que foi o grande perdedor da noite.

Noronha Lopes afirmou que esta “não foi uma luta perdida” e que a “semente de um Benfica novo está plantada”, mostrando-se satisfeito com o resultado das eleições, mesmo não sendo aquele que esperava. Quando questionado, Noronha Lopes disse que esta seria a sua única eleição.

Por sua vez, Luís Filipe Vieira não podia estar mais satisfeito com o resultado obtido neste ato eleitoral: 62,59% dos sócios votaram na reeleição de LFV. Na tomada de posse que aconteceu ainda na madrugada de hoje, o presidente encarnado lembrou que “agora não há vencedores nem vencidos” e que é “tempo de voltar a unir o Benfica”. Vieira afirmou ainda que espera que respeitem o resultado destas eleições e que “a partir de agora haja só um Benfica”.

Luís Filipe Vieira é eleito, então, para o seu sexto mandato consecutivo. O presidente do SL Benfica assumiu a presidência do clube em 2003, levando assim 17 anos ao leme dos encarnados. Vieira assumiu ainda que este seria o seu último mandato, pois não voltará a recandidatar-se, sendo Rui Costa o nome mais falado para assumir o cargo de presidente do Sport Lisboa e Benfica.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

5 jogadores que fazem falta à NBA

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Depois de um final de temporada da NBA, é normal a nostalgia abater os adeptos da melhor liga de basquetebol do mundo. Enquanto a ação dos pavilhões se mantém de férias, recordamos alguns bons momentos da competição. Poucas semanas se passaram das finais entre os LA Lakers e os Miami Heat, mas as saudades já apertam.

Enquanto esperamos pacientemente pelo regresso da borracha laranja e preta aos cestos, recuamos um pouco no tempo. Desta feita, escolhi cinco jogadores que fazem falta à NBA e deixaram uma marca nos amantes do basquetebol. São várias as gerações, mas todos têm em comum a qualidade que nunca foi esquecida.

Foto de capa: Sacramento Kings

Sporting CP 3-1 Gil Vicente FC: Uma lição bem estudada que acabou em chumbo

A CRÓNICA: UMA LIÇÃO BEM ESTUDADA POR RUI ALMEIDA

Hoje, a Liga Portuguesa volta a estar toda em pé de igualdade. Isto porque esta noite o Sporting CP e o Gil Vicente FC defrontavam-se para a jornada em atraso. Um jogo de acerto de calendário referente à primeira jornada do campeonato.

O duelo começou com um Sporting superior e um Gil Vicente a conceder domínio territorial aos de verde e branco. Ainda assim, os gilistas procuraram desde cedo condicionar a construção dos leões assim que estes passavam do meio-campo.

Durante maior parte do primeiro tempo, o Sporting não conseguiu meter a bola nas costas do Gil Vicente. Verdade seja dita: os de Barcelos vieram com a lição bem estudada. E tenho de dar nota dez porque, de facto, o Sporting teve muita dificuldade para chegar ao último terço. Culpa de Rui Almeida que preparou e organizou muito bem o seu conjunto para este duelo. O Sporting não estava a conseguir sair com ataques organizados e a tarefa de surpreender o adversário mostrava-se complicada.

A aproximar a meia hora de jogo, os leões começaram a inverter esta tendência. Ainda que timidamente e sem lances de perigo iminente. Porque de facto o Gil Vicente FC mostrou-se durante a primeira parte uma equipa muito compacta e competente a nível defensivo. Foi um primeiro tempo interessante, mas essencialmente a nível tático. Lances de tirar o fôlego? Nem vê-los. Mas, ainda assim, a forma como os gilistas se apresentaram esta noite em Alvalade, principalmente a nível defensivo, é de se tirar o chapéu.

O Gil Vicente é dono e senhor dos primeiros minutos da segunda parte e consegue mesmo materializar esse ascendente num golo. Aos 52 minutos, Lucas Mineiro desvia a bola com um toque subtil, mas intencional, para colocar o esférico fora do alcance de Adán. Foi assim a mexida no marcador, com os de Barcelos a aproveitar alguma passividade dos leões no regresso dos balneários. O Sporting estava a precisar de acelerar processos, alterar dinâmicas e procurar surpreender uma equipa que analisou ao pormenor todo o estilo de jogo de Rúben Amorim antes desta partida.

Na corrida dos dez últimos minutos, o Sporting foi mais feliz. Rúben Amorim tira dois coelhos da cartola. Ou devo dizer do banco? No espaço de dois minutos, o Sporting faz a reviravolta ao marcador. Aos 82 minutos, após uma jogada pelo lado esquerdo (finalmente), Nuno Santos passa para trás de cabeça para Sporar. O esloveno, sozinho ao segundo poste, desvia para o fundo das redes.

De seguida, Tiago Tomás faz o segundo da noite para os leões. Daniel Bragança desmarca o avançado que toca subtilmente, mas de forma eficaz, para dentro da baliza gilista. Nos minutos finais, ainda houve tempo para mais um tento dos leões. Depois de uma atrapalhação na defensiva gilista, Pedro Gonçalves aproveitou e fez o terceiro para a sua equipa.

Um resultado, sem dúvida, pesado para aquilo que aconteceu dentro das quatro linhas durante os 90 minutos. O Gil Vicente esteve perto de ganhar os três pontos, mas deixou fugir a vitória nos últimos dez minutos. Um castigo, ainda assim, demasiado pesado para aquilo que foi este jogo.

 

A FIGURA

Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Lição bem estudada por parte do Gil Vicente FC – Rui Almeida preparou criteriosamente este jogo frente ao Sporting. E por isso “concebo” esta menção honrosa como figura do jogo. O Gil soube aproveitar as fragilidades leoninas e só vacilou mesmo nos últimos minutos da partida. Como já o disse, um resultado pesado para aquilo que foi este duelo.

 

O FORA DE JOGO 

Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Jovane no corredor central – Não rende o mesmo no corredor central. Pode ser muito voluntarioso e solidário, mas a verdade é que quando Jovane retoma à sua posição preferida, faz logo muito mais estragos. No corredor central, este jovem parece como um peixe fora de água.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

O Sporting mostrou-se esta noite em Alvalade no esquema tático habitual: um 3-4-3, com uma construção a três e na saída rápida. Os leões estavam a ter mesmo muito dificuldade em construir e continuou a sentir-se a tendência para investir mais no lado direito para atacar. Algo que o Gil, fazendo o trabalho de casa, conseguiu aproveitar muito bem. Era um Sporting com pouca dinâmica, com processos lentos e algo previsíveis. Fragilidades que, sem dúvida, não estavam a permitir que o conjunto de Rúben Amorim chegasse com ímpeto ao último terço do terreno.

Assim que sofreu o golo, Rúben Amorim investiu em mais gente no ataque. Tiago Tomás e Nuno Santos estiveram no terreno como falsos laterais e Nuno Mendes como terceiro defesa. Pedro Gonçalves ficou na direita, Daniel Bragança veio a jogo (mais ofensivo do que Matheus Nunes). Rúben Amorim coloca ainda Sporar sobre o corredor central e trás Jovane para o corredor esquerdo.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Adán (5)

Zouhair Feddal (6)

Coates (7)

Nuno Mendes (7)

João Palhinha (6)

Matheus Nunes (5)

Nuno Santos (7)

Neto (5)

Pedro Porro (6)

Pedro Gonçalves (6)

Jovane (4)

SUBS UTILIZADOS

Tiago Tomás (8)

Sporar (8)

Daniel Bragança (7)

Gonçalo Inácio (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – GIL VICENTE FC

O Gil Vicente deu aqui em Alvalade uma lição de como preparar um duelo frente a uma equipa que indiscutivelmente tem mais argumentos. Num 5-1-3-1 a defender, os gilistas  conseguiram criar uma muralha que os leões não estavam a conseguir ultrapassar. O Gil conseguiu impedir muitas vezes que os da casa chegassem ao último terço do terreno. Um dos destaque da estratégia de Rui Almeida foi a atenção redobrada no lado esquerdo da defesa. Isto porque a equipa de Rúben Amorim costuma privilegiar o lado direito para atacar. Outra nota também dos apontamentos do treinador gilista que deve ser destacado diz respeito ao pontapé de saída dos pés de Adán.

O Sporting costuma sair curto e, por isso, o Gil colocou três homens mais subidos nesse momento para exercer uma maior pressão e obrigar ao erro. Assim que o guardião leonino libertava a bola, esses mesmos três homens recuavam para compensar defensivamente. Mais uma prova da lição bem estudada.

A nível ofensivo, o Gil apresentou-se num 3-4-2-1. Como já disse, muito compacto. Tanto a nível defensivo como ofensivo. Quando começava a construir, a equipa de Barcelos apresentava a mesma postura: passes curtos de forma a diminuir a margem de erro.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Denis (5)

Joel (5)

Rodrigo (6)

João Afonso (5)

Miullen (4)

Kanya (5)

Lucas Mineiro (7)

Ruben Fernandes (6)

Samuel Lino (6)

Talocha (5)

Nogueira (6)

SUBS UTILIZADOS

Antoine Léautey (5)

Lourency (6)

Claude Gonçalves (-)

Vítor Carvalho (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Sporting CP 

BnR: Pedia-lhe que comentasse o rendimento de Jovane no corredor central, uma posição onde não está tão habituado a jogar. É esta uma aposta para continuar?

Rúben Amorim: Percebo a pergunta. O Jovane tem vindo a fazer a pré-época ali, teve jogos muito bons. Está à procura do melhor espaço e consoante o jogo nós vamos escolher o melhor espaço para ele. Quando o treinador entender que joga um, joga. Quando entender que joga outro, jogará. Eu estou satisfeito com ele. Ele dá o máximo. Vai melhorar ainda. E, portanto, é como lhe digo: estão todos disponíveis e todos preparados para jogar. Às vezes os jogadores que estão no banco são tão importantes como aqueles que jogam de início.

Gil Vicente FC

BnR: A certa altura do jogo, notou-se uma especial atenção da equipa do Gil Vicente FC para cobrir o lado direito do ataque sportinguista. Foi uma das estratégias para este jogo, visto que tendencialmente a equipa de Rúben Amorim constrói mais por esse flanco?

Rui Almeida: Não penso que tenha sido determinante. A nossa equipa desequilibrou em várias partes do terreno. Aquilo que vocês viram e aquilo que nós fizemos foi estar pressionantes nos três setores. Sabemos que o Porro é muito forte. Penso que não foi por aí o desequilíbrio. Houve sempre uma cobertura, alguém que conseguiu chegar perto e chegar rápido. Portanto, não foi por aí. Aqueles momentos são momentos críticos do jogo. Temos de estar 95, 97, 100 minutos sempre ligados porque é assim que naturalmente se ganham jogos.

BnR TV Especial: Aniversário 10 Anos

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Foi um live de aniversário com muitas emoções. Atribuímos o prémio de Personalidade BnR do ano de 2020, oferecemos camisolas, fizemos giveaways, tivemos a presença de Bruno de Carvalho e de vários colaboradores que fizeram (e fazem) parte desta grande família do Bola na Rede.

Obrigado por estares deste lado. Este aniversário do Bola na Rede é também teu.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Juventus FC 0-2 FC Barcelona: Espanhóis superiorizam-se e assumem o comando do grupo G

A CRÓNICA: NÃO HOUVE RONALDO, MESSI JOGOU PELOS DOIS 

“A Última Dança” foi o nome que meio mundo deu a este embate de titãs entre a Juventus FC e o FC Barcelona. Messi e Ronaldo poderiam finalmente voltar a encontrar-se, não fosse o vírus que tem assolado todo o planeta. O português voltou a testar positivo à Covid-19 e não pôde satisfazer o desejo de todos nós que só será realizado a oito de Dezembro. Em campo teríamos o astro argentino e mais 21, que tinham a obrigação de tornar este um jogo tão emocionante como aquele que esperávamos no dia em que foi realizado o sorteio.

O jogo começou, e com o antigo presidente Josep Bartomeu pareceram ir também os fantasmas que assombravam as exibições dos catalães. Cedo se percebeu que o FC Barcelona iria para ganhar e, nos primeiros dois minutos, já tinham feito três remates à baliza de Szczesny. Griezmann chegou mesmo a enviar a bola ao poste da baliza, dando um aviso daquilo que se passaria nos minutos seguintes. A turma de Ronald Koeman iria manter a pressão e aos 14 minutos chegaria mesmo ao golo, depois de um ressalto vindo de um remate de Dembele. Na retina fica, para além do golo, a excelente assistência de Messi.

A partir daí, o jogo tornou-se um pouco mais equilibrado e a Juventus FC conseguiu dividir a posse de bola, ainda que sem criar grandes ocasiões de perigo. De destacar são os dois golos irregulares marcados por Álvaro Morata que, depois da revisão do vídeo-árbitro, continuou com a sua conta a zeros.

Na segunda parte, a história foi a mesma. Nova superioridade do FC Barcelona e novo golo anulado por fora de jogo a Morata, que perdia a crença que ainda lhe restava. Foi um susto que serviu para avisar os espanhóis que a partir de então não voltaram a conceder novas chances ao adversário. Só dava FC Barcelona e já depois de Demiral ter sido expulso por acumulação de amarelos, chegou o golo da tranquilidade. Ansu Fati foi derrubado na área e Messi fez o tão merecido golo na conversão da grande penalidade. O FC Barcelona está agora no primeiro lugar destacado e a Juventus FC, apesar da derrota, não vê o seu lugar nos oitavos-de-final ameaçado. 

A FIGURA


Lionel Messi – Foi pelo astro argentino que passou todo o jogo da equipa do FC Barcelona. Sem posição fixa, Messi apareceu onde sabia que causaria estragos. Em termos estatísticos, fez mais um golo e uma assistência, mas durante todo o jogo fez muito mais do que isso. A superioridade dos espanhóis deve-se principalmente a ele, que nos brindou com grandes passes e grandes dribles, que é o melhor que sabe fazer. No fim, a cereja no topo do bolo para uma exibição de luxo do melhor jogador do mundo.  

O FORA DE JOGO


Equipa da Juventus FC – Sem Cristiano Ronaldo, os italianos não partiam como favoritos para esta partida. Apesar do mau momento do adversário, a equipa da Juventus FC nunca se conseguiu impor e quase que só viu jogar. Esperava-se muito mais da turma de Pirlo que não conseguiu dar resposta à intensidade imposta pelo adversário. Nunca foram realmente uma equipa e para além dos golos anulados (e bem) não conseguiram criar situações de perigo. Uma noite para esquecer.

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

 A equipa de Pirlo, que bem conhece esta competição, apresentou-se num 4-4-2 clássico com Cuadrado a desempenhar o papel de defesa direito e Danilo a jogar sobre o lado que menos gosta, o esquerdo. Rabiot e Bentancur tomaram conta do meio campo dos italianos e por eles passou a parte mais importante do processo defensivo da equipa, numa tentativa de parar o vagabundo Messi que circulava um pouco por todo o terreno. Kulusevski e Chiesa ocuparam as linhas numa zona mais dianteira, tentando assim fazer servir Morata e Dybala que atuaram como avançados, embora o primeiro mais incisivo que o segundo. Sem Cristiano Ronaldo, esperava-se que o argentino fosse o jogador mais da turma de Turim. Esse veio a revelar-se um plano completamente furado, também por mérito da equipa adversária.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Szczesny (6)

Cuadrado (5)

Demiral (4)

Bonnuci (5)

Danilo (5)

Kulusevski (5)

Bentancur (6)

Rabiot (5)

Chiesa (5)

Dybala (6)

Morata (6)

SUBS UTILIZADOS

 Weston McKennie (5)

Arthur (-)

Bernardeschi (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA

 Os catalães apresentaram-se para esta partida num 4-2-3-1 ou, se preferir, num clássico 4-4-2. Isto porque no momento defensivo, Dembele e Pedri, os médios-ala da equipa, recuavam para a mesma linha do que os médios-centro, Pjanic e de Jong. À frente apareceram Griezmann e Messi que, devido à constante deambulação do astro argentino, não ocuparam zonas específicas do terreno, rodando entre a posição de médio-ofensivo e de avançado. Na linha mais recuada, a dupla de centrais que foi diferente nas duas partes. Para os segundos 45 minutos saiu Ronaldo Araújo e, de forma surpreendente, apareceu de Jong no seu lugar, abrindo assim vaga para Busquets no meio campo dos espanhóis. Nas laterais, os dois homens do costume, Jordi Alba, sempre muito vertical, e Sergi Roberto, mais contido e defensivo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neto (6)

Sergi Roberto (6)

Ronaldo Araújo (7)

Lenglet (6)

Jordi Alba (6)

Pjanic (7)

Frankie de Jong (7)

Dembele (6)

Griezmann (7)

Pedri (7)

Messi (9)

SUBS UTILIZADOS

Sergio Busquets (7)

Ansu Fati (6)

Junior Firpo (-)

Braithwaite (-)

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

NFL | Semana 7: Emoção até ao fim!

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A semana 7 da época 2020-21 da NFL foi das mais emocionantes dos últimos tempos, com vários jogos a serem decididos já em cima do apito final! No final, os Steelers são agora a única equipa ainda invicta, e já são vistos como sérios candidatos ao Super Bowl.

New York Giants 21-22 Philadelphia Eagles: Giants tropeçam  

A cinco minutos do final da partida, os Giants venciam em Philadelphia a equipa dos Eagles por 21-10. Volvidos esses cinco minutos, Carson Wentz, quarterback dos Eagles, festejava uma dura vitória em casa.

Este foi um jogo sem grandes motivos de emoção durante os três primeiros quartos. Talvez o momento de maior destaque – e aquele que ficará na memória de todos, mais do que o próprio resultado – foi uma jogada protagonizada por Daniel Jones, quarterback dos Giants.

Com a sua equipa a perder por 7-10, Jones conseguiu arranjar espaço e começou a correr como nunca correra antes. O quarterback percorreu 80 jardas e estava prestes a marcar o touchdown que colocaria a sua equipa na frente. Contudo, Jones não é conhecido pela sua capacidade de corrida, e acabou por cair sozinho perto da linha das 20 jardas. Os Giants marcariam nas jogadas seguintes, mas nos momentos-chave não foram capazes de concretizar.

Dallas Cowboys 3-25 Washington Football Team: Problemas em Dallas

As coisas continuam a piorar no Texas. Depois de uma derrota pesada frente aos Arizona Cardinals, os Cowboys voltaram a perder de forma clara frente a Washington.

A equipa de Mike McCarthy voltou a ser incapaz de fazer frente ao seu adversário e mostra cada vez mais problemas dentro e fora de campo. Neste jogo, não só o ataque foi incapaz de ganhar qualquer tipo de ritmo, mas a defesa também permitiu que Washington dominasse, e para piorar tudo, Andy Dalton, quarterback titular depois da lesão de Dak Prescott, sofreu uma pancada dura e poderá não jogar na semana 8.

Neste momento, os Cowboys atravessam um momento complicado enquanto instituição, e tem afetado a sua performance dentro de campo. O número elevado de lesões não ajuda, e esta época parece estar prestes a ficar em salvação.