O antigo diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, recorreu às suas redes sociais para criticar a atual direção do Benfica.
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, recorreu às redes sociais para criticar a atual direção após o empate frente ao Braga. O ex-dirigente focou-se na perda de peso institucional do clube, sublinhando desde logo que «a liderança não é bater na mesa, liderança é fazer com que a mesa trema antes sequer de lhe tocar».
Apesar de apontar falhas à arbitragem, João Gabriel preferiu olhar para o panorama geral:
«Seria intelectualmente desonesto reduzir o eventual falhanço do Benfica à arbitragem deste jogo. O Benfica não hipotecou hoje a Champions nem o título. Hipotecou-os no dia em que deixou de perceber que, em Portugal, os campeonatos também se ganham no plano institucional».
A quebra de influência do clube também foi um dos alvos:
«Os árbitros perderam o respeito pelas regras, mas acima de tudo, perderam o respeito pelo Benfica», explicou, acrescentando que isso acontece porque sentem que as águias deixaram de ter «força, influência, capacidade de pressão e liderança».
A publicação terminou com uma mensagem muito direta ao atual presidente encarnado:
«Hoje ninguém leva Rui Costa verdadeiramente a sério nos corredores do poder do futebol português (…) Porque um presidente pode perder jogos. O que não pode perder é influência, respeito e capacidade de proteger o clube. E Rui Costa perdeu os três».
Robert Lewandowski é alvo do FC Porto para o ataque. Emblema azul e branco vê o polaco como substituto de Luuk de Jong no plantel.
O FC Porto quer selar a contratação de Robert Lewandowski a custo zero. De acordo com o diário Sport, que cita múltiplas fontes da imprensa nacional, os dragões ponderam avançar para a contratação do avançado do Barcelona.
Conta a mesma fonte que o FC Porto vê no avançado polaco o substituto de Luuk de Jong, que vai deixar o clube por questões familiares. Recorde-se que, nos dragões, já figuram os nomes de três internacionais polacos: Jakub Kiwior, Jan Bednarek e Oskar Pietuszweski.
Robert Lewandowski tem 37 anos e está em final de contrato com o Barcelona. Além dos dragões, também o Chicago Fire (MLS), o AC Milan (Serie A) e clubes da Arábia Saudita querem o internacional polaco que, nesta temporada marcou 18 golos e somou duas assistências em 42 jogos.
😯 El sorprendente nuevo destino que aparece para Lewandowski
💼 El delantero polaco va acumulando ofertas a la espera de una decisión final
O Benfica entrou em campo esta segunda-feira com a consciência de que já não havia margem para erro. O objetivo era claro: vencer para manter intacto o sonho de regressar à Champions League e salvar uma época marcada por demasiadas oscilações. Mas este encontro carregava também outro peso. Mais do que três pontos, o jogo servia igualmente como teste ao futuro. Um palco decisivo para perceber se José Mourinho, nome cada vez mais associado à saída do Benfica, poderia olhar para este projeto com ambição e confiança. A resposta, infelizmente para os benfiquistas, acabou por ser negativa.
O empate do Benfica frente ao Braga não representa apenas a perda de mais dois pontos. Representa o colapso definitivo de uma temporada falhada e o adeus às aspirações europeias mais importantes. E talvez o mais preocupante seja perceber que o Benfica nunca conseguiu verdadeiramente impor-se quando mais precisava.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
A primeira parte foi extremamente rígida, tensa, quase amarrada emocionalmente. Curiosamente, esperava-se um Braga mais desgastado depois da exigente meia-final da Liga Europa, mas a equipa minhota mostrou exatamente aquilo que tem demonstrado ao longo da época: personalidade competitiva, organização e identidade. Mesmo com ausências importantes no onze, os arsenalistas conseguiram equilibrar o encontro e retirar espaço ao Benfica.
Os encarnados tiveram posse, tentaram acelerar em alguns momentos, mas quase sempre de forma denunciada e sem grande criatividade no último terço. Faltou intensidade, faltou coragem e, acima de tudo, faltou capacidade para transformar pressão em verdadeiro domínio. O 0-0 ao intervalo espelhava um Benfica preso entre a ansiedade e a incapacidade.
Na segunda parte, a entrada da equipa encarnada até pareceu promissora. Houve uma reação mais agressiva, mais subida no terreno, mais vontade de assumir o jogo e até se chegou ao golo logo a abrir a segunda parte. Mas foi precisamente nessa fase que surgiu o golpe mais duro: o golo do Braga. Um momento que voltou a expor a enorme fragilidade emocional desta equipa.
A partir daí, o Benfica nunca mais pareceu verdadeiramente estável. Jogava mais com o coração do que com a cabeça. Havia nervosismo, precipitação e pouca lucidez. O Braga aproveitou esse cenário com inteligência e acabou por chegar ao 2-1, premiando a serenidade competitiva que manteve praticamente durante toda a noite.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O Benfica ainda respondeu quase de imediato com o 2-2, reacendendo momentaneamente a esperança nas bancadas, mas a verdade é que a sensação geral nunca mudou. O jogo ficou muito aquém daquilo que os adeptos esperavam de uma equipa obrigada a vencer e a mostrar carácter num momento decisivo da época.
Do lado do Braga, há motivos claros para orgulho. Depois de uma eliminatória europeia extremamente pesada, a equipa voltou a demonstrar maturidade competitiva, profundidade coletiva e capacidade para competir em ambientes de enorme pressão. Não vacilou, não se deixou arrastar pelo contexto e acabou por sair da Luz com uma exibição muito meritória.
E no final, inevitavelmente, ouviu-se o som da revolta. Os cânticos dirigidos a Rui Costa foram talvez o retrato mais fiel do estado emocional do universo benfiquista. Depois de mais uma época desastrosa, sem títulos de peso, sem estabilidade e agora sem Liga dos Campeões, cresce a sensação de desgaste total entre adeptos e direção – mesmo com as eleições recentes.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
A pergunta começa a ganhar força nas bancadas e fora delas: faz sentido continuar assim? Rui Costa continua a ter legitimidade histórica e democrática dentro do clube, mas o futebol vive de resultados, liderança e visão estratégica. E neste momento, muitos adeptos sentem que o Benfica perdeu precisamente essas três coisas.
O Wolfsburgo anunciou a mudança no emblema do clube. A alteração aconteceu no jogo frente ao Bayern Munique.
O Wolfsburgo mudou o seu logótipo. O clube recuperou o tradicional emblema com as ameias de um castelo. A estreia da nova imagem aconteceu na derrota frente ao Bayern Munique por 1-0.
Os adeptos pediam este regresso há mais de 20 anos. A transição nas camisolas será gradual e só ficará concluída na época 2027/28.
Apesar da alteração do emblema, a equipa tem outra preocupação. Neste momento, o Wolfsburgo luta contra a despromoção na Bundesliga.
Víctor Gómez integra a pré-lista de 55 convocados de Espanha para o Mundial 2026. Luis de la Fuente vai escolher 26 jogadores para o campeonato do mundo.
A FIFA já recebeu a pré-lista de 55 jogadores elaborada por Luis de la Fuente para o Campeonato do Mundo. Os 26 convocados finais da seleção espanhola terão de sair obrigatoriamente deste lote, não sendo permitida a chamada de atletas fora desta lista, mesmo em caso de lesão.
Na convocatória consta o nome de Víctor Gómez, lateral-direito do Braga. Com passagem pelo campeonato português figuram ainda os defesas Pedro Porro (ex-Sporting) e Alejandro Grimaldo (ex-Benfica), que se juntam a opções como Laporte, Pau Torres, Cubarsí e Huijsen.
Luis de la Fuente incluiu na lista Lamine Yamal, Nico Williams e Mikel Merino, jogadores que se encontram a recuperar de problemas físicos. O meio-campo e o ataque contam com Rodri, Pedri, Gavi, Dani Olmo, Oyarzabal, Borja Iglesias e também Alberto Moleiro.
Enrique Pérez, irmão do presidente do Real Madrid, lidera a pressão interna para garantir o regresso de José Mourinho.
Segundo avança o jornalista Ramón Álvarez de Mon, Enrique Pérez, executivo do Real Madrid e irmão do presidente Florentino Pérez, é atualmente uma das vozes que mais têm pressionado a estrutura merengue para garantir a contratação de José Mourinho.
Estes rumores ganham cada vez mais força numa altura em que o futuro do treinador português continua a ser o tema central. O Benfica empatou a duas bolas (2-2) na receção ao Braga, em partida disputada no Estádio da Luz.
🚨Enrique Pérez, directivo del Real Madrid y hermano de Florentino, es una de las personas que más han empujado por el fichaje de Mourinho. Os cuento algún detalle más en breve en el canal. pic.twitter.com/32b26SShhj
— Ramón Álvarez de Mon (@Ramon_AlvarezMM) May 12, 2026
Questionado sobre a forma como a equipa trabalhou durante a primeira semana ‘limpa’ desde os duelos com o Arsenal, e sobre a necessidade de reacender uma chama que parecia algo apagada após a queda na Europa, o treinador do Sporting não escondeu o peso emocional e físico que afeta atualmente o plantel.
Rui Borges abordou a dificuldade de entrar na mente dos jogadores na reta final de uma temporada tão exigente:
«Somar a segunda vitória depois daqueles 15 dias é importantíssimo. Dependermos de nós é o maior ar que podem ter para melhorar e ficarem mais motivados, leves mentalmente e fisicamente. O mental ajuda o físico. A parte difícil depois dos jogos com o Arsenal era respirar… Descansar, jogar, descansar, jogar. Entrámos em semanas mais normais depois de termos ficado fora dos objetivos que tínhamos. E por mais semanas limpas, a dificuldade veio depois do choque de ficarmos de fora da luta do campeonato, de não dependermos de nós para o 2.º lugar, de ficarmos tão perto das meias-finais [da Champions]… Por mais que eles queiram, é difícil ligá-los porque está lá o desgaste. Para aquilo que é o desgaste de uma época seguida, as últimas semanas são difíceis. O desgaste é enorme. Ainda para mais é ano de Mundial, jogadores ligados às convocatórias, ficarem fora dos objetivos… É difícil. Temos conseguido ajudar os jogadores aqui ou ali, mas também depende muito deles. Por mais que eu seja um bom ‘gajo’, é difícil às vezes puxá-los. O meu diálogo vai muito por aí. Por mais que queira, há coisas em que não consigo entrar na mente deles. Dependermos de nós ajuda muito e espero que isso os mantenha com a ambição e vontade elevadas para disputar o último jogo».
Questionado sobre a possível convocatória de Samuel Dahl para representar a seleção sueca no próximo Campeonato do Mundo, o treinador mostrou o seu total apoio ao jogador e deixou elogios à sua atitude e caráter, embora sublinhe que a decisão final não lhe pertence, mas sim ao selecionador nacional.
«Não sei, a decisão não é minha, é do Graham Potter. A única coisa que posso dizer é que Dahl representa bem o que é a nossa equipa, de boas pessoas, bons miúdos», começou por explicar o técnico.Com algum humor à mistura na hora de definir o perfil do atleta, o treinador fez questão de enaltecer a sua entrega constante, garantindo que o seu comportamento no dia a dia é imensamente apreciado pela equipa técnica: «Não é o Roberto Carlos da Suécia, mas é bom jogador e bom homem, alguém que o treinador respeita sempre porque dá tudo. Adorava que ele fosse».
O Benfica empatou frente ao Braga (2-2) no Estádio da Luz. José Mourinho respondeu a algumas questões em conferência de imprensa.
Após o empate do Benfica frente ao Braga a duas bolas (2-2), em partida disputada no Estádio da Luz, o ambiente de tensão vivido em torno das arbitragens e a consequente irritação demonstrada por alguns jogadores em campo foram temas de destaque no rescaldo do encontro.
José Mourinho foi questionado sobre como o balneário tem lidado com este clima adverso e as emoções à flor da pele, o técnico encarnado fez questão de enaltecer o percurso irrepreensível da equipa, que chega à penúltima jornada da liga sem qualquer derrota, e deixou rasgados elogios à atitude do seu plantel:
«Relativamente aos jogadores, acho que é muito difícil fazer aquilo que eles fizeram, ao longo da época nunca perderam a linha da entrega, do profissionalismo, da perseverança, de resiliência. E acho que o facto de estarmos a uma jornada do final e a equipa não ter ainda perdido um único jogo reflete bem o carácter da equipa. Obviamente que tivemos um par de jogos em que houve culpa nossa – o jogo com o Casa Pia e no Casa Pia – e eu não gostei nem os jogadores obviamente gostaram, ninguém afeto ao Benfica gostou. Tirando esse par de jogos, os jogadores tiveram sempre muita qualidade, nós fizemos jogos extraordinários. O jogo com o Sporting é extraordinário, o jogo enquanto foi jogo em Famalicão, aqui tiveram períodos de jogo a empurrar completamente o Braga para trás e a ter qualidade no jogo, velocidade, intensidade. A equipa cresceu muito, a equipa atingiu um nível de performance muito bom, mas como te dizia, é difícil sentir coisas e continuar a lutar. E eles sentiram coisas ao longo da época e não é fácil. E ainda agora lhes disse que obviamente que há críticas, que haverá adjetivos negativos relativamente à equipa, relativamente aos jogadores, relativamente ao treinador. Mas uma coisa são aquilo que os outros dizem, outra coisa é aquilo que nós sentimos. E aquilo que eu sinto relativamente a estes jogadores é que, pelo menos sob o ponto de vista de atitude, da humildade, do respeito, é um grupo intocável. É um grupo com o qual eu me diverti muito, com o qual eu fui para o treino sempre feliz por estar com eles. Saí do treino sempre feliz por ter trabalhado com eles. É um bom grupo de homens.»
Em conferência de imprensa, José Mourinho foi confrontado com as suas próprias declarações de 1 de março – altura em que garantira: «Quero ficar, respeitar o meu contrato com o Benfica e se quiserem renovar por mais dois anos também o assino sem discutir uma vírgula» —, o técnico foi desafiado a responder se, face a tudo o que se passou desde então, assinaria esse mesmo contrato se lhe fosse apresentado agora.
A resposta foi clara, remetendo uma decisão final para a semana seguinte ao fecho do campeonato:
«Não. Porque 1 de março é 1 de março e porque a última semana do campeonato, as duas últimas semanas do campeonato, não é para se pensar em futuro, não é para se pensar em contratos. É para se pensar na missão que nós tínhamos, que era de fazer o milagre de ficar em segundo lugar. E quando digo milagre acho que vocês percebem o que é que eu quero dizer com o milagre. E a partir do momento em que nós entrámos nesta última fase da época, com estes jogos que decidiam uma coisa importante para o clube eu decidi que não queria ouvir ninguém, que queria estar, entre aspas, isolado no meu espaço de trabalho. E depois, como eu já disse há um par de semanas, há jogo com o Estoril no sábado e penso que a partir de segunda-feira já poderei responder a essa questão, à questão do meu futuro enquanto treinador e do futuro do Benfica».