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Os treinadores que mais vezes orientaram o FC Porto: Bobby Robson

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fc porto cabeçalhoChegou ao FC Porto vindo de um dos rivais de Lisboa, o Sporting CP, a meio da época de 1993/1994. Desde logo implementou mudanças na equipa, alterando o estilo de jogo definido pelo antigo treinador, levando-a à conquista da Taça de Portugal no final do ano. Bobby Robson foi um dos treinadores mais emblemáticos de sempre e um dos que mais vezes orientou o FC Porto.

A liderar os destinos azuis e brancos desde o banco de suplentes, corria o ano de 1993, estava Tomislav Ivic. A praticar um futebol defensivo, a equipa seguia no campeonato atrasada em relação aos rivais, com as exibições e os resultados a não convencerem. Até que, em Janeiro de 1994, a meio da época, Bobby Robson deixa o Sporting CP e ruma às Antas. As diferenças no futebol praticado e nos resultados não tardaram a aparecer, com o técnico a privilegiar um sistema mais ofensivo e as goleadas a serem frequentes. A primeira conquista do treinador inglês ao serviço dos dragões apareceu no final do ano e, curiosamente, frente à formação de Alvalade: a Taça de Portugal. Ainda assim, uma das principais proezas do FC Porto de Bobby Robson, durante os seus primeiros tempos no clube, foi a goleada imposta ao Werder Bremen, na Alemanha, por 0-5, a contar para os quartos de final da Liga dos Campeões. A vitória valeu a passagem às meias finais da competição, tendo sido depois o FC Barcelona a deitar por terra as ambições portuguesas.

Bobby Robson marcou o início da construção do Pentacampeonato Fonte: paixaopeloporto.blogspot.pt
Bobby Robson marcou o início da construção do Pentacampeonato
Fonte: paixaopeloporto.blogspot.pt

Os dois anos e meio do técnico passados no Porto marcaram o início da construção de um dos maiores feitos do clube: o pentacampeonato. Foi com Bobby Robson que o percurso começou, com o FC Porto a sagrar-se bicampeão nacional, sob as suas ordens, em 1994/1995 e 1995/1996. No primeiro ano, ficou o registo de 73 golos marcados e apenas uma derrota consentida, frente ao CS Marítimo e, no segundo ano, a marca dos golos marcados passou para os 84, com uma média acima dos três golos por jogo, nas partidas disputadas em casa. Para além da conqusita do bicampeonato e da Taça de Portugal, o inglês conquistou ainda duas Supertaças, ambas frente a outro rival de Lisboa, desta vez o SL Benfica.

No seu currículo, e a contribuir para ser aclamado com um dos melhores treinadores do mundo, contam-se passagens pela selecção inglesa, com a qual chegou às meias finais do Mundial de 1990, a permanência de 13 anos ao serviço do Ipswich Town FC, onde conquistou uma Taça da Liga Inglesa e uma Taça UEFA e a representação de emblemas como o PSV Eindhoven, Sporting CP, FC Porto e FC Barcelona. Bobby Robson faleceu em 2009, depois de ter perdido uma luta contra um cancro nos pulmões, aos 76 anos de idade.

Foto de Capa: https://bibo-porto-carago.blogspot.pt

artigo revisto por: Ana Ferreira

 

 

As prioridades para janeiro

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sporting cp cabeçalho 2

Entrámos na recta final da primeira volta do campeonato e a equipa do Sporting permanece no topo da tabela classificativa. Na Champions, foi num grupo exigente que foi garantido o apuramento para a Liga Europa, competição onde a ambição leonina se legitima. A época decorre com a previsibilidade possível, contudo há uma problemática que se equipara ao ano anterior.

O plantel não é longo e as soluções repetem-se. Além disso, o passado diz-nos que já foi por aqui que o insucesso chegou. O mês de Janeiro aproxima-se e a abertura do Mercado de Transferências traz a derradeira oportunidade de reforçar a equipa para a segunda metade da época. Veremos as prioridades para o Sporting Clube de Portugal.

Avançados que façam golos. Talvez seja esta a aquisição mais pretendida por qualquer adepto. No actual plantel do Sporting só Bas Dost vai cumprindo este requisito, que por enquanto continua a ser o mais belo da arte da bola. Mas contar com apenas um avançado é exíguo. O tempo de carência de Alan Ruiz vai terminando. Doumbia ainda não atingiu o patamar da expectativa, enquanto Iuri Medeiros continua a adiar a esperada afirmação. E apesar de Daniel
Podence ser um jogador útil e com margem de progressão, Jorge Jesus tem de encontrar uma alternativa válida, que para além de acrescentar qualidade bruta ao plantel, consiga também corresponder a uma hipotética ausência do Gigante Holandês. As estatísticas da probabilidade comprovam que nem sempre é fácil acertar na escolha de um avançado goleador. Mas o Sporting precisa de um tiro no alvo, nem que seja repetido, com a mira apontada para Leicester.

Será que poderemos voltar a ver Slimani festejar em Alvalade? Fonte: Sporting CP
Será que poderemos voltar a ver Slimani festejar em Alvalade?
Fonte: Sporting CP

Apesar de a condição de Fábio Coentrão ter aumentado ao longo da época, ainda não podemos exigir a plenitude durante todos os jogos que se seguirão. Em alternativa para o lado esquerdo da defesa, Jonathan Silva ainda não preenche os índices de confiança, não obstante a sua
qualidade. Encontrar um defesa experiente e com capacidade para corresponder às exigências que Jorge Jesus impõe para esta posição. Mais do que pensar na qualidade dos jogadores: organizar um plantel admite também perceber as suas disponibilidades para enfrentar a época. É por isto que, talvez, seja importante reanalisar este ponto em Janeiro, já que se falou em Insúa.

Se olharmos para as hipóteses que Jorge Jesus tem para o seu meio-campo, até pode parecer exagerado ponderar numa contratação para este sector, ainda para mais com o regresso de Bryan Ruiz à actividade (aplausos nesta parte, apesar de tudo). A verdade é que ainda hoje permanece a demanda futebolística de que é no meio-campo que se perdem alguns jogos, ora por falta de estabilidade, ora por falta de criatividade. Este artigo, e ao contrário dos pontos anteriores, não vai terminar com referência a necessidades que parecem prementes. Podemos antes pensar num estilo de apetrecho útil, que acrescente ainda mais irreverência a um Plantel onde o primor técnico se denota com clarividência em dois ou três jogadores.

E aproveitando uma das actuais apostas do preâmbulo do próximo Mercado de Transferências, talvez fosse mesmo boa ideia ir às Caxinas buscar aquele rapaz de Louro disfarçado, que dança com a bola e depois cumpre com rigor táctico o que lhe pedem, e assim vai-se destacando numa equipa que promete
nesta época. Pensemos nisto.

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

Leicester: De regresso ao topo

Cabeçalho Liga Inglesa

O Leicester tem mostrado uma qualidade semelhante à que apresentou em 2015/2016, quando foi campeão de Inglaterra. A nomeação de Claude Puel como treinador, que substituiu Craig Shakespeare no comando da equipa, é uma das razões apontadas para o bom momento dos Foxes. No entanto, existem também outros factores, mais complexos, que explicam o sucesso recente do Leicester nos relvados.

O primeiro é que os Foxes têm um plantel com muita qualidade. Schmeichel, Mahrez, Vardy, ou Iborra, são todos grandes futebolistas, habituados aos maiores palcos do futebol Europeu, e, como tal, estão longe de ter o perfil habitual do jogador de equipa pequena.

Depois, as sequências de vitórias do Leicester, a seguir ao despedimento dum treinador, são algo recorrente desde que regressaram à Premier League, em 2014/2015. O ciclo habitual da equipa já é conhecido: uma série de jogos negativos atira os Foxes para os últimos lugares da tabela, é contratado um novo treinador, e a equipa consegue subir rapidamente de posição no campeonato.

Para além disso, é também possível afirmar que a instabilidade da equipa no campeonato, ao longo das épocas, se deve à forma como é gerida fora de campo.

Propriedade duma empresa tailandesa, o Leicester não conta com ninguém entendido em futebol na sua direção. Os donos do clube parecem interessados sobretudo em garantir que o Leicester gere lucro. Quando confrontados com maus resultados desportivos, surge a preocupação que o projeto desportivo deixe de ser rentável, caso a equipa desça de divisão. Assim, o Leicester tem optado sempre pela solução mais rápida: substituir o técnico.

No entanto, o que parece ser a principal razão da melhoria dos resultados do Leicester, a seguir à chegada dum novo treinador, é a personalidade de alguns dos seus futebolistas.

Com dinheiro para grandes contratações, apesar de não ser um clube de topo em Inglaterra, o Leicester tem reunido, ao longo dos anos, um conjunto de futebolistas talentosos, que, tendo o suficiente para jogar em clubes maiores, acabam, devido a várias circunstâncias nas suas carreiras, por ingressar no Leicester.

Mahrez tem estado em grande forma nos últimos jogos do Leicester Fonte: Leicester City FC
Mahrez tem estado em grande forma nos últimos jogos do Leicester
Fonte: Leicester City FC

Jogadores experientes que não se afirmaram noutros clubes, jovens à procura de dar o salto para um clube maior, ou futebolistas no auge das carreiras, que passaram despercebidos durante anos, compõem um plantel que, muitas vezes, não está identificado com a história do clube, ou com figuras de autoridade, como o treinador.

Como tal, este coletivo de jogadores difere da maioria das equipas da Premier League, pois parece ter um peso muito grande nas tomadas de decisão do clube. Por várias vezes, a relação com os técnicos que têm passam pelo Leicester deteriorou-se, e a consequente falta de resultados, que costuma ditar a saída do treinador, é algo aceite por todos, incluíndo a direção.

A equipa parece ser independente das restantes figuras presentes no clube. E, pelo historial recente do Leicester, quem tenta contrariar a atitude dos jogadores, ou impôr-se como líder, acaba por não obter resultados.

Para já, tudo está a correr bem com os campeões de 2015/2016 da Premier League. Mas o mesmo aconteceu no início do comando de outros treinadores. Os principais jogadores do plantel continuam a ser os mesmos, e, por isso, orientar um grupo que está em constante desafio, esquecendo muitas vezes objetivos coletivos em favor de metas pessoais, não será fácil.

A qualidade do treinador Claude Puel só poderá ser verdadeiramente demonstrada após mais alguns jogos à frente dos Foxes, quando tiver que implementar as suas ideias de jogo e os seus métodos de treino. Se conseguir, e for bem aceite pelo plantel, então o francês é o treinador indicado. Por enquanto, o Leicester está em grande de novo, mas devido às exibições dos jogadores dentro de campo.

Foto de Capa: Leicester City FC

SC Braga 4-0 CF Os Belenenses: Para golear nem foi preciso acelerar

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Cabeçalho Futebol Nacional

A última partida de sábado da 15ª. jornada da Primeira Liga portuguesa, jogada na cidade dos Arcebispos, disputava-se sobre uma iniciativa bem agradável. Os Guerreiros do Minho deram ao jogo um cariz solidário e ofereceram bilhetes aos adeptos em troca de brinquedos a serem distribuídos por instituições de solidariedade do concelho. 7803 bracarenses responderam à chamada e ocuparam o seu lugar na Pedreira para observar a luta entre duas equipas com algo a provar depois dos maus resultados recentes.

O Braga surpreendeu e Abel deixou de lado a habitual rotatividade para manter a equipa que foi derrotada nos Barreiros. Já Domingos Paciência, no regresso a uma casa onde já foi muito feliz, fez voltar ao onze Bouba e Pereirinha, que tinham ficado no banco na receção ao Paços.

Como habitual, o Braga entrou mais forte no jogo e demorou apenas 4 minutos a obrigar Muriel a efetuar a sua primeira boa defesa da noite. Mas, se a noite estava fria, também o jogo não quis ficar atrás e entrou num estado mais entorpecido, entrando num período de longos minutos sem lances dignos de nota. Pelo meio, o único ponto de reportagem era com Muriel, que já começava a demorar demais para o gosto dos adeptos braguistas nos pontapés de baliza e ganhou um constante coro de assobios. Nem de bola parada os da casa conseguiam dar um ar de sua graça e dois livres frontais foram desperdiçados para bem longe da baliza.

Os arsenalistas não abrandaram e dilataram a vantagem nos instantes finais Fonte: SC Braga
Os arsenalistas não abrandaram e dilataram a vantagem nos instantes finais
Fonte: SC Braga

Finalmente, aos 36 minutos, trabalho para Muriel com um remate à figura. E, na jogada seguinte, Fábio Martins apareceu solto no coração da área para colocar a bola lá dentro mesmo rente ao poste. Num jogo muito pouco mexido, os da casa eram os únicos a tentar e, mesmo sem chegar muitas vezes à baliza adversária, controlavam um Belenenses com dificuldades até para passar da linha de meio campo.

O golo injetou alguma emoção na partida e foi novamente o Braga a ameaçar com Muriel a salvar um cabeceamento de Dyego Sousa. Entretanto, chegou o intervalo, com as equipas a irem aos balneários ouvir os técnicos que certamente tinham reparos a fazer.

No recomeço, uma boa oportunidade de Xadas e um Belenenses mais atrevido, a chegar pela primeira vez com perigo à baliza arsenalista, davam ideia de uma partida mais aberta para o segundo tempo e com ambas as equipas com atitude renovada. Logo a seguir, Muriel voltou a ter uma boa intervenção, mas os azuis do Restelo não conseguiram responder na mesma moeda e, pouco depois, Dyego Sousa fez o gosto ao pé numa jogada confusa – num cruzamento para a pequena área, um defesa cortou contra o próprio poste e na recarga o brasileiro aumentou a vantagem dos arsenalistas.

E o azar não acabava aqui para os visitantes, Muriel lesionou-se na jogada e teve de ser substituído por Filipe Mendes. Com uma vantagem mais confortável, o Braga passou a dominar o jogo com mais tranquilidade e eram suas todas as iniciativas ofensivas de relevo – Hassan falhou só com o guardião pela frente, pediu-se um penálti e houve vários quase, mas o resultado haveria de se manter inalterado até aos 87 minutos quando um cabeceamento de Raul Silva na pequena área, encontrou um erro crasso de Filipe Mendes e aumentou a vantagem. Já em tempo de compensação, no último segundo do desafio, Hassan aproveitou um livre indireto dentro da área azul para estabelecer o resultado final em 4-0.

Os Guerreiros do Minho regressam às vitórias e chegam ao Natal no 4º lugar, bem encaminhados para alcançar o seu objetivo no campeonato, enquanto o Belenenses continua a meio da tabela, mesmo com uma sequência negativa nos últimos jogos. De notar também que o horário do jogo, em conjugação com a pouca perigosidade do mesmo e a ação solidária natalícia do SC Braga permitiram ver nas bancadas muitas famílias com crianças de tenra idade, um agradável lembrete de que o futebol é para todos.

GD Estoril-Praia 3-2 CD Aves: Bomba de oxigénio para a Linha

Cabeçalho Futebol Nacional

Em partida da 15º. Jornada, o Estoril-Praia recebeu o CD Aves. Vindo de uma derrota no estádio da Luz, o técnico Ivo Vieira operou uma única substituição, lançando Víctor Andrade para o lugar de Allano. Por sua vez, e após uma categórica vitória por 5-1 frente ao União da Madeira em jogo a contar para a Taça de Portugal, Lito Vidigal mudou drasticamente o onze inicial.

O Estoril Praia começou o jogo disposto a sair da zona de despromoção. Prova disso foram os diversos remates à baliza de Quim, desferidos por Kléber e Víctor Andrade, um dos jogadores que mais atacaram o resultado e que deram bastante trabalho ao guarda-redes adversário, e por Lucas Envagelista, que beneficiou de um desvio num defesa da equipa visitante e que ia traindo Quim.

O Desportivo das Aves só deu o ar da sua graça por volta da meia hora de jogo, depois de um livre marcado rapidamente e que apanhou a linha defensiva do Estoril adormecida que, para tentar justificar esta ação, pediu fora-de-jogo.

Ambos os golos apareceram no final da primeira parte. Depois de Ivo Vieira ter realizado uma substituição -André Claro por Eduardo-, Lucas Evangelista, o suspeito do costume, abriu o marcador. Numa grande jogada de triangulações e combinações no flanco direito, o médio brasileiro aparece sem marcação à entrada da área e, sem hesitar, desferiu um remate colocadíssimo, sem qualquer hipótese ao veterano Quim.

Mas o Aves mostrou que não ia baixar os braços após o tento sofrido. Num lance bem construído pelo seu lado esquerdo, Amilton cruza para dentro da área, onde aparece Moreira para desviar a primeira bola para longe da sua baliza. Por sorte ou azar, o número 10 da equipa avense aparece na ressaca do lance e remata de primeira, colocando a bola longe da vista de Moreira e igualando assim a partida mesmo antes do intervalo.

Depois de uma primeira parte fria, a segunda parte teve um rumo completamente diferente Fonte: Bola na Rede
Depois de uma primeira parte fria, a segunda parte teve um rumo completamente diferente
Fonte: Bola na Rede

A segunda parte começou com sinal mais dos canarinhos. O Estoril, que inicialmente tinha ameaçado com um bom cabeceamento de Allano (jogador lançado ao intervalo) após um livre lateral, voltou a adquirir a vantagem ao minuto 50. Numa excelente jogada individual, mostrando desde logo serviço, o recém-entrado cumpriu a ameaça e não perdoou o mau posicionamento do guardião da equipa da Vila das Aves.

A equipa visitante ainda lutava pelo jogo. Ao minuto 62, após uma investida no lado direito avense, a bola vai até ao lado oposto, dando assim origem a um cruzamento respondido por Amilton. O jogador atirou de cabeça e a bola passou a centímetros do poste. Estava feita a ameaça do Aves.

Pouco depois de o relógio marcar a hora de jogo, novo motivo de festa. Ataque rápido dos azuis e amarelos. Bola no lado direito, Víctor Andrade tocou para Lucas Evangelista, que, por sua vez, tocou para Fernando Fonseca. O lateral atirou forte, Quim desviou para uma zona proibida onde estava Kléber solto de marcação. O avançado só teve de encostar. Os cerca de mil adeptos estorilistas galvanizavam-se, assim, com a boa exibição da equipa.

O Estoril, que não sabia o que era festejar desde o mês de Setembro, brindava assim os seus adeptos com três golos. Uma nítida prova da melhoria da equipa com a chegada do técnico Ivo Vieira.

Entretanto, enorme momento de tensão vivido no jogo. Arango, após uma disputa de bola com Pedro Monteiro, cai com violência ao ponto de ter sido necessário retirá-lo das quatro linhas de maca. Felizmente, não aparentou ter problemas de maior.

Novo frenesim ao minuto 76: jogada bem trabalhada no lado direito por Fernando Fonseca, que coloca a bola na área e, após um ressalto, Allano isola Lucas Evangelista, que remate forte por cima para canto. Na sequência da bola parada, Víctor Andrade ultrapassa um defesa e dispara para mais uma boa intervenção de Quim.

Daqui para a frente, continuando com o bom ímpeto de jogo, a equipa da linha limitou-se a gerir o jogo. Com mais um bom par de oportunidades, a equipa cascalense mostrou ser uma formação adulta e capaz de manter o resultado. Mérito para Ivo Vieira, que revolucionou por completo o jogo do Estoril Praia. Por sua vez, o Aves só ao minuto 90 conseguiu uma boa oportunidade e aproveitou-a. Na sequência de um canto direto, Paulo Machado bisou e reduziu o marcador.

Rescaldo de Guilherme Anastácio e Marta Reis

 Foto de capa: Bola na Rede

SC Braga B 1-2 FC Porto B: Insistir até dar a volta

Cabeçalho Futebol Nacional

O jogo começou com o golo do Braga. Logo aos 2 minutos, André Ribeiro deu vantagem aos arsenalistas e obrigou os terceiros classificados da II Liga a terem de correr atrás do resultado, numa partida para a qual partiam como claros favoritos contra uma equipa que luta para não descer.

Os pequenos dragões tomaram conta do desafio, instalando-se no meio campo adversário, mas limitando-se a circular a bola sem capacidade para criar lances de perigo. Pelo contrário, a jogada de seguinte em que o golo esteve perto só se deu aos 25 minutos e a favor dos da casa, com Diogo Costa a fazer uma boa defesa após livre direto.

À passagem da meia hora de jogo, Ogana passou pelos defesas portistas a meio do campo e preparava-se para seguir isolado para a baliza adversária, mas foi desequilibrado por um toque de Diogo Leite. Não há dúvidas de que a falta é bem assinalada e o cartão bem mostrado, mas fica a sensação que o avançado poderia ter seguido para tentar marcar, mas deixou-se cair, talvez na esperança de sacar uma expulsão que dificultaria ainda mais a tarefa do Porto.

Na resposta, finalmente os de azul ameaçaram a baliza à guarda de Tiago Sá, com uma bela troca de bola já dentro de área a culminar num cabeceamento que obrigou o guarda-redes da casa a esticar-se. Logo a seguir, Federico Varela a aparecer em posição de remate e o esférico caprichosamente a embater na trave e no poste sem entrar.

E, assim, sem nenhuma das equipas capaz de acrescentar algo mais, o jogo foi para intervalo como praticamente começou, com os da casa a vencer. O Braga voltou a entrar com vontade e esteve pêro de chegar ao segundo tento após canto, mas desta vez a bola passou por cima da barra. Rapidamente, o FCP tomou novamente conta do desafio impôs ao fio de um jogo uma perigosa proximidade com a baliza adversária. No entanto, e apesar de alguns erros, o Braga ia de forma algo atabalhoada conseguindo afastar as incursões portistas.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Aos 58 minutos, finalmente o golo da igualdade. Após muita insistência dos dragões, o tento lá chegou por Galeno que no centro da área deu o melhor seguimento a um cruzamento rasteiro. Após o empate, o jogo abrandou um pouco e, numa tentativa de mudar o rumo dos acontecimentos, João Aroso, que também já havia mexido ao intervalo, lançou para o campo o aguerrido extremo Trincão para incomodar o adversário.

A mexida na equipa teve, pelo menos em parte, o efeito pretendido porque os de Braga voltaram a aproximar-se da baliza de Diogo Costa, depois de bastante tempo sem o conseguir fazer. Realmente, os arsenalistas equilibraram o jogo, mas, quando o empate começava a parecer o cenário mais provável, Varela entrou pela área braguista dentro e estoirou para a reviravolta no resultado.

E foi o suficiente para decidir o encontro, com os dragões a gerirem até ao fim uma partida que os braguistas continuavam incapazes de assumir. O FC Porto B confirmou o favoritismo e nem precisou de deslumbrar para dar a volta ao jogo e seguir em perseguição próxima ao Académico de Viseu.

Reus Deportiu 3-5 SL Benfica: Encarnados sagram-se campeões mundiais

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Cabeçalho modalidades

Naquela que foi a edição experimental da renovada Taça Intercontinental, a final esperada confirmou-se. Com o Benfica a derrotar o Andes Tallers por 7-4 e o Reus o Concepción CP por 7-5. Porém, os conjuntos europeus não tiveram vida fácil frente ás equipas argentinas. Nesta tarde, numa reedição de uma das meias-finais da última edição da Liga Europeia, o Benfica derrotou o Reus por 5-3 e conquistou a sua segunda Taça Intercontinental.

O jogo teve um inicio normal, com as duas equipas a estudarem-se mutuamente, com os principais lances a serem uma defesa de Pedro Henriques a uma stickada de Marc Torra e um golo cantado falhado por Jordi Adroher.

Passado o período inicial, o Benfica procurava assumir as despesas da partida, tento mais tempo de posse de bola e procurando com mais insistência a baliza de Càndid Ballart. Enquanto que o Reus procurava responder, sobretudo, em contra-ataques rápidos, visto que em posse pouco ou nada arriscavam.

Em cima da marca dos dez minutos de jogo, o Reus teve as suas duas primeiras grandes oportunidades, através de um remate de e uma bola desviada por Romàn Bancells, mas Pedro Henriques com duas grandes defesas impediu o golo espanhol. Os encarnados responderam, mas foi a vez do guardião espanhol também dizer presente.

Por volta dos doze minutos, uma bola recuperada por Nicolia na meia pista resultou numa grande penalidade cometida por Romàn Bancells. O próprio, que na véspera havia feito um hattrick, não conseguiu abrir o ativo. Minutos depois, Valter Neves recuperou a meio campo sobre Aleix Rodriguez, lance onde espanhóis pediram falta, mas o capitão das águias também não conseguiu marcar.

Já abaixo da marca dos dez minutos, Pedro Henriques deu inicio a um lance de contra-ataque que terminou com um desvio no centro da área de João Rodrigues. Situação que levantou algumas dúvidas sobre se o esférico fora travado antes ou depois da linha de golo. Pouco depois, Nicolia cometeu falta para grande penalidade sobre Marc Torra. Casanovas, ele que concretizou o penalti decisivo do mundial no último mês de setembro, não desperdiçou e com uma stickada rasteira abriu o marcador. Quase de seguida, o Reus esteve perto do segundo, mas Pedro Henriques fez uma enorme parada com a luva esquerda.

Com o aproximar do intervalo, o Reus procurava manter o controlo do esférico, tentando algo mais quando fosse possível e necessário. Por sua vez, o Benfica continuava a ter oportunidades de golo, mas a finalização permanecia deficitária.

Manchester City FC 4-1 Tottenham Hotspur: Guardiola soma e segue

Cabeçalho Liga Inglesa

Naquele que era o jogo grande da 18ª jornada da Liga Inglesa, o Manchester City recebeu o Tottenham Hotspur, num duelo que se adivinhava bastante interessante. Tanto citizens como spurs pouparam peças chaves do seu plantel na última jornada, provavelmente já a pensar neste jogo, destacando-se por isso respetivamente, o regresso de Leroy Sané e Dele Alli aos XI´s iniciais.

Como esperado, o Manchester City conseguiu desde cedo impor o seu futebol, bem à medida do que têm feito esta época, total domínio da posse e total controlo do jogo com uma rápida reação à perda da bola. Assim que tiveram oportunidade para fazer golo, os homens da casa fizeram-no, aos 13 minutos após cobrança de um pontapé de canto com uma potente cabeçada de Gundogan, num lance em que a defesa adversária não fica isenta de culpas visto que o alemão estava sem marcação dentro da área. A equipa do Tottenham não reagiu bem ao golo, ficando o Manchester City, nos 20 minutos seguintes, bastante próximo de aumentar a vantagem com remates perigosos por parte de Aguero e Gundogan, aos quais Hugo Lloris correspondeu com belas defesas. O Tottenham só deu “sinal de vida” aos 34 minutos após um bom movimento ofensivo por parte do seu goleador Harry Keane que culmina com um remate a arrasar o poste esquerdo da baliza de Ederson.

Na segunda parte tivemos um jogo mais equilibrado com um Tottenham mais atrevido, que entrou mais pressionante, obrigando por isso as linhas do Manchester City a baixar. A primeira oportunidade do segundo tempo surge por Harry Keane com um remate de longa distância que Ederson numa impressionante estirada conseguiu parar. A resposta do conjunto da casa aconteceu aos 65 minutos, naquela que foi uma dupla oportunidade, em que primeiramente Sané após lance individual remata para uma enorme defesa do guardião dos spurs e na recarga Sterling a falhar de baliza aberta. O City recuperou o domínio do jogo, prova disso foi o nivelamento da posse de bola novamente e o golo de Kevin De Bruyne após contra-ataque que com um autêntico míssil sentenciou a partida.

Os spurs perderam-se em campo e com esse “desnorte” vieram os erros e as precipitações como é evidente no penalty cometido por Vertoghen que Gabriel Jesus desperdiçou disparando ao poste e que Sterling na recarga falhou, novamente de baliza aberta…O inglês chegaria finalmente ao golo aos 80 minutos, naquela que foi mais uma grande jogada de envolvimento dos citizens nascida nos pés do belga Kevin De Bruyne. Até fim com os spurs completamente vulneráveis, o ataque avassalador do Manchester City veio ao de cima e apesar de Lloris evitar números ainda mais embaraçosos, aos 90 minutos após outro erro da defensiva do Tottenham Stearling bisa na partida e confirma a goleada. No último lance do encontro Eriksen com um remate cruzado faz o tento de honra para a equipa do Tottenham.

Resumindo e concluindo, contra factos não há argumentos, esta equipa do Manchester City segue imparável e aumenta o registo para 16 vitórias consecutivas o que já é um recorde.

Isto é futebol espetáculo!

Foto de capa: Goal.com

Real Madrid CF 1-0 Grémio FBPA: Cristiano Ronaldo faz dos merengues os melhores do mundo

Cabeçalho Futebol Internacional

Realizou-se hoje em Abu Dhabi a final do mundial de clubes, que juntou o Real Madrid (campeão europeu vencendo em Cardiff a Juventus de Turim) e o Grémio de Porto Alegre (vencedor da última Copa Libertadores frente ao Lanús da Argentina). Para chegar a esta final, o Real Madrid também teve que bater o Al-Jazira por 2-1 enquanto que o Grémio de Portalegre derrotou o Pachuca do México por uma bola a zero.

O Real Madrid inicia o jogo como favorito, não só pelo plantel luxuoso mas pelo histórico na competição, sendo que ganhou três antigas Taças Intercontinentais e dois mundiais de clubes em 2014 e 2016. Já o Grémio, conquistou também este título em 1983, na altura Renato Gaúcho foi o melhor jogador em campo e foi crucial para a adição de uma Taça Intercontinental ao palmarés do clube. Agora, enquanto treinador do clube não teve o sucesso que pretendera.

O onze apresentado por Zinedine Zidane é o mesmo que conquistou a Liga dos Campeões e é considerado o onze de gala de Zidane sendo a estrutura que o técnico mais gosta. Demonstrando assim, que o Real Madrid não ia ser complacente com o Grémio e jogou na sua força máxima para adicionar o sexto título de melhor clube do mundo ao palmarés da equipa madrilena.

O Grémio de Portalegre inicia a partida de uma forma muito agressiva e a exercer pressão alta, não dando nenhuma bola como perdida, esta agressividade na marcação dos jogadores do Grémio, valeu também algumas faltas à equipa liderada por Geromel, o capitão da equipa, que já passou por Portugal, jogando no Desportivo de Chaves e também no Vitória de Guimarães SC.

A pressão que deu início ao jogo acabou por ser sol de pouca dura, sendo que o Real Madrid acabou por dominar a primeira parte por completo, contando inclusive com 9 remates contra 1 do Grémio. O marcador só se mantém porque Varane, não conseguiu por diversas vezes chegar às bolas colocadas pelo meio-campo do Real nas costas da defesa brasileira, que conta com Bruno Cortez, Ex-jogador do SL Benfica. Carvajal também testou a baliza do Grémio algumas vezes sem sucesso.

A Equipa Sul-Americana não contou com a presença de Artur, também conhecido com Iniesta Brasileiro devido à sua altíssima qualidade de passe. O que fez com que a equipa não conseguisse muitas vezes levar a bola aos atacantes do clube.

Aos 53 minutos de jogo Cristiano Ronaldo mostra o porquê de ter sido nomeado o melhor jogador do mundo pela quinta vez e deixa o Real Madrid na liderança com um belíssimo golo de livre direto. A bola passou pelo meio da barreira gaúcha e só acabou nas redes brasileiras.

O decorrer da segunda parte foi mais do mesmo, com o Grémio sempre a jogar no seu meio-campo, sendo que só fez um único remate em 90 minutos de jogo e foi através de um livre direto a 45 metros da baliza.

Por diversas vezes, Varane, Modric, Carvajal e Bale não conseguiram aumentar a vantagem merecida do Real Madrid por muito pouco, deixando uma sensação que o resultado não espelhou o jogo em si. O jogo terminou com 20 remates do Real Madrid contra um único remate do Grémio de Porto Alegre.

Foto de capa: FIFA

Procura-se Óliver Torres!

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fc porto cabeçalho

Óliver Torres Muñoz foi dado como desaparecido dos quadros da equipa portista. Testemunhos dizem ter avistado o médio espanhol a rondar o Estádio do Dragão no último jogo, entre FC Porto e Vitória SC, a contar para a Taça de Portugal. No entanto, tem-se revelado complicado provar a veracidade destes avistamentos já que a última vez que Óliver terá sido efetivamente visto foi no dia 17 de novembro frente ao Portimonense SC, também a contar para a Taça de Portugal e, assim sendo, este longo espaço de tempo torna difícil provar se este se trata do mesmo Óliver Torres. Sérgio Conceição surge para já como principal suspeito no desaparecimento do médio espanhol.

“Este vai ser o ano de Óliver Torres” – era esta uma das notícias que encabeçavam os jornais desportivos no início desta época desportiva e um dos pensamentos mais presentes na cabeça dos adeptos portistas. A verdade é que o novo número 10 dos “Dragões” teve um início de época fulgurante, com frequentes rasgos de craque a maravilhar e a iludir os mais apaixonados do desporto-rei. Neste momento, Óliver Torres é uma carta fora do baralho! Óliver perdeu espaço e influência no plantel azul e branco, e tudo isto sem motivo aparente.

Toda esta situação incomoda qualquer adepto portista. Não só porque Óliver tem mais do que qualidade suficiente para alinhar no onze titular de Sérgio Conceição, mas ainda pelo facto de o jovem médio ter custado 20 milhões de euros e ser, a par de Imbula, a contratação mais cara da história do FC Porto. Ambos os médios seguem o mesmo padrão: a falta de aproveitamento. A diferença é que Imbula quase nunca conseguiu mostrar serviço de dragão ao peito, enquanto que no caso de Óliver o talento é inegável. A perda de espaço de Óliver prejudica não só o jogador, que fica remetido ao banco de suplentes e impedido de projetar todo o potencial (sendo ele ainda um jovem promissor), mas prejudica também a equipa que, ao não resolver este impasse, perde um jogador importante e torna mais difícil a hipótese de um possível retorno financeiro com a venda do jogador.

Óliver foi, a par de Imbula, a contratação mais cara do FC Porto Fonte: FC Porto
Óliver foi, a par de Imbula, a contratação mais cara do FC Porto
Fonte: FC Porto

Mas como explicar a perda de espaço de Óliver? São muitas as teorias e explicações possíveis para este fenómeno, sendo que a mim surgem-me duas. A primeira (e mais plausível) prende-se com a hipótese de Óliver Torres não encaixar no sistema tático atual de Sérgio Conceição. Contudo, esta hipótese levanta outra questão: se Óliver servia no início da época, porque é que não serve agora? Nota-se um claro desencontro entre o perfil do jogador e aquilo que a atual dinâmica do FC Porto exige no miolo e, provavelmente, Sérgio Conceição estará a tentar aperfeiçoar algumas falhas do médio como, por exemplo, a melhoria da sua capacidade de chegada à área adversária ou a definição na hora de finalizar.

A segunda teoria, e a mais irónica, prende-se com a hipótese de Sérgio Conceição ter algo contra jogadores espanhóis. Primeiro Iker Casillas a perder o lugar para José Sá, e agora Óliver Torres a perder o lugar para praticamente todos os outros médios do plantel portista. A juntar a isto, a relutância da SAD portista em renovar com Iván Marcano parece extremamente irresponsável já que estamos em risco de perder, a custo zero, um dos jogadores mais importantes de toda a equipa e, pior do que isso, há a hipótese de o perdermos para os rivais do SL Benfica. Todo este hipotético desdém pelos atuais espanhóis a alinhar na equipa é de estranhar; será que os fantasmas de Lopetegui, Adrián Lopez ou Bueno ainda pairam no Dragão?

O compatriota, Iker Casillas, também não tem sido opção no onze Fonte: Mundo Deportivo
O compatriota, Iker Casillas, também não tem sido opção no onze
Fonte: Mundo Deportivo

Óliver Torres não joga para o campeonato desde o dia 22 de setembro (24 minutos contra o Portimonense SC) e nos últimos dois meses só esteve em três jogos (90 minutos contra o Leixões SC, 90′ contra o Portimonense SC e 32′ diante do RB Leipzig). O médio está no fundo da hierarquia das opções do meio-campo do FC Porto mas acredito que, à exceção de Danilo, Óliver tem condições para disputar com os restantes um lugar no onze.

Sérgio Conceição, confrontado com a situação de Óliver, garante que este “voltará a ser importante” e que conta com ele para ganhar vários títulos esta época. No entanto, esta falta de oportunidades deverá ter efeitos negativos no jogador, que poderá desmotivar e, assim sendo, conduzir à sua saída iminente do FC Porto, algo que os portistas certamente não pretendem já que se trata de um jogador bastante acarinhado pelos adeptos. Seja como for, fiquem atentos a qualquer possível avistamento do jogador e caso o encontrem avisem os responsáveis do clube portista que os adeptos sentem a falta dele.

Foto de Capa: Bola na Rede

artigo revisto por: Ana Ferreira