Podia começar o texto com um breve resumo de quem ganhou a etapa onde estive. Mas seria algo que já tinha sido feito por muitos jornalistas e também com o tempo que já passou nem vale a pena começar por aí. Talvez mais tarde. Esta foi a primeira vez que vi uma chegada de uma etapa da Volta a Portugal em bicicleta. Quem diria?
Estar perto da reta da meta com muitas dezenas de pessoas ao longo daquela “pequena” subida, que custava (e muito) a subir. Ver todos os espetadores a bater efusivamente nas placas de publicidade em apoio aos ciclistas que cansados subiam para chegar a uma vitória de etapa. Foi incrível. Foi a primeira vez que senti toda esta atmosfera de perto.
Vivemos muito este desporto no nosso país e quando se fala na grande “Volta” aí já é outra coisa. Verões e verões que passei junto das zonas menos povoadas do nosso país – neste caso Salvador do Campo, em Barcelos – e habituei-me a ver ciclismo na televisão. Na altura, só havia quatro canais e tínhamos de passar o tempo com alguma coisa.
A Volta a Portugal em Bicicleta é um dos principais eventos durante o verão no nosso país Fonte: Volta a Portugal
De tarde, ligava-se a televisão no canal um e aí ficávamos. Horas e horas a fio a ver o esforço dos ciclistas a pedalarem quilómetros e quilómetros. Acredito que este também tenha sido o “programa de festas” para alguns da minha idade que gostava de ciclismo.
Mas quando a competição arranca estamos demasiado focados em quem ganha, em quem perde, em quem enverga as camisolas da montanha ou juventude… Tudo sempre relacionado com a competição e o que se passa em cada edição da mesma.
Só quando estamos perante a organização de uma chegada de etapa, por exemplo, é que percebemos que há muito para além da competição. Esquecemo-nos das pessoas que por de trás de toda a corrida da Volta a Portugal dão o apoio necessário para que isto tudo funcione. E este texto é mesmo isso: «Aquilo que não vemos».
Se analisarmos o percurso de cada uma das equipas da Primeira Liga ao longo desta década, creio que é justo dizer que o Rio Ave Futebol Clube, para além de ser dos clubes que mais solidificou o seu estatuto na elite do futebol português, é daqueles que se tem mostrado mais competitivo e com maior crescimento em relação ao seu passado no maior escalão do futebol nacional.
Noutros tempos, o Rio Ave FC era um clube que tradicionalmente, lutava para não descer de divisão, embora tivesse uma época ou outra em que superasse as expectativas e conseguisse um lugar na primeira metade ou no primeiro terço da tabela classificativa. O seu período de maior fulgor deu-se na primeira metade dos anos 80, período no qual obtiveram a melhor classificação de sempre (quinto lugar em 82/82) e chegaram à final da Taça de Portugal em 83/84.
Hoje em dia, são presença assídua na luta pelos lugares de acesso às competições europeias, tendo conseguido nos últimos anos três qualificações para a Liga Europa, bem como a melhor prestação de sempre no campeonato, com um quinto lugar obtido na época 17/18 com 51 pontos.
Mas como é que esta mudança de estatuto começou? Tudo teve início em 2008, ano no qual o Rio Ave conseguiu a promoção ao primeiro escalão do futebol português após um segundo lugar obtido na Segunda Liga em 2007/2008. No dia 8 de Novembro de 2008, os sócios elegeram António da Silva Campos como novo presidente do Rio Ave FC. Este foi o primeiro passo dado no crescimento e sustentação do clube.
Daí para a frente, foram dados vários passos que permitiram ao clube subir degraus no seu crescimento e cimentar o seu estatuto na Primeira Liga, tais como o equilíbrio e a estabilidade financeira, a profissionalização da sua estrutura, e a aposta no scouting.
Para além de António Campos, outros homens influentes estiveram por detrás desta evolução, entre os quais está Miguel Ribeiro. O actual CEO da SAD do FC Famalicão foi Director Desportivo do Rio Ave FC entre 2011 e 2018, tendo chegado a referir numa entrevista que uma das principais virtudes de António Campos era o facto de querer estar rodeado de pessoas competentes nas mais diversas áreas.
Léo Jardim foi um de vários jogadores que o Rio Ave FC valorizou Fonte: Lille OSC
Ao longo destes anos, o emblema vila-condense também tem desenvolvido uma relação próxima com Jorge Mendes. A parceria estabelecida com o Superagente permitiu ao clube aumentar a sua reputação no mercado e realizar alguns dos negócios mais lucrativos do futebol português.
Outra das imagens de marca de António Campos tem sido a aposta em treinadores jovens e com pouca experiência como treinador principal. Nalguns casos, apostaram mesmo em treinadores sem experiência como treinador principal numa equipa sénior, como nos casos de Nuno Espírito Santo e de Miguel Cardoso. Nem todas as apostas foram bem sucedidas, mas a maioria delas caminham num sentido de apostar num perfil que privilegia o futebol positivo.
Curiosamente, a aposta em Carlos Carvalhal para esta época não corresponde a esse mesmo perfil de treinador jovem e pouco experiente, mas traz com ele um trunfo: o adjunto Luís Nascimento. O ex-treinador das camadas jovens do Benfica (e irmão de Bruno Lage) pode ser uma peça importante no que diz respeito aos métodos de treino e à prática de um futebol positivo que privilegie a evolução dos jogadores.
Mas aqueles que possivelmente são os principais factores que têm contribuído para este crescimento do Rio Ave FC, têm sido a capacidade de recrutar jovens talentos e de gerir os seus activos. Estes dois factores em conjunto têm permitido ao emblema vila-condense manter uma equipa competitiva ano após ano, bem como render importantes encaixes financeiros, com os quais o clube tem investido nas suas infraestruturas, estando ainda prevista a construção de uma Academia.
Nos últimos anos, o clube valorizou muitos jogadores tais como Ederson Moraes, Ahmed Hassan, Krovinovic, Roderick Miranda, João Novais, Léo Jardim, entre outros; para além de ter tirado bom proveito de jogadores que tem recebido por empréstimo, tais como Jan Oblak, Gil Dias, Francisco Geraldes, Wanderson Galeno e Gelson Dala.
Tirando a época em que António Campos foi eleito presidente do Rio Ave FC, a única época em que o emblema vila-condense passou por aflições no que toca à luta pela manutenção foi a de 2011/2012, na qual terminaram no 14º lugar. Curiosamente, foi nessa mesma época que António Campos entendeu que estava na hora de mudar o paradigma do clube, terminando a ligação com Carlos Brito (provavelmente o treinador com mais história no clube), passando a apostar em treinadores que pudessem colocar o clube num patamar acima no futebol português.
Outra coisa que há-que ter em conta neste projecto, é que o Rio Ave FC é o único clube na Primeira Liga a par do FC Paços de Ferreira que não tem uma SAD, o que enaltece ainda mais a obra que António Campos tem feito nos seus 10 anos de presidência e que promete não ficar por aqui.
Derrick Rose nasceu a 4 de outubro de 1988 na precária região de Englewood em Chicago. O base de 30 anos assinou, este verão, um contrato a dois anos por 15 milhões de dolares com os Detroit Pistons, levando assim uma carreira que se possa descrever como invulgar e admirável ao mesmo tempo.
Posto as coisas deste prisma, é necessário fazer uma retrospetiva aquilo que tem sido a passagem de Derrick Rose pela NBA. Tudo começa em 2008, quando um jovem de 19 anos liderou a sua equipa Universitária, os Memphis Tigers, à melhor prestação alguma vez conseguida, carimbando a ida aquele que é o torneio amador mais importante do basquetebol, a NCAA.
Neste torneio, Rose havia de se destacar como um líder isolado dos Tigers e já nele se notavam características eximias e um nível de jogo equivalente à NBA. A sua explosividade e atleticismo faziam dele a melhor promessa do draft desse ano. No entanto, chegando à final do torneio, estes haveriam de ficar em 2 lugar, após um jogo intenso que inclusive teve direito a prolongamento.
Para Derrick Rose este era, no entanto, o primeiro de grandes palcos que viria a pisar. Foi escolhido em primeiro lugar no draft de 2008 pela equipa da sua cidade Natal os Chicago Bulls, onde viria a causar um grande empacto logo na sua primeira época profissional! Com médias de 16.8 pontos e 6.3 assistências por jogo numa eficácia de 47.5% de campo. Este foi uma peça fundamental na jornada da equipa até aos play-off.
Nos play-off, Rose brilhou logo no primeiro momento onde no jogo 1 contra os campeões da época anterior, Boston Celtics, marcou 36 pontos e anotou ainda 11 assistências. Apesar da eliminação na primeira ronda, a história do base começava a ganhar corpo, numa época que terminava com este a ganhar o rookie do ano (melhor jogador de 1 ano).
Seguiu-se a época de 2009/10, em que Rose conseguiu alcançar a honra de jogar o seu primeiro All-Star game, desta vez liderando os Bulls com medias de 20.8 pontos por jogo e 6.0 assistências. Mais uma vez, o palco dos play-off foi alcançado, apesar da saída na primeira ronda, Rose destacava-se na serie contra o Cleveland Cavaliers de Lebron James com 26.8 pontos por jogo e 7.0 assistências. Rose estaria assim a tornar-se no jogador que a cidade de Chicago tanto ansiava.
Fim de semana histórico para a scene do FIFA eSports em Portugal. Realizou-se na madrugada de sábado para domingo pelas 00:15 a terceira edição da Supertaça FPF eSports 1v1. Diogo “Somosnos” Brás voltou a sair vitorioso depois de ter vencido a primeira edição do troféu! Numa emissão exclusiva que teve transmissão em sinal aberto através do novo canal da FPF, o canal 11.
Para além disso, a discussão do título realizou-se no relvado do Estádio do Algarve nas duas consolas PS4 e no habitual frente a frente. Troppez, o actual campeão nacional e jogador dos Apogee Gaming que falamos aqui no Bola na Rede numa entrevista exclusiva defrontou Diogo “Somosnos” Brás, o vencedor da Taça de Portugal. No último confronto entre os dois foi o jogador dos Apogee a levar a melhor, mas desta vez foi mesmo o jogador dos K1ck eSports que saiu por cima.
Na antevisão feita também pela Bola na Rede considerou-se esta final como um jogo de 50/50 e o favoritismo não foi atribuído a nenhum dos jogadores. No entanto, Somosnos já tinha conquistado este troféu na primeira edição e voltou a replicar o feito.
Ambos os jogadores estiveram concentrados durante o tempo de jogo Fonte: FPF eSports
Seguia então este grande embate com os comentários de JOliveira10 e BhT. Uma excelente produção por parte da FPF eSports e do Canal 11, que tornaram este evento histórico possível. Jogos que foram naturalmente jogados no modo Ultimate Team e o título foi discutido a melhor de 5 partidas.
No primeiro jogo tivemos um início muito morno e com os jogadores a estudarem-se. Só na segunda parte iriam aparecer os golos e seria Somosnos a levar a vantagem até
ao 2-1 final conseguindo segurar a posse de bola nos momentos finais para conquistar a primeira vitória da série.
No segundo jogo, os jogadores parecem um pouco mais relaxados e com vontade de arriscar um pouco mais. Um jogo muito mais espectacular dentro do relvado virtual. 2-1 para Troppez até aos 80min. de jogo, de seguida Somosnos chega ao 2-2 com um golaço de volley a mais de 30 metros por Cristiano Ronaldo TOTS. Vamos para prolongamento para decidir um vencedor e nos 120min. finais seria Troppez a sair por cima vencendo por 4-3 e empatando a série 1-1 em jogos.
Diogo “Somosnos” Brás a exibir o troféu ganho, a Supertaça de eSports Fonte: FPF eSports
Com a série empatada, cada um dos jogadores voltaram um pouco à estaca zero. Estudaram-se bastante no terceiro jogo e durante os 90min. pouco vimos de ambas as partes o que levaria esta final para mais um prolongamento. 0-0 após 120min. E seguimos para a lotaria das grandes penalidades. Aí Somosnos mostrou-se mais eficaz ao vencer por 4-1 e a levar vantagem para o quarto jogo.
E neste quarto jogo surgia o encontro decisivo rapidamente Somosnos assumiu as despesas da partida e sentiu que o troféu está muito perto e não o queria deixar fugir. Troppez tentou batalhar, mas esta foi a partida mais desequilibrada entre os dois jogadores. Resultado final de 4-1 e Somosnos venceu a série por 3-1 não necessitando do quinto jogo para discutir esta Supertaça da FPF eSports.
Troféu este que encerrou de uma maneira a época competitiva no FIFA 19. A um mês e meio do lançamento do FIFA 20, os jogadores já não pensam noutra coisa e aguardam para ver as novidades que a EA Sports irá trazer para o jogo que tanto adoramos. Resta-nos dar os parabéns ao vencedor Diogo “Somosnos” Brás e também ao Troppez por uma grande final que foi inédita. E esperar que o Canal 11 abra mais portas para a scene de eSports em Portugal. Vemo-nos no FIFA 20!
O dia 9 de agosto marca o início de uma nova temporada em Inglaterra. Uma época que se espera, que seja bastante diferente da última edição da Premier League, onde o título foi verdadeiramente disputado desde cedo, apenas por duas equipas: o super Manchester City de Guardiola, e o Liverpool, orientado pelo excêntrico Jurgen Klopp.
A postura no mercado, que até ao momento, mais impressionou foi a do Arsenal. Os Gunners fazem sonhar os seus adeptos com as contratações de Dani Ceballos (por empréstimo do Real Madrid) e Nicolas Pépé (em definitivo, ao Lille). Não só pela qualidade de cada um, mas também pela alta expectativa que o preço gera.
Sem espaço em Madrid, o internacional espanhol abraça a primeira aventura no estrangeiro Fonte: Arsenal FC
Ceballos é um criativo/organizador que chama a atenção pela sua inteligência e visão de jogo com a bola nos pés. Qualidade de passe e de remate a meia distância, são apenas algumas das suas caraterísticas mais vistosas. Quem não o conhece, diria que passou pela formação do Barcelona, pela forma como encaixaria num modelo como o de “La Masia”. Apesar da juventude (22 anos), vejo-o com capacidade para “marcar o ritmo” do futebol ofensivo de Emery.
Já Pépé, é extremo e atua preferencialmente pelo lado direito do ataque. Traz nas raízes africanas a imprevisibilidade e a velocidade de execução. É um jogador de drible curto e passada larga. Faz boas combinações em terrenos interiores, o que privilegia os laterais “subidos” do Arsenal. Aparece muitas vezes em condições de finalizar as jogadas dentro de área, e na maior parte, decide bem.
Para além destes reforços sonantes, os adeptos têm esperança na afirmação dos jovens da “casa”. Têm-se destacado nesta pré-época e merecem um lugar no plantel. E refiro-me ao médio Joe Willlock, que na época transata foi entrando “a espaços” na equipa, e ao extremo Reiss Nelson, que regressa após empréstimo ao Hoffenheim, onde teve uma boa prestação na Bundesliga (23 jogos e 7 golos).
O costa-marfinense eleva a expectativa dos Gunners para época 2019/2020 Fonte: Arsenal
Com o setor intermédio, os adeptos da equipa do norte de Londres não terão que se preocupar, dada a quantidade e qualidade de opções, entre elas: Xhaka, Torreira, Guendouzi, Elneny, Mkhitaryan, Ceballos e Willock. Já para não mencionar o talentoso, mas polémico e dispendioso, Mesut Ozil, que é capaz do melhor e do pior. A meu ver, já desrespeitou demasiado o emblema e também o treinador, para continuar a vestir a camisola do clube. Basta haver alguém que o queira e que tenha milhões para lhe pagar. Neste momento, só clubes chineses terão capacidade e vontade de o levar… Sem ele, o Arsenal respirava melhor. É daqueles jogadores que “rema para o lado contrário”.
Também não será o setor mais adiantado a “tirar o sono” ao técnico espanhol. Pépé e Nelson juntam-se a um leque de opções que já contava com Pierre-Emerick Aubameyang, Lacazette e Iwobi. Criatividade, fantasia, velocidade e golos não faltarão a esta equipa. Os mais atentos à parte tática do jogo, percebem que Unai Emery é um treinador que aposta bastante no futebol atacante, em que todos atacam, com as linhas próximas umas das outras e com uma defesa subida. E é aí que se encontra a principal lacuna dos Gunners: a defesa.
Imagem que demonstra a juventude e a experiência do plantel do Arsenal Fonte: Arsenal FC
Com Sokratis, Mustafi, Chambers, Monreal, Kolasinac, Bellerín e Maitland-Niles na linha da frente dos que podem ser eleitos para o quarteto (ou quinteto), a defesa do Arsenal deixa um pouco a desejar, pelo que é urgente a contratação, de pelo menos, um central. Não é que os centrais à disposição não tenham qualidade, mas a meu ver, não estão à altura do nível dos dos rivais. Se repararmos, não há nenhum “centralão” no plantel. O Manchester City tem Laporte; o Liverpool tem Van Dijk; o Tottenham tem Alderweireld; o United, está perto de garantir Maguire (Leicester)… E o Arsenal tem Sokratis ou Mustafi (com todo o respeito).
Na baliza, o alemão, Bernd Leno deve assumir a titularidade que dividiu com Petr Cech na época passada. Posto isto, se o Arsenal tiver aspirações de melhorar a sua classificação de anos transatos, terá de ir ao mercado por um central de qualidade. Se não for, Emery terá muito que trabalhar com os homens do setor mais recuado do terreno para “esconder”, aquele que tem sido o ponto fraco da equipa.
Dominic Thiem e Nick Kyrgios brilharam ao conquistar o ATP de Kitzbuhel e o ATP de Washington, respetivamente.
Na Áustria, Dominic Thiem teve uma semana que tão cedo não esquecerá. A jogar em casa, o jogador austríaco, de 25 anos, não cedeu à pressão e caminhou, sem grandes dificuldades, até à final.
No jogo decisivo, o quarto classificado do ranking ATP defrontou Albert Ramos. O espanhol de 31 anos veio confiante para a partida depois de ter vencido, na semana passada, o Open de Gstaad, na Suíça.
O primeiro set do encontro, ficou marcado pelo equilíbrio, tendo sido necessário o tiebreak para dar vantagem a um dos jogadores. No desempate, Dominic Thiem encostou Albert Ramos às cordas e conquistou três break points que resultaram no 7-0 a favor do austríaco.
A um set de vencer o torneio, Dominic Thiem apostou todas as fichas e não deu hipóteses ao espanhol. Com os triunfos nos seus jogos de serviço, o jogador da casa ainda conseguiu dois break points que ditaram o 6-1 no segundo set e, por conseguinte, a vitória na partida.
Dominic Thiem realizou, desta forma, o sonho de ganhar um título no seu país. Para além disso, alcançou o seu terceiro troféu esta época, após ter vencido o Masters de Indian Wells e o Open de Barcelona.
Resultado Final: Dominic Thiem 2-0 Albert Ramos (7-6 / 6-1)
Dominic Thiem venceu Albert Ramos e conquistou o seu primeiro título em casa Fonte: ATP World Tour
Da Áustria viajamos para os Estados Unidos da América, mais precisamente até Washington. Na capital americana, disputou-se o Open de Washington, torneio no qual Nick Kyrgios foi destaque, desta vez, pelos melhores motivos.
O tenista de 24 anos voltou aos courts depois de ter ficado pelo caminho na segunda ronda do torneio de Wimbledon. Nick Kyrgios não podia ter tido melhor regresso, uma vez que chegou à final do torneio americano. Para marcar presença no jogo do título, o australiano “bateu” o grego Stefanos Tsitsipas, num encontro que durou mais de duas horas.
Na final, Nick Kyrgios defrontou o russo Danii Medvedev. Os dois sets desta partida, foram resolvidos através de tiebreaks. Nick Kyrgios acabou por levar a melhor sobre o número nove mundial e, não só confirmou o seu segundo troféu da temporada, como também garantiu a subida até ao 27º posto do ranking ATP.
Nick Kyrgios derrotou Danii Medvedev e somou o segundo título esta época Fonte: ATP World Tour
Dois torneios, dois grandes campeões. Thiem e Kyrgios seguem agora para o Canadá onde vão participar no Masters de Montreal.
O mês de agosto, por norma, tradicionalmente quente, promete aquecer ainda mais para os lados da cidade Invicta: cerca de sete jogos no mês de abertura do calendário desportivo português (caso se confirme a vitória na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões) farão, certamente, desaparecer a fome de bola sentida um pouco por todos os adeptos do FC Porto.
Se, para os adeptos, uma grande densidade de jogos do seu clube do coração pode ser encarada como algo positivo, para as pernas dos jogadores a situação poderá ser completamente diferente: uma maior densidade competitiva, ainda por cima numa fase tão prematura da temporada, poderá implicar uma quebra no rendimento da equipa, quebra essa que, por consequência, poderá já comprometer um dos principais objetivos da época – a entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões.
Sem a presença nesta fase da prova milionária, sem a entrada dos milhões da UEFA, o FC Porto ver-se-á, muito provavelmente, entre a espada e a parede, na medida em que será forçado a vender alguns dos seus jogadores mais valiosos de modo a compensar o investimento já feito durante o mercado de transferências deste verão.
O FC Porto voltará à Rússia para iniciar a sua campanha na edição 2019/20 da Liga dos Campeões Fonte: FC Porto
De igual modo, na vertente nacional, os “dragões” enfrentarão num futuro próximo adversários que certamente irão impor dificuldades, com destaque, naturalmente, para os confrontos que “acompanharão” um eventual play-off da Liga dos Campeões: à terceira jornada, clássico na Luz frente ao SL Benfica e, na semana logo a seguir, receção ao Vitória SC.
A meu ver, ambos serão jogos que valerão “mais do que três pontos”, uma vez que, em caso de vitória, não só serão dois duros testes que ficarão para trás, como também será possível abrir uma vantagem pontual para aquele que, na minha opinião, será o único concorrente direto do FC Porto na luta pelo campeonato nacional.
Portanto, apesar de ainda ser cedo demais para começarmos a pegar nas calculadoras e fazer as tradicionais contas, o mês de agosto ditará muito daquilo que pode ser o sucesso da equipa de Sérgio Conceição na época 2019/20.
A imprensa é, sem margem para dúvidas, o grande motor, o que faz mexer, o todo-poderoso veículo de informação. No futebol, não é exceção. Bem pelo contrário. Há, inclusivamente, na gíria, a boa e má imprensa. Isto é, a imprensa que, por razões aleatórias ou não, valoriza mais uns em detrimento de outros. “Cobre” melhor os insucessos de uns e “suaviza” o sucesso de outros.
É claro que não é só por razões externas a treinadores e jogadores que acaba por suceder o supracitado. Há uma capacidade de promoção própria de treinadores e/ou jogadores brutal, sucedendo com outros o completo inverso. Foquemos, por isso, dois casos em que, na minha ótica, a opinião generalizada está desfasada da realidade.
Vítor Pereira, um caso evidente de subvalorização
Ele próprio já o admitiu em conferências de imprensa e entrevistas. É, do ponto de vista pessoal, recatado e não gosta das luzes a bater-lhe no rosto. Todavia, faz parte do jornalismo informar e realçar factos. E, esses são indesmentíveis para o técnico português que atualmente treina na China.
Treinador-adjunto do FC Porto de Villas-Boas em 2010/11, foi convidado, após a saída do técnico para Londres, para assumir o cargo de treinador principal do dragão na temporada seguinte.
Deu sequência ao excelente trabalho, ainda que com menos recursos do que o seu antecessor, e superou o fortíssimo Benfica de Jesus. Em 2011/12, culminou o certame com seis pontos de vantagem na Liga. No seguinte, um ponto de diferença foi o suficiente, ultrapassando o rival na reta da meta – a tal famigerada temporada do «golo do Kelvin». Em 60 jogos na Liga NOS, Vítor Pereira apenas consentiu uma derrota (diante do agora recém-promovido Gil Vicente, na sua época de estreia – 2011/12).
Como tal, nos famosos duelos com Jesus, empatou por duas vezes (curiosamente a duas bolas) e venceu outros dois (isto somente relativo à Liga Portuguesa). Taticamente sempre mais arguto e conseguindo sempre explorar as debilidades típicas das turmas de Jesus, provou largamente ser melhor, reinventado-se sempre e explorando melhor os detalhes (onde é fortíssimo, sendo muito provavelmente a sua característica mais saliente).
Saiu do próprio Estádio do Dragão sem as devidas honras e seguiu para o modesto Al-Ahli Jeddah, da Arábia Saudita. Conquistou o último lugar do pódio, um lugar condizente com o clube em questão, ficando atrás dos dois de sempre: Al Nassr e Al-Hilal.
Em janeiro de 2015, sucedeu ao espanhol Míchel no comando técnico do Olympiacos, indo a tempo de ser campeão e vencer a Taça Grega. A saborosa dobradinha não foi proporcional às condições oferecidas para iniciar a temporada seguinte e Pereira saiu ao fim de meio ano.
Iniciou (e finalizou) 2015/16 na Turquia, ao serviço de um dos gigantes de Istambul: o Fenerbahçe. Não atingiu o título, tendo ficado na 2.ª posição, cinco pontos atrás do Besiktas. Recomeçou a temporada seguinte no conjunto turco, mas a derrota na 3.ª pré-eliminatória da Champions League precipitou a saída precoce, em claro choque com a Direção. Derrota, essa, diante do super Mónaco de Jardim (ao triunfo por 2-1 em casa seguiu-se derrota por 3-1 no Principado), que, nessa temporada, “só” atingiu a semifinal da competição e “só” conquistou a Liga Francesa.
Numa péssima opção de carreira, nessa mesma época, decidiu assinar pelo TSV 1860 Munique, um clube a braços com uma grave crise a todos os níveis e que disputava a… 2.ª Liga Alemã. Não conseguiu tirar a equipa do buraco onde se encontrara, tendo descido de Divisão – posteriormente, o clube entrou em insolvência.
Aí, o mundo parecia ter desabado para Vítor Pereira. Mas só parecia…
Fonte: Shanghai SIPG FC
Seguiu, em 2018, para os chineses do Shanghai SIPG. Um clube que nunca havia experienciado vencer uma Liga… até aparecer o técnico português. 68 pontos, cinco a mais do que o heptacampeão Guangzhou Evergrande, bastaram para quebrar longa hegemonia da equipa do Cantão. E Pereira fez, uma vez mais, história…
Falta ao técnico um conjunto de prestações mais efetivas no âmbito das competições continentais. Poderá, quem sabe, ser já este ano, visto que a sua equipa já garantiu um lugar nos quartos-de-final da Liga dos Campeões Asiáticos. Ainda assim, Vítor Pereira já provou a sua mais-valia e do por quê de estar, a meu ver, indiscutivelmente no top 5 dos melhores treinadores portugueses da atualidade.
Jorge Jesus, um caso gritante de sobrevalorização
E no lado contrário da história temos, então, Jorge Jesus. O técnico, já acima supracitado, é dotado de um perfil egocêntrico, secando tudo em seu torno (inclusivamente os seus colaboradores mais diretos). Com isso, vem uma autopromoção ao alcance de poucos. Goste-se ou não do estilo, Jesus fá-lo como poucos. Puxa dos galões quando o vento está propício a isso e afasta responsabilidades recorrendo a argumentos mais ou menos inusitados quando as coisas não correm bem.
Quem não se lembra, enquanto treinador do Sporting CP, das célebres palavras após a sua equipa ter sido derrotada em Madrid, diante do Real, sugerindo que até haver vantagem o mérito fora dele e, depois, com o desmoronar do resultado nos últimos minutos, havia sido a falta de experiência e de concentração dos jogadores a desequilibrar a balança? Palavras nocivas para o balneário com as consequências catastróficas sobejamente conhecidas (não mais a equipa se levantou desde aí, tendo, no jogo seguinte, sido “sentenciada” com um claro 3-0 em Vila do Conde, diante do Rio Ave).
Jesus tem a habilidade de, com palavras diferentes, “moldar” as situações à sua medida. É raro reincidir nos mesmos vocábulos para passar a(s) ideia(s) que pretende transmitir, ainda que, no fundo, acabe(m) por ter um padrão bem definido. Isto é, a ideia é padronizada, os caminhos para o fazer é que são, sim, diferentes. De certa forma, para ludibriar.
JJ teve seis anos na Luz. Foi campeão em três. Exceptuando em 2010/11, em que o FC Porto dispunha de um leque de jogadores superior, em todos os outros assim não foi. Fazendo um termo de comparação, Vítor Pereira, por exemplo, nos dois anos em que teve no rival azul e branco, teve à sua disposição um plantel menos valioso do que as águias. Teve que o espremer bem, ao contrário de Jesus, cujos seus plantéis eram menos solicitados (sempre foi treinador de ter 14/15 atletas da sua confiança).
Nas competições europeias, no que concerne à Liga dos Campeões, no qual já se referiu com uma certa autoridade no Brasil, apenas por uma vez conseguiu seguir em frente na fase de grupos da competição (fez quartos-de-final com o Benfica em 2011/12). De resto, campanhas deploráveis, tanto com águias como com leões. Só na Liga Europa conseguiu algo importante: por duas vezes foi à final da competição.
No que diz respeito à estadia de três anos em Alvalade, zero campeonatos. Apenas uma Taça da Liga e uma Supertaça para amostra. Jorge Jesus, aí, no outro lado da segunda circular, patenteou um perfil muito próprio. Consegue gerar um efeito brutal nas equipas no primeiro ano, como que um furacão, e, nas seguintes, dá-se a queda a pique. Foi assim na Luz e em Alvalade. E de forma por demais evidente…
O culto da sua imagem vai ao ponto de omitir e, pior do que isso, desvirtuar factos. Praticamente de semana a semana o faz. Agora, no Brasil, aproveitando-se do menor conhecimento dos jornalistas sobre os detalhes da sua carreira em Portugal, aproveita para «estender a manta».
Fonte: Sporting Clube de Portugal
Fruto disso, e porque a generalidade das pessoas se vão olvidando de pequenos detalhes relativos a épocas desportivas anteriores, vai moldando a história à sua medida. E é assim que, de repente, um treinador se hiper valoriza, sem que a substância seja a concreta e real, mas a moldada e, por isso, mais abstrata.
Se falarmos de Jorge Jesus e Vítor Pereira, o comum dos mortais dirá que o primeiro suplanta o segundo no que concerne à qualidade global na sua profissão. É a tal boa e má imprensa. No polígrafo, Jesus chumba muitas vezes, já em Vítor Pereira pouco ou nada se notam incongruências. Porém, a opinião generalizada é uma coisa e o polígrafo é outro. É uma questão de liberdade intelectual, que pressupõe pensamento próprio e crítico independentemente do que se vê e ouve, cuidado e reflexão analítica. A bem, tão simples e somente, da verdade. Nua e crua. Seja ela qual for. Goste-se ou não. E, quanto a mim, entre as luzes dos bastidores do futebol, só do futebol, entenda-se, Vítor Pereira é superior a Jesus. Sem espetáculos nem show-offs como termos de comparação.
Artigo de opinião da autoria de André Rodrigues
Fotos de Capa: UEFA
Atualização do mercado da La Liga: Malcom na Rússia, Atlético mais reservado e Bernabéu à espera de médio
Malcom é a nova estrela de São Petersburgo Fonte: FC Zenit São Petersburgo
O mês de julho terminou, mas o mercado de transferências em Espanha tem ainda muito pano para mangas. Embora as principais transferências (pelo menos as expectáveis) já se tenham confirmado, até ao final de agosto os emblemas espanhóis poderão reforçar os setores mais debilitados e vender as peças consideradas dispensáveis.
Quem estava a mais numa frente de ataque que recebeu recentemente Antoine Griezmann era o brasileiro Malcom. O extremo de 22 anos não era opção para Ernesto Valverde nesta temporada e o Zenit aproveitou para resgatar o jogador ao FC Barcelona por 40 milhões de euros.
Até à Catalunha viajou Junior Firpo. O lateral esquerdo do Real Bétis assinou pelos culés até 2024, por uma verba à volta dos 18 milhões de euros. Face à chegada do dominicano de 22 anos para o corredor esquerdo, o campeão europeu sub-19 Juan Miranda poderá estar de saída para a Juventus de Sarri. Já Philippe Coutinho continua com o seu futuro indefinido.
Para colmatar a saída de Firpo, o Bétis tem em vista o português Pedro Rebocho. O lateral alentejano do Guingamp pode estar a caminho de Espanha por três milhões de euros. Na mesma lateral, o RCD Mallorca reforçou-se com Lumor Agbenyenu, que ruma até Palma de Mallorca por empréstimo do Sporting CP.
Os leões, contudo, não foram os únicos representantes da liga portuguesa a envolver-se com o mercado espanhol. O FC Porto viu também um jogador seu sair para a La Liga: o ponta-de-lança espanhol Adrián López juntou-se ao Osasuna a custo zero.
Em Madrid, o mercado tem vindo a acalmar e o Atlético, em especial, não tem estado tão ativo. Na última semana, os colchoneros apenas viram Juanfran rumar até ao Brasil e assinar a custo zero pelo São Paulo FC, que, para a mesma posição, também adicionou Dani Alves ao plantel.
No Bernabéu, as coisas ainda prometem agitar e a chegada de um elemento para o meio-campo pode acontecer a qualquer momento. Com Pogba mais longe da capital espanhola, Bruno Fernandes e Donny van de Beek são agora os nomes mais falados para reforçar o Real. Relativamente a saídas, os galácticos emprestaram o avançado Borja Mayoral ao Levante UD.
A UFC on ESPN 5 teve lugar em Newark, Nova Jérsia. Colby Covington dominou Robbie Lawler durante as cinco rondas do combate, e garantiu assim uma chance pelo título de peso meio-médio contra Kamaru Usman. Os restantes quatro combates do cartaz principal terminaram por finalização.
Colby Covington vs Robbie Lawler
O combate principal da noite colocou frente a frente o antigo campeão interino de peso meio-médio Colby Covington, e o antigo campeão da mesma divisão Robbie Lawler.
Covington venceu o título interino ao derrotar Rafael dos Anjos no UFC 225, e devido a uma lesão no nariz não conseguiu ter uma luta para unificar o título com o então campeão Tyron Woodley.
Robbie Lawler vinha de duas derrotas consecutivas, e estava com dificuldades em encontrar a forma que outra tinha: dominante, explosivo, e sempre à procura da finalização.
Ambos entraram agressivos no combate a lançar golpes muito fortes. Colby levou o combate para o clinch e fez no total quatro projeções. No chão procurou desgastar Lawler, e trabalhar nas costas do adversário.
No segundo round, Colby misturou o strike com o clinch e fez três projeções, com muita qualidade no trabalho de chão. Assim que se levantam perto do fim, o cansaço era visível em Lawler.
Colby acerta um direto em Lawler Fonte: UFC
No terceiro assalto, Lawler entrou agressivo, mas Colby neutralizou-o com o trabalho no corpo a corpo. A partir de meio do round, Colby cimentou mais o seu domínio no strike, com Lawler a não ter energia para responder.
O quarto round foi mais 5 minutos de domínio para Colby. Lançou um enorme volume de golpes, não para finalizar mas sim pontuar.
No quinto round, Lawler esteve um pouco mais agressivo, mas Colby geriu bem a distância e foi inteligente em vários momentos para conseguir pontuar mais.
No final do combate, os juízes atribuíram a vitória a Colby Covington por decisão unânime (50-44, 50-45, 50-45).
Jim Miller vs Clay Guida
Dois veteranos enfrentaram-se na divisão de peso-leve. Jim Miller vinha de uma vitória frente a Jason Gonzalez por submissão. Por sua vez, Clay Guida derrotou no último combate a lenda BJ Penn por decisão.
Não há muito a relatar deste combate. Guida conseguiu abanar Miller com um golpe, mas este contra-atacou e foi a vez de Guida ir abaixo devido ao golpe. Miller viu-se na posição ideal para tentar uma guilhotina, e assim fez: finalizou a luta em 58 segundos.
Jim Miller festeja a rápida vitória por submissão Fonte: UFC
Joaquim Silva vs Nasrat Haqparast
Joaquim Silva entrou para este combate vindo de uma vitória frente a Jared Gordon, enquanto Nasrat estava numa sequência de duas vitórias consecutivas.
Silva entrou a utilizar muito os pontapés: fosse ao corpo, pernas ou cabeça. Nasrat procurou lançar golpes no contra-ataque, e sempre que acertava era nesse momento.
O segundo round durou apenas 36 segundos: Nasrat lançou uma esquerda muito forte e Silva foi logo nocauteado.
Nasrat celebra a vitória frente a Silva Fonte: UFC
Trevin Giles vs Gerald Meerschaert
Ambos atletas vinham de uma derrota. Giles perdeu contra Zak Cummings em maio, e Gerald perdeu contra Kevin Holland em março.
No início do primeiro round, Giles esteve muito forte no strike e até abanou Gerald. Conseguiu uma projeção, tentou a montada, mas Gerald fez uma raspagem incrível e na guarda procurou o triângulo de braço. Giles conseguiu reverter a posição, mas sem grande trabalho.
Gerald acerta um cotovelo em posição dominante Fonte: UFC
No segundo round, Gerald levou logo o combate para o chão. Foram trocando de posição, mas Gerald conseguiu ficar mais tempo por cima. Nesta fase, o combate não estava a ser o mais entusiasmante para os fãs: tinham sido lançados apenas 7 pancadas significativas.
No terceiro round, Giles consegue defender a projeção de Gerald, mas este consegue melhorar a posição e aplicar uma guilhotina, que finalizou a luta.
Scott Holtzman vs Dong Hyun Ma
À entrada para este combate os dois lutadores procuravam recuperar de uma derrota: Holtzman contra Nik Lentz, e Hyun Ma contra Devonte Smith.
Entraram os dois hesitantes, a gerir a distância um do outro. Scott conseguiu acertar um direto de direita que levou Hyun Ma ao tapete, e inchou bastante o seu olho esquerdo.
No segundo assalto muitos golpes foram trocados, e Scott até foi ao tapete mas sem mostrar ficar muito danificado.
Holtzman acerta um cruzado em Hyun Ma Fonte: UFC
Antes da terceira ronda o olho inchado de Hyun Ma foi analisado pelos médicos, que não deram ordens para a continuação do combate. Desta forma a vitória foi atribuída a Scott Holtzman por KO técnico via paragem médica.
O próximo evento do UFC é a Fight Night Uruguai, cartaz protagonizado pela luta de título entre Valentina Shevchenko e Liz Carmouche.