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[tps_title]10.º Bogdan Stancu[/tps_title]

Stancu é desconhecido, e nem sequer pode ser adjetivado de “ilustre”. Já com 28 anos no bilhete de identidade, vai estar pela primeira vez num grande competição, com a seleção da Roménia, e pode ser uma agradável surpresa. Ainda que não tenha a titularidade garantida e que a equipa romena não almeje a uma grande campanha, a sua média no Gençlerbirligi augura boas sensações para o avançado, que pode jogar no eixo ou na ala. Soma nove golos em 37 internacionalizações.
[tps_title]9.º Kyle Lafferty[/tps_title]

Também na casa dos 28 surge um ponta-de-lança à moda antiga, que já é um clássico norte-irlandês. Kyle Lafferty estreou-se pela equipa nacional em 2006 e tem sido um verdadeiro habitué desde então. Com uma carreira discreta a nível clubístico, esteve em alta entre 2008 e 2012, no Glasgow Rangers; agora, joga no Championship inglês, ao serviço do Norwich. Tem no Europeu a oportunidade de voltar a ser falado.
[tps_title]8.º Sigthórsson[/tps_title]

Após tantos anos na Holanda, Kolbein Sigthórsson já é visto como um avançado veterano, mas a verdade é que conta apenas 25 primaveras. Ou invernos, visto que estamos a falar do ponta-de-lança titular da seleção da Islândia, uma das estreantes em competições internacionais. A época não lhe está a correr particularmente bem: marcou um golo em 14 jogos pelo Nantes, mas pode voltar a despontar em França. Possante e nada tosco, um nome a ter em conta numa seleção que já provou ter bons princípios de jogo.
[tps_title]7.º º Graziano Pellè[/tps_title]

O veterano desta lista é mesmo Graziano Pellè, que só nas últimas épocas parece ter reunido as luzes da ribalta em seu redor. O italiano do Southampton tem sido primeira opção de Antonio Conte na squadra azzurra, e, apesar de não estar a ser o goleador-mor de que a sua seleção precisa, compensa com o trabalho e qualidade de jogo que empresta à equipa. Não será garantidamente titular no Euro, mas terá tempo e espaço para brilhar.
[tps_title]6.º Romelu Lukaku[/tps_title]

Após um Campeonato do Mundo em bom plano, no Brasil, esta pode ser a oportunidade de ouro para um jogador que prometeu mundos e fundos aos 16 anos mas que, aos 22, aparenta ter estagnado parcialmente. No entanto, face ao momento menos prolífico de Benteke e Origi, Lukaku poderá ter a oportunidade de assumir as despesas goleadoras da seleção da Bélgica, que se situa na segunda linha de favoritos. Potência, força e pontaria afinada são os atributos no currículo do ponta-de-lança do Everton. A seguir com atenção, em junho.
[tps_title]5.º Artem Dzyuba[/tps_title]

Outro jogador com uma ascensão adiada: depois de boas épocas no Spartak Moscovo, perdeu-se em sucessivos empréstimos e só agora, no Zenit de André Villas-Boas, está a atravessar o período de afirmação plena. Com isso, conquistou a titularidade na seleção da Rússia e a veia matadora está em alta. Se o Campeonato da Europa correr bem à Rússia, Dzyuba deverá estar na linha da frente das principais figuras.
[tps_title]4.º Jamie Vardy[/tps_title]

O “senhor recorde” e o avançado do momento. Jamie Vardy protagonizou uma ascensão meteórica desde os escalões amadores de Inglaterra até à Premier League e promete não parar por aqui. A presença nos 23 da seleção de Roy Hodgson é certa e, ainda que a titularidade não o seja, promete fazer jus à sua média de golos e faturar, independentemente do tempo de jogo. Aos 28 anos, tem a concorrência de Rooney e Harry Kane, mas os seus argumentos estatísticos são superiores aos de… Todos os outros.
[tps_title]3.º Harry Kane[/tps_title]

Está um lugar acima de Vardy no ranking porque parece ter alguns pontos extra na corrida à titularidade do que o homem do Leicester City. Ainda bastante jovem, esta será a primeira grande oportunidade de brilhar que terá e não quer deixar os créditos por mãos alheias. O complemento perfeito do capitão Wayne Rooney parece estar de regresso aos golos depois de um arranque de temporada titubeante.
[tps_title]2.º Anthony Martial[/tps_title]

Dispensa apresentações: Martial passou de quase anónimo a superestrela do futebol mundial à conta dos 80 milhões que custou ao Man. United. Polivalente na frente de ataque, terá sempre esse peso em cima dos ombros, mas parece capaz de aguentar a responsabilidade. Pelo menos não se amedrontou em Old Trafford e, caso Benzema continue na berlinda à conta de todos os problemas extra-futebol que tem acumulado, a sua importância será mesmo vital para as aspirações anfitriãs. Será o Europeu o exame final à sua maturidade precoce?
[tps_title]1.º Álvaro Morata[/tps_title]

E, por fim, um avançado que é já um jogador de corpo inteiro. Se tivermos em conta o péssimo momento de Diego Costa, é de todo natural que Morata seja o titular da seleção campeã da Europa. Móvel, forte e goleador, reúne todos os predicados que podem fazer de si uma das figuras do Euro 2016. Tem sido um dos nomes de proa da Juventus de Allegri e, salvo algum imprevisto de última hora, será o ponta-de-lança titular da esquadra de Del Bosque, uma das melhores do Mundo.













