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Jogos Olímpicos de Inverno 2026 #3: Os 5 melhores momentos

José Baptista · 2 min

Jogos Olímpicos de Inverno 2026 #3: Os 5 melhores momentos

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Não faltaram momentos marcantes e emoções fortes na passagem das Olímpiadas por Itália. E, os cinco que em seguida destacamos ficarão certamente guardados na memória dos adeptos do desporto.

5. O primeiro ouro brasileiro

Dançou-se o samba em Itália. Nascido em Oslo e filho de um norueguês e de uma brasileira, Lucas Pinheiro Braathen começou por representar a Noruega e, tido como uma promessa nas camadas jovens, chegou até a terminar a carreira. Acabou por ser apenas uma pausa, mas passou a vincular-se à Federação Brasileira. Chegou aos Jogos como esperanças de medalhas e acabou por ser o mais rápido no Slalom Gigante para, pela primeira vez, dar ao país do sol e a da praia uma medalha nas Olimpíadas da neve.

4. A queda de Lindsey Vonn

Com uma carreira extremamente longa entre os melhores do Ski Alpino, Lindsey Vonn conquistou um lugar permanente na história da modalidade. E, aos 41 anos, os Jogos de Milano-Cortina eram uma oportunidade para dizer adeus em grande. Porém, uma lesão grave pouco tempo antes colocou tudo isso em causa e a expectativa era de que falhasse a prova. Vonn não desistiu, contudo, e foi mesmo a Itália. Só que acabou por cair de forma aparatosa durante a sua prova e viu-se obrigada a mais uma longa estadia no hospital. Uma lenda acabou carreira de forma triste, mas marcou na mesma os Jogos.

3. O triunfo americano no Hockey

Não foi um ‘milagre no gelo’ como em 1980, mas, 46 anos depois, os Estados Unidos voltaram a vencer o ouro olímpico e as celebrações efusivas demonstraram a importância que o país deu a esta conquista. Enfrentando na final os favoritos canadianos (nove vezes vencedores da competição), o empate só se desfez no prolongamento. Jack Hughes, que havia no terceiro período levado uma stickada na boca e partido um par de dentes, resolveu o jogo a favor dos EUA e colocou toda uma nação em êxtase.

2. A batota canadiana no Curling

Habitualmente, o Curling é um dos desportos mais mal-compreendidos e menos mediáticos das Olímpiadas. Contudo, em Milano-Cortina vários motivos levaram a que o Curling fosse assunto recorrente. E nenhum motivo foi maior que o escândalo com as ações da delegação canadiana. Aparentemente, os canadianos já se estavam a habituar a dar um toque ilegal na pedra após os seu lançamento. Ora, os suecos não apreciaram e colocaram um dos seus a gravar o ângulo certo e tudo veio ao de cima. Na prova mais afetada, a masculina, os canadianos acabaram, ainda assim, por conquistar o ouro, mas da fama não se livraram e saem deste jogo mais associados à batota que ao ouro conquistado.

1. A vitória de Shaidorov

32 anos depois, e apenas pela segunda vez na história, o hino cazaque foi ouvido nas Olímpiadas de Inverno. Na patinagem artística individual há sempre espaço para incerteza e surpresas. Ainda assim, há favoritos e, desta feita, todas as expectativas estavam nos ombros do americano Ilia Malinin. O americano desiludiu e quem soube aproveitar foi Mikhail Shaidorov. Medalhado de prata nos últimos mundiais, o jovem cazaque subiu a parada e obteve um dos maiores feitos desportivos da história do seu país.

José Baptista

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