Última horaTorreense ‘Til I Die On The Beach
Publicidade

Olheiro BnR: Filipe Cruz

Tiago Serrano · 1 min

Filipe Cruz tem 18 anos, é lateral direito e capitão da equipa sub-23 do SL Benfica e um dos destaques da Liga Revelação 2020/2021.
Foto: SL Benfica

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Filipe Cruz nasceu no dia 19 de Fevereiro de 2002. Este jogador iniciaria o seu percurso no SL Benfica aos 12 anos na temporada de 2014/2015, tendo sido campeão nacional de iniciados em 2016/17 e campeão nacional de juvenis em 2018/2019.

Iniciou a sua carreira como extremo direito, mas com o passar dos anos, foi recuando até lateral direito, posição onde viria a fazer sobressair as suas qualidades e a afirmar-se como um dos mais promissores jogadores da sua geração.

Filipe Cruz é também presença assídua na selecção nacional do seu escalão, tendo representado a equipa das Quinas no Campeonato da Europa de sub-17 em 2019, onde fez quatro jogos e marcou um golo.

Filipe Cruz destaca-se por ser um lateral direito de grande propensão ofensiva. Tem uma grande capacidade para se associar com os colegas de equipa no ataque. Também é um lateral competente defensivamente, embora ainda tenha muito mais para crescer neste aspecto.

Filipe Cruz destaca-se também por ser um grande executante de lances de bola parada, destacando-se sobretudo na cobrança de livres directos, onde aplica remates de muito efeito. Também é um jogador muito forte nos remates de meia distância.

Filipe Cruz é na minha opinião, o lateral mais promissor que há na formação do Benfica. Desde a época passada que tem vindo a ser aposta na equipa de sub-23, sendo actualmente o capitão da equipa orientada por Luís Castro.

Filipe Cruz ainda precisa de ganhar uma boa experiência na equipa B até estar apto para se afirmar na equipa principal, numa posição carenciada nos encarnados desde a saída de Nélson Semedo.

Tiago Serrano

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.