Espera-se que 2020/2021 seja uma das épocas mais competitivas no principal escalão português. As equipas têm se reforçado com bastante inteligência, e elevado a qualidade do futebol praticado com a ajuda de uma fornada de treinadores bastante competentes. A luta por fugir à despromoção também ela promete.
Se pelos lugares europeus e pelo miolo da tabela a batalha parece aguerrida, alguns conjuntos parecem partir atrasados para garantirem principalmente a manutenção. Através dos cinco dados apresentados a seguir percebemos que o CD Tondela e o Os Belenenses Futebol, SAD vão ter uma tarefa bastante árdua e sofrida. Qual é o teu prognóstico para a linha de água desta temporada?
Pedro Mendes foi cedido ao Almería, até ao final da temporada. O conjunto espanhol garantiu uma opção de compra, que, curiosamente, vai dos três aos sete milhões de euros (dependendo da fonte.) Já começa a cansar a falta de divulgação de informação por parte da direção do Sporting acerca dos valores dos negócios efetuados. Apesar de dar um bom tema para um artigo, não é o propósito deste.
O goleador da Liga Revelação não conta para Rúben Amorim. Porém, este não é o primeiro treinador a não apostar no avançado português. No início da temporada transata, Pedro Mendes não havia sido inscrito, impossibilitando-o de jogar em competições da Liga. Frederico Varandas justificou a decisão, dizendo que esta tinha sido de Marcel Keizer, o então mister leonino.
Leonel Pontes chegou como treinador interino, e, na impossibilidade de lançar Pedro Mendes no campeonato, permitiu-lhe a estreia na Liga Europa. O atleta de 21 anos entrou no segundo tempo e reduziu o marcador para 3-2 com um potente remate de pé direito de longa distância, defronte do PSV Eindhoven.
UD Almeria y Sporting de Portugal acuerdan la cesión con opción de compra de Pedro Mendes.
El gol llega desde Portugal 🇵🇹, ¡Bienvenido Pedro Mendes! ⚽️ pic.twitter.com/iC9bbAdMkz
Com a inscrição em janeiro, esperava-se uma aposta mais regular. A verdade é que Pedro Mendes fez 12 jogos pela equipa principal do Sporting CP, mas apenas 212 minutos na totalidade.Uma aposta pouco convincente por parte da estrutura leonina, que acabaria por deixá-lo rumar a outras aventuras.
Aparentemente, um avançado de área, forte no jogo aéreo e possante fisicamente não é prioridade para os homens do futebol do Sporting.Face à carência de pontas de lança no plantel principal, aguardo as movimentações da direção até ao final do mercado. Neste momento, o único ponta de lançaé Sporar, pelo que se espera uma novacontratação.
Se Pedro Mendes tem qualidade para ser um goleador no Sporting? Tenho as minhas dúvidas. No entanto, já vimos jogadores semelhantes a vingar como, por exemplo, IslamSlimani. O que é certo é que o internacional sub-21 deveria ter tido mais oportunidades na equipa A, de modo a maximizar o seu potencial.
Desejo-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais em Espanha.
58º dérbi da Invicta em casa do Boavista FC, a contar para a Primeira Liga, e talvez o mais estranho de todos os jogados até à data. Sem adeptos, com um Boavista completamente renovado, mas sempre com um ingrediente histórico deste confronto – a chuva que paira sobre o relvado do Bessa.
O Boavista entrou no jogo a querer provar o seu valor, e, com uma posse de bola consistente e com dinâmicas bem articuladas, conseguiu colocar o FC Porto atrás da bola. Os dragões, com pressão constante sobre o adversário, tentaram sair rápido sempre que recuperaram o esférico. A melhor ocasião do jogo esteve mesmo numa transição ofensiva rápida dos azuis e brancos, em que Uribe recuperou, tocou e recebeu, já isolado, de Sérgio Oliveira, mas atirou em cheio ao poste mais distante da baliza de Léo Jardim.
Os portistas, ao longo do primeiro tempo, foram recuperando a posse e intrometeram-se no meio-campo axadrezado. No entanto, tiveram algumas dificuldades na articulação de jogo, principalmente na ala direita, em que Manafá e Corona estiveram em plano de destaque pela negativa. O lateral foi, aliás, várias vezes corrigido de forma audível por Sérgio Conceição. Destaque no primeiro tempo, mas agora positivo, para Angel Gomes, que dinamizou todo o jogo boavisteiro, sendo um autêntico maestro do processo ofensivo das Panteras.
Na segunda parte, o marcador foi aberto logo no segundo minuto com um golo à Boavista do… FC Porto. Danilo deu dois chutões para a frente, o segundo sobrou para Otávio à esquerda, que assistiu Corona dentro da área, para uma finalização em esforço. O Boavista respondeu logo de seguida e uma dupla defesa de Marchesín e Mbemba salvaram os portistas do empate.
Quase dez minutos depois, aos 57′, Sérgio Conceição resolveu o jogo com uma substituição. Tirou Uribe, colocou Luis Díaz em campo e levou Otávio para o meio-campo. A partir daí, viu-se um FC Porto muito mais perigoso, muito mais criativo e com definição de grande qualidade dos movimentos ofensivos. Aos 58′, na sequência de um livre direto, Sérgio Oliveira fez o segundo, com a bola a desviar na barreira e a trair Léo Jardim, e Marega terminou a contagem no Bessa.
Primeiro aos 66′, assistido com um passe por cima da defesa de Sérgio Oliveira, e depois ao 70′, na sequência de um livre estudado a dois toques, em que Otávio picou para Corona que, surpreendentemente sozinho no miolo da área, deu para Marega, que só teve de encostar.
A noite acabou em jeito de goleada no Bessa, com Luis Díaz, em cima do minuto 90′, a receber dentro da área de Manafá, a rodar e a rematar colocado, sem hipótese para o guarda-redes do Boavista. Estava fechado o dérbi e com números expressivos. Os azuis e brancos somam seis pontos e juntam-se a Santa Clara e Benfica na liderança do campeonato.
A FIGURA
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede
Sérgio Conceição – A vitória no dérbi teve mão de treinador. Sérgio Conceição tirou Uribe e colocou Luis Díaz em campo, trazendo Otávio e toda a sua criatividade para o miolo do terreno e desmontando, assim, a estratégia axadrezada, que estava confortável no jogo.
O FORA DE JOGO
Fonte: Liga Portugal
Boavista depois de sofrer o primeiro golo – O Boavista FC foi-se abaixo depois do primeiro golo e não soube responder à entrada de Luis Díaz e consequente mudança nas dinâmicas ofensivas portistas. As panteras abriram-se mais e o FC Porto marcou 5 golos.
ANÁLISE TÁTICA – BOAVISTA FC
Apesar das muitas caras novas no plantel, o Boavista já mostrou dinâmicas solidificadas, seja a nível defensivo ou ofensivo. Com um bloco fechado, os axadrezados pressionaram no meio-campo e apenas deixaram algum espaço nas laterais, por onde o FC Porto tentou ter sucesso.
A segunda parte trouxe um desfecho completamente diferente, nomeadamente a partir do minuto 57′. O Boavista desequilibrou-se com a entrada de Luis Díaz e passagem de Otávio para o centro e, com isso, foi apanhada em contra-pé pelo FC Porto, acabando com uma derrota pesada.
O FC Porto apresentou-se novamente num 4-3-3 com Marega sozinho na frente, de forma a dar a profundidade que lhe é caraterística. Pressionantes em todo o terreno, os dragões pecaram no momento da decisão na transição ofensiva, com o ataque preferencial pela ala direita a não dar frutos.
No segundo tempo, Conceição mexeu e a equipa ganhou mais criatividade no processo ofensivo, chegando à goleada. Destaque para Otávio, que rendeu muito mais no centro do terreno do que encostado à ala.
Sérgio Conceição: « É natural que o treinador queira sempre melhorar a equipa com jogadores de qualidade»
Boavista FC
Bola na Rede: A equipa desequilibrou-se após a entrada de Luis Díaz e com a consequente mudança do processo ofensivo do FC Porto. Acha que a sua equipa estava demasiado confortável?
Vasco Seabra: Após o primeiro golo , tivemos duas oportunidades claras de golo e podíamos relançar-nos no jogo. O FC Porto fez essa mexida e o Otávio adicionou criatividade no meio, mas sofremos o segundo golo por inconsistência nossa, isso afetou-nos e essa estabilidade emocional ainda é algo que vamos conseguir vencer, porque mesmo quando sentimos o 2-0, temos de ir à procura do golo. Não teve a ver diretamente com a substituição, mas teve a ver com as incidências depois do segundo, que nos distancia mais do jogo e que nos traz um pouco emocionalmente para baixo.
A CRÓNICA: BETIS X REAL MADRID, UMA PARTIDA DE LOUCOS
O jogo começou com os ânimos exaltados e com um vislumbre de golo por parte de Karim Benzema ao terceiro minuto da partida. Mas a decisão de Ricardo de Burgos Bengoetxea é cristalina e o atacante francês vê o golo anulado.
Ainda na primeira parte, o francês não desiste e continua o trabalho árduo de colocar o Real Madrid na liderança. Federico Valverde estreia o marcador, após o remate para o canto da baliza de Joel Robles.
Estava feito o 0-1 no Estádio Benito Villamarín. O Real Madrid permanece por cima do jogo (com mais posse de bola e remates) durantes os primeiros 20 minutos da partida. Eis que se sucede o auge do Bétis, que desperta de forma soberba, igualando o marcador com o cabeceamento de Aissa Mandi, posicionado de forma dificílima para finalização. Felizmente, a tarefa é executada com sucesso. Apenas dois minutos depois, aos 37’, William Carvalho aumenta a vantagem da equipa da casa com um remate à entrada da grande área.
O internacional português leva o Bétis com vantagem no marcador para o intervalo na cidade de Sevilha.
No início da segunda parte, na tentativa de intercetar um passe da equipa adversária, Emerson coloca a bola dentro da própria baliza e acontece o inédito empate entre as duas equipas.
O resultado ficou ditado pela mão de um dos jogadores do Bétis, que reverteu em grande penalidade para a equipa visitante. Sergio Ramos não hesita e coloca a equipa madridista a vencer a partida frente aoReal Bétis Balompié, que se vê cair para a segunda posição da tabela classificativa,.
Karim Benzema – Implacável desde o primeiro minuto, tentou colocar o Real Madrid em superioridade desde que viu um golo anulado. Correu atrás da bola e obteve todo o mérito do primeiro golo, com um trabalho soberbo e digno de espectadores no estádio para receber o devido reconhecimento. Karim Benzema continua a saber a fórmula para entrar na baliza do Real Bétis.
Emerson – É pouco culpado no que diz respeito ao auto-golo na segunda parte da partida, mas teve um comportamento irracional que prejudicou a qualidade do jogo e, principalmente, da equipa do Bétis, que ficou em campo durante meia hora de jogo com menos uma peça fundamental, o que obrigou a substituições desnecessárias.
ANÁLISE TÁTICA – REAL BÉTIS BALOMPIÉ
O técnico Manuel Pellegrini decide manter o onze inicial, apresentando o mesmo esquema de 4-2-3-1 do último jogo frente ao Real Valladolid CF, alterando apenas o avançado Iglesias pelo colega de equipa e de posição Sanabria.
ONZE INCIAL E PONTUAÇÕES
Bartra (6)
Canales (5)
William Carvalho (9)
Emerson (2)
Fekir (5)
Joaquin (6)
Mandi (6)
Alex Moreno (6)
Joel Robles (4)
Guido Rodriguez (5)
Sanabria (6)
SUBS UTILIZADOS
Tello (6)
Montoya (5)
Loren (5)
ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID FC
Ao contrário do técnico do Bétis, Zinedine Zidane opta por mudar a tática do último jogo e aposta num confortável 4-4-2, com Casemiro, Kroos, Valverde e Odegaard no meio campo e Benzema e Jovic mais avançados no terreno. Junior Vinicius e Rodrygo iniciam a partida no banco de suplentes.
O MotoGP chegou à Catalunha, mais propriamente ao circuito de Circuit de Barcelona-Catalunya. Num fim de semana solarengo, as Yamaha quiseram trazer a forma da Itália, e nos treinos livres dominaram novamente. Parece que há umas semanas andávamos nós a tentar perceber como é que a marca japonesa ia resolver o problemas das válvulas do motor. Hoje, parece resolvido.
Assim, na Q1, nenhuma Yamaha marcou presença. As honras de disputar um lugar entre os melhores ficaram para Jack Miller e Takaaki Nakagami. O japonês viu também regressar o seu companheiro de equipa, Cal Crutchlow, mas o britânico não foi além da 16º posição.
Na Q2, a luta pelas primeiras posições pertenceu às Yamaha e a mais ninguém. Franco Morbidelli conseguiu, desde cedo, colocar um tempo rápido no quadro. No fim, foi mesmo o mais rápido, conseguindo a primeira pole position da carreira, após também ter conquistado a primeira vitória no Grande Prémio de São Marino. Atrás de Morbidelli, Fabio Quartararo quis colocar as más exibições para trás e ficou a apenas duas décimas, com Valentino Rossi a completar a primeira fila da grelha para o construtor do diapasão.
Maverick Vinales, que vem da sua primeira vitória a semana passada, completou a qualificação na quinta posição. Entre os pilotos da Yamaha ficou a melhor das Ducati, Jack Miller. Numa pista com retas longas, as Ducati aproveitaram para chegar-se mais à frente, com Johann Zarco a fechar a segunda linha da grelha de partida.
Apesar de a Ducati estar quase sempre no topo das tabelas de velocidade de ponta, na equipa oficial é mais um fim de semana para colocar de fora, ou não. Andrea Dovizioso vai sempre pontuando e vai mantendo viva a esperança do campeonato, mas a Desmosedici GP20 continua pouco competitiva. Danilo Petrucci foi o melhor em 9º, enquanto Dovizioso foi 17º.
Na KTM, a sorte não esteve com Miguel Oliveira. O piloto português começou bem o fim de semana na Catalunha, apurando-se para a Q2 diretamente, mas, na sessão de qualificação, perdeu a frente da RC16 e caiu. Ainda conseguiu andar, mas não foi além da 12º posição. Da marca austríaca, que também utiliza a velocidade de ponta neste circuito, Pol Espargaró foi o melhor na sétima posição.
Por fim, a notícia do fim de semana: Valentino Rossi vai estar na grelha em 2021 com uma Yamaha… até aqui nenhuma surpresa. Agora, em 2021, o experiente italiano estará na Yamaha Petronas, com apoio e uma moto de fábrica. Pode ser também um indicador para a fábrica japonesa começar a olhar mais para a Petronas? Espero que sim, com os contratos das equipas satélites a acabaram daqui a uns tempos!
A CRÓNICA: SHOW DE OPORTUNIDADES DESPERDIÇADAS DÁ, AO MENOS, UMA VITÓRIA
Foi com um Estádio da Luz completamente vazio, devido às contingências da COVID-19, que, provavelmente, Rúben Dias se despediu com a camisola do SL Benfica. A braçadeira de capitão que levava no seu braço indicava que seria um fim de ciclo, mas ainda faltavam 90 minutos para se jogar e para se perceber se a transferência ia mesmo acontecer.
O Moreirense FC queria voltar a ser um pesadelo para os encarnados na caminhada da Liga no Estádio da Luz. Porém, as poucas opções no plantel deram-nos uma equipa mais na expetativa – fechados na sua área – e na tentativa de um contra-ataque para chegar ao golo. Foram 21 minutos de puro sufoco do SL Benfica, até Rúben Dias marcar o primeiro da partida. A subida ao 4.º andar sem elevador deixou os restantes jogadores pregados ao chão e nem Pasinato foi suficiente para travar o cabeceamento.
Remates? «E não são poucos, não é? Bastantes!». Era este o cenário nos primeiros 45 minutos. Remates, remates e remates. Eficácia? Quase nula, não fosse o golo dos encarnados. Chegávamos, assim, ao intervalo com apenas 1-0 a favor do SL Benfica. Jorge Jesus tinha muito para dizer no balneário, sobretudo, dizer aos seus jogadores para acertarem na baliza, porque oportunidades eram muitas.
Na segunda parte, manteve-se tudo igual. Os encarnados continuavam no domínio do jogo e os cónegos estavam recolhidos na sua metade do campo. Os remates eram muitos, mas a pontaria tinha ficado no balneário. Waldschmidt ainda teve a baliza à espera que a bola embatesse nas suas redes, mas um corte na linha disse “não” ao segundo golo.
Foi preciso entrar Seferovic – sim… Seferovic – para vermos novo golo do SL Benfica. Grande trabalho de Darwin Nunez na direita para depois só ter de fazer um passe que tinha como destino o pé do suíço. O jogo acabou mesmo com a vitória por 2-0 do SL Benfica e não houve muito mais para contar naquele que foi um autêntico show de oportunidades falhadas. O SL Benfica vence, faz seis pontos na Primeira Liga e despede-se de Rúben Dias, que está de saída para o Manchester City FC.
A FIGURA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Rafa – Sem grandes destaques ao longo da partida, foi o jogador mais ativo durante todo o jogo. Foi a atacar e a defender… houve sempre presença do jogador português na partida. O lado direito era todo seu e conseguia encontrar, normalmente, Waldschmidt para que este, numa posição mais favorável, conseguisse rematar mais solto. Pasinato, guarda-redes do Moreirense FC, esteve também muito bem e também merece um destaque.
O FORA DE JOGO
#SLBMFC | 1-0 | ⏱ 59′ Waldschmidt!! Darwin isola-se e oferece o 2.º ao alemão, mas a defesa do Moreirense retira perto da linha de golo. pic.twitter.com/mz5EIhMwY0
Eficácia do SL Benfica – Foram apenas dois golos, mas podia ser muito mais. Um resultado que só não foi avolumado, porque os jogadores encarnados estavam com a pontaria completamente desafinada. Na primeira parte, esta lacuna foi muito mais notória visto que a equipa criava muitas oportunidades, mas na hora da verdade a bola não seguia nem sequer para um remate enquadrado.
ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA
No esquema apresentado, a Liga dava conta de um 4-3-3. Contudo, os encarnados apresentaram-se mais uma vez o 4-4-2 habitual, com Pizzi no meio, Rafa e Everton a extremos e Waldschmidt no apoio ao ponta de lança Darwin. A única alteração a ter em conta foi a entrada direta de Pizzi para o lugar do lesionado Adel Taarabt. Os restantes jogadores a terem a confiança de Jorge Jesus, que o impressionaram em Famalicão com uma vitória por 5-1.
A aposta pela profundidade foi um grande fator nesta partida. Mesmo com o bloco muito baixo do Moreirense, os jogadores encarnados estavam a aproveitar bem esse espaço, principalmente Darwin, Waldschmidt e Everton. Havia também uma boa harmonia de Rafa, que ia dando qualidade à faixa direita. Chiquinho, como Jesus já tinha dito, ocupou o lugar no meio campo e até se deu muito bem a jogar nestas zonas. A entrada de Seferovic permitiu que Darwin jogasse mais solto e permitiu haver presença na área
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Odysseas Vlachodimos (5)
Grimaldo (5)
Vertonghen (5)
Rúben Dias (7)
André Almeida (5)
Gabriel (6)
Pizzi (6)
Rafa (7)
Everton (6)
Waldschmidt (6)
Darwin (6)
SUBS UTILIZADOS
Seferovic (6)
Chiquinho (5)
Pedrinho (-)
Weigl (-)
Nuno Tavares (-)
ANÁLISE TÁTICA – MOREIRENSE FC
Em equipa vencedora não se mexe, e Ricardo Soares veio a jogo com o mesmo onze que venceu na jornada passada o SC Farense. Num 4-4-2, a equipa de Moreira de Cónegos vinha à Luz com a intenção de querer roubar pontos – como já tinha acontecido nos últimos dois encontros entre águias e cónegos -, mas de manter uma identidade própria e «sem pôr o autocarro à frente da baliza». Contudo, vimos uma equipa muito limitada devido às lesões dos seus jogadores e apenas com seis suplentes.
Apenas Fábio Abreu ficou numa zona mais avançada, e a restante equipa esteve toda recolhida no seu meio campo, fazendo uma espécie de 5-1-3-1. A tentativa de conseguir sair em contra-ataque rápido estava a ser completamente anulada pelo meio campo do SL Benfica e as oportunidades que a equipa ia tendo não estavam a sair. A criatividade dos cónegos era inexistente.
AS Roma e Juventus FC têm encontro marcado para este domingo à noite, naquele que será o jogo de cartaz da segunda jornada do campeonato italiano. Afinal de contas, não há dúvida de que ambas as equipas estão entre os emblemas mais icónicos de Itália, contando já com um longo historial de confrontos entre si em competições oficiais (embora internacionalmente nunca se tenham defrontado).
Na ronda inaugural, o conjunto orientado por Paulo Fonseca empatou em Verona, mas a utilização irregular de Amadou Diawara penalizou a Roma com uma derrota administrativa por 3-0. Já a equipa de Cristiano Ronaldo – comandada, agora, por Andrea Pirlo – derrotou a Sampdoria por 3-0 e persegue agora um inédito enacampeonato! Independentemente disso, o objetivo será o mesmo para ambos os clubes: vencer.
Desde grandes confrontos no desenrolar do campeonato a duelos decisivos em eliminatórias de taças e a jogos que decidiram campeonatos, recordamos os cinco jogos mais épicos entre os dois clubes no presente século. Lembras-te de algum?
A CRÓNICA: HABEMUS HÓQUEI, MAIS DE SEIS MESES DEPOIS
O Pavilhão da Luz recebeu, este sábado, o primeiro toque de stick, e os patins rolaram para o início da nova temporada da I Divisão do hóquei em patins português. O encontro que abriu as hostilidades foi logo um clássico da modalidade entre o SL Benfica e o FC Porto. No final do jogo, o placard marcava o resultado de 7-3.
Nos primeiros minutos, as duas equipas estavam pouco atrevidas. Águias e os dragões limitaram-se a estudar as estratégias contrárias e criaram poucas oportunidades. Apesar disso, aos seis minutos, Valter Neves quebrou o gelo e marcou o primeiro golo da nova temporada.
Depois de estarem em desvantagem, os azuis e brancos podiam ter chegado ao empate em diversas ocasiões, mas encontraram um Pedro Henriques inspirado na baliza encarnada. Entretanto, no espaço de dois minutos, Gonçalo Pinto bisou e estendeu a vantagem do SL Benfica na partida.
Ainda antes do intervalo, o FC Porto reduziu pelo intermédio de Xavi Barroso, mas Lucas Ordoñez voltou a colocar a diferença nos três golos. Os primeiros 25 minutos foram recheados de ação das duas equipas, com o resultado fixado no 4-1 a favorecer a equipa da casa.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
A segunda parte começou como terminou a primeira: com o domínio dos lisboetas. Carlos Nicolia fez o quinto golo e expôs ainda mais as dificuldades dos portistas na abordagem ao jogo. O sexto chegou pela batuta de Lucas Ordoñez, que bisou com um golo que levantaria o pavilhão caso houvesse público nas bancadas.
Pouco depois, foi a vez de Carlos Nicolia bisar. O FC Porto fechou o resultado marcando o segundo e terceiro golos pelos sticks de Xavi Barroso (que também bisou) e Gonçalo Alves. Os 50 minutos do jogo foram marcados pelo domínio da equipa da casa e as lacunas dos visitantes, que nunca estiveram em vantagem na partida.
Pedro Henriques – O guarda-redes do SL Benfica garantiu a vantagem nos primeiros minutos do jogo e lançou a sua equipa para a grande vitória que foi adquirindo no encontro. Dois dos golos que sofreu foram já nos momentos finais e não mancham a grande exibição que fez. Menção honrosa para Carlos Nicolia e Lucas Ordoñez.
O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Exibição do FC Porto – Os primeiros momentos de jogo prometeram muito, mas os dragões não estiveram inspirados durante todos os 50 minutos. O resultado desnivelado foi o espelho da falta de qualidade e a pouca ambição dos visitantes.
ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA
Os encarnados atacaram sempre com três homens, deixando um defesa pronto para qualquer contra-ataque. Na parte defensiva, a pressão foi uma constante durante todo o jogo. Começaram a vencer bastante cedo, e, apesar de sofrerem golos, contaram com uma exibição inspirada do guarda-redes a ajudar na vitória folgada.
CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES
Pedro Henriques (8)
Diogo Rafael (7)
Lucas Ordoñez (8)
Carlos Nicolia (7)
Valter Neves (7)
SUBS UTILIZADOS
Danilo Rampulla (-)
Eduard Lamas (6)
Gonçalo Pinto (8)
Sergi Aragonez (-)
ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO
A pouca pressão aos jogadores encarnados foi fatal. A defesa acabou por ser a chave da goleada, mas, mesmo na vertente ofensiva, faltaram argumentos para combater a excelente exibição adversária. Gonçalo Alves e Xavi Barroso foram os mais interventivos na equipa de Guillem Cabestany.
A CRÓNICA: SC COVILHÃ FEZ POR MERECER A REVIRAVOLTA NA SEGUNDA PARTE
Um jogo entre duas equipas com um início de campeonato muito diferente. Nas três jornadas anteriores, o Sporting Clube da Covilhã ainda não tinha somado qualquer ponto e viu a saída do técnico de Daúto Faquirá, depois do última partida frente ao FC Vizela, a meio da semana. Capucho estrou-se ao comando técnico dos serranos. Já o Varzim SC ainda não tinha perdido e somava cinco pontos na Segunda Liga.
A equipa varzinista começou o jogo com mais posse de bola, mas sem criar perigo à baliza de Léo.
No entanto, a primeira oportunidade foi para os da casa à passagem dos dez minutos da partida. Num canto marcado do lado direito, Areias, perto do segundo poste livre de marcação, cabeceou por cima da baliza do Varzim.
O jogo ficou mais equilibrado, com alguns cantos concedidos por cada uma das equipas, mas sem momentos de verdadeiro perigo. No entanto, o golo acabou por chegar.
Aos 17 minutos, George Ofosu correu pelo lado direito do ataque do Varzim e, no vértice da área, disparou cruzado para o canto superior esquerdo da baliza. Sem hipótese para Léo Navacchio.
O Sporting da Covilhã tentou reagir, mas sem efeitos práticos. Gui, aos 21, e Enoh, aos 28 minutos, tentaram em combinações com Banguera visar a baliza de Ricardo, mas sem qualquer perigo.
Com o jogo dividido a meio campo, vários minutos passaram sem oportunidades para as duas equipas.
Aos 38 minutos, Enoh fez um cruzamento-remate do lado direito do ataque serrano diretamente para as mãos do guarda-redes adversário.
O momento em que a equipa da casa esteve mais perto de marcar foi à beira do intervalo. Banguera novamente soltou para Gleison, que, perto da grande área, fez um disparo que obrigou Ricardo a desviar por cima do travessão.
A equipa da casa entrou determinada a empatar a partida, e esteve perto. Aos dois minutos da segunda parte, Banguera marcou o livre do lado esquerdo diretamente para a grande área varzinista, onde Filipe Cardoso antecipou-se à defensiva do Covilhã e cabeceou para a defesa incompleta de Ricardo.
Aos cinco minutos da etapa complementar, uma combinação entre Gui e Enoh, podia ter deixado o avançado camaronês isolado frente a Ricardo. Valeu o corte em carrinho do lateral do Varzim, Tiago Cerveira.
Gleison tentou a sorte de fora da área aos 8 minutos da segunda metade, mas saiu ainda longe da baliza.
O Varzim começou então a dividir mais a posse de bola, com o jogo a entrar num ritmo mais monótono e sem perigo para nenhuma das balizas. Os dois técnicos aproveitaram este período para as substituições. O Covilhã fez entrar Léo Cá e Daffé para as saídas de Gleison e Areias. Já Paulo Alves fez entrar Stanley para o lugar do apagado Yusuf.
O empate chegou à passagem dos 23 minutos da segunda metade. Canto curto, Banguera passou a Gui, que cruzou para Filipe Cardoso mais alto do que todos os outros a cabecear a bola para dentro da baliza junto ao poste direito. O guarda redes forasteiro ainda tocou na bola, mas o árbitro não teve dúvidas a assinalar o golo do Sporting da Covilhã.
O empate acordou a equipa da casa que voltou a estar mais perto da baliza de Ricardo, através, sobretudo, das laterais. Aos 41 minutos da segunda parte, os serranos viraram mesmo o resultado. Léo Cá cruzou rasteiro para centro da grande área do Varzim, com André Micael a desviar para a baliza perante a pressão do ponta de lança Daffé. O técnico do Varzim deixou então “meter a carne toda no assador”. A Irobiso no ataque que já tinha entrado antes do segundo golo dos da casa juntaram-se Lessinho e Renteria.
No entanto, a equipa da casa manteve a organização defensiva nos últimos minutos perante a pressão do Varzim. Já nos descontos, Lessinho rematou rasteiro fora da área perto do poste esquerdo da baliza de Léo.
Apesar do ligeiro ascendente do Varzim na primeira parte, o Sporting da Covilhã fez por merecer a vitória e somar os três primeiros na Segunda Liga. O Varzim somou a primeira derrota.
A FIGURA
Fonte: SC Covilhã
Edwin Banguera – O lateral pode não ter marcado, mas foi o elemento que lançou mais vezes os ataques da equipa da casa. O colombiano assistiu de livre Filipe Cardoso, que cabeceou para o empate na partida. Merece continuar no onze.
André Micael – A dupla de centrais não esteve totalmente segura a nível aéreo durante todo o jogo. No entanto, só na segunda parte é que os resultados ficaram à vista no primeiro golo do Covilhã. Já no segundo, André Micael acabou por desviar para a baliza ao tentar que a bola não chegasse a Daffé.
ANÁLISE TÁTICA – SC COVILHÃ
Capucho optou por um esquema diferente de Daúto Faquirá, com várias alterações no onze. Um esquema de 4x4x2 com Banguera como novidade no lado direito da defesa. Filipe Cardoso juntou-se a Gilberto no meio campo para equilibrar, com Gleison e Gui mais adiantados a apoiarem Areias e Enoh. Assim, a tática por vezes alterava para 4X2X4 durante o momento ofensivo dos serranos.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Léo Navacchio (7)
Edwin Banguera (8)
Jaime Simões (7)
André Almeida (7)
Jean Philippe (7)
Gilberto (7)
Filipe Cardoso (8)
Gleison (6)
Gui (7)
Lewis Enoh (6)
Rui Areias (6)
SUBS UTILIZADOS
Léo Cá (7)
Daffé (7)
João Cardoso (-)
Joel Vital (-)
ANÁLISE TÁTICA – VARZIM SC
Paulo Alves manteve o 4x3x3 com duas alterações no onze: o central Douglas e para o meio campo o ex-FC Porto B, Rui Moreira. Com uma unidade fixa no centro do ataque, Yusuf, a equipa apostou sobretudo nos flancos. Fatai e Ofosu exploraram os corredores com a sua velocidade.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ricardo (6)
Tiago Cerveira (6)
André Micael (5)
Douglas (6)
Rui Silva (6)
Temberg (6)
Rui Moreira(6)
André Vieira (7)
Fati (7)
George Ofosu(7)
Yusuf (6)
SUBS UTILIZADOS
Stanley (6)
Irobiso (6)
Lessinho(-)
Rentería(-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Varzim SC
BnR:O Varzim veio para o jogo com o objetivo de o dominar?
Paulo Alves: Nós queríamos ter o controlo, mas sabíamos que o Covilhã iria reagir na segunda parte. Tivemos um bom controlo do jogo na primeira parte. Apesar dos alertas, a equipa jogou apenas com o relógio, à espera que o tempo fosse passando. Devíamos ter sido mais objetivos na procura do segundo golo.
SC Covilhã
BnR: Como foi preparar o jogo num espaço tão curto de tempo [só preparou um treino da equipa]?
Capucho: Tentei não alterar o contexto coletivo. Meter os jogadores nas posições normais deles. Alterei três ou quatro posições porque conheço os jogadores. Dei um bocadinho de experiência à equipa, e a equipa deu uma boa resposta. Aquilo que digo àqueles que não jogaram é que, se quiserem jogar, têm de estar preparados para quando surgir a oportunidade, como aqueles que o fizeram este jogo. Entraram, reforçaram e deram frescura à equipa. A equipa ficou melhor com a entrada deles.
Estamos no fim-de-semana do Grande Prémio da Rússia, na pista de Sochi que traz aos fãs uma sensação de desprezo ou apenas indiferença. Não é o circuito mais entusiasmante, e tem sido, nas últimas seis temporadas, uma fortaleza da Mercedes. Este ano, esse caminho não parece mudar, com Lewis Hamilton (Mercedes) a garantir a sua 96.ª pole position da carreira, sendo que se encontra cada vez mais próximo do recorde de 91 vitórias de Michael Schumacher, que pode ser igualado já amanhã. O britânico passou quase todas as sessões atrás do colega de equipa Valtteri Bottas, mas, na hora da verdade, foram mais de seis décimos de diferença entre os dois pilotos. Hamilton ainda apanhou um susto, após o aparatoso acidente de Sebastian Vettel (Ferrari), que trouxe a bandeira vermelha, com o piloto da Mercedes a conseguir realizar a sua volta na Q2 a apenas um segundo do final da sessão.
Bottas ficou atrás do britânico, mas não foi a habitual dobradinha alemã. Desta vez, vemos Max Verstappen (Red Bull) «ensanduichado» entre os dois, o que poderá criar alguma intriga na corrida de um quilómetro da linha da meta à primeira curva. O piloto da Red Bull nunca esteve muito próximo durante os treinos, sendo que este aparentava ser mais um fim-de-semana difícil para a equipa austríaca. Porém, na qualificação, o “Leão Holandês” conseguiu tirar tudo do carro para começar lado a lado com Hamilton. Do outro lado da garagem, Alexander Albon volta a deixar muito a desejar, após o pódio em Mugello. Desta feita, fica a perto de 1,2 segundos do colega de equipa, começando na 10.ª posição. Os problemas de qualificação de Albon continuam sem resposta.
Os “Pantera Cor-de-Rosa” da Racing Point mostraram um bom ritmo durante os treinos, em particular Sergio Perez, que, na qualificação, apesar de não ter as novas evoluções que Lance Stroll recebeu, conseguiu uma fantástica quarta posição, que acabou por surpreender quem esperava ver por aí um carro amarelo. Já Stroll teve problemas mecânicos mesmo antes do recomeço da sessão após a bandeira vermelha no Q2, e acabou por ter de desistir, começando em 13.º.
O carro amarelo que mencionei anteriormente foi o Renault de Daniel Ricciardo, que, a certo ponto, aparentava estar preparado para subir um dos degraus do pódio. Durante os treinos, Ricciardo e Esteban Ocon mostraram sempre um excelente ritmo, e, até à última volta da qualificação, pareceram sempre os “melhores dos outros”. Contudo, Ricciardo irá começar a corrida em quinto e Ocon em sétimo.
Para os outros motores Renault em competição, ou seja, McLaren, vimos mais uma sessão dentro do expectável perante o que demonstraram nos treinos. É um carro competitivo, que, mantendo as posições na primeira volta, tem tendência a tornar-se muito rápido no final da corrida, quando há menos combustível. Carlos Sainz continua a recuperação do início do ano mais tímido: começará em sexto, com Lando Norris em oitavo.
Os Alpha Tauri voltam a ser o “próximo carro”, com Pierre Gasly mais uma vez a colocar-se no top 10, em nono, bem distante do colega de equipa Daniil Kvyat, que, a jogar em casa, não foi além de 12.º. A Scuderia Ferrari continua a campanha sofrível que marca este ano, desta vez com os dois carros fora do top 10. Uma desilusão, tendo em conta que nos treinos mostraram ritmo para chegar à Q3. Sebastian Vettel, como já foi referido bateu muito forte à saída da curva quatro, começando em 15.º, e Charles Leclerc, apesar de conseguir mais uma volta, não vai além de 11.º.
Das peças finais do puzzle que é a grelha de partida, apenas George Russell (Williams) conseguiu chegar à Q2, com os suspeitos do costume da Haas, Alfa Romeo e o outro carro da Williams a preencher o final da grelha.
Sochi não tem por hábito dar corridas interessantes aos fãs de Fórmula 1, e, na análise de ritmo de corrida, os Mercedes estão, mais uma vez, muito acima de qualquer outro pretendente. Dito isto, os primeiros 20 segundos da corrida geralmente são essenciais, com a gigantesca reta até à primeira curva, e onde já vimos que ter pole position pode até ser prejudicial. De relembrar que no ano passado, Sebastian Vettel passa de terceiro para primeiro nessa mesma reta, e liderou grande parte da corrida até o motor Ferrari morrer. Este domingo, não veremos isso com carros vermelhos, por razões óbvias, mas pode significar uma oportunidade de ouro para Sergio Perez ou Valtteri Bottas aproveitarem o vácuo criado pelos dois homens da frente. Max Verstappen também começa na frente, e pode levar a uma batalha interessante com Lewis Hamilton.
Se tal não acontecer, e Lewis Hamilton voltar a passear para a vitória, serão 91 vitórias na carreira e mais um recorde de Michael Schumacher derrubado. Eu não me importo com isso – algum dia teria de acontecer-, mas espero que não seja tão fácil assim.