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Grito de revolta

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Mas o que vem a ser isto? As palavras proferidas por Jorge Nuno Pinto da Costa na entrevista ao Porto Canal em janeiro não fizeram qualquer sentido ou efeito. Para os mais desligados da atualidade é de notar que uma equipa como o Futebol Clube do Porto ainda não se pronunciou sobre o assunto “treinador”. Numa semana em que até o Manchester United já oficializou Mourinho ou em que já se oficializaram sete mexidas de treinadores na primeira liga, a SAD dos Dragões continua a ser vítima de rumores nos jornais desportivos e continua a oferecer uma dose máxima de preocupação aos seus adeptos.

Confesso que sou uma pessoa paciente. Não me alarmei com o discurso de José Peseiro no final da Taça de Portugal, em que o mesmo disse que já estava a preparar a próxima época há algum tempo, porque acreditei, ingenuamente, que a SAD azul e branca tinha acordado e que já não andava a dormir. Também não me preocupei durante os primeiros dias da semana porque o FC Porto participou num jogo de final de época em que Marega mostrou a qualidade fenomenal que tem (para os mais desatentos esta afirmação é fruto de uma ironia gigantesca). Mas agora, tal como toda a nação portista, preocupo-me. Até o SL Benfica, que foi campeão, já se movimentou no mercado, nomeadamente com a venda de Renato Sanches, e até o Sporting CP já renovou com Jorge Jesus. Estes rivais fizeram uma época melhor que o FC Porto a todos os níveis e já estão a mostrar que estão a preparar a próxima época. Já os Dragões ficam-se pelas palavras de José Peseiro e sem nenhuma atitude da SAD.

Não rasguem a receita!

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Nunca concordei – tal como não concordo – com todas as decisões tomadas pelas direcções presididas por Luís Filipe Vieira. Aliás, discordei – tal como discordo – de muitas dessas opções que, directa ou indirectamente, influenciaram o desenvolvimento desportivo da instituição, nas suas mais variadas vertentes. No entanto, a memória não me permite ser ingrato, nem ignorar aquilo que tem de ser considerado, sem quaisquer dúvidas, ao longo de década e meia, como um progresso significativo: o Benfica está, actualmente, (muito) mais perto daquilo que conheci em criança e que espero, um dia – o mais rapidamente possível – ver existir de novo.

Refiro-me, obviamente, em primeiro lugar, ao futebol do clube – um tricampeonato jamais poderá ser desvalorizado (nem que seja, somente, pelo hiato de 39 anos desde o anterior). Importa, todavia, olharmos numa perspectiva mais alargada. Neste momento, o Benfica é candidato ao título de campeão, lutando por ele na prática e até ao fim, em todas as modalidades de relevo praticadas em Portugal. Resumindo: o Benfica é finalista – campeão ou vice-campeão – no futsal, hóquei em patins, basquetebol, voleibol, atletismo e, também agora, após uma alteração de paradigma muito próxima com a do futebol, no andebol. É verdade que nem sempre é possível ganhar; porém, a saúde desportiva do Benfica, a uma escala verdadeiramente eclética, é exclusiva, notável, invejável e inigualável por qualquer outro clube no nosso país (e muito rara a nível europeu).

A busca pelo sucessor de Luísão terminou no Seixal Fonte: SL Benfica
A busca pelo sucessor de Luísão terminou no Seixal
Fonte: SL Benfica

Existem segredos para o sucesso. Em todas as modalidades acima enumeradas – onde incluímos o futebol –, o Benfica atravessou períodos difíceis, afastado do lote de favoritos e, em alguns casos, do de reais candidatos ao título. Com trabalho, humildade e paciência, beneficiando do peso da marca que carrega, do apoio incondicional e característico dos seus sócios e adeptos, cada secção e cada equipa foram crescendo gradualmente até atingir o topo no seu contexto competitivo – através de projectos autónomos, bem sustentados e apoiados pela direcção, eficientes e eficazes e, acima de tudo, com um forte pendor para a formação de crianças e jovens atletas. O actual panorama não é totalmente perfeito – seria caso vencêssemos, sem apelo nem agravo, em todas estas modalidades; no entanto, não caminhamos sozinhos e, para já, ainda com muito trabalho pela frente, podemos fazer um balanço positivo e extremamente satisfatório.

O Mundo Sabe o que é o Sporting CP

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O futebol português está de boa saúde e é isso que me agrada. Se é verdade que o FC Porto está a passar uma fase mais conturbada da sua vida, não deixa de ter o reconhecimento que lhe é devido no mundo do futebol. Tirando isso a verdade é que as equipas portuguesas estão cada vez melhores e se é verdade que fomos muito bem representados nas competições europeias, nomeadamente através do SC Braga e do SL Benfica, não deixa de ser um facto que o próprio campeonato português foi bastante renhido e demonstrou a qualidade não só das várias equipas mas dos próprios jogadores e treinadores.

Claro que um campeonato assim desperta a atenção dos grandes tubarões desejosos de gastarem os seus maços de notas em mão de obra boa e alegadamente barata. Mas, se há uns tempos o leão estava velho e demente, revitalizou com o sangue novo e, tal qual o mundo animal, começa a conquistar território nesta savana que deixa claques e adeptos em êxtase. E aqui Bruno de Carvalho é peremptório; a época da caça em saldos no reino do leão acabou.

Porque o Sporting não é uma empresa de formação ou de workshops para dar competência técnica, um certificado, e depois lançar os miúdos no mundo profissional, mas sim uma empresa (clube) de prestígio, com selo de qualidade e competências na formação de talentos. Esses talentos têm de ser desenvolvidos, potencializados, aproveitados, valorizados e rentabilizados. Nesse sentido, quando os tubarões vêm ao reino do leão com a garantia de que aqui vão encontrar os jogadores especializados que procuram, então têm de saber que isso é algo que custa um bom dinheiro e que o clube terá de ser bem recompensado por abdicar dos seus jogadores. Caso contrário, se abdicarmos dos nossos jogadores a preço de saldo, relembrando aqui a venda de Daniel Carriço, voltaremos ao estado do leão demente: vamos estar a trabalhar para os outros, admitindo que na verdade somos apenas um clube satélite, a formar jogadores de topo para os outros os rentabilizarem, pretensiosamente grande, mas não passamos de “Big In Japan”.

Tudo para dar certo

Cabeçalho Liga Inglesa

O namoro já durava há cerca de 5 meses, depois de um deles se ter divorciado. Sozinho, embora feliz, sabia do seu valor, do quão bom partido ele seria para quem precisasse de alguém com quem partilhar “casa”, embora não precisasse de ninguém. Foi muito assediado, logicamente, mas houve alguém especial, alguém que partilhava valores semelhantes aos dele, com uma reputação social condizente e que lhe poderia oferecer o estilo de vida ao qual ele estava habituado. Esse alguém, cujo casamento de 2 anos, sem filhos do sucesso que se apregoava ser este casal, estava cada vez mais saturado, e não teve pejo em pegar naquele “bom partido”.

Começaram a falar, sem nunca se envolverem. Havia compromisso de que iria resultar, iria dar certo, apenas queriam esperar pela altura certa para não “magoar” ninguém. Foram longos 5 meses, primeiro de lua-de-mel, depois com as primeiras discussões, até ambos terem a certeza de que estavam mesmo destinados um para o outro. E acontece o anúncio.

A 27 de Maio de 2016, José Mourinho é oficialmente anunciado como treinador do Manchester United. Louis Van Gaal deixara, afinal, um “filho” (FA Cup), e conseguiu despedir-se com glória, como tanto desejara, valendo-lhe a pena os 5 meses de convivência com alheamento emocional entre as partes – a conquista colocou, a jeito, uma afirmação que lhe permitirá ter, nem que seja só no seu imaginário, uma ou outra impressão digital em troféus futuros: “acredito que os pilares que permitirão ao clube crescer e atingir ainda mais sucesso estão no devido lugar”.

José Mourinho encontra um clube que faz todo o sentido. Um “match” natural entre duas das maiores marcas (a forma como o Chelsea preservou os direitos de imagem do treinador português e o conflito de interesses entre duas grandes marcas mundiais de automóveis que adiou o anuncio da sua contratação só nos pode levar a achar isso mesmo) do futebol mundial e, acima de tudo, entre dois nomes que significam títulos e vitórias para quem com eles caminham. Dois vencedores, juntos.

Revista do Euro’2016: Itália

Cabeçalho Futebol Internacional

A 14.ª seleção do ranking da FIFA já viveu melhores dias. Há exatamente dez anos, no Mundial de 2006, que se disputou na Alemanha, a “Squadra Azzurra” sagrava-se campeã mundial pela quarta vez na sua história – ganhara a competição em 1934, 1938 e 1982 –,depois de bater a França nas grandes penalidades, num jogo que ficará para sempre na memória de quem o viu, mais não seja pela cabeçada de Zinédine Zidane a Marco Materazzi.

Hoje, a seleção italiana está longe de ter a força de outros tempos, é certo, mas é uma equipa que, pela qualidade de vários dos seus jogadores, deve sempre ser tida em linha de conta, mesmo pelas seleções mais fortes e favoritas à conquista do Euro 2016. À partida, a Itália não é uma delas, mas provavelmente também não o era em 2012 e acabou por chegar à final do Campeonato da Europa desse ano, onde foi derrotada pela Espanha por expressivos 4-0.

A fase final seguinte – o Mundial de 2014, no Brasil – acabaria por se revelar desastrosa, com os italianos a ficarem pela fase de grupos, onde terminaram atrás da surpreendente Costa Rica e do Uruguai, com apenas três pontos em outros tantos jogos disputados. A qualificação para o Euro 2016, porém, trouxe uma seleção italiana diferente. No mínimo, mais ganhadora. Numa caminhada sem muitos sobressaltos, a turma de Antonio Conte ficou com o primeiro lugar do grupo H com 24 pontos em dez partidas, ficando à frente da Croácia, que somou apenas menos quatro pontos, pelo que se qualificou diretamente para o Europeu – competição que venceu somente uma vez, no já longínquo ano de 1968 -, que se vai realizar em França entre dez de junho e dez de julho. Na prova, os transalpinos irão jogar o grupo E na companhia da Bélgica, da Suécia e da República da Irlanda.

Jesus, O Anticristo

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Começo este texto por dizer que não gosto de Jorge Jesus. E, se o agora treinador do Sporting, porque acho que este clube o quer efectivamente como treinador, estiver a ler isto, peço desde já desculpa, mas tenho direito à minha opinião.

Para mim, Jorge Jesus não se enquadra minimamente neste contexto em que vive a população portuguesa, do politicamente correcto, do “Sr. Doutor” para qualquer licenciado ou qualquer senhor de gravata que te apareça à frente.

O homem tem um ego que não o deixa ver para além do espelho lá de casa, e para ajudar ainda tenta rebaixar os seus colegas de profissão. A culpa não é só dele, porque os jornalistas o conhecem e conseguem encaminhar o seu discurso para onde mais gostam de o ouvir, mas ele também já deveria saber responder unicamente com conhecimento de todos os factos que lhe descrevem os supostos profissionais de “informação”.

Como já disse, nunca gostei e continuo a não gostar da personalidade de Jorge Jesus.

Um treinador de sonho na sua "cadeira de sonho" Fonte: Sporting CP
Um treinador de sonho na sua “cadeira de sonho”
Fonte: Sporting CP

Já pedi desculpa por estar a exteriorizar esta minha opinião, mas se calhar nem precisava, porque para ele isso é “piners” e pouco lhe importa o que os outros pensam, muito menos eu.

Mas, pensando bem, eu nem preciso de gostar dele pelo seu lado humano; preciso, sim, de gostar da qualidade dele como profissional.

Quanto ao profissionalismo, nunca gostei dele até há um ano atrás, porque ele insistia em ganhar jogos, principalmente ao Sporting. Mas vindo mais atrás, porque fez um bom trabalho em Belém, voltou a repeti-lo em Braga, e mais recentemente em São Domingos de Benfica até colocou uma equipa a jogar e ganhar onde até ali só havia uns jogadores que uma vez ou outra lá se lembravam de fazer umas graças com a bola (acho que até ajudou a valente estrutura a ganhar uns títulos. Estrutura que até ali, em termos de títulos, valia pouco mais que “bola”).

Portugal fora da elite mundial

Cabeçalho modalidades

Dez etapas depois, e pela primeira vez na sua História, Portugal não conseguiu garantir a permanência no Circuito Mundial de 7s, prova que reúne as melhores selecções de Sevens a nível mundial. Era necessário quase um milagre para ultrapassar os nossos rivais russos, e os Linces não só não foram capazes de o fazer como se deram ao luxo de perder todas as partidas disputadas na etapa londrina.

Portugal até entraria bem no torneio, com uma excelente postura na abertura do primeiro jogo, frente ao Quénia, do qual até sairia para o intervalo com um convincente 17-5, após dois ensaios de Pedro Leal (e uma conversão) e um de Vasco Fragoso Mendes. Mas os quenianos na etapa complementar acelerariam e não haveria pernas capazes de os segurar. O resultado final foi conquistado pelos africanos nos segundos finais, para desespero dos comandos lusos. 22-17, um resultado que em nada nos interessava. No segundo duelo, frente à França, os Linces nunca se encontrariam e as suas falhas defensivas iriam sendo punidas com toques de meta dos campeões europeus em título.

Nuno Sousa Guedes e Vasco Fragoso Mendes marcariam cada um o seu ensaio, com Pedro Leal a converter os dois – muito pouco face aos 45 pontos alcançados pelos franceses. No terceiro – e último – jogo da fase-de-grupos a História iria repetir-se e Portugal não teria armas para combater o favoritismo escocês. Pedro Leal marcaria o seu ensaio n.º 100 nas World Rugby Sevens Series ainda na primeira parte e Tiago Fernandes conquistaria o seu ensaio já na segunda. Ambos os ensaios foram convertidos pelo capitão das Quinas, mas a Escócia já ia lançada no comando do marcador. 31-14, resultado final. Uma vez mais Portugal sairia da fase-de-grupos da competição sem somar qualquer vitória.

Revista do Euro’2016: Irlanda do Norte

Cabeçalho Futebol Internacional

Até Setembro de 2005, a Irlanda do Norte futebolística era sinónimo de George Best. A equipa era frágil, muito permeável defensivamente e inoperante a nível ofensivo, estando, inclusive, 10 jogos sem vencer, um recorde na altura. Porém, em Setembro de 2005, George Best deixou de ser o único herói conhecido desta selecção. David Healy. Numa noite mágica, sem que nada o fizesse prever, Healy marcou o único golo da vitória sobre a Inglaterra num jogo de qualificação para o Mundial 2006. A partir daí, tudo mudou. A procura de bilhetes para os jogos da selecção aumentou e o ambiente em cada partida tornou-se incrível nos jogos em casa… e não só, ajudando a equipa a derrotar, por exemplo, a Espanha, um ano depois, na qualificação para o Euro 2008, ganho precisamente pela “Roja”. O resultado fixou-se em 3-2, os golos dos norte irlandeses foram assinados por David Healy.

Tudo mudou, e a Irlanda do Norte deixou de ser o patinho feio dos grupos que integrava, ainda que não lograsse nenhuma qualificação para uma grande competição, depois dos três mundiais em que participara nos longíquos anos de 1958, 1982 e 1986.

Esteve perto de se qualificar para o Euro 2008 (David Healy foi o melhor marcador de toda a qualificação, com 3 golos de vantagem para o croata Eduardo e 5 para… Cristiano Ronaldo), mas foi superada pela Suécia, que beneficiou, diga-se, de uma vitória na secretaria diante da Dinamarca, sendo esses três pontos decisivos para cavar o fosso para aquela que seria a histórica qualificação norte-irlandesa para um Europeu. Não aconteceu aí, e foi preciso esperar 8 anos para que se verificasse.

Aguarda-se, portanto, com imensa expectativa o dia 12 de Junho de 2016, dia em que a armada verde e branca se estreará em Europeus, diante da Polónia. Um direito que ganhou depois de uma fase de qualificação quase irrepreensível, a qual liderou com 21 pontos à frente de adversários como a Roménia, a Hungria ou a Grécia, vencendo 6 dos 10 jogos que disputou e perdendo apenas um numa campanha inspiradora.

“És o nosso paraíso terreno…”

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De uma letra criada para a inauguração do novo estádio do Sporting CP até a um problema que incomoda a grande maioria dos Sportinguistas vai uma (muito) curta distância.

Desde o primeiro minuto disputado na inauguração do novo José Alvalade que a má qualidade do relvado tem vindo a ser uma questão recorrente. Naquele famoso jogo em que o teenager Cristiano Ronaldo deixou rendida a seus pés toda uma equipa do Manchester United, um dos poucos problemas vislumbrados nesse momento foi o tapete de jogo, algo que ao longo dos anos foi subsistindo e até proporcionou situações embaraçosas e caricatas.

O vexame que foi a solução encontrada por Paulo Pereira Cristóvão num clássico frente ao FC Porto dificilmente será esquecido tanto pelos Sportinguistas como pelos rivais. Pior ainda é apresentar um relvado sem condições numa Liga dos Campeões em que cada jogo é visto por milhares de pessoas.

O tema "O Mundo Sabe Que" veio dar uma dimensão abismal ao que é um jogo em Alvalade Fonte: Sporting CP
O tema “O Mundo Sabe Que” veio dar uma dimensão abismal ao que é um jogo em Alvalade
Fonte: Sporting CP

Já se mudou de marca e de estilo de relva; já se pensou em soluções radicais, como a colocação de um relvado sintético (algo que felizmente não avançou), e em tratamentos à base de painéis solares e ventoinhas. Nenhuma solução vingou, apesar dos milhares de euros despendidos no processo.

Por isso, é com agrado que vejo que a direcção do clube está – mais uma vez – atenta e decidiu fazer obras a uma escala superior a qualquer outra já realizada desde a inauguração do recinto em 2003.

Pela Internet fora encontramos soluções que tornariam o nosso estádio ainda mais bonito, tanto por dentro como por fora. À semelhança do que acontece com o relvado, nenhum Sportinguista morre de amores pelo fosso que distancia os adeptos dos jogadores. 

As assistências em Portugal em 2015/16

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Depois de mais uma temporada desportiva, é tempo de analisar os dados relativos às assistências dos 18 clubes portugueses na época 2015/16, tendo por base os jogos do campeonato e da Taça da Liga.  Nesta análise estão apresentados três variáveis, sendo que a média de espectadores define a classificação final da lista. Além desta estatística, estará também disponível o total de espectadores, bem como a taxa de ocupação do estádio de cada clube.

Numa visão mais global sobre as assistências nos estádios portugueses, podemos ver que todos os índices demonstram – pela terceira temporada consecutiva – uma clara subida nos valores médios e globais. Como explicação para este aumento podemos enunciar a boa temporada realizada pelos grandes de Lisboa e também pelas políticas acertadas de GD Estoril, FC Arouca e SC Braga (entre outros), que promoveram descontos e até entradas gratuitas em alguns jogos do campeonato.

Como seria de esperar, o SL Benfica é o clube com maior número de adeptos no seu estádio; seja em média de adeptos por encontro ou na totalidade dos jogos disputados no seu recinto. Em segundo lugar aparece o Sporting CP que veio bater todos os seus recordes de assistência desde que foi inaugurado o novo estádio em 2003. O FC Porto completa o Top 3  no que diz respeito a estes dois pontos, apresentando uma subida em relação à temporada anterior mas longe dos rivais lisboetas.

Já o clube com maior taxa de ocupação é um verdadeiro “campeão surpresa”. O CS Marítimo conseguiu ultrapassar Sporting e Benfica, 2º e 3º lugares respetivamente, e aparece como o clube com uma maior ocupação do seu recinto. Analisando o porquê desta vitória “inesperada” percebemos que o Estádio do CS Marítimo está em obras e, como tal, a sua ocupação máxima encontra-se provisoriamente reduzida.

No total, no que diz respeito ao número de espectadores, estão contabilizados 3434200 pessoas, com uma média por jogo de 188626 e uma taxa de ocupação de 45%. Em relação aos últimos anos, pode-se verificar (no quadro em baixo) que há uma clara subida do número de espectadores:

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