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FC Porto quer livrar-se de excedentário por quem pagou mais de 10 milhões de euros

Diogo Ribeiro · 1 min

FC Porto Jogadores
Foto: Paulo Ladeira / Bola na Rede

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O FC Porto quer colocar Gabriel Veron já neste verão. Avançado brasileiro entra no último ano de contrato após empréstimo ao CD Nacional.

O FC Porto vê este mercado de verão como chave para diminuir o impacto financeiro da contratação falhada de Gabriel Veron. O avançado chegou em 2022 por 10,3 milhões de euros, nunca se impôs de azul e branco e entra no último ano de contrato.

Face a este cenário, o FC Porto quer poupar um ano de salários e garantir uma verba de transferência (presente ou futura) com uma venda do brasileiro. Para isso, garante o jornal A Bola, há expectativa num fator.

Em janeiro, Gabriel Veron foi emprestado ao CD Nacional. Na quarta cedência do avançado em quatro anos, o extremo de 23 anos somou um golo em 13 jogos.

O FC Porto conta, portanto, que estas prestações tenham chamado à atenção de clubes. O objetivo é claro: não adiar mais a resolução deste dossier e garantir o quanto antes uma colocação em definitivo.

Gabriel Veron CD Nacional
Fonte: Pedro Figueira / Bola na Rede
Diogo Ribeiro

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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