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Lukaku: «Em Inglaterra quiseram pôr-me numa caixa. Veem alguém como eu e pensam: novo Drogba»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Nápoles Romelu Lukaku
Foto: Nápoles

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Romelu Lukaku deu uma entrevista ao Friends of Sports. O avançado do Nápoles abordou comparação com Didier Drogba.

Romelu Lukaku deu uma entrevista ao Friends of Sports. O avançado do Nápoles abordou comparação com Didier Drogba.

Romelu Lukaku recordou tempos em Inglaterra e afirmou que o compararam a Didier Drogba. Em entrevista ao Friends of Sports, o avançado belga, que joga agora no Nápoles em Itália, garante que encaixa no perfil:

«Em Inglaterra, quiseram pôr-me numa caixa. Veem alguém como eu e pensam: novo Drogba. Eu não sou assim. O Didier estava mais virado para a baliza, conseguia segurar a bola, independentemente da direção em que a jogasse. Não era o meu estilo».

Até ao momento Lukaku leva três golos e cinco assistências ao serviço do Nápoles. Esteve ligado ao Chelsea entre a temporada 2021/22 e o último verão, quando deixou o clube a título definitivo.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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