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Top 10: O Passado e o Presente do Motociclismo

Carolina Neto · 3 min

Top 10: O Passado e o Presente do Motociclismo

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[tps_title]10.º Marco Simoncelli[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Simoncelli era agressivo em pista, e amigável fora dela. Perdeu a vida no asfalto do circuito de Sepang (Malásia), mas deixou a sua marca na história do Mundial de Motociclismo. Ficou conhecido pela sua peculiar condução, onde sempre aplicou o conceito de “vai ou cai”. Venceu um campeonato na antiga categoria de 250cc, e estava na sua primeira temporada da classe rainha quando faleceu.

[tps_title]9.º Jorge Lorenzo[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Jorge Lorenzo é um dos elementos do presente do Mundial de Motociclismo. Já conta com quatro campeonatos mundiais, dois na antiga categoria de 250cc, conquistados em 2006 e 2007; e dois na classe rainha do Mundial, em 2010 e 2012.

[tps_title]8.º Wayne Rainey[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Piloto americano que fez parte da história de MotoGP na década de 80, e no início dos anos 90. Venceu por três vezes o Mundial, na antiga categoria de 500cc e ficou conhecido pela suavidade e calculismo que incutia na sua pilotagem.

[tps_title]7.º Kevin Schwantz[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Piloto americano que actuou na década de 80, e no início dos anos 90. Conquistou o seu único campeonato mundial na antiga categoria de 500cc, em 1993. A sua carreira ficou marcada pela rivalidade com Wayne Rainey. Para além do campeonato de motociclismo, competiu na Daytona 200, na Australian NASCAR Championship e no final dos anos 90 regressou aos Estados Unidos para competir na NASCAR Busch Series.

[tps_title]6.º Eddie Lawson[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Ficou conhecido como  Steady Eddie e foi tetracampeão da classe de 500cc, em 1984, 1986, 1988 e 1989. Ao longo da sua carreira disputou 127 provas, venceu por 31vezes e subiu ao pódio em 78 provas. Conquistou, ainda, 18 pole-positions, 21voltas mais rápidas e somou um total de 1429 pontos ao longo do seu percurso no mundial de motociclismo.

[tps_title]5.º Casey Stoner[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: MotoGP

Casey Stoner, o australiano, foi campeão na classe rainha do Mundial de Motociclismo em 2007, com a equipa da Ducati. Faz parte de um passado recente da história do MotoGP, já que abandonou a competição em 2011 e decidiu dedicar-se à pesca – palavras do próprio piloto. Contudo, deixou o seu nome bem gravado nos livros da história do mundial, e principalmente da equipa Ducati ao ser o único que conseguiu vencer um campeonato com a moto da Ducati.

[tps_title]4.º Marc Márquez[/tps_title]

Fonte: Moto GP
Fonte: MotoGP

Actual piloto da Honda Repsol, e um dos maiores recordistas da história do Mundial. Já conta com quatro campeonatos mundiais, dois deles em MotoGP. Mar Márquez possuiu o feito de  ser o piloto mais jovem a vencer um campeonato do mundo da classe rainha e ao ser também o piloto mais jovem a conseguir conquistar dois campeonatos seguidos em MotoGP.

[tps_title]3.º Mick Doohan[/tps_title]

Fonte: MotoGP
Fonte: Moto GP

Piloto australiano que se sagrou campeão mundial por cinco vezes consecutivas na antiga categoria de 500cc. Só Valentino Ross e Agostini o superaram em número de títulos.

[tps_title]2.º Giacomo Agostini[/tps_title]

Fonte: Moto GP
Fonte: Moto GP

Conhecido como Ago, Giacomo Agostini é a principal figura do passado do Mundial de Motociclismo.. Iniciou a sua carreira em 1963, e terminou-a em 1977. Os maiores recordes a nível de vitórias pertencem-lhe, e os números quase parecem de outro mundo: venceu quinze campeonatos mundiais, oito deles na antiga classe de 500cc e os restantes na classe de 350cc. Um verdadeiro monstro das duas rodas.

[tps_title]1.º Valentino Rossi[/tps_title]

Fonte: Moto GP
Fonte: Moto GP

Aos 36anos de idade, o Il Doctore ainda está presente no campeonato e a lutar pela vitória. Até à presente época, Valentino Rossi já conquistou nove campeonatos mundiais, sendo que sete foram conquistados na classe rainha. Se Agostini foi o ídolo do passado, Valentino Rossi é o ídolo do presente no mundial de motociclismo, possuindo uma enorme legião de fãs.

Carolina Neto

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O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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