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Francisco Trincão | Um génio do SC Braga no pós-Amorim

O jogo de abertura da jornada 24 ficou marcado por mais uma noite inspirada de Francisco Trincão. A partida colocou frente a frente SC Braga e Portimonense SC, dois conjuntos em momentos de forma muito diferentes. A equipa da casa, depois de uma semana agitada marcada pela troca de técnicos levada a cabo por António Salvador, procurava dar sequência aos resultados positivos na liga na luta pelo terceiro lugar do pódio, agora sob as ordens de Custódio, perante uma equipa orientada por Paulo Sérgio que não vencia há onze jornadas, estando por isso desesperada para pontuar e escapar assim aos lugares de descida.

De destacar mais uma exibição de grande nível do jovem português – Francisco Trincão. A qualidade em cada lance colocam-no num patamar superior. No jogo ontem à noite esteve em todo o lado. Fez o primeiro golo e esteve nos outros dois, numa exibição de alto quilate. Saiu por volta dos setenta minutos para a grande ovação da noite.

Por outro lado, tivémos o capitão do Portimonense que foi a cara do desacerto dos homens da defesa no jogo desta noite. Foi da sua má abordagem perante Paulinho que resultou no primeiro golo do Braga e que dificultou ainda mais a tarefa da sua equipa. O Braga marcou três golos e teve ainda três bolas nos ferros, o que demonstra bem as fragilidades reveladas.

Custódio manteve o esquema implementado com sucesso por Rúben Amorim e que tão bons resultados tem trazido à equipa do Braga. Os princípios de jogo mantiveram-se com o Braga sempre muito dinâmico a circular bem a bola e com uma defesa alta que permitia recuperar o esférico praticamente na linha de meio-campo. A equipa controlou o jogo com bola, foi criando oportunidades enquanto não permitia qualquer veleidade a uma equipa do Portimonense sem argumentos para mais. Destaque para o papel de Francisco Trincão na manobra ofensiva da equipa, na forma como se envolve com os companheiros e é responsável por grande parte dos lances de perigo do conjunto minhoto.

Já a equipa de Paulo Sérgio passou a ideia de que vinha tentar aguentar o resultado. Foi curto. Desde cedo que o Braga encontrou formas de ultrapassar a frágil defesa do Portimonense. Falhas individuais, posicionamentos incorretos, a que se juntou uma incapacidade gritante para ter bola tornaram a turma de Portimão uma presa fácil no jogo desta noite. Os homens que entraram na segunda parte agitaram com o jogo, contudo revelaram-se incapazes de mudar o rumo de uma partida sentenciada desde muito cedo. O conjunto orientado por Paulo Sérgio tem que fazer muito melhor para garantir a manutenção na primeira liga.

Os minhotos foram dominando o encontro, instalados no meio campo defensivo do Portimonense e a conseguirem recuperar a bola muito à frente, fruto de uma linha defensiva bastante subida, com os algarvios incapazes de sair a jogar e ameaçar assim a baliza de Matheus. À meia hora de jogo o Braga passou finalmente para a frente do marcador. Má abordagem do capitão da equipa Jadson, permitiu a Paulinho fugir pelo corredor esquerdo e assistir já dentro da área para conclusão fácil do talentoso jovem Francisco Trincão que apenas teve que encostar.

Em vantagem, o Braga continuou a desenhar bons lances ofensivos, e foi Ricardo Esgaio quem esteve perto de aumentar a vantagem à passagem do minuto 37 a responder com um bom cabeceamento a um cruzamento largo vindo da esquerda. Já perto do intervalo, após marcação de um livre indireto, a bola sobrou para Francisco Trincão que depois de bailar no interior da área, atirou para defesa incompleta de Gonda que deixou a bola à mercê de Raúl Silva, que não perdoou e atirou a contar fazendo assim o 2-0 com que terminaram os primeiros 45 minutos.

Fonte: SC Braga

A segunda parte começou como terminou a primeira, com golo do Braga. Transição rápida com Paulinho a libertar Francisco Trincão no corredor direito, com este a cruzar rasteiro para o coração da área onde Ricardo Horta concretizou com um remate colocado de pé direito. Estava feito o 3-0 que praticamente sentenciava a partida. Mesmo num ritmo mais baixo, o Braga continuava a ser a equipa mais perigosa, e novamente numa transição rápida à passagem do quarto de hora, Paulinho viu o que seria um belo golo ser devolvido pela barra, na terceira bola nos ferros da partida. A partir daqui os bracarenses limitaram-se a gerir o jogo a seu bel prazer, com o Portimonense a conseguir rematar apenas por duas vezes à baliza de Matheus.

Com as linhas mais recuadas, o Braga convidava o adversário a subir, para depois explorar as suas debilidades defensivas em transições rápidas. Com mais de dez minutos para jogar Vaz Tê ainda colocou a bola no interior da baliza minhota, lance que seria invalidado por indicação do VAR. Já depois dos noventa minutos, tempo ainda para Aylton Boa Morte fazer o tento de honra dos visitantes. Vitória confortável na estreia de Custódio com uma exibição dominadora traduzida em três golos marcados numa partida em que dominaram por completo.

 

O Passado Também Chuta: Boavista FC na Taça UEFA de 2003

O Boavista FC do início do século é, certamente, recordado com um grande carinho pelos adeptos. Depois da conquista inédita do campeonato nacional na época 2000/2001, a equipa liderada por Jaime Pacheco – que esteve ao serviço dos axadrezados nove anos – voltou a quebrar barreiras, desta feita na Europa.

Estávamos na temporada 2002/2003. No ano anterior, os boavisteiros não revalidaram o título, mas conseguiram um honroso segundo lugar na liga. O troféu desse ano acabou por ir parar ao museu do Sporting CP, que conquista o campeonato pela segunda vez em três épocas. Já em 2002/2003, o Boavista FC assiste, claramente, a uma perda de força no campeonato nacional, acabando mesmo a época na décima posição. Contudo, brilhava noutro lado.

Após a eliminação na terceira pré-eliminatória Liga dos Campeões ante o Liverpool FC, os boavisteiros são repescados para a Taça UEFA e é aqui que iniciam uma caminhada gloriosa quase perfeita. A primeira vítima foi o Maccabi Tel Aviv. Os israelenses ainda ousaram sonhar com a passagem, ao vencerem em casa o Boavista FC. Mas os panteras negras terminaram logo com a ilusão ao ganhar de forma categórica por 4-1 na segunda mão.

A eliminatória seguinte também não trouxe grande dificuldade para os portuenses. Duas vitórias nos dois jogos frente ao Anorthosis Famagusta FC, do Chipre, arrumaram com a questão. Na terceira ronda apareceu um adversário mais complexo: Paris Saint Germain (PSG). Os parisienses de 2002/2003 não eram a “super equipa” dos dias de hoje, mas, ainda assim, representaram o primeiro oponente de peso para os boavisteiros.

A primeira partida teve lugar na capital francesa e, apesar de passar grande parte do jogo em superioridade numérica, o Boavista FC não foi além de uma derrota por 2-1. Contudo, este golo marcado por Luiz Cláudio aos 75 minutos de jogo (tinha entrado apenas 10 minutos antes) revelou-se decisivo nas contas da eliminatória: uma vitória por 1-0 no antigo Estádio do Bessa empatou a ronda em número de golos, mas foi suficiente para garantir a passagem dos axadrezados pelo golo fora.

A quarta pré-eliminatória da Taça UEFA teve uma história semelhante à anterior: derrota em Berlim frente ao Hertha BSC por 3-2, pelo que “bastou” ao Boavista FC uma vitória em casa por 1-0 para selar a presença nos quartos de final. Neste momento, os corações dos adeptos boavisteiros já batiam mais rápido. Eliminatória após eliminatória, jogo após jogo, o sonho de trazer um troféu internacional para o museu do Boavista FC tornava-se cada vez mais uma realidade.

A 1ª mão das meias-finais jogou-se no mítico Celtic Park
Fonte: UEFA

Quartos de final. Adversário: Málaga CF. Os panteras negras não conseguiram responder ao golo de Júlio Dely Valdés aos 17 minutos, no Estádio La Rosaleda. A remontada teria que acontecer em casa, no Estádio do Bessa. E aconteceu. Após uns penosos 83 minutos de jogo, Luiz Cláudio marca para a equipa da casa e empata a eliminatória, levando a partida para prolongamento. O filme do jogo não se alterou e foi necessária a marcação de grandes penalidades. Aqui, os boavisteiros não vacilaram e marcaram 4 penáltis, contra um do Málaga FC. O guarda-redes Ricardo foi um dos que fez gosto ao pé.

Chega o momento da meia final. O sorteio dita um embate com o Celtic FC, enquanto que na outra meia final entram em campo o FC Porto e a SS Lazio. A vontade de jogar a final da Taça UEFA (e conquistá-la) era o principal estímulo dos boavisteiros. A possibilidade de jogá-la frente ao rival da cidade, o FC Porto, seria a “cereja no topo do bolo”.

A primeira mão deu alguma esperança aos axadrezados, com um empate por 1-1 no Celtic Park. Os escoceses ainda tiveram oportunidade de passar para a frente do marcador aos 74 minutos, através da marcação de um penálti. Contudo, Ricardo comprovou que a sua especialidade era mesmo defender penáltis – viria a ser o talismã da Seleção Nacional no Euro 2004 – e negou o golo a Henrik Larsson.

Adivinhava-se uma segunda mão aguerrida no Estádio do Bessa. Ao Boavista FC bastava o empate sem golos para carimbar a passagem à final, mas não resistiu a um golo de… Henrik Larsson. O sueco vingou-se da oportunidade falhada na partida da primeira mão e acabou com o sonho dos boavisteiros, com um tiro certeiro aos 79 minutos.

Na outra meia final, o FC Porto não deu hipótese à SS Lazio e foi vingar os axadrezados na final jogada em Sevilha: vitória por 3-2 frente ao Celtic FC e a taça veio mesmo parar à cidade do Porto, mas não à Boavista.

Sonho do Olimpo #3: Asfalto americano deu 1.º Ouro Olímpico português

É caso para dizer que neste «Sonho do Olimpo» “quem corre por gosto não cansa”. Seja pelos nossos atletas, e, consequentemente, os nossos personagens, seja por nós, que continuamos a dar o prazer da uma boa leitura sobre os acontecimentos dos Jogos Olímpicos. Foi a correr que a bandeira de Portugal subiu ao topo dos topos e «a Portuguesa» soou alto e a bom som. O asfalto norte-americano viu, sentiu e deu um ouro olímpico e uma futura campeã olímpica – uma medalha de ouro que chegou, quatro anos depois.

Uma viagem aos anos 80 que, no início da década, nos permitiu visitar o primeiro país comunista, União Soviética, a organizar os Jogos Olímpicos e, logo depois, fomos aos Estados Unidos capitalista para a edição seguinte. A incoerência, a disputa, a vontade de querer ser melhor a todo o custo, a divisão em dois blocos, tudo e mais alguma coisa. Uma reflexão sobre o Mundo na altura… Não há certo, nem errado, mas há uma certeza: que as competições não são para serem usadas por motivos políticos, mas sim desportivos.

FC Paços Ferreira 1-2 Vitória SC: Triunfo minhoto em jogo de contrastes

A CRÓNICA: E TUDO O INTERVALO MUDOU

O jogo começou intenso e a prometer muito com o Vitória SC a tentar impor o seu jogo face a um FC Paços de Ferreira desinibido e a controlar o ímpeto vitoriano. Logo aos 10’ os da casa adiantaram-se no marcador, devido à pressão de Diaby que roubou a bola a Florent com esta a sobrar para Denilson e este, perspicaz, assistiu Hélder Ferreira que sem grande oposição finalizou. Os castores estiveram melhores durante o primeiro tempo, mais organizados e esclarecidos na hora de atacar e iam impedindo que o adversário criasse situações de perigo, sendo que os visitantes tentavam pegar no jogo mas quase sempre sem a devida clarividência.

Os vitorianos precisavam de mudar se queriam levar algo de positivo de Paços de Ferreira. E foi nesse sentido que Ivo Vieira mexeu ao intervalo ao substituir Poha por João Carlos Teixeira e Ouattara por Edwards. Também os castores mexeram com a saída de Marcelo e a entrada de Marco Baixinho.

E o segundo tempo começou logo com o golo do Vitória SC. Davidson progrediu pela esquerda, cruzou para o centro da área, onde apareceu João Carlos Teixeira solto a finalizar. A equipa passou a ser mais pressionante e a mostrar maior vontade de inverter o rumo de um jogo que não estava nada fácil. Aos 58’ uma excelente oportunidade para a equipa de Ivo se adiantar no placard, onde apenas Marco Baixinho conseguiu impedir um golo certo. Os papeis inverteram-se e o Paços estava agora mais desconfortável na partida. João Carlos Teixeira acabou mesmo por bisar aos 66’ num remate forte, acabando por desmontar a organização pacense que foi caindo perante a maior agressividade adversária.

Os pacenses foram atacados por todos os lados e foram incapazes de reagir a uma segunda metade muito bem conseguida pelo Vitória SC. Um jogo de duas caras, onde o intervalo acabou por ser o melhor amigo da formação de Ivo Vieira.

 

A FIGURA

João Carlos Teixeira – A entrada em campo do centrocampista acabou por se tornar essencial na reviravolta vimaranense, uma vez que os dois golos marcados permitiram ao conjunto de Ivo Vieira sair com um triunfo bastante importante. Decisivo e letal.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: UEFA Europa League

Primeira parte do Vitória SC – Na primeira metade assistiu-se a um Vitória SC desconfortável e desconexo, sem conseguir imprimir as suas ideias. O Paços conseguia pressionar alto e não permitia grandes espaços aos vimaranenses que se encontravam desinspirados e sem saber bem o que fazer.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PAÇOS FERREIRA

Com Luiz Carlos e Diaby juntos no meio campo a revelaram-se importantes na organização, Pedrinho mais adiantado, Hélder Ferreira e Adriano Castanheira nas alas e Denilson Jr. como homem mais adiantado, formaram um esquema de 4-2-3-1 que conseguiu controlar o adversário durante a primeira parte, muito devido à pressão eficaz de toda a equipa. Tudo mudou no segundo tempo e esta mesma organização acabou por ruir, com a equipa a mostrar-se menos capaz no plano defensivo e a permitir uma reviravolta que não se antevia.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Ribeiro (6)
Jorge Silva (5)
Maracás (5)
Marcelo (6)
Oleg (5)
Luiz Carlos (6)
Diaby (6)
Pedrinho (5)
Adriano Castanheira (5)
Denilson Jr. (5)
Hélder Ferreira (6)

SUBS UTILIZADOS

Marco Baixinho (5)
Uilton (4)
Douglas Tanque (3)

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

No 4-3-3 preferencial, Pêpê era o médio mais recuado e juntava-se aos centrais na primeira linha de construção, com os laterais Sacko e Florent a subirem no terreno. André André e Poha completavam o meio campo, com o francês a sair desinspirado ao intervalo, tal como Ouattara, que desperdiçou a oportunidade como titular. Davidson e Bruno Duarte eram os restantes homens da frente, ao qual se juntou Edwards na segunda metade e que ajudou a desequilibrar. Contudo, a melhor cartada foi João Carlos Teixeira que decidiu o jogo com dois golos. Estas duas alterações mexeram com a partida, assim como a postura mais pressionante e intensa trazida do balneário.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Douglas (6)
Sacko (6)
Pedro Henrique (6)
Frederico Venâncio (6)
Florent (5)
Pêpê (6)
André André (6)
Poha (4)
Ouattara (3)
Bruno Duarte (5)
Davidson (6)

SUBS UTILIZADOS

Marcus Edwards (6)
João Carlos Teixeira (7)
Lucas Evangelista (-)

 

FC Porto 79-90 UD Oliveirense: Pódio mais próximo de Oliveira de Azeméis

A CRÓNICA: VITÓRIA QUE FAZ APROXIMAR DO PÓDIO

O Dragão Arena recebeu o encontro entre o FC Porto e a UD Oliveirense, que resultou na vitória da turma de Oliveira de Azeméis por 79-90, jogo este a contar para a vigésima segunda ronda da Fase Regular do campeonato nacional. Sendo um jogo considerado de elevada tensão e qualidade, ambas as equipas demonstraram essa realidade. De um lado, a equipa azul e branca que vinha de um histórico de seis vitórias consecutivas e, do outro lado, a equipa bicampeã nacional de basquetebol.

O primeiro período justificou toda a expectativa relativamente ao encontro, onde foram concretizados 50 pontos. O FC Porto entrou em vantagem, mas os unionistas rapidamente mostraram a sua vontade em vencer. Foram trocados cestos, quer dentro quer fora da linha de três pontos, e a percentagem de acerto de ambas as equipas era elevadíssima. No segundo quarto, a equipa azul e branca decresceu na sua produção ofensiva e a UD Oliveirense foi para o intervalo a vencer por 41-44.

Na segunda parte do encontro, os comandados de Moncho López continuaram sem qualquer tipo de pressão ofensiva e foi isso que deu alento à UD Oliveirense pois, a partir da vantagem que criaram antes de soar a buzina do intervalo, nunca mais largaram a dianteira do marcador. A turma de Norberto Alves chegou, inclusive, a alcançar uma margem de 17 pontos de diferença para a equipa portista.

A FIGURA

Fonte: UD Oliveirense

Shonn Miller – O poste norte-americano representante da UD Oliveirense mostrou serviço. Num jogo onde as qualidades individuais se demonstraram, Shonn Miller anotou 22 pontos, três assistências e dez ressaltos. O jovem de 26 anos esteve claramente em destaque perante os azuis e brancos e demonstrou que está numa forma em ascensão.

O FORA DE JOGO

Fonte: FC Porto Sports

Transição ofensiva do FC Porto – Este foi um encontro com marcador resolvido nos detalhes e o maior detalhe de todos acabou por ser os turnovers. O FC Porto pecou imenso nas transições entre defesa e ataque, resultando num total de 15 turnovers, e, melhor que ninguém, a UD Oliveirense aproveitou isso da melhor forma.

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto procurou, desde cedo, trabalhar e concretizar no jogo interior, passando entre a defesa da UD Oliveirense. A opção dos bloqueios para circular melhor a bola no ataque até chegar à zona “do garrafão” foi uma boa escolha por parte de Moncho López que conseguiu gerar resultado.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rawle Alkins (7)

Brad Tinsley (4)

Kayel Locke (5)

Preston Purifoy (5)

Sasa Borovnjak (7)

SUBS UTILIZADOS

Pedro Pinto (4)

Francisco Amarante (3)

João Soares (5)

Miguel Queiroz (4)

ANÁLISE TÁTICA – UD OLIVEIRENSE

A forma como a turma de Norberto Alves pareceu fluída, ao ponto de tudo parecer estar a correr bem. O seu jogo passou pela capacidade de lançamento e percentagem de acerto da linha de três pontos e também pela comunicação entre equipa, que levou às extraordinárias exibições de Shonn Miller e Corey Sanders.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Corey Sanders (8)

João Balseiro (5)

Duda Sanadze (7)

Shonn Miller (8)

Marc-Eddy Norelia (7)

SUBS UTILIZADOS

André Bessa (6)

João Grosso (5)

João Guerreiro (7)

Foto de Capa: UD Oliveirense

Juventus FC 2-0 FC Internazionale Milano: “Vechia Signora” continua a mandar em Itália

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A CRÓNICA: “JUVE” COLOCA INTER DE QUARENTENA NO TERCEIRO LUGAR

A primeira nota que temos de dar em relação a este jogo é o facto de o mesmo se jogar sem público nas bancadas. O “Derby D’Itália” é sempre uma partida fantástica, com muita cor e festa por parte dos adeptos de ambas as formações, mas o malfadado Covid-19 (Coronavírus) obriga a estas medidas… Dito isto, vamos ao jogo.

Quem esperava uma entrada em campo muito cautelosa e mais a pensar na defesa dos pupilos de Sarri e de Conte, desengane-se, pois não foi isso que aconteceu. As duas equipas começaram logo a tentar desequilibrar o adversário, com a Juventus FC a fazer os primeiros 20 minutos de boa qualidade e a dar trabalho a Handanovic. O FC Internazionale Milano conseguiu afastar a pressão e a partir dos 25 minutos também conseguiu “chatear” Szczesny, maioritariamente com remates de meia-distância. Jogo dividido e o 0-0 que se registava ao intervalo não refletia o que se passava no encontro: a haver um empate no descanso, seria sempre com golos de ambas as partes.

A segunda metade do desafio começou com os milaneses a ter mais posse de bola, mas foi a Juventus FC que marcou primeiro, com Ramsey a aparecer de forma oportuna no coração da área, perante a passividade dos defensores do Inter de Milão, rematando rasteiro para o centro da baliza.

A partir daí esperava-se uma reação forte dos homens de Conte, mas isso acabou por não acontecer. Com a entrada de Paulo “La Joya” Dybala no terreno de jogo, o Inter de Milão quebrou e o argentino fez mesmo um golo de belo efeito: 2-0, resultado final. Até ao fim do jogo até podiam ter sido mais para os da casa, mas Ronaldo falhou duas boas oportunidades já depois dos noventa minutos. Milaneses mais longe do primeiro lugar e Juventus FC mais próxima do seu habitual título.

 

A FIGURA

Fonte: UEFA

Maurizio Sarri – Se esta época o técnico italiano já foi muito criticado por não colocar a Juventus FC a jogar bem, neste jogo deu um banho tático a Antonio Conte. O seu meio-campo forte dominou as operações e quando viu uma oportunidade para matar o jogo, colocou em campo Dybala, que acabou com a partida e fechou os três pontos para os seus homens.

O FORA DE JOGO

Fonte: Juventus FC

Antonio Conte – Por oposição, Antonio Conte não conseguiu reagir bem ao que se estava a passar na partida. O onze que colocou de início foi sólido, mas quando foi preciso mexer no encontro, tirou as unidades que estavam a jogar melhor, na minha opinião: Candreva e Barella. Os jogadores que ele lançou também pouco acrescentaram. Assim que entrou Dybala, a sua equipa ficou desorientada e ele também não conseguiu puxá-la de novo para cima.

 

ANÁLISE TÁTICA – JUVENTUS FC

Um 4-3-3 clássico, com um médio mais defensivo (Betancur) e dois “oitos” a andarem para trás e para a frente (Ramsey e Matuidi) que conseguiram pautar bem o ritmo de jogo. Creio que seria proveitoso colocar Dybala de início, porque se isso tivesse acontecido, a partida teria ficado resolvida bem mais cedo: Douglas Costa foi uma nulidade.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Szczesny (7)

Alex Sandro (6)

De Ligt (7)

Bonucci (6)

Cuadrado (6)

Bentacur (7)

Matuidi (6)

Ramsey (8)

Diego Costa (5)

Ronaldo (7)

Higuaín (6)

SUBS UTILIZADOS

Dybala (8)

De Sciglio (6)

Bernardeschi (-)

ANÁLISE TÁTICA – FC INTERNAZIONALE MILANO

Antonio Conte colocou os homens no habitual 3-5-2, com dois jogadores rápidos e de grande vocação ofensiva a fazer ambos os corredores, meio-campo muito povoado e uma das melhores duplas do mundo na frente de ataque: Lautaro e Lukaku. Creio que o perderam o jogo devido à maior qualidade que a Juventus FC mostrava ter com bola e porque os defesas – especialmente Bastoni – estiveram muitíssimo permeáveis. Foi interessante reparar na tarefa que Conte deu ao seu “central-estrela”, Milan Skriniar: sempre que Ronaldo baixava para construir jogo, ele seguia-o, saindo mesmo de posição e fazia falta (aconteceu umas três ou quatro vezes).

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Handanovic (7)

Skriniar (5)

De Vrij (5)

Bastoni (4)

Candreva (6)

Brozovic (5)

Vecino (5)

Barella (6)

Young (5)

Lukaku (5)

Lautaro (6)

SUBS UTILIZADOS

Erikssen (5)

Gagliardini (5)

Alexis Sanchez (5)

 

 

 

Manchester United FC 2-0 Manchester City FC: Red Devils vencem dérbi com Bruno Fernandes em destaque

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A CRÓNICA: POUCA CRIATIVIDADE DO MANCHESTER CITY FRENTE A UM MANCHESTER UNITED MUITO BEM ORGANIZADO

Num dérbi de Manchester sempre emocionante, foi o Manchester United com a batuta de Bruno Fernandes que levou a melhor.

Numa primeira parte bem disputada mas com poucas (ou nenhumas) oportunidades claras de golo, até foi o Manchester City quem entrou melhor, a querer pegar no jogo e ter bola, mas foram mesmo os red devils que se adiantaram no marcador após um lance de bola parada genialmente convertido pelo internacional português Bruno Fernandes, que picou a bola por cima da defesa citizen e colocou nos pés de Martial o primeiro tento do encontro, surpreendendo tudo e todos. Ainda que o os visitantes tenham dominado a posse de bola no primeiro tempo, foi a formação da casa quem se mostrou mais assertiva e com mais argumentos para estar na frente do marcador.

No segundo tempo, os comandados de Pep Guardiola foram atrás do prejuízo, voltando a dominar a posse de bola e obrigando a equipa da casa a descer as suas linhas, tal era a pressão exercida. Agüero ainda colocou a bola na baliza de De Gea logo no recomeço da partida mas o lance foi anulado pelo árbitro Mike Dean por fora de jogo. Numa exibição desinspirada e com pouca criatividade para desbloquear a excelente organização do Manchester United, a formação visitante iria mesmo acabar por sofrer mais um golo, mesmo ao cair do pano, após um erro de Ederson que colocou a bola nos pés de Scott McTominay que com a baliza deserta, finalizou com um remate de longa distância muito bem colocado.

Com este resultado o Manchester United ainda sonha com os lugares de qualificação para a Liga dos Campeões, enquanto o Manchester City fica ainda mais longe do título, passando a focar-se noutros troféus ainda em disputa.

 

A FIGURA

Fonte: Manchester United FC

Wan-Bissaka e Daniel James – A ala direita do Manchester United foi extremamente importante nesta partida ora no momento defensivo, com um Wan-Bissaka intransponível, ora no processo ofensivo com muita velocidade e garra de Daniel James. Grande jogo destes dois jovens ingleses.

O FORA DE JOGO

Fonte: Premier League

Ederson  – O guardião brasileiro esteve muito inconstante na partida, tendo ficado mal na fotografia em ambos os golos sofridos. Má exibição de um excelente guarda-redes.

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER UNITED FC

Ole Gunnar Solskjaer voltou a mexer e apostou num dispositivo base de 3-4-1-2, com os alas (Wan-Bissaka e Williams) a descer e a formar uma linha de cinco defesas no momento defensivo, de modo a conter o poderio ofensivo do Manchester City. Os red devils conseguiram ser agressivos e pressionantes até ao momento do golo, descendo progressivamente as linhas e passando a apostar no contra-ataque.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

De Gea (7)

Shaw (6)

Maguire (6)

Lindelöf (7)

Williams (6)

Fred (7)

Matić (6)

Wan-Bissaka (8)

Bruno Fernandes (7)

Martial (7)

James (7)

SUBS UTILIZADOS

McTominay (6)

Bailly (-)

Ighalo (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Com os internacionais portugueses João Cancelo e Bernardo Silva no “onze” titular e sem o maestro Kevin De Bruyne, os citizens foram a casa do rival alinhados num habitual sistema tático de 4-3-3. Apesar de ter dominado a maior parte da posse de bola, a turma de Guardiola foi muito pouco criativa e teve grandes dificuldades em desbloquear um jogo taticamente muito bem conseguido pelo Manchester United.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (5)

Cancelo (7)

Otamendi (7)

Fernandinho (6)

Zinchenko (6)

Bernardo Silva (6)

Rodri (7)

Gündoğan (6)

Foden (7)

Agüero (6)

Sterling (6)

SUBS UTILIZADOS

Jesus (6)

Mahrez (6)

Mendy (-)

Andreas Samaris | O Deus do Olimpo encarnado

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Início de sonho de Andreas Samaris

Chegou à Luz em 2014, proveniente do Olympiacos FC, por uma verba a rondar os dez milhões de euros, e depressa se tornou numa figura importante no universo encarnado.

Em apenas seis meses tornou-se num dos jogadores mais queridos pelos adeptos, ao demonstrar uma enorme capacidade para aprender a língua de Camões, assim como uma grande vontade de mergulhar na cultura deste nosso pequeno país à beira mar plantado. E, se fora de campo ia ganhando pontos junto dos benfiquistas, dentro de campo as coisas corriam-lhe igualmente bem.

Na sua época de estreia em Portugal somou 37 jogos ao serviço das “águias”, assumindo-se como o patrão do meio campo do SL Benfica bicampeão de Jorge Jesus.

Queda do Olimpo

No entanto, a situação do grego iria mudar drasticamente nas épocas seguintes. Com a entrada de Rui Vitória, o internacional helénico perdeu espaço no plano de jogo dos encarnados, sendo relegado para um papel secundário. Durante as três épocas e meia de Rui Vitória ao serviço do SL Benfica, Andreas somou apenas 5794 minutos de competição.

Apesar de não ser uma aposta regular para o técnico ribatejano, Samaris nunca perdeu o empenho e a sua atitude foi sempre elogiada pelos restantes colegas de equipa, tornando-se numa referência quer para os colegas, quer para os adeptos.

No entanto, a situação iria mudar (outra vez)
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Consolidação na mitologia encarnada

Porém, a situação de Samaris iria, novamente, adquirir novos contornos. Após uma derrota por duas bolas a zero frente ao Portimonense SC, em Portimão, Rui Vitória abandona o comando técnico das “águias”, sendo substituído por Bruno Lage, que treinava a equipa B dos encarnados.

O técnico setubalense voltou a trazer Samaris para o primeiro plano, fazendo uma dupla portentosa com Gabriel no meio campo dos encarnados. A entrada do grego na equipa veio estabilizar e dar uma melhor qualidade na circulação de jogo das “águias”, assim como uma maior capacidade de pressão, libertando o seu par no miolo do terreno para tarefas mais ofensivas.

O grego foi, assim, uma das figuras da reconquista do campeonato nacional, sendo que, após uma longa campanha por parte dos benfiquistas nas redes sociais, este renovou contrato com os encarnados até 2024.

Na presente temporada, e após desperdiçar uma vantagem de sete pontos para o FC Porto, o grego voltou a mostrar a sua importância no núcleo das “águias”. Depois de não ser utilizado com regularidade na primeira metade da temporada, Bruno Lage tem chamado Samaris para as últimas partidas, numa tentativa de estabilizar o setor intermediário da equipa.

Apesar de não envergar a braçadeira de capitão, Andreas Samaris é, sem dúvida alguma, uma das principais vozes de comando do SL Benfica. Numa altura em que os encarnados somam apenas uma vitória nos últimos oito jogos, a liderança do “deus grego da Luz” poderá ser fulcral para que as “águias” alcancem os títulos em disputa.

4 finais de peso para o FC Porto até ao final da Primeira Liga

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Faltam 10 finais, algumas com um maior grau de exigência, tendo em conta o histórico de partidas entre o FC Porto e os adversários. Outras, traçam um adversário com um grau de acessibilidade maior, mas nem por isso devem ser menosprezadas. O FC Porto lidera a tabela da Primeira Liga com uma vantagem de um ponto, o que significa que só depende de si mesmo para conquistar o 29º título de campeão nacional.

A questão que se impõe é: conseguirão os dragões serem bem-sucedidos em todos estes 11 jogos que restam? A resposta é… não sabemos. No futebol as bolas de cristal não funcionam e os polvos, elefantes ou qualquer outro animal que adivinhe resultados não são de fiar. Contudo, olhando, de forma crítica, para o que resta do calendário do escalão primodivisionário do futebol português, elaborámos uma análise aos adversários que podem complicar as contas aos azuis e brancos.

Sporting CP 2-0 CD Aves: Golias derrota um David fragilizado

A CRÓNICA: UM JOGO DE SENTIDO ÚNICO 

Sob a nova orientação técnica de Rúben Amorim, os leões entraram confiantes na partida, a controlar o rumo dos acontecimentos e a reagir rapidamente à perda de bola, algo que raramente estava a ocorrer, dado que o Sporting CP não dava grande margem de manobra para os visitantes criarem perigo. O CD Aves sofreu uma contrariedade à passagem dos dez minutos: Rúben Macedo viu cartão vermelho direto, após uma entrada mais ríspida sobre Wendel.

A jogar com menos um, os visitantes já não tinham forma de causar qualquer perigo ao conjunto leonino e pior ficou com a expulsão de Luiz Fernando, depois de ter uma falta completamente desnecessária a meio-campo sobre Wendel. Percebendo que podia aproveitar as debilidades defensivas do Aves, Rúben Amorim colocou Jovane Cabral no lugar de Ristovski, o que veio trazer maior rapidez nas transições ofensivas.

Era uma questão de minutos até se concretizar o 1-0 verde e branco, mas o desacerto dos homens da frente imperava – o exemplo mais evidente disso foi Sporar, aos 44 minutos, em que tira bem o defesa adversário, mas o seu remate saiu por cima da baliza de Beunardeau -, o que fez com que as duas equipas fossem empatadas a zero para o intervalo.

No regresso para a segunda parte, a equipa avense demorou imenso tempo a voltar para o relvado, mas nem assim conseguiu adiar o inevitável, pois, aos 62 minutos, Wendel cruzou para a cabeça do esloveno Andraz Sporar, que marcou assim o primeiro golo da partida (1-0). Não foi preciso esperar muito para se gritar novamente golo em Alvalade. Aos 66 minutos, penalti assinalado contra o CD Aves por mão na bola de Afonso Figueiredo. Desta vez, foi Vietto que assinou o seu nome na lista dos marcadores do encontro e estava feito o 2-0 a favor dos leões.

Num jogo de sentido único onde Luís Maximiano foi (quase) um mero espetador e que ditou a primeira vitória de Rúben Amorim no comando dos leões frente a um CD Aves completamente fragilizado e a jogar com nove unidades. O Sporting CP faz 42 pontos e mantém a perseguição ao terceiro lugar, SC Braga. O CD Aves continua numa situação difícil no fundo da tabela classificativa e a esperança de ainda se manter na Primeira Liga começa a esfumar-se, rapidamente.

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Wendel – De um jogo onde pouco deu para alguém se destacar, escolhemos o médio brasileiro. Esteve nas duas jogadas que deram os dois vermelhos aos jogadores avenses, teve também influência direta para aquele que foi o primeiro golo da partida com uma bela assistência. Foi um elemento muito ativo ao longo de toda a partida e na tentativa de entrar na defesa coesa e muito baixa do CD Aves.

O FORA DE JOGO

Fonte: CD Aves

Luiz Fernando – O trinco teve uma expulsão completamente desnecessária ainda não estava decorrida a primeira meia-hora do encontro, o que obrigou os seus colegas a um esforço redobrado. Até estava a ser um elemento importante nas alturas de maior pressão leonina, mas a sua infantilidade deitou tudo a perder para o Aves em Alvalade.

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A grande curiosidade para o jogo da tarde em Alvalade era conhecer que sistema tático o novo técnico dos leões Rúben Amorim ia usar de início. A aposta foi num 3-4-3 com o trio defensivo a ser formado por Coates, Mathieu e Ilori, Wendel e Battaglia a formar a dupla de meio-campo e Sporar apoiado na frente de ataque por Plata e Vietto. A tarefa leonina ficou algo facilitada graças às expulsões no primeiro tempo de Rúben Macedo e Luiz Fernando, o que desequilibrou a partida a favor do Sporting CP.

A entrada de Jovane Cabral pouco efeito surtiu logo de início, mas ao longo do jogo foi aparecendo e sendo solicitado mais vezes. Quem podemos destacar é, sem dúvida, Francisco Geraldes, que mostra estar motivado com o regresso do empréstimo do AEK Atenas e pretende mostrar serviço a Rúben Amorim e aos sportinguistas.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Luís Maximiano (5)

Tiago Illori (6)

Sebastián Coates (5)

Jeremy Mathieu (5)

Marcos Acuña (6)

Rodrigo Battaglia (6)

Wendel (7)

Stefan Ristovski (-)

Gonzalo Plata (5)

Luciano Vietto (6)

Andraz Sporar (7)

SUBS UTILIZADOS

Jovane Cabral (6)

Francisco Geraldes (7)

Rosier (-)

ANÁLISE TÁTICA – CD AVES

Face ao castigo de Jaílson, Nuno Manta Santos colocou Matos Milos a jogar no lado direito da defesa. Os avenses atuaram num 4-3-3 bastante compacto nos momentos defensivos, com o miolo defensivo a ser reforçado pelo trinco Luiz Fernando nas alturas de maior aperto leonino. Se a tarefa à partida já era difícil, pior ficou com a expulsão de Rúben Macedo ao minuto 11, o que levou Nuno Manta Santos a alterar o esquema tático para um 4-4-1.

Quando se julgava que nada de mal podia acontecer, eis que Luiz Fernando comete uma falta desnecessária e vê o segundo amarelo e é expulso, hipotecando de vez qualquer esperança avense em somar pontos. Reduzido a nove unidades dos avenses começaram a jogar no sistema tático possível para as opções disponíveis em campo com cinco defesas e os restantes quatro jogadores à frente destes.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Beunardeau (6)

Mangas (5)

Buatu (5)

Afonso Figueiredo (4)

Diakhite (5)

Milos (5)

Rúben Oliveira (5)

Estrela (5)

Rúben Macedo (3)

Luiz Fernando (2)

Junior (5)

SUBS UTILIZADOS

Banjaqui (5)

Kevin Yamga (-)

Tshibola (-)

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Sporting CP

Não foi possível fazer pergunta ao treinador Sporting CP, Rúben Amorim.

CD Aves

BnR: Com dois expulsos e alguns jogadores importantes lesionados, vai ser, certamente, complicado preparar o próximo jogo contra o Belenenses SAD. Como se prepara um jogo com todas estas condicionantes?

Nuno Manta Santos: Primeiro de tudo é preciso fazer uma análise deste jogo ver aquilo que fizemos de mal e aquilo que fizemos de bem. Depois disto, temos de ver quais são os jogadores disponíveis e o próximo jogo é um daqueles que temos de ganhar. Por isso, temos de trabalhar durante toda esta semana, recuperar os atletas que estão lesionado e são possíveis de recuperar e preparar ao máximo possível esse jogo. É um jogo muito decisivo. Digamos que é um jogo de vida ou de morte para nós. A faltar ainda dez jornadas para o final, é um jogo que temos mesmo de ganhar.

Rescaldo de opinião de Guilherme Costa e João Pedro Barbosa

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede