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188 artigos

Champions League

Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 2.ª mão do playoff da Champions

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Estratégia

Redação BnR · 11 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 1.ª mão do Play Off da Champions

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Estratégias de Sporting e Benfica

Vítor Miguel Gonçalves · 7 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 8.ª jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Estratégias de Sporting e Benfica

Redação BnR · 9 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 7.ª jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. O Benfica iniciou com Trubin, Araujo, Silva, Otamendi, Carreras, Florentino, Kokcu, Aursnes, Arturkoglu, Pavlidis e Schjelderup. A defender, a equipa alternou o 4-2-3-1 com o 4-4-2, em bloco médio / alto, com Aursnes a juntar-se a Pavlidis na frente como 2.º homem. Esta decisão estratégica procurou pressionar ativamente o adversário para forçar o erro e evitar o conforto com bola aproveitando a capacidade de pressão de Aursnes. Houve a intenção clara de fazer subir as linhas com a linha defensiva a empurrar o bloco a partir de trás para dar segurança a Kokçu e Florentino a saltar em dois dos interiores. Esta intencionalidade quis recuperar a posse e contra atacar potenciando um ponto forte do Benfica esta época. O bloco baixo foi organizado compacto, a 10/12 metros frequentemente em 4-4-2/ 4-5-1 e até muitas vezes em 5-4-1 com o objetivo de reduzir o espaço interior ao Barcelona.

Redação BnR · 11 min de leitura
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Gabriel Silva: Melhor o FC Porto que o Braga

Gabriel Silva, treinador de futebol de 32 anos. Trabalhou na formação do Sporting de Braga, foi adjunto de Jorge Simão no Boavista e no Al-Fayha e foi adjunto de Nuno Manta Santos no Desportivo das Aves, Torreense e Trofense. É cronista convidado do Bola na Rede. Analisando a conjuntura atual do clube, a menor qualidade do plantel comparativamente com épocas anteriores e o maior foco no campeonato (algo que se observou na deslocação a Bodo/Glimt), o desempenho do FC Porto na Europa League pode considerar-se positivo apesar dos pergaminhos do clube nas competições europeias. O FC Porto perdeu 5 pontos nos últimos minutos dos jogos. Estes pormenores fazem a diferença nas contas atuais e têm possivelmente causas multifatoriais. A verdade é que a menor experiência do plantel em competições internacionais, assim como alguma instabilidade na linha defensiva (jogadores com poucas rotinas juntos) contribuíram para esse desfecho.

Redação BnR · 2 min de leitura
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Champions League

Gabriel Silva: Sporting de mais a menos, Benfica capaz do melhor e do pior

Gabriel Silva, treinador de futebol de 32 anos. Trabalhou na formação do Sporting de Braga, foi adjunto de Jorge Simão no Boavista e no Al-Fayha e foi adjunto de Nuno Manta Santos no Desportivo das Aves, Torreense e Trofense. É cronista convidado do Bola na Rede. A campanha do Sporting na Champions League, com Ruben Amorim, foi praticamente imaculada. Excelentes resultados como a vitória sobre o Manchester City, exibições de grande nível e uma química entre adeptos e equipa. Além disso, de destacar as excelentes prestações e valorização de jogadores como Gyokeres, Trincão e Quenda. Com a chegada de João Pereira, o Sporting teve o primeiro e significativo desaire frente ao Arsenal (derrota por 5-1 em casa) agravado por maus resultados no campeonato e consequente desconfiança dos adeptos na equipa e no treinador.

Redação BnR · 2 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 6.ª jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Estratégias de Sporting e Benfica

Redação BnR · 10 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 5.ª jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Estratégias de Sporting e Benfica

Redação BnR · 10 min de leitura
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Alexandre Ribeiro: João Pereira vs. Ruben Amorim: para já, pouco os separa     

Alexandre Ribeiro é treinador de futebol. Aos 45 anos, já orientou diversas equipas em Portugal como o São João Ver, Anadia, Valadares Gaia, Cinfães, Salgueiros ou Oliveirense, tendo estado também em Angola, no Sagrada Esperança, em 2023. O técnico português está também no Bola na Rede. Mantendo as reservas por ter sido um jogo da Taça de Portugal, com uma superioridade notória sobre o adversário, a ilação principal que se retira da receção ao Amarante é que é muito mais aquilo que une o Sporting de João Pereira ao Sporting de Ruben Amorim, do que aquilo que os separa.

Redação BnR · 2 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na 4.ª jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede da prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. O 11 inicial do Sporting foi composto por Franco Israel, Debast, Diomande, Matheus Reis, Quenda, Hjulmand, Morita, Maxi Araújo, Trincão, Gyokeres e Pote. O perfil de jogo do Manchester City exigiu alguns ajustes estratégicos.

Redação BnR · 10 min de leitura
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Bruno Romão: Análise à estratégia de Sporting e Benfica na terceira jornada da Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. É o analista do Bola na Rede das prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. O Sporting apresentou-se com Israel, Esgaio, Debast, Inácio, Geny, Hjulmand, Bragança, Nuno Santos, Trincão, Gyokeres e Araújo. A gestão do plantel e as ausências trouxeram a oportunidade de utilizar Esgaio como central direito pelas rotinas e experiência do jogador. Nuno Santos e Araújo foram selecionados para desequilibrar do lado esquerdo com o intuito de aproveitar zonas onde o Sturm Graz tem dificuldade. Um detalhe interessante foi o facto do Sporting procurar construir em 4-1-2-3 no momento do pontapé de baliza, transitando para um 3+1 frequente mais à frente (Esgaio, Debast, Inácio e Hjulmand), contra um Sturm Graz que pressionou esta fase da saída do Sporting CP com três mais um ou dois jogadores, mas sem agressividade e com alguns arrastamentos de marcação individual. Este posicionamento teve a intenção de dominar espaços interiores de ligação/criação, com Bragança a aparecer mais próximo de Gyokeres, levando o Sporting CP a atacar mais em 3-1-5-1 ou em 3-2-4-1, quando o adversário vinha com 5 e Bragança lia os espaços para ser opção livre mais baixa. Debast assumiu um papel importante sendo o central do meio, tendo funções de maior liderança da linha defensiva.

Redação BnR · 8 min de leitura
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Bruno Romão: Análise às estratégias de Sporting e Benfica na Champions

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. Será o analista do Bola na Rede das prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. Neste jogo contra o PSV, Ruben Amorim teve de fazer algumas alterações em função do adversário e dos jogadores disponíveis. Geny Catamo começou com funções semelhantes às de Pote (com características diferentes), no lugar de Maxi Araújo, e Quenda entrou para o lado direito. O Sporting apresentou o seguinte onze inicial: Franco Israel, Debast, Diomande, Gonçalo Inácio, Quenda, Hjulmand, Morita, Nuno Santos, Trincão, Gyokeres e Geny Catamo.

Redação BnR · 7 min de leitura
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Bruno Romão: A análise à estratégia de Sporting e Benfica na Champions League

Bruno Romão, jovem treinador de 40 anos, conta já com uma experiência invejável em vários contextos competitivos e com passagem por três Continentes (Europa, Ásia e África). Trabalhou em todos os escalões de formação a nível masculino e foi também treinador de futebol feminino e treinador adjunto, percurso que potenciou ainda mais as suas competências para a transição para treinador principal. Será o analista do Bola na Rede das prestação das equipas portuguesas, Sporting e Benfica, na Champions League. O 11 do Sporting: Israel; Debast, Diomande, Inácio; Quenda, Morita, Hjulmand, Geny Catamo; Trincão, Gyokeres, Pote.

Redação BnR · 4 min de leitura
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Sporting

Paulo Robles: Sucessores de Rúben Amorim?

Como em tudo na vida, irá existir um fim de linha para o “reinado” de Ruben Amorim ao serviço do Sporting Clube de Portugal. Bem aventurada é a situação de um treinador que pode pensar como será essa transição, assim como do ponto de vista do clube, haver margem temporal e humana para poder refletir e preparar melhor, esse momento. Se perguntarem a qualquer adepto do Sporting, se esse é um momento desejado, creio que todos dirão que não, mas é um momento que acabará por ser real. Alex Ferguson, atualmente com 82 anos de idade, passou 27 anos da sua vida, ao serviço do Manchester United. Ruben Amorim tem toda a capacidade e potencial para isso mesmo, e até os sinais que o clube passa para fora, são de que há condiçoes, além do desejo, para que essa quantidade de anos se possa repetir. É e será sem dúvida, uma figura incontornável do futebol profissional do Sporting, por variadas ordens de razão. O mercado de trabalho a este nível, não perdoa. Dá e tira com uma velocidade incrível. Está aí à porta, a Champions 24/25, e creio que, com um desempenho leonino, muitos ou aqueles que ainda terão duvidas, rapidamente as tirarão, e Ruben Amorim, tem o perfil certo para agarrar essas oportunidades e arrisco mais, fazer sucesso, independentemente do clube ou projeto que o próprio possa vir a aceitar.

Redação BnR · 3 min de leitura
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Pontapé de Baliza na Liga Portuguesa 2024/2025: Parte II

Com a mudança das regras no futebol e desde que é possível bater o pontapé de baliza com um toque curto mantendo a bola dentro da própria área, o futebol começou a usar este momento do jogo para ajudar a equipa a construir a partir de trás com critério. Muitas equipas passaram a construir (build up) curto, inclusive nos pontapés de baliza. Fomos verificar em todas as equipas da Primeira Liga Portuguesa qual é a tendência em cada uma neste momento de jogo ao fim de quatro jornadas. Podes ler AQUI a parte I. Claramente existem equipas (os candidatos ao título) que permitem menos ataques, menos remates e por isso existe uma menor quantidade de pontapés de baliza para avaliar.Por outro lado teremos que dividir o pontapé de baliza em três categorias: - Curto – passe para a zona defensiva (30 metros defensivos)

João Castro · 9 min de leitura
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Pontapé de Baliza na Liga Portuguesa 2024/25: Parte I

Com a mudança das regras no futebol e desde que é possível bater o pontapé de baliza com um toque curto mantendo a bola dentro da própria área, o futebol começou a usar este momento do jogo para ajudar a equipa a construir a partir de trás com critério.Muitas equipas passaram a construir (build up) curto, inclusive nos pontapés de baliza. Fomos verificar em todas as equipas da Primeira Liga Portuguesa qual é a tendência em cada uma neste momento de jogo ao fim de quatro jornadas. Podes ler AQUI a parte II.Claramente existem equipas (os candidatos ao título) que permitem menos ataques, menos remates e por isso existe uma menor quantidade de pontapés de baliza para avaliar.Por outro lado teremos que dividir o pontapé de baliza em três categorias: - Curto – passe para a zona defensiva (30 metros defensivos)

João Castro · 10 min de leitura
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Jogos Olímpicos

João Prates: O desafio de exigir medalhas Olímpicas num país sem Cultura Desportiva

O Desafio de Exigir Medalhas Olímpicas num País sem Cultura Desportiva. Em ano de Jogos Olímpicos, a expectativa por medalhas para Portugal torna-se um tema recorrente nas conversas e nos meios de comunicação. A nação anseia por conquistas que elevem o nome de Portugal no cenário internacional, mas essa expectativa precisa ser ponderada com uma reflexão crítica sobre as condições em que os nossos atletas se preparam para a competição. Portugal, infelizmente, ainda está longe de ser uma nação com uma cultura desportiva enraizada, e isso reflete-se directamente nos resultados alcançados pelos nossos atletas. Portugal é o país da União Europeia onde a maior percentagem da população nunca pratica desporto. Este dado por si só, já seria suficiente para questionar a legitimidade das expectativas de medalhas olímpicas, mas é apenas a ponta do iceberg. O sonho olímpico dos nossos atletas é, na maioria das vezes, um acto de superação individual num contexto que não lhes oferece as condições, infraestruturas, investimento e apoios necessários para competir de igual para igual com a maioria dos seus rivais internacionais.

Redação BnR · 3 min de leitura
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Supertaça Portuguesa

Orlando Costa: Um Superclássico entre Sporting e FC Porto diretamente para a história

Naquele que habitualmente é o jogo de abertura da época oficial em Portugal, tivemos um jogo que irá para os anais do futebol português. Num jogo que todos os adeptos gostam, mas que os treinadores nem por isso, tivemos um desfecho que deu a Supertaça Cândido de Oliveira 2024 ao FC Porto. Rúben Amorim e Vítor Bruno optaram por manter os "onzes" que vinham utilizando ao longo da pré-época. Enquanto o Sporting conseguiu fazer retornar rapidamente os seus internacionais, e permitiu a Rúben Amorim preparar este jogo com todos presentes, Vítor Bruno já não teve a mesma fortuna. Os seus internacionais chegaram mais tarde e acabaram muitos deles por ser preteridos da convocatória.

Redação BnR · 9 min de leitura
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