O Almería deve eleger Javier García Pimienta como novo treinador. Cristiano Ronaldo detém 25% do emblema espanhol.
O Almería está perto de chegar a um acordo com Javier García Pimienta para o comando técnico do emblema espanhol. No entanto, de acordo o Maisfutebol, Cristiano Ronaldo não ficou totalmente satisfeito com a decisão. Para o luso, que detém 25% da equipa, deveria ter sido outro nome o eleito.
Hernán Crespo foi o nome defendido pelo internacional português. O argentino está livre no mercado desde que deixou o São Paulo em março de 2026 e na Europa somente orientou os Sub-19 do Parma e o Modena. Como futebolista, é um dos nomes com mais conhecimento do continente.
Ainda assim, Hernán Crespo nunca passou por Espanha. Já Javier García Pimienta também se encontra livre, depois de finalizado o vínculo com o Sevilha ainda durante 2024/25. Também foi associado ao futebol do Catar. Carlos Carvalhal também foi colocado na órbita dos andaluzes.
Colômbia e Portugal enfrentam-se durante esta madrugada, a partir das 00h30, num encontro da terceira jornada da fase de grupos do Mundial 2026.
As seleções da Colômbia e de Portugal enfrentam-se a partir da 00h30 em Miami, num encontro da terceira jornada da fase de grupos do Mundial 2026. As duas equipas já estão qualificadas para a fase seguinte, mas ainda sem posição definida, o que ditará a sua sorte na fase a eliminar.
Eis os onzes prováveis:
Colômbia: Vargas, Daniel Muñoz, Davinson Sánchez, Jhon Lucumí, Johan Mojica, Gustavo Puerta, Jefferson Lerma, Jhon Arias, James Rodriguez, Luis Díaz e Luis Suárez.
Portugal: Diogo Costa, João Cancelo, Rúben Dias, Tomás Araújo, Nuno Mendes, João Neves, Vitinha, Pedro Neto, Bruno Fernandes, João Félix e Cristiano Ronaldo.
O Sporting não vai avançar para mais nenhuma contratação importante sem ter garantidas as saídas de jogadores dos quadros.
O Sporting tem estado ativo no mercado, garantindo vários nomes para o plantel da próxima temporada. De acordo com o jornal Record, o emblema de Alvalade vai oficializar novos nomes apenas depois de confirmar algumas saídas importantes, que devem suceder nas próximas semanas.
Pedro Lima, Silas Andersen, Issa Doumbia e Rodrigo Zalazar já foram comprados pelos leões nas últimas semanas, motivando um investimento próximo aos 60 milhões de euros.
Campeonato do Mundo 2026, 3.ª Jornada. 28 de junho de 2026, 00h30.
A ANTEVISÃO: EQUIPA DAS QUINAS PROCURAALCANÇAR A LIDERANÇA DO GRUPO K
Após a goleada protagonizada diante do Uzbequistão, Portugal aponta agora miras ao terceiro (e último) embate da fase de grupos, onde os lusos vão medir forças frente à Colômbia, seleção que ainda não “escorregou” no presente Campeonato do Mundo.
O Hard Rock Stadium, situado em Miami, será palco de um autêntico duelo de titãs, onde as duas turmas vão disputar, ao pormenor, o primeiro posto do grupo K. Neste momento, o coletivo sul-americano estabelece-se neste, com dois pontos de vantagem, mas a crença portuguesa é de finalizar o primeiro capítulo do Mundial na liderança do seu lote.
Portugal, liderado por Roberto Martínez, fez um arranque em falso, numa exibição de baixo nível diante do Congo, que terminou empatado a uma bola. No entanto, os lusos conseguiram dar um “pontapé na crise” e mostraram que estão vivos, após golear a turma asiática do Uzbequistão, com cinco golos sem resposta.
Do outro lado surge uma Colômbia, que conta com grandes nomes do futebol mundial, e que pretende causar problemas à equipa das quinas. Com dois triunfos consecutivos (3-1 diante do Uzbequistão e 1-0 frente ao Congo), os pupilos de Nestor Lorenzo querem terminar com chave de ouro a primeira etapa do Campeonato do Mundo e avançar com distinção para o “mata-mata”.
A magia do Mundial está ao rubro e o sonho português mantém-se vivo. Na madrugada de sábado para domingo, Portugal vai estar bem desperto, naquele que será uma partida de enorme importância para as contas do apuramento para a fase seguinte do Mundial. Com um “pé e meio” nos 16avos de final, serão 11 em campo, mas 11 milhões a torcerem em inúmeras partes do nosso planeta.
10 DADOS RÁPIDOS
Este será o primeiro embate de sempre entre Portugal e Colômbia.
As duas seleções encontram-se no grupo K da competição, com os sul-americanos a somar seis pontos e os portugueses quatro.
Luis Suárez e Richard Rios são os dois futebolistas colombianos que atualmente atuam em coletivos portugueses (Sporting e Benfica, respetivamente).
Daniel Muñoz (Colômbia) contabiliza dois golos nas duas partidas disputadas no Mundial de 2026.
Do lado luso, Cristiano Ronaldo é atualmente o melhor marcador do coletivo na competição internacional.
A Colômbia contabiliza a sua sétima participação em fases finais do Mundial.
Já Portugal soma nove presenças em Campeonatos do Mundo.
O último triunfo luso no Mundial diante de equipas sul-americanas aconteceu em 2022, aquando do embate frente ao Uruguai, referente à segunda ronda da fase de grupos.
A partida será disputada no Hard Rock Stadium, situado em Miami.
Daniel Muñoz – Que o Mundial é recheado de surpresas, já isso é sabido, e o caso do lateral colombiano comprova isso mesmo. Com 30 anos, o internacional sul-americano conta com dois golos em duas partidas, estabelecendo-se como o melhor marcador do atual líder do grupo K. O camisola 2 aponta agora a cumprir a sua nova tradição e faturar frente a Portugal.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Bruno Fernandes – Com uma exibição de enorme qualidade diante do Uzbequistão, o camisola 8 de Portugal, coloca as suas miras apontadas a contribuir para a turma das quinas. Com uma assistência concretizada na atual edição do Mundial, o médio ainda não se estreou a marcar, mas o papel que tem no meio-campo português é notável e poderá ser um dos trunfos de Roberto Martínez para derrotar a Colômbia.
XI´s PROVÁVEIS
Colômbia: Vargas, Daniel Muñoz, Sánchez, Lucumí, Mojica, Gustavo Puerta, Jefferson Lerma, Jhon Arias, James Rodriguez, Luis Diáz e Luis Suárez.
Treinador: Nestor Lorenzo
«Portugal? É uma seleção mais parecida connosco, porque quer ser protagonista dos jogos. Sabe ter bola. É diferente das duas equipas que defrontámos. Vai ser uma partida entre duas equipas que tentam jogar bem».
Portugal: Diogo Costa, João Cancelo, Rúben Dias, Tomás Araújo, Nuno Mendes, João Neves, Vitinha, Pedro Neto, Bruno Fernandes, João Félix e Cristiano Ronaldo.
Treinador: Roberto Martínez
«Falar da Colômbia é falar de uma ideia, uma estrutura tática muito bem trabalhada pelo selecionador, e não tanto o aspeto de se joga Suárez ou não, porque a equipa está apurada e acho que o selecionador pode gerir o balneário e o aspeto físico dos jogadores, é importante e não será uma surpresa se, amanhã, algum dos jogadores que estiveram nos dois 11 iniciais não joguem, mas não muda a ideia de jogo da Colômbia».
Assim que a Noruega venceu Senegal, Erling Haaland tratou-se de acalmar os egos mais inflamados. «Eles provavelmente vão vencer-nos e provavelmente vão vencer o Mundial 2026», destacou o avançado norueguês quando perspetivou o duelo diante da França, na última jornada, a valer “apenas” a liderança do Grupo I. Da futurologia de Erling Haaland, que ficou no banco, metade está cumprida. Dia 19 de julho, poder-se-á confirmar a outra metade.
Ao contrário da Noruega, a França não tirou o pé do acelerador. No ataque perfeito dos franceses, o protagonismo já havia chegado a Michael Olise, como assistente de luxo na primeira jornada, e a Kylian Mbappé, na segunda jornada, a alavancar os números que já havia conseguido na primeira ronda. Desta vez, o foco ficou em Ousmane Dembélé, o terceiro dos mosqueteiros. Só D’Artagnan vai mudando de jogo para jogo. Teve três golos de grande recorte técnico e feitos a papel químico, de fora para dentro a puxar para o pé esquerdo. É o Bola de Ouro por alguma razão. Nos dois primeiros, Kylian Mbappé apareceu como lançador, uma faceta que vamos vendo pouco, mas que continua a ter no seu jogo. Na calha para a próxima jornada, fica Manu Koné. Foi titular nos últimos dois jogos e é o mais dinâmico dos três médios de Didier Deschamps.
Stale Solbakken acabou por gerir o plantel, poupar os titulares e dar minutos a todos os jogadores de campo que ainda não tinham entrado em campo. A Noruega está no Mundial 2026 com uma leveza assinalável, empurrada pelo remar dos pontos vermelhos na bancada, e é essa a sensação que este jogo, apesar da derrota, deixa. Entre todas as novidades, houve Thelo Aasgaard a chegar à área, Andreas Schjelderup e Oscar Bobb a desequilibrar nos corredores e Egil Selvik na baliza. Se a derrota não teve proporções maiores, foi porque o guarda-redes norueguês não quis.
Fonte: Federação Senegalesa de Futebol
A luta pelos terceiros lugares é uma das atrações da última jornada, por mais que venha atrelada numa sensação de injustiça desportiva. Os quatro pontos darão quase de certeza, mas os três pontos poderão ser suficientes. Nessa senda, Senegal entrava em campo para anular uma diferença de golos negativa, sabendo que três golos de diferença eram confortáveis (saldo 0) e que com quatro, assumiria a dianteira do grupo dos terceiros com três pontos. Foi isso que aconteceu.
Até é curioso pensar que, num cenário perfeito para a seleção africana, só depois dos 50 minutos se viu o pé no acelerador. Com um golo aos quatro minutos e em vantagem numérica desde os 12, depois da expulsão de Rebin Sulaka, ficou tudo à mercê dos homens de Pape Thiaw que só despertaram verdadeiramente para o jogo na segunda parte. Novamente, o Iraque foi penalizado por erros individuais, quer a expulsão, quer a perda de bola de Zidane Iqbal em terrenos proibidos. Num grupo mais acessível, teria outra palavra a dizer.
Depois do adormecimento, o Senegal marcou, marcou, marcou e marcou como tinha de fazer. Dos grupos, ficam duas certezas. A primeira está na profundidade do meio-campo, mas também na importância de Pape Gueye na equipa. Funciona como principal lançador e passador da equipa, mas desta vez teve mais abrangência. Nunca, na história dos Mundiais, um jogador tinha bisado e assistido após vir do banco. A segunda certeza é Ismaila Sarr. Por dentro, continua a fazer estragos. Pelo nível de Ibrahim Mbaye e Iliman Ndiaye, com pouca utilização, a solução para o ataque pode passar por aqui.
Cabo Verde está nos 16 avos de final do Mundial 2026. Por muito que a competitividade dos Tubarões Azuis seja reconhecida e evidente e que a probabilidade deste resultado não fosse assim tão mínima como muitos quisessem apontar, não deixa de ser um marco de relevo histórico. Na estreia nesta competição, Cabo Verde está nos 16 avos de final. No Mundial 2026, Cabo Verde está na fase a eliminar. A repetição surge como uma espécie de beliscar num sonho: sim, é mesmo realidade.
O embate diante da Arábia Saudita era, desde o início, encarado como potencialmente decisivo, pensando numa possibilidade do terceiro lugar ser suficiente. Nem foi preciso ir tão longe. Cabo Verde foi segundo lugar de um grupo onde foi, sem margem para dúvidas, a segunda melhor seleção. Não perdeu qualquer jogo e defrontou dois campeões do mundo. Diante dos sauditas, a haver um vencedor seriam sempre os Tubarões Azuis, bem mais resilientes defensivamente que eficazes lá à frente.
Foi a partir da organização coletiva e da solidez defensiva que Cabo Verde se apurou. A forma como Bubista conseguiu preparar e organizar a equipa para esconder as limitações dentro de uma ideia de jogo de grupo é assinalável. Há torneios de destaque das figuras defensivas – do novo fenómeno Vozinha, aos centrais Pico Lopes e Diney Borges e a Kevin Pina, o mais destacável da equipa – e exibições de relevo em todos os jogos. Na última jornada, Willy Semedo acelerou com a bola no pé e agitou e os laterais, quer João Paulo à esquerda, quer Wagner Pina à direita, souberam envolver-se no trabalho ofensivo. Tudo bem feito, tudo perfeito. Para quem já se bateu diante de dois campeões do mundo, a Espanha e o Uruguai, a Argentina é só mais uma etapa. Tudo o que vier a mais será um bónus merecido.
Fonte: Federação Espanhola de Futebol
O outro herói do apuramento de Cabo Verde é Alex Baena. É demonstrativo do estado mórbido do Uruguai que tenha sido num daqueles momentos temidos, em que um jogador está fora do relvado a ser assistido, que surgiu o golo. O detalhe nesta história é que era Mikel Oyarzabal, o avançado espanhol, que estava fora. Alex Baena saiu da esquerda para dentro e marcou o golo. Todas as histórias bonitas têm o seu lado desolador. Para Cabo Verde sorrir, o Uruguai chorou.
Não havia, antes do Mundial, qualquer expectativa para o torneio do Uruguai. Ainda assim, ainda foi capaz de desiludir. Entre 48 seleções, há, pelo menos, 32 melhores que a celeste. A Itália sorri e já não está sozinha na mesa das desgraças à escala mundial. O trabalho de Marcelo Bielsa já tinha atingido um ponto de rutura sem marcha atrás, com conflitos com o plantel, desacordos com os líderes do grupo e uma ausência qualquer de noção de trabalho de coletivo. Confiar em Fernando Muslera já era delicado em qualquer momento da história, fazê-lo em 2026 é uma alucinação. A forma como ficou no banco aos 45 e como Federico Valverde a ele se juntou pouco depois diz tudo sobre o balneário uruguaio. Apenas Maxi Araújo, cujas lágrimas são dolorosas, tentou remar para o outro lado.
A exibição da Espanha na estreia diante de Cabo Verde não foi um caso isolado. Apurando-se em primeiro, deixa poucas garantias quanto ao futuro. O trabalho coletivo continua a prevalecer, mas há muito poucos jogadores num bom momento individual. O grande diferencial, comparando à estreia, é Lamine Yamal. Pensa diferente, executa diferente e obriga o adversário a reagir de forma diferente. Há também Alex Baena, mais agressivo a partir da esquerda para funcionar como terceiro médio, mas também a atacar a última linha. O nível coletivo continuará sempre a ser diferencial, mas a falta do diferencial individual é algo que não sorri à Roja.
A Bélgica sabia que, se em Seattle o Egito e o Irão estivessem empatados, teria de vencer por três golos de diferença para garantir um primeiro lugar que, antes do torneio, era quase certo e, depois da fase de grupos, é uma salvação quase divina e caída do céu. Tudo esteve em risco, mas os velhos trunfos dos Diabos Vermelhos voltaram a aparecer. A geração de ouro é uma miragem distante, mas há pepitas que continuam a valer como tal.
Antes delas, apareceu Leandro Trossard. É quem mais beneficia, de forma indireta, da presença de Jérémy Doku em campo para andar mais solto no ataque em busca do espaço para rematar. Nos Diabos Vermelhos, é um tubarão, à procura do sangue vermelho para morder. Numa seleção com problemas criativos, a espontaneidade no remate ajuda. Depois, apareceram Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku. Nesta fase da carreira, estão longe da perfeição, mas continuam a valer. Impressionante a batida na bola do Tintin belga, num jogo até de pouca precisão técnica, e a atração do potente avançado pelo golo. Assim se camuflam debilidades das mais grossas.
Na Nova Zelândia, se não houver mais nada a realçar, que se destaque o Mundial 2026 de Elijah Just. Fundamental a aproveitar tudo o que são espaços para rematar. Desta feita, até com uma presença mais central e muitos movimentos de rutura até à direita, continuou a ser fonte de desequilíbrios. Serão poucos o que o lembrarão como memória de 2026, mas todos os que o lembrarem terão um quentinho no coração. O Mundial também é destas histórias.
Fonte: FIFA
Por falar em história, a outrora maior civilização da história apurou-se de forma inédita para a fase a eliminar de um Mundial. Há lá maior símbolo de empoderamento que um lugar no mata-mata. Tanta areia movida, uma escrita inovadora, monumentos magnânimos e tudo isso sem uma singela presença no lugar onde todos os países querem estar. Não deixa também de ser uma recompensa bonita ao legado de Mohamed Salah, já longe da melhor fase da carreira, ter alcançado este feito. Em 2018 estava no auge e viu uma lesão condicionar o sonho que alcança agora, oito anos depois.
A maior certeza deste Mundial do Egito é a da passagem do tempo. Mohamed Salah continua a ser a estrela, mas não joga sozinho. Dentro de toda a variabilidade de opções, Hossam Hassan conta com Emam Ashour, Mostafa Ziko ou Omar Marmoush para o ataque, permitindo ao Faraó dos Faraós uma proteção relativa. Não sendo uma seleção perfeita e estando bem longe disso, entrou na última jornada com a certeza da qualificação. Quando tudo acabava, contou com a intervenção divina. Talvez o Faraó seja mesmo um sinal da presença de Deus na Terra. Ou talvez seja Mostafa Shobeir. Perguntem a Rá. Vai na volta e a resposta esteja no segredo dos deuses.
Esse momento mudou, pelo menos por umas horas, a vida do Irão. Shoja Khalilzadeh tem sido um dos destaques iranianos na prova e merecia o golo da eternização. Sem ele, há que esperar que, nos três grupos em falta, pelo menos uma das seleções faça pior que três pontos e saldo de golos neutro. Não é um pedido impossível, mas também não será estranho que assim aconteça. Por mais que os iranianos tenham batalhado, ofensivamente a equipa ficou sempre curta. Mehdi Taremi foi uma tábua de salvação, sempre muito só na frente, mas conseguindo quase sempre tirar algo do jogo. Era outro dos que não merecia ficar ligado à infelicidade. Nas Américas, nenhuma seleção teve tamanha dificuldade em jogar como a iraniana. O desfecho correr o risco de ser conhecido pela televisão, num exílio distante e longe dos holofotes não é bonito, mas é uma metáfora demasiado real do mundo. Quando tudo se mistura com o futebol, também o futebol passa a ser uma mistura de tudo.
Já estão definidos mais de metade dos jogos dos 16 avos de final do Mundial 2026. Falta apenas um dia para todos os embates serem conhecidos.
Com nove dos 12 grupos já definidos, o quadro dos 16 avos de final do Mundial 2026 começa a ganhar mais forma. No total, já são conhecidos nove dos 16 jogos da próxima fase, a primeira a eliminar.
Em baixo, conhece os lugares já definidos e os adversários em falta. A lista está organizada por ordem cronológica das partidas.
Eis o quadro dos 16 avos de final do Mundial 2026:
África do Sul x Canadá
Brasil x Japão
Alemanha x Paraguai
Países Baixos x Marrocos
Costa do Marfim x Noruega
França x Suécia
México x 3º colocado dos Grupos C/E/F/H/I
1º colocado do Grupo L x 3º colocado dos Grupos E/H/I/J/K
Bélgica x 3º colocado dos Grupos A/E/H/I/J
Estados Unidos x Bósnia e Herzegovina
Espanha x 2º colocado do Grupo J
2º colocado do Grupo K x 2º colocado do Grupo L
Suíça x 3º colocado dos Grupos E/F/G/I/J
Austrália x Egito
Argentina x Cabo Verde
1º colocado do Grupo K x 3º colocado dos Grupos D/E/I/J/L
3.º lugares também classificados oficialmente: Equador e Senegal
Iraque, Uruguai, Arábia Saudita e Nova Zelândia estão eliminados do Mundial 2026. Seleções têm confirmado o afastamento da competição.
O Mundial 2026 continua e, com o desenrolar da terceira jornada da fase de grupos, já há 12 seleções sem esperança em seguir em frente. Iraque, Uruguai, Arábia Saudita e Nova Zelândia estão fora.
No Grupo G, a Nova Zelândia cai da competição. No Grupo H, tanto Uruguai como Arábia Saudita ficam fora do Mundial 2026. No I, o Iraque vê findada a participação na prova.
A Bélgica e o Egito seguem em frente no Mundial 2026. Já o Irão tem de esperar pelos outros terceiros lugares para confirmar apuramento.
No Grupo G, houve ultrapassagem da Bélgica ao Egito na liderança. Ambas as seleções foram apuradas, ficando o Irão num terceiro lugar esperançoso e a Nova Zelândia fora da próxima fase.
A Bélgica precisava de vencer e, se possível, por muitos golos de diferença e foi isso que se sucedeu. No 4-1 sobre a Nova Zelândia, golos de Leandro Trossard (28′ e 50′), de Kevin De Bruyne (66′) e de Romelu Lukaku. O emblema da Oceânia está eliminado.
Já apurado, o Egito acabou por perder a liderança do grupo com o empate com o Irão. Mahmoud Saber (5′) adiantou os faraós, mas, e já depois de Mehdi Taremi falhar um penálti, Ramin Rezaeian (14′) empatou o encontro. Os iranianos, que viram um golo anulado a Shoja Khalilzadeh (90+3′) ocupam, neste momento, um dos lugares de apuramento no grupo dos terceiros, mas ficam dependentes de resultados alheios para seguir em frente.
Cabo Verde está nos 16 avos de final do Mundial 2026. Seleção orientada por Bubista tem encontro marcado com a Argentina.
Depois de se bater frente à Espanha e ao Uruguai, Cabo Verde tem pela frente mais um campeão do mundo. Com o apuramento garantido para os 16 avos de final do Mundial 2026, agora o foco será a Argentina.
O empate diante da Arábia Saudita, aliado à vitória da Espanha sobre o Uruguai, permitem à seleção cabo-verdiana seguir em frente como 2.º classificado do Grupo H. Pela frente, o líder do Grupo J, já confirmado como a Argentina.
O Argentina x Cabo Verde joga-se a partir das 23h de sexta-feira, dia 3 de julho, precisamente dentro de uma semana. Caso Portugal se apure no primeiro lugar, terá encaixe possível com este confronto nos quartos de final.
Portugal está, matematicamente, nos 16 avos de final do Mundial 2026. Mero formalismo está agora alcançado.
Já não há qualquer cenário, por mais improvável que seja, no qual Portugal não se apure para os 16 avos de final do Mundial 2026. No pior dos casos, a seleção nacional garantirá sempre um dos melhores terceiros lugares.
Qualquer seleção com quatro pontos garante também este estatuto, uma vez que Escócia, Coreia do Sul, Senegal e Arábia Saudita, todos no terceiro lugar, estão fora desta luta. Nas contas portuguesas, a pior situação será mesmo o terceiro lugar com quatro pontos.
Recorde-se que, para Portugal ficar em terceiro, o cenário é altamente improvável: a seleção teria de perder com a Colômbia e a RD Congo teria de vencer o Uzbequistão. Nestas contas, os africanos teriam de anular um saldo de seis golos (Portugal +5 e RD Congo -1, neste momento).
O Colômbia x Portugal joga-se na próxima madrugada, de 27 para 28 de junho, a partir das 00h30, na última jornada da fase de grupos e o foco português está na vitória, que garantirá o primeiro lugar do grupo. Lê a antevisão do jogo.