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SC Braga 3-3 CS Marítimo: Muito golo, pouco sumo

Cabeçalho Futebol Nacional

Num jogo com “cheirinho” a Europa, Braga e Marítimo protagonizaram uma partida com muitos golos, mas que de espetáculo teve pouco. O Braga chegou a estar a ganhar por 3-0, mas deixou-se empatar de forma inexplicável. Muitos golos, mas se formos a “espremer” o sumo da partida, será de certeza desgostoso.

Apesar dos muitos golos – 5(!) – foi uma 1.ª parte muito anárquica. O Braga entrou melhor e logo nos primeiros segundos podia ter inaugurado o marcador, com Pedro Santos a obrigar Charles a uma boa defesa. Cerca de 10 minutos depois, e depois de o Braga apresentar mais iniciativa de bola, começou o desnorte madeirense.

Aos 12’, Pedro Santos descobriu Ricardo Horta nas costas de Maurício e o remate do extremo a ir direitinho para Baiano, que dentro de área, atirou a contar para o fundo das redes.

Três minutos depois, novo golo, com contornos muitos semelhantes. Desta vez, foi o próprio Ricardo Horta que descobriu Rui Fonte nas costas de Maurício, que viu, e bem, a desmarcação Fede e o bracarense a empurrar para o fundo das redes.

O Marítimo desorientou-se e passado 11 minutos voltou a sofrer novo golo. Raúl Silva comprometeu na saída de bola, Battaglia aproveitou, viu a abertura de Pedro Santos e o capitão a cruzar para a área onde apareceu Rui Fonte, que num grande movimento, cabeceou para o fundo das redes.

Em 11 minutos, três golos sem resposta para o Braga e o jogo parecia praticamente sentenciado. Só que este Braga tem duas caras e permitiu que o Marítimo crescesse, sem nunca precisar de carregar muito.

Aos 38’, Alex Soares viu uma brecha entre Rosic e Marafona e colocou a redondinha em Keita, que finalizou com qualidade e reduziu a desvantagem. Dois minutos depois, Brito apareceu na cara de Marafona, mas o português fez muito bem a mancha.

Fonte: SC Braga
Fonte: SC Braga

E foi um prenúncio do que aí vinha. A dois minutos do final do 1.º tempo, Sen ficou esquecido dentro da área bracarense, recebeu a bola de peito, e num grande gesto técnico, a marcar o 2.º dos madeirenses.

O Braga demorou pouco tempo a conseguir uma vantagem de três golos, mas demorou ainda menos a deixar que essa vantagem praticamente se esfumasse, voltando a pairar uma “fantasma” que tem gostado tanto de viver na Pedreira esta época.

Até intervalo, nota para mais uma grande ocasião de Sen, que obrigou Marafona a aplicar-se e a impedir que o impensável acontecesse com uma grande defesa.

Na 2.ª parte a situação dos homens da casa piorou. O Marítimo, galvanizado pelo final de 1.º tempo, apareceu motivado e teve três, quatro ocasiões para marcar, com Keita a ser o reflexo do desperdício, com dois lances na cara de golo em que não conseguiu concretizar com muita displicência à mistura.

Os minhotos mostravam-se completamente desorientados, muitos passes falhados, e nem a entrada do experiente Alan deu ao Braga a segurança necessária para congelar o jogo.

O conjunto de Daniel Ramos não precisava de muito para fazer tremer a defesa adversária e foi com alguma naturalidade que chegou ao empate. Canto batido para o 2.º poste, a bola foi devolvida para o coração da pequena área onde estava Sen para confirmar a recuperação maritimista. Um prémio justo dado o caudal de oportunidades que os madeirenses – mesmo sem realizarem um grande jogo – tiveram, a castigar uma completa inércia e apatia bracarense. Sem personalidade, sem fio de jogo, pede-se muito mais a uma equipa que com este tipo de recursos.

Com cerca de 10 minutos para jogar, o Braga ainda tentou chegar novamente à vantagem, mas ora Charles, ora a falta de eficácia, impediram que esta se consumasse.

Uma partida com muitos golos, emocionante na reta final, mas com qualidade claramente insuficiente se formos “espremer” o sumo que as duas equipas poderiam dar, tendo em conta as respetivas posições na tabela classificativa.

Rescaldo da autoria de: Jorge Fernandes e Rafael Simões

Foto de Capa: Bola na Rede

CF “Os Belenenses” 1-2 CD Feirense: O azul de Santa Maria da Feira prevaleceu

Cabeçalho Seleção Nacional

A meio de uma bela tarde de domingo, o sol misturava-se com as águas do Tejo, proporcionando um cenário magnífico para quem se instalava nas bancadas do estádio do Restelo e para os protagonistas do encontro.Em campo, duas equipas que já haviam segurado a manutenção, com os mesmos pontos, com o Belenenses em 10º lugar e o Feirense em 11º. Duas equipas em momentos distintos, que lutavam pelos três pontos de forma a alcançar o nono lugar, ocupado pelo Boavista.

No duelo entre azuís, as duas equipas demonstravam que queriam a vitória, com uns cinco minutos iniciais muito bem disputados, com muito ritmo, com as duas equipas apostando tudo nas transições rápidas, fazendo antever uma boa partida de futebol. O Belenenses, aos poucos ia conseguindo impor o seu futebol, perante um Feirense expectante e que procurava criar perigo sobretudo através de transições rápidas através dos seus jogadores da frente.

Aos 16 minutos, num lance algo caricato, em que Vaná Alves fica a meio caminho, Ortuño foi oportunista e antecipou-se ao guarda-redes dos fogaceiros, fazendo assim o primeiro golo do jogo. Depois do golo do Belenenses viveu-se um momento de indefinição na partida, com ambas as equipas a cometerem muitos erros com e sem bola. O Feirense ainda tentou responder mas sem grande sucesso e minutos depois o Belenenses voltava a assumir as rédeas do jogo, criando alguns lances de perigo com Vaná Alves de novo em evidência, pelos piores motivos.

Até final da primeira parte, o Belenenses teve algumas oportunidades para voltar a fazer golo mas os avançados da equipa da Cruz de Cristo foram algo displicentes e o resultado iria permanecer igual até ao intervalo.

Fonte: CD Feirense
Fonte: CD Feirense

No regresso dos balneários, o Feirense tentava mostrar maior assertivididade e aos poucos, com alguma paciência, conseguia furar a defesa bem montada do Belenenses. O jogo estava morno, com o Belenenses a defender a sua vantagem e o Feirense a tentar, sem grande consequência, chegar ao empate. Perante o maior caudal ofensivo do Feirense, o técnico do Belenenses retirou Ortuño, autor do golo e colocou André Sousa para ajudar a cimentar o meio-campo da equipa de Belém mas o Feirense ia conseguindo responder bem e aos 57 minutos, consegue ter uma oportunidade flagrante para empatar a partida que Luís Machado desperdiçou.

Depois de alguns minutos com o Feirense a ter um claro ascendente na partida, o Feirense acabaria por chegar ao empate aos 68 minutos. Numa boa jogada coletiva da equipa fogaceira, Edson Farias atirou a contar para o primeiro golo do Feirense, golo que já se justificava com a boa segunda parte de Santa Maria da Feira.

Depois do golo, o jogo viveu de novo alguma indefinição. Apesar disso, a equipa da casa,sobretudo, através de  lances de parada ia conseguindo assustar Vana Alves.

Já perto do final da partida, grande penalidade para a equipa de Santa Maria da Feira, após uma bola na mão dentro da grande área. Na cobrança do penalti, Peter Etebo não vacilou e conseguiu assim a reviravolta para a equipa de Nuno Manta Santos, que continua a escalar na tabela classificativa e que assumiu assim o nono lugar da tabela classificativa, ultrapassando Belenenses e Boavista. Até final, o Feirense limitou-se a defender a vantagem conseguindo carimbar a vitória, novamente nos minutos finais da partida.

 

Foto de Capa: Bola na Rede

FC Arouca 1-2 Sporting CP: Leãozinho ainda sonha

O Sporting visitou neste final de tarde, o Municipal de Arouca num jogo a contar para a 27ª jornada da Liga NOS. A equipa comandada por Jorge Jesus apresentou-se no seu habitual 4-4-2 com apenas uma alteração face à jornada anterior colocando Bruno César no lugar de Matheus Pereira. Já o Arouca procurava os primeiros pontos após uma série de 6 jornadas onde só conhecia o sabor da derrota. No primeiro jogo do novo e terceiro técnico esta época após a saída de Lito Vidigal e mais recentemente Manuel Machado, o treinador Jorge Leitão apresentou o habitual 4-3-3 da turma arouquense mas com 4 alterações colocando Sinan Bolat, Vitor Costa, Adilson e Mateus no onze titular. O Sporting controlou ao seu ritmo e acabou por vencer por 2-1, com os golos a serem apontados ainda na primeira parte.

Apesar da vitória a tarefa em Arouca não foi trabalho fácil e os jogadores também complicaram ainda mais. Se em termos colectivos a equipa leonina se demonstrou pouco, a nivel individual não esteve muito melhor. Apesar de algumas primeiras iniciativas da parte dos Leões, foi aos 9 minutos e na primeira e unica aproximação dos arouquenses durante o primeiro tempo, Mateus aproveitou a passividade e a moleza da defesa leonina para abrir o marcador, após o cruzamento de Vitor Costa que teve tempo e espaço para cruzar onde Marvin Zeegelaar não abordou o lance da melhor forma. A primeira resposta do Sporting vem num lance de Gelson Martins onde Sinan Bolat travou o remate com uma bela defesa. No entanto, ao minuto 34 não se conseguiu opor ao remate de Alan Ruiz que após assistência de Gelson Martins consegue concluir com uma jogada de belo efeito. O Sporting passava pelo seu melhor periodo e sinal disso foi após ter chegado à igualdade, foi necessário apenas mais dois minutos para chegar à liderança do marcador. Zeegelaar ganhou o duelo na esquerda com Anderson Luis e faz o cruzamento a servir Bruno César, que no regresso à titularidade e com um pouco de sorte, viu o seu remate ser desviado e a enganar Sinan Bolat e colocar o Sporting em vantagem no marcador.

Se há jogos em que a segunda parte é totalmente dispensada hoje foi um desses casos. Depois da reviravolta e de poucos mas ainda alguns lances de perigo, na segunda metade ambas as equipas nada acrescentaram ao nível de jogo. O Arouca tentou circular mais a bola mas raramente atacou, onde nem sequer chegou a testar Rui Patricio. Já o Sporting aproveitou para controlar o resultado num ritmo baixo e jogar na expectativa, jogando de forma mais cautelosa procurando defender mais a curta vantagem do que propriamente matar o jogo com um terceiro golo. Os leões aproveitaram assim da melhor forma o empate entre Benfica e Porto para encurtar distâncias, para oito e sete pontos respectivamente, continuando a alimentar o dificil mas ainda possivel sonho do titulo.

Uma montanha-russa de emoções

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Cabeçalho modalidades

Este domingo terá lugar a Wrestlemania 33. “The Ultimate Thrill Ride”. Todas as histórias e rivalidades irão colidir no Camping World Stadium, em Orlando, Florida.

Prevê-se um evento fenomenal. Nem tudo correu bem, mas acabou por dar origem a um card bastante interessante, com os seus pontos fortes e fracos. Ao contrário do ano passado, esta Wrestlemania tem bastantes combates sem resultados certos, o que aumenta a expectativa para o maior show do ano.

Vamos lá à antevisão da Wrestlemania 33. O André Conde fará a antevisão dos combates do Raw, e o Miguel Santos do Smackdown Live.

Ambos farão a antevisão do combate entre Undertaker e Roman Reigns.

Análise Pós-Jogo do “Clássico”: Mais SL Benfica e Mais “San” Iker

fc porto cabeçalho

Terminado mais um “clássico” do futebol português, SL Benfica e FC Porto regressam a casa sem que se verifiquem quaisquer novidades no topo da tabela classificativa. A Liga NOS 2016/17 continua perfeitamente em aberto e, do jogo de ontem, poucas foram as ilações que se puderam retirar relativamente ao momento de ambas as equipas.

Do lado do SL Benfica, no seu 11 inicial, continua a ser incompreensível a opção por Salvio, jogador com tremendas dificuldades ao nível da tomada de decisão, num clube que conta com futebolistas como Cervi ou Zivkovic no seu plantel. Na ausência de Grimaldo e de Fejsa entraram na equipa Eliseu e Samaris, as opções naturais para as respetivas posições. Já do lado do FC Porto, Nuno Espírito Santo optou pela inclusão de Jesús Corona no 11 inicial ao invés de André Silva, provavelmente com o intuito de explorar as lacunas defensivas de Eliseu.

Do lado do SL Benfica é mais evidente a existência de um modelo de jogo bem definido. Ainda assim, esse mesmo modelo de jogo é claramente mais consistente no momento defensivo do que no momento ofensivo. Tanto em transição como em organização ofensiva o SL Benfica dependeu demasiado, como é habitual, de Pizzi, Salvio, Rafa e Jonas para ir criando desequilíbrios junto da defesa adversária. Pizzi foi consistente como sempre, Rafa foi tão desequilibrador quanto é habitual mas nunca demonstrando a mesma qualidade ao nível da tomada de decisão que foi exibindo na temporada passada ao serviço do SC Braga, e Salvio foi igual a si mesmo: muita velocidade, muita verticalidade, mas pouca clarividência.

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Do lado do FC Porto o 4x3x3 funcionou (quase) como é habitual. Danilo é um pilar no meio campo defensivo, sendo extremamente importante no momento de transição defensiva e, cada vez mais, conseguindo fazer passes verticais que quebram linhas. Óliver é o médio interior mais recuado, que procura lançar o jogo do FC Porto desde trás (mas acabando por se encontrar demasiado afastado das zonas de decisão), e André André é o interior mais adiantado mas que tem funções, sobretudo, defensivas. O papel de André André passa, principalmente, por “morder” os adversários quando estes tentam sair a jogar mas, no dia de ontem, o pressing do FC Porto foi mais baixo do que é habitual e, como tal, o médio centro português perdeu influência no jogo da equipa azul e branca. Brahimi foi sempre um desequilibrador a partir da esquerda, o jogador que mais surgiu entre linhas para procurar causar o caos na defesa adversária. Já Corona parece ter sido o grande erro de Nuno Espírito Santo: o extremo mexicano nunca conseguiu incomodar significativamente um Eliseu mais consistente defensivamente do que é habitual e, por não ter a mesma inteligência sem bola de André Silva, nunca conseguiu abrir os espaços necessários a Tiquinho Soares no centro da defesa adversária.

Foto de Capa: SL Benfica

Vitória FC 2–0 Moreirense FC: Regresso à Vitória

Cabeçalho Futebol Nacional

Esta tarde, o Moreirense deslocou-se ao Bonfim para disputar a 27ª jornada da Primeira Liga. A equipa de Moreira de Cónegos veio à busca da vitória no jogo de estreia de Petit, enquanto o Vitória procurou voltar a vencer, algo que não faz desde a 19ª jornada.

Os sadinos entraram no jogo na máxima força e, logo aos quatro minutos. João Amaral, após um grande remate do terceiro quarto do campo, fez o golo. O Moreirense tentou avançar no campo, mas os homens do Vitória foram muito eficazes e, num contra-ataque rápido, João Amaral assistiu Edinho que, do “meio da rua” rematou para o fundo da baliza de Makaridze, fazendo assim o 2-0. Aos 15 minutos, então, a equipa da casa já vencia com dois golos incríveis.

Sem mais lances de grande destaque, o jogo prosseguiu com um Vitória mais ofensivo que o Moreirense. As equipas acabaram por recolher ao balneário com os sadinos em vantagem. Petit optou por mexer na equipa e retirou Bouba Saré para colocar em campo Sougou.

Fonte: Vitória FC
João Carvalho voltou a rubricar uma boa exibição
Fonte: Vitória FC

O Moreirense entrou na segunda parte a exercer mais pressão, contrariamente ao Vitória que, mais passivo, deixou os visitantes avançarem no terreno. Depois de alguns lances de perigo, o Vitória saiu em contra-ataque e, numa jogada individual de João Carvalho, com nota artística, os sadinos quase chegaram ao terceiro golo. Nota positiva para o Vitória que, em lances de contra-ataque, tem saído em grande velocidade e realizado jogadas notáveis, para agrado dos adeptos.

A equipa de Moreira de Cónegos não foi capaz de chegar à baliza de Trigueira com grande perigo e, assim, o Vitória continuou o seu jogo tranquilamente com um bloco mais recuado e menos velocidade.

O jogo terminou quatro minutos para lá dos 90’ e o Vitória voltou a vencer, após oito jornadas. Destaque para João Amaral, Edinho e João Carvalho que, esta tarde, estiveram irrepreensíveis. Quanto ao Moreirense, Petit não se estreou da melhor forma e há, com certeza, muitos problemas por resolver.

Após o apito final, os adeptos do Moreirense vaiaram a equipa e, no seu regresso ao balneário, os sadinos fizeram questão de a aplaudir. Momento único e a registar.

 

Foto de Capa: Bola na Rede

FC Famalicão 0-0 Vitória SC B: Jogo dividido tem Gabriel em destaque

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Cabeçalho Futebol Nacional

O Futebol Clube Famalicão recebeu o Vitória Sport Clube “B” na 34ª jornada da Ledman Liga Pro e logo no início da partida tentou ter ascendente sobre os vitorianos mas a primeira grande oportunidade é justamente para os homens de Vítor Campelos com um cruzamento de Castro para a área, Bruno Mendes amortece de cabeça e Boyd a rematar por cima da baliza defendida por Gabriel Souza. O Famalicão respondeu por Carlão que intercepta um passe errado do adversário, fica isolado e remata fraco à figura de Miguel.

A primeira parte foi muito dividida no meio-campo, sem grandes rasgos, apenas um remate de Hélder que passa perto da baliza do Famalicão e um passe de Kisley para Carlão que abre para Mendes que deixa para Perre rematar por cima da baliza vitoriana. Até ao intervalo, nota para um remate de Perre, após passe de Kisley depois de Carlão ter recuperado a bola no meio-campo defensivo do Vitória.

Ao intervalo, Nandinho trocou Gevaro por Mendes e o extremo internacional por Curaçau nos primeiros minutos da segunda parte cruzou para dentro da área, Carlão cabeceou mas a bola saiu ao lado da baliza. Aos 10 minutos do segundo tempo, Mércio entra para o lugar de Fokobo, o jogador camaronês apresentava problemas físicos e deu lugar ao médio brasileiro. Vítor Campelos respondeu e tirou Castro para colocar Domingo. O Vitória procurou o golo e Bruno Mendes rematou para defesa de Gabriel que na segunda parte segurou este empate com paradas dignas de registo.

Fonte FC Famalicão
Fonte FC Famalicão

A guerra dos bancos prosseguiu e Bruno Mendes saiu por Haman, no lado famalicense Riascos entrou para a saída de Kisley e pouco depois o conjunto da casa poderia ter chegado ao golo, cruzamento de Gevaro a encontrar Mércio solto na pequena área e o jogador entrado na segunda parte a rematar por cima para desespero dos cerca de 4 mil adeptos presentes nas bancadas do Estádio Municipal. Vítor Campelos esgotou as alterações, tirou Boyd e colocou João Correia e o mesmo João Correia quase marcava num remate rasteiro junto ao poste com uma defesa apertada de Gabriel e logo de seguida Haman também entrado no segundo período de frente para o guardião brasileiro a permitir a defesa.

Empate em Famalicão, num jogo dividido com oportunidades para ambas as partes, onde o Vitória teve mais bola e o Famalicão jogou na expectativa e tentou explorar o contra-ataque.

Foto de Capa: Bola na Rede

Boavista FC 0-1 Rio Ave FC: Um equilíbrio desfeito num pormenor

Cabeçalho Futebol Nacional

Num encontro da Jornada 27 da Liga NOS, Boavista e Rio Ave encontraram-se para uma partida que teve lugar no Estádio do Bessa Século XXI e que contou com arbitragem de João Pinheiro. A tranquilidade e o sonho europeu comandaram um jogo bem disputado, sem interrupções e com agressividade, que acabou por sorrir para o lado dos vilacondenses.

Primeiramente, os axadrezados assumiram o controlo do jogo, servindo-se, essencialmente, dos atributos técnicos de Renato Santos e de Iuri Medeiros. A dupla esteve envolvida precisamente na primeira ocasião de perigo da formação orientada por Miguel Leal. Numa cavalgada notável ao minuto 22, Iuri Medeiros bailou sobre Roderick Miranda e serviu Renato Santos. Em posição privilegiada para inaugurar o marcador, o extremo só não conseguiu fazer o xeque-mate devido a um corte cirúrgico de Rafa Soares. Na resposta, cinco minutos depois, Krovinovi rematou violentamente à entrada da área, porém, Vágner conseguiu socar o esférico. No seguimento da jogada, Guedes ainda tentou a recarga, mas o guardião brasileiro voltou a negar o golo dos visitantes. Ao minuto 30, após um cruzamento de Talocha, Renato Santos quis alvejar a baliza de Cássio, contudo, encontrou novamente um muro chamado Rafa Soares. Depois de uma insistência de Anderson Carvalho, Renato voltou a tentar a sua sorte, com um remate que não constituiu qualquer perigo. Até ao período do intervalo, o Boavista revelou um ligeiro ascendente, trocando a posse de bola pela produção ofensiva.

Fonte: Boavista FC
Fonte: Boavista FC

Na segunda metade, os pupilos de Luís Castro começaram por assentar o seu habitual jogo de posse e obrigaram o Boavista a sair em transições rápidas, descartando processos de construção bem estruturados. Três minutos depois do reinício da partida, com um conjunto de atrapalhações na área rioavista, Fábio Espinho encontrou a cabeça de Anderson Carvalho, que atirou à figura de Cássio. Ao minuto 75, Rafa Soares, depois de um bom trabalho individual de Krovinović, disparou próximo do canto direito da baliza das panteras e Vágner cedeu o pontapé de canto. Na sequência da situação de bola parada cobrada por Krovinović, o Rio Ave conseguiu adiantar-se no marcador fruto de um cabeceamento certeiro do recém-entrado Adama Traoré, que se libertou da marcação de Talocha. Obrigado a reagir, o Boavista criou algumas oportunidades de golo, que nasceram nos pés de Iuri Medeiros, nos minutos 78 e 89, mas não encontraram o caminho pretendido. Por outro lado, a equipa de Vila do Conde dispôs de duas ocasiões flagrantes para ampliar a vantagem a poucos minutos do fim do tempo regulamentar, ambas desperdiçadas por Gonçalo Paciência.

 

Foto de Capa: Boavista FC

Adeus, Europa.

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Cabeçalho modalidadesAs contas eram teoricamente fáceis para SL Benfica e FC Porto: bastava uma vitória nas duas deslocações a Espanha e à Alemanha, respetivamente, para as duas equipas seguirem em frente rumo aos quartos de final da EHF Cup.

Vamos começar pelo FC Porto, que se deslocou à Alemanha para defrontar o Frisch Auf Goppingen. A equipa orientada por Ricardo Costa até entrou bem na partida, conseguindo diversos parciais importantes e estando em vantagem até ao minuto 24 (10-10). No entanto, recuperou a vantagem e foi para o intervalo a vencer por 10-13, o que dava esperanças à equipa azul e branca de conseguir a vitória.

Na segunda parte, a equipa da casa entrou disposta a não deixar que a vitória fugisse para mãos alheias e foi recuperando a vantagem pouco a pouco. A partir dos 40 minutos, o FC Porto ficou “sem forças”, com empates sucessivos, mas sem conseguir assumir a liderança, que fugiu para a equipa da casa, tendo o resultado final sido 30-28. Rui Silva (6) e Marc Schiller foram os melhores marcadores da partida. Apesar do adeus à EHF Cup, o FC Porto ainda pode ter motivos para sorrir esta época, podendo ainda vencer a Taça de Portugal e o Campeonato.

Num duelo de treinadores espanhóis em Pamplona, a equipa da casa começou a ganhar vantagem no marcador nos instantes iniciais da partida, criando parciais importantes, que acabaram por se mostrar decisivos para o desfecho da partida. Ao intervalo vencia por 17-12.

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O FC Porto também contou com um ambiente bastante adverso
Fonte: FRISCH AUF! Göppingen

Apesar do esforço das águias, no segundo tempo, de recuperar vantagem, a equipa da casa acabou por vencer a partida por 35-28. Ander Cortes (6) e Oswaldo Maestro (6) foram os melhores marcadores da partida. Davide Carvalho, Belone Moreira, Elledy Semedo e Paulo Semedo marcaram cinco golos cada.

Após uma boa época transata, esperava-se que o SL Benfica voltasse a lutar até ao fim por títulos, o que faz desta época uma autêntica desilusão. Arredado da luta pelo título, fora das competições europeias, fora da Taça de Portugal, o único momento positivo do ano foi a conquista da Supertaça, no início do ano. Algo tem de mudar na equipa da Luz.

Foto de capa: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Os 5 melhores golos na era Bruno de Carvalho

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5º: Islam Slimani no FC Porto 1-3 Sporting CP (30/04/2016)

Golos num clássico são sempre golos diferentes. Foram muitos aqueles que, erradamente, criticavam o craque Argelino por não saber jogar com os pés. Ora: entre a panóplia de grandes golos que marcou, alguns dos melhores foram, precisamente, marcados com os pés. Posto o esclarecimento, avise-se, contudo, que este quinto melhor golo foi marcado com a cabeça, mas a largos metros da baliza onde estava Iker Casillas. Seria um dos últimos jogos de Slimani ao serviço do Sporting, onde voltou a demonstrar a astúcia que só ele tinha.