Rúben Dias está lesionado e vai desfalcar o Manchester City por quatro a seis semanas. O defesa central está a contas com uma lesão.
Rúben Dias está a contas com uma lesão nos isquiotibiais, tendões da coxa, confirmou Pep Guardiola. O defesa central ficará lesionado por um período superior a um mês avançou ainda o treinador do Manchester City.
«É uma lesão nos isquiotibiais. Ele ficará afastado por quatro a seis semanas», confirmou Pep Guardiola na antevisão ao duelo diante do Brighton para a Premier League.
Rúben Dias é um dos capitães do Manchester City. Esta temporada, o defesa de 28 anos leva 25 jogos pelo Manchester City, naquela que é a sexta temporada do defesa em Inglaterra.
Recorde-se que o Manchester City vive uma autêntica onda de lesões na linha defensiva. Josko Gvardiol também se lesionou recentemente, juntando-se a John Stones na lista de ausências para o centro da defesa.
Pep 💬 (On Ruben Dias’ injury) Hamstring. [He will be out for] four to six weeks. pic.twitter.com/V55aiOmMU7
Thiago Borbas foi emprestado pelo RB Bragantino ao Real Oviedo, até ao final da temporada. O avançado marcou 3 golos em 2025.
O Real Oviedo anunciou que irá receber Thiago Borbas por empréstimo até ao final da temporada, vindo do RB Bragantino. O avançado uruguaio teve um ano difícil no clube brasileiro, apontando apenas três golos em 2025.
Thiago Borbas cumpria a terceira temporada ao serviço do RB Bragantino, tendo representado o clube num total de 133 jogos nos quais marcou 27 golos. Antes desta passagem pelo Brasileirão, o uruguaio alinhou pelo River Plate de Montevidéo.
Esta temporada, o Real Oviedo tem vindo a tentar sobreviver na época de retorno à La Liga, porém ocupam a 20.ª posição com apenas 12 pontos.
O Estugarda anunciou a contratação Jeremy Arévalo. O equatoriano era considerado dos maiores talentos da La Liga 2, no Racing Santander.
O Estugarda confirmou a contratação de um dos talentos mais cobiçados na La Liga 2, Jeremy Arévalo. O extremo equatoriano deixa, assim, o Racing Santander a troco de sete milhões de euros.
Jeremy Arévalo realizou a sua formação no Racing Santander, onde acabou por se estrear profissionalmente em 2023. Esta temporada, o avançado de 20 anos estava a ter a sua época de afirmação, apontando oito golos em 18 jogos, mesmo não sendo a primeira escolha para o ataque.
Neste momento, o Estugarda ocupa a sexta posição da Bundesliga com 26 pontos. No próximo sábado enfrentarão o Bayer Leverkusen num jogo a contar para a 16.ª jornada da Bundesliga
O Fenerbahçe quer fechar a contratação de Mattéo Guendouzi. O emblema turco já chegou a acordo com o internacional francês.
O Fenerbahçe quer fechar a contratação de Mattéo Guendouzi. De acordo com Nico Schira, os passos com o médio francês foram ultrapassados e o clube turco já fechou um princípio de acordo com o jogador para um contrato até 2030 com um salário anula de quatro milhões de euros.
De momento, falta ao clube turco chegar a acordo com a Lazio, emblema onde joga o médio francês. De acordo com o jornalista Yagiz Sabuncuoglu, a última proposta do Fenerbahçe contemplava 25 milhões de euros fixos e dois variáveis, um valor mais próximo às pretensões da Lazio e que dobra o investido pelos romanos.
Mattéo Guendouzi tem 26 anos e é internacional A pela França por 14 ocasiões, tendo integrado os eleitos de Deschamps no Mundial 2022. Esta época, o jogador soma dois golos e uma assistência em 16 jogos pelos italianos.
João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.
Quem me conhece sabe que adoro a Taça de Portugal. Recordo com saudade um Eléctrico – Sporting, no velhinho e pelado Estádio do Matuzarense em Ponte de sor, completamente cheio. Esse dia explica melhor do que qualquer discurso o que a Taça sempre representou no nosso futebol. A Taça sempre foi mais do que uma competição. Foi durante décadas o espaço onde o futebol recuperava a sua essência, igualdade à partida, imprevisibilidade e a possibilidade real de um clube pequeno desafiar e por vezes eliminar um grande como ainda esta época se viu.
Essa dimensão não é teórica. Vivi-a de forma intensa na Lituânia, quando tive a oportunidade de conduzir um clube pequeno, o FK Dziugas, pela primeira vez na sua história até às meias-finais da Taça da Lituânia. Vi de perto o que significa para uma comunidade acreditar que o impossível pode acontecer. Vi pessoas que nunca tinham assistido a uma meia-final, muito menos sonhado com uma final, viverem semanas de entusiasmo, orgulho e pertença.
E vi também a outra face da moeda. A tristeza e a desilusão após a eliminação frente ao clube que acabaria por vencer a competição. Ainda assim, aquela caminhada deixou marca. Mudou a forma como o clube passou a encarar a competiçao. Criou identidade, memória e ambição. É isso que uma Taça deve fazer.
Mas vivi essa realidade também em Portugal. No Atlético Reguengos frente ao Paços de Ferreira de Paulo Fonseca. Uma semana de preparação completamente diferente de qualquer outra. Os jogadores não viam aquele jogo como mais um. Viam-no como um palco capaz de mudar as suas vidas. Foi nesse contexto que um jovem chamado Diogo Jota fez ali o seu primeiro jogo. A Taça tem isso. Concentra sonhos, acelera percursos e cria momentos que ficam para sempre.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
É precisamente isso que está em causa quando se fala de alterações estruturais à Taça de Portugal a partir da época 2026/27. A decisão das equipas da Primeira Liga entrarem apenas na quarta eliminatória é justificada pela necessidade de responder a um calendário internacional cada vez mais apertado e pelos interesses financeiros e desportivos do futebol profissional. O problema não está na justificação apresentada. O problema está nas consequências.
Quando se opta por proteger o topo da pirâmide em nome do calendário, altera-se inevitavelmente o equilíbrio da base. Ao entrarem mais tarde na prova, as equipas da Primiera Liga reduzem significativamente o risco competitivo, precisamente numa competição que sempre viveu do risco, da surpresa e do imprevisto. As surpresas nunca foram um problema do futebol português. Foram uma das suas maiores riquezas. São elas que criam memórias, mobilizam comunidades e dão visibilidade a clubes, jogadores e treinadores que fora da Taça dificilmente teriam palco.
Ao atrasar a entrada dos clubes profissionais, diminui-se a probabilidade dessas histórias acontecerem. Reduz-se a exposição mediática dos clubes pequenos, enfraquece-se o impacto territorial da prova e empobrece-se a narrativa que fez da Taça de Portugal algo único.
A Taça não deve ser vista como um incómodo logístico para quem compete na Europa. Deve ser entendida como um ativo estratégico do futebol português, precisamente porque liga o futebol profissional ao futebol real, vivido nos campos pequenos, nos estádios cheios de gente que raramente vê ali um grande clube. Se o futebol fala cada vez mais de meritocracia, torna-se difícil conciliar esse discurso com decisões que blindam quem já tem orçamento, profundidade de plantel e margem de erro. A coerência também faz parte da liderança. A pergunta final mantém-se simples e necessária. Queremos uma Taça de Portugal confortável ou uma Taça de Portugal verdadeira.
Porque a Taça não pertence apenas aos clubes profissionais. Pertence às pessoas, às comunidades e aos sonhos que só o futebol é capaz de criar. E quando o romantismo sai do futebol, fica apenas um produto eficiente. O futebol sempre foi mais do que isso. Na minha opinião todas as equipas deviam estar presentes desde a primeira eliminatória e equipas de Primeira Liga deviam jogar fora as três primeiras eliminatórias.
Younes Ebnoutalib levava 12 golos ao serviço do Elversberg na Segunda Liga Alemã e assinou por cinco anos com o Eintracht Frankfurt.
Younes Enoutalib foi o primeiro reforço do Eintracht Frankfurt no mercado de transferências de inverno, assinando um contrato até 2031. Esta temporada, o avançado alemão liderava a lista de melhores marcadores da Segunda Liga Alemã, ao serviço do Elversberg.
Em 17 jogos no campeonato, Younes Enoutalib apontou 12 golos e ajudou o seu antigo clube a chegar ao lugares de promoção à Bundesliga. Apenas à duas temporadas, o avançado jogava nas divisões regionais da Alemanha, em clubes como o FC Giessen.
Atualmente, o Eintracht Frankfurt ocupa o sétimo lugar da Bundesliga com 25 pontos. Na próxima sexta-feira, irão receber o Borussia Dortmund, num jogo a contar para a 16.ª jornada.
Die Eintracht verpflichtet Younes Ebnoutalib: Der 22-jährige Mittelstürmer wechselt zum 1. Januar 2026 von der SV Elversberg an den Main! 📝
O Estoril Praia tem em Yanis Begraoui um dos principais ativos. O Panathinaikos está interessado no avançado francês.
Yanis Begraoui é alvo do Panathinaikos e, de acordo com o jornal A Bola, o interesse já é duradouro. Desde o verão, quando o clube planeou a sucessão de Fotis Ioannidis, que houve conversas com o Estoril Praia pelo avançado franco-argelino.
A mesma fonte dá conta de que o Estoril Praia exige, pelo menos, oito a 10 milhões de euros pela contratação de Yanis Begraoui. Todas as abordagens do Panathinaikos pelo avançado foram também recusadas.
Yanis Begraoui tem 24 anos e esta temporada leva oito golos e duas assistências em 19 jogos pelos canarinhos. Recorde-se que, há cerca de um ano, o avançado recebeu um prémio do Bola na Rede referente às boas exibições em campo.
Semeu Commey pode deixar o Estrela da Amadora neste mercado de janeiro. Defesa tem interessados no estrangeiro e em Portugal.
Contratado ao Trofense em janeiro, Semeu Commey continua sem somar qualquer minuto pelo Estrela da Amadora. De acordo com o jornal Record, o emblema da Reboleira continua a tratar do processo de saída do defesa.
Quer da parte do Estrela da Amadora, quer da parte de Semeu Commey há interesse numa saída. Nas últimas semanas, clubes da Segunda Liga e o Botosani, da Roménia, fizeram abordagens pelo defesa junto do Estrela da Amadora.
Semeu Commey tem 21 anos e chegou ao Estrela da Amadora em janeiro de 2025. Depois de dois jogos na última época, o defesa não leva qualquer minuto pelo clube em 2025/26.
Rúben Amorim saiu do Manchester United, numa decisão que aparenta estar mais ligada a egos do que propriamente a resultados desportivos. Ainda que estes não fossem ideais, eram, nesta fase da época, ajustados ao contexto competitivo e, sobretudo, à qualidade do plantel disponível.
Do ponto de vista ofensivo, o rendimento da equipa era claramente positivo. O Manchester United apresentava o 3.º melhor ataque da liga, com 34 golos marcados, e era a 4.ª equipa com mais golos esperados (xG). Ainda assim, existiam problemas evidentes na concretização: apenas a 10.ª melhor equipa na conversão de remates (32%) e a 4.ª pior no diferencial entre golos marcados e golos esperados (-2.2). Ou seja, produzia-se bem, mas finalizava-se abaixo do expectável.
Defensivamente, porém, os problemas eram mais profundos e recorrentes, impedindo a equipa de ganhar consistência competitiva e séries de vitórias. Curiosamente, essas dificuldades não estão relacionadas com a quantidade de ações defensivas, mas sim com a sua qualidade. O United é a segunda equipa contra quem os adversários criam melhores oportunidades por remate (0.12 npxG por remate) e é também a 5.ª equipa contra quem os adversários mais superam os golos esperados (+3.6). Cada erro defensivo tende, assim, a ter um impacto elevado.
Apesar de apresentar uma média de 54% de posse de bola, a 5.ª mais alta da liga, o que por si só reduz o volume de remates sofridos, o tempo que a equipa passa sem bola é demasiado exigente. Sempre que perde a posse, o Manchester United revela grandes dificuldades em controlar o jogo sem bola e em proteger zonas críticas do campo.
Daqui surge a questão central: estamos perante problemas estruturais ou individuais?
Ao analisar o gráfico de PPDA versus percentagem de recuperações altas, percebe-se que o United é a 3.ª equipa com a pressão mais intensa da liga. No entanto, apenas 15% das recuperações são feitas em zonas altas, o que demonstra uma pressão pouco eficaz. A equipa pressiona muito, mas não recupera onde pretende recuperar.
Fonte: Bola na Rede
Essa ineficácia na pressão alta desencadeia uma série de problemas em zonas mais recuadas. Quando uma ação defensiva falha, o jogador da cobertura entra num dilema constante: abandona o seu adversário direto para enfrentar o portador da bola ou mantém a posição e concede espaço para progressão. Qualquer uma das decisões beneficia o adversário, que ganha metros, fixa jogadores do United e encontra frequentemente o homem livre.
Esse homem livre surge, muitas vezes, no espaço entre a linha média e a linha defensiva. Isto acontece porque a linha média tende a subir, enquanto a linha defensiva mantém a sua posição. Mesmo quando um dos centrais salta para esse espaço intermédio, fá-lo sem conforto, expondo ainda mais a estrutura defensiva.
Quando comparamos estas métricas com a última época completa de Rúben Amorim no Sporting, torna-se evidente que os comportamentos defensivos são muito semelhantes aos observados no Manchester United. Isto confirma algo que sempre esteve à vista: não existiram alterações significativas no sistema para adaptação ao novo contexto, nem para o bem, nem para o mal.
Fonte: Bola na Rede
As principais diferenças entre os dois contextos surgem no número de remates concedidos e nas conduções progressivas enfrentadas. Na Premier League, o ritmo, a intensidade e a qualidade individual dos adversários expõem de forma mais clara fragilidades que, noutro contexto competitivo, poderiam ser parcialmente camufladas.
Estas comparações permitem concluir que os problemas do Manchester United são simultaneamente estruturais e individuais. Estruturais, pela falta de adaptação do modelo a um novo contexto competitivo; individuais, porque o plantel não apresenta, no contexto da Premier League, uma superioridade física e técnica que permita atenuar esses problemas. Pelo contrário, a ausência dessa superioridade não só não disfarça as fragilidades como as amplifica, obrigando os jogadores a tomar mais decisões defensivas em menos tempo e sob maior pressão.
O FC Porto já partiu para o Algarve. Os dragões anunciaram a comitiva de 31 jogadores que vão participar no estágio.
O FC Porto já partiu para o Algarve e Francesco Farioli levou 31 nomes para o estágio. Na lista de Francesco Farioli há várias surpresas e novidades.
Os quatro campeões do mundo sub-17 não lesionados (Martim Chelmik, Bernardo Lima, Duarte Cunha e Mateus Mide) são novidades no estágio, bem como nomes que costumam jogar pela equipa B como Diogo Fernandes, Tomás Pérez, Ángel Alarcón ou Yann Karamoh.
Na lista estão também dois lesionados: Nehuén Pérez e Luuk de Jong. Os dois jogadores não poderão dar o contributo em campo, mas estarão com a equipa nos momentos fora do relvado.
O estágio do FC Porto será sediado na Quinta do Lago, em Almancil, e tem duração prevista entre 6 e 9 de janeiro. No último dia, o FC Porto jogará um particular à porta fechada contra o Farense.
Eis os 31 convocados do FC Porto:
Guarda-redes: Cláudio Ramos, João Costa, Diogo Fernandes e Diogo Costa;
Defesas: Thiago Silva, Jakub Kiwior, Jan Bednarek, Nehuén Pérez, Alberto Costa, Dominik Prpić, Martim Fernandes, Francisco Moura, Martim Chelmik;
Médios: Eustáquio, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Pablo Rosario, Alan Varela, Tomás Pérez, Bernardo Lima, Rodrigo Mora;
Avançados: William Gomes, Samu, Pepê, Borja Sainz, Luuk de Jong, Deniz Gül, Ángel Alarcón, Yann Karamoh, Duarte Cunha e Mateus Mide.