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Portugal 23-17 Bélgica: Lobos vencem no primeiro jogo do Championship

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A CRÓNICA: PORTUGUESES SOFREM PARA VENCER NO REGRESSO AO CHAMPIONSHIP

Passados três anos, Portugal voltou a disputar a competição mais importante da Rugby Europe. Neste primeiro jogo, frente à Bélgica, os “Lobos” mostraram algumas dificuldades no pack avançado e no alinhamento. Por outro lado, os belgas mostraram diversas debilidades defensivas. Após catorze minutos de jogo, Manuel Cardoso Pinto selou o primeiro ensaio da partida, fortuito de uma bela combinação entre Tomás Appleton e António Vidinha. O defesa português, já sem oposição, fez o grounding que valeu os primeiros pontos do jogo. Pouco antes do fim dos primeiros quarenta minutos, José Maria Vareta fez o segundo ensaio português, que resultou de um dos poucos alinhamentos que a avançada lusa conquistou. Ao intervalo, Portugal vencia por 14-0.

Já na segunda parte, os belgas reduziram o perímetro de jogo e apostaram fortemente no maul. Foi através de dois mauls de touche que os belgas igualaram o marcador a catorze minutos do fim. Nos últimos dez minutos do encontro, a seleção nacional conseguiu impor algum domínio territorial, aproveitando-se de alguma indisciplina da equipa forasteira, conseguindo, assim, beneficiar de duas penalidades que o pontapeador Dany Antunes não desperdiçou. Vitória portuguesa por 23-17 no jogo teoricamente mais acessível da competição.

A FIGURA

Dany Antunes – O três quartos ponta do RC Massy Essonne esteve irrepreensível no que à transformação de pontapés aos postes diz respeito. Aqueles dois pontapés ao cair do pano permitiram segurar a vitória. De resto, bateu diversos defesas adversários numa bela arrancada na segunda parte.

O FORA DE JOGO

Fonte: Portugal Rugby

Fase estática portuguesa – Os portugueses mostraram muitas dificuldades nos alinhamentos. Foi das poucas fases do jogo em que os belgas foram superiores à equipa lusa. Uma fase de conquista de bola tão importante que terá de ser corrigida na preparação dos próximos jogos. Erros sucessivos nesta fase estática podem ser decisivos frente a equipas mais competitivas, como a Roménia e a Geórgia.

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Os ‘Lobos’ mostraram algumas dificuldades no controlo do jogo no pack avançado, sentindo-se estas mesmas principalmente na segunda parte, em que a indisciplina foi maior. No que diz respeito à linha de três quartos, esta mostrou uma boa capacidade de circulação de bola e alguma imprevisibilidade, da qual resultou o primeiro ensaio do jogo. A meu ver, João Freudenthal foi essencial para o progresso territorial português, uma vez que este jogador é dotado de uma inteligência tática fora do comum, no que ao jogo ao pé diz respeito. A sua visão e capacidade de execução tiveram um papel primordial para o domínio territorial exercido pela seleção da casa no final do jogo.

15 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ivo Morais (5)

Lionel Campergue (5)

Diogo Ferreira (5)

José Madeira (5)

José Andrade (5)

João Granate (6)

David Carvalho (4)

Thibault Freitas (7)

João Belo (7)

João Lima (5)

Danny Antunes (7)

Tomás Appleton (7)

António Vidinha (6)

José Vareta (6)

Manuel Cardoso Pinto (6)

SUBS UTILIZADOS

Francisco Bruno (5)

Duarte Torgal (5)

Manuel Picão (-)

Duarte Azevedo (-)

João Freudenthal (6)

ANÁLISE TÁTICA – BÉLGICA

Os belgas mostraram-se inferiores tecnicamente em relação a Portugal. O jogo ao pé do seu médio de abertura na primeira parte não se revelou nada vantajoso a nível tático e territorial para a Bélgica. Na segunda parte, diminuíram o perímetro de jogo, apostando mais num jogo de avançados, que resultou em dois ensaios e na discussão do resultado até ao fim do jogo. As linhas atrasadas belgas revelaram-se muito frágeis, com uma capacidade de circulação fraca, previsível e lenta. A maior ameaça da Bélgica foram os seus avançados.

15 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bastien Gallaire (6)

Thomas Dienst (6)

Maxime Jadot (6)

Guillaume Mortier (6)

Mathieu Verschelden (5)

Lucas de Coninck (5)

Jeam-Maurice Deccubber (5)

Gillian Benoy (5)

Julien Berger (5)

Ryan Godsmark (4)

Gaspard Lalli (4)

Guillaume Piron (4)

Nathan Bontems (5)

Craig Dowsett (5)

Alan Williams (5)

SUBS UTILIZADOS

Vincent Tauzia (5)

Julien Massimi (5)

Bertrand Billi (4)

Thomas de Molder (4)

William Van Bost (-)

Tom Cocqu (4)

Louis de Moffarts (4)

Bruno Vliegen (-)

Foto de Capa: Portugal Rugby

artigo revisto por: Ana Ferreira

Antevisão San Francisco 49ers x Kansas City Chiefs: O jogo do ano no Super Bowl LIV

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A ANTEVISÃO: CONFRONTO DE TITÃS

Depois de mais de 500 jogos ao longo da temporada, finalmente chegou a noite mais esperada de todos: o Super Bowl LIV. E os fãs não poderiam ter pedido melhor embate.

Miami vai ser o palco onde será encontrado o vencedor da época 2019/2020 da NFL, um ano marcado pelo centésimo aniversário da liga norte-americana, e onde o espetáculo estará praticamente garantido dado o nível dos intervenientes.

Frente a frente a melhor defesa contra o melhor ataque da liga. Estrelas de um lado e do outro, treinadores experientes e massas adeptas apaixonadas pelas suas equipas, este vai ser um duelo que tem tudo para ser memorável.

Visto por muito como a melhor equipa desde o início da época, os San Francisco 49ers dominaram desde o primeiro jogo e conseguiram chegar aqui. Depois de uma época fraca e desapontante o ano passado – em muito devido à lesão de Jimmy Garoppolo, quarterback dos 49ers, em Setembro de 2018 frente a estes Kansas City Chiefs – São Francisco surpreendeu tudo e todos e tomou de assalto a NFC.

Com Kyle Shanahan ao comando, uma das mentes mais criativas no plano tático, o head coach conseguiu aproveitar ao máximo as qualidades da equipa. Apoiados numa das melhores defesas vistas nos últimos anos e com um ataque em corrida invejável, os 49ers são simples e eficazes nas suas ações. Tal como Shanahan diz: “Vamos fazer o nosso jogo até que eles arranjam forma de nos parar”, e assim é. Apoiados nos seus pontos fortes, cumprem o seu plano até serem obrigados a mudar. E se ninguém arranjar forma se os parar, eles continuam sem pensar duas vezes.

No entanto, o seu adversário deste domingo não é uma equipa qualquer.

Os Kansas City Chiefs são, sem sombra de dúvida, o melhor ataque da liga e têm ao leme o quarterback mais talentoso que a NFL viu desde os dias em que Aaron Rodgers estava no seu topo de forma. Patrick Mahomes é dos quarterbacks mais eletrizantes – talvez a par de Lamar Jackson dos Balttimore Ravens – e constantemente tira “coelhos da cartola” que deixam qualquer adepto a perguntar se está a ver futebol americano ou um espetáculo de Luís de Matos.

Andy Reid é o head coach, e a sua experiência foi fundamental para o sucesso até agora visto. Depois da derrota no AFC Championship a época transata, Reid reforçou a sua defesa, mudou de coordenador defensivo, e o resultado está à vista de todos. Os Chiefs melhoraram a olhos vistos e atingiram o Super Bowl pela primeira vez desde 1970 – Super Bowl IV que acabaram por vencer.

É impossível prometer emoção e excitação desde o início ao fim do jogo, mas se tudo correr bem e as estrelas se alinharem sobre Miami, o Super Bowl LIV tem tudo para ser um dos mais emocionantes e renhidos de que há memória com a qualidade existente nos dois lados. Quanto a prognósticos? Esses têm que ficar para depois do jogo.

COMO JOGARÃO OS 49ERS?

A equipa de São Francisco é o melhor ataque em corrida da liga e Kyle Shanahan é um dos treinadores mais criativos no que toca a arranjar soluções e formas de abrir espaço para os seus running backs correrem. Este será o ponto mais importante do jogo.

Se os 49ers conseguirem impor o seu jogo em corrida e ter bola em sua posse o máximo de tempo possível, os Kansas City Chiefs vão ter muitas dificuldades em ultrapassar a defesa de São Francisco que é a melhor da liga no que diz respeito ao passe.

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: NFL

Nick Bosa – O rookie de São Francisco revolucionou a defesa e grande parte do sucesso da equipa se deve a ele. Extremamente forte e com um físico imponente, Bosa é dos defensive ends mais rápidos da liga e vai ser um perigo constante para Patrick Mahomes.

COMO JOGARÃO OS CHIEFS?

A grande arma de Kansas City é o seu quarterback Patrick Mahomes. Sem dúvida o melhor da liga na sua posição – muitos já o colocam na categoria de melhor ou mais talentoso de sempre apesar de este ser apenas o seu segundo ano como titular –, é um perigo para qualquer defesa dado o seu braço. Eficaz, forte e preciso, Mahomes consegue fazer qualquer tipo de passe, independentemente da dificuldade, parecer um simples lançamento que qualquer um poderia fazer.

A chave para uma vitória de Kansas será a sua capacidade em aguentar a linha defensiva de São Francisco e conseguir controlar o jogo em corrida de Raheem Moster, Matt Breida e Tevin Coleman.

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: NFL

Patrick Mahomes – Kansas City vencerá, ou perderá, graças a Mahomes. Dada a sua qualidade e a pressão que lhe tem sido colocada pelos media norte-americanos, ele será o fator “x” caso os Chiefs queiram conquistar a sua segunda Super Bowl.

Foto de Capa: NFL

artigo revisto por: Ana Ferreira

Vitória FC 0-4 FC Porto: Houve goleada, mas faltou o fato de gala

A CRÓNICA: RESULTADO SEGURO, EXIBIÇÃO NEM TANTO

Jogo importante para o FC Porto neste campeonato. Caso perdesse a partida ficaria a dez pontos do primeiro lugar antes do encontro com o SL Benfica. Com a instabilidade que se tem vivido nos últimos dias, este jogo era também importante para Sérgio Conceição manter a confiança da direção e dos adeptos. Contudo, o FC Porto respondeu bem às críticas com uma goleada, mas… a exibição não foi por aí além. Jogo sempre controlado pelos visitantes, mas com pouca intensidade para quem queria assumir o rumo da partida.. Até ao momento do primeiro golo, só os azuis e brancos é que eram detentores de oportunidades concretas de golo no jogo. Aos 39 minutos de jogo, o mexicano Corona, que já tinha ameaçado, fez o primeiro golo da partida. Um golo que nasce de bola parada para a turma de Sérgio Conceição, um dos pontos fortes desta equipa.

Num espaço de cinco minutos o FC Porto marcou outro golo, também de bola parada. Passe teleguiado de Sérgio Oliveira para Alex Telles que recebe e entra dentro de área para fazer o golo. O brasileiro deu conforto ao resultado mesmo antes do apito para intervalo. O FC Porto assumia o jogo, uma vez que o Vitória FC não teve qualquer oportunidade, mas sem qualquer tipo de intensidade ofensiva. O terceiro golo nasce de uma entrada com tudo do FC Porto após o intervalo e um lapso gigante, tanto de Artur Jorge como de Makaridze. A defesa sadina ficou mal na fotografia, deixando Soares fazer o seu 16º golo da sua conta pessoal nesta época. A partir deste terceiro golo, o FC Porto parece ter tirado o pé do acelerador, e mesmo assim, o Vitória FC não conseguiu aproveitar. O quarto golo acaba por surgir de um contra-ataque e Luis Díaz fez parecer fácil jogar futebol com a sua habitual diagonal para o meio.

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Sérgio Oliveira – Interventivo em todos os lances de golo, ora a atacar ou a defender, o centrocampista português teve uma exibição bastante segura. Uma “semi-assistência” no primeiro golo, um grande passe para Alex Telles no segundo, uma excelente combinação com Manafá no terceiro e um corte que lançara o ataque do FC Porto no quarto golo. Para além disso, ainda ameaçou a baliza de Makaridze.

O FORA DE JOGO

Fonte: Vitória FC

Zequinha – Erro colossal no segundo golo do FC Porto ao não acompanhar Alex Telles e pouca inspiração ofensiva para o 87 da equipa de Setúbal. Teve claramente a pior prestação em campo esta noite e apenas deu nas vistas pelos aspetos negativos

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA FC

O Vitória FC entrou em campo num sistema tático de 4-2-3-1 com Guedes a ser o homem da frente de ataque. Faltou bastante identidade, criatividade e irreverência no ataque setubalense e muita segurança na defesa. Artur Jorge entrou bem no jogo, mas ao longo da partida comprometeu em lances determinantes. Zequinha, na ajuda à defesa, não conseguiu acompanhar Alex Telles e, praticamente, ofereceu-lhe o golo. No ataque, muitas perdas de bola e dribles sem sucesso por parte do 87 do Vitória FC. Carlinhos foi quem esteve melhor nesta equipa e o único a conseguir criar verdadeiras oportunidades de perigo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Makaridze (3)

Jubal (5)

Artur Jorge (3)

Sílvio (5)

Pirri (4)

José Semedo (5)

Mansilla (4)

Éber Bessa (4)

Zequinha (3)

Carlinhos (5)

Hélder Guedes (4)

SUBS UTILIZADOS

Hachadi (4)

Vilela (4)

Nuno Pinto (4)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Sérgio Conceição a optar por um sistema 4-3-3 com Corona, Soares e Luis Díaz na frente. Esta tríade ofensiva deu resultados, uma vez que os três acabaram por marcar na partida. No entanto, faltou alguma intensidade ofensiva para quem queria assumir o jogo. A goleada não é um reflexo da exibição, uma vez que este Vitória FC evidenciou muito facilitismo e, ainda assim, o FC Porto não aproveitara na sua totalidade. Corona subiu no terreno e Manafá foi o homem chamado para o corredor defensivo do lado direito. A dupla acabou por funcionar de forma positiva, tanto a nível ofensivo como defensivo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marchesín (6)

Manafá (6)

Mbemba (6)

Iván Marcano (5)

Alex Telles (7)

Sérgio Oliveira (9)

Matheus Uribe (5)

Luis Díaz (7)

Otávio (6)

Tecatito Corona (9)

Tiquinho Soares (7)

SUBS UTILIZADOS

Romário Baró (6)

Zé Luís (5)

Vítor Ferreira (5)

 Foto de Capa: Vitória FC

Sporting CP 81-75 SL Benfica: Leões mais fortes no final de um jogo equilibrado

A CRÓNICA: VITÓRIA LEONINA GARANTE LIDERANÇA

Com grande ambiente no pavilhão João Rocha, o Sporting CP recebeu e venceu o SL Benfica por 81-75, em jogo da décima oitava jornada da fase regular do campeonato nacional. O início da partida foi dominado pelas defesas e ambas as equipas se viram em dificuldades para marcar pontos nos primeiros minutos. Com o passar do minutos, os cestos começaram a cair, embora nenhuma das equipas se tenha superiorizado à outra no primeiro quarto. No segundo quarto, melhor o Benfica. Forte a condicionar o jogo interior dos leões e letal no lançamento exterior, os encarnados conseguiram construir uma vantagem que chegou a estar nos nove pontos. Ao intervalo, vencia a equipa de Carlos Lisboa por 37-43. Contudo, voltou melhor do descanso a formação leonina, que rapidamente anulou a desvantagem e o equilíbrio voltou a tomar conta do jogo, o que se manteve até bem perto do final.

Nos últimos dez minutos, e com o jogo em aberto, a intensidade subiu, ambas as equipas aumentaram a agressividade defensiva e na reta final tudo estava ainda por decidir. Nos derradeiros minutos do jogo, mostrou-se mais forte a equipa do Sporting, anulando por completo o ataque das águias e a converter os lançamentos decisivos que assim asseguraram a vitória á formação treinada por Luís Magalhães. Com este triunfo, o Sporting assume a liderança da fase regular do campeonato e mostra-se uma equipa cada vez mais forte e coesa. Por outro lado, e tal como tinha acontecido a meio da semana em jogo da Europe Cup, as águias voltam a ter uma má segunda parte depois de parecerem superiores ao adversário na primeira.

A FIGURA 

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Travante Williams – O número zero do Sporting foi claramente a figura em destaque nesta partida. Com 30 pontos, seis ressaltos e duas assistências, Williams mostrou ser o melhor jogador do Sporting, e a defesa encarnada não foi capaz de encontrar solução para travar o ex jogador da Oliveirense. Além dos números, Travante converteu ainda o triplo que fechou o jogo a favor dos leões.

O FORA DE JOGO 

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Anthony Ireland – O base do Benfica aparecia neste jogo como o jogador em melhor momento de forma na equipa. Contudo, e com muito mérito da defesa do Sporting, Ireland nunca foi capaz de impor o seu jogo. Muito trapalhão e apressado com a bola na mão, jogo para esquecer do norte americano.

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

O Sporting procurou sobrecarregar a área restritiva do Benfica, com Travante Williams e Abdul Abu a explorarem o jogo interior exaustivamente. Na defesa, o maior foco esteve em controlar Anthony Ireland e os jogadores de perímetro, tentando condicionar o lançamento exterior dos encarnados.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Travante Williams (8)

Abdul Abu (6)

João Fernandes (6)

Tymetrius Toney (5)

James Ellisor (5)

SUBS UTILIZADOS

Francisco Amiel (5)

Diogo Ventura (5)

Cláudio Fonseca (6)

Pedro Catarino (3)

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A equipa de Carlos Lisboa continuou no modelo que tem sido a imagem de marca das águias, com quatro jogadores a esticar o jogo no exterior de forma a criar lançamentos de três pontos e deixando Eric Coleman isolado no jogo interior, confiando assim na sua capacidade de ganhar os duelos individuais. Defensivamente, as águias procuraram a marcação ao homem, adaptando-se sempre ao que o Sporting tentava fazer ofensivamente.

5 INCIAL E PONTUAÇÕES

Anthony Ireland (4)

Anthony Hilliard (4)

Eric Coleman (5)

José Silva (6)

Arnette Hallman (6)

SUBS UTILIZADOS

Gonçalo Delgado (-)

Fábio Lima (5)

Betinho Gomes (4)

Gary McGhee (5)

Rafael Lisboa (6)

Damian Hollis (5)

Foto de Capa: Carlos Silva / Bola na Rede

Os destaques nacionais do mercado de inverno

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O mercado de Inverno em Portugal trouxe muitas surpresas e boas novidades para os clubes portugueses, algo a que não estávamos habituados a ver. Por isso irei fazer aqui um resumo do mercado, indicando as minhas opiniões sobre quais foram a melhor contratação, as principais jovens promessas a serem contratadas, a equipa que se reforçou melhor e também um top-3 das novidades do “Deadline Day”.

Real Madrid CF 1-0 Club Atlético de Madrid: Benzema decisivo no dérbi madrileno

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A CRÓNICA: JÁ LÁ VÃO 13 PONTOS…

Num dérbi madrileno sempre escaldante entre as duas defesas menos batidas do campeonato espanhol, o Real Madrid derrotou o Atlético por 1-0 e consolidou a liderança isolada. Numa primeira parte em que o Real tentou entrar “mandão” e sempre com mais posse, as melhores oportunidades acabaram por ser criadas…na baliza de Courtois. De modo a reagir às mais recentes exibições, o Atlético – após quinze minutos mais apagados – revelou saber jogar no erro do adversário e causar mossa nas transições ofensivas, mas continuava a faltar o golo. Após a ameaça de Sergio Ramos, Vitolo respondeu em dose dupla e também Saúl Ñíguez assustou o guardião belga. Insatisfeito com a quebra de rendimento da sua equipa, Zidane procedeu a uma dupla alteração no regresso dos balneários, numa tentativa de dar mais largura ao seu jogo, algo que viria a resultar. Valverde deu o primeiro cheirinho de ameaça logo a abrir e, pouco depois, seria Benzema a inaugurar o marcador numa boa jogada coletiva. Os colchoneros foram incapazes de reagir e até estiveram perto de ver a desvantagem a ser aumentada, face ao poderio ofensivo adversário que foi nota dominante no segundo tempo. Já lá vão 13 pontos de distância para o líder…

A FIGURA

Fonte: La Liga

Karim Benzema – Um mês e meio depois, eis o regresso do avançado francês aos golos. Na primeira parte, Benzema esteve algo apagado (devido às poucas investidas ofensivas por parte dos merengues), mas acabou por sobressair no segundo tempo, com as alterações impulsionadas por Zidane a serem uma ajuda para que o ponta de lança aparecesse com mais perigo junto da baliza de Oblak.

O FORA DE JOGO

Fonte: La Liga

Álvaro Morata – Exibição apagada do avançado espanhol. No melhor período do Atlético no jogo, Morata pareceu passar ao lado de todo o processo ofensivo, tendo sido a unidade menos produtiva no primeiro tempo, sem criar e sem arrastar adversários. Terá sido substituído no início do segundo tempo devido a questões físicas, mas dificilmente faria melhor estrategicamente caso tivesse condições de continuar em campo.

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL MADRID

Ainda sem poder contar com Bale, Zidane optou por povoar o meio-campo numa espécie de 4-3-2-1, com cinco médios a servir de apoio a Benzema, a unidade mais adiantada dos merengues. Apesar da entrada pressionante, a estratégia implementada acabou por ser anulada pelo adversário (com muita permeabilidade nas transições) no decorrer da primeira parte. Com as entradas de Vinícius e Lucas, os blancos passaram a alinhar em 4-3-3 e isso foi uma vantagem para que as chegadas à baliza contrária levassem realmente perigo, com resultados práticos.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (6)

Mendy (7)

Sergio Ramos (7)

Varane (6)

Carvajal (6)

Casemiro (7)

Valverde (8)

Kroos (7)

Modric (7)

Isco (6)

Benzema (8)

SUBS UTILIZADOS

Vinícius Júnior (7)

Lucas Vázquez (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – ATLÉTICO DE MADRID

No já habitual 4-4-2, Simeone foi forçado a alterar uma peça relativamente à jornada anterior, com Vitolo a alinhar no lugar do lesionado João Félix. Não se pode dizer que os colchoneros tenham entrado bem, mas souberam contrariar o rumo dos acontecimentos, podendo-se mesmo dizer que pouco falou para irem para o intervalo em vantagem no marcador. No entanto, face às alterações táticas do adversário no segundo tempo, o Atlético revelou ser incapaz de travar as investidas ofensivas e deixou, inclusive, de visar a baliza contrária.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Oblak (6)

Lodi (7)

Felipe (6)

Savic (5)

Vrsaljko (6)

Saúl Ñíguez (7)

Llorente (7)

Thomas Partey (6)

Correa (5)

Vitolo (7)

Morata (5)

SUBS UTILIZADOS

Thomas Lemar (6)

Carrasco (5)

Camello (5)

 Foto de Capa: Real Madrid

Força Aérea 2019/20: os vôos da primeira volta

Terminada a primeira volta, é hora dos primeiros balanços da época. Dá-se a segunda corrida ao mercado da época e tenta-se melhorar aspectos para a segunda volta. Neste artigo, fazemos um balanço diferente; olhamos aos golos marcados de cabeça por todas as equipas.

Este tipo concreto de golos permite apurar as equipas mais perigosas nas bolas paradas e as mais permeáveis nos momentos defensivos, pelo ar. Por outro lado, permite distinguir as equipas que chegam ao golo de bola corrida e poucas vezes ou nunca através das bolas pelo ar.

No topo das equipas que mais concretizam de cabeça estão Moreirense FC, CD Tondela e SL Benfica com seis golos, mas é o FC Porto quem lidera, de longe; 11 cabeçadas certeiras. No extremo oposto estão Rio Ave FC e Vitória FC com dois golos e Belenenses SAD com apenas um.

No lado oposto do terreno do jogo, CD Santa Clara, Moreirense FC e CD Tondela são as equipas que mais sofrem pelo ar (sete golos) e FC Porto, SL Benfica e Gil Vicente FC as que menos golos permitem (dois).

As águias são a melhor defesa do campeonato ao cabo da primeira volta e concederam apenas dois golos de cabeça
Fonte: SL Benfica

Os dragões destacam-se, de longe, como a equipa mais concretizadora de cabeça dentro e fora de portas; seis golos no Dragão e cinco nos jogos fora. Os golos de cabeça representam cerca de 30 porcento da produção ofensiva dos dragões e dão força às recentes capas de jornais que os distinguiam como a melhor equipa da Europa no capítulo das bolas paradas.

Dentro de portas, também o FC Porto se destaca por não ter sofrido qualquer golo de cabeça, mas desta vez também as águias, Gil Vicente FC e Vitória FC igualam o registo. Enquanto visitados, destaque ainda para CD Tondela e Moreirense FC com quatro golos marcados de cabeça.

Na condição de visitante, as águias surgem atrás do FC Porto com quatro golos marcados e o Gil Vicente FC e Rio Ave FC são as únicas formação sem qualquer golo de cabeça. A equipa mais batida longe de casa é, de longe, o CD Tondela com seis golos encaixados. No extremo oposto, SC Braga, Rio Ave FC, FC Famalicão, CS Marítimo, Boavista FC e FC Paços de Ferreira concederam apenas um golo pelo ar fora de portas.

Importa ainda resalvar que mais de 35 porcento dos golos do CD Tondela e FC Paços de Ferreira são de cabeça e o CD Santa Clara ultrapassa mesmo a barreira dos 40 porcento. SL Benfica e CD Tondela fixam a taxa de golos de cabeça sofridos por volta dos 30 porcento, a mais elevada.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

 

O que representou esta Taça da Liga?

A Taça da Liga que findou no passado fim de semana teve um significado positivo para o futebol português e parece ter ganho terreno em termos de uma maior afirmação. Com uma maior projeção e envolvendo quatro clubes que ansiavam por troféus, o que se viu na última semana dignificou esta taça e deu-lhe um outro ar, o que já fazia por merecer.

Cabe-me dizer que esta final-four decorreu bastante bem com toda a organização envolvente e com três jogos que, no global, podemos considerar como positivos, onde existiu emoção e incerteza e se viram as equipas aguerridas e a lutar pelo sucesso na prova, contrariando a ideia de menoridade que esta aufere até à chegada a esta fase.

Após três anos sediada em Braga, penso que a competição ganhou pontos e já não é vista como o ‘patinho feio’ que era antes. Pelo menos, agrada-me este formato de final-four em cidade única, tornando-se mais apelativa a todos os níveis.

Um novo olhar pode estar a ser dado a uma prova que, a meu ver, tem margem de progressão, apesar de ainda haver quem a olhe de lado. Mais recentemente tem se notado um esforço para a tornar mais credível e esta edição cresceu nesse sentido. As reformulações que têm sido feitas à competição parecem-me satisfatórias e esta tem tudo para continuar a sua linha de crescimento, ainda que exista espaço para melhorias. Com a despedida de Braga, confesso a curiosidade para saber o local da próxima edição e espero um nível de competência organizativa semelhante e futebol de qualidade, o qual ficou demonstrado que é possível suceder.

Se a Taça da Liga deve ser uma prioridade para os clubes mais pequenos, uma vez que é uma oportunidade de conquistar um troféu oficial, este ‘chip’ pode estar a mudar aos poucos no que toca aos ditos grandes. E isso notou-se na reação aos desaires tanto de Sporting CP como do FC Porto – no primeiro jogo, naquela confusão final instalada junto ao banco dos leões e no segundo, através das declarações de Sérgio Conceição ao colocar o lugar à disposição do presidente – ambos justificados pelos contextos atuais em que vivem.

A 13ª edição da Taça da Liga, agora Allianz Cup, ficou em casa. O SC Braga, clube anfitrião, conquistou a prova pela segunda vez
Fonte: Bola na Rede

A verdade é que o triunfo do SC Braga teve um grande significado. Não só por ter conquistado a prova na sua própria casa, mas também por ter impedido mais uma conquista por parte de um dos grandes. Todos sabemos que estes arrecadam a maior parte dos troféus em Portugal, mas esta vitória como que serviu como um ‘grito de revolta’ face a tal domínio, fazendo lembrar Moreirense FC e CD Aves que também tiveram oportunidade de celebrar nos últimos anos. Este acontecimento parece-me importante, pois deve haver capacidade para que os títulos não fiquem circunscritos apenas a três clubes.

A competência dos bracarenses ficou demonstrada nestes dois jogos, onde conseguiu fazer frente a adversários que historicamente são mais fortes. As três taças ganhas em sete finais disputadas na última década mostram sinais de crescimento que necessitam de continuidade, para que se possa ver com maior regularidade alguém que seja capaz de se intrometer e contrariar a tendência histórica em Portugal.

Penso que a Taça da Liga fica melhor na vitrine de um clube mais pequeno no que na de um grande, e quando assim é, o feito é mais valorizado. Os minhotos ambicionam uma maior projeção e nada melhor do que um título para arrancar a nova década da melhor maneira.

No mesmo sentido, também o Vitória SC deixou uma boa imagem em Braga. O conjunto vitoriano tem praticado um belo futebol ao longo da época e apenas os resultados não têm sido condizentes. Este ‘apenas’ é o mais importante e o que fica é a sensação de que falta sempre algo para os vitorianos se assumirem nos momentos principais, onde uma presença constante nestes tais momentos ajuda a ganhar a maturidade e a experiência necessárias para se encarar de outra forma estes desafios. A Liga Europa e a Taça da Liga foram bons exemplos esta época e penso que Ivo Vieira merece continuar o trabalho para lá deste ano.

Também os adeptos aproveitaram esta competição para mostrar uma imagem de força. Tanto dentro como fora do estádio (num protesto em conjunto contra a Liga) as suas ações ficaram bem vincadas e tiveram um certo destaque, mostrando-se ativos e dando razões para que se falasse neles.

Nota final para Ruben Amorim que entrou em grande neste projeto. Terminado o primeiro mês, os resultados são excelentes, pois os gverreiros só sabem ganhar. Ninguém imaginaria um cenário semelhante há um mês, mas a verdade é que começa a surgir mais um técnico promissor da escola de treinadores portugueses.

Foto de Capa: Liga Portugal

 

Os destaques internacionais do mercado de inverno

O ano civil começa sempre com a reabertura do mercado de transferências no mundo do futebol europeu. Durante o mês de janeiro, os clubes procuram preencher as lacunas no seu plantel, e é um momento em que os “tubarões” do futebol do “velho continente” aproveitam geralmente para garantir os serviços dos “jogadores revelação”.

Num dos mercados de inverno mais agitados dos últimos anos, existiram transferências inesperadas, mas também terminaram algumas “novelas” de mercado. Este é o exemplo de Bruno Fernandes, que trocou o Sporting CP pelo Manchester United FC a troco de 55 milhões de euros, tornando-se a transferência mais cara deste mercado.

Em termos de valores, a seguir ao médio português segue-se Dejan Kulusevski, que foi comprado pela Juventus pelo valor de 35 milhões de euros. Em terceiro lugar surgem Reinier, que se mudou para o Real Madrid, deixando o Flamengo, e Steven Bergwijn que se transferiu para o Tottenham Hotspurs proveniente do PSV, ambos por 30 milhões de euros. A fechar o top cinco de transferências mais caras deste mercado está Krzysztof Piatek que deixou o AC Milan para se juntar ao Hertha Berlim pelo valor de 27 milhões de euros.

É também de destacar a contratação de Christian Eriksen por parte do Inter de Milão, que garantiu os serviços do médio dinamarquês por 20 milhões de euros. Pelo mesmo valor o RB Leipzig contratou Dani Olmo, uma das maiores promessas do futebol espanhol.

Antevisão Vitória FC x FC Porto: Visita ao Bonfim crucial antes da receção ao Benfica

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Necessidade extrema de triunfar para não deixar fugir o SL Benfica

No último jogo do campeonato antes dos Dragões receberem o SL Benfica, a equipa tem que fazer a viagem até ao Bonfim para defrontar o Vitória FC. Num jogo de extrema importância de modo a não aumentar a distância para as Águias, o FC Porto procura dar continuidade a vitória obtida frente ao Gil Vicente e ganhar alguma confiança antes de um período crítico tanto para as aspirações ao título da equipa como para a permanência do treinador. Apesar de terem conseguido o triunfo frente à equipa de Barcelos, os Dragões não foram particularmente convincentes, tendo até sofrido primeiro.

O PASSADO NÃO É FAVORÁVEL PARA A EQUIPA SADINA, MAS SERÁ QUE O VITÓRIA VAI SER CAPAZ DE APROVEITAR O MAU MOMENTO AZUL E BRANCO? A ODD É DE 8.50! ARRISCAS?

Se a pressão é grande do lado da equipa do norte, praticamente não existe para os da casa. A equipa de Setúbal está a fazer um bom campeonato e tem vindo a melhorar desde a chegado do técnico Julio Velázquez. Curiosamente, fez a sua estreia num jogo para a Taça de Portugal precisamente frente ao FC Porto. Na altura, a sua equipa perdeu 4-0. Contudo, desde aí tem registo muito positivo, especialmente a contar para o campeonato – em 7 jogos tem 4 vitórias, 1 empate e duas derrotas.

COMO JOGARÁ O VITÓRIA FC

Prevê-se um Vitória a jogar em bloco baixo, com pouco espaço entrelinhas. Será uma equipa que irá tentar suster a pressão adversária, com únicas aspirações ofensivas a vir no contra-ataque rápido. Aqui, é muito importante a velocidade dos extremos Zequinha e Mansilla. No último jogo, na ausência de José Semedo, a equipa optou por jogar com três centrais e apenas dois médios. Com o regresso do experiente médio defensivo, o técnico espanhol deve voltar a colocar a equipa em campo num 4-3-3. Encher o meio-campo e defesa e explorar as costas dos laterais portistas deverá ser o plano de jogo do Vitória FC.

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: Vitória FC

Guedes – o avançado só reentrou na equipa (fez alguns minutos em agosto e setembro) em dezembro mas, desde que marcou dois golos como suplente utilizado frente ao SL Benfica, tem sido opção recorrente de Julio Velázquez. Conta com 2 golos e uma assistência nos últimos dois jogos do Vitória e, num jogo difícil contra o FC Porto, terá que aproveitar bem qualquer oportunidade de bater Marchesin que tiver.

XI PROVÁVEL

4-3-3: Makaridze; Sílvio, Artur Jorge, Jubal, André Sousa; José Semedo, Carlinhos, Éber Bessa; Zequinha, Mansilla e Guedes.

COMO JOGARÁ O FC PORTO

Não deverá haver grandes mudanças na maneira de jogar do FC Porto. Uma maior posse de bola mas pouco critério no último terço. Futebol físico e direto, com forte ênfase nas segundas bolas e nas bolas paradas. Uribe fez um grande jogo contra o Gil Vicente e será crucial para que os Dragões tenham controlo sob o meio-campo. Luis Diaz e Otávio deverão voltar à equipa e irão certamente tentar contribuir para um aumento da criatividade. Corona deve voltar a fazer o flanco direito todo depois de mais um jogo mediano de Manafá que continua a não convencer.

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Luis Diaz – a equipa tem sentido muito a falta do colombiano nos últimos jogos, e, sinceramente, não se percebe a ausência de Diaz. É um extremo com forte capacidade de desequilíbrio que tem também um boa chegada à área adversária. Contra um Vitória FC em bloco baixo, a sua capacidade de um contra um será crucial para desfazer a organização defensiva dos Sadinos.

XI PROVÁVEL

4-4-2: Marchesin; Corona, Mbemba, Marcano, Telles; Otávio, Uribe, Sérgio Oliveira, Luis Diaz; Soares e Marega.

 

Foto de Capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede