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Yacine Brahimi: Rumor ou realidade?

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“Brahimi, Brahimi, Brahimi”, é este o cântico que muitos adeptos portistas podem voltar a entoar caso se confirme o possível regresso do extremo argelino ao FC Porto.

Nos últimos tempos, tem circulado a informação de um eventual regresso de Brahimi ao Dragão. Trata-se de uma bomba de mercado e de um possível regresso que não era de todo esperado. Mas desenganem-se aqueles que pensam que já se trata de uma realidade assegurada. Creio que não passa apenas de um rumor que ainda não tem o fundamento necessário para se tornar certo.

Yacine Brahimi chegou ao FC Porto em 2014 e rapidamente mostrou que seria talvez o melhor desequilibrador do campeonato português dos últimos anos. Sabia passear com a bola nos pés e irritava profundamente qualquer defesa que o enfrentasse. Muitas vezes esse individualismo tornava-se excessivo, visto que o extremo argelino perdia bolas sem sentido por apostar num lance individual ao invés de passar a bola para um companheiro bem posicionado.

Não era, pois, um velocista, mas fazia o que queria com a bola colada nos pés. Os grandes golos também foram uma imagem de marca de Brahimi nas cinco épocas de dragão ao peito.

Estávamos perante um ídolo da massa associativa azul e branca. Ídolo esse que acabou por não renovar pelo FC Porto e saiu a custo zero para o Qatar (o que é incompreensível para a qualidade do futebol que apresentava). Será que o dinheiro acabou por falar mais alto?

A verdade é que parece que o jogador se tem mostrado arrependido da decisão e essa foi uma das razões pelas quais se tem falado insistentemente num regresso à Invicta. Brahimi marcou 13 golos em 22 jogos pelo Al-Rayyan SC. Não, não me enganei nos números. Mas será que alguém se importou com o que o argelino fez no Qatar? A resposta é óbvia: não!

Era mais que evidente que ao ir para um campeonato mais periférico, as atenções que antes Brahimi tinha já não as ia mais ter. Até poderia ter marcado um golo por jogo e mesmo assim ninguém dizia nada. Apesar disto, ressalvo que não deixam de ser extraordinários estes números, mesmo se tratando de um campeonato em que os índices competitivos são relativamente baixos.

Falando de novo neste eventual regresso (que pode não ser o único, dado a possibilidade de Hulk), volto a reiterar que ainda se trata apenas de um rumor criado por duas situações: o descontentamento de Brahimi face ao futebol do Qatar e o pedido dos ex-colegas de equipa na rede social “Instagram” num live, após a conquista da Taça de Portugal 2019/2020, em que todos pareciam estar em sintonia.

Um dado que também pode fortalecer este rumor foi a relação com Sérgio Conceição que sempre apreciou as qualidades do antigo número oito portista. Regressando ou não, não deixo de dizer que o seu “sucessor” Luis Díaz não desiludiu nada e conseguiu colmatar de forma perfeita a ausência do argelino. Mas se o negócio não se revelar prejudicial para o FC Porto, creio que seria um regresso interessante e que traria muita qualidade de novo para os dragões e para o futebol português.

Artigo revisto por Joana Mendes

Super Rugby Aotearoa: Crusaders sagram-se campeões

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O Super Rugby Aotearoa está decidido. Além do tricampeonato conseguido no Super Rugby, os Crusaders somam também a vitória nesta competição de cariz diferente do habitual. Desde o momento em que Scott Robertson assumiu o papel de treinador principal, a franquia de Christchurch venceu 59 dos 69 jogos realizados.

De modo a vencer a competição, os Crusaders tiveram de bater os Highlanders, que, apesar da derrota, conseguiram causar muitas dificuldades ao rival da ilha sul. Em termos defensivos, os Landers dominaram o breakdown, tendo Sio Tomkinson, Ash Dixon e Dillon Hunt sido as figuras principais neste capítulo, ao conquistar inúmeros turnovers. Além do mais, a sua line speed conseguiu, em certa medida, pressionar e limitar a utilização do espaço dos três quartos dos Crusaders, principalmente nos primeiros quarenta minutos.

As únicas oportunidades de que o conjunto da casa dispôs na primeira parte surgiram de um jogo ao pé excessivo por parte do par de médios dos Highlanders, pontapés esses que foram aproveitados pelo trio defensivo dos Crusaders para contra-atacar e ganhar metros.

Na segunda metade, viu-se um encontro jogado mais à mão, em que a linha de três quartos dos Crusaders fez a diferença nos 20 minutos finais. Depois da oportunidade desperdiçada de Bryn Hall, George Brigde conseguiu somar dois ensaios em tantos minutos, dificultando, deste modo, a tarefa do adversário, que se viu reduzido a 14 jogadores devido a uma carga alta e sem bola de Sio Tomkinson.

No capítulo da formação ordenada, os Highlanders, franquia com o pior registo da competição nesta fase estática, conseguiram equilibrar e conter o poderio do pack adversário. Crédito para a primeira linha da equipa de Dunedin que tinha vindo a mostrar algumas dificuldades neste aspeto do jogo.

Para conseguir o momentum shift, os Crusaders tiveram de se apresentar mais disciplinados na abordagem às diversas áreas do jogo nos segundos quarenta minutos. Além disto, a utilização mais eficiente da bola foi fundamental para conseguir reverter o resultado.

Sendo assim, a deslocação ao já esgotado Eden Park na próxima semana, em nada alterará as contas dos Crusaders neste Super Rugby Aotearoa. Já os Highlanders receberão os Hurricanes em Dunedin.

Foto de capa: Super Rugby

JJ e a (não) aposta na formação: Mito a combater ou realidade a retomar?

Não sei se já souberam, mas Jorge Jesus é o novo treinador do Sport Lisboa e Benfica. Se não sabiam, não se sintam ignorantes, foi, de facto, inaceitavelmente pouco noticiado esse regresso. Com Jesus, chegaram adjuntos em número suficiente para montar um Cirque du Soleil, dúvidas, especulações, críticas, mensagens de apoio e, ainda que poucas, algumas certezas.

A primeira, naturalmente, a de que as únicas pessoas que se previa que garantidamente receberiam Jorge Jesus em Lisboa de braços abertos seriam Luís Filipe Vieira e o Cristo-Rei (o de cá). A segunda, sem dúvida, a de que o clube da Luz iria atacar o mercado com força, mas também, espero, com alguma precisão. Consequentemente, há dois aspetos que emergem como relevantes.

O primeiro prende-se com o potencial êxodo de jogadores ligados contratualmente aos encarnados. Vários futebolistas de qualidade vão abandonar o clube, com o assumir do leme de JJ. Estou a brincar! Os futebolistas de qualidade vão ficar! Parabéns, Rú…Gri…Viní…Piz… Bom, se calhar, é melhor passar à frente.

Os jogadores que não demonstraram qualidade suficiente, esses sim, vão por certo receber guia de marcha da parte do mister campeão em título da Libertadores (aposto que também não sabiam isto, pois não?). Jogadores que já provaram o seu valor, mas que realizaram uma má época, vão poder mostrar-se a Jesus (o que quer dizer que o Gabriel só fica se passar a locomover-se em campo, no mínimo, com a mesma velocidade, vontade e energia de um condenado à morte a caminho da cadeira elétrica – o que já era uma mudança enorme!).

Chegamos ao segundo aspeto. Por entre entradas e saídas (com obrigatória desinfeção das mãos), onde ficam (ou para onde saem) os jovens da formação? Continuará a haver uma aposta na formação do Seixal? Ou o Seixal vai virar “Seixeles”, destino turístico apreciado por futebolistas ricos em pré-reforma (agora a sério, “anda para o SL Benfica, Cavani!” Juro que estou a citar…)?

Jovens como Gonçalo Ramos podem perder espaço com a chegada de nomes consagrados como Edinson Cavani

Há quem tenha uma resposta bem armada para esta questão, há quem não tenha. Há quem não duvide que as águias vão voltar ao paradigma que viveu na primeira passagem de Jesus pelo clube, há quem ache que talvez não seja bem assim. Espantem-se: eu acho que não será bem assim.

E-Prix de Berlim (Corrida 3 e 4): O caneco é do António!

Por António Félix da Costa não se vê foguetes, gente louca no Marquês ou nos Aliados, mas no que depender de mim, este é o momento desportivo do ano em Portugal. As corridas 3 e 4 já se realizaram, e a duas do fim, temos campeão português com um domínio absoluto de todos os pretendentes. Pelo meio e a merecer destaque, duas fantásticas corridas, como a Fórmula E tantas vezes nos dá.

CORRIDA 3: FÓRMULA E PARA INICIADOS

Da próxima vez que alguém me perguntar o que é que vejo de especial na Fórmula E, vou a correr mostrar esta prova. Aqui, viu-se praticamente tudo o que faz a Fórmula E especial. Uma fantástica luta pela liderança onde só no último centímetro da corrida deu para perceber quem iria vencer, o caos no pelotão e demonstrações de habilidade que provam que estes não são pilotos de segunda categoria.

Olhando para a corrida em concreto, Jean-Eric Vergne (DS Techeetah) reencontrou a forma de campeão, garantindo a pole position, com o seu colega de equipa e principal candidato ao título, António Félix da Costa a partir da nona posição.

A corrida em si já não foi tão famosa para Vergne, que apesar de liderar grande parte da mesma, se viu constantemente pressionado por Max Gunther (BMW), que tratou aquele primeiro lugar como um cão trata um osso, e nunca desistiu até tomar conta do mesmo.

O BMW i8 viu-se obrigado a vir à pista após um aparatoso acidente que retirou da corrida Sergio Sette Camara (Geox Dragon), James Calado (Jaguar) e Neel Jani (Porsche). Foi aqui que a corrida começou a apertar para Vergne, com a pressão vinda de trás da parte de Max Gunther.

Mais atrás a batalha por quarto era intensa, com António Félix da Costa a intrometer-se na mesma depois de começar em nono. O português acaba por sair por cima na situação, que ainda viu Stoffel Vandoorne (Mercedes) a retirar-se por um furo após um choque.

É mais ou menos nesta altura que Felipe Massa (Venturi) é penalizado com um Drive Through por causar uma colisão. Vou tirar só um momento para criticar esta penalização, porque quem viu o lance não é díficil perceber que o que causa a colisão é a forma extremamente agressiva como Lucas di Grassi (Audi) fecha a porta, e não um erro de Massa. Na melhor das hipóteses não deveria haver penalização, porque a agressividade extrema de di Grassi é que o prejudicou, como já fez por várias vezes. Como se diz em português, ser um piloto agressivo tudo bem, mas “à vontade não é à vontadinha”.

A batalha pela liderança tornava-se verdadeiramente intensa, com Gunther colado ao difusor traseiro de Vergne, e com maior percentagem de energia, o que lhe dava ainda maior vantagem sobre o francês. A 5 minutos do fim, Gunther finalmente consegue ultrapassar Vergne e parecia ser o momento de seguir em direção ao pôr-do-sol, até que, do nada, Robin Frijns (Virgin) decide tornar as coisas mais complicadas para o alemão.

O piloto da Virgin passa Vergne, e começa, durante as últimas voltas, a atacar incessantemente a liderança para a qual Max Gunther se esforçou tanto. O resultado final foi a vitória do alemão, contudo, pela margem mais pequena da história da Fórmula E, com apenas um décimo a separar os dois pilotos, que seguiam lado a lado na reta final. Vergne fechou o pódio, após ainda lidar com a pressão de António Félix da Costa, que se mostrava cheio de vontade de provar mais uma vez o champanhe. O português terminava em quarto com a mesma vantagem no campeonato de 68 pontos no campeonato, o que significava que, na corrida seguinte, apenas teria de bater os rivais diretos para se sagrar campeão.

As 3 estrelas que teimam em não brilhar nas suas balizas

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André Moreira – Passam os anos e uma das estrelas prometida não brilha, André Moreira, regressou ao Belenenses SAD com a intenção de, finalmente, conseguir afirmar toda a qualidade que já lhe fora vista, mas ainda não foi desta que provou o seu valor. Aos 24 anos, fica a pairar a dúvida, qual é o real valor de André Moreira?

Em 2019/20, ano em que, depois de uma sucessão de empréstimos malsucedidos pelo Club Atlético de Madrid, o guarda-redes conseguiu um novo começo que garantia a estabilidade necessária para crescer, em vários momentos fez da baliza uma fortaleza, e nesta “tenra” idade teria tudo para ser um dos portugueses com mais impacto da atualidade.

Porém, quando teve oportunidades de brilhar no XI comprometeu em diferentes ocasiões, conseguindo um record na Liga, de 15 jogos onde sofreu 22 golos e manteve a baliza livre em 4 dos mesmos. Cedo se percebeu que Koffi oferecia mais segurança, estas condições mantiveram a sua condição de suplente.

Os anos vão passando, a pressão é cada vez maior e as oportunidades em ligas de topo vão diminuindo consoante a idade, o diagnóstico sobre o seu potencial parece ser totalmente incorreto, com o acumular de épocas onde faz parte do lote de jogadores que desiludem.

5 avançados ‘flops’ que nunca marcaram pelo Sporting CP

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Com saudades do Liedson ou do Slimani? Até do Ricky van Wolfswinkel? Ou do Bas Dost? Pois bem, este artigo do Bola na Rede só vai piorar a situação! Apresentamos de seguida cinco avançados que passaram pelo Sporting CP sem fazer um único golo… E um deles nem chegou a jogar qualquer minuto.

As duas principais equipas a vencer a Liga Europa

Os quartos de final da Liga Europa arrancam hoje na Alemanha, e como é apanágio desta competição o equilíbrio é o denominador comum de todos os jogos. A dificuldade em selecionar as duas principais equipas favoritas à vitória final é muita, mas aceito o desafio e vou tentar explicar a minha seleção dos dois eleitos.

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O equilíbrio é de tal maneira forte, que existe sempre a forte possibilidade de uma das (ou até as duas) equipas que irei enunciar de seguida serem desde já eliminadas nos quartos. Confesso que embora a Liga Europa seja, sem dúvida, o parente pobre da Liga dos Campeões, sempre apreciei a mesma por proporcionar muitas vezes jogos mais interessantes até do que aqueles que vemos na liga milionária.

SL Benfica | Os 5 emprestados que poderão voltar do exílio

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Como diria a gíria popular portuguesa, “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Ora bem, com a chegada de Jorge Jesus para o comando técnico das águias, o técnico português terá uma palavra a dizer sobre a situação dos jogadores do SL Benfica que se encontram emprestados na temporada 2019/20.

Muitos são os jogadores que estão contratualmente ligados aos encarnados, mas que representam e atuam noutras equipas. Estes jogadores estão prontos para regressar ao SL Benfica para provarem a Jorge Jesus que merecem um lugar no plantel encarnado, no entanto, existe a grande probabilidade de nenhum se conseguir afirmar na turma de “JJ”.

Uns serão novamente emprestados, outros serão vendidos a título definitivo, enquanto outros até poderão ser relegados para a equipa secundária do Sport Lisboa e Benfica. Vejamos, assim, quais são aqueles que serão dignos de voltar a envergar o manto sagrado.

A epopeia de Iker Casillas no FC Porto: o adeus a uma lenda do futebol

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Esta semana Portugal e o mundo recebeu a notícia que era expectável há alguns meses – a oficialização do fim de carreira de Iker Casillas. O guardião espanhol anunciou através de um comunicado nas suas redes sociais o pendurar das luvas, agradecendo a todos os que estiveram presentes durante as 29 épocas como jogador de futebol. O FC Porto não foi esquecido na sua mensagem, mas certamente que Iker também não o será pelos adeptos portistas.

Viajemos até julho de 2015. Na primeira semana do mês, surge uma notícia nos meios de comunicação social portugueses que surpreendeu tudo e todos – Iker Casillas estava em vias de se transferir em definitivo do Real Madrid CF para o FC Porto. Para grande parte dos portugueses, era mais um rumor inventado que nunca iria acontecer.

Apesar de viver na altura um período conturbado no clube madridista, Casillas mantinha o estatuto de ser um dos melhores guarda-redes do mundo e quase que poderia escolher o clube onde queria jogar caso abandonasse a capital espanhola. Obviamente que o FC Porto não tinha o poder financeiro para contratar jogadores daquele calibre, mas uma réstia de esperança nasceu quando se soube que o “portero” aceitaria reduzir o seu salário e uma parte deste seria, inicialmente, comparticipado pelos merengues.

No dia 11 de julho de 2015 viria a oficializar-se a transferência e aí o sonho tornou-se realidade. Muitos disseram que estava em declínio. Outros tantos vibraram com a hipótese de ver um ídolo a jogar pelo clube do coração. Certo é que Casillas veio para ficar e ficou na história do clube. Apesar de apenas ter vencido apenas um campeonato e uma supertaça pelos dragões, Casillas conquistara algo ainda mais importante – o carinho e a afeição de um povo e de uma cidade. O próprio declarou-se e rendeu-se à cidade Invicta.

No entanto, o dia 1 de maio de 2019 veio marcar pela negativa a carreira de “San Iker”. O guarda-redes sentiu-se mal durante o treino semanal do FC Porto e foi necessário o internamento no hospital da CUF Porto. Veio-se a saber que sofrera um enfarte de miocárdio agudo. Felizmente Iker conseguiu superar esse susto, mas impediu-o de voltar aos relvados. Dois meses depois era anunciado que faria parte da estrutura do FC Porto, podendo ajudar o clube de outra forma.

Ao todo, na sua passagem pelo FC Porto, completou 156 jogos em que apenas sofreu 116 golos. Contudo, nem só de números vive Casillas, mas sim também de defesas vistosas e quase impossíveis. Os dois clássicos frente ao SL Benfica na sua primeira época são exemplo disso, assim como o golo impedido ao Sporting CP no último minuto do jogo no Estádio do Dragão em 2017.

Os adeptos portistas e, certamente que todos os portugueses, estarão gratos por tudo aquilo que Casillas contribuiu para o futebol português. Um atleta que sabe estar no desporto rei e que é um verdadeiro senhor dentro e fora dos relvados. Por isso mereceu erguer a Taça de Portugal no passado domingo, mesmo sem ter jogado uma única vez durante esta época. Gracias, Iker!

Stiven Mendoza: uma opção para o ataque de Sérgio Conceição?

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Entramos oficialmente na chamada silly season do futebol quando os jornais e restantes órgãos de comunicação social associam todos os jogadores possíveis aos três grandes. O rumor mais recente e com mais força para o FC Porto é Stiven Mendoza. É internacional colombiano e pode jogar tanto na ala como na frente de ataque.

Muito se tem falado do que pode acontecer aos jogadores que podem jogar na frente de ataque dos Dragões. Não parece que haja algum jogador que possa atuar nessas posições que tenha o lugar absolutamente garantido. Zé Luís parece ser o mais provável a sair, tendo perdido o lugar até para Fábio Silva neste final de campeonato. Ainda começou bem o campeonato, mas depois baixou muito de forma e não mostrou ser um jogador ao estilo de Sérgio Conceição, parecendo muitas vezes desconcentrar-se a meio de jogos.

Mesmo Soares, que foi titular no final do campeonato, tem sido muito associado a outros clubes e pode estar na porta de saída. Dessa forma, Mendoza pode muito bem ser uma boa opção. É muito rápido, tem alguma qualidade no drible e gosta de enfrentar os adversários no um para um. Tem algumas falhas na tomada de decisão, como muitos jogadores do seu estilo de jogo e não tem grande margem de progressão tendo em conta que tem já 28 anos.

Ainda assim, é um jogador que encaixa de certa forma com o estilo de jogo de Sérgio Conceição e não terá um custo muito elevado, segundo a imprensa nacional e internacional que noticia o interesse dos Dragões. É jogador do Amiens, que desceu agora de divisão, o que pode facilitar a mudança. Já jogou pelo Brasil, não tendo grande sucesso por lá. Destacou-se mais quando jogar na Primeira Liga Indiana quando marcou 13 golos em 16 jogos ao serviço do Chennai.