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Miguel Cardoso e a ambição de discutir todos os jogos

Cabeçalho Futebol NacionalApós uma época brilhante, o Rio Ave continua a ser notícia pelos melhores motivos.

Miguel Cardoso, 45 anos, foi o homem apresentado esta semana como o sucessor do treinador sensação da época passada, Luís Castro que se vinculou com o Grupo Desportivo de Chaves neste defeso. Durante o seu discurso de apresentação, Miguel Cardoso, mostrou-nos que um  7º classificado na Liga pode ambicionar a fazer mais e melhor. O objectivo é claro. Acabar na primeira metade da tabela classificativa, implementando valores como: «(…) disciplina, responsabilidade, excelência, comunicação, equipa e identidade.»

A confiança e o pragmatismo no discurso baseiam-se num currículo recheado de experiência. Treinadores como Paulo Fonseca, Domingos Paciência, Carlos Carvalhal fizeram com que Miguel Cardoso pudesse estar confortável no maior palco da sua carreira profissional. Trabalhar em clubes como o Sporting de Braga, Académica, Sporting, Deportivo da Corunha e claro, Shakhtar Donetsk (equipa B e A), mostram que a qualidade do treinador português não é como um arco-íris, que só aparece de vez em quando.

Fonte: FK Shakhtar
Fonte: FK Shakhtar

Ser treinador do Rio Ave será uma excelente ferramenta para testar e provar que palavras como «Queremos uma equipa competitiva para discutir todos os jogos. (…) Se formos competitivos ao longo de uma época, provavelmente discutiremos coisas interessantes» não são apenas sons que saem da nossa boca, mas sim convicções tão intrínsecas ao ser humano que se personificam no trabalho e nos resultados.

Desta vez, não houve maldição do 3-1

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Cabeçalho modalidadesO salário mínimo português dava para pagar um bilhete para um dos piores lugares num pavilhão a rebentar pelas costuras (sem direito a cerveja). Esta segunda à noite, os Warriors voltaram a ser campeões da NBA, numa temporada em que perderam apenas um jogo nos playoffs, ao baterem os Cleveland Cavaliers por 129-120, no jogo 5 das finais. A peça que faltava era mesmo Kevin Durant, que foi claramente o jogador decisivo destas finais e que conquistou o seu primeiro título na sua segunda final (na primeira, os “seus” Thunder perderam com os Heat “de LeBron”). Como o tempo voa…

Primeiro período demasiado parado, com muitas faltas e lances-livres e os Cavaliers com um ligeiro domínio. Kevin Durant e Klay Thompson tiveram problemas de faltas bastante cedo e isso pode ter abrandado a equipa de Golden State, embora Kevin Love tenha dado de caras com o mesmo problema para os Cavs. Depois de um início mais forte dos Warriors, a turma de Cleveland passou rapidamente para a frente e assim se manteve até ao fim do primeiro quarto de jogo.

Depois de um longo “descanso” no banco, Kevin Durant voltou com vontade de dominar no segundo período. Os Cavaliers estenderam a sua vantagem para oito pontos, apenas para verem KD, Iggy, Dray e Steph construírem um daqueles parciais que não raras vezes vemos acontecerem na Oracle Arena e que fazem o pavilhão explodir. A vantagem de Golden State foi até aos 17 mas chegou ao intervalo nos onze, muito graças a um incrível lançamento de JR Smith, num período que foi, ainda assim, bastante negativo para os Cavs.

O MVP das finais, Kevin Durant festeja o seu primeiro título no ano de estreia em Golden State Fonte: SLAM Magazine
O MVP das finais, Kevin Durant festeja o seu primeiro título no ano de estreia em Golden State
Fonte: SLAM Magazine

E a verdade é que a esperança que JR Smith deu aos Cavaliers antes do intervalo se provou importante, com a equipa de Cleveland a vencer o terceiro período e a partirem para os doze minutos decisivos bem dentro do jogo, mesmo sem a vantagem na partida. Cinco pontos de diferença separavam as equipas antes do último período (mais uma vez graças a um grande lançamento de Smith, que esteve imparável da linha de 3), que decidiria se a época terminava ali ou se teríamos jogo 6 em Cleveland.

Essa dúvida seria rapidamente dissipada… Embora não se tendo distanciado por aí além no resultado, os Warriors controlaram facilmente o quarto período e venceram de forma justa, recuperando o título que lhes tinha fugido há um ano atrás. Kyrie Irving, LeBron James e o inesperado JR Smith tentaram, mas a equipa de Golden State, às costas de Kevin Durant e Stephen Curry, foi mesmo superior.

Depois do primeiro período equilibrado, o domínio foi dos Warriors e nunca mais deixou de o ser. Um ano depois de uma derrota complicada, com os Warriors a não conseguirem o título apesar de terem tido três jogos para o fazer, a equipa de Golden State só deixou a oportunidade de festejar o título uma vez, na única derrota nos playoffs, no jogo 4 em Cleveland. Regressados a casa, os novos campeões não permitiram que as dúvidas permanecessem e fecharam mesmo estas finais.

E assim se fecha mais uma temporada da NBA. As finais eram previsíveis e o campeão também, algo que não agradará ao adepto comum e que, sejamos sinceros, fez destes playoffs um dos menos interessantes dos últimos anos. Porém, Kevin Durant (e os Warriors por consequência) tiveram aquilo que queriam e ninguém os pode culpar por quererem ser melhores. E foram mesmo melhores. Com dezasseis vitórias e uma derrota apenas nos playoffs, os Golden State Warriors são, novamente, os campeões da NBA!

Foto de Capa: SLAM Magazine

«Sou uma pessoa relaxada, mas o Benfica é uma paixão» – Entrevista a Fernando Aguiar

entrevistas bola na rede

Quem viveu o futebol português no início da década de 2000, lembram-se de Fernando Aguiar. Um jogador robusto, aguerrido e crente em cada bola que disputava, “limpando” o meio-campo de Benfica, Beira-Mar ou União de Leiria como um segurança de discoteca “limpa”, de forma agressiva e fria, quem não lhe interessa que lá entre.

Isso era o jogador. A pessoa, nos dias de hoje, é completamente diferente. O RoboCop, alcunha à qual não faz cara feia – «até gosto de ser assim tratado», recebeu o Bola na Rede de forma tranquila e afável, e falou sobre a longa carreira… mas não só.

Houve tempo para falarmos, também, sobre o campeão nacional deste ano, a evolução do trinco e a recente polémica com Simão Sabrosa.

Foto de Capa: SJPF

Taça das Confederações ’17 (Magazine): Camarões

Cabeçalho Futebol Internacional

Percurso

            Os Camarões garantiram a presença na Taça das Confederações com a vitória na Taça das Nações Africanas 2017. Numa competição atípica em que os favoritos Argélia e Costa do Marfim nem sequer passaram a fase de grupos e com muitas ausências de peso, – Choupo-Moting, Matip ou Nyom rejeitaram mesmo participar na competição – os Camarões passaram a primeira fase apenas em 2º lugar com 5 pontos, a mesma pontuação do 1º, Burquina Faso. Seguiram-se os quartos de final que, após o nulo no tempo regulamentar e no prolongamento acabaram por vencer nas grandes penalidades. Nas meias bateram o Gana de Atsu ou dos irmãos Ayew por 2-0. Conseguiram erguer o troféu graças a uma reviravolta frente ao Egipto de Elneny consumada pelo portista Vincent Aboubakar a apenas um minuto dos 90’.

Il nuovo rossoneri

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fc porto cabeçalhoPara agrado de uns e tristeza de outros, André Silva foi ontem confirmado como reforço do AC Milan por 38M€ + 2M€ por objetivos durante a próxima época.

Uma contratação que vem ao encontro da necessidade de vender do FC Porto até 30 de junho do presente ano.
Porém, várias leituras podem ser feitas: André Silva tinha uma cláusula de 60M€ e Pinto da Costa recusou propostas “milionárias” e agora vende o jovem avançado nacional por 38M€. Será que o processo foi mal gerido pela SAD portista? Isso são opiniões que deixo para os nossos leitores.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Sempre disponível, não se fixando na área à espera que a bola chegasse, corria atrás para fazer jogo, combinava com colegas do meio-campo, tabelava com os extremos, mas o que também causava enorme cansaço no jovem português que acabava os jogos sempre em esforço, fruto do trabalho que tinha de fazer. Vejamos também o seguinte: André Silva teve um início fortíssimo na temporada 2016/2017 mas, com a segunda volta do campeonato e fase a eliminar da Liga dos Campeões, o avançado começou a sentar-se mais no banco de suplentes, por opção técnico-tática de Nuno Espírito Santo.

Logo, foi um jogador que era suplente dos dragões, na segunda fase da época, a ser vendido por 38M€. Na seleção, a história era diferente, tendo agarrado o lugar logo no imediato e nunca mais largado, com 7 golos marcados em 8 jogos e onde a parceria com Cristiano Ronaldo está a dar frutos.

Com todos estes fatores juntos, a venda de André Silva torna-se natural, apesar de ser um campeonato com características muito particulares mas em que, a esperança dos portistas, é que possa singrar no clube de Milão e mostrar todo o seu talento.
O AC Milan está num processo de remodelação, não sendo campeão desde 2011, e a construir um plantel novo, com jogadores novos e que possam garantir um futuro sustentável aos rossoneri e os levem de volta aos lugares de acesso à Liga dos Campeões.

Foto de Capa: AC Milan

A glória do triplo salto verde e branco

Cabeçalho modalidades

Antes de partirem para os Mundiais de Atletismo que decorrem este ano em Londres, os atletas portugueses deslocaram-se a Vagos para disputar a última fase do campeonato. Mais uma vez, Patrícia Mamona e Nélson Évora foram os atletas em destaque depois de já terem brilhado no campeonato da Europa ao trazerem para ‘casa’ as medalhas de prata e ouro, respectivamente. Numa prova onde o vento foi o pior inimigo, os atletas do Sporting voltaram a mostrar que estão numa forma incrível e, que a continuarem assim, é bem provável que se crie uma hegemonia sportinguista nas próximas temporadas, no que ao triplo salto diz respeito.

Nélson Évora trocou o Benfica pelo Sporting quando muita gente já o dava como ‘acabado’ para a modalidade depois das várias lesões que o vinham a atormentar de há uns anos para cá. A verdade é que o português continua a dar cartas no desporto que o tornou um ídolo nacional e, desta vez, Nélson Évora saltou 16,78 metros, marca que foi suficiente para arrecadar o título de campeão nacional de triplo salto. Este título vem coroar uma série de boas prestações do português que, tal como referido anteriormente, também arrecadou o título de campeão europeu em Março passado. Para além de Nélson Évora, também Marcos Caldeira teve uma prova interessante em Vagos, ao conquistar o terceiro lugar do pódio com a marca de 15,71 metros.

Em Março, Patrícia Mamona já tinha conquistado o título de vice-campeã europeia de triplo salto Fonte: Facebook oficial de Patrícia Mamona
Em Março, Patrícia Mamona já tinha conquistado o título de vice-campeã europeia de triplo salto
Fonte: Facebook oficial de Patrícia Mamona

No que ao troféu feminino diz respeito, Patrícia Mamona não esteve com cerimónias e conquistou o seu décimo título nacional consecutivo. Se alguém ainda tinha dúvidas em relação à grande forma da portuguesa, todas elas foram dissipadas, ainda para mais sendo ela a vice-campeã europeia de triplo salto em pista coberta. A verdade é que, cada vez mais, a hegemonia criada por Patrícia Mamona nas competições nacionais tem vindo a ser cimentada ao aliar a grande qualidade que possui a uma grande capacidade de trabalho, algo que lhe tem permitido ganhar títulos com regularidade e competir ‘olhos nos olhos’ com as suas maiores rivais europeias. A atleta de 28 anos arrecadou o título com um salto de 14,40 metros, oito centímetros a mais daquilo que tinha saltado em Março em Belgrado e que, na altura, tinha sido a sua melhor marca pessoal do ano.

Neste momento, o Sporting tem os dois melhores atletas portugueses de triplo salto, tanto no feminino como no masculino, algo que é sinónimo de títulos e boas prestações nacionais e europeias. Nélson Évora é uma contratação recente ao invés de Patrícia Mamona, atleta que tem muitos anos de casa. Para o Sporting e em particular para o atletismo enquanto modalidade verde e branca de referência, é muito importante que sejamos capazes de manter ambos os atletas por muitos mais anos, dando-lhes as condições necessárias para que continuem a vencer e a elevar o nome do clube o mais alto possível.

Foto de Capa: Facebook oficial de Patrícia Mamona

Futsal: Sporting na final do Play-Off

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Cabeçalho modalidades

No passado sábado, o Sporting Clube de Portugal recebeu o Modicus, no pavilhão dos Leões de Porto Salvo, vencendo por 5-2. Depois de ter vencido em Sandim o primeiro jogo também por 5-2, os leões garantiram a presença na final do play-off da Liga Sport Zone.

O Modicus, acabou por ser uma surpresa deste campeonato. Eliminou o Belenenses com recurso a terceiro jogo e, nesta meia-final, deixou uma boa réplica diante um favorito Sporting. Frente ao Modicus, o Sporting fez uma excelente exibição, tendo sido superior nos dois jogos. Neste segundo jogo, os leões criaram muitas dificuldades ao Modicus, sobretudo, devido à pressão alta dos pupilos de Nuno Dias.
Na final, o Sporting irá ter pela frente o SC Braga, que eliminou o Benfica com recurso a dois jogos na meia-final. O histórico entre Braga e Sporting é favorável aos leões, no entanto os bracarenses já provaram a sua qualidade esta temporada.
A equipa de juvenis do Sporting, que foi campeã nacional com 100% de vitórias Fonte: Sporting Clube de Portugal - Futsal
A equipa de juvenis do Sporting, que foi campeã nacional com 100% de vitórias
Fonte: Sporting Clube de Portugal – Futsal
Em condições normais, o Sporting irá sagrar-se bicampeão nacional de futsal, nesta final à melhor de cinco. Os leões têm hoje um dos melhores planteis de sempre do futsal leonino.
No mesmo dia, os juvenis do Sporting derrotaram o Benfica, curiosamente também por 5-2 e conquistaram o “penta”. Uma época fantástica para os atletas de Tiago Varanda, com 32 vitórias em 32 jogos. Este foi o 16º título dos leões neste escalão, o 106º troféu para o futsal leonino. Também no futsal, o Sporting forma a ganhar.
Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal – Futsal

O início da revolução

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A transformação do plantel para a próxima temporada começou a ganhar os primeiros contornos. Ruben Semedo foi vendido ao Espanhóis do Villarreal e Sacko ao Leeds United. Era mais que previsível a saída do internacional sub-21, a venda dos dois jogadores permitiu encaixe financeiro de 16 milhões de euros a juntar aos 35 milhões positivos que a SAD leonina apresentou nas contas referentes aos três primeiros trimestres. Balanço agradável para a primeira de Julho onde não houve nenhuma entrada a registar.

Matheus Dória é o jogador pretendido para ocupar a saída de Ruben Semedo. O passe do internacional brasileiro está avaliado em 2,5 milhões de euros mas o Marselha não estará disposto a perder os 8,5 milhões que gastou em Dória. O defesa de 22 anos tem enorme potencial e uma enorme margem de progressão que Jorge Jesus poderia muito bem trabalhar. Mathieu é outro nome lançado como alvo do Sporting. Tendo em conta as suas características, principalmente técnicas, diríamos que será difícil de agradar o treinador leonino.

O próximo jogador a abandonar será Marvin Zeegelaar, o holandês tem mercado em Inglaterra e tudo indica que será o seu destino. A contratação de Fábio Coentrão estará pendente com a confirmação desta transferência e do negócio de Battaglia que inclui as saídas de Jefferson e Ricardo Esgaio para Braga. Schelotto está referenciado pelo Nice, mas os Franceses estarão a tentar baixar o preço do defesa leonino.

Marvin Zeegelaar poderá estar prestes a sair de Alvalade Fonte: Sporting CP
Marvin Zeegelaar poderá estar prestes a sair de Alvalade
Fonte: Sporting CP

Cada vez mais próximos da saída estão William Carvalho e Adrien Silva. A iminência da saída dos jogadores levou o Sporting a sondar Bradaric. O internacional croata tem tido bastantes clubes interessados e o preço do jogador duplicou nos últimos dias, complicando ainda mais o interesse leonino.

O Lobo da Cosme Damião

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Leonardo di Caprio no seu melhor papel até hoje, Scorcese genial como só ele sabe ser, e uma narrativa única: tudo reunido num filme que se tornou de culto e que, até ontem, fazia questão de ver uma vez por ano.

Pedro Guerra, muito provavelmente de forma inocente, acabou de estragar um dos melhores filmes dos últimos anos, no qual a personagem principal é mais corrupta do que qualquer apito dourado mas de que o espetador acaba sempre por gostar; um anti-herói de alto gabarito.

Jordan Belfort é esquivo, é inteligente, sabe como ganhar dinheiro, e gosta de droga, algo que num país como Portugal seriam capacidades ideais para governar um clube de grande dimensão. Contudo, como Wall Street não é, de todo, a Avenida Cosme Damião ou a Eusébio da Silva Ferreira, acabou por ser preso, julgado, e perdeu uma fortuna de milhões.

Mas que raio tem o cu que ver com as calças (perguntam os leitores)? E por que raio o Pedro Guerra te estragou o filme, ó seu lagarto?

Pois bem, é apenas por esta parte:

 

Pedro Guerra, ou Chester Ming num universo paralelo, fez-me lembrar os Strattonites. Todos sabiam o que fizeram, o deboche que era a empresa deles; as farras, a corrupção e a “vergonha” (c’mon, todos os homens gostavam de certas coisas, right?) que para ali havia, e ainda assim, quando confrontados com a questão, nenhum deles se lembrava.

É estranho que o “senhor” Guerra, apesar de todo o “volume” de informação que aparenta ter, sofra de Alzheimer seletivo, que o leve a lembrar-se de onde conheceu a pessoa X, a conversa que tiveram e em que momento, mas que se esqueça de um e-mail que poderia ser tão nocivo para a instituição sediada à beira da Avenida Cosme Damião.

Estranhamente, ou não, todo o isolamento promovido pela estrutura do clube encarnado a Pedro Guerra leva a querer que, por um lado, é uma situação bastante delicada e que, por outro, tudo isto pode ser o início de uma revolução, seja apenas internamente ou a uma escala maior, envolvendo todos os poderes.

Espero sinceramente que isto leve a que Pedro Guerra saia de cena, e que leve a uma reformulação da estratégia de comunicação do Benfica. Está na altura de os recetores da cartilha, seja por mensagem, mail ou talvez por conversa Skype por portas travessas, serem mandados embora.

Mais, talvez seja altura de os Jordan Belfort’s cá do sítio serem julgados e condenados, seja o Jorge, o Bruno ou o Luís. Talvez seja altura de todos perceberem que, enquanto nós ficamos felizes por um campeonato, há malta a enriquecer “estupidamente” à custa do meu, do teu e do nosso Amor.

Talvez seja altura.

Taça das Confederações ’17 (Magazine): Chile

Cabeçalho Futebol Internacional

Neste mês de junho vai disputar-se a décima edição da Taça das Confederações, na Rússia. O representante da América do Sul vai ser o Chile, por ter vencido a Copa América em 2015, em pleno território chileno.

Atualmente, com um treinador diferente dessa altura, os chilenos são um dos candidatos à vitória nesta competição. Juntamente com Portugal, México e Alemanha, vejo os chilenos com hipóteses reais de vencerem o torneio. Com vários jogadores a atuarem nos melhores campeonatos europeus, esta seleção é bastante competitiva, ou não estivesse habituada a competir permanentemente com países como Uruguai, Brasil ou Argentina nas competições continentais.