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Redação Bola na Rede

Rodrigo Lima

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Rodrigo é licenciado em Ciências da Comunicação e está a frequentar o mestrado em Gestão do Desporto. Trabalha na área do jornalismo desportivo, com particular interesse pela análise de futebol.

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Opinião

A astúcia do Estoril Praia e as dificuldades criadas ao FC Porto: as nuances táticas apresentadas por Ian Cathro no Estádio do Dragão

Se os últimos jogos para a Primeira Liga foram exigentes para o FC Porto, tendo em conta as posições dos adversários na tabela classificativa, o Estoril Praia também fez jus à qualidade e à competência de várias equipas do futebol nacional. Na antevisão ao encontro, Francesco Farioli já havia referido que o FC Porto iria tentar prever todos os cenários, sublinhou que o Estoril poderia defender em três, quatro ou cinco formas diferentes, e destacou a fluidez e qualidade de posse do ataque dos canarinhos. Ainda assim, a variabilidade ofensiva e, sobretudo, a estrutura tática apresentada por Ian Cathro no Estádio do Dragão acabaram por surpreender o técnico italiano, como o próprio referiu na conferência de imprensa. Ao contrário do habitual, e de forma surpreendente tendo em conta o contexto exigente para o Estoril no Dragão, Ian Cathro desfez a linha de três centrais utilizada durante toda a temporada até então e arriscou numa dupla composta por Kévin Boma e Félix Bacher, com Pedro Amaral e Ricard Sánchez como laterais. Para combater o poderio ofensivo do FC Porto, os estorilistas defenderam num 4-2-3-1, com André Laximicant na frente; João Carvalho e Yanis Begraoui nas alas; e, atrás do avançado, Rafik Guitane.

Rodrigo Lima · 7 min de leitura
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