Última horaAndré Villas-Boas assume: «Há um alinhamento mais preciso do ponto de vista estratégico entre o FC Porto e o Sporting, que não existe no caso do FC Porto e do Benfica»
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Opinião

Benfica e o verão de 2026: exercício de futurologia em relação às saídas da Luz (face ao cenário existente em março)

A temporada do Benfica está a ser uma deceção, com pouco por que lutar até maio de 2026. Depois de um investimento superior aos 100 milhões de euros nos últimos dois mercados, era inesperado que as águias chegassem a março com resultados tão tímidos. Apesar da ‘relação conflituosa’ entre adeptos e direção, houve sempre a esperança que o plantel conseguisse lutar por algo, mesmo com a troca de Bruno Lage por José Mourinho ainda numa fase embrionária. Porém, a eliminação na Champions League aos pés do Real Madrid e o atual terceiro posto na Primeira Liga, colocam a massa associativa a pensar já em 2026/27. Muitos pedem uma revolução na equipa, com uma aposta firme em jovens da formação. Já outros, consideram que o plantel necessita de alguns ajustes, mas que há elementos com qualidade e que podem ajudar os encarnados a voltarem a lutar pelo título, numa fase em que Sporting e FC Porto vivem momentos de crescendo. Para pensarmos no mercado de verão, teremos de recorrer à futurologia e colocarmo-nos nos lugares de Rui Costa, Mário Branco e José Mourinho (que terão obrigatoriamente que estar a trabalhar já na próxima época, falamos de uma estrutura profissional que terá que imaginar os vários cenários e contar com hipóteses para todos). Serão estes três nomes a definirem as mudanças que vão existir dentro do Benfica, os atletas a contratar e os ativos para vender/dispensar.

Ricardo João Lopes · 8 min de leitura
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Franjo Ivanovic | O que se passa?

Franjo Ivanovic chegou este verão à Luz num negócio de 23,8 milhões de euros pagos no imediato e que poderá acrescer aos 28,8 milhões de euros, mediante o cumprimento de objetivos. No entanto, o avançado croata vestiu a camisola do Benfica durante apenas 1151 minutos esta temporada, totalizando 34 jogos (até ao momento) e onde apenas foi titular por 12 ocasiões. Nestes poucos minutos, soma cinco golos e duas assistências pelo clube encarnado. Estamos perante um encaixe financeiro elevado para o clube que não representa uma aposta desportiva. Porquê? Recorde-se que, aquando da sua chegada ao clube, Bruno Lage tinha em mente uma dupla com Pavlidis e assim foram os primeiros jogos de Ivanovic de águia ao peito. Sob o comando do antigo treinador do Benfica, esta dupla pareceu desconectada e atrapalhada. Mais concretamente, ficava a sensação que a presença de um anulava a presença do outro e que o encaixe futebolístico não era natural.

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
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