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Braga e a bola… de cristal

Cabeçalho Futebol NacionalO campeonato voltou a parar por uns dias e em Braga não se sente outra coisa a não ser um «nervosinho miúdo.» É verdade que podíamos andar um pouco mais acima, tendo em conta que em certos jogos como Marítimo e Arouca fora, e Rio Ave em casa, a equipa podia ter demonstrado aquela força extra que possui para se superiorizar. Ainda não conseguiu demonstrar isso mesmo, daí o tal sentimento de expectativa. Houveram mudanças mais que evidentes desde a época transacta para esta e só seria de esperar que as coisas corressem de forma diferente. Mas existe algo que não mudou e que todos sabemos que é verdade. Temos uma estrutura e uns adeptos fantásticos capazes de elevar a equipa na discussão de títulos. Precisamos é de estar unidos e acreditar que somos capazes. Não nos podemos dividir e alarmar sem pensar que nem um terço da época se jogou. O Braga não mostrou ainda do que é capaz, mas acredito que encontrará uma solução. Para já, estamos em quinto lugar com os mesmos pontos do rival e não baixaremos os braços. O próximo jogo é em casa com o Feirense e uma vitória confortável moralizaria a equipa nesta competição. Acredito que nas contas finais estaremos no pelotão da frente.

Passada a brisa e mudando de ares, o sorteio referente à fase de grupos da Taça da Liga fez-me crer que o Braga tem uma palavra a dizer na disputa deste troféu. Ouvi André Pinto e prevejo que entraremos nesta competição para vencer todos os jogos, com o intuito de levar o troféu para casa. Acho muito bem. Aliás, acho óptimo. Sim já sei… não tem a mesma importância que outras provas ao nível do prestígio nem dos patrocinadores, mas uma Taça é sempre bem vinda. O que me interessa a mim saber quanto paga e quem diz se é prestigiante ou não é… Para mim, só o vencedor poderá atestar a verdade dos factos.

Acho muito bem que a postura seja encarar para ganhar. E assim se escreve a História. Se no final desta época o Braga conquistasse a Taça da Liga já seria bom. Mas eu acredito que as coisas podem correr de outra forma, quando os «melhores» entrarem no onze titular. Um desse exemplos, é o capitão André Pinto, que já começa a fazer demasiada falta. Luis Aguiar joga em todos os partiulares e na Taça de Portugal. Ricardo Ferreira parece ter voltado de uma lesão. Faltam muitos e muito para jogar e só o futuro dará resposta. Ou uma bola de cristal. É com estes exemplos que reforço a minha confiança neste grupo. Resta-me então dizer que a Taça para além de ser da Liga também pode ser nossa. É só encarar a prova com uma postura séria e o objectivo passa a estar ali bem perto. Com respeito e dedicação podemos ser muito felizes.

A Taça de Portugal é um outro assunto importante. Neste momento, como detentores do troféu, vamos querer defendê-lo. Honestamente, fica-nos muito bem. Para mim não importa o adversário, é para ganhar. Depois de ter reaberto um capítulo na nossa História, está na altura de registar mais vitórias. São mais batalhas vencidas. Não é inocente o meu reforço na disputa das Taças. Penso que o Braga tem qualidade para disputar sempre estes troféus.

Jogadores que Admiro #60 – Éric Cantona

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Começou a carreira no país natal e aí era já como se déssemos as boas vindas ao lado esdrúxulo do eterno “L’Enfant Terrible”, que custou ao Marselha o valor recorde em terras gaulesas e cujos campeonatos ganhos ao serviço da equipa do Sul de França abriram as portas da Europa a um jogador singular.

Estávamos prestes a conhecer o Génio e os seus antípodas. Na primeira emigração europeia, o Leeds United, que na altura esgrimia com os maiores clubes de Inglaterra, recebeu Cantona numa época de sonho, com o estreante a marcar 14 golos numa titularidade ganha a pulso. Ficou justificada a passagem para o outro United, o de Manchester, que com a hegemonia da década de 90 no bolso viu o chão sagrado de Old Trafford ser pisado pelo novo herdeiro do número mitológico que pertencera a Bobby Charlton e a George Best. A camisola 7 passou a ser de um dos maiores bons rebeldes da história do futebol, que se agigantou na Liga Inglesa com jogos fantásticos e golos que, de facto, foram do outro mundo. Nunca haverá outro nome que soe como o seu durante o relato de um locutor britânico, nem um sintoma de perigo como era o seu ao levantar a gola à entrada da área.

Eric Cantona é um dos melhores jogadores da história do Manchester United Fonte: Soccerlens.com
Eric Cantona foi um dos melhores jogadores da história do Manchester United
Fonte: Soccerlens.com

O que sempre me fascinou em Cantona foi isto. A disposição para estar no futebol tal como se está noutro momento da vida, a teoria de que a espontaneidade anda de mão dada com a inspiração e a facilidade em canonizar o ídolo. Mas fala-se do talento. Há jogadores com a plenitude certa. Cantona, disse Ferguson, foi um dos quatro – e repito para as susceptibilidades: quatro – melhores jogadores com quem trabalhou durante toda a carreira. É essa plenitude que se traduz na qualidade em todos os momentos da partida, deixando, no caso de Cantona, a ideia de que quando não era eficaz tal se devia à sua própria vontade e não a outra adversidade comum. E ser Génio, às vezes, é isto mesmo: ceder a polarização dos actos, preterir a regra e a lei ao livre-arbítrio dentro de campo. Podemos falar do lado negro de um homem emotivo, simbolizado por uma agressão pelos ares a um adepto provocador, que lhe valeu um castigo não menos histórico do que a sua carreira.

Mas também podemos recuar no tempo até chegarmos ao dia em que o Manchester United jogou contra o Newcastle e Cantona sentou para a eternidade três jogadores no chão para chegar ao momento final e, colocando em suspenso todo o estádio, fazer a bola passar por cima do defesa em altruísmo em cima da linha de golo. Este, para mim, foi o melhor golo da história de Cantona. Depois há o outro, aquele em que é percorrido meio-campo com a bola e depois, à entrada da área, a bola em estilo de folha seca sobe e desce, telecomandada, até ao saco da baliza. Terá sido, porventura, ainda melhor do que o melhor golo que Cantona marcou.

Foto de Capa: EMPICS Sport

Artigo revisto por: Manuela Baptista Coelho

Comunicação, Informação, Desinformação, Contra-informação

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Todas as empresas, para terem sucesso, precisam de saber comunicar para o interior e o exterior. Passar a mensagem certa, e usar a forma mais correcta é um grande passo para atingir os objectivos mais eficazmente.

Hoje, a informação chega a todos de uma forma muito rápida e tem que ser comunicada de uma forma cuidada, tendo bem definido o sujeito alvo para se escolher o canal e a forma de se fazer. A informação sempre foi uma arma empresarial muito importante, e por isso sempre se ter usado a desinformação ou contra-informação para enganar os concorrentes, conseguindo vantagens competitivas, seja pela falsa informação passada ao exterior, ou através da tentativa de roubar informação aos adversários.

Para perceber a importância disto basta perceber o fenómeno de “Guerra Fria” entre os Estados Unidos da América e a União Soviética. Há até quem defenda que os EUA nunca conseguiram chegar à Lua , tendo usado esse embuste para enganar a URSS e “obrigá-la” a chegar à ruína só para tentar competir com tamanho feito alcançado pelo adversário.

A uma escala menor, o futebol está a viver (talvez sempre tenha vivido) um estado de desinformação e contra-informação absurdo, onde todas as semanas aparece alguém dizendo que conseguiu, através de fonte segura, determinada informação que coloca em xeque o dirigente de um clube adversário. Para percebermos o poder que isto tem, pela facilidade que hoje a informação é emitida e dispersada, o que é dito não tem que ser verdade ou ser provado para passar a ser uma informação valiosa que servirá de calúnia e gozo por muitas semanas, meses ou anos nos novos canais de informação. Uma falsa informação pode até obrigar à abertura de inquéritos e processos disciplinares, com supensão preventiva, que quando é provada como falsa já serviu os interesses de quem a divulgou, tendo o mensageiro saído incólume de todo o processo.

Brasil 3-0 Argentina: Ela não anda, ela desfila!

Cabeçalho Futebol Internacional

Um Brasil-Argentina vai muito além das quatro linhas. É o expoente máximo do fervor sul americano aplicado ao futebol. A expressão da competitividade bairrista, entre vizinhos numa perspectiva macro e ilustrada numa tela verde com traços brancos e pontos amarelos e azuis em constante movimento.

É arte, sim, mas pode não ser bela. Porque imita a vida, e a vida nem sempre o é. Pode ser dura, agressiva e impessoal quanto a resultados. Assim foi em campo. Um duelo “rasgadinho”, em que o contacto era procurado e, havendo possibilidade de se aleijar o rival, não se hesitaria.

Talvez tenha sido por isso que Bauza, seleccionador argentino, tenha trazido para o Mineirao um meio-campo de combate, onde Mascherano e Biglia, no miolo, fechava, o corredor central com dureza, auxiliados pela flexão de Enzo Perez da direita (onde começou) para o meio. O Brasil respondia com o trio Augusto-Fernandinho-Paulinho.

Isto resultou num início pouco espectacular, que “encravou” a bola no centro do terreno. Porém, aos poucos, o bloco compacto argentino foi dispersando. Não por iniciativa própria, mas pela magia de Coutinho e Neymar, capaz de furar por entre cada brecha que ora eles, com bola, ora Gabriel Jesus, de forma posicional, iam conseguindo criar no muro argentino, e que prenderam o jogo para o lado do escrete durante o primeiro tempo.

Coutinho&Neymar, uma sociedade odiada em toda a Argentina Fonte: CBF
Coutinho&Neymar, uma sociedade odiada em toda a Argentina
Fonte: CBF

Graças a estas iniciativas, ambos conseguiram marcar. Coutinho, flectindo do lado esquerdo do ataque para o meio, rematou com sucesso ao canto superior esquerdo da baliza defendida por Sérgio Romero (24 minutos). Neymar, com astúcia (e depois de já ter avisado com um remate ao poste), e patrocinado pela genialidade de Gabriel Jesus (recebeu e rodou de forma brilhante, desamparando quem lhe marcava), ficou cara-a-cara com o guardião argentino e não desperdiçou. A bola ainda foi ao centro, mas o árbitro apitou logo a seguir. 2-0 e acabava a primeira parte de forma tranquila… e favorável para o escrete.

Algo tinha de mudar na Argentina. E mudou. Bauza, sem medo de correr riscos, fez entrar Aguero para o lugar de Enzo Perez. O jogo abriu no início da segunda parte – a Argentina tornou-se mais acutilante, mas abriu espaços nas costas. Isso trouxe oportunidades ao jogo. Paulinho numa iniciativa individual fintou Romero e atirou para a baliza descoberta, mas Mascherano salvou, e na resposta Di Maria atirou as malhas laterais da baliza brasileira. Cheirava a golo. Marcou o Brasil. Marcelo levantou a bola ao segundo poste, onde apareceu Renato Augusto, em esforço, a tocar para a entrada de Paulinho, terminado em golo. 3-0. Jogo resolvido aos 59 minutos.

Até final sentiu-se o prazer das bancadas na humilhação do seu Brasil à rival Argentina. Neymar foi figura maior, com mudanças de velocidades e fintas que enervavam o adversário, nunca meigo na hora de responder – Higuain puxou o brasileiro de forma duríssima, Funes Mori virou-o (literalmente!) e Otamendi agrediu, com uma cotovelada, Gabriel Jesus.

Por milagre (ou por competência da equipa de arbitragem) não houve expusões até final de um jogo que acabou por ser, também, um espelho da classificação da zona de qualificação sul-americana. O Brasil é cada vez mais primeiro, com 24 pontos, enquanto que a Argentina luta por entrar na zona de qualificação, encontrando-se num vergonhoso 6º lugar. A “galera” sorri. O cenário é-lhes favorável. São embalados pela melodia de dois génios que fazem a equipa dançar por entre cenários de guerra como o que encontraram no Mineirão. Como a mulher de uma música funk muito conhecida, a canarinha “não anda, ela desfila, é top, é capa de revista!”.

 Foto de capa: CBF

Bale já ultrapassou Ronaldo?

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Cabeçalho Liga Espanhola

Esta semana começou em grande para Cristiano Ronaldo. Segunda-feira de manhã assinou a renovação de contrato com o Real Madrid, à noite recebeu o prémio da Marca para melhor jogador da La Liga em 2015-16, e terça-feira anunciou o seu novo contrato com a Nike. Mas, neste início de época, enquanto Ronaldo vai brilhando nestes eventos de fato e gravata (e óculos!), Gareth Bale, que também renovou contrato, vai brilhando de calções e chuteiras.

É claro que, se Ronaldo tem marcado presença nestes eventos, é por aquilo que fez dentro de campo e que, merecidamente, já lhe deverá ter garantido a quarta Bola de Ouro da carreira. Mas a verdade é que, esta época, a grande estrela do Real Madrid dentro de campo tem sido Bale. Chegou em 2013, por cerca de € 100 M, o que parecia um valor disparatado na altura (até porque nesse verão o Real Madrid vendeu Özil por € 50 M), mas ­que, aos poucos, vai começando a fazer sentido.

Não é fácil conseguir protagonismo numa equipa que tem Cristiano Ronaldo, mas, depois de conquistar o direito a bater livres do seu lado (o que não foi fácil), o galês parece pronto para se assumir como estrela da equipa. Seria precipitado anunciar já o fim de CR7, como a imprensa catalã gosta de fazer duas a três vezes por ano, mas tendo novo craque que carregue a equipa, até alguns madridistas começam a desconfiar de Ronaldo. Feliz do clube que, perante a quebra de rendimento do seu melhor jogador, vê surgir um Gareth Bale ao nível dos melhores do mundo, mas isso parece apenas contribuir mais para a ansiedade do português.

Ronaldo assina a renovação de contrato com o Real Madrid Fonte: Facebook Oficial de Cristiano Ronaldo
Ronaldo assina a renovação de contrato com o Real Madrid
Fonte: Facebook Oficial de Cristiano Ronaldo

Quando as coisas lhe saem mal, Ronaldo protesta com a má sorte, protesta com os colegas, protesta com os adversários, protesta com o árbitro e protesta com o público. Sábado, no Santiago Bernabéu, enquanto Gareth Bale passeava classe pelo relvado com mais uma exibição de grande nível e dois golos marcados, Ronaldo protestava com tudo. Não será coincidência que esta época já tenha visto três cartões amarelos, todos em jogos em que não marca no Bernabéu. Esse descontentamento permanente é o que o leva a bater todos os recordes, mas parece também levar a que, na ânsia de marcar golos, participe cada vez menos no jogo. Bale tem feito grandes exibições mesmo nos jogos em que não marca, o que parece não ser possível para Ronaldo.

Dito tudo isto, não se admire quando, brevemente, o vir a arrasar em campo e aproveitar os festejos para nos dizer: “Calma, que eu estou aqui. E com planos para continuar até aos 41 anos”.

 

Foto de capa: Facebook oficial de Gareth Bale

Campeonato Nacional 3ª Divisão Séniores Femininos 16/17 – Como Será?

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Cabeçalho modalidades

Análise ao Sorteio Zona Sul. Antevisão do Campeonato. Regresso do Filipa. Mais equipas. Candidatos. Outsiders. Novo esquema competitivo. . .

Sorteio

Esquema Competitivo (Zona Sul)

2 Grupos

(Grupo A – Filipa Lencastre, Maristas, Atlântico, Sesimbra e Famões

Grupo B- Carnide, Ginásio, CRP, CSJB, Paulenses e J. Évora)

De cada grupo passam os dois primeiros classificados para a disputa do título regional e os 3º e 4º para disputar os lugares que ainda dão acesso ao Nacional.

Análise, Favoritos, Candidatos e possíveis surpresas…

Olhando para o Sorteio e tendo em conta o campeonato transacto, a forma como as equipas se reforçaram e o regresso do Filipa Lencastre a 3ª divisão parece-me claro que:

Carnide e Filipa são os principais candidatos ao título Regional. O Carnide pelo que fez o ano passado, pela forma como se reforçou e o Filipa pela bagagem que trás da 2ª Divisão tendo mantido quase todas as suas atletas.

Assumindo-se ou não estas serão as equipas que deverão lutar pela poule dos primeiros e pelo título. Qualquer resultado abaixo será um mau resultado.

Maristas (dois bons reforços e manutenção de um dos melhores treinadores de Lisboa), Ginásio (equipa competitiva e que mantém a estrutura do ano passado), Atlântico (reforçaram-se muito com novas jogadoras e treinador), Sesimbra (deslocação sempre difícil e grupo homogéneo) e CSJB (equipa com boa capacidade defensiva e é sempre difícil jogar lá) no meu entender, são as equipas que poderão ser competitivas com as 2 de cima e deverão ocupar os lugares de apuramento restantes.

Famões, Paulenses, Juv. Évora e CRP correrão por fora e um apuramento para o Nacional (primeiros 7) seria um excelente resultado.

AS Monaco: o melhor ataque da europa

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Cabeçalho Liga Francesa

No principado do Mónaco mora uma equipa rejuvenescida. Leonardo Jardim, muitas vezes considerado um treinador defensivo e calculista, está a montar uma autêntica máquina de fazer golos. Prova disso é o facto de, até agora, apenas num jogo (contra o líder Nice) não ter conseguido encontrar as redes adversárias.

Em apenas 12 jogos no campeonato gaulês, leva já 36 golos marcados, só menos 21 do que em toda a época transata. Na ‘Champions’, em 4 jogos, soma também já 7 tentos apontados, num grupo que lidera e onde tem o apuramento muito bem encaminhado. É certo que não está no topo da Ligue1, mas com a qualidade atacante apresentada entusiasma os adeptos e augura-se um bom desfecho de época.

Este poderio ofensivo tem algumas bases nas quais assenta. Sempre que joga em casa, o técnico português não abdica de jogar com dois laterais muito ofensivos e que apesar da tenra idade são já duas esperanças do futebol francês, Mendy e Sidibé. Não raras vezes se transformam em extremos e surgem com regularidade a cruzar para os exímios finalizadores do ataque monegasco.  No centro da defesa destaca-se Glik, um polaco que já fez alguns golos e é um perigo constante para os adversários nas bolas paradas ofensivas.

Mas é no meio-campo que está o grande segredo da turma de Jardim. Fabinho, o ex-Rio Ave, é o jogador mais utilizado de toda a equipa, um lateral transformado em médio defensivo e que dá cobertura aos criativos, mas com uma amplitude de movimentos enorme, que lhe permite muitas vezes aparecer em situações de finalização. A alternância de funções com Bakayoko ou Moutinho permite-lhe soltar-se a qualquer momento.

Top 10: NBA Bloopers

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Cabeçalho modalidadesHoje trago um top 10 diferente do habitual. Já sabemos quem são os melhores de sempre, quais as equipas sensação, os melhores marcadores e até temos uma ideia de quem possui os melhores ou piores equipamentos da liga. No entanto, no palco da magia, há também muito desastre e trapalhice. E, por isso, apresento-vos o meu Top 10: Bloopers. Os 10 melhores momentos, até agora, escolhidos por mim, desde o ínicio da pré-época deste ano.

10 – Para toda a regra há uma exceção

Um clássico. Com um pouco de atenção, reparamos que a regra dos 2 passos é a mais desrespeitada no mundo da NBA, não só pelo Jennings.

Top 10: Os avançados que me marcaram no SL Benfica

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O ponta de lança é, sem qualquer dúvida, uma peça fundamental numa equipa de futebol. É o ‘homem-golo’ do clube que representa. Está em campo para finalizar as jogadas, colocar a bola na rede da baliza adversária. É, teoricamente, o jogador mais perto da glória, o que tem o faro mais apurado para o golo. Nos meus poucos anos de vida, tive oportunidade de ver grandes pontas de lança a jogar pelo meu clube. Como é bom recordar, aqui se seguem os que eu considero serem os 10 avançados mais marcantes que já vi jogar.

10. Kostas Mitroglou

Facebook - SLB
Fonte: SL Benfica

Sim, é verdade que o grego está apenas a fazer a segunda época de águia ao peito, mas merece constar nesta lista. Primeiro que tudo, a polémica de ter optado pelo Benfica ao invés do Sporting, o que levou a que muitos pretendessem ainda mais que a sua passagem por Portugal fosse efémera e esquecida. Não aconteceu. Mitroglou é um avançado de área, lento, mas forte e está sempre no sítio certo. Contabiliza 28 golos em 50 jogos.

SPLASH: O Guerreiro do Estado Dourado

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Cabeçalho modalidades

Fora das contas, dado como morto, uma previsão de desgraça após um jogo sem marcar qualquer triplo (depois de 157 jogos sem tal acontecer), Stephen Curry já nem era motivo de atenção e todos os holofotes da liga brilhavam sobre Kevin Durant.

Uma figura humilde, conhecida pela boa disposição, com um nada especial metro e noventa e um, nomeado MVP por duas vezes seguidas e um recordista. Ainda assim, é dificíl encontrar fãs seus que não sejam adeptos da equipa de São Francisco.

Há pouca coisa que me dá mais gozo que ver Curry brilhar. E espanta-me a quantidade de seguidores do desporto que não são capazes de dar o devido e tão merecido valor ao camisola 30 dos Golden State. É quase como negar o talento natural de Messi ou dizer que Hamilton é um mau piloto. Stephen não é moda ou hype, é uma realidade.

E eis que, num momento em que parecia esquecido e a sua equipa precisava de vencer, o MVP mal-amado do mundo do basket volta à vida para mostrar do que é feito. Assim, Curry quebra o recorde de triplos marcados num só jogo, do qual era detentor (surpresa!!!), e estabelece um novo número: 13. 13 triplos é o número que estabelce o mais recente recorde da NBA. Quem o poderá quebrar? Sou obrigada a apostar tudo o que tenho no Splash Brother mais velho.

Steph gonna Steph” e vai continuar a ser o Rei dos Triplos – pelo menos, de momento, não se avista nenhum adversário à altura. Critique-se o jogador, critique-se a equipa, pode criticar-se tudo, mas a verdade é que isso nada alterará.

Curry voltou a quebrar um recorde. Curry voltou a provar que é o homem dos triplos. Mas mais importante: Curry provou que está pronto para o que aí vem.

Eis os 13 triplos marcados pelo jogador:

Artigo revisto por: Francisca Carvalho