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Futebol Nacional

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Benfica

Outubro escaldante | Hora da verdade no Benfica

O dia 25 de outubro será um dia importante na vida do Sport Lisboa e Benfica. Um dia que marcará a primeira parte de uma resposta que sairá no fim: a continuidade ou a mudança? No universo do clube encarnado, uma das dimensões que carregam um enorme simbolismo é o ato eleitoral. Mais do que uma simples formalidade presente em estatutos, as eleições encarnadas são um espelho do pulsar do clube, uma demonstração intacta da sua identidade associativa e da vitalidade democrática que, desde sempre, marca a identidade do clube no panorama desportivo nacional. Em cada sufrágio, o Benfica mede-se a si próprio: entre passado, presente e futuro, tradição e mudança, estabilidade e renovação, conservação ou rutura. É um momento de balanço e de projeção, onde cada voto (desigual) representa uma visão para o destino de uma das grandes instituições desportivas portuguesas e mundiais.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Benfica

Quem é Martim Mayer, candidato à presidência do Benfica?

Empresário e gestor, Martim Mayer entra na corrida à presidência do Benfica com o lema «Benfica no Sangue», defendendo uma liderança baseada em decência, competência e paixão. Neto de Duarte Borges Coutinho, histórico presidente do clube entre 1969 e 1977, o candidato apresenta-se como o rosto de uma geração que quer modernizar o clube. Aos 51 anos, Martim Mayer é sócio número 5206 e tem um percurso sólido nas áreas financeira e industrial. Começou a trabalhar aos 17 anos, enquanto ainda estudava na Universidade Católica Portuguesa. Passou pela Bolsa de Lisboa e, mais tarde, por grandes bancos nacionais, antes de fundar a sua própria sociedade de gestão de ativos, regulada pelo Banco de Portugal e pela CMVM. Depois de vender essa empresa em 2012, entrou na indústria automóvel, onde liderou a recuperação de uma fábrica em dificuldades, sem despedir nenhum trabalhador. Sob a sua direção o grupo cresceu, apostando na inovação e na transição energética, produzindo peças para marcas como a BMW e a Volkswagen.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
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FC Porto

O espelho rachado de Farioli | Nottingham Forest 2-0 FC Porto

Em Nottingham, o FC Porto de Francesco Farioli não perdeu apenas um jogo de futebol — perdeu uma imagem. A de uma equipa que, até há bem pouco tempo, parecia ter descoberto um equilíbrio entre estética e eficácia, mas que, frente a um adversário de identidade clara e músculo inglês, se desfez na sua própria rigidez. A derrota por 2-0 diante do Nottingham Forest, ditada por duas grandes penalidades, não foi apenas fruto do acaso ou de erros individuais. Foi o reflexo de uma estrutura que começa a mostrar fissuras e de um modelo que, de tão bem desenhado, se tornou previsível. Nottingham não foi maldição: foi lógica. E a lógica, por vezes, é cruel.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
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