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Real SC 2-0 Moura AC: Segundo tempo de excelência garante vitória

No Complexo Desportivo do Monte Abraão, Real SC e Moura AC defrontaram-se para a jornada 23 da Série D do Campeonato de Portugal. Dois clubes com objetivos bastante distintos para o resto da temporada e que ocupam posições muito dispares na tabela classificativa desta série. O Real SC, segundo classificado, lutava para reduzir distâncias para o primeiro lugar e o Moura AC, 16º, procurava amealhar pontos preciosos na luta pela manutenção. Tarde de muito sol em Monte Abraão que convidava os adeptos a vir ao estádio, mas nem meia casa se registou.

O Real SC, no início do jogo, estava mais subido no terreno do que a equipa alentejana, a querer tomar conta da partida desde cedo e, se possível, marcar. Já o Moura AC, com sérias dificuldades defensivas e atacantes, não conseguia sair do seu meio-campo com perigo ou até mesmo criar uma jogada com critério.

A equipa da casa tentou apostar em jogadas rápidas pelos flancos e em passes nas costas da defesa alentejana, mas não obtiveram grande sucesso com estas jogadas. Esta tática inicial terminou na maioria das vezes com um atacante da equipa do Real SC em fora de jogo – um total de três em menos de 15 minutos.

O primeiro remate de perigo para a equipa forasteira foi aos 16 minutos, contudo, com pouco perigo para a baliza defendida por Filipe Mendes. Foi um início de jogo mal jogado com muitas bolas perdidas por ambas as equipas. Tanto a equipa do Real SC, como a do Moura AC não conseguiam realizar uma jogada com critério desde o seu meio-campo defensivo até à área contrária.

Apesar de as tentativas de remates às balizas terem aparecido, como é o caso do remate de Batalha aos 20 minutos, a falta de perigo nos mesmos revelou ser a grande protagonista desta primeira parte.

Até ao final do primeiro tempo, de registar, primeiro, o remate de João Magno de cabeça após um cruzamento vindo da direita do ataque – a melhor oportunidade da primeira parte. Depois, após um canto, uma enorme falha do guarda-redes do Moura AC, mas a defesa alentejana estava atenta e prontamente tirou a bola da sua área defensiva.

Pouco para contar nesta primeira parte deste encontro, em que os remates foram poucos e sem perigo para ambas as balizas. O marcador ditava um nulo na partida e pedia-se que a segunda parte viesse mais animada e com golos, o mais importante.

O Real SC veio para a segunda parte com muito mais raça e vontade de vencer o jogo
Fonte: João Barbosa/Bola na Rede

O intervalo fez bem, pelo menos, à equipa do Real SC, pois vieram para a segunda parte com muito mais vontade de vencer este jogo. A equipa do Real SC começou por fazer aquilo que não tinha feito na primeira parte: criar oportunidades de grande perigo junto da baliza adversário.

Aos 54 minutos, com uma jogada pela direita do ataque, Abou Toure encontrou espaço na defensiva alentejana e rematou à baliza. O guarda-redes do Moura AC, Jefferson Souza, ainda defendeu o primeiro remate, mas Rui Batalha estava à boca da baliza para fazer, possivelmente, o golo mais fácil da sua carreira.

Após o golo do Real SC, a equipa que veio de Moura começou a pressionar a equipa da linha de Sintra em busca de novo empate na partida. Aos 59 minutos, após o livre batido de maneira irrepreensível do lado direito, a bola ainda entrou na baliza de Filipe Mendes, mas o golo acabou por ser anulado por fora de jogo. Porém, quem continuava mais perigosa na partida era a equipa da casa, que dispunha de inúmeras oportunidades para faturar novamente.

Aos 75 minutos, o Real SC conseguiu mesmo ampliar a vantagem. Um livre batido na direita por Hugo Machado encontrou ao segundo poste o número “8” do Real SC, Cazonatti, para, de cabeça, introduzir a bola na baliza. Um cabeceamento de cima para baixo, como mandam as regras, e estava assim feito o 2-0 para a equipa do Real SC.

Após o segundo golo dos da casa, o jogo passou a estar muito mais controlado a meio-campo, com uma grande posse de bola do Rea SCl. A equipa não teve mais intenções de chegar à frente no campo e tentar marcar o terceiro. Até ao final, não houve mais oportunidade cruciais para marcar golos e o resultado final fixou-se no 2-0 para o Real SC.

Três pontos para a equipa da linha de Sintra, que continua na segunda posição da Série D do Campeonato de Portugal em busca de uma posição para o play-off de campeão. No caso do Moura AC, continua em busca de pontos que permitam ainda sonhar com a manutenção no Campeonato de Portugal, que está cada vez mais a tornar-se um objetivo extremamente difícil.

 ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Real SC: Filipe Mendes, Sandro Silva, Ibraim Cassamá, Rui Batalha (Brash Brampoque, 79’), Cazonatti, João Magno (Filipe Andrade, 70’), Hugo Machado, Abou Toure, Paulinho, Marcos Barbeiro (Rodrigo Moitas, 84’) e Dinamite.

Moura AC: Jefferson Souza, Tó Miguel, Kainã Nunes, Antoninho, Lucas Santos (Simão Júnior, 68’), Patrick Igwe, Érico Júnior (Guilherme, 65’), Vasco Teixeira, Igor Baldé, Joseph Amoah e Miguel Abreu (Bruno Gomes, 77’).

Clube Oriental de Lisboa 1-1 CF “Os Armacenenses”: Orientalistas falham ataque aos lugares de play-off

Pedia-se mais do Oriental em mais um jogo da série D do Campeonato de Portugal, com os Guerreiros de Marvila a saírem de um duelo contra o 11º classificado Armacenenses com apenas um ponto e com sérias dificuldades em levar a melhor sobre a formação algarvia.

Para este duelo, os lisboetas procuravam alcançar os lugares de play-off, entrando para esta 22ª jornada com 42 pontos, a dois do segundo classificado Real SC. Já o Armacenenses sofreu uma chicotada psicológica durante a semana, com Calu a apresentar a demissão após seis jogos sem vencer, sendo substituído por Mário Mendes, ex-Moncarapachense, com a missão de manter os algarvios no Campeonato de Portugal.

O encontro começou dividido, com as duas equipas a terem grandes dificuldades em chegar à baliza adversária. Enquanto os locais apostavam em bolas longas e cruzamentos para aparecer em zona de finalização, os algarvios exploravam o contra-ataque, mas as ocasiões foram praticamente nulas na primeira metade do primeiro tempo.

A aposta no contra-golpe quase dava frutos para o Armacenenses aos 25 minutos, com um ataque rápido lançado por Ary a dar num par de passes cruzados que deixaram a defesa orientalista confusa, mas quando a bola apareceu à entrada da área, Tommy deu uma rosca e o esférico nem saiu perto da linha de fundo.

Notava-se o nervosismo do Oriental, com dificuldades em abrir a defesa sólida do Armacenenses, e o perigo criado pelos algarvios deixava os locais desconfortáveis, permitindo ainda mais perigo aos forasteiros. Márcio Meira, num remate que sofre um desvio, obrigou David Grilo a aplicar-se, seguindo-se Yaggo, por duas vezes, a assustar os adeptos locais com um par de boas investidas à baliza, mas sem sucesso. O Oriental só conseguiu criar perigo numa bola que sobrou para Henrique Gomes dentro da área do Armacenenses, mas a pressão dos defesas fez o avançado atirar torto, com o nulo a permanecer ao intervalo.

Os ânimos exaltaram-se já perto do final do jogo Fonte: Bola na Rede

O segundo tempo ainda começou animado, com duas ocasiões de perigo a surgirem: primeiro com Vítor Sanches a fazer mal o atraso, o guarda-redes David Grilo não conseguiu cortar a bola em condições e teve de aparecer Danny Prins no meio da área a cortar o cruzamento, evitando o desvio para a baliza deserta. Já o Oriental conseguiu criar perigo num cruzamento para o segundo poste, mas Elsinho, em boa posição para finalizar, atirou por cima.

Depois deste par de oportunidades madrugador, o jogo entrou numa monotonia dececionante para os adeptos nas bancadas, com muitas dificuldades para ambas as formações criarem perigo, com vários passes longos sem nexo e cruzamentos para ninguém. Perante a falta de perigo da sua equipa, João Silva lançou Landim, Márcio Augusto e Rúben Marques na tentativa de quebrar a defesa do Armacenenses com um 4-4-2.

Já nos últimos dez minutos de jogo, depois do Oriental ter desperdiçado várias oportunidades de bola parada, acabou por ser o Armacenenses a adiantar-se no marcador. A defesa orientalista teve grandes dificuldades em tirar a bola da área e permitiu um cruzamento para o avançado Yaggo. Nas “barbas” do guarda-redes David Grilo, desviou de cabeça para o fundo das redes, naquele que é o nono golo do brasileiro no campeonato.

o Oriental foi à busca do empate, mas continuou com sérias dificuldades em visar a baliza de Bruno Costa. Com sete minutos de descontos dados pelo árbitro, o Oriental conseguiu chegar ao empate logo após o minuto 90, com Henrique Gomes a desviar para o fundo das redes um cruzamento da direita e a restabelecer a igualdade. Pouco depois, os ânimos exaltaram-se e o confronto entre elementos das duas equipas levou à expulsão de Serginho, do Oriental, e Ary, do Armacenenses. Até ao final, o guarda-redes Bruno Costa evitou que um cabeceamento dos locais desse em reviravolta e o resultado não se inverteu.

Este empate vem dificultar as contas na luta pelo play-off de subida para os orientalistas, enquanto Mário Mendes estreia-se com um empate positivo num terreno difícil, mantendo-se confortável na tabela classificativa e longe da linha de água.

 ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Clube Oriental de Lisboa: D. Grilo, J. Damil, D. Prins, Serginho, V. Sanches, D. Crespo (R. Marques, 72’), Ruizinho, Elsinho (M. Augusto, 65’), R. Gouveia (Landim, 60’), Varudo, H. Gomes

CF “Os Armacenenses”: B. Costa, P. Rodrigues, T. Sousa, Malaine, Elvis, D. Melo, M. Meira, L. Ary, Tommy (Wellington, 65’), S. Camará (Anderson, 90’+4), Yaggo (C. Pereira, 87’).

Comboio com destino ao Jamor tem a primeira paragem no Dragão

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Chegar ao Jamor é, desde o início da temporada, um dos grandes objetivos que Sérgio Conceição espera atingir mas, para isso, é necessário desbloquear a eliminatória com o SC Braga já na primeira mão, que se joga na terça-feira, no Dragão.

O Estádio do Jamor é o estádio mais mítico do nosso país, uma espécie de Wembley português, e é um sonho para qualquer treinador no nosso país disputar aí a final da Taça de Portugal, a Prova Rainha em Portugal.

O FC Porto já venceu esta competição por 16 vezes e a 17ª só chegará ao museu se os dragões ultrapassarem, primeiramente, o SC Braga, adversário sorteado para as meias-finais. O SC Braga tem aumentado, nos últimos anos, a qualidade do seu plantel e luta, inclusivamente, pelo título este ano, apesar da derrota caseira frente ao Belenenses SAD, nesta jornada.

Os guerreiros do Minho jogam, habitualmente, num 4x4x2, com os maiores perigos a serem criados por Dyego Sousa, Sequeira, Ricardo Horta e João Novais. O avançado brasileiro é o segundo melhor marcador da Primeira Liga e é um finalizador nato. Possante e muito forte no jogo aéreo, o número 99 dos arsenalistas é a maior ameaça à baliza portista e a referência ofensiva do Braga.

Dyego Sousa é o expoente máximo do perigo que o SC Braga pode causar
Fonte: SC Braga

O defesa português é bom a defender, mas a sua excelência está no cruzamento. Sequeira já leva seis assistências para golo e sempre que saem cruzamentos do pé do defesa, é certo que vão com conta, peso e medida para a cabeça de um dos avançados.

Ricardo Horta e João Novais são dois médios desequilibradores, embora de formas distintas. Se o primeiro explora os espaços e procura entrar na grande área para finalizar ou assistir, o segundo prima pelos remates de fora de área.

Do lado portista, Brahimi já somou minutos na vitória ante o Tondela e Marega já integrou os treinos dos azuis e brancos, pelo que o plantel deverá estar praticamente na máxima força para este encontro.

A eliminatória será disputada em duas partidas, com o FC Porto a receber o SC Braga em casa na primeira mão e jogar na Pedreira na segunda. De relembrar que este jogo é o primeiro de uma sequência de três jogos determinantes, que podem ditar o destino dos dragões em três competições distintas, mas cruciais para os homens de Sérgio Conceição.

 

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Dylan Groenewegen vence ao sprint depois de problema mecânico

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As expetativas para hoje centravam-se nos sprinters, com uma chegada em reta na cidade de Tavira.

A etapa começou com uma fuga, liderada apenas por equipas portuguesas. Luís Fernandes (Aviludo-Louletano), Nikolay Mihaylov (Efapel), Jesús Nanclares (Miranda-Mortágua), Fábio Costa (UD Oliveirense/InOutBuild) e Oscar Pelegri (Vito-Feirense-PNB) foram os fugitivos do dia. A fuga, que nesta altura já tinha perdido elementos, foi alcançada a 20 km da meta.

O francês Arnaud Dèmare antes da partida, em Albufeira
Fonte: Ana Rita Nunes

A apenas 10km para a meta, Nielson Powless (Team Jumbo Visma) teve um furo. O americano, que carrega a camisola branca, emprestada por Tadej Pogacar (UAE Team Emirates), conseguiu recolar ao pelotão e manter o oitavo lugar na classificação geral.

Quem também teve problemas nos últimos quilómetros foi Dylan Groenewegen (Team Jumbo Visma). O sprinter holandês, vencedor da etapa no ano passado, teve um problema mecânico a cerca de 8 km para o final. Voltou rapidamente a juntar-se ao pelotão e, levado pelos colegas de equipa, chegou à frente. Entrou bem na última curva e lançou-se para o sprint nos últimos 200 metros, deixando para trás Arnaud Dèmare (Groupama-FDJ), Jasper Philipsen (UAE Team Emirates) e Pascal Ackermann (Bora-Hansgrohe).

Dylan Groenewegen cruza a meta em primeiro lugar
fonte: Ana Rita Nunes

Dylan Groenewegen venceu de forma incrível esta etapa ao sprint, não deixando hipótese aos adversários. Depois do azar na primeira etapa como consequência da queda coletiva a 7km do final, Groenewegen conseguiu, em Tavira, repetir a proeza do ano anterior.

Depois da vitória do holandês, Tadej Pogacar consegue segurar a camisola amarela, apesar de ter perdido sete segundos na geral. Logo atrás, com 29 segundos de diferença está Soren Kragh Andersen. Enric Mas (Deceuninck Quick-Step) desceu ao quarto lugar da geral e está com 31 segundos de diferença para o esloveno. Wout Poels (Team SKY) sobe ao terceiro com menos um segundo que Mas.

Tadej Pogacar com a camisola amarela que irá tentar defender amanhã na chegada ao Alto do Malhão
Fonte: Ana Rita Nunes

Já estamos muito perto do final desta 45.ª edição da Volta ao Algarve em bicicleta e tudo se decidirá na última etapa com partida de Faro e chegada ao Alto do Malhão. Esta subida dura irá determinar se o jovem Tadej Pogacar irá ou não conseguir a vitória na Algarvia. De ressalvar ainda que, para além da camisola amarela, o esloveno tem ainda a camisola azul (líder da montanha) e a camisola branca (líder da juventude). A camisola dos pontos (vermelha) é agora do francês Arnaud Dèmare, segundo na etapa de hoje.

Foto de Capa: Ana Rita Nunes

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

SL Benfica 6-2 HC Braga: Nicolia e Ordoñez carregam Benfica para a vitória

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Naquela que foi uma das duas partidas que deram a stickada de saída à 18.ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins, o Benfica recebeu e venceu o Hóquei Clube de Braga por 6-2. Resultado que lhe permite regressar às vitórias no campeonato e espantar os fantasmas de algumas exibições menos conseguidas.

Na ressaca de uma derrota no dragão-caixa, o Benfica entrou mandão e a querer chegar ao golo muito rapidamente. Contudo, a jovem formação do Braga conseguiu fechar-se bem e dificultar a tarefa encarnada. Apenas quando o jogo se partia havia mais espaço para jogar, mas, ainda assim, eram poucas as chances para marcar, sendo o argentino Constantino Acevedo quem mais trabalho ia tendo.

Apesar do muito tempo de posse de bola, os jogadores encarnados não conseguiam furar a defesa bracarense, sendo obrigados a insistir muito na iniciativa individual que, na maioria das vezes, terminava com o esférico no stick dos atletas minhotos. Mais focados nas tarefas defensivas, o Braga procurava surpreender no contra-ataque, sobretudo através de Afonso Lima.

Em cima da marca dos doze minutos de jogo, o Benfica beneficiou de uma grande penalidade em virtude de uma falta de Ângelo Fernandes sobre Lucas Ordoñez. Albert Casanovas, especialista em conversão de penaltis, mas que tem estado com a mira torta, aproveitou para melhorar o seu rácio e fazer o 1-0. Segundos depois, boa jogada coletiva das águias e Diogo Rafael, servido por Nicolia, aumentou para 2-0.

Após dez minutos sem conseguir criar grande perigo, as entradas de Nicolia e Ordoñez, mexeram com o jogo e com o marcador. Contudo, mesmo com dois golos sofridos num curto espaço de tempo, a equipa minhota respondeu muito bem e por pouco não reduziu o marcador. O Benfica, por seu lado, continuava a dispor de oportunidades para finalizar, mas Acevedo ia fechando os caminhos para a sua baliza.

Sempre a pressionar alto, o Hóquei de Braga estava a conseguir aproveitar os espaços nas costas da defesa benfiquista para criar lances de perigo, mas faltava acertar com o parâmetro da concretização.

Perto do intervalo, os encarnados melhoraram o índice exibicional e por várias ocasiões ficaram perto do golo. Todavia, Acevedo e os postes da sua baliza nada quiseram com Vieirinha ou Valter Neves.

Terminada a primeira parte, o Benfica vencia o Hóquei Clube de Braga por 2-0. Resultado que se adequava ao que os encarnados haviam feito e “obrigado” Acevedo a fazer, mas também devido à ineficácia dos minhotos. Depois de dez minutos menos conseguidos, a entrada dos argentinos das águias mexeu com o jogo, aumentando a qualidade da exibição das águias. Os comandados de Rui Neto, antigo selecionador nacional, estiveram bem, mas não conseguiram aproveitar nenhum dos lances de contra-ataque de que dispuseram.

O jovem guardião argentino realizou uma boa exibição, tendo evitado vários golos do Benfica
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

O Benfica regressou forte do balneário mas, apesar do alto ritmo imposto e a enorme pressão exercida, as águias não conseguiram fazer mexer o marcador. Com a melhor situação a ter sido uma stickada de Vieirinha ao poste esquerdo da baliza bracarense.

Novamente vinda do banco, a dupla argentina do Benfica mexeu com a partida. Em cima da marca dos trinta minutos de jogo, cortina de Nicolia e Ordoñez, com uma excelente stickada, fez o 3-0. Momentos depois, lançamento de Casanovas e Ordoñez, perto da baliza de Acevedo, desviou o esférico para fazer o 4-0.

Numa fase em que o Benfica estava por cima, o Braga beneficiou de uma grande penalidade devido a uma falta cometida por Vieirinha sobre Afonso Lima. Ângelo Fernandes, o capitão do conjunto visitante, assumiu a conversão do lance, mas não conseguiu bater Pedro Henriques. Não reduziram os minhotos, aumentaram os benfiquistas. Novo lance entre a dupla albiceleste e Ordoñez, servido numa bandeja de ouro por Nicolia, assinou o 5-0.

Com o passar dos minutos, o domínio encarnado era cada vez mais notório, estando a conseguir construir inúmeras oportunidades para avolumar o marcador, mas, também, a defender melhor. Não permitindo tantas situações de contra-ataque, tal como havia ocorrido na primeira metade.

A cerca de oito minutos do fim, Tomás Castanheira aproveitou uma bola vinda da tabela e com uma excelente “picadinha” reduziu a desvantagem do Braga para 5-1. Pouco depois, os minhotos poderiam ter voltado a reduzir a diferença, mas Pedro Silva enrolou a bola por cima da baliza encarnada. Porém, volvidos alguns instantes, lance de insistência dos bracarenses e Pedro Silva reduziu mesmo a desvantagem para 5-2.

Quanto tudo parecia estar resolvido, mais golo menos golo, o Braga conseguiu marcar dois em lances onde Tomás Castanheira e Pedro Silva aproveitaram a oportunidade de que dispuseram reabrindo, um pouco, a discussão do encontro. Algo que alimentava, ainda mais, o sonho era o facto de as águias estarem à “bica”.

Já com menos de dois minutos para se jogar, o Benfica respondeu ao momentâneo ímpeto minhoto e Nicolia, servido por Adroher, apontou o 6-2.

Concluída a partida, o Benfica venceu o Braga por 6-2. Um bom resultado para as águias que, assim, regressaram às vitórias no campeonato após uma sequência de quatro jogos onde averbaram duas derrotas e dois empates. A exibição da equipa comandada por Alejandro Domínguez não foi deslumbrante, mas foi melhorando ao longo de todo o encontro. O Hóquei Clube de Braga nunca baixou os braços, tentando aproveitar as situações de contra-ataque de que dispôs, nomeadamente nos primeiros vinte e cinco minutos. Contudo, a falta de eficácia e o bom desempenho de Pedro Henriques impediram um marcador com outros números.

Desta forma, o Benfica foge ao Barcelos, ficando à espera para saber o que Óquei, Oliveirense, Sporting e Porto vão fazer esta jornada.

SL Benfica: 1-Pedro Henriques (GR), 2-Valter Neves (CAP.), 3-Albert Casanovas, 4-Diogo Rafael e 7-Jordi Adroher

Jogaram ainda: 5-Carlos Nicolia, 9-Lucas Ordoñez, 44-Miguel Rocha e 74-Vieirinha

Banco: 13-Marco Barros (GR)

HC Braga: 1-Constantino Acevedo (GR), 4-António Trabulo, 6-Ângelo Fernandes (CAP.), 7-Carlos Loureiro e 64-Afonso Lima

Jogaram ainda: 3-Gonçalo Rodrigues, 8-Pedro Silva, 73-Pedro Delgado “Bekas” e 87-Tomás Castanheira

Banco: 10-Gabriel Costa (GR)

CUL 18/19 – AEFML 2-3 AAFDL: Tavares heróico num jogo de loucos

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Ainda com o acesso à Final Four em vista, a Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML) defrontou a Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa (AAFDL), que se mantinha na luta pela manutenção, um lugar – e um ponto – acima da linha de água.

E que jogo que foi: aos 12 minutos, a AAFDL já vencia por 2-0, com um golo de Maurício, num belo livre direto, e outro de Correia. Os homens de Medicina responderam, reduzindo a desvantagem aos 16 minutos (através de Henrique), e, aos 20 minutos, podiam ter empatado, com um penálti assinalado a seu favor e a subsequente expulsão de Carneiro, defesa da AAFDL. Tiago, que conquistara a falta, vacilou perante Tavares e não restabeleceu o empate.

Mas a superioridade numérica deu azo a uma avalanche ofensiva da AEFML, com Tavares a ser a grande figura da partida. O guarda-redes da AAFDL manteve a sua equipa, com uma abordagem caracteristicamente defensiva, na liderança de forma hercúlea.

Os jogadores da AEFML não conseguiu sorrir no final do encontro
Fonte: Inês Catarino/ADESL

Com visíveis dificuldades físicas, Tavares ainda viu a sua equipa aumentar a vantagem, através de Lúcio Djaló. Seis minutos depois, Tanque viria a reduzir a desvantagem novamente, com o golo da noite, após um excelnte domínio e um chapéu ao guardião adversário.

Isto originou um quarto de hora final onde os Médicos procuraram, com mais coração que cabeça, a igualdade. E conseguiram-na, aos 94 minutos. Mas, para felicidade dos Homens de Direito (e sobretudo de Tavares), o golo foi anulado. Tendo originado de um livre indireto, a bola não poderia entrar diretamente na baliza sem que outro jogador tocasse nela. Tal não aconteceu, e o 3-3 acabou por não surgir.

A AAFDL ganha novo fôlego na luta pela manutenção e a AEFML vê agora a fase final muito mais distante.

Onzes iniciais:

AEFML: Neto, Francisco Silva, Miguel, Quinteiro, Falcão, Rúben, Henrique, Tanque, Tiago, Bapista e Duarte

AAFDL: Tavares, Daniel, Máximo, Gonçalo Barreto, Caleia, Tomás Ribeiro, Fonseca, Filipe Coelho, Maurício, Filipe Rosa e Rodrigo Correia

Jogo completo:

 

Foto de Capa: Inês Catarino/ADESL

Vitória FC 1-1 Vitória SC: Nenhum dos Vitórias fez jus ao nome

Em jogo a contar para a 23ª jornada da Liga Nos, o Estádio do Bonfim foi o palco o embate entre os dois Vitórias do Campeonato Nacional (o Vitória de Setúbal recebeu o Vitória de Guimarães). O 15º classificado do Campeonato Nacional (Vitória FC) entrou para este encontro com o objetivo de consumar a primeira vitória de 2019, enquanto o sexto classificado (Vitória SC) pretendia levar os três pontos para o Norte do país e repetir o resultado obtido na última jornada (vitória diante do Portimonense SC). No ultimo confronto entre estas duas equipas, nenhuma conseguiu sorrir no final do jogo (empate a uma bola no Estádio D. Afonso Henriques).

Para esta partida, Luís Castro optou por lançar o mesmo onze da última jornada da Primeira Liga (receção ao Portimonense SC). No lado sadino, Sandro Mendes fez três mexidas no onze em relação ao último jogo para a Primeira Liga (deslocação ao Dragão), fazendo entrar Makaridze, Castro e Sekgota para os lugares de Cristiano, Eber Bessa (castigado) e Mendy.

Nos minutos iniciais da partida, as duas equipas mostraram-se muito compactas, partindo dos pés de Tozé o primeiro remate do encontro, com a bola a passar ao lado da baliza sadina.

Nos primeiros quinze minutos da partida, apenas se viu a equipa de Luís Castro a querer chegar à baliza adversária, sem conseguir criar grande perigo para o guardião sadino.

Uma primeira parte claramente controlada pelo Vitória de Guimarães, em que a partir dos primeiros quinze minutos se destacou a qualidade dos homens da frente da equipa vimaranense. A dupla Tozé e Guedes bem tentou fazer estragos, mas o homem mais avançado de Luís Castro não conseguiu aproveitar as ocasiões criadas pelo colega de equipa.

Foi dos pés de Sílvio que a equipa da casa conseguiu chegar pela primeira vez à baliza de Douglas, num remate do “meio da rua”.

No entanto, a melhor ocasião dos homens de verde e branco apareceu depois de uma boa recuperação de Nuno Valente. No seguimento da jogada, o médio consegue desmarcar Jhonder, que remata às “malhas” laterais da baliza vimaranense.

A fechar o primeiro tempo, após jogada na esquerda do ataque, Davidson descobre Mattheus Oliveira, com o jogador emprestado pelos leões a conseguir dar a melhor resposta e a inaugurar o marcador da partida. O Vitória de Guimarães foi para o descanso na frente do marcador.

As ameaças constantes de Jhonder à baliza adversária viriam a se recompensadas perto do fim
Fonte: Vitória FC

A equipa sadina entrou para a segunda parte com vontade de dar a volta ao resultado. No recomeço da partida, na cobrança de um livre, Nuno Valente rematou para defesa apertada de Douglas. Ainda antes da equipa de Luís Castro se conseguir recompor, Berto teve uma perdida incrível. Em posição privilegiada, na cara do guarda-redes vimaranense, rematou por cima do travessão, para desespero dos/as adeptos/as.

Depois do perigo inicial causado pela equipa da casa, Davidson, numa jogada individual, consegue “esquivar-se” dos defensores adversários e rematar ao poste esquerdo da baliza sadina.

Na resposta ao “calafrio” causado por Davidson, Nuno Valente rematou de primeira para defesa de Douglas, após cruzamento de Jhonder na esquerda do ataque dos sadinos.

Depois de Castro cobrar um livre na direita do ataque, Douglas defendeu, mas a bola sobrou para Mendy, que fez balançar as redes da baliza vimaranense. No entanto, o VAR foi chamado a intervir pela primeira vez na partida e o golo foi anulado por posição irregular do jogador sadino.

A dez minutos do final do tempo regulamentar, o árbitro Hugo Miguel assinalou castigo máximo a favor dos sadinos. O capitão Pedro Henrique derrubou Jhonder e viu o segundo cartão amarelo e consequente vermelho, depois do atacante sadino entrar na grande área. Na cobrança, o próprio Jhonder repôs a igualdade na partida.

Nos minutos finais, a equipa da casa teve oportunidade para dar a volta ao marcador, mas Mendy não conseguiu cabecear da melhor forma após cruzamento na esquerda do ataque.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:

Vitória FC: Makaridze; G. Cascardo, V. Fernandes, Artur Jorge e Silvio; Castro (73’ Zequinha), Semedo, Berto e N. Valente; Jhonder e Sekgota (45’ Mendy)

Vitória SC: Douglas; F. Sacko, Osorio, P. Henrique e Rafa Soares; M. Oliveira, Joseph (51’ Teixeira), A. Wakaso e Tozé (81’ F. Venâncio); Davidson e Guedes

Os 5 jogadores que mais beneficiaram com Bruno Lage

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Bruno Lage chegou, viu e venceu! Apesar de ainda faltar o mais importante (os títulos), a política do treinador tem-se refletido, no que a este artigo diz respeito, por um conjunto de novas oportunidades a jogadores, que, com Rui Vitória, tinham poucas ou nenhumas ocasiões para se mostrarem.

É notório destacar o trabalho que está a ser realizado e que tem produzido bons resultados. Os jogadores correspondem em campo e isso nota-se no seu desempenho. A espinha dorsal do plantel mantém-se a mesma, mas a passagem para o 4x4x2 produziu alterações substanciais, que colocam certos jogadores num patamar de responsabilidade ainda maior. Descubra quais são nas próximas páginas.

Futebol sportinguista coloca identidade em crise

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A grande marca de um clube ou organização passa pela sua identidade. Tudo o resto está ligado a ela: o símbolo, as cores, a marca. Não podemos falar em valores clubísticos se eles não assentarem numa matriz identitária comum e que lhes dê forma e força.

Os estatutos de um clube são talvez a maior concretização, no papel, dessa identidade clubística. Essa foi talvez a razão pela qual na assembleia proposta pela Direção anterior para alterar os estatutos de clube, os sócios reagiram de imediato. Tal intento tinha a identidade de todos os sportinguistas e do seu clube como principal alvo. Mas não é só pelas coisas que estão no “papel” que se faz pulsar uma identidade. No caso de um clube é, sobretudo, na relva dos estádios, nas pistas, pavilhões e ringues que se vê a ligação e o compromisso com a identidade coletiva de que fazem parte.

Mas vamos ao Sporting. A matriz identitária de um clube como este deve ser sempre o compromisso com as vitórias, seja de todos os seus atletas, corpos sociais, adeptos e sócios. É a tão apelidada, embora nem sempre praticada, de “cultura de exigência”, sendo ela uma parte determinante da identidade leonina. E quando perdemos devemos reconhecer o adversário vitorioso, quando a sua vitória fui justa em campo, com a mesma dignidade e respeito do que quando ganhamos.

Ora é precisamente essa “cultura de exigência” que tem faltado, salvo raras exceções, à equipa de futebol do Sporting, colocando, não só de hoje como de há muitos anos, o clube numa situação de crise identitária permanente.

As recentes exibições da equipa de futebol do Sporting têm colocado em crise a identidade leonina
Fonte: Sporting CP

No que às modalidades diz respeito, elas têm sido o suporte essencial da identidade do clube. Não podemos negligenciar todo o compromisso do andebol, do ténis de mesa, do voleibol, do futsal, do atletismo, entre outras, na glorificação do leão rampante. Mas com os pupilos de Kiezer a coisa já é diferente. E não há vitória por três zero ao SC Braga em casa que apague as exibições paupérrimas da equipa nos últimos jogos.

Como entender, por exemplo, que uma equipa de futebol do Sporting demore trinta e tal minutos a rematar à baliza adversária diante de um CD Feirense (com todo o respeito pelo clube nortenho)? Como admitir o amadorismo com que defrontaram o SL Benfica, quer em Alvalade para o Campeonato, quer na Luz para a Taça de Portugal? E a eliminação da Liga Europa diante desse astro do futebol espanhol e europeu chamado Villareal CF permite confirmar na íntegra o que disse a propósito desta falta de compromisso, essencialmente no jogo da primeira mão em Alvalade.

Em resumo, no que ao futebol sportinguista diz respeito, as águas andam confusas. Elas têm mergulhado a identidade leonina numa crise profunda por muito que as outras modalidades se esforcem por honrar o símbolo. E com as modalidades a puxarem para um lado e a equipa de futebol para o outro não há identidade clubística que resista. Aqui fica a mensagem para os pupilos de Keizer: Acordem seus “meninos bonitos”!

Foto de Capa: Sporting CP

Agüero | Já há um legado, mas inacabado

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A Premier League é onde o futebol atinge um nível competitivo, em contexto interno, muito elevado. Jogos com ritmo alto e que não dá margem para rodar a equipa “só porque sim”. Para a larga maioria dos jogos, acredito que sejam chamados os que estiverem mais aptos, ou melhor preparados, e só esses podem ir a jogo, pois colocar em campo um jogador que não esteja em plenas condições físicas, pode originar uma recaída/alargar o tempo de recuperação total.

O Manchester City FC dá-se ao luxo de ter um plantel vastíssimo: pensado por Guardiola, que mal chegara trocou as laterais do avesso, contratou mestres do passe, mestres do desequilíbrio, e uma promessa brasileira para o ataque.

Talvez o nome mais importante da história (não só recente, diga-se) dos citizens é Sergio Agüero. O ponta de lança que deu o terceiro golo diante do Queens Park Rangers FC, golo que permitiu os azuis de Manchester erguer um título considerado inédito, mas “inevitável”, dado o investimento.

Talvez o ponto mais alto da história do Manchester City
Fonte: Premier League

Agüero, em tempos de Mancini, figurava com Balotelli ou com Dzeko no ataque. O City, praticava um futebol diferente, segundo um esquema diferente, com jogadores de características diferentes, mas sempre que existe qualidade, em qualquer contexto ela é notada. Afinal, é o melhor marcador de sempre do emblema (bateu recorde que era de 177 golos).

Como tal, sendo Agüero um jogador tão marcante para o clube, quer efetiva, quer simbolicamente falando, chega agora a altura dos 30. Com 30 anos, a direção dos clubes tende a encurtar a margem de erro/oportunidade dos atletas, principalmente dos estrangeiros. Porém, viu o seu contrato ser estendido no início da época (mas de um ano só, dada a política contratualmente estipulada em Inglaterra).

Sergio Agüero e Gabriel Jesus são ambos muito móveis e só avançados com tais características têm chance de jogar nas equipas de Guardiola. Não é, com certeza, uma dupla a entrar de início, mas jogando a pivot, que é a função a desempenhar pelo jogador a ocupar a posição “9”, torna desnecessário jogar com uma dupla de jogadores referência. Como é óbvio, salvo em situações de busca obstinada do golo.

O argentino, como disse, é um nome inapagável do universo citizen. Pelo tempo que está lá como jogador, o legado que deixa num clube de elite, mas que entrou para esse lote há pouco tempo. Foi durante esse tempo que Agüero é considerado o mais aclamado, elevado a herói.

Hoje, talvez com o plantel mais rico em termos de recursos humanos do mundo, com jovens promessas a eclodir e muitas “feras” a ter de ficar no banco… Depois das competições internas já alcançadas, falta algo.

Falta a Liga dos Campeões. Não só a Agüero, como ao próprio clube que representa. É algo que trará a glória pretendida ao extraordinário legado do argentino no clube. É algo que certamente está nos planos do Manchester City, mas que parece não estar em sintonia psicológica com as prestações da equipa na prova milionária, que ainda deixam a desejar em momentos chave…

Foto de capa: Manchester City FC

Artigo revisto por: Jorge Neves