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CD Tondela | Beirões em modo reconstrução para a nova época

O Verão do CD Tondela ficou marcado pela mudança de treinador, com Pepa a ser substituído por Natxo González, treinador espanhol que cumpre a primeira experiência fora do seu país. E o técnico de 52 anos terá uma missão árdua pela frente, visto que o plantel dos beirões foi alvo de uma revolução.

Ao todo, saíram 10 jogadores do CD Tondela, sendo eles, Ricardo Costa, Jorge Fernandes, Joãozinho, David Bruno, Ícaro Silva, Tembeng, Sergio Peña, Pablo Sabbag, Juan Delgado, Christian Arango e por último, o goleador da equipa Tomané, que se transferiu para o Estrela Vermelha.

Vários destes jogadores foram habituais titulares da época passada nos beirões, o que significa que será necessário construir uma nova equipa base e isso requer algum tempo. No entanto, a estrutura da equipa beirã tem “arregaçado as mangas” e tem-se encarregado de reforçar a equipa.

Para já, grande parte dos reforços anunciados são para a defesa, tendo já chegado o lateral-direito Manu Sánchez, os defesas-centrais Philipe Sampaio, Bruno Wilson e Yohan Tavares e os laterais esquerdos João Vigário e Filipe Ferreira.
A nova equipa técnica terá uma tarefa árdua pela frente
Fonte: CD Tondela

Para posições mais avançadas no terreno já foi contratado o extremo Richard Rodrigues, por empréstimo do Internacional de Porto Alegre. Destaque ainda para a integração no plantel principal Jota e Rúben Teixeira. O defesa-central e o ponta-de-lança foram dos principais destaques da equipa de juniores dos beirões na época passada e têm agora uma oportunidade para convencer Natxo González.

Todas estas mudanças implicam muito trabalho e persistência. Natxo González é um treinador que privilegia um futebol de ataque e com todas estas mudanças, será necessário tempo para implementar as suas ideias e avaliar se os jogadores encaixam nas mesmas. E ver também como jogadores influentes na equipa tais como Cláudio Ramos, Bruno Monteiro, António Xavier e Jhon Murillo irão ajudá-lo na sua integração.

Todo este será um processo que irá demorar tempo e que fará dos beirões uma das equipas a acompanhar na Primeira Liga 2019/2020.

Foto de Capa: CD Tondela

 

Atualização do Sporting CP no mercado: uma semana tranquila

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Foi uma semana com poucas notícias, no que a transferências diz respeito, no Sporting CP. Surgiram alguns rumores quanto a entradas, mas até ao momento em que escrevo este texto mais nenhum jogador foi oficializado.

Foi nas saídas que a equipa de Alvalade teve maior fluxo. Filipe Chaby foi confirmado na Académica de Coimbra, por empréstimo. O jogador de 25 anos vai rodar durante a próxima época no clube dos estudantes.

Já de forma definitiva, partiu Domingos Duarte para o Granada de Espanha. O negócio fez-se por uma quantia a rondar os três milhões de euros, partindo o defesa central de vez dos quadros leoninos.

Domingos Duarte teve “guia de marcha” sem merecer uma oportunidade em Alvalade
Fonte: Sporting CP

Em termos de rumores, fala-se da possível saída de Alan Ruiz para o Nacional de Montevideu. Sabe-se que o jogador não entra nos planos de Marcel Keizer e o clube argentino procura desta forma um possível negócio pelo avançado. Também o inevitável Bruno Fernandes se mantém uma incógnita. Apesar de ter iniciado os trabalhos, sabe-se que a qualquer momento pode chegar uma proposta ao presidente Frederico Varandas, falando-se de Inglaterra como possível destino.

Relativamente às entradas, foram apenas rumores o que foi noticiado pelo imprensa nacional. O destaque vai para Adrien Silva, antigo capitão do clube que está de saída de Inglaterra. Também Adriano, lateral esquerdo que já passou pelo FC Barcelona e que terminou este ano o contrato com o Besiktas. Contudo, não me parece que seja algo que se vá confirmar.

Concluindo, foi uma semana calma para os adeptos leoninos. Os trabalhos na Academia já rolam e os primeiros jogos vão demonstrando que ainda há muito trabalho pela frente. Veremos o que os próximos dias nos reservam.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira

Atualização do mercado no Futebol Internacional: Fim da novela Griezmann

Atualização do mercado da La Liga: Griezmann na Catalunha, Atleti insaciável e incógnita Neymar

Griezmann trocou o Atlético de Madrid pelo rival Barcelona por 120 milhões de euros
Fonte: FC Barcelona

Mais uma semana de mercado de transferências, e a loucura dos milhões continua em Espanha. O Atlético de Madrid permanece com o estatuto de rei do mercado e o Sevilla FC de Lopetegui vai, também, movimentando-se de forma muito ativa.

Após várias semanas de especulação, Antoine Griezmann assinou pelo FC Barcelona. Naquela que é, para já, a segunda maior transferência do defeso, os catalães pagaram 120 milhões de euros ao Atlético para contar com os serviços do francês.

Aos colchoneros, juntaram-se mais dois reforços que aumentam o tamanho de uma lista que vai extensa: Ivan Šaponjić deixou o Benfica B por 500 mil euros para rumar a Madrid; a capital espanhola recebeu também Lodi, lateral brasileiro contratado ao Atlético Paranaense por 20 milhões. Já Álvaro Morata, que estava emprestado pelo Chelsea desde janeiro à formação de Simeone, assinou em definitivo pelo Atleti.

Em Sevilha, o ex-FC Porto Fernando Reges vai ser orientado por Julen Lopetegui; o brasileiro reforçou os sevilhanos por 4,5 milhões de euros. Quem também deve ser oficializado esta segunda-feira pelos hispalenses é Óliver Torres, que ao que tudo indica está de saída dos azuis-e-brancos por um valor a rondar os 12 milhões.

No Mestalla, houve também alterações no Valencia CF de Gonçalo Guedes: Maxi Gómez, ponta-de-lança uruguaio do Celta de Vigo, é reforço por 14,5 milhões de euros; em sentido inverso, Santi Mina deixa o clube valenciano a custo zero e regressa a Vigo, onde fez a sua formação; já Cheryshev assinou em definitivo pelo emblema che.

A família Zidane teve também uma semana atribulada. O técnico francês, que perdeu no sábado o irmão, viu os dois filhos mais velhos mudarem de ares: Enzo Zidane, que estava emprestado pelo FC Lausanne-Sport ao CF Rayo Majadahonda da terceira liga espanhola, ruma ao Desportivo das Aves de Augusto Inácio; Luca Zidane, que era treinado pelo pai no Real Madrid CF, vai jogar no Racing Santander.

No que toca a jogadores portugueses, Domingos Duarte foi o único representante da semana em Espanha, ao trocar o Sporting CP pelo Granada CF por três milhões de euros.

O mercado de nuestros hermanos, contudo, está longe de ter dias mortos. Em Madrid, fala-se de uma possível saída de Diego Costa para o Flamengo de Jorge Jesus, e da eventual chegada de James Rodríguez para fazer parelha com João Félix no apoio ao ataque. Na Catalunha, a situação de Neymar parece não avançar e começa-se a duvidar do regresso do brasileiro a Camp Nou. Outros nomes que ainda não trocaram de camisola como é expectável são os de Lo Celso, Ceballos, Lucas Vázquez e Ousmane Dembélé, que têm como principais interessados os “Big 6” da Premier League. De Inglaterra, tarda também a chegada de notícias sobre a transferência de Pogba para o Real Madrid.

Artigo redigido por João Fernandes

As 5 coisas que a época passada ensinou ao FC Porto

É comum dizer-se que aprendemos mais com as derrotas do que com as vitórias. Verdade seja dita, ninguém gosta de perder, sobretudo num clube da dimensão e da exigência do FC Porto. Porém, visto que “chorar sobre o leite derramado” poucos frutos trará, resta a Sérgio Conceição refletir sobre todo o percurso da sua equipa nas diversas provas em que esteve inserida e retirar as devidas ilações. O que terão os dragões de fazer diferente na próxima temporada? Aqui estão cinco sugestões.

Cortes no plantel: SL Benfica arruma a casa

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Na preparação da nova época, Bruno Lage e os dirigentes do SL Benfica não têm mãos a medir. Vários são os atletas que têm o seu papel no clube da Luz indefinido e, por isso, tornam-se excedentários.

Yuri Ribeiro foi confirmado no Nottingham Forest. O SL Benfica fica com 50% do direito de uma futura venda do lateral esquerdo de 22 anos. De águia ao peito, Yuri fez nove jogos pela equipa principal. Após uma boa época ao serviço do Rio Ave, o regresso de Yuri Ribeiro ao plantel dos encarnados não correu assim tão bem, porque tinha a forte concorrência de Álex Grimaldo e sempre que foi chamado não correspondeu às expetativas.

Alfa Semedo terá o mesmo destino de Yuri Ribeiro, saindo por empréstimo de um ano, sem opção de compra. Semedo ainda teve minutos na primeira metade da época transata, no entanto, acabou por ser emprestado, em janeiro, ao Espanyol, onde só fez três partidas. A falta de espaço no meio campo encarnado foi uma das principais razões deste empréstimo.

Em Espanha, mantém-se Facundo Ferreyra, que continuará vinculado por empréstimo ao Espanyol.

Chegou também a confirmação da transferência em definitivo do avançado, Ivan Saponjic, de 21 anos, para o Atlético de Madrid, onde reencontrará o ex-colega, João Félix. O valor da transferência foi de 1 milhão de euros ficando o SL Benfica com 50% do passe do jogador. Na última época, o jogador esteve dividido entre a formação de sub-23 e a equipa B, tendo realizado 36 jogos e apontado nove golos.

Quem está muito perto de regressar a Inglaterra é Chris Willock. O extremo de 21 anos deve ser emprestado, também, a um emblema do segundo escalão do futebol inglês. O jogador realizou 36 jogos pela equipa secundária das águias, onde apontou 11 golos. As equipas que estão de olho e que se preveem como destino provável do extremo são Leeds, Wigan e West Bromwich Albion.

Ljubomir Fejsa também estará no encalço da saída do clube da Luz após seis temporadas de ligação. O principal candidato a contratar o médio sérvio é o clube turco, Fenerbahçe, numa transferência que deve rondar os 3 milhões de euros. Ainda assim, o Galatasaray entrou na corrida pela aquisição do médio que verá, no clube turco, uma opção mais viável, uma vez que tem presença na Liga dos Campeões assegurada na próxima temporada. 13 títulos depois, o sérvio já não tem a mesma preponderância no plantel encarnado e deverá mesmo sair.

Fejsa tem um palmarés invejável, tendo conquistado 23 troféus coletivos, 13 deles ao serviço do SL Benfica Fonte: SL Benfica

Cristián Arango, de 24 anos, foi também transferido, a título definitivo, para o Millonarios, clube que milita na liga colombiana. O jogador custou aos cofres encarnados uma quantia a rondar os 2 milhões de euros. No tempo que esteve contratualmente ligado ao Benfica, surgiram empréstimos ao CD Aves e ao Tondela, mas nunca se afirmou na Luz.

O defesa argentino, Cristián Lema, de 29 anos, também está com um pé fora da Luz. As negociações com o Peñarol caíram, pois, o Benfica pedia cerca de 3 milhões de euros pelo passe do atleta, valor que o clube de Montevidéu não estava disposto a pagar. O defesa não tem espaço no plantel de Bruno Lage e acabou mesmo por ser emprestado ao clube argentino Newell’s Old Boys até ao final da próxima temporada.

André Carrillo, de 28 anos, também está de saída após um excelente desempenho na Copa América ao serviço do Peru. O extremo esteve o Al-Hilal na época anterior, onde realizou 26 partidas e marcou quatro golos. O Al-Hilal já mostrou interesse na contratação do jogador peruano, no entanto tem a concorrência do Al-Nassr, de Rui Vitória e do Flamengo, de Jorge Jesus. O valor da transferência, em caso de saída, deverá render aos cofres encarnados valores compreendidos entre os 15 e os 20 milhões de euros.

Mile Svilar, segundo guarda-redes do plantel do glorioso, deverá ser emprestado com o intuito de ganhar minutos e experiência. A Bélgica é o destino mais provável do jogador.

Salvio está a caminho do Boca Juniores, como já foi avançado aqui.

Quem também saiu dos quadros do SL Benfica foi o médio Bernardo Martins para o Paços de Ferreira. O jogador foi contratado ao Leixões, em janeiro, tendo realizado 12 jogos, todos pela equipa B, e marcado um golo. Como habitual, o Benfica fica com 50% do passe do atleta. Também em definitivo, Simón Ramírez segue para o Belenenses SAD em 2019/2020. O lateral direito chileno totalizou 17 jogos entre a equipa B e sub-23 em 2018/2019. Ainda em Portugal, Pedro Amaral segue para Vila do Conde, onde vai representar o Rio Ave.

O clube da Luz começa, assim, a arrumar a casa com o intuito de preparar a nova temporada. Contudo, e uma vez que Bruno Lage deu a entender que pretendia um plantel mais curto para a nova época, poderá haver mais saídas.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

 

As transferências de Kawhi Leonard e Westbrook e a lealdade de Curry

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Kawhi Leonard, no passado dia 6 de julho, deu a conhecer ao mundo a sua decisão: o jovem extremo atual campeão da NBA e “finals MVP” decidiu voltar a sua cidade natal de Los Angeles e assinar pelos Clippers!

Fontes seguras e próximas do jogador confessam ter estranhado que a grande maioria dos orgãos sociais pusesse a equipa dos Clippers de parte e que tudo indicava que este fosse para os Lakers ao invés. No entanto, é dito que Kawhi não teria interesse em juntar-se a uma equipa que já contava com LeBron James, jogador que muitos apontam como ainda sendo o melhor jogador do mundo, e Anthony Davis, aquele que é a jovem estrela em quem muitos vem um futuro muito promissor. Leonard, diz-se, achava que essa decisão iria fazer com que este fizesse parte de uma super equipa e a competitividade no geral iria diminuir.

Assim, Kawhi decidiu executar uma jogada de xadrez e assinar um contrato a 3 anos por 103 mil 742 milhões de dolares. Este contrato contem 2 anos garantidos e o ano final é opção do jogador. O que faria dele um agente livre, outra vez, em 2021.

Kawhi Leonard ruma assim a Los Angeles mas não irá sozinho. O extremo Paul George dos Oklahoma City Thunder já teria pedido a transferência, após discussão com Leonard, para ir ele tambem para os Clippers. Assim, no mesmo dia, George foi transferido para os Clippers a troco do extremo Danillo Gallinari, 4 escolhas da primeira ronda não protegidas (mesmo que seja a primeira escolha, pertence a Oklahoma agora), 1 escolha protegida da primeira ronda e duas trocas de escolhas (significa que se a escolha do ano em disputa dos Clippers for melhor, então essa escolha ir para os Thunder, caso contrario, os Thunder mantem a sua escolha).

Assim, com estas transferencias, o melhor trio defensivo estará formado e ira jogar pela equipa menos pouplar da cidade do Anjos, os Clippers. A equipa conta agora com Kawhi Leonard (2nd team all defense), Paul George (1st team all defense) e Patrick Berverley (duas selecções para melhor 5 defensivo, em 2017 e 2014).
Westbrook jogou 11 temporadas ao serviço dos Thunder
Fonte: NBA

Com a partida de Paul George, a estrela Russel Westbrook ficaria “sozinha” em OKC uma vez mais (como em 2017 apos a partida de Kevin Durant). Neste modos, a equipa de gestão de Oklahoma não perdeu muito tempo e tentou logo encontrar nova casa para o MVP de 2017 e 8 vezes All-Star. Ainda se falou em junta-lo a Jimmy Butler em Miami, mas devido a problemas de tectos salariais seria preciso uma terceira equipa para fazer essa troca acontecer.

Assim, na passada madrugada de 12 de julho, o base foi trocado para os Houston Rockets, do tambem MVP James Harden. Westbrook é transferido a troco do também 9 vezes all star Chris Paul (que de certo irá tambem ser transferido) e escolhas da primeira ronda do draft de 2024 e 2026 e trocas de escolhas nos drafts de 2021 e 2025.

Assim, os Rockets contam agora com dois jogadores de elevado calibre nas posições de base e base extremo e que foram ambos MVP’s da liga! Já tinham feito parte do mesmo plantel entre 2009 e 2012 quando ambos jogaram pelos Thunder. Jornada essa que valeu a Harden o premio de melhor 6º homem em 2012 e uma ida para ambos as finais da NBA onde viriam a perder para os Miami Heat de LeBron James.

No meio destas trocas todas, quem fica detentor de um novo recorde é Stephen Curry, que se torna agora no jogador (no ativo) com mais épocas seguidas pela equipa onde atua, com 10. Este recorde era detido por Russel Westbrook, que tinha 11.
Curry detêm o recorde mais temporadas seguidas pelos Golden State Warriors, com 10
Fonte: Golden State Warriors

Com o mercado de transferências mais “louco” de que há memória nos últimos tempos, a época da NBA que se avizinha promete ser uma das que mais competitivas e das quais ser irá falar por muitos anos.

Foto de Capa: LA Clippers

WWE Extreme Rules: Brock Lesnar vence Universal Championship

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O Extreme Rules 2019 será recordado como um evento sólido que fez jus ao seu nome. Vários combates foram acima da média e foram coroados vários campeões ao longo da noite.

Apesar do final ter sido algo desapontante, espero que acabe por resultar na construção de uma nova estrela.

Nota do evento: 7/10

Undertaker regressa com uma vitória

Roman Reigns entrou com todo o gás e dominou com facilidade Shane McMahon. De seguida, Undertaker entrou em ringue e mostrou estar numa forma que não era vista há muito tempo. Conseguiu até aplicar o oldschool e um legdrop na berma do ringue.

Mas bastou Elias envolver-se para que McIntyre e Shane ganhassem vantagem. Primeiro castigaram Romam e depois focaram-se no Deadman, com Shane a aplicar um elbowdrop através da mesa de comentários e um Coast to Coast.

No entanto, quando Reigns recuperou, aplicou o Spear no escocês e Undertaker pegou no filho do patrão e aplicou o Tombstone para a vitória.

De destacar a forma com que Undertaker se apresentou, a melhor dos seus últimos combates.

Nota do combate: 7/10

Os Revival continuam Raw Tag Team Champions

Os Usos começaram melhor, mas os Revival dominaram grande parte do combate devido ao excelente trabalho de equipa de Dash e Dawson.

Quando Jimmy Uso entrou em combate, o ritmo aumentou exponencialmente e todos os lutadores tiveram a oportunidade de brilhar. Os Revival quase conseguiram a vitória com um superplex seguido do splash, mas Jey salvou o combate para a sua equipa.

Mas os Revival vencerem este belo combate após aplicarem o Shattered Machine e conseguiram uma excelente vitória sobre os seus maiores adversários.

O ‘Alien’ veste de rosa

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No final da primeira etapa de montanha, Elisa Longo Borghini descreveu da melhor forma o que tinha acabado de acontecer: “o ‘Alien’ atacou e agora começa a corrida para os humanos”.

O ‘Alien’ é Annemiek van Vleuten, que, aos 36 anos de idade, acaba de conquistar a prova rainha do ciclismo feminino, o Giro Rosa. A holandesesa conquista esta prova pelo segundo ano consecutivo e novamente com um domínio avassalador.

A líder da Mitchelton-Scott desferiu um ataque brutal ao quinto dia na chegada a Lago Cancano, deixando as adversárias pregadas à estrada e triunfando na entrada do Giro nas montanhas com quase três minutos de vantagem sobre as mais diretas perseguidoras, criando logo ali a base para um triunfo à Geral sem contestação.

Faria a dobradinha no dia seguinte, ao voltar a dizimar a concorrência no acidentado contrarrelógio de Chiuro e Teglio. A partir daí, não só se limitou a gerir a vantagem como ajudou a colega, Amanda Spratt, a subir na classificação para a acompanhar no pódio final, tal como já havia ocorrido em 2018. O preço a pagar por esse esforço adicional foi uma quebra total nos últimos metros de chegada a Chiusaforte que fez desperdiçar a oportunidade de chegar à terceira vitória de etapa desta edição do Giro Rosa.

As outras grandes estrelas deste Giro também vieram dos Países Baixos. Para a CCC-Liv, a campeoníssima Marianne Vos continua a voar em 2019 como não víamos há alguns anos. Conquistou quatro etapas, subindo agora para 25 o seu recorde total na prova (mais dez que Luperini, a segunda nessa estatística).

Continua o domínio dos Países Baixos no Giro
Fonte: Giro Rosa Iccrea/Bola na Rede

Já a atual campeã do mundo Anna van der Breggen teve uma entrada discreta na prova, talvez fruto da preparação não ter sido 100% focada na estrada, mas fez um Giro em crescendo. Depois do segundo lugar no contrarrelógio individual assumiu-se como a única capaz de ainda dar alguma luta a van Vleuten, acabando mesmo por conseguir derrotar a camisola rosa na segunda chegada em alto, para juntar um triunfo de etapa ao segundo lugar da Geral.

Quem também merece uma referência é a jovem francesa da Sunweb, Juliette Labous. Terminando no 11º lugar da geral e vencendo com larga margem na Juventude, deu excelentes indicações para o futuro. A prestação no contrarrelógio foi superior ao esperado, mas foi a sua solidez na montanha que mais cativou e deixou antever coisas boas para os próximos tempos.

 

Foto de Capa: Giro Rosa Iccrea

Prazo prescricional

Foram aprovadas, em Assembleia Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, as alterações ao Regulamento Disciplinar das Competições Organizadas pela Liga para época 2019/2020 e, uma das alterações introduzidas tem a ver com a prazo prescricional do procedimento disciplinar.
No artigo 23º do actual Regulamento Disciplinar consta uma alteração ao seu n.º 8 e a introdução de um novo número, o n.º 9.

Diz o n.º 1 do artigo 23.º que o procedimento disciplinar prescreve decorridos que sejam três anos, um ano ou 30 dias consoante as infracções sejam, respectivamente, muito graves, graves ou leves, sobre a data em que a infracção tenha sido cometida.

Quando se inicia a contagem deste prazo prescricional?

O n.º 8 do anterior artigo 23.º do Regulamento Disciplinar dizia: “O prazo de prescrição começa a contar-se desde a data da prática da infracção ou, no caso de infracção continuada, desde a data da sua cessação”.

O novo Regulamento Disciplinar introduziu a seguinte alteração ao n.º 8: “O prazo de prescrição do procedimento disciplinar corre desde o dia em que o facto se tiver consumado.” Significa que se o facto ilícito foi consumado no dia 1 de Julho de 2019 o prazo prescricional do procedimento disciplinar começa a contar desde esse dia e prescreve decorridos que sejam três anos, um ano ou 30 dias consoante a qualificação do facto ilícito, se muito grave, grave ou leve.

Contudo, situações há em que a prática do facto ilícito não é isolada, mas sim permanente ou continuada ou, até mesmo, não consumada, não deixando de ser ilícito.

Fonte: Liga Portugal

O novo Regulamento Disciplinar veio esclarecer, e bem, para cada uma das situações, quando se inicia o prazo de prescrição do procedimento disciplinar.

Assim, foi introduzido o n.º 9 no supra referido artigo 23º do Regulamento Disciplinar e que diz o seguinte:

“O prazo prescricional só corre:

  1. Nas infracções permanentes, desde o dia em que cessar a consumação;
  2. Nas infracções continuadas, desde o dia da prática do último ato;
  3. Nas infracções não consumadas, desde o dia do último ato de execução.”

O que é isto do último ato de execução numa infracção ilícita que nem sequer foi consumada?

O ato de execução é um ato dotado já de capacidade potencial para a produção do evento ilícito. Os atos de execução hão-de conter já, eles próprios, um momento do ilicitude, pois ainda que não produzam a lesão do bem jurídico tutelado pela norma disciplinar da infracção consumada, produzem já uma situação de perigo para esse bem.

LÊ MAIS: Entrelinhas do Desporto: Viseu em apuros

Situações destas acontecem quando se tenta “comprar” o jogador ou o árbitro para se obter determinado resultado num jogo, violando-se, assim, a verdade desportiva.

 

 

Artigo de opinião da autoria de Alexandra Coelho 
Foto de Capa: Liga Portugal

Argélia 2-1 Nigéria: Sem tempo para prolongamentos, Mahrez afasta Nigéria no último minuto

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Da segunda meia final da Taça das Nações Africanas, esperava-se o adversário do Senegal na derradeira final. Num jogo equilibrado, foi a Argélia a acabar por vencer, por duas bolas a uma, uma Nigéria que “vendeu cara a derrota”.

Os minutos iniciais foram marcados pelo domínio argelino. A Nigéria bem que podia correr atrás da bola, mas só a “cheirava”. Circulação rápida de bola, com passes simples e curtos, deixava o país dos Magrebe com boas perspetivas para este jogo decisivo.

Bennacer aos 11’ e Bensebaini aos 16’ foram os primeiros a criar perigo perto da baliza da Argélia. Depois destes avisos, a Nigéria “acordou”. Começou a equilibrar a partida e a tentar agredir a baliza argelina (sobretudo de bola parada), ainda que, sem nenhuma ocasião flagrante.

A meia hora inicial ficou marcada pela defesa de Akpeyi, em resposta ao remate do possante Bounedjah (29’). Esta foi daquelas defesas que valem pontos, ou neste caso, poderiam valer a presença na final. Não fosse uma infelicidade nigeriana: Ekong colocou a bola na própria baliza na sequência de um cruzamento do desconcertante jogador do Manchester City, Riyad Mahrez (40’). A Argélia foi a ganhar para o intervalo.

Fonte: Confederação Africana de Futebol

A segunda parte com um ligeiro ascendente dos homens da Nigéria. Mais agressivos e incisivos a levar o jogo para a frente, mas a faltar assertividade no momento da decisão, no que fazer à “redondinha” no último terço do terreno. Parecia que faltava ali um criativo ou um organizador de jogo.

A Argélia “tirou o pé do acelerador”, quase que deixou de jogar, confiante de que o resultado se aguentaria até ao fim. Mal sabiam eles o que lhes esperava. Já que falta de poder de decisão dos nigerianos os mantinha longe da baliza adversária, coube ao VAR decidir. Aos 72’ foi assinalado penalti a favor da Nigéria, por mão de Mandi. Penalti convertido por Ighalo, estava reposta a igualdade.

O golo deu força, naturalmente, aos homens da Nigéria. Continuavam por cima do jogo, mas sem criar oportunidades para passarem para a frente do marcador. Mais posse de bola, dominavam no meio campo ofensivo. O seu jogo passava todo por Chukwueze e Iwobi, mas continuava a parecer que faltava algo de diferente ao ataque nigeriano.

Já todos se preparavam para o prolongamento, à exceção de alguns irrequietos jogadores da Argélia, que por acaso, eram os seus melhores executantes. Feghouli à entrada da área, deixou um aviso, com um tiro a rasar a barra (89’). Se o remate de Feghouli passou perto da barra, o de Bennacer foi mesmo com estrondo ao travessão (90+3’).

Aproximava-se o fim do tempo regulamentar, e os tentos argelinos estavam cada vez mais próximos de entrar. O árbitro já olhava para o relógio, quando no último minuto da compensação, Ndidi comete uma falta à entrada da área, numa zona proibitiva, ainda para mais, aos 90+4’. Mahrez, um dos maiores especialistas da atualidade a bater livres diretos, não vacilou e carimbou a passagem da Argélia à final. Golo soberbo.

Um balde de água fria para esta Nigéria. Ninguém merece sofrer um golo no último minuto. Mas o futebol nem sempre tem que ver com mérito. Às vezes é sorte, outras vezes é perícia. Foi este o caso. Uma Argélia traiçoeira, capaz de passar quase uma segunda parte inteira a ver jogar, guardou o melhor para o fim e está na final da CAN, frente ao Senegal.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Argélia: M’Bolhi, Benlamri, Mandi, Bensebaini, Zeffane, Bennacer, Guedioura, Mahrez, Feghouli, Bounedjah e Belaili.

Nigéria: Akpeyi, Omeruo, Troost-Ekong, Collins, Awaziem, Etebo, Ndidi, Iwobi, Ighalo, Musa e Chukwueze (Onyekuru, 78’).