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10 – Ryan Harrison

É norte-americano e, no início de carreira, era considerado uma grande esperança e o futuro do ténis do seu país. Ocupa atualmente o 47º posto do ranking ATP, mas conseguiu o seu máximo de carreira (43º) em 2012.
Aos 19 anos já entrava no top-100 mundial, mas a consolidação entre a elite do ténis não tem sido fácil, chegando mesmo a estar fora do top-150, na época passada. Agora, com 24 anos, atingiu a sua primeira final ATP, após sete meias-finais perdidas, tendo conquistado o primeiro título profissional no mesmo torneio, ao derrotar o georgiano Nikoloz Basilashvili, na final do torneio de Memphis (ATP 250).
9 – Kyle Edmund

É britânico e tem apenas 22 anos. Era considerado uma das estrelas da Next Gen (jogadores com 21 anos ou menos e classificados no top-200 ATP) e atingiu o seu máximo de carreira (40º lugar) no ano passado, após chegar às primeiras meias-finais ATP. Neste momento, ocupa o 45º posto.
Fez dupla com o português Frederico Silva e, com ele, conquistou dois títulos de Grand Slam no escalão júnior (US Open 2012, ao derrotar Nick Kyrgios e Jordan Thompson, e Roland Garros 2013, ao derrotar Christian Garín e Nicolás Jarry).
8 – Gilles Müller

Gilles Müller é luxemburguês e tem 33 anos, mas conquistou o primeiro torneio ATP apenas este ano, ao derrotar o britânico Daniel Evans na final do torneio de Sydney (ATP 250). O ano passado, chegou à final do torneio de Newport, saindo derrotado no fim de uma duradoura batalha com o gigante Ivo Karlovic. A esta, juntam-se mais quatro finais perdidas.
Em Portugal, chegou aos quartos-de-final da edição de 2015 do Estoril Open, mas perdeu frente a Pablo Carreño Busta.
7 – Albert Ramos-Viñolas

O espanhol de 29 anos atingiu, recentemente, a sua melhor classificação na hierarquia mundial: 24º posto, em Fevereiro deste ano.
Apesar da boa classificação no ranking e da consolidação no top-100 mundial, Ramos-Viñolas conta apenas com um título ATP na carreira, alcançado em Bastad, na Suécia, no ano passado. Na final, derrotou o compatriota Fernando Verdasco, por 6-3 e 6-4.
6 – Pablo Carreño Busta

O tenista espanhol, que alcançou este mês o seu máximo de carreira (19º lugar da hierarquia), foi o vice-campeão da edição de 2016 do Estoril Open, tendo apenas sido derrotado na final pelo compatriota Nicolás Almagro. Este ano regressa a Portugal como o segundo mais cotado (pelo menos até à data de publicação deste artigo) da lista de inscritos.
O ano passado, para além da final atingida no Estoril, o espanhol de 25 anos conquistou os dois primeiros títulos ATP da carreira (em Moscovo e Winston-Salem). Recentemente, foi finalista derrotado do Rio Open, na final em que teve como oponente o jovem talentoso Dominic Thiem.
5 – Benoît Paire

É um tenista francês, de 27 anos, conhecido por ser muito temperamental, mas bastante talentoso. É capaz do melhor e do pior num pequeno espaço de tempo.
Conseguiu o primeiro e único troféu em torneios ATP em 2015, ao derrotar Tommy Robredo, no Torneio de Bastad (ATP 250), na Suécia. Neste momento ocupa o 39º posto da hierarquia mundial, mas atingiu a sua melhor classificação no início de 2016: o 18º lugar do ranking.
4 – João Sousa

João Sousa dispensa apresentações. Cinco presenças em finais e dois títulos em torneios ATP 250 fazem dele o melhor tenista português de todos os tempos. Outras boas prestações em ATP’s 500 e Grand Slams colocam-no de forma consolidada no topo da elite mundial, ocupando, neste momento, a 35ª posição da hierarquia. O momento mais alto da carreira surgiu em maio do ano passado, quando chegou ao 28º posto (máximo de carreira).
Já no Estoril Open, o tenista português de 27 anos não tem tido prestações brilhantes e, por isso, esperemos que seja este o ano de mostrar o que vale no seu país.
3 – Nick Kyrgios
Irreverente e controverso mas muito talentoso, o australiano Nick Kyrgios é uma das figuras máximas da Next Gen, ao lado de nomes como Alexander Zverev e Dominic Thiem. Ocupa, até ao fim da escrita deste artigo, o 16º posto do ranking mundial, mas o seu máximo de carreira é o 13º lugar alcançado em Outubro do ano passado.
O “jovem rebelde” de apenas 21 anos já tem no seu historial três títulos ATP, todos conquistados em 2016. Em Portugal, chegou à final do Estoril Open, em 2015, na qual saiu derrotado pelo francês Richard Gasquet por 3-6, 2-6.
É, na minha opinião, a grande atração do torneio, a par do argentino Juan Martín del Potro.
Uma coisa é certa: ninguém fica indiferente ao australiano. O espetáculo está garantido.
2 – Richard Gasquet

É um nome incontornável da elite do ténis mundial nos últimos anos e também não precisa de muitas apresentações. Desde 2005, já conquistou 14 títulos ATP, chegando assim ao Estoril Open como o tenista com mais troféus conquistados. Os mais recentes foram vencidos em 2016 (Antuérpia e Montpellier, torneios ATP 250).
Em Portugal, o gaulês de 30 anos foi vencedor da edição de 2015 do Estoril Open. Ocupa, neste momento, o 22º posto da hierarquia mundial, mas chegou a estar na sétima posição, em 2007.
Eu, particularmente, aprecio o estilo de jogo de Gasquet e, por isso, completa o meu top-3 desta edição do torneio.
1 – Juan Martín del Potro

Juan Martín del Potro é daqueles nomes que assenta bem a qualquer torneio e foi o primeiro a ser anunciado e confirmado para esta edição do Estoril Open.
Já foi número quatro mundial, em 2010, mas uma série de lesões afastaram-no dos courts e do top-100 durante algum tempo, ocupando agora o 34º lugar do ranking.
O argentino é conhecido como a “Torre de Tandil” (1,98m) e, particularmente, pela sua potência. Ao longo da sua carreira, já acumulou 19 títulos, incluindo o US Open em 2009 e o Estoril Open em 2011 e 2012.
Para mim, está no top-3 das grandes atrações desta edição do torneio português.
Artigo revisto por: Francisca Carvalho












