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Portimonense SC 0-3 FC Porto: Dragões derrubam o “tomba-gigantes”

O Portimonense SC, verdadeiro “tomba-gigantes” da Liga NOS 2018/2019, recebeu o candidato ao título FC Porto que precisava de ganhar para se manter na corrida pelo campeonato. A manutenção da equipa do Algarve ainda não está assegurada, mesmo estando na 10ª posição e somar pontos neste jogo era crucial para que pudessem estar na Primeira Liga na próxima época. Não aconteceu, pois a dupla africana Brahimi e Marega estava nos seus dias e Herrera soube aparecer no sítio certo à hora certa.

Jogo de grande intensidade nos primeiros 45 minutos da partida. Com milhares de adeptos na bancada a apoiar a equipa azul e branca, o FC Porto entrou ao ataque procurando fazer rapidamente o golo e ficar por cima no marcador. Até a equipa de Sérgio Conceição fazer o 1-0, houve tempo para uma substituição por parte da equipa algarvia – Rúben Fernandes saiu com queixas musculares após disputar uma bola que seguia pelo ar, entrando assim Henrique – e houve tempo também para um lance polémico dentro de área – a bola bate em Jadson após remate de Marega e os jogadores do FC Porto ficam a pedir mão na bola.

Ao primeiro quarto de hora de jogo deu-se então o golo do Porto e foi Brahimi quem foi feliz. Grande passe em profundidade de Corona que isolou Marega e o maliano, já dentro de área, envia a bola para a entrada da área, aparecendo Brahimi e rematando para o fundo da baliza do Portimonense SC.

A equipa de Portimão quis responder ao golo do FC Porto e dois minutos depois Lucas Fernandes, após um grande passe de Aylton Boa Morte, aparece na cara do golo, mas Casillas diz “presente”. Lucas fez sofrer bastante a equipa azul e branca após o primeiro golo da partida, não só por esta oportunidade, mas por todas as outras que se seguiram. Aos 18 minutos ameaçou de livre direto, mas Casillas safou mais uma vez. Aos 19 minutos foi Lucas Fernandes a bater o canto e Soares, com a intenção de cortar, envia a bola ao poste.

O Portimonense SC voltou a ameaçar com muito perigo à meia hora de jogo por Aylton que fez um remate cruzado perigoso do lado esquerdo do ataque algarvio. Até ao intervalo a última ameaça foi mesmo pela equipa de casa e o responsável foi Tabata. Após receber a bola no lado direito, segue para o interior da área e remata cruzado, contudo, Casillas estava atento. A primeira parte espelhou uma exibição muito difícil para o FC Porto que teria de ser cauteloso caso quisesse ganhar o jogo.

Héctor Herrera esteve em grande neste jogo e coroou a exibição com um golo
Fonte: FC Porto

Iniciada a segunda parte, a equipa nortenha foi quem esteve mais perto do golo. Soares ganhou a bola de cabeça no meio-campo e isolou o maliano que ainda fora da grande área remata para a excelente defesa de Ricardo Ferreira, a primeira do guardião algarvio neste jogo. Num curto espaço de tempo, Corona e Manafá caem no relvado com queixas musculares e aos 58 minutos, um pouco depois de Soares enviar a bola por cima da baliza do Portimonense SC, dá-se a primeira substituição do jogo – sai Corona e entra Otávio. Seis minutos depois, Sérgio Conceição mexe novamente e é a vez de Fernando Andrade ir a jogo na vez de Tiquinho Soares. Do lado do Portimonense, saía Lucas Fernandes, jogador mais perigoso do Portimonense SC na primeira parte, para dar lugar a Wellington Carvalho.

Aos 73 minutos de jogo, numa altura em que não haviam lances de perigo e o jogo estava mais “chato”, Alex Telles vê Marega em boa posição para o passe em profundidade e o número 11 do FC Porto envia a bola calmamente para o fundo da baliza, fazendo assim o 2-0.

António Folha manda de imediato para o jogo Ruster Santos e tira Bruno Tabata da partida. O efeito Ruster foi sentido, mas não o suficiente. A nove minutos do fim do jogo, o brasileiro recebe a bola e de primeira remata com força para a baliza do FC Porto, mas a bola sai um pouco por cima.

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A poucos minutos do fim, houve ainda espaço para Marega marcar, mas o golo foi invalidado por posição irregular do maliano. Mesmo ao cair do pano, canto marcado por Bruno Costa, que entrara na vez de Brahimi, Militão a cabecear para a defesa de Ricardo Ferreira e, na recarga, golo de Herrera. Estava assim decidido o jogo, o FC Porto conquista a liderança à condição, passando num teste difícil fora de casa.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES

Portimonense SC: Ricardo Ferreira, Lucas, Jadson, Dener, Jackson Martínez, Tabata (Ruster Santos), Pedro Sá, Lucas Fernandes (Wellington Machado 69’), Ruben (Henrique 12’), Vítor Tormena e Aylton Boa Morte.

FC Porto:  Casillas, Manafá, Pepe, Éder Militão, Alex Telles, Corona (Otávio 58’), Herrera, Danilo, Brahimi (Bruno Costa 81’), Soares (Fernando Andrade 64’) e Marega.

Manchester United FC 2-1 West Ham United FC: Pogba resolve

Manchester United e West Ham chegaram a este jogo contando, cada um, com duas derrotas nos últimos dois jogos que disputaram. A equipa de Solskjaer veio de uma derrota a meio da semana com o Barcelona FC, em partida referente à Liga dos Campeões, tendo no jogo anterior sucumbido aos pés do Wolverhampton Wanderers FC. Já o West Ham foi derrotado por Chelsea FC e Everton FC, ambas as vezes por 2-0, a contar para a Premier League.

A equipa da casa assumiu a iniciativa de jogo desde o início da partida, tendo em Pogba e Mata os maestros condutores do seu ritmo. O West Ham, contudo, não se limitou a defender, aproveitando a rapidez de “Chicharito”, Lanzini e Felipe Anderson para pôr em sentido a defensiva do United.

Após algumas iniciativas tímidas de parte a parte, o Manchester chegou à vantagem, através de uma grande penalidade. O árbitro Graham Scott não teve dúvidas em assinalar castigo máximo após uma entrada incauta de Snodgrass sobre Juan Mata. Chamado a converter, Pogba mostrou frieza e fez o 1-0, quando o relógio apontava 19 minutos de jogo.

Pogba abriu o marcador, de penálti
Fonte: Premier League

O golo de Pogba trouxe tranquilidade aos Red Devils, que mesmo assim não tiraram o pé do acelerador. Os homens de Solskjaer foram controlando as operações durante o resto da primeira parte, mas o West Ham foi tentando reagir, explorando principalmente os flancos e os lances de bola parada. Já perto do intervalo, Felipe Anderson esteve perto de marcar, por duas vezes, em dois pontapés de canto cobrados ao primeiro poste, mas a pontaria não estava afinada.

A segunda parte começou praticamente com o golo do West Ham. À passagem dos 49 minutos, De Gea errou na reposição de bola, Pogba não segurou e Lanzini aproveitou para recolher a bola e fazer um centro teleguiado para a área. Felipe Anderson apareceu bem ao segundo poste, encostando para o 1-1.

Felipe Anderson fez o empate
Fonte: Premier League

O golo do West Ham deu moral aos londrinos, que, cinco minutos mais tarde, estiveram perto de marcar, mas o remate de fora da área de Zabaleta esbarrou nas mãos de De Gea. Na resposta, o recém-entrado Rashford recebeu dentro da área e disparou cruzado para uma grande defesa de Fabianski.

Estava melhor no jogo o West Ham, e o Manchester United acusou o golo sofrido, mostrando alguma intranquilidade e cometendo alguns erros. Aos 76’, Antonio fez tremer Old Trafford, com um potente remate que embateu com estrondo na barra da baliza de De Gea. Dois minutos mais tarde, o mesmo Antonio voltou a estar em evidência com um cabeceamento picado, ao qual De Gea respondeu com uma defesa do outro mundo.

Mas como se diz no Futebol: quem não marca, sofre. Aos 80’, o United chegou mesmo ao golo da vitória. Falta claríssima na área do West Ham, com Fredricks a atropelar Martial. Pogba assumiu novamente a marcação da grande penalidade, rematando colocado para o 2-1 final.

Pogba bisou de grande penalidade
Fonte: Premier League

Com esta vitória, o Manchester United mantém a perseguição a Tottenham Hotspur FC e Chelsea, ao passo que o West Ham mantém-se no topo da segunda metade da tabela.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Manchester United FC: David de Gea, Diogo Dalot, Smalling, Phil Jones, Marcos Rojo (Andreas Pereira, 75’), Fred, Pogba, Juan Mata (Rashford, 56’), Lingard, Martial e Lukaku (Greenwood, 75’).

West Ham United FC: Fabianski, Zabaleta (Fredericks, 76’), Balbuena, Ogbonna, Masuaku, Rice, Noble, Snodgrass, Lanzini (Diangana, 62’), Felipe Anderson e Chicharito (Antonio, 73’).

SPAL 2-1 Juventus FC: A festa do título fica adiada para Turim.

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O campeonato italiano ainda não ficou decidido. A 32ª jornada começou hoje e, quando faltam oito jogos para o final, a Juventus FC desperdiçou uma oportunidade para conquistar o oitavo título consecutivo. Num jogo fora de portas, a Vecchia Signora deslocou-se ao campo da SPAL, a 16ª classificada, com muitas ausências. Cristiano Ronaldo, Emre Can, Chiellini e Mandzukic ficaram de fora da convocatória. Já Alex Sandro, Bernardeschi, Bonucci, Khedira e Szczesny começaram a partida no banco de suplentes. Do lado da casa, o antigo guarda-redes do Sporting CP, Viviano, tem sido a grande estrela e manteve-se no onze titular desta tarde.

Com duas estreias no onze, o defesa-central Paolo Gozzi, de apenas 17 anos e o médio ofensivo Grigoris Kastanos, de 21 anos, a Juventus entrou muito mais pressionante, mas sem criar grandes ocasiões de golo. A SPAL, pelo contrário, ia chegando a espaços à área da Juve. A equipa da casa mostrou sinais de querer levar algo de positivo deste jogo e aproveitar a rotação feita na equipa de Massimiliano Allegri. A primeira e única oportunidade de perigo da primeira parte surgiu à meia hora. E resultou logo em golo. João Cancelo rematou de fora de área depois de uma boa combinação e, por sorte, a bola ressaltou em Moise Kean, entrando na baliza defendida por Viviano. Um lance de sorte que abriu o marcador no Stadio Paolo Mazza.

Fonte: Juventus

Apesar da vantagem no resultado, a Juventus esteve muito abaixo da média, também muito devido ao elevado número de alterações feitas na equipa de Turim. Já a SPAL mostrou-se muito atrevida e sempre em busca do golo que lhes permitisse pontuar em casa.

A segunda parte começou com a equipa da casa a tentar chegar ao golo do empate. Sempre muito atrevida e a tentar causar calafrios à Vecchia Signora, sem medos e com mais vontade do que a Juve, ao minuto 49, Bonifazi fez o golo do empate. Depois de um canto batido para o primeiro poste, o defesa-central igualou a partida com um grande cabeceamento. Oito minutos depois, foi novamente a SPAL a criar perigo. Murgia apareceu em boa posição, mas o cabeceamento foi defendido com classe por Mattia Perin.

A primeira oportunidade da Juventus na segunda parte surgiu com um remate forte do jovem recém-entrado Hans Nicolussi. O remate foi defendido por Viviano, que se mostrou atento. Aos 72 minutos, Paulo Dybala desperdiçou uma grande oportunidade. À entrada da área, o argentino rematou rasteiro, mas, uma vez mais, Viviano estava no caminho da bola. A resposta da SPAL surgiu dois minutos depois, e com golo. O veterano Flocari apareceu sozinho na área e rematou para dentro das redes. A equipa da casa surpreendeu tudo e todos.

Até ao final da partida, a SPAL baixou as linhas e jogou mais com o coração, na tentativa de garantir os preciosos três pontos. Já a Juventus tentou ir para a frente e chegar ao golo mais importante da época. O golo que garantia já o oitavo título consecutivo para os comandados de Allegri. No entanto, o golo não apareceu e no último lance da partida, De Sciglio esteve muito perto de marcar. A festa foi dos da casa, que estão muito perto de garantir a manutenção. Os festejos do título fica assim adiado para a próxima jornada, em Turim.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES

SPAL- V iviano; Bonifazi; Cionek; Vicari; Fares; Lazzari; Missiroli; Schiattarella (70’ Valdifiori); Murgia; Floccari (90’ Regini); Petagna (89´Antenucci)

Juventus FC- Perin; De Sciglio; Barzagli (81’ Bernardeschi); Paolo Gozzi; Spinazzola; Juan Cuadrado; Bentancur; Kastanos (61’ Nicolussi); João Cancelo; Dybala; Moise Kean (69’ Mavididi)

FC Famalicão 2-0 Académica OAF: Estudantes por terra, primeira à vista

A época fantástica do FC Paços Ferreira fazia com este fosse um dos jogos mais emotivos da edição 2018/19 da Segunda Liga.

Afinal, sobrava apenas um poleiro para três ‘galos’ (FC Famalicão, Académica OAF e Estoril-Praia SAD) na luta pela subida à Primeira Liga e dois deles encontravam-se em Vila Nova de Famalicão com cinco pontos a separá-los e seis jogos por disputar até final.

Os famalicenses, motivados por duas vitórias consecutivas, não se limitaram a baixar linhas em busca de eventuais contra-ataques e partiram, determinados, em busca de conquistar terreno ao adversário. Os estudantes, por outro lado, não se intimidaram e foram, também, à procura dos três pontos de que tanto necessitavam.

Isto resultou num jogo aberto, com a bola a rondar as duas balizas. Jonathan Toro e Anderson tiveram situações prometedoras, mas desperdiçaram-nas e teve de ser um central, Luís Rocha, a dar uma lição de eficácia aos avançados, respondendo da melhor forma a um cruzamento perfeito de Feliz com 10 minutos decorridos.

O golo madrugador do Famalicão não afetou a reacção da Académica, que manteve um jogo fluído no terço atacante. Porém, faltou sempre qualquer coisa no último passe e o único sinal de perigo dos estudantes surgiu de um remate de longe de Mike, que obrigou Defendi a grande defesa.

Insatisfeito com o resultado, João Alves decidiu mexer cedo na equipa. Tirou Traquina, fez entrar Femi Balogun. Porém, a equipa parece não ter reagido bem à opção do técnico e o Famalicão passou a conseguir sair a jogar, com mais conforto, pelo lado lado direito do ataque academista (onde estava Traquina, e onde passou a estar Baldé).

Neste contexto, conseguiu criar duas oportunidades flagrantes de perigo até final da primeira parte – a primeira por Anderson, que ultrapassou Yuri e, isolado, falhou o chapéu a Ricardo Moura, e a segunda, através de Walterson, que uma perda de bola de Ricardo Dias a meio do meio-campo da Académica para se posicionar e rematar, com perigo, ao lado.

Académica teve apoio massivo em Famalicão
Fonte: Bola na Rede

Do intervalo esperava-se uma reacção da Académica, mas foi o Famalicão quem acentuou o domínio. Os quatro homens da frente (Feliz, Walterson, Anderson e Fabrício) iam causando o caos no setor defensivo da Académica, pecando apenas na finalização – Anderson, por duas vezes isolado, e Walterson, de livre direto, não conseguiram desfeitear Ricardo Moura.

A cadência ofensiva, porém, fazia adivinhar um golo do Famalicão… que surgiu mesmo. Walterson, num pontapé fulminante fora da àrea, fez o 2- 0.

Com praticamente meia hora por disputar, esperava-se que a Académica remasse, inconformada, contra uma maré que parecia levá-la, fatalmente, para o ponto de partida desta época e não para o ponto de chegada que todos ambicionam – o futebol de primeira. Não aconteceu. João Alves ainda colocou Marinho, o herói do Jamor, em campo mas a Briosa só “cheirou” o golo quando dispôs de uma grande penalidade caída do céu, a sete minutos do fim, no seguimento de um lance infeliz da defesa famalicense. Yuri assumiu a responsabilidade de tentar bater Defendi dos onze metros… mas a bola saiu ao lado.

O penalty falhado foi o canto do cisne para a Académica. Não só no jogo, como no campeonato. Com 15 pontos por disputar, e a 8 dos lugares de subida, é preciso um milagre. O Famalicão, por outro lado, eliminou, praticamente, uma das equipas que com ela concorria ao futebol de primeira e colocou pressão na outra, o Estoril, que só joga amanhã. Para os famalicenses, a Primeira é já ali.

 

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

FC Famalicão: Defendi, Garcia, Ricardo, Rocha, Jorge Miguel; Feliz (Guzzo 87’), Pathé Ciss, Capela (Hocko 79’),Walterson; Anderson e Fabrício.

Académica OAF: Ricado Moura, Brendon, Zé Castro, Yuri Matias, Mike; Ricardo Dias e Fernando Alexandre (Reko 51’); Traquina (Femi 35’), Jonathan Toro (Marinho 67’), Romário Baldé e Hugo Almeida.

Jorge Jesus pode ser a solução para se sonhar mais alto

Jorge Jesus: aquele típico nome de que os portugueses, e principalmente os amantes da bola, ouvem falar tanto. Mesmo estando pela Arábia o nome do técnico surgia sempre num assunto ou noutro. Tanto por um possível regresso para o SL Benfica depois da saída de Rui Vitória, como também de toda a polémica gerada através do livro de Bruno de Carvalho, onde foi acusado como culpado de muitas das falhas na fase final do mandato do ex-presidente do Sporting CP. Agora, o nome do técnico português surgiu e desta vez associado ao SC Braga.

Nos últimos dias, houve rumores de que Jorge Jesus podia voltar para o clube minhoto, onde, inclusive, até já foi muito feliz. O Braga foi, de certa forma, o ponto de partida para um salto maior na sua carreira. Jorge Jesus nesse ano conseguiu um quinto lugar na Primeira Liga, ganhou uma Taça Intertoto e conseguiu pôr o SC Braga a jogar bom futebol. Disso ninguém tem dúvidas. Agora a questão é: um eventual regresso faria sentido tanto para o clube como para o treinador? Na minha opinião, sim.

Neste momento o Braga encontra-se em quarto lugar, acabado de perder a terceira posição perante o Sporting CP depois de ter escorregado frente àquela que, para mim, é a equipa sensação do campeonato – Moreirense FC. Para além disto, falhou também dois claros objetivos que eram as duas taças, quer Taça da Liga, quer Taça de Portugal e vem decaindo o seu nível de qualidade de jogo dentro de campo. Abel Ferreira já teve melhores dias e dá-me a sensação de que desde a derrota na Taça da Liga que a “rédea” está muito curta para o treinador.

O SC Braga encontra-se neste momento em quarto lugar, arredado da Taça de Portugal e da Taça da Liga
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Em relação a Jorge Jesus, já se percebeu por diversas declarações que a vontade do técnico é a de voltar a Portugal e, sejamos realistas, o único clube onde vejo que faça sentido o seu regresso é mesmo o clube arsenalista.

O Benfica está num bom momento em que os adeptos estão a 100% com o treinador. Já o Sporting CP dificilmente quererá um Jorge Jesus e tudo o que este acarreta em termos de custos, mas não só. Não acredito também que as aspirações de Jesus passem por Alvalade novamente. Por fim, o FC Porto tem um treinador com muita mística e identidade portista e tudo vai depender muito do desfecho do campeonato, mas, ainda assim, acho que seria precipitado o despedimento de Sérgio Conceição depois do excelente trabalho que fez principalmente a época passada.

Sendo assim, o SC Braga parece uma opção que deve agradar ao técnico, sendo uma casa que já conhece. Os minhotos ambicionam um campeonato há muito e há rumores também de que António Salvador vai apostar forte para a próxima época de modo a que o Braga deixe de ser o clube dos “quases” no que toca ao campeonato.

Para aspirações mais ambiciosas, que nome melhor para assumir este projeto que não o de Jorge Jesus? As qualidades do técnico são inegáveis. A dúvida passa muito, na minha opinião, por valores que o Braga poderá ter que auferir para contar com o mesmo na próxima época. Outro factor passa também por um eventual interesse de um clube inglês com quem Jorge Jesus até já esteve reunido.

 

Foto de Capa: Al-Hilal SFC

Irá Marquez vencer outra vez?

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A caravana do MotoGP segue esta semana para Austin, no Texas, para mais uma corrida. Marc Marquez (Repsol Honda Team) será, sem dúvida, o alvo a abater, visto que não perde no circuito americano desde 2013. Depois de seis vitórias seguidas, é difícil acreditar que o espanhol irá sair derrotado neste fim-de-semana. No entanto, nada é impossível e os seus adversários estarão lá para o provar.

Equipamento personalizado de Marc Marquez para o Grande Prémio das Américas
Fonte: Marc Marquez

Na conferência de imprensa, todos os pilotos, incluindo Marquez, referiram o nível de dificuldade desta pista, não só por ser bastante longa (com média de tempo por volta superior a dois minutos), mas também por ter muitas curvas (20, no total). “É muito difícil ser-se consistente nesta pista. É um circuito traiçoeiro”, sublinhou Valentino Rossi (Moster Energy Yamaha MotoGP). 

O piloto italiano está numa fase bastante positiva depois de ter subido ao pódio na Argentina. Rossi tem razões para estar otimista, não só pela sua boa forma, mas também porque, tal como referiu, preparou esta corrida o máximo que pôde e a mota não se dá mal no circuito americano.

Já Dovizioso (Mission Winnow Ducati), apesar de feliz com o resultado da corrida anterior realçou ter noção de que “Marquez é o rei deste circuito” e de que será muito difícil lutar pela vitória. No entanto, sente que a equipa está mais bem preparada do que no ano passado.

Na conferência de imprensa esteve também presente Alex Rins (Suzuki Ecstar), que, apesar de não se mostrar muito confiante na luta pelo pódio, sublinhou que sente estar num bom caminho devido ao facto de se sentir muito forte em corrida. No entanto, acrescenta que “há ainda muito trabalho pela frente” e que tem de “melhorar os tempos da qualificação.”

Por último, Jack Miller (Pramac Racing) apresentou-se um pouco mais motivado. Depois do resultado desastroso da primeira corrida, o australiano redimiu-se na Argentina, o que fez com que encarasse esta prova de uma forma mais positiva. Porém, ainda há muito para melhorar, pois considera este “um circuito muito difícil”, tal como os outros pilotos.

Dito isto, o único que parece não cair aos pés do circuito texano é Marc Marquez e, devido ao seu historial, é de facto o potencial vencedor desta corrida. 

Depois dos primeiros treinos livres, que decorreram ontem, foi possível constatar precisamente isso. Logo na primeira sessão de treinos livres, o espanhol liderou, mas seguido, de muito perto, por Maverick Viñales (Monster Energy Yamaha MotoGP), a 0.078s. Seguiram-se Jack Miller, Andrea Dovizioso e Valentino Rossi. O espanhol da Yamaha acabaria por bater Marquez na segunda sessão, também ele com uma margem muito curta de 0.044s. Nesta segunda sessão, o terceiro melhor tempo foi de Valentino Rossi e o quarto de Jack Miller, sendo que ambos melhoraram o seu tempo por volta. Já Dovizioso, apesar de também ter feito um melhor tempo por volta, não foi suficiente para se manter nos primeiros lugares e terminou a sessão em 11.º.

Já o português Miguel Oliveira diz que o grande objetivo é continuar a somar pontos. O piloto da Tech 3 deu uma entrevista exclusiva antes da conferência de imprensa e frisou que vai “tentar perceber como tirar o melhor da mota neste circuito.” Sabe que, para ter a possibilidade de terminar nos pontos, terá de ser mais agressivo na travagem para entrar na curva, um estilo “um pouco à Marquez”, tal como disse Miguel, em tom de brincadeira. Quando questionado acerca da sua prestação e objetivos na sua primeira temporada em MotoGP, o português disse não querer apressar as coisas, pois todas as pistas que se seguem, incluindo esta, são uma aprendizagem. 

Resta esperar para ver se Marquez levará ou não para casa o seu sétimo triunfo em Austin ou se este domingo algum dos outros pilotos conseguirá bater o rei do circuito americano.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Marc Marquez 

CACO 2-13 SL Benfica: Benfica goleia e Hugo Nascimento marca o golo da noite

A noite de sexta-feira foi de festa para as gentes do bairro do Campo de Ourique, com o Benfica a visitar o pavilhão Carlos Bernardino para defrontar o CACO, numa partida a contar para os oitavos-de-final da Taça de Portugal de hóquei em patins. Os encarnados golearam por 13-2 e seguiram em frente, mas o momento da noite foi assinado pelo capitão da equipa da casa.

O Benfica era o grande favorito, mas não entrou muito forte. Teve bola e criou perigo, sim, através de uma stickada de meia distância de Casanovas logo aos primeiros segundos, mas pouco mais fez. Foi inclusivamente através de um erro na saída do CACO para o ataque que as águias chegaram ao golo por intermédio de Vieirinha. Pouco depois, os encarnados beneficiaram de uma grande penalidade após uma falta cometida por Paulo Tembo. Albert Casanovas continuou a sua senda negativa na transformação de pénaltis, pois João Robalo travou as intenções do espanhol com a caneleira esquerda. 

A vantagem animou o conjunto benfiquista que, para além de controlar o esférico, começou a criar várias chances de golo. Assim, depois de alguns avisos, Ordoñez, em posição frontal, stickou forte para o 2-0. Momentos depois, num lance de contra-ataque de três para dois, o guardião do CACO negou o terceiro a Vieirinha. 

Com o passar dos minutos, o clube de Campo de Ourique foi conseguindo ter bola, mas nunca teve arte e engenho para construir lances de perigo para a baliza defendida por Pedro Henriques. O Benfica, por seu lado, continuava a construir oportunidades de golo e, perto dos dez minutos, Casanovas redimiu-se do pénalti falhado e apontou o 3-0. 

Momentos depois, em virtude de uma falta sobre Augusto Cachucho, o CACO usufruiu de um livre direto que André Conceição não conseguiu concretizar devido a uma bela defesa do guarda-redes das águias. Instantes depois, Casanovas viu um cartão azul após uma falta cometida sobre André Conceição. O próprio regressou à marca do livre-direto, tentou uma “picadinha”, mas o esférico passou pouco ao lado do poste direto da baliza benfiquista. Não marcou o CACO, marcou o Benfica, apesar de estar com um jogador a menos dentro de campo. Lance individual de Ordoñez e o marcador passou a indicar 4-0. 

Volvidos alguns instantes, Tiago Rodrigues viu um cartão azul e foi a vez de Ordoñez avançar para a marca do livre-direto. O argentino conseguiu “sentar” João Robalo, mas o guarda-redes da equipa da casa ainda conseguiu evitar o tento do avançado encarnado. Pouco depois, em situação de superioridade numérica, Miguel Rocha stickou de longe e assinou o 5-0.

A menos de cinco minutos da pausa, através de uma boa transição rápida do Benfica, o marcador voltou a avolumar-se. Valter Neves colocou a bola na frente, Nicolia assistiu e Adroher fez o 6-0.

Terminada a primeira parte, o Benfica goleava o CACO por 6-0. Vantagem mais do que justa, que explicava a superioridade das águias em pista e fazia jus às inúmeras oportunidades de golo criadas pelas comandados de Alejandro Dominguez. A equipa de Campo de Ourique conseguia, a espaços, estar no ataque, mas nunca foi capaz de sequer assustar Pedro Henriques. 

Lucas Ordoñez, na imagem, e Vierinha foram os dois melhores marcadores do Benfica no jogo ao apontarem três golos cada
Fonte: Clube Atlético Campo de Ourique

O Benfica entrou no segundo tempo a todo o gás e, logo aos 25 segundos, após uma bela movimentação ofensiva, Miguel Rocha, com muito espaço à sua disposição, stickou forte para fazer o 7-0. 

Passados alguns minutos, o número 44 das águias viu um cartão azul devido a uma falta sobre Paulo Tembo. Hugo Nascimento foi o escolhido para a conversão do livre-direto e, com uma excelente execução técnica, surpreendeu tudo e todos, inclusivamente Marco Barros, que tinha entrado ao intervalo, reduzindo a desvantagem para 7-1. Instantes depois, os encarnados voltaram a dispor de uma grande penalidade. Lucas Ordoñez assumiu a marcação da grande penalidade, mas não conseguiu bater João Robalo. 

Em cima da marca dos 30 minutos de jogo, surgiu a 10ª falta do CACO. Adroher, especialista neste tipo de lances, foi simples e eficaz fazendo o 8-1. Cerca de três minutos depois, foi a vez do Benfica cometer a sua 10ª falta. Hugo Nascimento regressou à marca do livre-direto, mas não conseguiu marcar. Todavia, devido a falta de Marco Barros. O capitão do CACO avançou para a grande penalidade e com muita sorte à mistura conseguiu apontar o 8-2. 

Disputados cerca de 36 minutos, Augusto Cachucho viu um cartão azul devido a um enganchamento em Casanovas. Miguel Rocha, que deverá reforçar o OC Barcelos na próxima época, foi o selecionado para converter a bola parada, mas João Robalo, com a luta direta, impediu o nono golo encarnado. Volvidos alguns instantes, Frederico Nascimento viu um cartão azul por simular uma grande penalidade. Ordoñez retornou à marca do livre-direto e, após falhar uma “picadinha”, teve muita sorte e devagar, muito devagarinho, a bola lá entrou na baliza do conjunto de Campo de Ourique e fez o 9-2.

À entrada para os derradeiros onze minutos do encontro, assistido por Vieirinha, Miguel Rocha fez uso da sua forte meia distância e assinou o 10-2.

Com a passagem aos quartos-de-final mais do que garantida, o Benfica baixou o ritmo do encontro. Contundo, num espaço de segundos, as águias marcaram por mais duas vezes, colocando o score em 12-2. Vierinha e Miguel Rocha foram os marcadores dos golos.

A menos de cinco minutos do fim da partida, Vierinha, assistido por Casanovas, fez o terceiro tento da conta pessoal, aumentado a diferença para 13-2.

A faltar pouco mais de um minuto para se jogar, Vieirinha viu um cartão azul. Hugo Nascimento regressou a uma marca onde já havia sido feliz e, apesar da perspicácia técnica, Marco Barros já não foi na cantiga e negou o hacttrick ao capitão do CACO. 

Terminada a partida, o Benfica goleou o CACO por claros 13-2. Diferencial que espelha a disparidade de qualidade entre os dois conjuntos, mas também demonstra o quão aberto foi o encontro. A equipa de Campo de Ourique, sem nada a perder, jogou o jogo pelo jogo e talvez até merecesse ter marcado mais alguns golos, tendo tido oportunidades para isso, sobretudo, nos segundos 25 minutos. 

Desta forma, o Benfica avança para os quartos-de-final da prova rainha do hóquei em patins português, na qual vai ter pela frente a Juventude de Viana. 

Os oitavos-de-final apenas vão ser finalizados no sábado, com o OC Barcelos a receber o Riba d’Ave HC.

Neste momento, o quadro dos quartos-de-final da Taça de Portugal, que se vão jogar no dia 4 de maio, é o seguinte:

  • SL Benfica-Juventude de Viana
  • Sporting CP-FC Porto
  • UD Oliveirense-AD Sanjoanense
  • OC Barcelos/Riba d’Ave HC-CD Paço de Arcos

CACO: 34-João Robalo (GR), 4-André Raposo, 6-Hugo Nascimento (CAP.), 78-Augusto Cachucho e 87-Paulo Tembo; Jogaram ainda: 7-Frederico Nascimento, 20-André Conceição, 46-Rodrigo Raposo e 95-Tiago Rodrigues

SL Benfica: 1-Pedro Henriques (GR), 2-Valter Neves (CAP.), 3-Albert Casanovas, 9-Lucas Ordoñez e 74-Vieirinha; Jogaram ainda: 10-Marco Barros (GR), 5-Carlos Nicolia, 7-Jordi Adroher e 44-Miguel Rocha

Guia para o verão mais agitado dos últimos tempos

Uma, duas, três, … onze! Este verão não se pode queixar com saudades de Futebol, porque este não parará. São dez fases finais de grandes competições de seleções que animarão os relvados, um pouco por todo o mundo. Desde a recém-criada Liga das Nações aos europeus de diferentes escalões, das decisões na América ao Mundial feminino, a bola rolará de 3 de maio a 28 julho. Embarque connosco nesta viagem cronológica pelas grandes competições que deverá acompanhar.

Estrelas da Formação: Gonçalo Loureiro

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“Mente sã em corpo são”. Esta expressão seria forte o suficiente para caracterizar Gonçalo Loureiro e entendê-lo como jovem desportista. Gonçalo é natural de Guimarães e foi precisamente no Vitória SC que se iniciou no futebol. Chegou ao Sport Lisboa e Benfica para a equipa de Iniciados e foi a partir daí que tem vindo a trilhar um caminho de excelência, seja dentro ou fora de campo.

Em Setembro de 2018 (e pela segunda vez desde que está no Seixal), foi considerado o melhor aluno do Caixa Futebol Campus no que toca ao escalão de Juniores e referente à temporada 2017/2018. Pessoalmente, considero Gonçalo um jogador especial tendo em conta a sua preocupação em manter um equilíbrio constante entre a sua evolução como jogador e a formação pessoal. Devido a esta distinção, conseguimos perceber muito bem como se comporta dentro de campo. Mas passemos a conhecer um pouco melhor o defesa-central de 19 anos como jogador.

Gonçalo Loureiro é um defesa-central bem constituido fisicamente. Mede 1,86m e apresenta uma robustez física bastante interessante que lhe confere uma grande vantagem nos duelos físicos com os seus adversários. É rápido e ágil e tem um excelente poder de impulsão que o ajuda nas jogadas aéreas. Trata-se também de um jogador bastante consistente no que toca à sua forma física, não apresentando grandes quebras ao longo da temporada.

Com 19 anos feitos recentemente, Gonçalo Loureiro já apresenta uma maturidade competitiva bastante invulgar
Fonte: SL Benfica

Gonçalo tem vindo a melhorar no que ao capítulo técnico diz respeito, principalmente na relação com a bola. Apesar de não ser sublime tem registado uma evolução francamente positiva neste aspecto, muito por fruto dos defesas-centrais da Formação do SL Benfica serem obrigados, cada vez mais, a assumir o jogo com bola nos pés e a participar activamente na construção de jogo da equipa. Gonçalo não é alheio a essa função e é cada vez mais normal vê-lo a sair com a bola controlada desde a defesa. A sua capacidade de passe tem também melhorado e são vários os momentos em que o vemos a executar passes de longo alcance com uma boa percentagem de acerto. Ainda assim, em termos técnicos, é precisamente no desarme (potenciado pela sua óptima orientação dos apoios em situação defensiva) e no cabeceamento que o jovem defesa-central se destaca.

Um detalhe que penso ser bastante importante de destacar é a maturidade com que Gonçalo Loureiro se apresenta em campo. A componente mental deste jogador é muito forte e essa maturidade competitiva fá-lo ter muito boas noções dos seus limites, conferindo-lhe uma alta fiabilidade no eixo central da defesa. Por outro lado, a forma como lê o jogo defensivo, o seu poder de antecipação, a agressividade no ataque à bola, a capacidade de posicionamento, a concentração e a determinação nas acções fazem dele um defesa-central com tudo para singrar na equipa principal do SL Benfica e mesmo na Selecção Nacional.

Apesar de anteriormente já ter destacado Pedro Álvaro como o defesa-central que mais rapidamente poderia chegar ao plantel principal (aqui), sou da opinião que Gonçalo Loureiro está no mesmo patamar do seu companheiro de sector. É certo que este ainda nem sequer se estreou pela Equipa B, mas a sua qualidade não poderá simplesmente passar despercebida. Prevejo até que, dentro de duas ou três temporadas, ambos possam vir a reeditar a dupla da Formação, à imagem do que aconteceu com Rúben Dias e Ferro.

Foto de Capa: SL Benfica

CM01/02 | “Make Estrela great again” – Part II

Há cerca de ano e meio, em conversa com o Mário Cagica, calhou falarmos sobre CM01/02, ou Championship Manager 01-02, em Tó Madeira, e em fazer algo sobre o mesmo aqui no Bola na Rede.

Na altura, seguia o trabalho que o Ian Macintosh fazia (e faz) no Set Pieces, e onde começou um projeto no Everton FC na tentativa de o levar à glória em Terras de Sua Majestade.

LÊ MAIS: Os 11 magníficos do CM 01-02

Daí, surgiu um artigo sobre um onze composto pelas grandes pérolas do jogo, onde Portugal estava em destaque, com alguns jogadores nacionais a serem vistos como verdadeiros “Deuses” do simulador. Hugo Pinheiro, os “manos” Paralta e Tó Madeira são figuras incontornáveis do jogo lançado no primeiro ano do novo milénio e que ainda hoje ecoam no mundo virtual.

O início do projeto no CM0102 foi marcado por altos e baixos, mas a chegada de duas “Superstars” ao José Gomes voltou a colocar as esperanças e as exigências em altas…

LÊ MAIS: CM01/02 | “Make Estrela great again” – Part I