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Dragão da semana: Hector Herrera

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fc porto cabeçalhoSim, é um jogador que, passados todos estes anos de dragão ao peito parece ainda não convencer muitos dos aficionados portistas no que diz respeito às suas exibições.

Porém, neste jogo contra o Paços de Ferreira foi, sem dúvida o melhor em campo neste jogo que pouco contava para o desenrolar da época portista. Um golo que permitiu o empate no marcador e que demonstra onde reside a força deste jogador, um box-to-box por excelência e que tem capacidade de penetração na área, como ficou demonstrado no golo marcado de cabeça, após cruzamento de Corona (um excelente cabeceamento). Também conseguiu uma assistência, de forma acrobática, para golo de Diogo Jota logo no início da segunda parte.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

A tudo isto, podemos juntar uma percentagem de acerto de passe de 89%, tocou na bola 104 vezes e entrou sete vezes na área adversária, o que demonstra a sua capacidade de médio área-a-área. Ainda ajudou nas tarefas defensivas, somando quatro desarmes, dez recuperações de posse e dez duelos ganhos em 16 disputados. Um jogo a um grande nível nos vários capítulos do jogo.
Infelizmente, na minha opinião, não lhe é dado o crédito devido porque, quando joga, não compromete e é um médio que entende os vários momentos do jogo e que tem a capacidade de entrar na área (algo que, mais uma vez, na minha humilde opinião, falta ao restante meio campo portista).

É uma incógnita a manutenção do jogador no plantel, sendo este um assunto anual quando acaba a época. Mas, convém não esquecer, que é capitão do FC Porto e que sempre deu a cara e deu tudo em campo pela equipa. A aguardar notícias futuras sobre o seu futuro.

Foto de Capa: FC Porto

Sporting: Juniores a uma vitória do título

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No passado fim-de-semana, o Sporting recebeu na Academia de Alcochete, o eterno rival em jogo a contar para a décima primeira jornada da fase de apuramento de campeão, tendo terminado empatado a um golo. Os comandados de Tiago Fernandes fizeram uma boa exibição, estiveram em vantagem e acabaram por ser a melhor equipa em campo.

À passagem desta ronda, os jovens leões estão na liderança, somando 26 pontos, mais seis do que o segundo classificado, o Vitória de Guimarães. A três jornadas do fim da prova, o Sporting está a uma vitória do título. Na próxima jornada, a equipa leonina recebe os vimaranenses e pode sagrar-se campeã nacional de juniores.
Depois de uma primeira fase brilhante, em que o Sporting somou 21 vitórias e apenas um empate, nesta fase de apuramento de campeão o Sporting continua em boa forma e está cada vez mais próximo do título.
Os juniores do Sporting estão muito perto de arrecadar o título nacional Fonte: Sporting CP
Os juniores do Sporting estão muito perto de arrecadar o título nacional
Fonte: Sporting CP

Numa equipa que joga bom futebol, que assume todos os jogos para vencer, brilham jogadores como Pedro Marques, o goleador de serviço com 26 golos. Neste colectivo há ainda talentos como Bruno Paz, Daniel Bragança, Thierry Correia, ou Rafael Leão.

Nas próximas três jornadas o Sporting irá ainda defrontar Vitória de Guimarães, FC Porto e Belenenses. São três finais para os leões, liderados por Tiago Fernandes, que estão a apenas uma vitória do décimo sétimo título de campeão nacional de juniores.
Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

 

Vitória FC 0-1 Boavista FC: Despedida com sabor amargo

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A fechar a 33ª jornada o Vitória recebeu o Boavista no Bonfim. Antes do início da partida a equipa homenageou Meyong com uma tarja, na qual se lia “Obrigado Meyong”, que anunciou esta semana o final da carreira, aos 36 anos de idade.

A primeira jogada de perigo surgiu aos 15 minutos, a favor dos sadinos. Num contra ataque rápido, Arnold “meteu a sexta”, deixando a defensiva do Boavista para trás e passando a bola para Nuno Santos que, após o trabalho fantástico do seu companheiro, fez o mais difícil: falhou o golo. O jogo, muito parado, tanto dentro como fora de campo, só mexeu depois do golo do Boavista aos 25 minutos, por parte de Iuri Medeiros, que, isolado, picou a bola por cima de Trigueira, que não teve qualquer hipotese frente ao avançado dos axedrezados.

O Vitória correu atrás do prejuízo, mas sem grande sucesso. O Boavista jogou duro, travando o Vitória no meio campo e, quase sempre, com falta. Sem mais oportunidades flagrantes para qualquer um dos lados, as equipas recolheram ao balneário com a equipa visitante a vencer os sadinos por uma bola.

A segunda parte começou como a terminou a primeira: um Vitória pressionante, mas um Boavista a jogar duro e feio, impedindo que os sadinos cheguem ao golo. Ambas as equipas realizaram substituições, mas o jogo manteve-se bastante parado.

Só voltou a haver perigo aos 88 minutos, quando Edinho, na cobrança de um livre em cima da área do Boavista, quase marcou. Logo a seguir Nuno Santos tentou a sua sorte num remate de longe e voltou a assustar Vagner. No entanto, todos os remates do Vitória, não passaram de sustos.

No último jogo no Bonfim de Meyong, o Vitória não conseguiu vencer, continuando, assim, a sua série de derrotas e dando ao avançado uma despedida com sabor amargo. Já o Boavista ultrapassou a meta dos 40 pontos, que era um dos principais objetivos da equipa.

10 jogadores com carreira num só clube

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Qualquer pessoa que goste de jogar futebol para ganhar, para provar que é melhor do que o melhor jogador da outra turma, para tefgstar novas jogadas, e chegar a ser tão bom que, para além da simples tarefa de ajudar a equipa a marcar, pretende embelezar o jogo, acrescentando detalhes. Detalhes que, ao longo de uma longa prática futebolística se vão aprofundando, sendo que quem mais capricha neste domínio, é quem hoje pisa os relvados mais verdes e cuidados.

E pisar uma vida inteira os mesmos relvados? Mesmo sendo os mais bonitos? Não parece divertido se tomarmos a pergunta pelo seu sentido literal. Sendo o Homem um ser que, a certo ponto, se farta de fazer sempre o mesmo, de ver sempre os mesmos, a verdade é que o jogador não pensa no facto de, por exemplo, ter jogado sempre na liga italiana. Pensa é no que tem de fazer, contra quem vai jogar, as circunstâncias e o contexto. É um ser ambicioso e pragmático, atua ao seu melhor nível seja onde for. E como bem se sabe, a “paisagem” vai- se alterando… Há jogadores, treinadores, presidentes que partem, outros que vêm. Na massa adepta é o mesmo. A diferença é que, venham ou partam, o acto é sempre definitivo, pois uma vez adepto, sempre adepto: “ Podes mudar de mulher, mas não podes mudar de clube.” Só mesmo a morte para terminar o vínculo que o liga ao clube do coração.

Do passado, um jogador que se preze deve retirar o real contributo à evolução, e esquecer o inútil, o que não lhe serve de nada. Por exemplo, ter conquistado a liga em nada ajuda a ganhar a do próximo ano. Pode motivar, ou dar-se ao respeito perante os concorrentes à corrida, mas efectivamente não se começa o campeonato com pontos a mais, nem mais golos marcados, não é verdade?

Lampard ocupa a posição de 6 deste 'top', juntamente com outro compatriota... Sportskeeda.com
Lampard ocupa a posição de 6 deste ‘top’, juntamente com outro compatriota…
Sportskeeda.com

O desafio, junto com o sentimento pelo emblema que se carrega ao peito é algo que cria uma espécie de futebolista cada vez mais em vias de extinção, embora em certos casos se possa especular, na análise ao perfil do jogador, elementos inerentes à natureza humana, como o medo de arriscar/falhar, estando o atleta num nível de conforto e desportivo tão estável que o próprio jogador afasta por completo a opção de mudar de ares. Algo sobre o qual não me irei pronunciar nesta ocasião. Num mundo assumidamente cada vez competitivo, não são só os reais competidores que competem, eclodem também competidores que prestam vassalagem a determinados dogmas, sob a forma de clubes de futebol. São aqueles que especulam sobre tudo o que se passa atrás da cortina vermelha, que se aproveitam deste desporto que foi criado e constantemente desenvolvido pela Humanidade, para fins lucrativos. A essência deste desporto vai se desvanecendo, com tamanha parcela de investidores que em nada pretendem melhorar o modo de jogar em si, mas com o intuito de aumentar o volume de negócios, a vertente do futebol jogado é intrinsecamente melhorada, o que já não me deixa tão desagradado…

Parte desses “competidores mediáticos”, lançam teorias, escrevem novelas de jogadores irem para ali, outros para aqui, ou um para muitos sítios ao mesmo tempo. Esta tamanha facilidade em comunicar, faz com as pessoas circulem rápido, pois as distâncias vão sendo cada vez mais encurtadas dia após dia. Como tal, é cada vez mais raro um profissional de futebol se prender a um único clube, por mais forte que seja a paixão que se tenha pelo mesmo, já que as vontades, quer do jogador, quer dos adeptos seja cada vez mais desprezada.

Escapando a esta tendência, existem jogadores que nenhuma força os move de dentro do forte onde se tornaram guerreiros. Jogadores que todos os dias têm motivação, não de ganhar uma competição nova, de provar o seu valor num ecossistema diferente, mas de fazer a equipa por quem nutrem sentimentos mais forte, de serem melhores do que os oponentes, que queiram o seu clube com uma sala de troféus muito preenchida. Atletas que reúnem o dito conforto, segurança, felicidade, que atingiram um autêntico clímax de realização pessoal. Junta-se a tudo isto o privilegiado estatuto de ídolo aos olhos dos seus fiéis discípulos, os adeptos, o elemento mais importante para a lógica de toda a modalidade, depois dos jogadores.

O que dizer dos jogadores adeptos que se seguem, que sentem e aplicam esse mesmo sentimento no seu jogo?

Mais e menos do FC Porto

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Finda que está, pelo menos no que aos objetivos diz respeito, e época desportiva do FC Porto 2016/2017 chega a hora dos mais variados balanços. Importa perceber o que se fez de bem e transporta-lo para a próxima temporada e, acima de tudo, relevar o que de pior se fez para que se possa emendar e corrigir.
Numa primeira fase de balanço e ainda sem proceder a reflexões mais profundas que num futuro próximo serão, igualmente, expostas neste espaço, opto por começar por destacar os “mais e menos” a nível individual no que concerne aos jogadores.
Irei destacar um jogador por setor do terreno, sendo que os principais critérios serão a qualidade e regularidade exibicional e a comparação entre expectativas iniciais e rendimento verificado dos jogadores.

Afinal estes Warriors não são imbatíveis – ou será que são?

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Cabeçalho modalidadesArrancou este domingo a discussão pelo título do Oeste: de um lado os Golden State Warriors (GSW), imbatíveis até ao momento nos PlayOffs, do outro os San Antonio Spurs (SAS), vindos de uma muito moralizadora vitória sobre Houston. Há mais de 20 anos que uma final de conferência não era disputada por duas equipas com mais de 60 vitórias, os dois melhores records da época regular medem forças por um lugar na grande final.

A primeira parte correu de feição à equipa de Greg Popovich, ganhavam por 20 ao intervalo perante um adversário incapaz. Golden State acusou um pouco o excesso de favoritismo, defenderam mal e atacaram pior – muitos turnovers, uma eficácia miserável da linha de 3 pontos, e uma displicência defensiva pouco habitual. Enquanto isso os texanos basearam-se numa defesa sólida e em boas exibições ofensivas de LaMarcus Aldridge e Kawhi Leonard.

Spurs Warriors
Ao intervalo os texanos lideravam com 20 pontos de margem
Fonte: San Antonio Spurs

A segunda parte trouxe a agressividade defensiva necessária para devolver à disputa do resultado a equipa de Stephen Curry. O ataque da equipa da casa também voltou a funcionar, e a saída por lesão de Leonard logo seguida de uma run 18-0, reestabeleceu a incerteza no marcador.

A partir daqui o jogo foi disputado taco a taco, e no fim aconteceu o que normalmente acontece: impôs-se a equipa com mais talento e jogadores de maior qualidade. Curry com 40 pontos e Durant com 34 roubaram a vitória para a turma da Califórnia. Sendo impossível desprezar a ausência de Tony Parker e a lesão de Leonard, acabou por ganhar a melhor equipa.

Curry liderou a recuperação com 40 pontos Fonte: Twitter Golden State Warriors
Curry liderou a recuperação com 40 pontos
Fonte: Golden State Warriors

Nos primeiros 24 minutos os Spurs conseguiram provar que estes Warriors não são invencíveis. Tem momentos de desconcentração, momentos em que o ataque não funciona e fragilidades passiveis de serem exploradas. No segundo tempo dúvida inicial voltou, e os Warriors continuam imbatíveis nestes PlayOffs.

Ação de Pachulia que acabaria por lesionar Kawhi Leonard Fonte: For The Win USA
Ação de Pachulia que acabaria por lesionar Kawhi Leonard
Fonte: For The Win USA

Uma última nota para o lance da lesão de Kawhi. Lances como estes são discutidos há muitas épocas e já custaram inúmeras e gravíssimas lesões. Não discuto a intencionalidade, ou ausência dela, por parte de Zaza Pachulia. É um lance feio que coloca indubitavelmente em risco, de forma gravíssima, a integridade física do adversário. Lances como este deveriam ser punidos com mão pesada, apelando ao cuidado de cada defensor e protegendo todos atletas.

Foto de Capa: Golden State Warriors

CDUL XX – Até ao último minuto!

Cabeçalho modalidadesEstá encontrado o novo campeão nacional, sucessor do GD Direito: o CDUL conquistou o seu vigésimo título da Divisão de Honra. A Agronomia esteve quase sempre na frente do marcador, mas um ensaio no último minuto de jogo através de Jorge Abecassis – o homem do jogo, com vinte pontos marcados! – colocou um ponto final no sonho agrónomo.

A equipa: Não foi a época perfeita mas, duas épocas depois, o CDUL voltou a vencer o campeonato. Depois de derrotar o CR Técnico e o GD Direito a caminho da final, os homens de Jack Farrer não vacilaram e, após uma final muito disputada no Jamor, atingiram as duas dezenas de campeonatos nacionais no seu palmarés.

A surpresa: Vencedora da Supertaça de Portugal e ainda com hipótese de vencer a Taça de Portugal (irá disputar a final com o GD Cascais), a Agronomia esteve muito próxima de conquistar o seu segundo Campeonato Nacional, não fosse o ensaio do CDUL no último minuto de jogo. Ainda assim, os Agrónomos foram justos finalistas (terminaram a Fase Regular na primeira posição) e têm motivos para estar satisfeitos.

A Agronomia ainda pode juntar a Taça de Portugal à Supertaça Fonte: José Vergueiro
A Agronomia ainda pode juntar a Taça de Portugal à Supertaça
Fonte: José Vergueiro

A desilusão: Depois de uma época de sonho – com a conquista de Supertaça de Portugal, Taça de Portugal, Campeonato Nacional e Taça Ibérica – 2016/2017 assemelhou-se a um verdadeiro pesadelo para o GD Direito. Depois de perder a Supertaça para a Agronomia, ser eliminado precocemente na Taça de Portugal e perder o título ibérico, os Advogados não conseguiram fazer frente ao CDUL e ficaram-se pelas meias-finais do campeonato.

O jogador: Aos 31 anos, o médio de formação do CDUL e da Selecção Nacional Francisco Pinto de Magalhães mostra estar no auge da sua carreira. Com rapidez, bom passe e bom jogo ao pé, aliados à assertividade necessária para desempenhar as funções de um bom número 9, o médio de formação foi peça-chave para o CDUL voltar a ser campeão nacional.

Excelente época do nº9 azul Fonte: Luís Cabelo
Excelente época do n.º 9 azul
Fonte: Luís Cabelo

O árbitro: O árbitro internacional Paulo Duarte estreou-se em 2017 como árbitro principal em jogos do Circuito Mundial de Sevens, mostrando que o céu é mesmo o limite. Por cá, somou decisões acertadas e exibições sólidas, o que o levou a arbitrar a final do campeonato no Jamor.

Foto de Capa: Miguel Rodrigues

SL Benfica: Mais dois troféus para o museu!

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Cabeçalho modalidadesHoje o SL Benfica juntou mais duas conquistas ao vasto rol de troféus conquistados neste fim-de-semana histórico para o nosso país, ao garantir o triunfo na final da Taça de Portugal de futsal.

Foi uma final bem disputada mas onde os encarnados estiveram sempre no controlo das operações, perante um dos conjuntos com mais valor no nosso campeonato, o CCRD Burinhosa – que também merece uma palavra por ter chegado até à final desta final a oito, eliminando o MODICUS e o Viseu 2001 nos quartos-de-final e nas meias-finais, tendo este último jogo apenas sido ganho nos penáltis, respetivamente.

O caminho das águias para o jogo decisivo também teve bastantes espinhos, sendo necessário eliminar um aguerrido e também primodivisionário CS São João e o eterno rival nas semifinais, o Sporting CP, num duelo apenas resolvido na lotaria das grandes penalidades, após um empate a três no fim do tempo regulamentar e no prolongamento. Este jogo, que foi uma autêntica final antecipada e onde o nervosismo e a ansiedade inerentes à partida estiveram nos níveis máximos, foi a chave para abrir o cofre deste troféu.

Claro que para a história fica o nome dos finalistas, e o jogo com a equipa de Pataias foi difícil mas o encontro mais complicado na teórica e na prática acabou por ser o jogo perante os leões, na ronda que antecedeu a grande final.

A meia-final com o Sporting foi o jogo mais exigente da competição Fonte: Sporting CP
A meia-final com o Sporting foi o jogo mais exigente da competição
Fonte: Sporting CP

Mesmo assim, e como eu já disse, a partida decisiva não foi nada fácil, apesar de o parcial final de 5-1 poder demonstrar o contrário. A equipa leiriense bem tentou lutar com as suas armas, mas o Benfica foi superior e ganhou com inteira justiça, num jogo que ainda esteve empatado a uma bola, mas a partir daí foi notória a superioridade do conjunto orientado por Joel Rocha, que assim soma mais um troféu enquanto timoneiro dos encarnados.

É de realçar que a esta conquista o SLB juntou a Taça de Portugal de futsal feminino, numa final ganha sobre a equipa da Novasemente por 4-3, num jogo bastante equilibrado e apenas ganho no prolongamento.

Bem sei que não tem nada a ver com o que eu falei aqui mas, para terminar, quero aproveitar para dar os meus sinceros parabéns ao Salvador e à Luísa Sobral pela incrível vitória ontem no festival Eurovisão da canção, pois é algo que merece ser referenciado em qualquer sítio, numa vitória inédita até aos dias de hoje.

Foto de Capa: SL Benfica

O campeão em emojis

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Os emojis são uma coisa cada vez mais séria no meio comunicacional. Vemo-los todos os dias, seja nas redes sociais ou em lojas que aproveitam a popularidade dos bonecos amarelos e os transportam, das mais diversas maneiras (peluches, carteiras, malas, porta-chaves) do mundo virtual para o real.

Também os vemos em… publicações desportivas. E não são publicações quaisquer. O ‘Bild’, prestigiado jornal alemão, publicou, na passada sexta-feira, uma foto do plantel do campeão Bayern Munique, substituindo a cara dos jogadores  pelos tais emojis, seguindo-se uma descrição que justificava o “boneco” atribuído a cada jogador.

Uma iniciativa que ainda não foi feita em Portugal e à qual achámos tanta piada que decidimos transportar para cá, utilizando, também, o campeão do nosso país (Benfica), ontem encontrado.

Segue, portanto, o desfile dos campeões nacionais e os respectivos… emojis.

Fontes dos emojis incluídas na Foto de Capa e ao longo do texto: imore.com,  emojipedia.org e getemoji.com

Foto de Capa: UEFA

Mutua Madrid Open: Regresso ao Passado, Parte II

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Cabeçalho modalidadesA temporada de terra batida conheceu em Madrid a sua penúltima grande paragem antes de Roland-Garros. Se em Monte-Carlo “El Toro” Rafael Nadal se superiorizou a toda a concorrência, em Madrid o cenário acabaria por se repetir. Num ano tenístico que se trata de um verdadeiro regresso ao passado, com Roger Federer e Rafa Nadal a apresentarem um significativo ascendente sobre toda a concorrência, o tenista maiorquino renovou e reforçou a sua candidatura à conquista de “La Decima” na capital francesa.

Mas começando pela vertente feminina, sem as melhores tenistas do circuito WTA em competição (Serena Williams e Victoria Azarenka) a temporada tem sido pródiga em surpresas. Seria expectável que, pese embora tenha vindo a apresentar-se aquém das expetativas, Garbiñe Muguruza pudesse regressar aos grandes triunfos na superfície que, pela agressividade do seu jogo, mais a favorece.

Contudo a espanhola, que continua a atravessar um mau momento, foi contundentemente eliminada por Timea Bacsinszky logo na primeira ronda do torneio, deixou uma pálida imagem do seu ténis, e pareceu colocar-se numa posição de “não favorita” à conquista de Roland-Garros, torneio que conquistou na temporada passada. Assim sendo, em Madrid quem mais brilhou foram mesmo Simona Halep e Kristina Mladenovic.

Fonte: Página do Facebook do Mutua Madrid Open
Fonte: Mutua Madrid Open

Se a romena parece ter dado um pontapé na crise, a francesa demonstrou estar a atravessar um grande momento em terra batida, repetindo a final alcançada há 15 dias no Porsche Tennis Grand Prix. Numa final bem disputada, a consistência no fundo do court de Simona Halep sobrepôs-se à maior agressividade de Mladenovic e culminou num regresso da romena à conquista de grandes títulos.

Porém, ambas as tenistas deram boas indicações e, face ao mau momento de Angelique Kerber e de Garbiñe Muguruza, à inconsistência de Karolina Pliskova, e à busca de Maria Sharapova pelo seu melhor ritmo de jogo, estas parecem mesmo colocar-se “na pole position” para a conquista de Roland-Garros.