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Evolução ou regressão na frente de ataque portista?

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Agora que o mercado de transferências terminou o FC Porto, nomeadamente Sérgio Conceição e a sua equipa técnica terá a difícil tarefa de aferir e integrar todos os reforços deste mercado na equipa.

Na totalidade, foram dez os reforços dos azuis e brancos neste mercado, sendo que três deles são novas opções exclusivamente para a posição de ponta-de-lança. Face à escassez de golos marcados pelo setor mais ofensivo da equipa na época passada, Sérgio Conceição restaurou por completo a casa. Terá sido um upgrade?

Olhemos para as saídas, primeiramente. Tiquinho Soares, que abandona o FC Porto para rumar à China, representando o Tianjin Teda FC, fez dez golos na Primeira Liga na época passada. Não era, de todo, um jogador imprescindível no plantel portista, mas tinha algo importante para o sistema tático de Conceição – o jogo aéreo.

Não era apenas Soares que sabia voar entre os centrais. Também Zé Luís, dada a sua estatura física, tinha boas competências no que toca a finalizar de cabeça. O cabo-verdiano regressou ao FK Lokomotiv de Moscovo após uma temporada aquém das expetativas nos dragões – sete golos em 19 jogos na Primeira Liga.

Falemos também de Vincent Aboubakar. Um jogador de quem os adeptos, há alguns anos, esperavam muitas alegrias e um grande encaixe financeiro. As graves lesões sofridas nos últimos dois anos degradaram o protagonismo do camaronês no futebol. Daí não ter marcado nenhum golo nos únicos cinco jogos que realizou na Primeira Liga, ainda que tenha salvado o FC Porto na Liga Europa frente ao BSC Young Boys.

E, por último, o protagonista da maior transferência dos azuis e brancos neste verão – Fábio Silva. Trata-se de uma jovem promessa em ascensão com bons números pelas camadas jovens, mas que não se conseguiu afirmar no plantel principal portista. Com um golo marcado em 12 jogos no principal escalão do futebol português, Fábio ruma a Inglaterra para jogar no Wolverhampton Wanderers FC a troco de 40 milhões de euros. Detinha o recorde de jogador mais novo a estrear-se e a marcar pela equipa principal do emblema portista.

No sentido inverso, três atletas chegaram para fazer balanças as redes das balizas adversárias. Três jogadores distintos naquilo que são as suas caraterísticas e momento de carreira, mas que têm uma primeira oportunidade de brilhar num grande clube europeu.

Mehdi Taremi, o mais velho e experiente dos três (29 anos), chega ao FC Porto depois de uma temporada em terminou empatado com Carlos Vinícius e Pizzi na lista de melhores marcadores da Primeira Liga (18 golos em 30 jogos). O iraniano alia o físico e a técnica ao instinto matador tornando-se numa potente arma para o ataque portista, apesar de ainda não ter marcado qualquer golo à terceira jornada. Um avançado que sabe estar no sítio certo à hora certa.

Ainda em Portugal, o FC Porto foi pescar Toni Martínez à equipa revelação do campeonato passado que reside em Vila Nova de Famalicão. O ponta-de-lança espanhol teve uma das melhoras épocas da sua carreira terminando o campeonato com 10 golos em 32 jogos. Toni tem caraterísticas diferentes de Taremi, sendo um ponta-de-lança mais móvel que pode até descair para a linha à procura da bola. A persistência, a velocidade com bola e a capacidade de também conseguir assistir para golo são as principais skills do espanhol.

Por último, mas não menos importante, o jovem brasileiro Evanilson chega do Fluminense FC com rótulo de futura promessa e talvez seja o mais diferente dos avançados do plantel portista. Pela capacidade de finta e drible que tem, pela velocidade que exibe, pelo controlo da bola… no fundo, transmite o sentimento de “joga bonito” que o futebol brasileiro tem. E ainda assim tem muito golo, prova disso foram os 28 golos em 32 jogos pelos sub-20 do “Flu”. Na equipa principal fez dez golos em 25 jogos. Certamente que será um “must see” da Primeira Liga.

No final das contas, apenas Moussa Marega foi o sobrevivente da época passada e para já é a aposta de Sérgio Conceição para o lugar de ponta-de-lança no 4-3-3 de Sérgio Conceição. O maliano segue com dois golos em três jogos e a menos que o FC Porto passe a jogar com dois avançados, Marega não sairá do onze inicial. No geral, o setor mais ofensivo dos dragões deixa de ter tanta capacidade no jogo aéreo e não há, propriamente, um homem de área, mas cresce nas movimentações, na velocidade e no drible. Se será uma evolução ou regressão? Isso só o tempo dirá.

GP Eifel: Lewis Hamilton iguala Michael Schumacher em número de vitórias

A CORRIDA: CORRIDA QUENTE EM CIRCUITO GELADO

O rugir dos carros mais rápidos do mundo regressou ao histórico circuito de Nurburgring, numa corrida que, sem ser fenomenal, ficará para a história. A principal razão para tal é o facto de um dos recordes de maior prestígio da Fórmula 1 ter sido igualado nesta prova pelo homem do costume, Lewis Hamilton. São 91 vitórias na carreira de Lewis Hamilton (Mercedes) na Fórmula 1, que assim iguala o marco de Michael Schumacher que se mantinha desde 2006. Para contextualizar, dos pilotos em competição, o mais próximo desse recorde, é Sebastian Vettel (Ferrari), em terceiro com 53 vitórias.

Este é daqueles momentos do desporto que fica para a história, e nos abre os olhos para a grandeza que estamos a assistir com Lewis Hamilton, que certamente confirmará o seu sétimo campeonato do mundo no final desta temporada, e igualará o maior dos recordes, também da lenda de seu nome Michael Schumacher.

Apesar de ser mais uma vitória para o britânico, desengane-se quem achar que não teve de trabalhar para ela. Partindo da segunda posição, atrás do colega de equipa Valtteri Bottas, Lewis Hamilton começou bem, dividindo o circuito com o finlandês nas primeiras curvas. Bottas segurou a vantagem, e seguia na frente com uma vantagem, não confortável, mas segura.

Todo esse trabalho das primeiras voltas é deitado ao lixo quando Bottas faz da sua roda dianteira-esquerda um quadrado, após um bloqueio, que ofereceu a liderança a Hamilton, e colocou o finlandês sob pressão de Max Verstappen.

Infelizmente, o pior estaria para vir, com problemas de motor a retirar o homem da pole position da corrida, um raro sinal de problemas de fiabilidade da Mercedes. A partir daqui, a batalha resumia-se a Hamilton e a Max Verstappen, que num ritmo alucinante – muito mais rápidos do que qualquer outro dos carros – fugiam na distância, com britânico a segurar uma vantagem segura, mas pouco confortável, que assim se manteve, mesmo perante o safety car no final.

O último lugar do pódio ficou à mercê dos homens do pelotão com Daniel Ricciardo (Renault) a sair por cima, dois anos e meio depois do último pódio (e vitória) no Grande Prémio do Mónaco em 2018. O australiano teve quem lhe quisesse roubar o sorriso durante toda a corrida, com Sergio Perez (Racing Point) e Lando Norris (Mclaren) a aplicar pressão e a lutar pela posição.

O mexicano ficaria pelo quarto lugar na bandeira axadrezada, contudo, Lando Norris seria afectado por problemas de fiabilidade, sendo obrigado a retirar-se da corrida. Aqui entrou o safety car que ironicamente poderá ter salvo Daniel Ricciardo, para infelicidade de Cyril Abiteboul, que terá de fazer uma tatuagem à escolha do australiano devido ao pódio.

A fechar o top 5 ficou o espanhol Carlos Sainz (McLaren), que teve uma corrida sossegada, e como de costume longe das objectivas das câmaras, mas conseguiu dez pontos essenciais para a equipa. O sexto lugar ficou reservado para Pierre Gasly (Alpha Tauri), com uma performance em muito semelhante a Carlos Sainz e se manteve distante de problemas. O francês executou a estratégia, e manteve o nível estupendo que tem demonstrado durante toda a temporada.

Amora FC 1-0 FC Ferreiras: Amorenses seguem em frente na Taça

A CRÓNICA: NUM JOGO MAIS BATIDO DO QUE ESPETACULAR, O SUPLENTE VALDO TÉ SAIU DO BANCO PARA DAR A VITÓRIA

Amora Futebol Clube e Futebol Clube Ferreiras encontraram-se no Estádio da Medideira para disputar a 2ª Eliminatória da Competição rainha do futebol, a Taça de Portugal.

O Ferreiras, que atua na 1ª Divisão Distrital do Algarve, chegava a esta eliminatória depois de eliminar o Louletano, um resultado surpreendente tendo em conta que o Louletano atua numa divisão superior, o Campeonato de Portugal. Para continuar em competição, os algarvios teriam de surpreender novamente e bater uma equipa do escalão superior.

A primeira parte foi marcada pelo Amora a dominar a posse de bola, mas a ser incapaz de criar verdadeiras ocasiões de perigo. O quarteto ofensivo da equipa da casa chegava com facilidade ao último terço do Ferreiras, mas a defesa visitante lidava bem com o perigo. Apoiados nessa organização defensiva, o Ferreiras lançava contra-ataques que iam incomodando a defesa amorense, com o avançado Diogo Palma a ser o principal alvo. Por duas ocasiões o número 25 do Ferreiras esteve em posição privilegiada para inaugurar o marcador, mas acabou por não conseguir fazer o primeiro.

Os adeptos, que se encontravam fora do estádio, mas junto às vedações para poderem acompanhar a sua equipa, viam um jogo lento, e quando se recolheu aos balneários com uma igualdade a zero, o resultado adequava-se à partida.

No segundo tempo o jogo lento continuou, mas o Amora aparecia mais lúcido ofensivamente. Mantendo a aposta no ataque pelas laterais, o guarda-redes visitante, Duarte Encarnação, foi obrigado a intervir várias vezes para manter o nulo. O Ferreiras abdicava do seu jogo ofensivo e não conseguia sair em ataque organizado ou em ataques rápidos o que ia desgastando mais a equipa.

Um dos que mais sentiu esse desgaste foi o central Lúcio Oliveira, que, no espaço de 10 minutos, recebeu dois cartões amarelos e foi expulso

Até ao final o Amora pressionou, controlando a bola e jogando no meio-campo adversário, mas apesar dos seus esforços a igualdade a zero manteve-se e o jogo seguiu para prolongamento.

No prolongamento, e com mais um jogador, a equipa da casa pressionou e teve dois cabeceamentos de Valdo Té que bateram com estrondo nos postes, mas o nulo persistia e o Ferreiras acreditava. Essa esperança cresceu ainda mais quando o central amorense, João Sousa, recebeu ordem de expulsão com um cartão vermelho direto.

O golo chegou à passagem do minuto 115, e como diz o ditado “À terceira é de vez”. Canto batido do lado direito do ataque do Amora e Valdo Té, avançado do Amora que falhara duas oportunidades anteriormente, saltou mais alto e cabeceou certeiro para fazer o 1-0. O Amora passa assim para a próxima fase da Taça de Portugal, mas o Ferreira cai de cabeça erguida.

 

A FIGURA

 

Aloísio Genézio – O médio amorense foi a ancora da equipa no ataque e na defesa. Ao longo do encontro, Aloísio pautou os tempos de jogo do Amora e foi capaz de manter a cabeça fria quando o Ferreiras se aproximava da baliza. Foi substituído nos minutos finais quando o Amora procurava o golo a todo o custo.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: FPF

Lúcio Oliveira – O central levou dois cartões amarelos de forma rápida e obrigou a equipa a atacar os últimos minutos da partida com menos um. Com o Amora a pressionar e a aproximar-se do golo, o central obrigou a sua equipa a esforços redobrados.

 

ANÁLISE TÁTICA – AMORA FC

O Amora apostou num 4-4-2 que lhe permitiu explorar a velocidade de Joca, Jordão, Dwann e Matheus Souza, mas mantendo o equilíbrio com Hélio Cruz e Aloísio, dois atletas que controlavam o meio-campo e davam segurança no processo defensivo.  Com laterais de vocação mais ofensiva, a equipa da casa apostava no ataque pelos corredores.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Mickael Meira (7)

Fábio Pala (7)

Alexsandro Ribeiro (6)

Bruno Langa (7)

Jorge Monteiro (7)

Dwann Oliveira (6)

Jordão Cardoso (5)

Aloísio Genézio (8)

Hélio Cruz (7)

João Sousa (4)

Matheus Souza (6)

SUBS UTILIZADOS

João Gomes (6)

Valdo Té (8)

Tiago Feiteira (7)

Pedro Farrim (7)

André Velez (7)

ANÁLISE TÁTICA – FC FERREIRAS

Com o pendor ofensivo do Amora, o Ferreiras apostava mais na organização defensiva e em lançar contra-ataques rápidos, com Diogo Palma a ser o seu principal alvo. O avançado era uma ameaça contante devido à facilidade com que atacava a profundidade e criava situações de finalização.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Duarte Encarnação (7))

David Monteiro (7)

Peixinho (6)

Dragnev (6)

Edinho (6)

Pias (7)

Lúcio Oliveira (5)

André Sustelo (6)

João Rosa (7)

Diogo Palma (7)

Chico (6)

SUBS UTILIZADOS

Jorge Martins (7)

Tomás (6)

Quintino (6)

Carminho (6)

Daniel Oliveira (7)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Ferreiras

BnR: Sabendo desse jogo na 4ª feira que teve 120 minutos e desgastou a equipa, o objetivo para este jogo passava por tentar vencer dentro dos 90 minutos, ou tentar estender um pouco mais e tentar a vitória no prolongamento ou nos penalties?

Nuno Costa: Nós vínhamos para discutir o jogo nos 90 minutos, não vínhamos cá a pensar no prolongamento ou nos penalties. Nós vínhamos claramente para discutir o jogo nos 90 minutos e tentar ganhar o jogo nos 90 minutos, mas claro que sabíamos da valia e da qualidade do Amora. Tínhamos observado o Amora frente ao Olhanense e tínhamos reparado na excelente equipa e nos bons jogadores que têm, e é lógico que eles com uma semana toda a trabalhar este jogo, com o descanso normal de uma equipa profissional, claramente saíam em vantagem. De todas as vantagens que já tinham, ficaram com mais esta, porque realmente nós jogámos na 4ª feira, estamos logo a jogar no domingo com duas equipas praticamente iguais, é muito complicado.

Amora FC

BnR: Os jogadores vindos do banco acabaram por ter impacto direto no jogo, o Valdo Té vem do banco e marca o golo da vitória. Qual foi a linha de pensamento por detrás dessa substituição?

Bruno Dias: Relativamente à entrada do Valdo, naquele momento nós precisávamos claramente de afundar a linha adversária porque estávamos a atacar poucas vezes a última linha. Estávamos a dar demasiado conforto à última linha adversária porque estávamos a pedir muita ligação e o nosso segundo avançado estava a baixar como um terceiro médio, em vez assumir mais a sua posição de atacar a última linha. Estava-nos a faltar profundidade, e com a entrada do Valdo e do [João] Gomes em simultâneo, claramente quisemos mudar a forma de atacar, envolver muito mais os nossos laterais e ter mais gente à frente da linha dos médios do adversário e empurrar a linha adversária para próximo do guarda-redes, o que claramente foi conseguido, conseguimos que a defesa adversária baixasse ainda mais no terreno.

Académica 55-62 FC Porto: Briosa deixa boa réplica contra dragões experientes

A CRÓNICA: BEM-VINDOS À LIGA

Apesar de tudo, o dia foi de festa. Não era para menos. Sete anos depois, a Académica voltou a competir no escalão máximo do basquetebol nacional. A Briosa ainda não está na plenitude das suas capacidades, pois tem jogadores com pouco tempo de trabalho com a equipa e que ainda necessitam de maior entrosamento. No entanto, pela frente, tiveram o desafio de enfrentar um Porto poderoso e com rotinas mais bem assimiladas. Na ressaca da derrota frente ao Sporting na final da Taça de Portugal referente à temporada passada, os dragões chegaram com um ritmo competitivo maior a este jogo que marcou a estreia dos dois conjuntos na Liga Placard.

O Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra, viu um início de partida com os ataques a superiorizarem-se às defesas. No entanto, foi o Porto que disparou na frente. Francisco Amarante, no ataque e na defesa, foi essencial para este bom início. O jovem português, ainda não estavam jogados quatro minutos, e já levava 11 pontos. A Académica melhorou na defesa e conseguiu parar o Porto, aproximando-se no marcador e abrandando a marcação de pontos.

O segundo quarto iniciou-se com uma vantagem de três pontos favorável aos visitantes, vantagem essa anulada pela Briosa com um parcial favorável de 12-9 que levou a partida empatada a 27 para o intervalo. Durante este período, as defesas agressivas obrigaram os ataques a terem que trabalhar muito para conseguirem marcar pontos. A Académica deu um ar da sua graça através de Malcolm Richardson que aproveitou os buracos na defesa azul e branca para penetrar e amealhar os seus pontos.

O Porto começou melhor a segunda parte, mas a Académica reagiu rápido, chegando a passar para a frente do marcador. A Briosa teve dificuldade na defesa a Fairell e o norte-americano não se fez rogado e foi bastante efetivo na área pintada. Entretanto, Malcolm ficou com problemas de faltas e teve que ser poupado.

O desnorte da Académica levou a que as duas equipas começassem o último e decisivo quarto distanciadas por 11 pontos favoráveis aos portistas. Os estudantes não entregaram o jogo, só que a experiência do Porto foi essencial para fechar o jogo em 55-62. A Briosa discutiu o jogo praticamente até ao fim e esse é o melhor elogio que se pode fazer a uma equipa recém promovida.

No próximo jogo, a Académica desloca-se ao reduto do Lusitânia num jogo teoricamente mais fácil e que a equipa deve aproveitar para fazer um bom resultado, uma vez que as seguintes jornadas se adivinham difíceis com jogos frente a Benfica, Sporting e Oliveirense. Pelo meio, os estudantes também jogarão contra o Esgueira. Com um início de campeonato menos atribulado, o Porto recebe, na próxima semana, o Vitória.

 

A FIGURA

Malcolm Richardson – Certamente, uma novidade para quem não presta atenção às divisões secundárias do basquetebol nacional. Muita classe deste jogador da Académica que se mostrou em grande nível perante um adversário de respeito. Mostrou confiança e liderou a sua equipa nos momentos difíceis. Nem o problema com as faltas o travou. Para continuar a acompanhar. Merecia a vitória.

 

O FORA DE JOGO

Larry Gordon – Uma das novidades do Porto para esta época. Esteve desinspirado e não foi influente em nenhum dos dois lados do campo. Jogou muito, lançou muito, mas marcou apenas 6 pontos.

 

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA

Inicialmente, a Briosa mostrou problemas em negar passes interiores e teve dificuldade em controlar os dragões em áreas próximas do cesto. No entanto, a equipa melhorou quando jogadores grandes como são Relvão e Konate jogaram em simultâneo e até se conseguiram envolver em situações de defesa teoricamente desfavoráveis. Os estudantes tentaram sempre impor um ritmo mais pausado no jogo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Paulo Caldeira (6)

Malcolm Richardson (8)

Robert McCoy (6)

Krassimir Pereira (5)

Bakary Konate (4)

SUBS UTILIZADOS

Nuno Brito (5)

André Mendes (4)

Daniel Relvão (6)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O Porto começou com uma defesa em campo inteiro para tentar surpreender a Académica. Esta agressividade deu frutos ao forçar várias perdas de bola por parte da equipa da casa. Os dragões tentaram correr no campo, tentando aproveitar alguma debilidade na transição defensiva da equipa da Académica. Quando em ataque organizado, foram à procura de Fairell e Anderson no canto do garrafão.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Francisco Amarante (6)

Brad Tinsley (5)

Larry Gordon (5)

Jonathan Fairell (7)

Eric Anderson (5)

SUBS UTILIZADOS

João Torrie (3)

Vladyslav Voytso (-)

Pedro Pinto (5)

Miguel Queiroz (5)

João Soares (5)

Roland-Garros 2020: O “Rei da terra batida” está de volta aos títulos

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O terceiro e último Grand Slam de 2020 está concluído – Wimbledon não foi realizado. A prova teve muitas surpresas, tanto positivas como negativas e belíssimos jogos. Os dois finalistas tiveram uma reedição das finais de 2012 e 2014 de Roland Garros: Novak Djokovic e Rafael Nadal tiveram a proeza de jogar a final do maior torneio de terra batida.

Foto de capa: Roland Garros

GP França: Chuva abençoou Honda e a vitória de Petrucci

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A CORRIDA: “WHAT A DRAMATIC RACE”

Podia bem ser o título desta crónica, já que a corrida de MotoGP no circuito de Le Mans foi de cortar a respiração. Trouxe-nos o 7º vencedor diferente desta temporada (Danilo Petrucci), a Honda pareceu ressuscitar e a Yamaha continua a ficar aquém do esperado. E no final, quem venceu foi a Ducati.

O mundial de motociclismo voltou à pista e Le Mans acolheu mais uma prova desta temporada que continua caótica e surpreendente. A chuva, que não aparecia no mundial deste o GP de Valência em 2018, veio animar a corrida deste domingo e trouxe-nos a Ducati novamente à ribalta. Alex Márquez teve um domingo de sonho e os festejos da equipa mostravam-nos de que era um segundo lugar com sabor a vitória depois de tantos pontos perdidos esta época.

Já Valentino Rossi continua a não conseguir terminar uma prova e desta vez, ficou de fora logo na primeira curva num incidente confuso e onde o piloto italiano acabou por ficar no meio da pista.

Na linha da frente estava Quartararo, que queria vencer na sua home race, mas o piloto francês foi a prova viva de que um mau arranque pode ditar mesmo uma má corrida e um mau resultado no final. O homem da Petronas Yamaha SRT acabou fazer uma prova em queda livre e não teve armas para lutar diretamente com os pilotos da Ducati que dominaram toda a corrida no circuito de Le Mans.

Se por um lado a chuva veio baralhar a estratégia de corrida para Quartararo – que nunca tinha corrido em piso molhado – veio, por outro, dar armas à Ducati, que costuma ser a rainha do asfalto molhado.

Primeiro, foi Miller que começou com um arranque flecha. Depois, Dovizioso e Petrucci seguiram-lhe as pisadas, mas só este último teve armas para se manter na liderança da prova e não tremeu perante os ataques dos companheiros de equipa, de Rins ou Alex Márquez. A verdade é que a animação e a adrenalina só chegaram à corrida nas últimas voltas – tal como 2020 nos tem habituado, e bem.

Dovi puxou das armas e atacou a liderança de Petrucci, enquanto lá atrás vinha Alex Rins com a sua Suzuki determinado a lutar pela vitória. Acredito, que se não fosse a queda nas últimas voltas da prova, estaria agora a escrever que o piloto da marca japonesa tinha sido o grande vencedor deste grande prémio.

Continuo a achar que só falta um danoninho à Suzuki para vencer uma corrida em 2020. E não estará muito longe disso. Miller acabou por abandonar a corrida devido a supostos problemas mecânicos e a vitória de Danilo Petrucci parecia cada vez mais certa. E foi. O piloto italiano tornou-se, assim, no sétimo vencedor diferente nesta louca temporada de 2020.

Le Mans trouxe-nos também a surpresa do fim de semana e talvez da época: Alex Márquez alcançou o seu primeiro pódio na categoria rainha do mundial de motociclismo depois de ter feito uma prova de grande qualidade, onde puxou pela Honda e nos mostrou que tem tudo para ser um grande piloto. E que começa, finalmente, a perceber a máquina que tem nas suas mãos… Pena que para o ano já não a tenha.

O pódio ficou fechado com Pol Espargaró que voltou a dar cartas com a sua KTM.

Andrea Dovizioso parecia capaz de alcançar o segundo lugar ou até mesmo a vitória, mas acabou por cair a pique nas últimas voltas, muito devido ao desgaste dos pneus que mais uma vez foram a chave deste grande prémio.

Já o português Miguel Oliveira fez uma prova bem ao seu estilo, recuperando depois de perder várias posições logo no arranque. Esteve lado a lado a batalhar com Dovizioso e quase que roubava o 5º lugar ao italiano, mas as condições de pista não permitiram uma ultrapassagem arriscada. Quem aproveitou esta luta foi Zarco, que acabou por roubar a 5ª posição ao Falcão de Almada e o relegou para o sexto lugar.

Ainda assim, excelente prova do português que continua a afirmar-se, e bem, na categoria rainha do mundial de motociclismo.

O próximo desafio é já na próxima semana, em Aragão.

Foto de capa: Moto GP

Antevisão França x Portugal | O melhor 11 combinado entre portugueses e franceses

Na terceira jornada da Liga A a contar para a Liga das Nações, os dois primeiros classificados do Grupo C (França e Portugal) defrontam-se no Stade de France. Ambas as seleções nacionais venceram as duas partidas já disputadas, frente a Suécia e Croácia.

DEPOIS DA FINAL DO EURO 2016, FRANCESES E PORTUGUESES VOLTAM A ENCONTRAR-SE NA LIGA DAS NAÇÕES. SABES QUEM VAI VENCER? APOSTA JÁ EM BET.PT!

Como uma forma de antevisão à partida, o seguinte onze integra os melhores jogadores de ambas as seleções, na minha opinião. A escolha foi efetuada com base nos convocados de ambos para este encontro. A formação tática assenta num 4-3-3 devido à extensa qualidade para a zona central do terreno de jogo.

Mercado de transferências: all-in de Frederico Varandas suficiente?

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No passado dia seis de outubro, fechou a mercado de transferências em Portugal e acabou o período em que o Sporting CP podia contratar jogadores para reforçar o plantel. Embora ainda exista a possibilidade de entrarem os chamados jogadores livres, ou seja, sem contrato com nenhum clube ou instituição, já é possível avaliar as movimentações do clube no que toca à entrada e à saída de jogadores.

Num ano atípico devido à pandemia, até os maiores clubes europeus tiveram de se conter nos gastos. Exemplo disso é o Real Madrid CF que não contratou nenhum jogador, apesar de terem entrado 100 milhões de euros nos cofres do clube devido a vendas de jogadores. Assim, era expectável que o Sporting CP investisse muito menos do que o habitual… No entanto, existiu algum investimento para tentar atenuar as diferenças para os rivais que cada vez aparentam estar mais fortes. Será preciso um ano zero que corra bem em Alvalade como aconteceu com Leonardo Jardim de modo a ir, pelo menos, à Champions, tal como João Mário disse numa entrevista ao Canal 11, há uns meses atrás.

Frederico Varandas pretende fazer all-in esta época e este all-in começou ainda no final da época passada, ao contratar Rúben Amorim por uma quantia histórica para um treinador no futebol português e até mundial! Rúben Amorim melhorou o futebol da equipa, mas não tinha à sua disposição um plantel escolhido por si, sendo que a atual época está a ser preparada desde então. Vamos avaliar o trabalho de Amorim e Varandas (dados presentes no comunicado do Sporting CP à CMVM): 

  • O Sporting CP contratou oito jogadores por 13,435 milhões e adquiriu por empréstimo mais dois jogadores; 
  • O Sporting CP vendeu nove jogadores, emprestou mais nove e arrecadou um total de 39,47 milhões dos quais se subtraem 3,66M de comissões.
Wendel protagonizou o maior encaixe na janela de transferências que findou
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Podemos concluir que, no mercado de transferências, os leões apresentaram um saldo positivo de aproximadamente 20 milhões de euros, o que é satisfatório nas atuais condições. Para além disto, ficou a faltar ao Sporting CP colocar jogadores que, até agora, não contaram para o técnico português que está ao serviço do clube de Alvalade: Renan, Borja, Ilori, Rodrigo Fernandes, Luiz Phellype e Rafael Camacho. Estes cinco jogadores deveriam ter sido colocados nem que fosse por empréstimo, porque estar sem jogar só os vai desvalorizar e, neste momento, é importante potenciar todos os jogadores, seja de forma desportiva ou financeira. Para, finalmente, falarmos das entradas, falta falar das saídas e, apesar da má gestão do caso de Acuña, não considero que tenham sido negativas pois o Sporting CP conseguiu um bom encaixe financeiro que pode vir a ser importante nos próximos meses.

Agora, falemos das entradas e do plantel com o qual o Sporting CP vai à luta este ano! Começo este tópico a considerar que este mercado de transferências foi o melhor da era de Frederico Varandas: o Sporting gastou pouco mas melhor do que, por exemplo, no mercado de Verão passado. Apareceram jogadores de qualidade (seja da academia ou provenientes de outros clubes), é certo, mas são jogadores que estão em crescimento e que vão, certamente, errar… vai ser preciso ter paciência com os mesmos. Jogadores como Pedro Gonçalves, Gonçalo Inácio, Gonzalo Plata, Tiago Tomás, Nuno Santos, Tabata têm qualidade e potencial mas vão ter de errar para crescer – excluí Nuno Mendes desta lista pois o jovem jogador do Sporting CP, apesar dos 18 anos, apresenta uma forma de estar de quem joga neste nível há muito tempo.

Numa equipa que procura misturar experiência e irreverência, Nuno Mendes parece encerrar em si as duas vertentes
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Precisamente pela necessidade de fazer evoluir os jovens, apareceram jogadores com experiência como Antunes, João Mário, Feddal e Adán e apostou-se na continuidade de Coates ou Luís Neto. Assim, o plantel tem uma média de idades baixa que junta experiência com irreverência e potencial: para tal combinação foi importante manter Nuno Mendes ou até Jovane Cabral. Considero que existem jogadores com possibilidade de serem titulares em todas as posições, mas fico sem perceber como é que durante o período do mercado de transferências não se consegue contratar um avançado visto que, aparentemente, Rúben Amorim não conta nem com Šporar nem com Luiz Phellype.

Assim, a questão do avançado e da colocação dos jogadores excedentários ficaram como pontos negativos e a entrada de jogadores de qualidade e experiência mantendo os jovens com potencial marcaram os pontos positivos de um mercado atípicoNo entanto, tanto Porto como Benfica reforçaram a equipa com jogadores de alto nível e com garantias dadas, logo será complicado para o plantel leonino rivalizar com equipas com quase o dobro do valor de plantel de acordo com o site TransferMarktApesar deste ponto desfavorável, na época de Leonardo Jardim os dados eram semelhantes e o Sporting conseguiu ser competente e atingir uma classificação que lançou a equipa para outros patamares nas épocas seguintes. O tempo é que irá ditar se o All-in de Varandas foi suficiente…

Os 5 pontos centrais da candidatura de Rui Gomes da Silva

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Rui Gomes da Silva foi o primeiro homem a candidatar-se à presidência do SL Benfica nas eleições que irão decorrer no próximo dia 30 de Outubro, sendo, actualmente, o sócio do Benfica nº 1812.

Natural do Porto, Rui Gomes da Silva é sócio desde nascença e rapidamente se tornou num acompanhante activo da vida do Benfica, seguindo o futebol e as modalidades. Foi praticante de hóquei em patins no Benfica entre 1976 e 1979.

Rui Gomes da Silva foi candidato a vice-presidente do Benfica em 1989, integrando a lista de Fernando Martins; e foi candidato a vice-presidente em 1998, fazendo parte da lista de Luís Tadeu. Em Julho de 2009, tornar-se-ia vice-presidente da Direcção liderada por Luís Filipe Vieira no seu terceiro mandato a comandar os destinos do clube, tendo deixado o clube após o fim do quarto mandato em Setembro de 2016.

Apesar de ter deixado de integrar a estrutura do Benfica, Rui Gomes da Silva não deixou de ser uma voz activa do clube enquanto comentador na SIC Notícias e, posteriormente, na TVI. Nos últimos anos, era um dos críticos mais incisivos da gestão de Luís Filipe Vieira, tendo há muito dado a entender que pretendia candidatar-se às próximas eleições.

Entre os quatro candidatos que se irão opor a Luís Filipe Vieira, Rui Gomes da Silva foi o primeiro a apresentar o seu programa. O programa eleitoral de Rui Gomes da Silva está assente em cinco pilares estratégicos que envolvem diversas áreas do clube e que apresentam várias propostas da lista.

Neste artigo, irei fazer um resumo do programa eleitoral da lista de Rui Gomes da Silva, sendo que irei seguir os cinco pilares estratégicos e mencionar as propostas que considero mais relevantes, exprimindo também uma breve opinião sobre as mesmas.

Devo também avisar que aqui a minha “inclinação eleitoral” será completamente posta de parte. Limito-me apenas a promover e divulgar uma das listas que se irá candidatar à presidência do Benfica de uma forma séria, ponderada e isenta.

SL Benfica 1-1 Sporting CP: Candidatos perdem primeiros pontos

A CRÓNICA: O EMPENHO ERA TANTO QUE SÓ PODIA DAR EMPATE 

As duas equipas candidatas ao título tinham cumprido nas duas primeiras jornadas e ambas já tinham derrotado rivais candidatos ao título. O SL Benfica derrotou na primeira ronda, o FC Porto, e o Sporting CP derrotou a UD Oliveirense na segunda.

A primeira parte foi muito intensa, mas com poucas oportunidades de golo. A equipa que esteve mais perto de marcar foi o Sporting que apostou mais num jogo em ataque rápido. Primeiro aos 17 minutos por Pedro Gil que atirou ao poste da baliza de Pedro Henriques após boa movimentação. No minuto seguinte, a equipa leonina ainda teve um pénalti a seu favor, não aproveitado por Toni Pérez. Do lado da equipa da casa, foi Nicolía a obrigar Girão a fazer uma grande defesa o mais perigoso até ao intervalo.

SL Benfica e Sporting CP tinham cumprido nas duas primeiras jornadas e ambas já tinham derrotado rivais candidatos ao título.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

A etapa complementar começou praticamente com nova oportunidade para o Sporting marcar. Aos três minutos, Diogo Rafael foi descuidado ao levar as mãos às costas de Romero que acabou por cair dentro da área benfiquista. Verona ficou encarregado de marcar o penálti e não falhou.

O italiano viria a dispor de novo penálti para alargar a vantagem dos visitantes depois de nova infração de Diogo Rafael dentro da área do Benfica. No entanto, Pedro Henriques conseguiu defender desta vez e manteve-se a vantagem pela margem mínima. O Sporting viria ainda a ter uma nova oportunidade por Verona que aproveitou um mau passe do capitão encarnado, Valter Neves. Contudo, o internacional italiano acabaria por mandar ao poste da baliza.

Por outro lado, o Benfica não deixava de visar a baliza de Ângelo Girão e acabaria por chegar ao empate. Ordoñez rodou sobre o seu oponente direto e atirou para o empate quando ainda faltavam 15 minutos para o final do jogo.

No minuto seguinte, o Benfica viria a ter um livre direto a seu favor por os rivais ter chegado à décima parte. Valter Neves não conseguiu bater o o guarda-redes do Sporting.

Até ao fim da partida, destaque para várias defesas de Girão que permitiram a que o Sporting saísse do Pavilhão da Luz com um ponto.

Empate acaba por ajustar-se, apesar do ascendente do Benfica, na parte final da partida.

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Girão – O guarda-redes leonino fez várias defesas importantes ao longo de todo o jogo. No entanto, depois de consentir do Sporting consentir o empate, o internacional português teve várias intervenções essenciais para manter o empate no Pavilhão da Luz.

 

O FORA DE JOGO

SL Benfica e Sporting CP tinham cumprido nas duas primeiras jornadas e ambas já tinham derrotado rivais candidatos ao título.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Diogo Rafael – O jogador do SL Benfica acabou por cometer duas infrações dentro da área, possibilitando dois penaltis aos rivais. Um deu o golo dos leões e foi nesse que o internacional português foi mais negligente a abordar o lance.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica começou por ter mais posse de bola na primeira parte, tentando ter mais controlo de jogo. Na segunda parte e em especial, depois do golo do Sporting, a equipa da casa apostou essencialmente em ataques rápidos, com Ordoñez e Nicolía, em destaque.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Henriques (7)

Valter Neves (6)

Diogo Rafael (5)

Nicolia (7)

 Ordoñez (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Miguel Vieira (6)

Aragonez (6)

 Lamas (6)

Gonçalo Pinto (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Os sportinguistas começaram por apresentar um ataque dinâmico com a troca de bola constante. O 1×1 foi usado durante boa parte do jogo por jogadores como Romero, Pedro Gil ou Toni Perez, abrindo brechas na defensiva adversária. Já na segunda parte, a equipa leonina tentou fazer um jogo assente na posse de bola, em especial depois do golo leonino.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Girão (8)

Font (6)

 Romero (6)

Verona (7)

Perez (6)

SUBS UTILIZADOS

Platero (6)

Souto (6)

Telmo Pinto (6)

Pedro Gil (7)

Zé Diogo (-)