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NXT Takeover: New Orleans – Um novo legado começa

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O NXT TakeOver: New Orleans tem a responsabilidade de ser o último pay-per-view que antecede a Wrestlemania. Como tal, a WWE correspondeu às expectativas dos fãs e apresentou um alinhamento de sonho com as suas figuras mais promissoras em destaque, num evento que promete marcar o Universo WWE, com rivalidades por decidir, reinados por defender e um novo título em jogo: o legado do NXT North American Championship começa em Nova Orleães.

Foto de Capa: WWE

9 sugestões para um fim de semana futebolístico com campeões à vista


Mais uma sexta-feira e com ela vem aí mais um fim de semana de grandes emoções. Tivemos a meio da semana as competições europeias que naturalmente tiveram impacto em algumas equipas.

A luta por subir de divisão ou por um lugar europeu continua, mas a grande novidade desta semana é a possibilidade de termos já não um, mas dois campeões. Consegues adivinhar?

Bayern FC: A construção do ‘hexa’

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Pela Alemanha parece não haver fim para a hegemonia bávara, nem concorrente à altura para disputar o titulo alemão. A nova época está prestes a terminar, e assistimos a mais do mesmo: o FC Bayern Munchen não deu hipóteses e vencerá o campeonato alemão sem muitas dificuldades (mais 17 pontos do que o segundo classificado quando faltam seis jornadas do fim). Mesmo com três treinadores diferentes, em seis épocas, o Bayern não deixou de ser a máquina destruidora que é.

Hoje, mostramos-te como foi a caminhada dos alemães para a conquista do hexacampeonato.

Portugal 22-23 Suíça: Tem de se mostrar mais

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Portugal e Suíça voltaram a encontrar-se esta sexta feira (dia seis), depois da derrota portuguesa por 28-27, na passada quarta feira (dia quatro). O jogo realizou-se em Coimbra, no pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia e teve transmissão exclusiva na TVI24. Estes jogos serviram de preparação para o Play-off do Mundial 2019, onde Portugal vai enfrentar a Sérvia.

Portugal queria responder à derrota da melhor forma ao jogo que ficou marcado por 12 golos sofridos de contra-ataque pela seleção nacional.

A equipa das quinas começou o jogo ligeiramente desconcentrada e isso fez-se notar no resultado nos minutos iniciais (3-6 aos nove minutos). A coesão da equipa da Suíça dificultou a chegada da ofensiva portuguesa à zona de seis metros. As soluções passavam, muitas vezes, por remates de meia distância de Gilberto Duarte e João Ferraz. Com a entrada de Miguel Martins, a seleção conseguiu ganhar mais dinâmica e voltar ao resultado. O jovem de 20 anos entrou e marcou de imediato dois golos de grande classe (9-10). Portugal conseguiu corrigir as lacunas defensivas ao longo da primeira parte e aos 26 minutos chegou pela primeira vez à liderança (11-10) mesmo com um a menos (Alexis Borges sofreu a primeira exclusão do jogo). Antes do intervalo, Portugal a pressionar muito bem a Suíça e a ir para o descanso a vencer por um golo (12-11).

Os jogos de preparação entre Portugal e Suíça ficaram marcados pelo equilíbrio
Fonte: Federação Portuguesa de Andebol

A segunda parte começou muito equilibrada e a tendência do jogo manteve-se. Alfredo Quintana, que trocou com Hugo Figueira por volta dos 20 minutos da primeira parte e com Humberto Gomes aos 10 da segunda, ia fazendo um bom jogo, com excelentes defesas. Portugal ia insistindo em remates de nove metros, com recurso a muitos cruzamentos, e em passes para o pivô. O treinador da seleção nacional, Paulo Pereira, apostava na rotação dos jogadores, face às muitas escolhas que tem. Aos 15 minutos da segunda parte, o resultado era 18-17. O jogo apresentava uma fase menos ativa com as equipas a gerirem esforço e a diminuírem o ritmo. Aos 17 minutos, a Suíça voltava a estar em vantagem (18-19).

A Suíça conseguiu chegar a uma vantagem de dois golos aos 24 minutos, encontrando-se numa fase ascendente no jogo. Para inverter o rumo, o treinador português pediu um Time-Out e a equipa reagiu de imediato com dois golos de rajada para empatar (22-22). Os adeptos faziam-se ouvir e pediam a vitória mas a Suíça batia-se arduamente.

Portugal falhou o último ataque num remate do pivô, Tiago Rocha, aos seis metros com uma boa defesa do guarda redes suíço, Nikola Portner, que realizou um excelente jogo. A Suíça, ainda com trinta, acabou por marcar no último ataque e vencer novamente Portugal, desta vez por 23-22. Destaco o jogo de Luka Maros, que marcou sete golos pela Suíça.

A seleção nacional mostrou que tem qualidade para surpreender a Sérvia no Play-off mas tem de evitar falhanços em momentos chave do jogo, como aconteceu no jogo de hoje. Aumentar a concentração e a frieza coletiva.

Portugal vai realizar os jogos de Play-off no dia 10 de Junho, na Sérvia, e no dia 14, em Portugal. Estes jogos foram a última oportunidade para o técnico Paulo Pereira testar a equipa antes dos jogos de Play-off contra a Sérvia.

Como jogou Portugal: Diogo Branquinho, João Ferraz, Rui Silva, Gilberto Duarte, Hugo Figueira, Daymaro Salino, Pedro Portela.

Como jogou a Suíça: Dimitrij Kuttel, Lenny Rubin, Luka Maros, Maximilian Gerbl, Samuel Zehnder, Lucas Meister, Nikola Portman.

Foto de Capa: Andebol Portugal

Bélgica 1-1 Portugal: (Quase) sem Mundial, mas muito evoluídas

A história da partida entre belgas e portuguesas resume-se aos últimos três minutos da partida, período em que se apontaram dois golos. Uma ponta final de loucos que contrastou com o resto do jogo. Portugal viu esfumar-se a possibilidade de apuramento para o Campeonato do Mundo mas continuar a registar uma evolução muito grande e o futuro parece risonho.

As portuguesas sabiam que só uma vitória lhes permitiria continuar a sonhar com a presença em França no próximo ano e a postura no primeiro tempo deu conta disso mesmo. Um equipa personalizada, a mandar no jogo e a remeter as belgas para o seu meio campo. A bola ia rodando de pé para pé sem que, contudo, qualquer das balizas estivesse em perigo iminente. Nesse particular, a sonolência ia tomando conta do estado de espírito daqueles que acompanharam a partida.

A etapa complementar haveria de trazer maiores motivos de interesse, desde logo porque a Bélgica – a jogar perante o seu público e com perspetivas de se aproximar do primeiro lugar ocupado pela Itália – ajustou as peças e a máquina começou, finalmente a engrenar. Um par de aproximações à baliza de Inês destapavam a menor capacidade das portuguesas que, valha a verdade, é cada vez menos evidente, fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido e que permite a Portugal, até, manter uma série admirável de seis jogos consecutivos sem derrotas (quatro vitórias e dois empates).

Matilde em lance dividido com a jogadora belga
Fonte: FPF

Corria o minuto 50’ quando Raquel Infante colocou a mão no ombro da adversária dentro da grande área. Perplexa, viu a juíza da partida apitar para a marca da grande penalidade. Um excesso de zelo que haveria de ver a justiça reposta quando Wullaert enviou a bola ao poste. O nulo mantinha-se e chegava a hora de Jéssica Silva começar o seu show à parte. Qualidade técnica acima das demais que deixou a pensar do que seria capaz de oferecer à equipa se já estivesse a jogar desde o início.

O tempo corria e o desfecho adivinhava-se, mas uma desatenção defensiva permitiu que De Caigny, completamente solta, batesse uma desamparada Inês Pereira na sequência de um pontapé de canto. O relógio marcava 91 minutos, mas do outro lado a crença e a revolta foram grandes demais para que a conformação se efetivasse. Vai daí, Jéssica Silva tira um coelho da cartola e oferece o golo a Carolina Mendes, que só não o festejou porque a defesa belga pensou ser ela a guarda redes e travou a bola com as mãos antes de esta entrar na baliza. Era o último lance da partida e a oportunidade perfeita para Dolores repor a igualdade. E assim foi.

Como jogou a Bélgica: Odeurs, Deloose, Jaques, De Neve, Philtjens, Eboa, Van Gorp. De Caigny, Biesmans, Cayman e Wullaert.

Substituições: Vanmechelen por Van Gorp e Zeler por Biesmans.

Como jogou Portugal: Inês Pereira, Matilde, Raquel Infante, Carole Costa, Ana Borges, Tatiana Ferreira, Dolores Silva, Cláudia Neto, Vanessa Marques, Diana Silva e Andreia Norton.

Substituições: Jéssica Silva por Andreia Norton e Carolina Mendes por Cláudia Neto.

Calem-se, tenham vergonha e joguem à bola

Alvalade está em estado de sítio. Após duas derrotas seguidas, em Braga e em Madrid, e que em muito comprometem as aspirações leoninas nesta temporada, Bruno de Carvalho foi para o Facebook criticar os jogadores e estes retorquiram hoje, também através das redes sociais.

Os posts e o seu conteúdo são mais do que conhecidos, por isso vou tentar centrar-me mais no que causou isto e no que pode acontecer daqui para a frente. Em primeiro lugar, dizer que todos os envolvidos têm culpas no cartório: o presidente pelos erros de comunicação e de liderança gritantes que conduziram a este terramoto, os jogadores pelos falhanços astronómicos que marcaram alguns dos desaires desta temporada. Jorge Jesus também não está, obviamente, isento de culpas e espero que não alimente mais este debate público.

No fundo, quem mais sofre com isto é quem menos culpa tem: os adeptos. Tivemos perto de quatro mil adeptos no Wanda Metropolitano, após termos estado em peso em Braga. O que é que a equipa fez? Duas exibições pobres, zero golos marcados e duas derrotas bastante desanimadoras.

Isto sim é o Sporting. Os adeptos que fazem a força do clube e dão significado ao trabalho de quem protagoniza esta vergonha
Fonte: Sporting Clube de Portugal

Para resolver esta tempestade, primeiro que tudo, tem de acontecer uma reunião entre jogadores, equipa técnica e direção. Dure as horas que durar, com as discussões que se tenham, mas tudo tem de ser falado o mais rapidamente possível, e à porta fechada. O presidente deve largar, de vez, as redes sociais e ausentar-se do espaço mediático por uns tempos. Ele já provou ser capaz de grandes feitos a trabalhar “na sombra” e é isso que terá de continuar a fazer.

Depois, os jogadores. É verdade que podem acontecer erros e que os jogadores que falharam nestes jogos já nos deram várias alegrias. Mas algo que nunca pode falhar é aquilo que tem de os igualar aos adeptos. Os jogadores têm SEMPRE de correr a todas as bolas como se fossem a última da partida, e sentir a camisola e o símbolo que envergam ao peito. Pode parecer uma frase feita, mas é a realidade que não pode ser esquecida. Toda a gente passa pelo clube, menos os adeptos. E esses têm de ser sempre respeitados, acima de tudo.

As 5 principais revelações do FC Porto B em 2018

Não, este não será um espaço dedicado a jovens valores como Diogo Dalot, Jorge Fernandes, Bruno Costa, Fede Varela, Galeno ou André Pereira. Houve, de facto, um FC Porto B esta época com e sem eles. A melhor versão da segunda equipa dos azuis e brancos contou com a qualidade emprestada por este lote de pequenos craques em quem o FC Porto deposita grandes esperanças. Bruno Costa, apesar de já se ter estreado em Anfield na equipa principal, continua a ser presença assídua na equipa secundária, mas os restantes já se encontram noutras paragens, a ganhar a “estaleca” necessária para, quem sabe, ingressar na equipa A futuramente. A exceção é, claro está, Diogo Dalot.

A viragem do ano trouxe profundas alterações num plantel que liderava isolada e confortavelmente o campeonato da Segunda Liga. Coube a Folha reinventar-se e promover a ascensão de algumas pérolas que dão agora os primeiros passos no escalão sénior. O futuro passa, também, por eles.

Os 10 maiores nomes da MLS nesta década

“Querida Los Angeles, seja bem-vinda!”. Foi assim que Zlatan Ibrahimović, bem ao seu estilo, anunciou no Twitter, no passado dia 23 de março, a sua chegada ao LA Galaxy.

Zlatan não fez por menos neste início de uma nova aventura: uma semana depois de ser oficializado como reforço da equipa norte-americana, o avançado de 36 anos bisou e deu a vitória frente aos rivais da cidade, o Los Angeles FC, tendo o primeiro golo sido absolutamente fenomenal. Foi chegar, ver e vencer para Ibracadabra.

Mas, à semelhança do sueco, há muitas outras estrelas em Hollywood que preferiram os holofotes dos estádios às luzes e câmaras do cinema. Vejamos os 10 maiores nomes da MLS (Major League Soccer) nesta década (2010-2018).

Foto de Capa: MLS

SL Benfica reestabelece novamente o primeiro lugar

A jornada 4 dos play-offs desta temporada da Liga Placard contou com 3 grandes jogos. Porém, esta ficou marcada pelo duelo de titãs entre o SL Benfica e o UD Oliveirense. O primeiro quarto ficou marcado por uma excelente disputa entre ambas as equipas, no entanto, foi o SL Benfica que saiu vencedor da primeira de quatro rondas, com um parcial de 18-17. Já no segundo quarto, a equipa de Oliveira de Azeméis assinala a reviravolta do marcador. Durante os segundos 10 minutos dentro da quadra, o Oliveirense aumentou o ritmo de jogo de forma bastante inesperada e, apanhados de surpresa, a equipa liderada por José Ricardo colapsou e não conseguiu acompanhar o ritmo de jogo. A primeira metade terminou com um parcial de 41-36 a favor do Oliveirense.

Durante a terceira parte do encontro, mais do mesmo aconteceu. A defesa do Benfica mostrou-se impotente perante um Oliveirense bastante forte nos dois lados da quadra e foi capaz de aumentar significativamente a vantagem que já tinham para o Benfica, pelo que terminou com um parcial de 74-56, mais uma vez a favor do UD Oliveirense. No último quarto da partida, dá-se uma enorme reviravolta. Após dois quartos miseráveis, o SL Benfica decide tomar as rédeas do encontro e demonstrou, pela primeira vez durante o jogo, todo o seu basquetebol. A equipa lisboeta mostrou-se eficaz na zona tanto ofensiva como defensiva e conseguiu a reviravolta do resultado, que terminou com uma pontuação final de 89-88 a favor das águias e com a revalidação do primeiro lugar. Destaque para Carlos Andrade que conseguiu liderar a equipa e mostrou-se bastante eficaz na linha de 3 pontos. A idade não aparenta ser problema para o jogador de 39 anos.

Will Hanley fez uma excelente exibição frente ao CAB Madeira
Fonte: Federação Portuguesa de Basquetebol

O segundo jogo do dia aconteceu entre o Illiabum e o Vitória de Guimarães. Num jogo em que a equipa vimaranense era dada como favorita, a equipa liderada por Pedro Monteiro mostrou as suas enormes qualidades e conseguiu levar para casa a primeira vitória nesta fase do campeonato. No entanto, a vitória foi tudo menos fácil. O Vitória de Guimarães entrou mais forte na partida e conseguiu ser bastante eficaz ofensivamente. Isto valeu-lhe uma vantagem significativa no marcador logo no primeiro quarto, com um parcial de 36-23. Na segunda parte, a história repetiu-se e o Illiabum permitiu que a equipa vimaranense aumentasse ainda mais a vantagem que já tinha do período anterior. Assim sendo, a primeira parte terminou com um parcial de 62-47.

O último jogo do dia pôs frente a frente a equipa do CAB Madeira e o FC Porto. A equipa portista fez questão de mostrar o favoritismo que tinha frente à equipa madeirense desde o início e, sem grandes surpresas, termina o primeiro quarto com um parcial de 24-17. Durante o segundo e terceiro período, mais do mesmo aconteceu. O CAB Madeira não resistiu à pressão ofensiva do FC Porto, que conseguiu aumentar significativamente a vantagem perante o seu adversário e aumentou a vantagem inicial para uns sólidos 15 pontos. O último quarto foi já bastante menos ritmado e, embora o CAB Madeira tenha conseguido, efetivamente, marcar mais pontos na cesta da equipa azul e branca, o esforço foi em vão. O destaque vai para a eficácia de Will Sheehey, que marcou 5 dos 6 lançamentos de 2 pontos. O FC Porto pressiona, assim, os dois primeiros colocados após uma vitória de 83-66 frente à equipa madeirense.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Basquetebol

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Esta conferência Este não é para velhos

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O final da época regular aproxima-se e quase tudo está decidido na conferência Este: as oito equipas já estão qualificadas, falta apenas definir as posições.

Na última madrugada, os líderes do Este, Toronto Raptors, distanciaram-se dos Boston Celtics, que ocupam o segundo lugar, já os Philadelphia 76ers alcançaram a 12ª vitória consecutiva, solidificaram o 4º lugar, e acabaram com as esperanças dos Detroit Pistons, que já não conseguem chegar ao 8º lugar, ou seja, mais um ano sem playoffs.

Dentro das restantes equipas já apuradas encontram-se ainda Cleveland Cavaliers, Indiana Pacers, Miami Heat, Washington Wizards e Milwaukee Bucks.

A equipa que pode surpreender na luta pela passagem à final é os Toronto Raptors. Apresentaram-se rejuvenescidos durante toda a época, com um estilo de jogo mais adequado a esta nova era de basquetebol, e sem dependerem tanto dos seus dois All-Stars, Kyle Lowry e DeMar DeRozan.

Os Boston Celtics, em princípio, vão mudar a sua famosa mascote para um duende com um braço engessado, visto que foram a equipa mais fustigada por lesões durante toda a época. Podem perfeitamente desiludir nos playoffs devido ao plantel bastante jovem que vão apresentar, mas também podem deslumbrar, tal como aconteceu durante toda a época. Só não podem levar o caneco para Boston, em princípio.

LeBron James está a fazer uma das melhores épocas da carreira, contudo a sua equipa, os Cleveland Cavaliers, estão uns bons furos abaixo daquilo que era expectável. Mas o fator LeBron já ganhou finais, portanto continuam a ser o grande candidato a representar o Este.

Philadelphia está em estado de graça: depois da vitória dos Eagles na NFL, os Sixers querem desafiar os gigantes. Perderam Joel Embiid para uma lesão e ainda não existe uma data de regresso definida. Porém, recuperaram Markelle Futlz depois de bastante tempo lesionado, souberam gerir a ausência de Embiid nos últimos jogos, e têm boas opções no banco. Este ano servirá para ganhar experiência, até lá é confiar nos seus jovens e no processo.

Depois da saída do seu jogador mais valioso, os Indiana Pacers aparentavam ser condenados e terem uns maus anos pela frente. Contudo, a troca de Paul George para os Thunder – que a priori parecia um roubo – mostrou-se mais proveitosa do que o esperado. Oladipo explodiu como um relâmpago e fez a sua melhor época de sempre. Têm um bom núcleo de jovens que podem desenvolver no futuro e, para eles, será uma mais-valia disputarem uma série de playoffs para ganharem experiência.

Victor Oladipo tem sido a grande figura dos Pacers, um papel que lhe valeu a ida ao jogo All-Star pela primeira vez
Fonte: NBA

Com o regresso de Dwyane Wade a Miami, o plantel ganhou um veterano com um currículo notável – um impulso excelente para fazerem uma boa campanha nos playoffs. São a equipa que, na minha opinião, pode destronar um dos quatro primeiros classificados na primeira ronda. Juntam experiência e juventude como poucas equipas na liga. Quem lhes fizer frente que fique atento.

Pela capital, os Wizards parecem apáticos. A excelente notícia do regresso de John Wall pode trazer à equipa a motivação que lhes falta, mas continuam escassos em boas opções a vir do banco. Acredito que precisam de reconstruir: destruam a casa e arranjem novos alicerces. A que têm serve para dormir e pouco mais.

Giannis Antetokounmpo (permita-me fazer só um aparte: incluir este nome num dos meus textos era um sonho e finalmente o realizo): o nome deste jogador é tão versátil e longo como o próprio jogador. O “Greek Freak”, como é apelidado, é uma das joias da NBA. Tenham muito medo desta equipa no futuro, por agora há que amadurecer com… (adivinhem lá) … experiência de playoffs.

A conferência Este – tão criticada por vezes – conseguiu juntar muito talento jovem, e se o futuro destes jogadores promete, o da conferência seguirá o mesmo rumo. Como diriam os irmãos Coen: este Este não é para velhos. A não ser que – a não ser que LeBron conte, nesse caso é.

Foto de Capa: NBA

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro