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7 abandonos que já marcaram o Tour de France 2018

José Baptista · 2 min

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Depois de uma primeira semana com menos vítimas que o habitual, as montanhas já estão a fazer mossa no Tour de France. Neste artigo, olhamos para sete ciclistas que já disseram adeus ao Tour e, com isso, se perdeu um bom contributo que ainda podiam dar.

1.

Fonte: Critérium du Dauphiné

Richie Porte – Na temida etapa do paralelo, o australiano caiu ainda antes de se chegar ao piso empedrado e, pelo segundo ano consecutivo, foi embora para casa mais cedo, voltando a não ter oportunidade de confirmar no terreno mais duro o seu estatuto de candidato à vitória.

2.

Fonte: Team Dimension Data/Stiehl Photography

Mark Cavendish – Não está a ser uma época fácil para o sprinter britânico. O ex-campeão do mundo teve várias quedas que o colocaram de repouso durante a maior parte do ano e, chegado ao Tour, ainda não tinha sido capaz de lutar pela vitória. Ainda assim, parecia estar a sprintar melhor de dia para dia, mas não pode tentar mais, já que chegou fora do tempo limite na segunda etapa alpina.

3.

Fonte: EF Education First – Drapac p/b Cannondale

Rigoberto Uran – Segundo no Tour em 2017, o colombiano aparecia no Tour como um claro candidato à vitória e tudo estava a correr de forma excelente até à etapa do paralelo, em que uma queda não só o fez perder tempo como o lesionou, pelo que viria a abandonar dois dias depois, após ter tentado subir com os melhores, mas percebido que as dores não lho permitiam.

4.

Fonte: AG2R La Mondiale

Tony Gallopin – O polivalente francês que já venceu etapa e andou de amarelo no Tour era um dos principais apoios de Romain Bardet, que se vê cada vez mais isolado. É que a desistência de Gallopin no último dia nos Alpes foi a terceira na AG2R, deixando Bardet com apenas quatro colegas de equipa e cortando também as asas a Pierre Latour que poderá assim perder a sua liberdade para lutar pela camisola branca e ter de sacrificar por Bardet.

5.

Fonte: Le Tour de France

Dylan Groenewegen – Não começou da melhor maneira, mas rapidamente mostrou ao que vinha e venceu duas etapas ao sprint na primeira semana da prova. Numa época em que se está a afirmar claramente – a par de Elia Viviani – como um dos melhores do mundo no sprint, foi mais um a não resistir aos Alpes e não poderá repetir a vitória de 2017 nos Campos Elísios.

6.

Fonte: Getty Images/Quick-Step Floors Cycling Team

Fernando Gaviria – O colombiano foi o primeiro líder do Tour, vencendo na sua etapa de estreia na Grande Boucle. Rapidamente dobraria a sua conta e mostrar-se-ia ainda surpreendentemente bem no dia do paralelo. Mas aquele que era a grande ameaça a Sagan na luta pela camisola verde também sofreu com a montanha e abandonou na terceira jornada pelos Alpes.

7. 

Fonte: Milano-Sanremo

Vicenzo Nibali – Um dos melhores ciclistas da sua geração e um claro candidato a vencer o Tour. Na subida ao Alpe d’Huez, quando seguia com os melhores, a fita da câmara fotográfica de um espectro prendeu-lhe o guiador e foi ao chão. Ainda prosseguiu corrida e fez uma fantástica recuperação para perder apenas uns segundos para o camisola amarela, mas no final os exames médicos revelaram uma fratura e forçaram o campeoníssimo italiano a dizer adeus.

Foto de Capa: Le Tour de France

José Baptista

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