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Marco Silva lamenta falta de opções para o meio-campo e fala do pouco investimento no Fulham: «Tem sido um pouco a nossa história»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Marco Silva no Fulham
Foto: Fulham FC

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Marco Silva falou após a vitória suada do Fulham frente ao Leeds United. O técnico lamentou que o clube não tenha contratado um médio para o lugar de Andreas Pereira.

Marco Silva fez o rescaldo do triunfo suado do Fulham frente ao Leeds United. O técnico português falou sobre a saída de Andreas Pereira para o Palmeiras e do facto de a equipa londrina não ter contratado um sucessor:

«A realidade é que não contratámos nenhum médio, o que significa que estamos com falta de jogadores nessa posição. Agora é o momento de cruzarmos os dedos para não termos lesões nessa posição», afirmou o técnico português.

Marco Silva lembrou depois que o Fulham tem sido a equipa que menos gasta dinheiro na Premier League:

«Tem sido um pouco a nossa história. Nas últimas três temporadas antes desta, fomos a equipa da Premier League que menos gastou. Em termos de gastos líquidos, estávamos realmente perto do fundo da tabela. Nesta temporada, ficámos mesmo no último lugar entre as equipas que gastam dinheiro na Premier League. Tem sido a nossa história e estou aqui para tirar o melhor partido dos jogadores que temos, para os tornar melhores, para fazer o clube progredir e crescer e para sermos muito competitivos em todos os jogos da Premier League», rematou.

Mário Cagica Oliveira

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

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