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[tps_title]10.º David Alaba[/tps_title]

O jogador austríaco, de apenas 23 anos, é uma figura incontornável do Bayern München e o nome maior da atrevida seleção da Áustria. Titular pelo clube desde 2011, Alaba é considerado por muitos o melhor defesa esquerdo do mundo e o melhor jogador polivalente da atualidade (pode atuar como lateral, central, médio ala, médio defensivo, médio centro ou extremo).
Alaba é internacional desde 2009 e já leva 11 golos pela sua seleção. Esta temporada já leva um total de 24 jogos e mais de 2000 minutos, tendo apontado três golos. Com uma média de 42 jogos por época, o defesa do Bayern tem já com tenra idade um currículo invejável:
A nível internacional: um Campeonato do Mundo de Clubes, uma Liga dos Campeões e uma Supertaça Europeia.
A nível nacional: quatro Bundesligas, três DFB Pokal e dois DFL- Super Cup.
Com isto tudo, posso dizer que David Alaba é um dos nomes a ter em conta na corrida para o futuro melhor jogador do mundo.
[tps_title]9.º Thiago Alcântara[/tps_title]

Filho do ex-jogador brasileiro Mazinho e irmão do médio do Barcelona Rafinha, Thiago apresentou-se ao mundo futebol pela mão de Pep Guardiola no clube catalão. Foi em 2009, aos 18 anos, que fez a sua estreia pela equipa principal do Barça, afirmando-se ao longo das épocas como um plano alternativo de muita qualidade aos lugares dos magníficos Iniesta e Xavi. Fez inclusive 101 jogos, apontando 10 golos.
Thiago precisava de mais tempo de jogo para potenciar a sua evolução como jogador de top mundial; assim, seguiu com Guardiola para o Bayern, onde joga ainda nos dias de hoje.
Contratado por 25 milhões de euros, o internacional espanhol é um dos indiscutíveis no miolo da equipa alemã, vai surgindo na seleção aos poucos e é um dos jogadores com mais passes certos da Europa. Thiago foi também uma das figuras mais marcantes dos Sub-21 espanhóis de sempre, ganhando inúmeras provas pelas seleções jovens. Aos 24 anos tem já no seu currículo:
A nível internacional: dois Campeonatos do Mundo de Clubes, uma Liga dos Campeões, um Campeonato da Europa de Sub-17 e dois Campeonatos da Europa de Sub-21
A nível nacional: duas Bundesligas, um DFB Pokal, quatro Ligas Espanholas, uma Copa del Rey e uma Supertaça de Espanha.
Thiago é um dos mais promissores e talentosos jogadores do mundo. O seu único inconveniente é a facilidade que tem em contrair lesões.
[tps_title]8.º Raheem Sterling[/tps_title]

A joia da coroa inglesa, o jogador em que os britânicos depositam mais esperança nos objetivos de vencer uma competição internacional. Sterling começou a construir a sua carreira muito jovem pelo Liverpool, aos 16 anos (!), e começava a prever-se que uma estrela emergente aí vinha.
No Liverpool, o jovem teenager disputou 129 jogos e apontou 23 tentos. Os seus números impressionam, mas a seca de títulos nos Reds impediam o jovem prodígio de aspirar a outros voos. Mas graças à sua estreia pela seleção AA britânica e com a conquista do prémio individual Golden Boy do ano transato, o jovem nascido na Jamaica começou a despertar mais intensivamente a cobiça de emblemas gigantes como Real Madrid, Barcelona, PSG ou Bayern.
Curiosamente, Sterling continua a jogar em Inglaterra, com uma das transferências mais polémicas do Século XXI, que aconteceu no verão de 2015. Transferiu-se para o Manchester City por uma quantia absurda de 49 milhões de libras. Aos 20 anos, Sterling torna-se na transferência mais cara entre clubes ingleses, no jogador inglês mais caro da história, e no teenager mais bem pago do mundo. Nos pupilos de Pellegrini já leva 16 jogos oficiais e seis golos.
Dono de uma velocidade incrível, e mestre no um para um, Sterling é claramente um jogador a acompanhar no estrelato do futebol na próxima década.
[tps_title]7.º Kevin De Bruyne[/tps_title]

Em sétimo lugar coloco o companheiro de Sterling, o belga Kevin De Bruyne.
O médio deu pela primeira vez nas vistas no campeonato do seu país, trocando o Gent pelo Genk. De Bruyne foi promovido à primeira equipa em 2008 e fez o seu primeiro jogo oficial em 2009. Ainda muito novo, começou a despertar a atenção dos maiores clubes do mundo, isto porque na época de 2010/11 fez 32 jogos na liga, 16 assistências e marcou em cinco ocasiões. Nada mau para um miúdo de 19 anos.
No mercado de inverno de 2012, no último dia de transferências, o criativo belga assina pelos londrinos do Chelsea FC a troco de sete milhões de libras, mas acabaria a época no Genk.
Seguiu-se um empréstimo ao Bremen e uma passagem menos positiva pela equipa de José Mourinho, com poucos minutos de utilização. A categoria de flop atormentou De Bruyne, e o próprio segue para a Alemanha, para alinhar no Wolfsburg. Provavelmente a melhor decisão da sua vida; nos dois anos em que lá jogou, ganhou títulos, ele e os seus companheiros levaram o clube a uma afirmação exponencial interna e externa e foi considerado o melhor jogador da Bundesliga na época passada. Pelo clube alemão apontou 20 golos e fez 73 jogos.
No mercado de verão deste ano, mudou-se para o Manchester City por uma quantia “modesta” de 55 milhões de libras, em busca de objetivos mais ambiciosos. Já leva seis golos em 14 jogos oficiais. Na seleção belga, Kevin De Bruyne tem 31 internacionalizações e sete golos marcados.
Um dos médios mais talentosos da atualidade, caracteriza-se pela sua visão de jogo fenomenal, pela sua velocidade de execução e pela magia que transporta tanto no seu extraordinário pé direito como no pé esquerdo.
[tps_title]6.º James Rodríguez[/tps_title]

Em sexto, o nosso bem conhecido James, que é apontado hoje em dia por muitos jornalistas colombianos como o sucessor de Carlos Valderrama.
Começou a sua carreira bem cedo no Envigado FC. Em 2008 é contratado pelos argentinos do Banfield, onde o colombiano teve um enorme impacto ao levar o clube pela primeira vez na sua história à conquista do campeonato Apertura.
Mas o seu rumo ao estrelato passa na sua maioria pelo norte de Portugal, no FC Porto. Nos dragões, James impressiona pelo virtuosismo do seu pé esquerdo e pelos golos fabulosos que apontava. Foi na época 2012/2013 que se destacou mais; o número 10 portista fazia uma sociedade perfeita com o compatriota Jackson Martinez, marcou um golo inesquecível frente ao PSG e ainda venceu o campeonato português e conquistou o jogador do mês por duas vezes. No total, James venceu três Ligas Portuguesas, três Supertaças, uma Taça de Portugal e uma Europa League. Fez ainda 108 jogos e apontou 32 golos. Not bad for a kid!
Em 2013, assina pelo “pequeno” Mónaco por 45 milhões de euros. Faz 38 jogos e 10 golos. Desaparecido no campeonato francês, James ressuscita para o mundo do futebol com um brilhante Mundial. A competição disputada em 2014 no Brasil teve no colombiano a sua maior figura. Foi o Bota de Ouro da competição e ainda ganhou o prémio Puskas 2014, com um golo fabuloso apontado ao Uruguai nos oitavos de final.
Um jogador deste calibre tinha de mudar de ares; então, transfere-se para o Real Madrid e herda a camisola 10. Conquista ainda uma Supertaça Europeia e um Mundial de Clubes.
As lesões têm sido as maiores inimigas de James para um maior brilhantismo, mas sem dúvida que o seu talento se irá sobrepor a estas “mossas” passageiras. Esta época, pelo clube, o mágico colombiano leva três golos em três jogos e aponta a uma excelente temporada.
[tps_title]5.º Thomas Muller[/tps_title]

O experiente alemão, que já vemos a jogar há muito tempo (tem apenas 26 anos) e está no número cinco do TOP 10.
A sua história não é muito longa mas é muito rica. Desde os 10 anos no Bayern Munchen, o avançado alemão faz a sua estreia em jogos oficiais pela primeira equipa em 2008, mas foi pela mão de Van Gaal, em 2009, que se tornou num dos mais temidos artilheiros da Europa.
A nível interno (clube), Müller conta com números de se lhe tirar o chapéu. Em sete temporadas como titular absoluto, disputou 317 jogos, proliferando 136 golos. Tem no seu palmarés quatro Bundesligas, três DFB Pokal, duas DFL- SuperCup, uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia e um Campeonato do Mundo de Clubes. Em duas palavras: IM–PRESSIONANTE.
Pela seleção alemã, o matador tem já duas participações em Mundiais, sendo que num deles foi o melhor marcador da competição (2010), e no outro venceu a prova e foi Bola de Prata (2014). Ainda é um jovem e já é o terceiro melhor marcador de sempre em Mundiais. Müller, pela Super Alemanha, contabiliza 68 internacionalizações e 31 golos.
Müller é já um histórico do Bayern e da seleção alemã, mas o que é certo é que ainda tem contrato até 2019 e nesta temporada leva 17 golos em 18 jogos. Números de futuro melhor do mundo, não?
[tps_title]4.º Gareth Bale[/tps_title]

A um passo do pódio temos o supersónico welshman Gareth Bale.
Bale começa a sua vida no futebol pelo Southampton, ao fazer a sua estreia oficial com apenas 16 anos (o segundo mais jovem de sempre pelo clube). Na sua segunda temporada, o galês aponta cinco golos em 43 jogos. Para um lateral, tal feito era surpreendente, por isso é distinguido como o jogador jovem do ano na Segunda Liga Inglesa.
Na temporada seguinte, os Spurs contrataram o jovem jogador por cinco milhões de libras. As coisas começam a sair bem com um golo nos primeiros jogos, mas o azar bate-lhe à porta com uma lesão nos ligamentos de um joelho, que lhe ocupou o ano desportivo inteiro.
A sua ascensão meteórica promove-se em 2011; fica na memória de todos aquele famoso hat-trick ao Inter de Milão a contar para a Champions League. Entre 2011 e 2013, os responsáveis dos Spurs transformam Bale num jogador mais ofensivo, e o próprio garante um reforço muscular impressionante. Bale transforma-se numa lenda do Tottenham. Foi nomeado para a equipa do ano da UEFA em 2011, considerado o Jogador Jovem do Ano em Inglaterra e ainda em 2013 eleito o Melhor Jogador da Premier League. Pelo clube, atuou 146 vezes, apontando 42 golos. Em 2013, Bale muda-se para Madrid a troco de 85,3 milhões de libras, o que constituía um recorde como o jogador mais caro de sempre, ultrapassando CR7.
O ano de 2014 foi extraordinário para o galês. Na sua época de estreia pelos merengues, vence a décima Champions da história do clube, apontando inclusive o golo da vitória, e também contribuiu para a vitória na Copa del Rey com um golo fantástico frente ao Barcelona. Bale também já conta com uma Supertaça Europeia e um Mundial de Clubes.
Apontado por muitos como o sucessor de Ronaldo, Bale vai demonstrando todas as suas credenciais e habilidades para o ser. Só é pena a sua facilidade em contrair lesões. Recentemente, contribuiu (e de que maneira) para uma presença histórica do País de Gales no EURO 2016.
[tps_title]3.º Eden Hazard[/tps_title]

A iniciar o pódio temos o habilidoso (e, confesso, um dos meus jogadores preferidos) belga Eden Hazard. Conhecido pela sua criatividade, capacidade técnica e velocidade estonteante, é descrito por muitos jornalistas e apreciadores de futebol como um mestre em dribles, que a qualquer momento numa ação individual pode decidir um jogo.
Descoberto em 2005 pelos olheiros do Lille, num torneio em Tubize, assina contrato com o clube francês e em 2007 já era opção na equipa principal. Com a chegada de Rudi Garcia ao Lille, Hazard começa a ser utilizado com mais frequência, e no final da sua primeira época como titular absoluto já era seguido por clubes como Barcelona, Bayern ou Manchester United. A sua caminhada no futebol francês durou mais três anos e com eles vieram mais de 150 jogos, 44 golos, dois troféus de melhor jogador jovem na Ligue 1 e dois troféus de melhor jogador na Ligue 1.
Todos estes números e o seu enorme talento não deixavam ninguém indiferente, especialmente o Chelsea FC, por quem viria a assinar em 2012. Como era de esperar, Hazard já conquistou todos os adeptos do clube londrino. Exibições de gala, golos para todos os gostos, fintas incríveis e assistências mágicas levam cada vez mais a que este feiticeiro belga se afirme como um dos melhores do mundo.
Pelos Blues já conquistou uma Europa League, uma Taça da Liga Inglesa, uma Premier League e ainda um troféu individual de melhor jogador do ano em Inglaterra. Tem já 181 jogos e 49 golos.
Pela sua seleção afirma-se como a estrela maior de uma temível Bélgica, que já é primeira classificada do ranking de seleções e aspira à conquista do Euro 2016.
Contudo, esta época, o Chelsea tem pecado muito em termos de resultados e reflete-se também o rendimento do belga nesta má fase dos londrinos. Em 18 jogos, Hazard ainda não marcou e a contestação em torno das suas capacidades aumentam.
[tps_title]2.º Paul Pogba[/tps_title]

Que jogador, este Pogba! O tanque francês fica com a prata neste Top, o que o torna num dos maiores candidatos ao trono do futebol mundial.
A sua história é muito curiosa. Pogba era visto como um diamante em bruto do futebol francês, habilidoso, físico incrível, qualidade de remate e de passe, etc. Foi no Le Havre que o Manchester United descobriu o jogador francês. A sua mudança para Inglaterra gerou muita polémica, graças a contratos entre o jogador e o clube francês, com este caso a ir parar inclusive ao departamento jurídico da FIFA.
A verdade é que Pogba muda-se para Manchester em 2009, e nas suas duas primeiras épocas jogou pelos sub-18 e pela equipa B. Na temporada 2011/12, Alex Ferguson promove o francês à equipa principal. Mas graças à sua pouca utilização nos Red Devils, Pogba rejeita renovar e transfere-se em 2012 para a Juventus.
É no clube de Turim que o francês demonstra o seu verdadeiro valor. Titular indiscutível, apaixona os fãs a cada jogo que disputa. Em três épocas e meia, leva 146 jogos, 26 golos, três Ligas Italianas, três Supertaças de Itália e uma Coppa Italia, e ainda pelo caminho arrecadou o prémio individual de Golden Boy em 2013.
O jovem de 22 anos destacou-se também nas seleções jovens do seu país, principalmente nos Sub-20, que em 2013 conquistaram o título de campeões mundiais, onde o capitão Pogba foi eleito o melhor jogador da prova. Na seleção A é já indiscutível a sua presença, com a qual venceu também o prémio de melhor jogador jovem do Mundial 2014, no Brasil.
Não há dúvidas de que a Pogba só falta vencer uma Champions ou outro título importante para se tornar de maneira inequívoca no melhor jogador do mundo. Está para breve, acreditem…
[tps_title]1.º Neymar[/tps_title]

O meu primeiro lugar vai para o prodígio brasileiro Neymar. A sua estatística, os seus troféus, a sua qualidade e a sua popularidade não enganam. Quase arrisco dizer que ponho as minhas mãos no fogo se Neymar não ganhar um troféu de melhor jogador do mundo.
Junta-se ao Santos apenas com 11 anos e estreou-se em jogos oficiais pelo clube em 2009, vencendo nesse mesmo ano o prémio de Jogador Jovem do Ano. Em 2010, concretizou-se a explosão absoluta deste craque; o campeonato brasileiro já era muito pequeno para ele. Ajuda o Santos a conquistar a Copa do Brasil e recebeu inúmeros prémios individuais. Em 2011, participou no fracasso do Brasil na Copa América mas, em contrapartida, venceu a Copa Libertadores, que já fugia há 48 anos ao seu clube, e venceu o prémio Puskas com um golo fabuloso apontado ao Flamengo.
Apenas com 20 anos de idade, em 2012, celebrava no dia do seu aniversário o 100.º golo da carreira. Na sua última época pelo clube brasileiro, Neymar conquista o tricampeonato paulista e deixa para a história 230 jogos e 138 golos marcados.
O Barcelona chega-se à frente na corrida por Neymar, numa transferência que envolveu muita polémica. Até hoje não se sabe ao certo o valor do acordo, mas estima-se que tenha sido entre 86 a 95 milhões de euros. A nível de performance desportiva, Neymar tem sido exímio. Tem um registo absolutamente brutal: 70 golos em 110 jogos, venceu uma Liga BBVA, uma Copa del Rey, uma Supertaça de Espanha e uma Liga dos Campeões, tirando que nesta época leva 13 tentos em 14 registos. É, inclusive, o melhor marcador da Liga BBVA, com uma média de mais de um golo por jogo.
A nível de seleção nacional, Neymar ganhou um Sudamericano de Sub-20 e uma Taça das Confederações e, com apenas 23 anos, tem 46 golos em 69 jogos. Admirável.
O antigo astro brasileiro Rivaldo coloca Neymar como o mais justo melhor jogador do mundo de 2015. Daqui se consegue ver a dimensão incrível que já leva o novo craque dos canarinhos.
Por isto e por muito mais, coloco Neymar como o principal candidato a futuro Ballon d’Or.













